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  • Análise (da Campanha): “Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok” é pacote recheado pra jogadores de RPG de ação.

    Análise (da Campanha): “Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok” é pacote recheado pra jogadores de RPG de ação.

    O jogo Granblue Fantasy: Relink ganhou uma nova versão expandida, chamada de Endless Ragnarok , e com ela, uma versão do jogo original deu as caras no Switch 2.
    Trazendo um elenco vasto de personagens, e um conjunto de campanha + missões extras diversas + novo conteúdo narrativo, jogadores que se aventurarem terão dezenas, se não centenas, de horas de muita ação pela frente.

    A versão Switch 2 não é nenhum “milagre técnico”, afinal, é um jogo presente também no Playstation 4. Mesmo assim, visualmente falando, Grandblue Fantasy Relink se mostra um dos jogos mais bonitos desse início de vida do Nintendo Switch 2. Embora apresente uma taxa de 30 quadros por segundo, o que pode deixar alguns jogadores incomodados, o jogo ainda se mostra fluído, e constante, mesmo em momentos complicados devido à quantidade de informações na tela.

    Mas se sua pergunta for sobre esse jogo “infinito” ser bom somente na campanha, a resposta é que, Incrivelmente, sim. Apesar de sua base ser, basicamente, um jogo de missões pós-história, a Cygames trabalhou muito bem o que seria essa história, tornando-a muito mais do que um tutorial.

    Como Funciona

    O enredo já começa com o grupo principal formado, que em pouco tempo se vê desfalcado com o sequestro de um dos seus membros. Isso quer dizer que já no começo do jogo, após uma primeira missão tutorial, os jogadores já podem escolher entre um quarteto de sua preferência dentro de um pequeno elenco; tirando o avatar do protagonista que é um personagem fixo na campanha (mas você não precisa controlá-lo).
    Esse elenco pode ser ampliado com diversas opções numa espécie de loja, mas o que você começa já é mais do que o suficiente para se jogar a campanha (ou mesmo o conteúdo pós-história). Entretanto, as outras opções de personagens não estão “canonicamente” ali; nas cenas, é sempre o mesmo grupo, e não existe na campanha, missões para ampliar esse elenco (embora o jogo tenha uma aba de missões secundárias pra cada personagem, contando sua história).

    A jogabilidade é de um J-RPG de ação. Os personagens possuem algumas habilidades, e cabe ao jogador escolher qual delas fica pra cada um (lembrando que o jogo é 90% em quarteto, então, é importante desenvolver os personagens que a IA do jogo vai controlar também).
    Cada personagem também domina um elemento, e obviamente, os inimigos possuem uma fraqueza. Na campanha, não é muito necessário formar um time completo de cada elemento, exceto se o jogador optar pela dificuldade mais alta; afinal, evoluir cada personagem é individualmente trabalhoso, mas é bom ter um de cada elemento e o incluir no time, quando necessário.

    A exploração é simples, linear, com alguns mapas sendo um pouco mais abertos pra se ter exploração. Os itens como baús ficam marcados no mapa, então, o jogador não precisa “procurar” quase nada exceto um tipo de coletável. O tamanho dos mapas fica entre “maior que Tales of” e muito menor que “Xenoblade Chronicles”.
    O foco são mesmo os combates, principalmente os chefes, que são apresentados na campanha, e serão mais explorados ao fim dela.
    O jogo possui ainda chefes opcionais em níveis mais altos, um bom desafio extra e ótimo para subir de nível.

    No geral, a campanha na dificuldade normal exige reflexo e esforço, mas ainda pode ser considerada fácil, já que levantar aliados caído é possível numa quantidade alta de vezes, e é muito difícil o quarteto todo cair, então, jogadores buscando desafio podem subir ao menos um nível.
    Isso não quer dizer que a campanha é monótona, pelo contrário. Diversas situações empolgantes acontecem desde o começo até o fim da campanha, que dura em torno de 12 a 16 horas, isso sem o jogador realizar missões fora da campanha. Em geral, o combate é viciante, as fases tem mecânicas boas, visuais absurdamente incríveis, trilha orquestrada e bem gravada; e mesmo a história não tendo nenhum grande desenvolvimento surpreendente, ainda é gostosa de acompanhar.

