A Mintrocket anunciou que o novo conteúdo para download de Dave the Diver, intitulado “In the Jungle”, será lançado em 18 de junho. O DLC adiciona cerca de 10 horas de conteúdo inédito, com Dave explorando uma vila na selva chamada Utara, onde o tempo passa em tempo real.
No novo conteúdo, Dave mergulha em um lago de água doce, coleta frutas e recursos e interage com os moradores locais por meio de missões e tarefas. À medida que os laços se aprofundam, os aldeões passam a visitar o novo restaurante, Bancho Grill, que funciona de forma diferente do Bancho Sushi original – agora Dave pode se mover livremente pelo salão para atender os clientes. Uma nova arma, a Jungle Gun, permite alternar entre diferentes modos de tiro, como rede, espingarda e sniper.
Além do DLC, a Mintrocket também revelou duas edições físicas do jogo, distribuídas pela Silver Lining Interactive para PlayStation 5 e Switch 2. A Dave the Diver Complete Edition inclui o jogo base e todos os DLCs anteriores, incluindo “In the Jungle”, em um único disco/cartucho. A Collector’s Edition traz ainda um diorama do restaurante Bancho Sushi, quatro pins de metal, chaveiro acrílico, pingente de golfinho, duas cartas Marinca, um pôster e quatro postais.
Dave the Diver está disponível para PlayStation 5, Xbox Series, Switch 2, PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC via Steam e Epic Games Store.
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A Nintendo iniciou a distribuição de uma nova atualização de firmware para o Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch. A versão 22.0.0 já está disponível para download desde esta segunda-feira, 16 de março.
A principal novidade é a adição de notas pessoais sobre amigos. Agora é possível salvar observações sobre cada amigo na lista, visíveis apenas para o próprio usuário. Essas anotações podem ser visualizadas e editadas também no aplicativo Nintendo Switch App, que deve estar na versão 3.3.0 ou superior.
O GameChat recebeu melhorias. Agora é possível convidar amigos para sessões em andamento, incluindo aqueles que ainda não concluíram a configuração inicial do recurso. Amigos com contas supervisionadas ou que não possuem um Switch 2 podem não ser elegíveis para convites. A qualidade da tela compartilhada durante as sessões também foi aprimorada.
Outras mudanças incluem a capacidade de rebobinar ou avançar 10 segundos em vídeos nas seções Novidades e eShop usando os botões ZL e ZR; novas opções de envio automático para o Álbum, incluindo cortes de vídeo e capturas com texto; adição dos idiomas português (Portugal) e russo ao recurso de conversão de voz em texto no GameChat; e a possibilidade de ver detalhes do armazenamento interno classificados por tipo de dados.
O modo avião ganhou novas funcionalidades, permitindo ativar ou desativar individualmente Bluetooth, Wi-Fi ou NFC enquanto o modo está ativo. O “modo portátil aprimorado” foi adicionado para permitir que softwares compatíveis do Switch original sejam executados como se estivessem no modo TV.
O aplicativo Controle dos Pais agora envia notificações ao celular quando o PIN é inserido com sucesso no console. A atualização também inclui as tradicionais melhorias gerais na estabilidade do sistema para aprimorar a experiência do usuário.
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Num período onde tanto se fala sobre preços altos e conteúdos cada vez mais cortados por DLCs, Pocket Bravery traz uma experiência retrô de fighting games com tudo que pedimos: personagens secretos desbloqueados in-game, online liso com rollback netcode, suporte da desenvolvedora, modo história e diversos outros conteúdos singleplayer e um sistema de combate profundo e competitivo pra que cada personagem renda ao jogador um longo tempo de masterização. Tudo isso por um preço acessível de 60 reais.
Embora nem tudo sejam flores, e vamos falar dos espinhos também, o primeiro jogo 100% brasileiro a concorrer ao The Game Awards se encaixa bem demais no Nintendo Switch, já que aqui, temos um Pocket Game num Pocket Console.
