Tomodachi Life: Living the Dream e Pragmata, estrearam diretamente no topo da tabela de jogos vendidos no Reino Unido, ocupando a primeira e a segunda posição, respectivamente.
Tomodachi Life: Living the Dream superou as vendas físicas iniciais de Pokémon Pokopia em 36%. Um dos fatores apontados para esse sucesso é a natureza cross-gen do jogo, disponível tanto para o Nintendo Switch original quanto para o Switch 2.
Pragmata, a nova aposta de ficção científica da Capcom, garantiu a segunda colocação no ranking britânico. Embora tenha ficado atrás do simulador da Nintendo no formato físico local, a Capcom confirmou que Pragmata ultrapassou 1 milhão de unidades vendidas em todo o mundo apenas dois dias após o seu lançamento oficial em 17 de abril.
A chegada dos novos líderes provocou o deslocamento de títulos que dominavam as semanas anteriores. Resident Evil Requiem, que ocupava a liderança, caiu para o terceiro lugar. Já Pokémon Pokopia, que enfrentou problemas de estoque em seu lançamento inicial, registrou uma queda para a sexta posição. Outros títulos como Mario Kart World e o relançamento de Starfield para novas plataformas continuam figurando entre os mais vendidos.
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A Capcom confirmou nesta segunda-feira (20) que Pragmata, sua mais recente propriedade intelectual de ficção científica, ultrapassou a marca de um milhão de unidades vendidas em apenas dois dias. O título, que chegou ao mercado global no dia 17 de abril de 2026, apresenta um desempenho inicial sólido para uma franquia inédita, superando as projeções de analistas do setor.
Desempenho em múltiplas plataformas e recepção do público
Disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2, o jogo se beneficia de uma estratégia de lançamento multiplataforma. De acordo com comunicado oficial da Capcom, a inclusão do suporte ao novo console da Nintendo em um estágio inicial foi fundamental para impulsionar o volume de vendas. Além do sucesso comercial, o título mantém uma média de 86 pontos no Metacritic e classificação “Extremamente Positiva” no Steam.
Ambientado em uma estação de pesquisa lunar dominada por uma inteligência artificial hostil chamada IDUS, o jogo acompanha a jornada do engenheiro Hugh Williams e da androide Diana. A jogabilidade combina elementos de ação e aventura com mecânicas de hacking, um dos diferenciais destacados pela crítica especializada. Antes do lançamento, a demonstração “Pragmata Sketchbook” já indicava o interesse do público, acumulando mais de dois milhões de downloads
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Pragmata chega nesta sexta-feira, 17 de abril, para o PlayStation 5, Xbox Series X/S, PC e Nintendo Switch 2. Até o momento, com 84 críticas no agregador de notas Metacritic, o jogo está com a classificação 86.
Na nossa avaliação no Coelho News, demos a nota 8,5 para o jogo, alcançando a Tier S+ de experiência. Leia o nosso review na íntegra.
Confira as notas de Pragmata para o Nintendo Switch 2
Abaixo, listamos nas notas do jogo para o Nintendo Switch 2. Confira abaixo:
Digitally Downloaded – 100
MonsterVine – 100
Game8 – 92
Nintendo Life – 90
Universo Nintendo – 90
NintendoWorldReport – 90
Nintenderos – 90
Jeuxvideo.com – 90
Nintendo Insider – 90
Nintenduo – 86
Gfinity – 80
Siliconera – 80
“Com um relacionamento forte no centro, uma estética de ficção científica marcante e um sistema de combate com quebra-cabeças viciante, Pragmata é um pacote completo. As aventuras de Hugh e Diana se destacam como mais uma excelente conversão para o Nintendo Switch 2 da Capcom e, com sorte, marcam o início de uma nova franquia de sucesso”, disse o NintendoLife sobre o jogo.