    Fora da Campanha

    Granblue Fantasy Relink é um jogo focado em loot de missões progressivamente mais difíceis acessíveis no Balcão de Missões, o lugar que o jogador vai passar a maior parte do jogo.
    Ao longo da campanha, o jogador desbloqueia algumas missões de dificuldade fácil e normal. Após terminar a história principal, existe um capítulo 0 que passa o bastão e torna o Balcão de Missões o local principal do jogo, liberando missões de dificuldade Difícil, Muito Difícil e Extrema. O capítulo 0 é longo, pois mesmo sem muita história, é quando o jogo começa a colocar missões realmente difíceis e que levam tempo para se terminar, ao todo, é esperado umas 10 horas de duração, principalmente pra quem jogou a história de forma corrida.

    Após o capítulo 0, são liberadas missões no nível Insano e ao fim delas, Imponente. O número de missões aumenta e o nível sobe consideravelmente (dos inimigos e de dificuldade). E é aqui que o jogador precisa realmente levar seus personagens principais para a maestria.

    Endless Ragnarok e seu problema

    Somente quando se chega praticamente ao fim das missões Imponente, é que começa a nova história Endless Ragnarok.
    Uma decisão problemática, pois, para os jogadores que já terminaram o conteúdo base no passado, bastou continuar dali; mas para os novatos, principalmente quem está chegando pelo Nintendo Switch 2, o espaço entre a campanha original, e a nova, ficou extremamente longa, levando pelo menos 40 horas de jogo (lembrando, a campanha original dura em média, 15 horas). O espaço entre as campanhas é maior do que as campanhas em si.

    Entretanto, além da nova história, existe também um novo modo chamado “Confluência”, que é um roguelike. Ele possui 3 níveis de dificuldade, que saltam bastante de nível, então, é recomendado jogar bastante assim que elas aparecem, pois assim o jogador pode conseguir bons itens em cada uma das dificuldades.

    Conclusão

    Esta análise em progresso se limita à tirar conclusões sobre a campanha, o capítulo 0 e um pouco do endgame antes da expansão Endless Ragnarok, que após 34 horas de jogo ainda está consideravelmente longe de ser liberada.

    Em geral, a campanha de Granblue Fantasy: Relink é extremamente satisfatória, é sua duração relativamente curta de 15 horas (para um RPG) torna o seu ritmo sempre acelerado, com coisas ótimas acontecendo o tempo todo.

    Jogadores buscando somente uma história fechada, podem tranquilamente comprar o jogo, seja no preço cheio, ou quando uma promoção no preço desejado aparecer.
    Já os jogadores buscando realizar tudo que o jogo tem a oferecer (inclusive a nova história de Endless Ragnarok), terão muito mais conteúdo para desbravar (até 10 vezes mais que as 15 horas da campanha inicial!). Porém, ao longo do capítulo 0, e principalmente após ele, nas missões de nível Insano e Imponente, a repetitividade das missões começa a pesar. Pois as novas missões com os mesmos chefes de sempre, já não apresentam novidades que pareçam justificar um novo reencontro de 30 a 50 níveis acima (ou mais).
    E obrigar os jogadores a passar por essa repetição, torna o perfil de quem visa somente a história, problemático; pois ele terá uma pausa indesejada entre as histórias, e uma pausa causada por um conteúdo muito mais desinteressante que a campanha original.

    Avaliação Técnica (Campanha)

    • Direção de Gameplay : 3/3*
    • Direção Multi-Arte (história, música e visuais) : 2,5/3
    • Performance e/ou Funcionalidades : 1,5/2
    • Conteúdo e/ou Fator Replay : 2/2

    *Apesar do conteúdo pós capítulo 0 ser repetitivo, como não é um conteúdo da campanha em si (história + capítulo 0), não será retirado ponto de sua progressão, aspecto incluso na direção de gameplay.