Contexto
Pocket Bravery é, como o nome diz, um jogo baseado em personagens chibi, como os jogos da SNK pra Neo Geo Pocket, porém, assim como os jogos da SNK, traz um sistema de combate extremamente profundo, com técnicas avançadas, recursos limitados que exigem estratégia para gastar e vastas possibilidades de combo pra cada personagem.
Diversas outras características dos jogos clássicos estão presentes aqui, como personagens pra desbloquear jogando e um modo arcade desafiador (embora tenham opções de dificuldade, mas, o modo normal não parece o fácil como diversos outros jogos de luta atuais).
Entretanto, Pocket Bravery não usa o retrô como desculpa para ser limitado, e, sabendo que está sendo lançado em 2025 no Nintendo Switch, ele também acompanha modernidades desafiadoras de se implementar para um time pequeno, mas que com bravura eles incluíram no jogo (bravura, bravery, ah-ah, pegaram? rs). Estamos falando de um modo online com o rollback netcode que é o melhor netcode atual para partidas mais fluídas, além de um satisfatório conteúdo singleplayer para os que não querem se aventurar online (entenda como “levar uma surra” haha) ou simplesmente ter algo fora do online pra dar uma variada.
Então, é essa junção do retrô com o moderno que deu destaque pra ele não só o Brasil, mas no mundo todo.
Porém, além disso, existem coisas que o Pocket Bravery quer fazer bem pra se destacar no mercado. A primeira delas é caprichar no pixel art em termos de movimentação. Os golpes do jogo são simplesmente impressionantes em termos de fluência e isso não veio à toa, o Pocket Bravery chegou até a bater um recorde de jogo com mais quadros desenhados por personagem (algo do tipo, e principalmente nos ataques finais, deu pra ver que eles foram muito ambiciosos na animação.
Além disso, o outro ponto forte é o enredo, não só pelo seu modo história, mas a construção do universo em si, pois a sua história envolve relacionar pessoas de países diferentes, cada qual trabalhando pra uma organização, ou com um tipo de enredo próprio, e nisso, existe uma grande construção de sociedade, já pensando no futuro mesmo, pois todo personagem novo de DLCs ou dos futuros jogos tem uma base para aparecer na franquia, além do estúdio Statera já estar trabalhando em spin-offs totalmente diferentes mas que se passam no mesmo universo, como o Arashi Gaiden, que sai em breve pro Switch também. Então, se você gosta de lore, de conhecer um universo, relacionar quem é amigo de quem e que trabalhou com quem e ficou rival eterno de quem… você vai encontrar isso aqui.
E por último, o Pocket Bravery tem uma identidade marcante pra nós, brasileiros, por ser um jogo nacional. Mais do que ficar feliz por um jogo daqui, o jogo traz uma ÓTIMA dublagem PT-BR, onde aqueles golpes com nome como “shoryuken”, agora estão em pt-br.
Além de vermos representações BRs no jogo que tornam ele simplesmente diferente, como os personagens focados em jiu-jitsu, e mesmo a trilha sonora tendo ritmos BRs, sendo um destaque o tema do vilão Hector que é um rock funk carioca eletrônico, e que ficou muito bom, porque… tema de vilão é meio que sempre um padrão, e aí, de repente… uma coisa nova!
Altos e Baixos
Agora, falando dos pontos altos e baixos, começando pela parte boa:
-Dificilmente você não encontra um personagem pra você. O elenco não é gigante, são 13 personagens no jogo base, 4 por DLC num preço super amigável de 27 reais (27 pelos 4, não por cada um) e no futuro teremos ainda uma segunda temporada com mais 4, totalizando 21. Mas mesmo dentre os 13, já são personagens bem diferentes e que cobrem diversos estilos de gameplay. Mesmo o protagonista Nuno, ele consegue se manter um bom “básico” como é todo protagonista, mas se distanciar do Ryu, Terry e outros, por exemplo, ele não tem um projétil, um hadouken.
