Autor: Juuks (Equipe Coelho no Japão)

  • Análise: Hitman: World of Assassination no Switch 2 – uma análise aprofundada do stealth definitivo

    Análise: Hitman: World of Assassination no Switch 2 – uma análise aprofundada do stealth definitivo

    Agente 47 chega ao novo console com conteúdo vasto e jogabilidade imersiva.

    Um dos lançamentos que mais se destaca pela sua proposta e volume de conteúdo é Hitman World of Assassination. Esta coletânea, que reúne a trilogia moderna do Agente 47, prometia ser uma experiência de stealth sem igual, e ela entrega muito mais do que esperávamos. Mergulhar neste universo de assassinatos meticulosos foi uma surpresa agradável.

    Nesta análise, vamos desbravar o que faz de Hitman World of Assassination um jogo obrigatório para os entusiastas de stealth e uma experiência verdadeiramente impressionante para qualquer tipo de jogador, abordando sua mecânica, conteúdo, performance e o porquê de ele ser um dos melhores custos-benefícios atuais.

    Confira essa análise aqui no site ou assista em vídeo para mais detalhes:

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    O que é Hitman World of Assassination e por que ele se destaca no Switch 2?

    Hitman World of Assassination é, essencialmente, a experiência definitiva do Agente 47 na era moderna. Trata-se de uma coletânea robusta que engloba os três jogos mais recentes da franquia: Hitman (2016), Hitman 2 (2018) e Hitman 3 (2021).

    O jogo se apresenta como uma edição definitiva, incluindo praticamente 40 missões e modos e várias expansões que, em outras plataformas seriam pagas, estão inclusas aqui. Para nós, essa generosidade no conteúdo já o posiciona como um dos melhores, senão o melhor, em termos de custo-benefício para o Nintendo Switch 2.

    É um pacote tão completo que pode até ser inicialmente confuso com tanta coisa que tem, mas a profundidade é o que o torna especial. Pelo que pudemos apurar, esta versão da trilogia é vista como uma espécie de reboot da série, tornando-a acessível tanto para novatos quanto para veteranos.

    Para quem é este jogo?

    A beleza de Hitman World of Assassination reside em sua capacidade de transcender as expectativas de gênero. Claro, é um prato cheio para os amantes de stealth, com toda a sua complexidade e a necessidade de planejamento meticuloso. No entanto, o que mais nos surpreendeu foi a capacidade do jogo de impressionar alguém que, confessamos, nem sequer tinha o stealth como gênero favorito.

    Se você busca um jogo com uma quantidade massiva de conteúdo e um fator replay quase infinito, este título é para você. É ideal para jogadores que apreciam uma experiência estratégica, observação aguçada e mentalidade de resolução de quebra-cabeças, onde a ação desenfreada dá lugar à frieza e ao cálculo.

    Além disso, para aqueles que acabaram de adquirir um Switch 2 e querem ver o que o novo console é capaz de entregar graficamente, Hitman World of Assassination é um dos jogos que mais demonstram o poder visual da plataforma, especialmente no modo portátil.

    Como funciona a gameplay de Hitman World of Assassination?

    A essência da jogabilidade de Hitman reside em sua fórmula clássica de mapas sandbox. Isso significa que as missões ocorrem em ambientes relativamente pequenos, mas incrivelmente detalhados, que o jogo carinhosamente chama de bairrozinhos. Nesses cenários, o jogador tem liberdade total de exploração, sem uma ordem ou cronologia específica para seguir.

    O grande trunfo do jogo, e algo que nos cativou profundamente, é a infinidade de múltiplas abordagens para cada missão. A primeira vez que você joga uma missão, especialmente nos tutoriais, o jogo te guia, mostrando os passos básicos. Mas, em seguida, ele te desafia a refazer essa missão do seu jeito, incentivando a improvisação.

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    As possibilidades são vastas: você pode tentar um assassinato rápido, embora isso seja extremamente difícil devido à inteligência dos guardas, ou pode optar por uma abordagem mais furtiva, esgueirando-se e encontrando uma brecha para eliminar o alvo sem ser notado.

    A criatividade é a chave: envenenar uma comida ou bebida, causar um “acidente” que leve à morte do alvo, ou até mesmo disfarçar-se de cozinheiro ou segurança para infiltrar-se em áreas restritas. Essa capacidade de criar e executar seu próprio plano é um dos maiores pontos fortes do jogo, e ele te incentiva a rejogar cada missão de diferentes maneiras através de diversos desafios que aumentam seu nível na área, garantindo um fator replay imenso.

    Não é como um Zelda, onde a liberdade é quase ilimitada, e o jogo tem suas limitações físicas (não há um botão de pulo, por exemplo), mas o fator criatividade é gigante.

    O stealth em Hitman exige frieza, paciência e, acima de tudo, observação. O alvo principal, embora seja um humano comum e não um chefão poderoso, não pode ser simplesmente abatido de qualquer forma, a menos que você seja um mestre no combate e esteja pronto para enfrentar uma legião de guardas. Cada alvo tem uma rota cíclica e interage com o ambiente, e é aqui que a observação se torna crucial.

    Você precisa entender o padrão de movimento do seu alvo, quando ele vai falar com alguém, por onde ele vai passar, para então inserir sua estratégia no momento certo. Essa é a parte mais quebra-cabeça do jogo: descobrir o momento ideal para, por exemplo, colocar veneno em uma bebida. O tempo que leva para dominar esses combos e estratégias pode ser um pouco longo, mas é incrivelmente recompensador.

    A Inteligência Artificial dos inimigos é notavelmente inteligente. Ela está no limite do realista chato, o que significa que, embora você possa se esconder na moita e ser ignorado de vez em quando, a CPU é esperta o suficiente para te reconhecer se você usar um uniforme de funcionário e passar por outro colega da equipe que deveria te conhecer. Essa atenção aos detalhes torna cada disfarce e cada movimento estratégico ainda mais importante.

    Modos de jogo adicionais

    Além da campanha principal, Hitman World of Assassination brilha em seus modos de jogo adicionais, que elevam o fator replay a patamares absurdos:

    • Modo história (trilogia): com mais de vinte missões, incluindo tutoriais, a campanha principal por si só oferece facilmente mais de vinte horas de gameplay. Se você quiser apenas um gostinho, pode até jogar um único game da trilogia.
    • Contracts mode: este é quase um modo criativo, onde a comunidade pode criar seus próprios contratos, reaproveitando os mapas existentes e escolhendo até três NPCs para serem eliminados, especificando até mesmo o método ideal para ganhar mais XP. Isso, para nós, torna o jogo praticamente infinito.
    • Freelancer mode: é um modo rogue-like que, honestamente, poderia ser lançado como um jogo separado. Você passa por várias fases sequenciais, com alguns confrontos que funcionam como chefões. Se você morrer em uma missão principal, volta ao começo, perdendo armas e dinheiro, o que adiciona uma camada intensa de desafio. Há uma casa que você vai mobiliando e liberando cômodos, adicionando um elemento de progressão duradoura.
    • Missões de sniper: há três missões rápidas e divertidas onde o objetivo é eliminar alvos à distância, utilizando apenas um rifle sniper.
    • Modo arcade: oferece diversas condições e desafios rotativos, incluindo as escalations, que remixam as missões e mapas já existentes, garantindo sempre algo novo para fazer.

    A soma de todo esse conteúdo – a história principal, o modo freelancer, os contratos criados pela comunidade, as missões de sniper e o arcade – é o que o analista original descreve como muito conteúdo. Para nós, é a prova de que o valor de R$ 162 cobrado pelo jogo é extremamente acessível e justificado. É um jogo que, sem dúvida, se encaixa na cobiçada métrica de “R$1 a hora” de diversão.

    Onde e como jogar? (Performance e aspectos técnicos)

    Hitman World of Assassination já está disponível para o Nintendo Switch 2 e pode ser desfrutado tanto no modo dock quanto no modo portátil. E aqui reside um ponto de grande interesse para os jogadores:

    • No modo portátil, o jogo se mostra muito bonito e roda extremamente bem. Embora haja uma pequena perda na qualidade de imagem em comparação com o modo dock, o ganho na fluidez é notável graças ao VRR (Variable Refresh Rate). Para nós, o modo portátil oferece um equilíbrio melhor entre visuais e performance, tornando-o mais indicado para uma experiência fluida.
    • No modo dock, embora visualmente superior, o jogo apresenta quedas de frames constantes. Ele não roda a uma taxa fixa, e em áreas mais povoadas ou complexas, a fluidez pode cair ainda mais.