  • Mini análise: Battle Train — Uma surpresa estratégica nos trilhos do Nintendo Switch

    Mini análise: Battle Train — Uma surpresa estratégica nos trilhos do Nintendo Switch

    Bandai Namco aposta em mecânicas criativas em um roguelite que mistura puzzle e ação tática

    Durante a Summer Game Fest 2025, o canal Coelho no Japão teve a oportunidade de testar diversos títulos em primeira mão, e um dos que mais chamou a atenção — mesmo sem ser o foco inicial — foi Battle Train.

    Publicado pela Bandai Namco, o jogo surpreendeu positivamente com sua proposta criativa e execução polida. Nesta análise preliminar, baseada na gameplay de aproximadamente 20 minutos, destacamos os elementos que fazem desse título uma grata surpresa no catálogo do Nintendo Switch.

    Acompanhe nossa análise prévia de Battle Train aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    Também jogamos na Summer Game Fest:

    Conheça o game Battle Train

    Battle Train é um roguelite tático com uma mecânica de “train track deck builder”, na qual os jogadores constroem trilhos de trem usando cartas. Cada carta representa um pedaço do caminho e, ao encaixá-las estrategicamente, é possível conectar sua base à base inimiga, passando por áreas de coleta de recursos e evitando bloqueios.

    Uma vez que o trilho esteja completo, seu trem — armado com bombas — parte para destruir o oponente. O diferencial está no fato de que o adversário também está construindo trilhos ao mesmo tempo, o que exige estratégias complexas de desvio e resposta rápida.

    O jogo ainda permite a customização do trem, fortalecendo a bomba, habilitando saltos ou acelerando a coleta de materiais.

    Com produção da própria Bandai Namco, o jogo demonstra um cuidado técnico notável — passando longe da impressão de ser um indie modesto.

    O hands-on ocorreu no Nintendo Switch 1 e, segundo Coelho, o jogo apresentou animações caprichadas, música imersiva e um alto nível de acabamento. O tutorial está dublado (em idioma não especificado) e todo o texto do jogo já está localizado em português.

    Como funciona a jogabilidade de Battle Train?

    A jogabilidade combina gerenciamento de mão (deck building), estratégia em tempo real e raciocínio espacial. As cartas permitem criar bifurcações, armadilhas e atalhos — e o uso correto delas decide o sucesso ou fracasso de uma partida. Durante a prévia, o sistema de ganchos também chamou atenção, permitindo movimentações ágeis e abrindo caminho para trechos com combate direto e exploração mais ativa. A promessa é de uma campanha com cerca de 15 horas e mais de 100 horas de conteúdo adicional desbloqueável.

    Mesmo com uma demo limitada, o tempo foi suficiente para evidenciar o quanto Battle Train pode se tornar viciante. Segundo Coelho no Japão, é o tipo de jogo que “faz mais sentido quando você pega para jogar”. A mecânica única e a proposta híbrida entre construção, estratégia e combate o colocam como um dos destaques da semana.

    Battle Train se destaca como uma das surpresas mais criativas entre os próximos lançamentos do Nintendo Switch, trazendo frescor ao gênero de estratégia com uma proposta única e execução refinada. Mesmo com apenas uma amostra limitada na Summer Game Fest, o jogo deixou uma forte impressão, evidenciando potencial para conquistar tanto veteranos quanto curiosos por novidades bem polidas.

    Para quem procura algo original, dinâmico e tecnicamente sólido, esse é um título para ficar no radar. Como bem pontuado por Coelho no Japão, Battle Train é daquelas experiências que realmente brilham quando você assume o controle.

    Garanta o seu Nintendo Switch 2 pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!