-O modo história é MUITO legal em termos de direção. Ele mescla tutoriais, inimigos fora do elenco criados só pra história, e o enredo dele, mesmo tendo uma pitada de sobrenatural e anime shounen (afinal, as pessoas tem poderes, né?), é uma história mais pé no chão, são enredos individuais mais críveis, mais reais…se você tem achado que Mortal Kombat tem viajado além da conta ultimamente.. joga essa história aqui haha ela tem problemas mas eu falarei sobre quando chegar nos contras.
-E se você é do competitivo, saiba que o modo online é um dos melhores do console, ao menos nos nossos testes (brasileiro com brasileiro) foi uma qualidade de conexão online absurda, inclusive, as imagens que vocês estão vendo de fundo, são de partidas online.
-Tem muitos extras que fazem a diferença. É muito chato quando um jogo de luta tem modo arcade e só…o Pocket não apenas tem história, mas, por exemplo, tem um modo Rodoviária, que remete aos arcades piratas de Street fighter, e nesse modo, os personagens ganham ataques muito mais apelões, e é só uma brincadeira bem-vinda, sabem? Tem um modo meio Flappy Bird, bem simples mas agrega. Smash Brós faz muito isso, né? Modos de jogo simples só pra você ter o que brincar além do conteúdo principal.
-Além disso, as skins compradas IN-GAME mesmo, com dinheiro do jogo, são um show, elas fazem homenagens à outros jogos e séries famosas, então, só comprar as suas skins favoritas já é um processo divertido.
-E claro, o fator custo/benefício. Estamos falando de um jogo que no lançamento custa 60 reais, isso ajuda MUITO, até porque não é um jogo pra se jogar por 5 horinhas e largar. Mesmo somando a DLC de 27, é um conteúdo completo por menos de 90 reais.
Porém, agora, é hora de falar dos pontos negativos do jogo:
-A dificuldade da CPU é…estranha… não é que ela é média em inteligência, ela ataca menos e foge mais, porém, quando ataca, desfere combos devastadores. Isso é um problema no começo do jogo, quando ainda estamos aprendendo a jogar, e especialmente no modo sobrevivência que, mesmo no início, um erro pode te custar a derrota; e no modo história, que é o modo onde os iniciantes vão aprender a jogar e por isso, as primeiras batalhas acabaram ficando muito mais difícil que as últimas.
Com o tempo, tem vários comportamentos de CPU que você acaba aprendendo a lidar, então, ela não é tão inteligente.Não é um jogo tão difícil de entrar quanto um jogo retrô, na real, é só um aviso que quando você começar a jogar, vai ter um pouco de dificuldade, mas passa rápido.
-Por incrível que pareça, a forma de ganhar dinheiro no jogo é um problema, não por ser escasso, mas pelo contrário… é muito rápido pra ganhar dinheiro suficiente pra comprar tudo no jogo, personagens, cenário, skins, etc.
-Por fim, um defeito compreensível por ser um jogo indie com pouco orçamento, é que, a dublagem é TÃO BOA, que no modo história ela faz falta… você ter aquelas vozes vibrantes nas lutas e aí na história ficar só lendo texto…a gente entende, é caro, mas, é algo a se pontuar, nem que seja como desejo para futuros jogos do universo Bravery.
Agora, uma característica que é bom pontuar, seja por você gostar ou odiar, é que o Pocket tem muito mais técnicas ofensivas do que defensivas, a pressão no canto da tela desse jogo é alta e você não tem muitos recursos pra sair. Novamente, isso tá vindo depois dos prós e contras, porque não é nem um pró nem um contra, é uma característica opinativa que achamos bom pontuar.
Conclusão
Pocket Bravery é um ótimo jogo de luta, que sinceramente, casa demais com o Switch pela portabilidade, em termos do visual pocket casar com o tela pequena na palma da sua mão. Sua mistura de retrô com moderno, a qualidade de animação e lore do universo e seus personagens, deixam o jogo muito carismático e atraente para qualquer fã de jogos de luta.