    Curiosamente, existe um modo desempenho secreto que pode mitigar os problemas de performance. Ao mudar a resolução do seu console para 720p nas configurações, o jogo, apesar de ficar mais feio com mais serrilhado, alcança praticamente 60 FPS, tornando-se bem mais liso. Testamos e confirmamos que funciona, embora seja melhor jogar no modo normal pela qualidade visual. A boa notícia é que um patch focado em performance já foi anunciado e está planejado para ser lançado este ano. Esse patch pode trazer não apenas melhorias de frame rate, mas também a oficialização de um modo desempenho e, quem sabe, até suporte a mouse para mira.

    Problemas e desafios

    Apesar de ser um jogo espetacular, Hitman World of Assassination não está isento de problemas:

    • Falta de suporte a mouse e giroscópio: A mira é feita exclusivamente pelo analógico, o que, para um jogo de precisão como este no Switch 2, é muito complicado e uma desvantagem significativa.
    • Ausência de português (PT-BR): A falta de localização para o português do Brasil é um ponto fraco. Em um jogo onde ouvir conversas de NPCs pode ser crucial para entender o próximo passo da estratégia, a barreira do idioma faz muita falta. Observamos que o próximo jogo do estúdio (007) também não terá suporte ao português, o que é uma pena.
    • Dependência de conexão online para certos Modos: Embora a campanha principal possa ser jogada offline, alguns modos secundários, como Arcade e Contracts, exigem que o jogador esteja online nos servidores do jogo. É algo a se considerar se você planeja jogar exclusivamente offline.

    Hitman World of Assassination no Nintendo Switch 2 é, para nós, uma adição verdadeiramente excepcional à biblioteca do console. É um jogo que surpreendeu positivamente até mesmo quem não tinha grandes expectativas ou afinidade com o gênero stealth, o que é um forte indicativo de que os desenvolvedores acertaram em cheio.

    Com uma quantidade avassaladora de conteúdo, uma jogabilidade de stealth profunda e desafiadora, e modos que garantem uma longevidade quase infinita.

    É inegável que o jogo apresenta alguns problemas técnicos, como as quedas de frame no modo dock e a ausência de suporte a mouse/giroscópio, além da falta de localização em português. No entanto, a perspectiva de um patch futuro focado em performance é promissora e pode resolver essas questões.

    O modo portátil, com seu VRR, já oferece uma experiência mais fluida, provando que é possível desfrutar plenamente do Agente 47 em qualquer lugar.

    Se você busca um jogo que o desafie intelectualmente, que o recompense pela criatividade e pela paciência, e que ofereça centenas de horas de conteúdo de altíssima qualidade, Hitman World of Assassination é uma compra mais do que recomendada. É um título que não só eleva o padrão para jogos de stealth no Switch 2, mas também demonstra o potencial do novo hardware da Nintendo.

    Você é fã de jogos de stealth? Já teve alguma experiência com a franquia Hitman em outras plataformas? Ou este título no Switch 2 te despertou o interesse?

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  • Estamos jogando: Drag x Drive – uma análise aprofundada do lançamento da Nintendo

    Estamos jogando: Drag x Drive – uma análise aprofundada do lançamento da Nintendo

    Entre a inovação e a decepção no catálogo do Nintendo Switch

    Drag x Drive emerge como uma proposta singular e altamente experimental e se posiciona como um jogo de esporte que reinventa a dinâmica do basquete em cadeira de rodas, mas com um toque futurista e dinâmico, adicionando elementos de acrobacias aéreas e turbos em partidas intensas de três contra três. É uma visão caótica e viciante do esporte, projetada para ser ágil e emocionante.

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    Como é a jogabilidade e a recepção inicial?

    A interação com Drag x Drive é, sem dúvida, o seu ponto mais distintivo. A mecânica de controle utiliza os dois joy-cons como se fossem mouses, convidando o jogador a posicioná-los nas pernas ou em uma mesa. A partir daí, o ato de “pedalar” com os braços simula o empurrar das rodas da cadeira, criando uma conexão física direta e intuitiva com o avatar na tela.

    Essa abordagem tátil é magnificamente aprimorada pelo HD Rumble, a tecnologia de vibração de alta definição dos joy-cons, que transmite a sensação de atrito e impulso, elevando a imersão a um nível raramente visto em jogos esportivos.

    O jogador sente verdadeiramente que suas mãos estão em cima das rodas, impulsionando a cadeira pelo ambiente do jogo, uma sensação muito boa.

    As partidas, por sua vez, são descritas como caóticas e viciantes, rápidas e super emocionantes. A possibilidade de realizar as enterradas espetaculares e truques no ar adiciona uma camada de frenesi e espetáculo, transformando cada confronto em um show de agilidade e coordenação.

    O modo online do jogo também é elogiado, funcionando de forma lisinha, sem lag perceptível, similar à experiência fluida de jogos como Mario Kart World e Arms.

    Embora as primeiras impressões baseadas na demo fossem majoritariamente positivas, destacando a mecânica original e o potencial, uma preocupação inicial com a falta de personalidade e a profundidade dos modos de jogo já está presente.

    Essa percepção se manteve após o lançamento completo, com a nota 62 no Metacritic refletindo um consenso de que, embora Drag x Drive seja bem legal, ele carece de carisma e levanta preocupações quanto à sua longevidade.

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    Qual o custo-benefício?

    A Nintendo optou por lançar Drag x Drive com um preço mais baixo em comparação a outros títulos de seu catálogo. Essa estratégia pode ser vista como uma forma de justificar algumas das limitações percebidas no jogo, como a falta de conteúdo ou a sensação de que é mais uma “tech demo polida” do que um jogo completo.

    Esse posicionamento de preço torna o jogo uma opção mais acessível para aqueles que buscam uma experiência diferente e divertida em doses curtas, sem a expectativa de um clássico essencial.

    Reflexões sobre inovação e expectativas

    Drag x Drive é um jogo que exemplifica a fase atual da Nintendo: uma empresa que continua a ousar com novas mecânicas e propostas de gameplay, mas que enfrenta desafios em transformar essas inovações em experiências completas e cativantes que ressoem com o mesmo impacto de seus clássicos.

    Sua mecânica de controle única e a diversão inicial empolgante são inegáveis pontos fortes, demonstrando o gênio criativo por trás da Nintendo. No entanto, a falta de carisma, a percepção de conteúdo limitado e a ausência de uma progressão robusta ofuscam seu brilho, resultando em um jogo que, embora bom para sessões casuais e multiplayer com amigos, não consegue transcender a barreira de uma demo técnica polida.

    Drag x Drive não é um fracasso, mas também não é o novo hit que muitos esperavam para o Nintendo Switch 2. Ele serve como um lembrete de que, mesmo com ideias brilhantes, a profundidade, a variedade e um carisma duradouro são fundamentais para que um jogo se torne verdadeiramente memorável e essencial no catálogo do console.

    Diante disso, resta a reflexão sobre o que define um jogo essencial em um cenário de lançamentos cada vez mais diversificado: seria a inovação bruta suficiente, ou o carisma e a profundidade continuam sendo os pilares de uma experiência verdadeiramente marcante?

    A resposta, como Drag x Drive demonstra, talvez resida no equilíbrio delicado entre o novo e o duradouro, entre a surpresa momentânea e o legado que se constrói ao longo do tempo. A comunidade, agora mais do que nunca, anseia pela próxima “pedrada” da Nintendo, que combine a audácia da inovação com a qualidade impecável que os fãs tanto valorizam.

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  • Confira todos os anúncios da Nintendo Direct Indie World Showcase 2025

    Confira todos os anúncios da Nintendo Direct Indie World Showcase 2025

    A Nintendo anunciou para hoje, dia 07 de agosto, uma Indie World. A transmissão teve início às 10 horas, com duração de 15 minutos. Confira abaixo todos os anúncios de jogos indies pra Switch e Switch 2.

