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  • Mini análise: Ruffy and the Riverside

    Mini análise: Ruffy and the Riverside

    O jogo que mistura um estilo cartoon e mundo aberto e chega no dia 26 de junho

    Já imaginou um jogo que mistura o estilo de Super Mario Odyssey com Paper Mario? Pois Ruffy and the Riverside é o jogo que tem esse mix de estilos e está totalmente localizado em português do Brasil, inclusive dublado!

    Então vamos analisar o jogo mais a fundo, e você pode conferir tudo no vídeo acima e também neste artigo. Bora lá?

    Ruffy and the Riverside

    Ruffy and the Riverside é um jogo de ação e aventura em mundo aberto de plataforma 3D que se destaca por sua premissa de possibilitar que o jogador manipule o mundo ao seu redor copiando elementos da natureza e transformando objetos em outras coisas.

    O jogo também possui puzzles que leva o jogador a pensar na melhor maneira de resolver um desafio usando os elementos a sua disposição, além de lutas, exploração e até alguns níveis 2D.

    Jogabilidade e cenários

    Ruffy and the Riverside tem uma jogabilidade baseada em mecânicas de troca de elementos. Por exemplo, você pode escalar uma cachoeira se transformar a água em planta, ou então quebrar um metal transformando-o em madeira, lava pode virar água, e assim por diante.

    Os cenários são simples em termos de geometria, mas a arte do jogo é bonita e carismática. Então prepare-se para usar a sua imaginação na hora de resolver os puzzles. É capaz que o jogador fique perdido em certos momentos de gameplay porque nem todos os elementos podem ser transformados e alguns quebra-cabeças podem ser desafiadores.

    Em suma: Ruffy and the Riverside é um daqueles jogos feitos por um desenvolvedor só, então ele pode parecer não tão polido em comparação com os jogos grandes de plataforma 3D. A ideia é interessante, apesar não podermos transformar muitos objetos em outra coisa, o que limita as nossas opções e dá aquela sensação de não saber para onde ir.

    Mas com o tempo, depois do lançamento, vão surgir guias e vídeos na internet que vão ajudar o jogador a passar por esses momentos, então isso não é nada que torne o jogo ruim. No geral é um jogo divertido, super estiloso e com uma trilha sonora legal, mas não é o grande destaque do ano.

    Ruffy and the Riverside chega no dia 26 de junho com o preço de R$ 111,54 para Nintendo Switch 1 e 2. Então, comprem se ficaram realmente curiosos com esse game, divirtam-se bastante, mas com as expectativas ajustadas.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

    O que é o Nintendo Barato?

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  • Mini análise: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED

    Mini análise: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED

    Ação rápida e nostalgia para fãs de Gundam no Switch

    Imagem: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED chega ao Nintendo Switch

    Tivemos a oportunidade de experimentar e trazer nossas primeiras impressões sobre MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED, um título que chegou recentemente no Nintendo Switch.

    Esta versão é uma remasterização do jogo originalmente lançado para o PlayStation Vita. E para trazer as impressões para vocês, detalhamos aqui os pontos chave deste lançamento nessa matéria baseada no vídeo original do canal Coelho no Japão. Bora lá?

    Mobile Suit Gundam SEED Battle Destiny Remastered se apresenta no Nintendo Switch como um jogo que aproveita o formato portátil com um design focado em missões rápidas e numerosas. Muitas dessas missões podem ser concluídas em cinco minutos ou até menos, tornando-o ideal para jogatinas curtas em trânsito ou pequenos intervalos. As tarefas variam entre proteção de naves aliadas e, principalmente, ataques a naves inimigas e outros Mobile Suits. A progressão no jogo segue a linha da história do anime Gundam Seed.

    Imagem: Definiticamente é um jogo que vai alcançar os fãs da franquia gundam, especialmente o anime Gundam Seed.

    O grande atrativo deste título reside em seu apelo para os fãs da série Gundam. Aqueles familiarizados com o anime reconhecerão personagens e referências ao longo do jogo. No entanto, é importante notar que a gameplay por si só pode não ser suficiente para sustentar a experiência para um público não-fã. Os controles podem ser um tanto confusos, a câmera apresenta momentos ruins, e a interface do usuário (HUD) é bem poluída, chegando a exibir diálogos da história no meio de uma tela já repleta de informações. As missões tendem a ser simples, focadas em destruir tudo na tela.

    Imagem: Destaque para missões rápidas, porém podem se tornar repetitivas. Basicamente destrua tudo na tela

    Apesar destas ressalvas na jogabilidade e interface, o jogo é visualmente bonito e oferece uma quantidade considerável de conteúdo. Existem muitas missões para completar, uma vasta seleção de robôs, pilotos, armas e atributos para gerenciar. Há também um alto fator replay para aqueles que buscam obter a melhor nota em cada missão ou coletar todos os itens. O sistema de missões curtas e rápidas, como mencionado, alinha-se bem com a proposta de um jogo para console portátil.

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    Imagem: O visual do game é muito bonito no Nintendo Switch

    Resumindo, MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED no Nintendo Switch parece ser um título feito sob medida para os apaixonados por Gundam Seed que buscam uma experiência rápida e portátil. As limitações de gameplay e interface podem ser um obstáculo para jogadores casuais ou que buscam um jogo de ação mais refinado.

    Fica a reflexão: a forte ligação com a série e a conveniência das missões curtas são suficientes para conquistar o público, mesmo com as ressalvas na jogabilidade?