Por tudo que ele oferece, pela qualidade do que ele oferece e o preço que ele é oferecido, sem dúvidas esse é um jogo que todos os jogadores de fighting games no Switch devem dar uma olhada.
A Natsume anunciou Harvest Moon: Echoes of Teradea para Nintendo Switch 2 e Switch. A empresa não divulgou a data de lançamento. Será o primeiro título da série no novo console.
O jogo se passa na terra de Teradea, coberta pela névoa da Floresta dos Ecos. Fora da Vila Bloomfield, lobos selvagens aparecem à noite. O protagonista parte em missão para domar os lobos e acaba desbloqueando uma jornada maior: ajudar os Espíritos Guardiões a revitalizar a região. A aventura passa pelos vilarejos de Tidewind, Quarrytop e Maplehill, cada um com seus próprios mistérios.
Entre as jornadas, o jogador cuida da fazenda, cria animais, planta e colhe. As principais novidades incluem dez novos interesses amorosos (cinco solteiros e cinco solteiras), habilidades de exploração como pular e escalar, e um sistema de companheiros animais que ajudam em territórios inexplorados. Também é preciso escapar de animais selvagens como lobos, ursos e tigres – ser pego faz o jogador perder itens e voltar para a fazenda. Mapas náuticos permitem encontrar ilhas remotas com tesouros e animais raros.
Hiro Maekawa, CEO da Natsume, afirmou: “Estamos animados em mostrar mais das novas características de Harvest Moon: Echoes of Teradea nos próximos meses. Temos bônus de pré-venda e edições especiais planejadas que fãs de Harvest Moon e novatos vão adorar adicionar às suas coleções.”
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Ben Diskin, dublador de Mega Man em Mega Man 11, anunciou em publicação no Bluesky que não retornará para o novo jogo da franquia, Mega Man: Dual Override. O ator afirmou que foi convidado a reprisar o papel, mas a Capcom não ofereceu um contrato sindical.
Diskin disse que recebeu garantias por escrito de que sua voz não seria usada para desenvolvimento de IA. No entanto, afirmou que, sem um contrato sindical, não teria meios realistas de fazer valer essa proteção. “A única forma de fazer valer contratos não sindicais como esse envolve processar pessoalmente grandes empresas como a Capcom e acioná-las judicialmente se eu achasse que usaram IA. Não tenho força mental, emocional ou financeira para sobreviver a uma batalha jurídica prolongada”, escreveu.
O dublador também comparou a situação à greve de 11 meses do sindicato SAG-AFTRA por proteções contra IA. “Não faz sentido fazer greve por mais de 11 meses para conseguir proteções executáveis contra abuso de IA e depois voltar a trabalhar sem elas”, afirmou. Diskin disse que se dispôs a trabalhar com um contrato sindical de orçamento reduzido, mas a empresa recusou.
A saída gerou repercussão entre colegas. Yuri Lowenthal, dublador de jogos como Xenoblade Chronicles X e Persona 3 Reload, respondeu: “Você é o melhor de nós, Ben”.
Mega Man: Dual Override tem lançamento previsto para 2027 no Switch e Switch 2. A Capcom ainda não anunciou um substituto para o papel.
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Com base nas informações fornecidas por Dave Oshry, da New Blood Interactive, a Nintendo está adotando uma postura cautelosa em relação aos jogos de terceiros no lançamento do Switch 2. Oshry afirmou que o estúdio já possui uma versão de Dusk rodando a 120 FPS com suporte a mouse no novo console, mas aguarda autorização da empresa para publicá-lo.
Em entrevista ao RPG Site, Oshry declarou: “Ainda estamos esperando a Nintendo nos dar aprovação para lançá-lo porque eles ainda estão bastante cautelosos sobre quais jogos podem ser lançados no Switch 2. Eles não querem que se torne um grande festival de porcaria como o eShop do Switch 1 se tornou depois de alguns anos, com toneladas de shovelware.”