    • Mina The Hollower (31 de outubro de 2025)
    • Well Dweller (2026)
    • Neverway (2026)
    • Herdling (21 de agosto de 2025)
    • Is This Seat Taken? (07 de agosto de 2025)
    • Little Kitty, Big City (atualização – 2025)
    • Content Warning (2026)
    • Ball x Pit (15 de outubro para Switch 1 e até fim do ano para Switch 2)
    • Ultimate Sheep Raccoon ( entre dezembro de 2025 até março de 2026)
    • Glaciered (2025)
    • Winter Burrow (final de 2025)
    • Undusted: Letters from the Past (outubro de 2025)
    • Tiny Bookshop (disponível ainda hoje)
    • Caves of Qud (final de 2025)
    • Strange Antiquities (17 de setembro – pré-venda disponível)
    • OPUS: Prism Peak (no fim de 2025)
    • Go-Go Town! (2026)
    • UFO 50 (disponível ainda hoje)

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    Mina The Hollower

    Lançamento será dia 31 de outubro, com demo disponivel ainda hoje. O jogo estará disponível pra Nintendo Switch 1 e 2.

    Well Dweller

    Um jogo de plataforma extremamente lindo com uma mecânica bem legal de batalhas contra monstros e chefes! O jogo terá seu lançamento em 2026.

    Neverway

    O Brasil marcou presença nessa Indie World, com o jogo Neverway. O jogo será lançado em 2026.

    Herdling

    Jogo bem bonito e criativo, seu objetivo é guiar bizões e sobreviver nesse ambiente com áreas montanhosas inóspitas. Jogo lança dia 21 de agosto de 2025.

    Is This Seat Taken?

    Organize os personagens no cenário de acordo com suas preferências. Jogo lança ainda hoje!

    Little Kitty, Big City: The Picture Purrfect Update

    O trailer revelou uma atualização gratuita para esse jogo de exploração em um playground aberto, cheio de surpresas. O update estará disponível ainda este ano.

    Content Warning

    Um jogo cooperativo online, chegará ao Nintendo Switch 1 e 2, com lançamento para 2026.

    Ball x Pit

    Um Bullet Hell frenético para destruir inimigos que vão se aproximando. Estará disponível para Switch 1 e Switch 2, com lançamento para 15 de outubro em 2025.

    Ultimate Sheep Raccoon

    Construa a fase e jogue com seus amigos no modo cooperativo para oito jogadores e com crossplay disponível. O jogo chega ainda no final de 2025.

    Glaciered

    Um jogo de exploração marítima com habilidades customizáveis. Jogo disponível no final do ano.

    Winter Burrow

    Com lançamento para este verão para Nintendo Switch, neste jogo você controla um ratinho tentantdo sobreviver ao inverno enquanto reconstrói sua toca de infância.

    Undusted: Letters from the Past

    Após a morte da mãe, Adora retorna à casa de infância e revive memórias esquecidas através de objetos que restaram na casa.

    Tiny Bookshop

    Nesse jogo você monta sua livraria em diversos locais enquanto conhece os moradores. Jogo estará disponível ainda hoje.

    Caves of Qud

    Explore civilizações milenares enquanto sobrevive em um mundo profundo repleto de mutantes, plantas sencientes e desastres retrofuturistas. Chega ao Nintendo Switch no fim de 2025.

    Strange Antiquities

    Atenda clientes na sua aconchegante loja, explore a charmosa cidade e descubra segredos sombrios. Jogo chega ao Nintendo Switch em 17 de setembro de 2025.

    OPUS: Prism Peak

    Você é um jornalista fotográfico que deixou sua vida na cidade e está preso em uma montanha habitada por espíritos, e sua única saída está na lente de sua câmera. Chega ao Switch 1 e 2 em outubro de 2025.

    Go-Go Town!

    Prospere como prefeito nesse jogo, construa lojas, contrate funcionários, atraia turistas, evite catástrofes, enfim, administre a cidade sendo um bom prefeito!

    UFO 50

    UFO 50 são 50 jogos single e multiplayer de vários gêneros, com uma história que conecta UFO Soft e seu universo compartilhado. Já está disponível no Nintendo Switch.

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  • Nintendo Direct Partner Showcase anuncia novos games pra Switch 1 e 2

    Nintendo Direct Partner Showcase anuncia novos games pra Switch 1 e 2

    Confira todos os anúncios da Nintendo Direct realizada nesta quinta-feira, dia 31 de julho

    A transmissão completa pode ser conferida através do canal no Youtube, Coelho no Japão, mas você também pode conferir os jogos que foram anunciados aqui mesmo.

    A comunidade nintendista já estava aguardando uma Direct ainda neste mês, e a Nintendo anunciou de surpresa uma Direct Partner Showcase para quinta-feira, dia 31 de julho às 10h.

    A transmissão teve aproximadamente 30 minutos de duração, e trouxe vários jogos thirdy party, ou seja, títulos de empresas terceirizadas, tanto para o Switch 1 quanto para o Switch 2.

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    Confira abaixo a lista dos jogos anunciados na Nintendo Direct Partner Showcase

    • Monster Hunter Stories 3: 2026 pro Switch 2.
    • Once Upon a Katamari: 24 de outubro de 2025 pro Switch 1 e 2.
    • Just Dance 2026 Edition: 14 de outubro pro Switch 1 e 2.
    • Dragon Ball: Sparking! Zero: 14 de novembro pro Switch 1 e 2.
    • Plants vs Zombies Replanted: 23 de outubro pro Switch 1 e 2.
    • EA Sports FC 26: 26 de setembro no Switch 2 (pré-venda disponível).
    • Pac-Man World Re-Pac 2: 26 de setembro pro Switch 1 e 2.
    • Final Fantasy Tactics: The Ivalice Chronicles: 30 de setembro pro Switch 1 e 2.
    • Persona 3 Reload: 23 de outubro pro Switch 2.
    • Hyrule Warriors: Age of Imprisonment: chega ainda em 2025 ao Switch 2.
    • Madden NFL 2026: 14 de agosto pro Switch 2 (pré-venda disponível).
    • Chillin by the Fire: já disponível no Switch 2.
    • Apex Legends: 5 de agosto pro Switch 2.
    • Hela: 2026 pro Switch 2.
    • Star Wars Outlaws: 4 de setembro pro Switch 2 (pré-venda disponível).
    • Chronos: The New Dawn: 5 de setembro pro Switch 2.
    • Yakuza Kiwami 1 e 2: 13 de novembro pro Switch 2.
    • The Adventures of Elliot: The Millennium Tales: terá versão para Switch 2 (demo disponível).
    • Octopath Traveler Zero: 4 de dezembro de 2025 pro Switch 1 e 2.

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    Monster Hunter Stories 3

    A Direct começou com o anúncio de Monster Hunter Stories 3, um com um novo capítulo spin-off da Capcom, com foco narrativo. O trailer revelou batalhas intensas sobre monstros, expandindo ainda mais a história do universo da franquia. A previsão de lançamento é para 2026.

    Once Upon a Katamari

    Este clássico está de volta, com novo título que promete uma gameplay caótica e divertida rolando tudo o que ver pela frente. O jogo terá suporte para multiplayer, novos cenários e trilhas sonoras. O jogo será lançado dia 24 de outubro de 2025.

    Just Dance 2026 Edition

    O novo jogo da franquia Just Dance chega com quarenta novas músicas e um modo cooperativo que promete deixar a festa ainda mais animada. Just Dance chega dia 14 de outubro de 2025.

    Dragon Ball Sparking Zero

    Mais um jogo da franquia Dragon Ball chega, para alegria dos fãs da série e do gênero. O trailer revelou novos guerreiros que se juntarão às batalhas, com visuais aprimorados e batalhas frenéticas. O jogo chega ao Switch 1 e 2 no dia 14 de novembro de 2025.

    Plants vs Zombies

    A clássica batalha entre plantas e zumbis chega pro Switch 1 e Switch 2, com gráficos aprimorados, melhorias na jogabilidade e um modo cooperativo local. Será lançado dia 23 de outubro, com pré-venda disponível.

    EA FC 26

    A EA trouxe mais um simulador de futebol, com melhorias na jogabilidade e nos gráficos, e também novos elencos para as partidas. EA Sports FC 26 chega em 26 de setembro para o Switch 2.