    O Nintendo Switch 2 já está entre nós! E participando dos grupos do Nintendo Barato, você consegue acompanhar em tempo real a disponibilidade dos estoques e pagar menos para adquirir o seu novo console.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Nintendo atualiza lista de retrocompatibilidade de jogos no Switch 2

    Nintendo atualiza lista de retrocompatibilidade de jogos no Switch 2

    Doom Eternal e outros games também ganharão patches de correção

    Imagem: Nintendo Switch 2

    A Nintendo divulgou hoje, 27 de maio de 2025, uma atualização importante sobre a compatibilidade de jogos do Switch original com o futuro Switch 2. A notícia traz mais detalhes sobre quais títulos funcionarão no novo console e quais necessitarão de ajustes para rodar sem falhas. Esta comunicação visa esclarecer aos consumidores o status da biblioteca existente de jogos.

    Esta atualização revela que bem mais de 40 jogos do Switch 1 estão planejados para receber correções de compatibilidade, seja até o lançamento do Switch 2 ou “logo depois”. Títulos notáveis como Doom Eternal, ENDER MAGNOLIA: Bloom in the Mist, Gal Guardians: Demon Purge, e Pizza Tower agora possuem uma nota indicando que a compatibilidade está “planejada para ser resolvida via atualização”. Antes, apenas Fitness Boxing havia sido confirmado para receber um patch de atualização.

    Apesar do progresso, alguns títulos ainda listam problemas de inicialização ou incompatibilidade, como Alien Isolation, Neverwinter Nights: Enhanced Edition, Harvestella, e Overcooked! All You Can Eat, com alguns novos jogos adicionados a esta lista. A Nintendo disponibilizou a lista completa em seu site para consulta pelos usuários.

    Lista oficial de jogos que receberão patches de atualização, disponibilizada para consulta em seu site oficial.

    Fonte: NintendoLife

  • Guia: Ainda vale a pena comprar um Nintendo Switch em 2025?

    Guia: Ainda vale a pena comprar um Nintendo Switch em 2025?

    O primeiro modelo é a versão mais em conta para entrar no ecossistema da Nintendo com grandes franquias como Mario, Zelda e Pokémon

    Ao contrário do que pode parecer óbvio, a Nintendo confirmou que o Nintendo Switch 1 e o Nintendo Switch 2 vão continuar coexistindo no mercado e recebendo novos jogos. Isso já foi confirmado pela empresa. A Nintendo não está dizendo adeus à biblioteca e aos milhões de jogadores do Switch 1 com a chegada do Switch 2.

    A principal diferença que define essa coexistência, especialmente no contexto brasileiro, é o preço. Enquanto o Nintendo Switch 2 é posicionado como um produto mais premium, chegando ao Brasil custando basicamente o dobro do preço do Switch 1, o modelo original se torna uma alternativa muito mais acessível para a realidade do consumidor no país. A própria Nintendo já deixou claro que o Nintendo Switch 1 seguirá sendo a forma mais barata de entrar no ecossistema da empresa.

    Com base no vídeo do canal Coelho no Japão, este guia definitivo ajudará aqueles que estão em dúvida se ainda vale comprar o modelo Nintendo Switch 1 mesmo após o anúncio do novo Nintendo Switch 2. Estão prontos para a leitura? Bora lá!

    Conhecendo os modelos do Nintendo Switch 1 em 2025

    Imagem: Diferentes versões do Nintendo Switch 1 disponíveis no mercado.

    Para entender melhor a proposta de valor do Nintendo Switch 1 em 2025, é crucial conhecer os três modelos distintos disponíveis no mercado.

    – Nintendo Switch Lite

    Imagem: Nintendo Switch lite é a experiência portátil portátil portátil, haha

    Este é o modelo mais econômico da linha Switch 1. Sua característica principal é ser exclusivamente portátil, o que significa que ele não possui a capacidade de se conectar à televisão. É o menor de todos os modelos, com uma tela de 5.5 polegadas, e a bateria tem uma duração estimada entre 3 e 7 horas, dependendo do jogo.