O desenvolvedor acrescentou que a empresa tem sido “muito gentil” com a New Blood, fornecendo kits de desenvolvimento e autorizando atualizações para jogos já existentes. As declarações corroboram relatos recentes de que alguns estúdios enfrentam dificuldades para obter kits de desenvolvimento do novo console.
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A Bandai Namco anunciou o lançamento de um novo DLC para Once Upon A KATAMARI intitulado “Katamari Damacy Series NEO Remixes”. O pacote adiciona cinco faixas remixadas de jogos anteriores da série e uma série de acessórios temáticos.
As músicas incluídas são “Baby Universe – Hiroshi Okubo Remix”, “Guru Guru Gravity – Sho Okada Remix”, “Alien – Remix de Kanaya Oki”, “Andando em uma estrela! Junichi Nakatsuru Remix” e “Family Damacy – Yoshihito Yano Remix”. O DLC pode ser adquirido separadamente para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC via Steam e Nintendo Switch.
Todos os jogadores podem resgatar gratuitamente um conjunto de acessórios de DJ, que inclui itens como Goggles, Sparkle, Sword e Survival Bag, entre outros. Os itens permitem personalizar o Primo com elementos inspirados em títulos anteriores da franquia.
Once Upon A KATAMARI traz uma nova aventura pela série com fases inéditas, um modo multijogador competitivo chamado KatamariBall e novas ferramentas como um ímã que atrai objetos. São 68 primos jogáveis, todos personalizáveis com cores e expressões faciais. O modo competitivo permite partidas online e offline para até quatro jogadores.
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O jornalista e entrevistador Reece “Kiwi Talkz” Reilly afirmou em publicação no X que a decisão de lançar LEGO Horizon Adventures no Nintendo Switch partiu do Grupo LEGO, não da Sony. De acordo com ele, a desenvolvedora não pretendia levar o título ao console da Nintendo.
Lego Horizon only released on Switch because it was mandated by the Lego Group
— Reece “Kiwi Talkz” Reilly (@kiwitalkz) March 4, 2026
“LEGO Horizon só foi lançado no Switch porque foi uma exigência do Grupo LEGO”, escreveu Reilly. Questionado sobre a veracidade da informação, ele reforçou: “Não é um palpite fundamentado, é informação que eu sei. A Sony vê a Nintendo como concorrente direta.”
no it's not an educated guess, it's info I know. Sony views Nintendo as direct competition.
— Reece “Kiwi Talkz” Reilly (@kiwitalkz) March 4, 2026
O jogo, baseado na franquia Horizon e lançado em 2024, chegou de surpresa ao Switch no mesmo dia das versões para PlayStation e PC.
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Lançado em 3 de março de 2017, The Legend of Zelda: Breath of the Wild completa nove anos nesta terça-feira. O título chegou como parte da linha de lançamento do Nintendo Switch e também foi disponibilizado para Wii U, encerrando o ciclo do console anterior da Nintendo.
Segundo os dados mais recentes da empresa, o jogo acumula 33,04 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. O número combina as versões para Switch, que ultrapassou 32,6 milhões de unidades, e para Wii U, com 1,7 milhão. O título é o mais vendido da franquia Zelda, seguido por Tears of the Kingdom (19,5 milhões) e Ocarina of Time (14 milhões).
O desenvolvimento de Breath of the Wild durou cinco anos sob direção de Hidemaro Fujibayashi e produção de Eiji Aonuma. Originalmente planejado como exclusivo para Wii U com lançamento em 2015, o jogo foi adiado duas vezes até estrear simultaneamente no novo console da Nintendo.
A decisão de atrasar o jogo para que também saísse no Switch foi determinante para seu desempenho comercial. A versão de Wii U sofre com quedas de frame rate em áreas mais densas e tem aparência mais desbotada em comparação com a versão de Switch. Recursos originais de tela dupla pensados para o Gamepad do Wii U foram removidos para garantir paridade entre as versões.
