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  • [NSO #11] Waluigi e modo RPG estouram na dupla de Mario Tennis

    [NSO #11] Waluigi e modo RPG estouram na dupla de Mario Tennis

    Salve, colega nintendista! Aqui é o Prandas e cá estamos mais uma vez com nova edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a destacar jogos bons e curiosos no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Nos cantos mais pitorescos da esfera Nintendo não se fala em outra coisa: a completa maluquice de trazer de volta os games do portátil(?) Virtual Boy à biblioteca do Nintendo Switch.

    Acho fantástico pelo lado inusitado da história, mas também difícil de entender a lógica por trás. Afinal, se não fizeram isso nem no Nintendo 3DS, um aparelho que LITERALMENTE recriava com mais acessibilidade o polêmico efeito 3D do videogame rubro-negro, qual o motivo para fazer isso agora?

    E ainda por cima lançado um acessório caro de 100 dólares que replica a carcaça do videogame! Na moral, é daqueles momentos antológicos que sedimentam a percepção de que a Nintendo tem momentos completamente inesperados e fora da caixa – sejam eles bons, ruins ou só… Virtual Boy no Switch Online.

    Seja como for, a oportunidade é perfeita para jogar nos holofotes não apenas um, mas sim dois jogos incríveis do NSO, ambos da série Mario Tennis!

    E faço isso agora justamente porque a franquia Mario Tennis nasceu no mal fadado Virtual Boy, como título de lançamento do aparelho!

    O cartuchinho apresentava um elenco enxuto de apenas 7 personagens, incluindo Mario, Luigi e Donkey Kong Jr. – na real, todo mundo do primeiro Mario Kart, com exceção do vilão Bowser. As partidas são bem simples, sem poderes mirabolantes ou modos de jogo especiais.

    Claro que com o fracasso retumbante do Virtual Boy o jogo não ficou muito famoso, mas serviu de ponto de partida para mais edições e incursões esportivas da turma do bigode.

    No ano 2000 saíram duas novas fitas de Mario Tennis: uma para Nintendo 64, com exuberantes partidas tridimensionais (e com gráficos poligonais, diferente do Virtual Boy) e uma para Game Boy Color. Cada uma trouxe novidades bem marcantes.

    A edição de N64 impressiona pelos gráficos 3D, mas deixa sua marca na história da Big N como o primeiro jogo com a presença de Waluigi! Sim, a estreia do exótico sósia malvado-maluco do Luigi nasceu nas quadras de Mario Tennis justamente para fazer par com Wario nas partidas de duplas (aliás, motivo parecido pelo qual resgataram a princesa Daisy, para fazer duplinha com Peach).

    Mario Tennis no aparelho de 64-bits já exibe uma ampla variedade de modos de jogo, incluindo o uso de itens e outros obstáculos do universo do mascote da Big N, como as Plantas Piranha.

    Mario Tennis no N64 saiu pouco antes da versão de Game Boy Color e marcou a estreia de Waluigi

    Na versão diminuta, a novidade foi ainda maior e mais empolgante na minha opinião: um modo história com elementos de RPG, personagens inéditos e até evolução de atributos.

    Aqui você controla um personagem novato em uma academia de tênis que vai aprendendo, evoluindo e disputando torneios até chegar no desafio final que é enfrentar o melhor jogador de tênis da parada toda que, óbvio, é o Super Mario!

    A fitinha de GBC também tinha diversos minigames e havia também interações entre as edições de Game Boy e Nintendo 64, já que por meio do acessório Transfer Pak era possível levar os personagens humanos inéditos do modo história para o mundo tridimensional e também desbloquear mais personagens e atividades na experiência portátil.

    Pessoalmente, joguei e gostei muito mais da versão de Mario Tennis para Game Boy Color. O visual pixelado 2D tinha ares de Zelda e Pokémon raíz, enquanto o modo de historinha era muito divertido e envolvente!

    No portátil Game Boy Color, o diferencial de Mario Tennis era o modo RPG

    Inclusive, fiquei muito feliz de ver que, finalmente, o novo Mario Tennis Fever, recém anunciado para Switch 2, terá um modo história em que os personagens são transformados em bebês e tudo mais.

    Vale notar, desde os títulos de N64 e GBC que todos os Mario Tennis são feitos pela Camelot, um competente estúdio japonês responsável nos anos 90 pela série Shining Force, que é uma excelente grife de RPG da SEGA, e também pelos queridos títulos de Golden Sun.

    Então é isso, fica aí a reflexão: se hoje temos Waluigi em tantos jogos e a Daisy como figura recorrente nos elencos dos jogos de festa e esporte do Super Mario, devemos muitos agradecimentos ao gracioso Virtual Boy.

    Ficamos por aqui com este par de dicas! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e nos vemos novamente na próxima semana com mais uma indicação.

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  • Modder constrói Game Boy Color completamente transparente

    Modder constrói Game Boy Color completamente transparente

    Modder criou uma placa mãe completamente transparente

    A modder de consoles portáteis, conhecida como @natalie_thenerd, criou uma placa-mãe totalmente transparente para o Game Boy Color, deixando à mostra todas as trilhas de cobre do circuito. Em publicação no X (antigo Twitter), ela explicou que desenhou seus próprios esquemas para o funcionamento e removeu a zona de aterramento para que a placa ficasse completamente clara. Apesar de essa remoção ser inviável em aparelhos modernos, Natalie afirma que, pela simplicidade do portátil, não há impacto no funcionamento.

    O projeto envolveu engenharia reversa do console e a fabricação da PCB transparente por uma empresa terceirizada, usando um material semelhante ao acrílico com ponto de fusão de apenas 200 °C — o que exigiu extremo cuidado na soldagem dos chips para evitar danos.

    Além dos chips, cobre, tela e uma pequena placa auxiliar, todo o restante do Game Boy Color customizado é transparente, incluindo o leitor de cartuchos semi-transparente retirado de um clone chinês. O conjunto foi finalizado com um case translúcido e botões igualmente claros, resultando em um portátil realmente “see-through”.

    A peça, no entanto, é única e foi criada apenas como um projeto artístico, sem planos de comercialização. A PCB transparente é flexível e frágil, pouco resistente ao uso intenso. Algumas pessoas sugeriram substituir o cobre por prata para um visual mais limpo ou adicionar iluminação interna para destacar o design.

    Fonte: Time Extension

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