    O preço do Switch Lite no Brasil costuma variar entre R$ 1.300 e R$ 1.500, e você pode encontrar as melhores ofertas em nosso canal – o Nintendo Barato – onde divulgamos os melhores preços diretamente no seu celular.

    – Nintendo Switch (modelo comum/V2)

    Imagem: Nintendo Switch v2 – o modelo pós revisão de hardware com melhorias na autonomia de bateria.

    Conhecido popularmente como V2 (uma revisão do modelo original), este é o modelo padrão e o que a maioria das pessoas associa ao Nintendo Switch.

    Ele oferece a versatilidade que define o console: pode ser jogado no modo portátil, no modo tabletop (com o console apoiado e usando os Joy-Cons separadamente) e conectado à televisão através da dock inclusa. A tela é de LCD e mede 6.2 polegadas. A bateria dura entre 4 e 9 horas.

    O preço médio deste modelo costuma ficar em torno de R$ 2.250, frequentemente encontrado em pacotes que incluem um jogo digital como Mario Kart 8 Deluxe e você pode encontrar as melhores ofertas em nosso canal – o Nintendo Barato – onde divulgamos os melhores preços diretamente no seu celular.

    – Nintendo Switch OLED

    Imagem: Nintendo Switch OLED – o modelo preferido da geração do console.

    Considerado o modelo premium da linha Switch 1, o Switch OLED se destaca pela sua tela OLED de 7 polegadas. Essa tecnologia oferece cores muito mais vivas, contraste superior (com pretos realmente pretos) e uma experiência visual notavelmente melhor em comparação com a tela LCD dos outros modelos.

    A bateria tem uma duração similar ao modelo comum (4 a 9 horas), embora a tela OLED possa consumir menos energia em certos cenários, compensada pelo tamanho maior. O modelo OLED inclui uma dock branca com porta Ethernet embutida, permitindo uma conexão online mais estável quando conectado à TV, sem a necessidade de acessórios adicionais, algo que o modelo comum não oferece na dock padrão.

    Ele também possui 64GB de memória interna, o dobro dos outros modelos, o que permite instalar mais jogos antes de precisar de um cartão microSD, outra melhoria notável é o suporte traseiro, que é muito mais robusto e ajustável que o do modelo V2.

    O preço do Switch OLED transita na faixa de R$ 2.400, podendo ser encontrado por volta de R$ 2.300 e, em datas promocionais, chegar a R$ 2.000 ou até menos e você pode encontrar as melhores ofertas em nosso canal – o Nintendo Barato – onde divulgamos os melhores preços diretamente no seu celular.

    Considerando as melhorias significativas, a diferença de preço para o modelo comum muitas vezes não é tão grande, tornando o OLED uma opção muito atraente para quem pode investir um pouco mais.

    A biblioteca de jogos: O ponto forte do Switch 1 em 2025

    Um dos argumentos mais fortes para considerar a compra de um Nintendo Switch 1 em 2025 é sua vasta e consolidada biblioteca de jogos. Para quem não acompanhou o console desde o seu lançamento em 2017, há literalmente anos de diversão esperando.

    Além dos jogos da Nintendo, o Switch 1 conta com uma presença fortíssima de jogos multiplataforma e independentes (indies). Há títulos de grandes empresas como Hogwarts Legacy, Mortal Kombat 11, Red Dead Redemption, The Witcher 3, Doom Eternal, Persona 5, Dark Souls, No Man’s Sky, entre muitos outros.

    Os jogos indies, por sua vez, têm o Nintendo Switch como uma plataforma querida, com uma lista interminável de títulos aclamados como Hollow Knight, Celeste, Cuphead, Stardew Valley, Undertale, Hades, são horas e horas de gameplay.

    A presença de jogos indies e de outras empresas no Switch 1 continuará sendo relevante nos próximos anos.

    Para quem o Nintendo Switch 1 ainda é recomendado em 2025?

    Imagem: divulgação Nintendo console Switch 1.

