Tag: Metroid Prime 4 beyond

  • [COLUNA] Entre expectativa e realidade: minha experiência com Metroid Prime 4 Beyond

    [COLUNA] Entre expectativa e realidade: minha experiência com Metroid Prime 4 Beyond

    Eu nunca fui muito fã da franquia Metroid…. Sempre respeitei sua a importância, sempre entendi o peso que ela tem dentro da Nintendo, mas nunca foi aquela série que eu largava tudo para jogar. Quando Metroid Prime 4 Beyond foi anunciado, depois de tantos anos de espera e um reinício de desenvolvimento no meio do caminho, eu enxerguei ali uma oportunidade. Talvez fosse o momento de entender de vez por que Metroid tem fãs tão apaixonados.

    E vou ser super direto e franco com vocês: eu gostei do jogo.

    Graficamente, Beyond é muito lindo. Jogando no Switch 2, a 120 fps, em alta definição, com aquele nível de detalhe impressionante até no modo portátil, a experiência técnica me pegou o tempo todo. O visual da Samus recebeu um capricho especial, as texturas são ricas… a ambientação é absurda, sério! É aquele tipo de jogo que você para alguns segundos só para observar o cenário.

    E tem um detalhe gigantesco para mim: é o primeiro jogo da série totalmente em português. Metroid sempre foi sobre escanear, ler, absorver informação, entender o ambiente. Poder fazer tudo isso no meu idioma muda completamente o nível de imersão. Mesmo falando inglês, eu defendo que localização é parte fundamental da experiência. Aqui, ela fez diferença real.

    As batalhas contra chefes são um dos pontos mais altos. Nenhuma eu venci de primeira. Sempre precisei aprender padrão, entender o ritmo. Existe estratégia, existe tensão. Existe aquela sensação boa de superação quando finalmente dá certo.

    Agora, ao mesmo tempo, eu entendo a frustração de quem esperou oito anos por esse jogo.

    Acompanhe meu reels onde também compartilho a experiência com o game ⬆️

    Bom… depois que terminei Beyond, fui revisitar Metroid Prime Remastered no Switch. E aí uma coisa ficou muito clara para mim. Ou o Remastered é incrivelmente atual até hoje, ou Beyond não evoluiu tanto quanto a gente imaginou que evoluiria em quase uma década… e, honestamente… eu acho que é a segunda opção haha

    A sensação é muito mais de sequência do que de revolução. E isso não é necessariamente ruim. Ele mantém o nível da trilogia que foi um grande sucesso. A atmosfera continua forte, o design é consistente, a identidade está intacta. Mas ele não dá aquele salto absurdo que outras franquias da Nintendo deram nos últimos anos.

    Sobre exploração, quero falar do deserto, que virou alvo de críticas. Essa parte é jogada com a Vi-O-La e, sinceramente, eu achei mais divertida do que muita gente está dizendo por aí. Poderia ser mais trabalhada? Poderia. Mas no geral a experiência é gostosa, o ritmo funciona e não achei esse trecho o desastre que alguns pintaram.

    No Switch 2, a performance ajuda muito a percepção geral. Rodando liso, com carregamentos rápidos e estabilidade técnica impecável, fica claro que essa é a melhor versão possível.

    Para mim, Metroid Prime 4 Beyond funcionou como porta de entrada.

    Depois de terminar o game, fiquei com vontade de revisitar os antigos, de entender melhor a linha do tempo, de dar uma nova chance ao Metroid de SNES. Metroid Dread definitivamente entrou na minha lista. Eu quero me aprofundar nesse universo. E isso, para alguém que nunca foi tão fã assim, já diz muita coisa.

    Obrigado por ler a coluna até aqui e por acompanhar mais essa história comigo. Se você quiser ver uma análise mais detalhada do jogo, logo abaixo está o vídeo completo apresentado pelo nosso querido Coelho no Japão.