    Pac-Man World Re-Pac 2

    Vem aí o retorno do Pac-Man World, em um mundo 3D com melhorias e muitos desafios do nosso mascote comedor preferido. O jogo será lançado no dia 26 de setembro de 2025 e chega pro Nintendo Switch 1 e 2.

    Final Fantasy Tactics The Ivalice Chronicles

    A Square Enix traz às plataformas Nintendo este clássico jogo de estratégia, com graficos melhorados dublagem para personagens. Um bônus de pré-venda está disponível e o jogo está previsto para ser lançado em 30 de setembro de 2025.

    Persona 3 Reload

    O clássico JPRG da franquia Persona chegará ao Switch 2 no dia 23 de outubro de 2025 e já tem pré-venda dispoível. O trailer mostra um jogo com gráficos aprimorados e cores vibrantes.

    Hyrule Warriors: Age of Imprisonment

    Hyrule Warriors: Age of Imprisonment ganhou um novo trailer, com batalhas emocionantes e repletas de emoção. O jogo ainda não tem uma data de lançamento, embora a previsão seja para final de 2025.

    Madden NFL 2026

    O jogo de simulador de futebol americano chega ao Nintendo Switch 2 no dia 14 de agosto de 2025. A pré-venda está disponível para garantir o jogo no lançamento.

    Chillin by the Fire

    Este jogo já chegou ao Nintendo Switch 2 e está disponível na e-Shop. O jogo inclui modo multiplayer e consiste em acender uma fogueira e conversar com seus amigos com a câmera ligada. Um acampamento virtual. Da pra tirar umas boas resenhas dessa gameplay, vai! Haha!

    Apex Legends

    Mais um battle royale chega ao Nintendo Switch 2 com gráficos melhorados. O lançamento acompanhará uma nova temporada com novos conteúdos e personagens. Lançamento será dia 5 de agosto de 2025.

    Hela

    Vamos acompanhar um ratinho explorando o mundo. O jogo contará com multiplayer para ate quatro jogadores. Hela chega ao Nintendo Switch 2 em 2026.

    Star Wars Outlaws

    O trailer mostrou novos aspectos do jogo para o Nintendo Switch 2, como tela interativa, além de trechos de gameplay que com batalhas intensas e exploração. O jogo lança dia 4 de setembro de 2025 com pré-venda disponível na Nintendo e-shop.

    Cronos: The New Dawn

    É um jogo de terror e sobrevivência em um ambiente pós-apocalíptico, cheio de suspense e tensão. O lançamento está previsto para dia 5 de setembro de 2025.

    Yakuza Kiwami 1 e 2

    Yakuza Kiwami 2 chega ao Nintendo Switch 2 e junto dele, no mesmo dia, 13 de novembro de 2025, chega também Yakuza Kiwami, com melhorias gráficas e frame rate, e adição de novos idiomas.

    The Adventures of Elliot: The Milleniium Tales

    Square Enix traz um jogo novo de ação RPG em HD-2D. O jogo promete muita diversão e aventura cativante. O lançamento será em 2026, e tem uma demo disponível pra você experimentar o jogo e conhecer esse mundo novo.

    Octopath Traveler Zero

    A Square Enix revelou também outro jogo, o Octopath Traveler Zero, um novo título da série, com lançamento para dia 4 de dezembro de 2025. Eles mantiveram o estilo e estará disponível em 2D em alta resolução.

    O que é o Nintendo Barato?

    O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.

  • Estamos jogando: Killer Inn – O novo jogo de investigação da Square Enix

    Estamos jogando: Killer Inn – O novo jogo de investigação da Square Enix

    Killer Inn é um jogo de investigação e mistério com muitos momentos de tensão

    Nós recebemos um convite da Square Enix para o teste beta fechado de seu novo lançamento, Killer Inn. Um jogo que promete uma experiência inusitada ao combinar elementos de jogos sociais como Among Us com tiroteios, pistas e upgrades de armamento em um ambiente misterioso: um hotel.

    Ainda sem data de lançamento confirmada, o game surpreende pela proposta criativa, mas também apresenta pontos que precisam ser melhor polidos antes de chegar ao público final.

    Quer saber um pouco mais sobre nossa experiência com o game? Continue a leitura desta análise e visite a página do game na steam para mais informações técnicas.

    Um hotel cheio de segredos… e tiroteios

    Killer Inn coloca o jogador em um ambiente aparentemente comum — um hotel e seus arredores — mas que rapidamente se revela palco para uma batalha de desconfiança e sobrevivência. Ao início da partida, é possível escolher entre diferentes personagens, cada um com aparência própria e atributos. No entanto, durante os testes, percebemos que essas características não influenciam o gameplay de forma prática, já que todos usam as mesmas armas e mecânicas básicas.

    O jogo funciona por rodadas, com dois papéis principais: ovelhas (os inocentes) e lobos (os impostores). As ovelhas devem encontrar chaves e ativar alavancas espalhadas pelo mapa para cumprir missões, enquanto os lobos têm como objetivo sabotar esses esforços, desativar alavancas e eliminar oponentes sem serem descobertos. O jogo se destaca por adicionar camadas à dedução social, oferecendo elementos como combate armado, pistas físicas e punições severas para acusações erradas.

    Estratégia, pistas e consequências

    A principal inovação de Killer Inn está na forma como lida com as pistas. Quando um lobo elimina uma ovelha, o corpo da vítima deixa rastros — como a cor do cabelo ou da roupa — que podem ser coletados pelas ovelhas restantes para tentar descobrir a identidade do assassino. Essa mecânica nos lembrou vagamente o estilo investigativo de jogos como Project Winter ou Unfortunate Spacemen, mas aqui o tempo é precioso e os riscos são altos.

    Se uma ovelha acusar e matar outra ovelha por engano, é eliminada da partida. Isso adiciona um peso extra à dedução: não basta apenas desconfiar — é preciso observar, juntar pistas, confirmar hipóteses. Em nossos testes, essa mecânica gerou tensão e até momentos de frustração, mas também recompensas quando a dedução era certeira. Essa combinação de combate e investigação coloca o jogo em uma posição única entre os multiplayer sociais.

    Armas, upgrades e o gerente do hotel

    Ao contrário de jogos de dedução clássicos, aqui há armas — e elas importam. É possível encontrar munição, granadas, armaduras e até poções pelo cenário, o que dá um toque de battle royale light ao ambiente. Há tiroteios frequentes entre ovelhas e lobos, e até entre ovelhas entre si, o que pode gerar confusões hilárias ou desastrosas.

    Outro destaque é a possibilidade de upar armas e armaduras. Isso é feito falando com NPCs dentro do hotel, como o gerente, o que adiciona mais uma camada estratégica: você pode tentar melhorar seu equipamento durante a partida, correndo o risco de ser pego fora de posição, ou focar apenas nas missões principais. A ambientação no hotel, somada aos upgrades, reforça o clima de paranoia e constante movimento.

    O que achamos até agora:

    Durante nossos testes, o jogo mostrou potencial, mas também algumas dificuldades. A curva de aprendizado não é tão clara quanto deveria: nos sentimos perdidos por um bom tempo até entender as dinâmicas básicas. Itens e armas podem ser encontrados pelo mapa ou adquiridos, mas essa lógica ainda precisa de refinamento — principalmente com relação à acessibilidade e clareza.

    Problemas técnicos também marcaram a experiência. Tivemos dificuldade com o áudio logo no início, o que exigiu reinício da partida. Além disso, não conseguimos explorar todo o sistema de armas por falta de explicação no jogo e pouco tempo disponível para testes.

    Apesar disso, a impressão geral foi positiva. Killer Inn é um jogo com personalidade, boas ideias e um clima perfeito para quem gosta de dedução e tensão em grupo. Acreditamos que o título será muito melhor aproveitado em lobbys privados com amigos, onde o caos se transforma em diversão garantida. Ainda não há uma data de lançamento ou informações sobre o preço, mas um beta está nos planos — e estamos curiosos para ver o que vem por aí.

    Vale a pena ficar de olho?

    Killer Inn pode não reinventar o gênero da dedução social, mas sem dúvida adiciona armas pesadas à equação — literalmente. O resultado é um jogo divertido, caótico e promissor, principalmente para quem busca novas formas de jogar com amigos. Ainda há arestas a serem polidas, mas com uma boa comunicação da equipe e ajustes técnicos, o jogo pode sim encontrar seu espaço no mercado. Em um cenário dominado por jogos de ação, Killer Inn tenta oferecer uma mistura ideal com as mecânicas de dedução — e isso por si só já é merece seu tempo.