O título revolucionou a série ao abandonar a estrutura tradicional de masmorras lineares e adotar um mundo aberto onde o jogador pode explorar livremente e enfrentar o chefe final a qualquer momento. O jogo incentiva a experimentação com um motor de física detalhado que permite soluções inesperadas para desafios ambientais.
A obra recebeu nota 97 no Metacritic e foi amplamente premiada como Jogo do Ano em 2017. O diretor Hidemaro Fujibayashi explicou a filosofia por trás do design: “Queríamos criar um mundo onde a curiosidade é recompensada.”
Uma sequência direta, Tears of the Kingdom, foi lançada em maio de 2023 e vendeu mais de 10 milhões de cópias em três dias. Recentemente, Breath of the Wild recebeu uma versão para Nintendo Switch 2 com melhorias como resolução 4K no modo docked, 60 quadros por segundo estáveis e suporte a HDR. O pacote de melhoria para quem já possui o jogo original custa R$ 59,99 no Brasil.
O que é o Nintendo Barato?
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O Nintendo Switch completa nove anos de mercado nesta terça-feira, 3 de março de 2026. Lançado originalmente em 2017, o console híbrido se tornou o mais vendido da história da Nintendo.
Segundo os resultados financeiros mais recentes da Nintendo, o Switch original atingiu 155,37 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Com esse número, o console superou o Nintendo DS (154,02 milhões) e se tornou o sistema mais vendido da empresa, atrás apenas do PlayStation 2 na disputa pelo título de console mais vendido da história. Os jogos para a plataforma ultrapassaram 1,5 bilhão de cópias comercializadas globalmente.
O sucesso do Switch impulsionou os resultados da Nintendo. Nos primeiros nove meses do ano fiscal de 2026, a empresa registrou vendas líquidas de 1,9 trilhão de ienes (cerca de R$ 70 bilhões), alta de 99% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido cresceu 51,3%, para 358,8 bilhões de ienes (aproximadamente R$ 13,2 bilhões).
Durante sua concepção, quando ainda era chamado de “Nintendo NX”, a empresa enfrentou o desafio de equilibrar potência, portabilidade e duração da bateria. A colaboração com a Capcom foi determinante: a parceira alertou que a memória inicialmente planejada era insuficiente, o que levou a Nintendo a aumentar a capacidade do sistema. A Capcom conseguiu desenvolver um motor e um kit de desenvolvimento para o console em apenas um mês, com dois programadores, graças a um emulador de GPU cedido pela Nintendo.
O produtor Yoshiaki Koizumi revelou que cinco protótipos diferentes foram testados, com variações nas conexões dos controles, incluindo ímãs e peças em formato de prato, até chegar aos trilhos laterais utilizados no modelo final.
O console estreou com uma linha de títulos que ajudaram a definir sua identidade. The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi o principal destaque, aclamado pela crítica e considerado por muitos o melhor jogo da franquia. O título vendeu mais de 30 milhões de cópias ao longo dos anos e se tornou o jogo mais vendido do console até ser superado por Mario Kart 8 Deluxe.
Outros jogos disponíveis no lançamento incluíram 1-2-Switch, que demonstrava as funcionalidades dos controles Joy-Con; Super Bomberman R, da Konami; e I Am Setsuna, um RPG da Square Enix.
Além do modelo padrão, a Nintendo lançou duas variações do console. O Switch Lite, chegou em setembro de 2019 como uma versão exclusivamente portátil, mais compacta e com preço reduzido. O modelo foi direcionado a jogadores que priorizam o modo handheld e não precisam da funcionalidade de conexão à TV. Já o Switch OLED foi lançado em outubro de 2021, com tela de 7 polegadas, bordas reduzidas, áudio aprimorado e suporte ajustável. Ambas as versões contribuíram para manter as vendas aquecidas ao longo dos anos e ampliar o alcance do console para diferentes perfis de público.
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