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  • Mini Análise: Yasha: Legends of the Demon Blade

    Mini Análise: Yasha: Legends of the Demon Blade

    Uma jornada intensa no Switch para quem é fã do estilo de arte inspirado na cultura japonesa

    A chegada de novos títulos ao catálogo do Nintendo Switch é sempre um momento de expectativa, e para os fãs de rogue-likes e temáticas orientais, Yasha: Legends of the Demon Blade se apresenta como uma proposta intrigante.

    Este jogo de ação, com câmera de visão superior (top-down), convida os jogadores a mergulhar em um desafio que, embora remeta a sucessos do gênero como a série Hades, busca trilhar seu próprio caminho com características distintas. Nossa análise aprofundada explora os principais aspectos deste título para ajudar você a decidir se vale a pena embarcar nesta aventura.

    A jogabilidade, observada de cima, exige reflexos rápidos e domínio dos comandos. Diferentemente de outros jogos onde a força da sua build (combinação de itens e habilidades) é o foco principal para o sucesso, em Yasha, a maestria do jogador é colocada à prova.

    Para avançar pelos desafios, é fundamental dominar a jogabilidade das armas disponíveis, memorizar os padrões de ataque dos diversos inimigos que surgem, e ser habilidoso em encontrar as brechas certas para executar um parry ou aparo. O jogo inclusive oferece melhorias e efeitos mágicos especificamente voltados para os ataques de aparo, incentivando o domínio dessa mecânica.

    Como é comum no universo dos rogue-likes, a jornada em “Yasha” não termina ao derrotar o chefe final em uma única tentativa (popularmente conhecido como run). Ao contrário, ao superar o chefão, o jogo reinicia o ciclo, mas de forma escalonada: a dificuldade aumenta consideravelmente, e a narrativa continua, tornando cada nova run um desafio renovado e uma oportunidade de aprofundar na história. Este sistema de progressão pós-derrota do chefe final é considerado interessante.

    O jogo conta com três personagens jogáveis. Uma característica que não podemos deixar de notar é que esses personagens não podem ser alternados durante uma mesma run ou sessão de jogo; o jogador deve iniciar e terminar com o mesmo personagem, sendo necessário começar um novo arquivo de save caso deseje experimentar outro. No entanto, o jogo oferece bastante opções de conteúdo, o que pode estar relacionado a essa dinâmica dos personagens.

    Visualmente, Yasha: Legends of the Demon Blade cumpre o que os trailers prometem. O jogo é descrito como muito bonito, com uma arte que casa perfeitamente com a temática japonesa explorada. A performance geral no Switch é considerada boa, rodando bem em 90% do tempo, embora possam ocorrer alguns levíssimos engasgos. Um ponto a ser observado, no entanto, é que a música do jogo também pode apresentar bugs.

    Para nós, jogadores brasileiros, temos uma boa notícia: o jogo está disponível em Português do Brasil. Embora a localização apresente alguns pequenos erros, a presença do nosso idioma nativo facilita a compreensão da história e dos elementos do jogo.

    Para quem quiser se aventurar por este game, mas acharem o preço de lançamento elevado, a recomendação é aguardar por uma promoção – e você já sabe onde acompanhar para ficar por dentro, não é mesmo? – Assista o vídeo completo das promoções da semana e lançamentos aqui:

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Mini análise: Neon Apex – Beyond the Limit

    Mini análise: Neon Apex – Beyond the Limit

    Jogo de corrida arcade com visual único chega no Nintendo Switch superando as expectativas

    Neon Apex: Beyond the Limit chega ao Nintendo Switch, trazendo um estilo de corrida arcade ao console. O título busca se destacar com um visual distinto que pode ser até mesmo comparado com Tron (ou estou enganado? haha). Para entender o que esperar deste lançamento, a equipe Coelho no Japão trouxe esta mini análise apresentando seus pontos fortes e fracos, focando na experiência oferecida no Nintendo Switch.

    Como o jogo está no Nintendo Switch?

    Imagem: Neon Apex: Beyond The Limit via eshop

    Ao iniciar Neon Apex: Beyond the Limit no Nintendo Switch, o que imediatamente chama a atenção é a sua proposta visual. O jogo tem um estilo de arte meio psicodélico que, em nossos primeiros momentos, nos pareceu legal e chamativo. Contudo, é preciso mencionar que, com o tempo, essa mesma estética pode se tornar um pouco enjoativa para alguns jogadores. Um ponto muito positivo para o público brasileiro é a localização completa para o português do Brasil, facilitando a imersão na experiência.

    Em termos de jogabilidade, o game se mostra um arcade bem produzido, oferecendo tanto corridas com carros quanto eventos com motos, apresentando uma física que varia entre os dois tipos de veículos, o que adiciona uma camada interessante de diversidade.

    No entanto, o que consideramos o grande destaque deste jogo é, sem dúvida, o seu conteúdo single player. Há realmente bastante coisa para fazer, e nossa estimativa inicial é que o jogo pode oferecer mais de 10 ou 15 horas de gameplay.

    Imagem: diferentes tipos de veículos geram oportunidades de mecânicas e jogabilidade diferentes.

    Apesar da quantidade e variedade de conteúdo, identificamos que a versão para o Nintendo Switch apresenta alguns problemas de polimento. Estes deslizes são mais perceptíveis nos menus do jogo do que na jogabilidade em si. Notamos, por exemplo, situações onde uma música toca e ao mudar de aba continua tocando ao mesmo tempo em que a segunda começou a reproduzir.

    Embora não comprometam a experiência na pista, esses pequenos erros dão uma impressão um tanto quanto ruim, como se o jogo não estivesse completamente finalizado nesses detalhes.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.