    Na Steam, Killer Inn já conta com uma página oficial que pode ser adicionada à sua lista de desejos. Embora o jogo ainda não tenha uma data de lançamento confirmada, os desenvolvedores prometem novidades em breve — incluindo testes beta abertos ao público.

    Se você curte experiências multiplayer com dedução, ação e muito caos, vale ficar de olho por lá para não perder futuras atualizações.

    Por enquanto, Killer Inn está disponível apenas na Steam, com versões confirmadas para PC. Mas será que o jogo pode chegar a outras plataformas no futuro? Fica aí a dúvida! Vamos ficar de olho nos próximos anúncios dos desenvolvedores e, se rolar uma versão para Nintendo Switch, você vai saber por aqui — pode contar com a gente!

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  • Análise: Animal Crossing: New Horizons ainda vale a pena?

    Análise: Animal Crossing: New Horizons ainda vale a pena?

    O charmoso simulador social da Nintendo continua imperdível.

    Análise baseada no vídeo do canal Coelho no Japão. Você pode clicar no vídeo acima e assistir à análise completa, ou ler o artigo completo abaixo.

    Animal Crossing: New Horizons celebrou recentemente seu terceiro aniversário de lançamento, um marco para um jogo que se tornou um dos mais impactantes no Nintendo Switch. Com mais de 40 milhões de unidades vendidas, ele é o segundo jogo mais vendido da plataforma, um sucesso absoluto que superou as expectativas, especialmente no Brasil, onde a série ganhou notoriedade com o lançamento de New Horizons.

    Mesmo após anos, a comunidade de jogadores continua ativa e receptiva, oferecendo suporte e itens para novos participantes.

    Se você ainda não mergulhou neste universo encantador, ou está em dúvida se é o momento certo, esta análise detalhada pode te ajudar a tomar a melhor decisão!

    Como é o jogo Animal Crossing: New Horizons?

    Animal Crossing: New Horizons não se encaixa nos gêneros de jogos mais populares como RPGs, jogos de corrida, ação ou plataforma. Embora algumas pessoas o descrevam informalmente como um jogo de fazendinha, essa definição também não é precisa. A Nintendo o classifica oficialmente como um jogo de simulação, mas uma definição mais adequada seria simulação social ou simulação de vida.

    Basicamente, você embarca em uma ilha deserta cedida por Tom Nook, que lhe fornece os equipamentos básicos de sobrevivência.

    O objetivo principal é desenvolver sua ilha, transformando-a gradualmente em uma cidade próspera com habitantes, comércio, vizinhos, arquitetura personalizada e muito mais. Para isso, você precisará de dinheiro, obtido através de diversas atividades como pescar, encontrar e vender itens, plantar e comercializar frutas, e até mesmo participar de um sistema de compra e venda de nabos que funciona como uma espécie de bolsa de valores.

    A verdadeira essência do jogo, no entanto, reside na customização completa da sua ilha e da sua casa, que se tornam uma extensão da sua criatividade, exigindo que você colecione uma vasta gama de itens. O jogo possui atualmente cerca de dois mil itens decorativos que podem ser pintados de diferentes cores, multiplicando as possibilidades de personalização.

    Você também pode preencher o museu da ilha coletando peixes, insetos e fósseis. Embora haja um objetivo final – fazer sua ilha se desenvolver o suficiente para receber um show do famoso músico K.K. Slider – o jogo não te pressiona a alcançá-lo e continua muito além dos créditos, com a liberação do Terraform, que permite modificar o terreno da ilha de forma semelhante ao Minecraft, adicionando dezenas de horas de jogo.

    Um jogo com muita interação social

    A interação social é essencial, pois ao conversar com os moradores da ilha, você estabelece laços, recebe presentes e desbloqueia novas experiências, como a visita de comerciantes especiais. O jogo segue o horário e calendário do tempo real, o que significa que diferentes coisas acontecem em horários distintos do dia e em diferentes estações do ano, com eventos sazonais e datas comemorativas que incentivam a jogatina ao longo do ano inteiro.

    O multiplayer online, que requer uma assinatura do Nintendo Switch Online, permite visitar as ilhas de amigos, trocar itens, doar presentes e até mesmo aproveitar a variação dos preços dos nabos entre ilhas para obter lucros significativos.

    Para os iniciantes, a comunidade de Animal Crossing é excepcionalmente receptiva e prestativa, com veteranos dispostos a ajudar com itens, dinheiro e materiais. Mesmo sem o online, é possível desfrutar do jogo offline ou com multiplayer local.

    Há também a expansão paga, Happy Home Paradise, que oferece um trabalho de decorador e é considerada por muitos como um jogo à parte, adicionando horas de conteúdo e uma experiência muito caprichada. Assinantes do Pacote de Expansão do Nintendo Switch Online podem acessar a DLC sem custo adicional.

    Mas e aí, vale a pena jogar?

    Animal Crossing: New Horizons é um título fácil de começar a jogar e oferece um apego duradouro, sendo comum que os jogadores acumulem até quinhentas horas. A experiência única que ele proporciona, focada na tranquilidade, criatividade e interação social, é algo que poucos outros jogos conseguem replicar com a mesma qualidade. Ele é um jogo que “faz bem“, proporcionando momentos de carinho e relaxamento, como a possibilidade de ter encontros virtuais com amigos e entes queridos.

    Se o que foi apresentado aqui despertou seu interesse, vá em frente sem receio, pois Animal Crossing: New Horizons oferece uma experiência de alto nível, feita com muito amor e carinho. Não é apenas um jogo, mas um universo a ser explorado e amado.

    Como economizar na hora de comprar seus jogos?

    O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Pokémon Scarlet & Violet + DLC – vale a pena dar uma chance aos jogos?

    Análise: Pokémon Scarlet & Violet + DLC – vale a pena dar uma chance aos jogos?

    Análise completa do jogo mais polêmico da franquia.

    Desde seu lançamento e com suas expansões já disponíveis, Pokémon Scarlet e Pokémon Violet deixaram de ser novidade, mas continuam sendo um dos títulos mais procurados pelos fãs da franquia. Estes jogos, que marcam a nona geração de Pokémon, são também considerados por muitos como o mais polêmico da série: enquanto uma parcela de jogadores o eleva ao posto de melhor ou um dos melhores, outra o classifica como o pior.

    Esta análise vai esclarecer todas as suas dúvidas sobre Pokémon Scarlet e Violet, e suas expansões, para que você possa decidir se vale a pena embarcar nesta jornada completa.

    As diferenças de Pokémon Scarlet e Violet

    Lançados em duas versões, Scarlet e Violet, são essencialmente o mesmo jogo com algumas diferenças temáticas e de Pokémon lendário da capa: Koraidon em Scarlet e Miraidon em Violet.

    A maior inovação é serem os primeiros jogos verdadeiramente de mundo aberto da série principal, permitindo aos jogadores explorar livremente e decidir a ordem das missões. O título conta também com multiplayer local e online, possibilitando a interação com amigos.

    Do que se trata o jogo?

    A jornada é centralizada no jogador, que se matricula na escola Pokémon (Naranja em Scarlet, Uva em Violet). Lá, são apresentados a três companheiros importantes para suas respectivas Treasure Hunts ou missões de longo prazo:

    Nemona, a amiga competitiva; Arven, o cozinheiro em busca de ingredientes; e Penny, a garota misteriosa ligada à Team Star.

    Professores Sada (Scarlet) e Turo (Violet) também desempenham um papel crucial no plot central envolvendo a Área Zero e os lendários, uma área misteriosa no centro do mapa.

    Você, como jogador, assume o papel de um estudante na região de Paldea, o cenário deslumbrante onde a aventura se desenrola. A academia em que seu personagem estuda é a primeira distinção palpável.

    As expansões levam os jogadores a novos locais: The Teal Mask para Kitakami, uma área inspirada em festivais japoneses; e The Indigo Disk para a Blueberry Academy, uma escola irmã localizada em Unova, que introduz um vasto Terrarium.

    Qual o diferencial do jogo?