    Considerando o cenário de coexistência com o Switch 2, o preço mais acessível e a vasta biblioteca de jogos, o Nintendo Switch 1 em 2025 é altamente recomendado para os seguintes perfis:

    1 – Quem busca um portátil acessível

    O Nintendo Switch Lite é significativamente mais barato que outros portáteis no mercado como Steam Deck, ROG Ally ou o próprio Switch 2. Por um preço que pode chegar a R$ 1.100 em promoção, ele oferece acesso a mais de 1.000 jogos de qualidade no modo portátil.

    2 – Quem já possui outras plataformas de nova geração

    Se você já tem um PlayStation 5, um Xbox Series S/X, ou um PC potente, e o seu principal interesse em um console Nintendo é jogar os aclamados exclusivos da empresa (como Zelda BotW/TotK, Mario Odyssey, etc.) sem gastar o valor do Switch 2, o Switch 1 é uma excelente opção.

    3 – Quem quer entrar no ecossistema Nintendo gastando menos

    Se você tem curiosidade sobre a experiência híbrida do Switch (jogar no portátil e na TV no mesmo aparelho) e os jogos da Nintendo, mas acha o Switch 2 muito caro para “pagar para ver”, o Switch 1 é a porta de entrada ideal. Você pode conhecer o console, jogar muitos títulos excelentes, e se gostar muito, pode vender o Switch 1 mais tarde para investir no Switch 2, com a facilidade de migrar sua conta e jogos.

    Decidiu comprar seu Nintendo Switch 1?

    Imagem: Nintendo switch 1 par de joy-cons internet.

    O Nintendo Switch 1 em 2025 não é um console obsoleto. Ele continua sendo uma plataforma ativa, recebendo novos jogos, com servidores online funcionando e uma biblioteca já existente que é imensa e aclamada pela crítica.

    A estratégia da Nintendo é manter o Switch 1 como a opção mais acessível para quem deseja entrar em seu ecossistema, enquanto o Switch 2 se posiciona como o console de nova geração mais potente e com acesso aos futuros grandes lançamentos exclusivos.

    Para quem decidir comprar o Nintendo Switch 1, ou mesmo o Switch 2, em 2025, é fundamental utilizar as ferramentas disponíveis para encontrar os melhores preços e economizar nos jogos, como o site e os grupos do Nintendo Barato.

    Faça parte dos grupos e receba as melhores ofertas direto no seu celular! Acesse: https://www.nintendobarato.com.br/ ⬅️

  • Nintendo lança edição especial do Nintendo Magazine 2025 para celebrar o Switch 2

    Nintendo lança edição especial do Nintendo Magazine 2025 para celebrar o Switch 2

    A versão impressa será enviada para lojas do Japão no mês de maio.

    Imagem: Divulgação Nintendo JP

    A Nintendo anunciou uma novidade empolgante para os fãs ansiosos pelo aguardado Nintendo Switch 2: a publicação da “Nintendo Magazine 2025 Edição Especial”, uma revista oficial dedicada a explorar todos os detalhes do novo console. A notícia foi divulgada oficialmente no site japonês da Nintendo, em um artigo que destaca tanto a versão digital quanto a versão física da revista, já disponíveis para os entusiastas da marca (apenas em terras orientais).

    Segundo o anúncio, a revista oferece uma visão geral do novo console, abordando design, funcionalidades e os primeiros jogos confirmados. Embora detalhes técnicos ainda sejam escassos, a publicação promete esclarecer alguns pontos como compatibilidade com jogos do Switch original e possíveis upgrades gráficos.

    Imagem: Capa da edição que já está disponível parcialmente no formato digital > link aqui <

    Além do foco no Switch 2, a revista destaca outros lançamentos planejados para 2025, com títulos que aproveitarão o novo hardware. A iniciativa reforça o compromisso da Nintendo em manter os fãs engajados enquanto o console não chega. Para os brasileiros, a notícia aumenta ainda mais a expectativa pelo console, previsto para se lançado no dia 5 de junho.

    Fonte: Nintendo JP