O Digitally Downloaded diz que Pragmata é a Capcom na sua melhor forma. “Pragmata é a Capcom em sua melhor forma. Por mais competente que a empresa seja com suas franquias consagradas, é quando ela se aventura em algo diferente que encontramos verdadeiras joias. No que diz respeito a jogos de “grande orçamento”, Pragmata é o jogo mais original e instigante que joguei desde Death Stranding, e eu o amo quase tanto quanto a obra-prima de Kojima. Se ao menos a Capcom fizesse isso com mais frequência. Como fazia antigamente.“
Já o Game8 comentou que apesar da espera, o jogo compensa. “PRAGMATA combina com sucesso uma mecânica de exploração ao estilo Metroidvania com um sistema de combate único, que mescla hacking e tiro, tudo isso ancorado por uma narrativa emocionante sobre a relação entre pai e filha na Lua. Apesar do longo período de desenvolvimento, o jogo valeu a pena toda a expectativa e a espera, entregando uma apresentação excepcional e mecânicas envolventes, o que o torna um título de ação e aventura imperdível.“
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Pragmata é uma preciosidade da Capcom, e talvez, até o momento, o melhor jogo sci-fi, (principalmente espacial) da geração! Sendo uma nova IP, é difícil saber o que esperar do jogo em termos de estrutura, enredo, o tom do jogo (é cômico, ou sério, ou caótico, etc) e claro, a gameplay . E a conclusão é que o jogo é ABSURDO, pois, de um lado você tem um combate inovador, que combina muito com a ideia de uma nova franquia, e que é realmente nova, mas além disso, o jogo se destaca por tomar o rumo OPOSTO do que os jogos espaciais tem proposto, tanto em estrutura, quanto mensagem.
E afinal, como essa jornada performou no Switch 2? Rodou bem?
O Que É:
Pragmata foi apresentado como uma nova franquia de alta aposta, e já com a temática sci-fi, algo envolvendo distorções de matéria, a temática da Lua, e a apresentação da dupla de protagonistas Hugh e Diana. De lá pra cá o jogo foi adiado e reformulado inúmeras vezes (ele seria lançado, originalmente em 2022!) tanto que as cenas desse primeiro trailer, não só não estão no jogo como sequer refletem exatamente o que ele é.
Após muito tempo, foi revelado a sua primeira carta: o combate. Ele envolve a cooperação entre a dupla, com a Diana HACKEANDO os inimigos se locomovendo por uma janela usando os botões ABYX, e após concluir o hack, Hugh entra com a parte de tiro e enfim, finaliza o inimigo. É extremamente difícil explicar esse combate, e por isso a demo do jogo foi muito necessária, mas é basicamente uma gameplay controlando 2 personagens ao mesmo tempo…ao mesmo tempo, porque a Diana fica nas costas do Hugh o tempo todo.
E aí, é necessário esclarecer uma coisa: Pragmata É um jogo de AÇÃO! Você tem elementos de outros estilos, exploração, puzzles (menos do que poderia) e até plataforma de leve, mas o grande foco é em ficar mais forte pra superar hordas de inimigos mais fortes também. E com “mais forte”, é tanto pela parte shooter do Hugh, quanto a parte de hackeamento da Diana. Sim, esse é um novo tipo de shooter, um “hacking-shooter”(?) algo assim (e não, não é como Nier Automata). Se você joga a demo, lá você vai saber o que é o combate na base, e até o fim será aquilo, mas, mais desenvolvido.
Mas se você NÃO GOSTOU do combate da demo, tipo, da proposta, embora Pragmata tenha uma ambientação que vale a pena, por mais que tenha um enredo marcante, uma dupla carismática, etc… não vai dar, infelizmente, Pragmata não será um jogo pra você. Então, sim, estamos falando de um jogo INCRÍVEL, mas, que será divisivo.
Enredo:
Começando pelo enredo, sem spoilers, mas dizendo meio “qualé a do jogo?” (se você quiser descobrir sozinho e quer saber só da gameplay, pode pular pra sessão de gameplay aqui embaixo): Hugh é um astronauta que é enviado pra uma estação na Lua que perdeu contato com a Terra. O grupo deles acredita ser algo como interferência na comunicação, algo simples, mas logo, o Hugh se vê em apuros e conhece a Diana, uma Pragmata. O que exatamente é uma Pragmata, é algo que o jogo vai desenvolver, portanto, spoiler. Mas por hora, entenda como uma Automata, robô com sentimentos e raciocínio. Essa estação lunar cuida de uma nova tecnologia que usa um material usado na Lua, e essa tecnologia é como uma “super impressora 3D”, o que permitiu construir a própria estação e a Diana. Só que algo deu errado. Sabe quando a impressora imprime uma folha e sai tudo errado, com a tinta toda borrada, “bugada total”? Imagina isso em algo capaz de construir uma cidade… Pra piorar, a IA que cuida da segurança está ordenando ataque. Então, o objetivo do Hugh é basicamente sobreviver e voltar pra Terra, e a Diana tá ali ajudando, sem um propósito específico, e ela encontrar um propósito faz parte da jornada.