    O principal diferencial de Scarlet e Violet é sua estrutura de mundo aberto, que permite uma nova forma de experienciar Pokémon, mantendo o DNA clássico, mas com liberdade sem precedentes. A capacidade de escolher a ordem das missões permite que o jogador crie sua própria dificuldade.

    O jogo se destaca também pelo seu competitivo online ativo, considerado muito bom e mais acessível para treinamento de Pokémon, atraindo muitos jogadores que focam apenas nas batalhas online e veem um valor de replay quase infinito.

    A história, muitas vezes secundária para alguns jogadores, é surpreendentemente boa, com personagens relevantes e temas reais nunca antes abordados na franquia, tornando a jornada mais significativa.

    Novas mecânicas como os Pokémon Paradoxo (versões ancestrais ou futuristas) e Convergentes (parentes de linhagem com ancestral comum) adicionam frescor e nostalgia, mas o grande destaque é o fenômeno Terastal, que permite aos Pokémon mudar seus tipos, abrindo infinitas possibilidades competitivas e adicionando desafio às Tera Raid Battles cooperativas, que se tornaram um passatempo popular no pós-jogo.

    A jogabilidade de Pokémon Scarlet e Violet

    A jogabilidade é definida pelas três rotas principais que compõem as Treasure Hunts: a tradicional Liga Pokémon (onde se deve derrotar oito líderes de ginásio), a Path of Legends (onde se busca ingredientes poderosos protegidos por Pokémon Titã, ganhando poderes de exploração para o Pokémon lendário que acompanha o jogador) e a Starfall Street (onde se enfrenta a Team Star, um grupo de ex-alunos problemáticos).

    A conclusão de cada rota traz benefícios, como a obediência de Pokémons de nível mais alto após vencer ginásios, o que é essencial para o progresso. A narrativa central se aprofunda após a conclusão dessas missões, culminando no surpreendente arco da Área Zero.

    As Tera Raid Battles permitem que até quatro jogadores enfrentem Pokémon superpoderosos para capturá-los, com desafios que vão de uma a sete estrelas, exigindo estratégia e Pokémons bem treinados para os níveis mais altos.

    DLC – The Hidden Treasure of Area Zero

    Além do jogo base, há uma expansão dividida em duas partes, The Hidden Treasure of Area Zero, que complementa a experiência, e todo esse conteúdo já está disponível há mais de um ano e meio, permitindo uma avaliação do pacote completo.

    A primeira parte da DLC, The Teal Mask, leva os jogadores para Kitakami, com uma história mais linear e um nível de dificuldade que pode ser considerado fácil se jogado após zerar o jogo base.

    A segunda parte da DLC, The Indigo Disk, é considerada a mais forte, focando em batalhas intensas na Blueberry Academy e introduzindo a Syncro Machine, que permite controlar diretamente um Pokémon e explorar o mundo pelos seus olhos, uma adição muito desejada pelos fãs.

    O jogo base conta com 400 Pokémon, e as expansões adicionam mais de 230, totalizando mais de 630. Para completar a Pokédex completa de 1025 monstrinhos, trocas online e o uso do Pokémon Home (um serviço de assinatura para guardar e transferir Pokémon entre jogos) são necessários.

    A expansão custa mais de R$ 100, um investimento considerável que, somado ao preço do jogo base, torna a experiência completa um pouco salgada. No entanto, para jogadores que dedicam centenas de horas à franquia, o custo-benefício pode valer a pena, especialmente se a DLC for adquirida cedo para melhor aproveitamento da primeira parte.

    Pokémon Scarlet e Violet

    Em suma, Pokémon Scarlet e Violet são um estudo de contrastes. Enquanto a direção do jogo é amplamente elogiada, com ideias inovadoras, uma história envolvente e personagens cativantes, além de uma boa trilha sonora e muito conteúdo, a execução técnica é o calcanhar de Aquiles, marcada por problemas visuais e de desempenho persistentes, como quedas de frames, texturas baixas, cenários mal feitos e muito serrilhado, mesmo após atualizações.

    A questão fundamental para o jogador, portanto, não é se o jogo tem problemas – pois ele tem e são notáveis –, mas sim se sua tolerância a esses aspectos técnicos é alta o suficiente para desfrutar da experiência principal que ele oferece. Para aqueles que conseguem relevar as falhas de polimento, Scarlet e Violet revelam-se uma jornada memorável, repleta de boas ideias e um vislumbre do que pode ser o futuro da série Pokémon.

    A decisão final, assim, recai sobre o que você mais valoriza em um título da franquia: a inovação e a experiência, ou a perfeição técnica.

    Garanta o seu Pokémon Scarlet ou Violet pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!

    Esta análise foi baseada no vídeo do canal Coelho no Japão. Esta análise foi baseada no vídeo do canal Coelho no Japão.

  • Análise: RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army – um clássico da Atlus brilha no Nintendo Switch

    Análise: RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army – um clássico da Atlus brilha no Nintendo Switch

    Ação e investigação sobrenatural encontram um novo lar no híbrido

    Junho de 2025 foi um mês recheado de lançamentos e remasterizações de peso no mundo Nintendo, e entre as novidades, uma grata surpresa se destacou, especialmente para os fãs de clássicos e do renomado universo Mega Ten. Estamos falando de RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army, uma versão atualizada de um jogo que, para muitos, era um verdadeiro tesouro esquecido da Atlus.

    Acompanhe nossa análise de Raidou Remastered: The Mystery of the Soulless Army aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    O resgate de um clássico perdido com um toque único

    RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army é, como o nome sugere, uma remasterização do jogo original lançado para o PlayStation 2. Ele representa um esforço notável em resgatar um título que, apesar de sua qualidade, era considerado um clássico perdido nas lojas digitais.

    O que o torna particularmente interessante é sua abordagem dentro do já complexo e amado universo Mega Ten, o mesmo que nos presenteou com a aclamada série Shin Megami Tensei. No entanto, ao invés dos tradicionais combates por turno que caracterizam a maioria dos jogos da franquia, RAIDOU se aventura no terreno dos Action RPGs com fortes elementos de investigação, algo único e diferenciado em seu legado.

    Esta particularidade é um dos seus maiores charmes, oferecendo uma experiência distinta para quem já está familiarizado com a profundidade narrativa e temática da Atlus, mas deseja uma mecânica de jogo mais dinâmica e focada na ação em tempo real.

    É uma janela para um período onde a Atlus explorava novas fronteiras com suas propriedades intelectuais, e o resultado é um jogo que, mesmo com a passagem do tempo, conseguiu se manter relevante e surpreendente em sua essência.

    A intriga e a força demoníaca nas mãos do detetive Raidou Kuzunoha

    Neste título, você assume o papel de Raidou Kuzunoha, um jovem detetive sobrenatural que não se limita apenas a interrogar suspeitos e coletar evidências. Ele possui a habilidade de invocar e utilizar demônios para auxiliar em suas investigações e combates.

    A narrativa é rica e cativante, com a história se dividindo entre o mundo normal e um misterioso mundo sombrio onde essas criaturas habitam.

    A parte da investigação é, de fato, muito bem-vinda e inovadora para o universo Mega Ten. As habilidades dos demônios não são meramente para luta; elas são ferramentas cruciais para a resolução de mistérios.

    Imagine poder usar um demônio para ler a mente de um interrogado, desvendando segredos que de outra forma seriam inacessíveis. Ou, ainda mais interessante, a capacidade de estressar um suspeito para que ele perca suas inibições e fale sem filtros, revelando informações vitais para o caso.

    Essa integração da mecânica de demônios à investigação adiciona uma camada de profundidade e estratégia que poucos jogos do gênero conseguem replicar. A sensação de realmente usar os seus aliados sobrenaturais para desvendar um mistério é incrivelmente gratificante e mantém o jogador engajado em cada novo caso.

    O Combate de Ação que Pede por Mais na Série Mega Ten

    Se a investigação é a mente de RAIDOU Remastered, o combate é, sem dúvida, o coração pulsante do jogo. É aqui que ele realmente se distancia de seus irmãos de franquia e oferece uma experiência que, para muitos, dá a sensação de querer um jogo novo dessa série nesse estilo.

    Ao invés dos menus e comandos por turno, Raidou entra na pancadaria de forma direta, armado com sua espada e uma pistola espiritual, mas nunca sozinho.