  • Kensuke Tanabe se despede da Nintendo após concluir Metroid Prime 4 Beyond

    Kensuke Tanabe se despede da Nintendo após concluir Metroid Prime 4 Beyond

    Kensuke Tanabe anunciou que Metroid Prime 4: Beyond foi seu último trabalho como produtor na Nintendo. A confirmação veio em uma entrevista ao portal japonês Nintendo Dream, onde Tanabe refletiu sobre o longo caminho que o levou a este projeto final.

    Segundo o produtor, a ideia de Sylux como antagonista central foi sendo construída ao longo de diversos jogos da série, com pistas espalhadas desde Metroid Prime Hunters até Federation Force. O objetivo sempre foi expandir o universo de Metroid Prime e, eventualmente, colocar Samus frente a frente com esse vilão.

    Tanabe afirmou que, considerando sua idade e o extenso tempo de desenvolvimento do jogo, esta provavelmente foi sua última oportunidade de trabalhar diretamente com a franquia. Com sua saída, o futuro de Metroid passa para as mãos de Risa Tabata, que assumirá a responsabilidade de conduzir a série ao lado da Retro Studios.

    Como fãs, fica a sensação estranha de despedida, mas também um forte otimismo. Kensuke Tanabe não apenas ajudou a moldar Metroid Prime, como deixou sementes plantadas com cuidado ao longo dos anos que agora podem florescer sob um novo olhar. A chegada de Risa Tabata representa a chance de a franquia evoluir sem perder sua identidade, respeitando o passado enquanto ousa seguir em frente. Metroid sempre foi sobre exploração, isolamento e descoberta, e talvez este seja mais um desses momentos: um salto no escuro, guiado pela confiança de que Samus (e a franquia)ainda têm muitas histórias importantes para contar.

    Fonte: Universo Nintendo

  • Nintendo abre a CCXP25 com estande reforçado, mais estações e visual caprichado — mas Metroid Prime 4 ainda não está jogável

    Nintendo abre a CCXP25 com estande reforçado, mais estações e visual caprichado — mas Metroid Prime 4 ainda não está jogável

    Spoiler Night revela estrutura ampliada e atrações para o público

    A CCXP25 ainda nem começou oficialmente, mas a Spoiler Night desta terça-feira (03) já adiantou um panorama completo do estande da Nintendo — que chega mais uma vez como um dos pontos mais vibrantes do São Paulo Expo. A estrutura segue o padrão impecável que os fãs já esperam, mas com um detalhe que salta aos olhos imediatamente: há mais estações de gameplay do que nos anos anteriores, distribuídas de forma mais espaçosa e com fila organizada para os títulos do Nintendo Switch 2.

    Jogos como Mario Kart World, Donkey Kong Bananza, EA SPORTS FC 26 e Just Dance 2026 Edition estavam rodando normalmente no local, além de outros clássicos revisitados nos consoles atuais. Kirby Air Riders, lançado no mês passado, também marca presença e chamou atenção por ser um dos mais recentes lançamentos da Big N.

    A maior ausência do dia, porém, é justamente o título mais aguardado do evento: Metroid Prime 4: Beyond não está disponível para jogar na Spoiler Night. A Nintendo confirmou que as estações serão abertas ao público somente no dia 4 de dezembro, alinhadas ao lançamento oficial do jogo no Brasil. É uma decisão que frustra parte da comunidade, já que muitos fãs valorizam experiências antecipadas em grandes eventos — algo ainda raro por aqui.

    Ainda assim, o estande oferece várias outras atrações para compensar a espera. Além dos jogos, visitantes poderão participar da ação especial do My Nintendo, que distribui uma sacola exclusiva do Nintendo Switch 2 para quem apresentar o QR Code da conta no balcão de check-in (limitada a uma unidade por usuário e sujeita à disponibilidade).

    A Nintendo também preparou sessões diárias de meet & greet com Mario, Luigi e Donkey Kong, sempre com filas movimentadas e muita energia do público, além de atividades de palco que serão ativadas ao longo dos quatro dias de evento.

    A CCXP25 acontece entre 04 e 07 de dezembro no São Paulo Expo. Estaremos no evento cobrindo tudo de perto — então fica de olho no Coelho News para mais atualizações sobre a CCXP25!

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