O enredo do Pragmata é dividido em arquivos e gravações em vídeo dos tripulantes, que vão explicando o que aconteceu; e claro, cut scenes que narram o presente. Mas o jogo não é MUITO de história, no sentido de… não tem muita cut scene, e as que tem são curtas; não acontecem muitos eventos que tocam a história. Em termos de volume, são esses arquivos que fazem a gente ler mais, e a grande preocupação do jogo: diálogos da dupla.
Ao longo dos anos, vários jogos usaram o formato “um adulto e uma criança”: Last of Us, God of War, Eastward e até Donkey Kong Bananza. Só que nesses casos, o truque era meio que sempre o mesmo, de ver uma interação primeiramente descoordenada, e com o tempo, o mais velho, -representando o jogador-, vai se apegando ao mais novo. Não que Pragmata não tenha isso, mas, o truque aqui é outro: a interação de um humano, com um robô. O que torna Pragmata marcante e diferente dos outros jogos é como o Hugh vai apresentando a vida na Terra pra Diana, os prazeres humanos. E isso é muito corajoso: é um jogo espacial, sci-fi, que te mostra as belezas não do espaço, mas do lugar que a gente sempre esteve.
Tem um tipo de base, que a gente sempre volta (e já falamos mais dela), e lá você pode ter conversas extras com a Diana, opcionais. Eis a dica: tenha todas possíveis. Muito do brilho narrativo do jogo está lá.
Gameplay:
Agora, detalhando melhor a gameplay, o Pragmata mostra DE NOVO sua escolha de ir na contra-mão do esperado. Jogos espaciais tem sido cada vez mais sobre “conquistar o infinito”, com mundos abertos cada vez maiores, viagens interplanetárias, galáxia nova, dimensão nova… é sempre sobre “a imensidão”.
Pragmata não quer nada disso. Ele é um quase retrô jogo de fases, com começo, pedaços muito bem segmentados, onde lá sim tem um pouco mais de “vai e vem”, e um final claro com um chefe ao fim. Essas fases não são super abertas, tem sempre paredes ao seu redor, e sim, elas contam com muita exploração, mas no sentido de “olhar todos os cantos”, e não sair por aí procurando. Em geral, as fases tem plataformas, portas, buracos, etc, que podem passar despercebidas, mas ao ver, você acha um item. Então tem sim muito o que explorar nessas fases, mas não é sobre áreas grandes, e sim, busca por segredos em fases com corredores.
Existe uma base, chamada de “Abrigo”, e sempre que achamos um checkpoint, podemos ir pra lá (e na verdade, só lá podemos salvar). No abrigo, temos diversas melhorias, seja pros personagens, ou pras armas e itens. Lá, vemos colecionáveis, aceitamos desafios de treino e muito mais. O jogo exige que você colete itens pra ficar mais forte, é muito, muito, muito difícil de só andar reto e nunca parar por lá e dar “aquela upada”.
Esses desafios do abrigo são missões secundárias, bem arcade mesmo, algumas duram 1 minuto e meio, alguns de velocidade duram 30 segundos. E tem de tudo: plataforma, combate, velocidade de hackeamento… são muitos desafios, e todos eles tem 3 recompensas, então, é bom pra quando você precisa de recursos, mas não quer voltar nas fases anteriores pra explorar um lugar que já explorou mas ainda falta algum baú perdido.
No abrigo, recuperamos vida, mudamos nosso equipamento e podemos teleportar pra qualquer ponto salvo de qualquer fase, então, não precisa se preocupa em “vasculhar tudo porque nunca mais você volta ali”, aqui não tem isso. Pelo contrário, o jogo te incentiva a voltar nos trechos que você não completou 100%, e algumas áreas até estão bloqueadas por habilidades aprendidas depois (não como um metroidvania, é só uma área extra com algum item).