    O protagonista é auxiliado por dois demônios invocados que lutam ao seu lado, e a graça do sistema de combate reside na estratégia de utilizar ataques super efetivos. Isso significa que você precisa não apenas desferir golpes, mas também entender as fraquezas dos inimigos e gerenciar sua equipe de demônios de forma inteligente.

    O gerenciamento de mana é outro elemento crucial; ela é recarregada com ataques leves, o que incentiva um ritmo de combate fluido e equilibrado entre ofensiva e sustentação.

    Além disso, o jogo mantém o famoso sistema de captura de demônios, embora de uma forma menos burocrática e mais direta do que em outros títulos Mega Ten, tornando a adição de novos aliados à sua equipe uma experiência mais dinâmica.

    A capacidade de colecionar o máximo de monstros possível para ter uma variedade tática é essencial e encoraja a exploração e a experimentação com diferentes combinações de demônios.

    Em nossa experiência, o combate de RAIDOU transpõe de maneira excelente a essência estratégica dos combates da série Shin Megami Tensei para um formato de ação, o que é um feito e tanto. É essa a junção de destreza e tática que faz com que cada confronto seja empolgante e desafiador.

    A Maquiagem de uma Remasterização: Onde o Passado Encontra o Presente

    A remasterização de RAIDOU Remastered no Nintendo Switch 1 foi descrita como um ótimo trabalho, trazendo muitas melhorias de qualidade de vida que modernizam a experiência sem descaracterizar o original.

    A gameplay, apesar de suas raízes no PlayStation 2, ainda se mantém satisfatória, um testemunho da qualidade atemporal do design do jogo. Isso significa que os menus são mais fluidos, as interfaces são mais amigáveis e a navegação geral pelo jogo se tornou mais agradável para os padrões atuais.

    No entanto, é fundamental ter em mente que, apesar da roupagem nova e uma boa maquiagem, o jogo ainda é essencialmente antigo.

    Os cenários, por exemplo, são pequenos e podem parecer um pouco datados em comparação com os padrões de design de mundo aberto ou ambientes expansivos que vemos hoje.

    Além disso, alguns dos sons são ultrapassados e, embora as cutscenes tenham recebido um cuidado especial, a direção geral do jogo ainda mostra a idade.

    Esses são pontos que um jogador mais acostumado com títulos modernos pode notar, mas que, na nossa opinião, não diminuem a experiência geral. São lembretes sutis de que você está jogando um clássico, e não um título construído do zero para a geração atual.

    Para os fãs de longa data, esses pequenos detalhes podem até ser vistos como parte do charme.

    Vale a pena mergulhar no mistério de RAIDOU Remastered?

    RAIDOU Remastered é uma recomendação calorosa para quem gosta de investigação e principalmente do universo Mega.

    Se você busca um RPG de ação com uma premissa envolvente, um sistema de combate estratégico e diferente do usual da franquia, e uma atmosfera rica, este título é uma excelente pedida.

    É uma oportunidade fantástica para revisitar um clássico ou descobrir uma faceta única do universo Mega Ten que talvez você não conheça.

    A combinação de um detetive carismático com um arsenal de demônios e mistérios sombrios é algo que cativa do início ao fim.

    Como economizar na hora de comprar jogos do Nintendo Switch 2?

    A melhor forma de economizar na hora de comprar seus jogos em mídia digital é acumulando cash back que pode ser utilizado como desconto em futuras compras. E a loja indicada para isso é a nossa parceria NUUVEM.

    Comprando seu gift card na nuuvem você tem benefícios como: parcelamento no cartão de crédito, acúmulo de cash back para utilizar nas próximas compras no site e ainda pode presentear aquela pessoa tão querida com um voucher!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Hogwarts Legacy no Switch 2 – uma análise detalhada da nova geração no console da Nintendo

    Análise: Hogwarts Legacy no Switch 2 – uma análise detalhada da nova geração no console da Nintendo

    Uma Renovação Mágica para o Mundo Bruxo Portátil

    A chegada do Nintendo Switch 2 ao mercado brasileiro, trouxe consigo uma novidade que tem agitado a comunidade gamer: uma nova versão de Hogwarts Legacy, completamente refeita do zero, para o Switch 2.

    Este lançamento não é meramente um upgrade; trata-se de um jogo distinto, pensado para aproveitar ao máximo as capacidades da nova plataforma da Nintendo, prometendo uma experiência visual e de jogabilidade significativamente aprimorada em relação à sua antecessora.

    Acompanhe nossa análise prévia de Hogwarts Legacy aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    Também jogamos na Summer Game Fest:

    Como o jogo está rodando no Switch 2?

    A análise de Hogwarts Legacy se destaca como um ponto crucial para entender o salto geracional que o Switch 2 representa. Esta reiteração representa um marco para os jogos no console da Nintendo, sinalizando uma nova era de desempenho e inovação.

    A análise aprofundada das suas características, especialmente o modo mouse e as melhorias gráficas, revela um esforço significativo para entregar uma experiência à altura do potencial do novo hardware.

    Resta aos jogadores decidir se este salto geracional, com suas virtudes e algumas persistentes imperfeições, justifica o retorno a Hogwarts.

    O jogo revela um conjunto de melhorias substanciais que elevam a experiência de jogo, mas também aponta para alguns aspectos que ainda poderiam ser aprimorados.

    Quais são as melhorias para a versão Switch 2?

    O jogo traz um conjunto de melhorias substanciais que elevam a experiência de jogo, mas também aponta para alguns aspectos que ainda poderiam ser aprimorados.

    A versão do Switch 2 é visivelmente mais bonita que a do Switch 1, apresentando uma diferença geracional que torna o jogo mais jogável e visualmente atraente. Detalhes no chão, a vegetação e as estátuas (anteriormente borradas) agora estão bem definidos, evidenciando um avanço significativo.

    Surpreendentemente, o modo portátil do jogo é considerado maravilhoso e mais bonito que na dock, sendo o melhor lugar para se jogar. Seus visuais são bem definidos e detalhados, inclusive no chão e no castelo.


    A adição do modo mouse é, sem dúvida, um dos maiores destaques e a melhor coisa do jogo além dos gráficos. Este modo oferece uma precisão muito maior para mirar do que o giroscópio e o analógico, sendo muito mais fácil, muito mais preciso, muito melhor de usar.

    Uma funcionalidade incrível é a capacidade de alternar instantaneamente entre o analógico, o giroscópio e o mouse, sem a necessidade de acessar menus, oferecendo flexibilidade e fluidez na jogabilidade, permitindo ao jogador adaptar-se a diferentes situações, como exploração com analógico e combate com mouse. A precisão do mouse torna a experiência de combate bem acostumável e cômoda.

    A experiência de jogo é aprimorada com a redução ou eliminação de telas de carregamento, como a entrada em Hogsmeade, que agora é instantânea, e as transições de portas que eram lentas no Switch 1 também se tornaram imediatas no Switch 2. Isso contribui para uma experiência de mundo mais aberto e contínua.


    A modelagem dos personagens e as texturas das roupas estão bem detalhadas e legais. A ambientação em ambientes fechados é bem legal, mostrando um bom trabalho da Avalanche.

    Apesar da grande melhoria, há ainda a presença de granulação em algumas texturas, como o cabelo dos personagens e a água, e problemas de “draw distance” com objetos surgindo do nada. O jogo não atinge o nível visual de consoles como o PlayStation 5.

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    Ainda há espaço para melhorias

    Embora o modo mouse seja excelente, jogadores que não são acostumados com mira de mouse no PC podem levar um tempo para se adaptar totalmente à movimentação de câmera, preferindo usar o controle comum para isso e o mouse apenas para mira. No entanto, a transição entre os modos facilita essa adaptação.


    Em síntese, Hogwarts Legacy no Switch 2 se apresenta como uma experiência transformadora e muito superior à sua antecessora, especialmente no que tange à jogabilidade inovadora e aos avanços visuais. Contudo, ainda há um caminho a percorrer para alcançar a perfeição técnica, especialmente em termos de fidelidade gráfica e na conveniência da transferência de dados.

    A decisão de adquirir ou fazer o upgrade dependerá do quanto o jogador valoriza as novas funcionalidades e está disposto a iniciar uma nova jornada no mundo bruxo.

    Embora seja um jogo novo, os jogadores que já possuíam Hogwarts Legacy no Switch 1 recebem um desconto, podendo adquirir a nova versão por R$ 50, o que é uma vantagem considerável.

    Garanta o seu Nintendo Switch 2 pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!

    O Nintendo Switch 2 já está entre nós! E participando dos grupos do Nintendo Barato, você consegue acompanhar em tempo real os estoques e pagar menos para adquirir o seu novo console.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Nexomon Extinction – a redescoberta da essência dos RPGs de monstrinhos no Nintendo Switch

    Análise: Nexomon Extinction – a redescoberta da essência dos RPGs de monstrinhos no Nintendo Switch

    A carta de amor que os veteranos de Pokémon sempre esperaram.

    O cenário dos videogames está em constante evolução, e para os fãs de longa data dos RPGs de captura de monstrinhos, a busca por uma experiência que evoque a nostalgia das primeiras jornadas é uma constante. No coração do Nintendo Switch, um título vem chamando a atenção precisamente por abraçar essa premissa: Nexomon Extinction.

    Este jogo não é apenas mais um competidor no gênero, mas sim uma verdadeira carta de amor aos veteranos dos jogos do Pokémon, prometendo recriar a sensação inesquecível de quando se jogava clássicos como Pokémon Red ou Pokémon Silver.

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    Nexomon Extinction: O Resgate de Uma Fórmula Amada

    Nexomon Extinction é um RPG de turno que se baseia no consagrado sistema de Catching Monster. Distanciando-se das complexidades e do design 3D dos títulos mais recentes do gênero, ele resgata a linha que prevaleceu até a 4ª geração, apresentando-se em um vibrante estilo 2D com sprites desenhados à mão, que são muito bonitos e contribuem para uma ambientação muito bem trabalhada.

    O objetivo principal do jogo é, segundo os próprios desenvolvedores, transportar o jogador de volta àqueles momentos iniciais de encanto e desafio que fizeram o coração se tornar um lar definitivo para os monstrinhos. Curiosamente, essa recriação da sensação clássica é alcançada sem que o jogo utilize “nenhum Pokémon da primeira geração”, provando que a essência da magia pode ser replicada com criatividade e respeito ao legado.

    Quem o desenvolveu e para quem é?

    Os desenvolvedores claramente pensaram nos fãs de longa data de Pokémon. Este jogo é direcionado àqueles que sentem falta de um desafio genuíno e de uma profundidade estratégica no modo single-player, algo que, para muitos, se perdeu nas campanhas principais dos títulos Pokémon mais recentes.

    Embora a Pokémon Company tenha optado por focar o desafio no cenário competitivo online, Nexomon Extinction surge como uma alternativa robusta para os jogadores solo, sendo mais que apenas um jogo e sim uma verdadeira carta de amor.

    Os personagens, como o carismático gatinho companheiro Coco, que traz um ótimo humor e quebra a quarta parede ao zombar tutoriais, e rivais que não são bonzinhos, contribuem para uma experiência narrativa rica e divertida. Além disso, a abundância de NPCs (personagens não jogáveis) que oferecem trocas de itens e missões secundárias adiciona camadas de interação e exploração.

    Quando e onde se pode jogar?

    Nexomon Extinction está disponível para Nintendo Switch, tornando-o acessível para muitos que buscam uma nova aventura portátil ou de console. O jogo oferece uma liberdade de exploração que remete aos primeiros Pokémon, como Red e Blue, onde era possível escolher certas ordens de acontecimentos.

    No mundo de Nexomon, isso se traduz em um mapa suplementemente aberto, onde o jogador pode ficar explorando e chegando em locais e cidades que ainda não estavam no script da história. Esta abordagem é uma clara diferença em relação aos jogos modernos de Pokémon, que muitas vezes limitam a exploração e a ordem dos eventos.

    A ambientação é diversificada, com cenários que vão desde rotas comuns com grama até visuais de fim de tarde, e locais temáticos como uma caverna de gelo e uma cidade fantasma.

    Por que Nexomon Extinction se destaca?

    A principal razão pela qual Nexomon Extinction ressoa tão fortemente é sua capacidade de preencher um vácuo no mercado de jogos de monstrinhos. Ele oferece o desafio e a profundidade estratégica que muitos veteranos sentem falta nos jogos principais de Pokémon.

    Diferente da filosofia da Pokémon Company, que direciona os jogadores para o online em busca de dificuldade, Nexomon Extinction se concentra em oferecer uma campanha single-player robusta e exigente. A dificuldade, avaliada em 4 de 5 em termos de acessibilidade, não é apenas uma métrica, mas uma promessa de que o jogador terá que treinar, e não é fácil.

    A experiência de enfrentar um Raticate level 16 em um estágio inicial do jogo, como nos tempos de Red/Blue, é propositalmente replicada, forçando o jogador a pensar e a planejar suas batalhas. Além disso, o jogo busca ser uma carta de amor ao reconhecer e atender as expectativas dos jogadores que apreciam a complexidade, a exploração e o humor inteligente.

    Como ele faz isso?

    Nexomon Extinction implementa diversas mecânicas e elementos de design para atingir seus objetivos:

    Design visual e de cenários

    O estilo desenhado à mão confere um charme único e atemporal ao jogo. A ambientação do jogo também é muito bem trabalhada, com cuidado nos diferentes cenários que ilustram a mesma temática, garantindo diversidade mesmo com essa repetição de cenários. Isso evita a fadiga visual e incentiva a exploração.

    Liberdade de exploração

    O mapa aberto é um dos maiores pontos de destaque. A capacidade de explorar e chegar em locais e cidades que ainda não estavam no script da história é uma lufada de ar fresco para o gênero. A maioria das casas abertas nas cidades oferece pelo menos um item ou um pedido de uma sidequest, recompensando a curiosidade do jogador.

    Missões secundárias e trocas

    As missões secundárias são uma parte vital da experiência, sendo realmente missões com mais de uma etapa e recompensa no final.

    Dificuldade e inteligência artificial

    Ao contrário de muitos NPCs em jogos similares que usam times fracos, em Nexomon: Extinction os adversários são desafiadores. Eles trocam de nexomon, não usam monstrinhos mais óbvios e fracos e, principalmente na revanche, é comum eles aparecerem com a forma evoluída do nexomon que você derrotou deles anteriormente, dando a impressão de que estivesse treinando e melhoraram. Os NPCs também normalmente se mantém no mesmo level que você, forçando o jogador a se manter competitivo.

    Revanches e treinamento dinâmico

    As revanches com NPCs são frequentes e são exploradas como uma mecânica mesmo em nexomon. Isso, combinado com o fato de que os nexomons selvagens adaptam mais ou menos o level do seu time, ou seja, treinar é necessário e não é fácil. O jogo incentiva o grinding através de batalhas e revanches para evoluir o seu time. No entanto, a experiência não é compartilhada entre todos os Nexomons, exigindo itens equipáveis individuais que compartilham apenas doze por cento da experiência se não entrarem em batalha, o que significa que o esforço individual é recompensado.

    Batalhas contra chefes

    Os chefes do jogo, que substituem os líderes de ginásio, são variados e exigem uma equipe bem preparada.

    Enredo e personagens

    A história, embora siga um enredo familiar de nexomon lendário e melhor treinador, é contada de um jeito mais progressivo. O humor é um destaque, especialmente através do companheiro Coco e de interações com NPCs como a vidente, que adiciona um toque divertido à narrativa

    Nexomon: Extinction

    É mais do que uma homenagem; é uma afirmação. Ele prova que ainda há espaço para jogos que priorizam a experiência single-player desafiadora e que resgatam a essência de um gênero que marcou gerações.

    Para os fãs que sentem que a campanha principal de Pokémon se tornou muito acessível ou que buscam uma profundidade estratégica maior fora do cenário competitivo online, Nexomon Extinction surge como a resposta.

    Ele nos lembra de quando você começou a amar jogar Pokémon, seja na disputa de ginásio contra o Brock, na graminha subindo de level, ou ficou quebrando a cabeça para entender qual tipo ganha de qual.

    Se essas memórias ecoam em seu coração, este jogo não é apenas um clone de Pokémon, mas sim um amigo de infância que você não via há muitos e muitos anos.

    Ele é a carta que muitos esperavam, convidando-nos a uma nova jornada familiar, porém refrescantemente desafiadora.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

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