E uma das áreas que você mais “vai deixar pra depois” são as salas vermelhas. Primeiro porque você precisa de uma chave vermelha, que nem sempre você tem, mas, quando tem, o jogo avisa que lá tem um grupo de inimigos mais desafiador que o normal. Dá pra passar assim que você chega, não é nada TÃO ACIMA, mas, realmente, o são locais desafiadores.
Essas salas reforçam que o jogo é realmente de ação. O jogo é do começo ao fim cheio de combates, e mesmo não tendo TANTOS tipos de inimigos, cada um é muito único, e só do jogo ir mesclando “inimigo A+B, agora B+C, agora A+C” já muda a dinâmica. E todo inimigo exige que você pare, mire, hackeie e dê pelo menos 3 tiros, não tem inimigos banais que você vence só apertando botão sem rumo. Tanto a parte de combate do Hugh quanto da Diana se desenvolvem, ofensivamente e defensivamente, então, é bem impressionante, porque da parte do Hugh, é um shooter comum: mais tipos de armas, aumenta dano, aumenta munição, etc… mas a parte da Diana também ganha suas melhorias e efeitos inimigos que atrapalham o processo.
Polêmicas:
Novamente, Pragmata é um jogo de fases, que são, na verdade pequenas, mas que você não avança muito sem parar pra combater, sem uma parede bloqueada por um dispositivo que tá lá do outro lado, ou pra ficar procurando itens. Só que não são muitas fases…. então, aqui vai outra característica divisiva: Pragmata é um jogo “curto com recheios”. O que faz o jogo se alongar é a exploração, seu desejo de fazer 100% nas fases, melhorar atributos, os desafios do abrigo… mesmo assim, a conclusão da campanha fica em torno de 12 a 16 horas, talvez 20h pros que quiserem terminar já com os 100% nas fases, com os principais atributos e itens no máximo, e os desafios cumpridos. Novamente, Pragmata não é sobre uma “jornada ao infinito”, ele é um jogo fechado, e que honestamente, termina quando tem que terminar: você já entendeu uma porção do que rolou no passado, já enfrentou os inimigos nas mais diversas combinações e números possíveis… é isso, ele não vai te enrolar.
Após a campanha, existe um conteúdo pós-game sim, então, ele rende aí umas 30 horas ou até mais pra quem for completar as conquistas. Honestamente, o grande problema de ter poucas fases, acaba sendo que ele tem poucos CHEFES. O jogo compensa isso com momentos intensos contra inimigos comuns, não falta desafio, mas… aquela batalha mais trabalhada, “1×1”, acabam sendo poucas.
E a outra polêmica…bom, mais previsível, mas ainda pode ser decepcionante, é que o Switch 2 dá uma sofrida pra rodar o jogo em 60 quadros por segundo em alguns momentos mais caóticos. Principalmente no portátil, tem momentos mais críticos por afetar o visual também. Dá pra jogar no portátil, mas na dock o jogo é muito mais bonito. Já na performance, nem a dock salva. Olha, o Resident Evil Requiem foi lançado com problemas também, e hoje já está melhor, mas, o Pragmata é até mais inconsistente. Não é nada que quem viveu na era Switch 1 não esteja mais do que acostumado, ou quem joga no SteamDeck, por exemplo. Mas se você tem 2 plataformas e só joga no Switch 2 quando não deixa a desejar…infelizmente esse aqui não é o caso. Pelo menos esse é o estado da versão anterior ao lançamento, caso melhorias apareçam, a análise será atualizada. Esses problemas impedem o jogo de ser incrível? Não, mas, é importante separar um momento pra falar disso.
De resto, Pragmata é só elogio: o sound design é ótimo, a trilha sonora tem identidade, a ambientação é inacreditável, e a localização aqui é absurda, tanto na localização dos termos e textos, mas também na dublagem (embora…é um pouco “monstro” dizer isso, mas algumas pessoas podem não gostar muito da dublagem brasileira de menina de 8 anos da Diana, e nesse caso, dá pra mudar pra inglês no menu inicial também).
Conclusão:
Pragmata é exatamente o tipo de jogo que a indústria anda evitando fazer. Ele não tenta ser gigante, não tenta ser infinito, não tenta agradar todo mundo… e justamente por isso, ele acerta onde muita coisa maior falha.
Pragmata segue uma tendência de não ser um jogo pra todos, seja pelo seu combate único, que exige prestar atenção em duas coisas ao mesmo tempo; seja pela duração da sua campanha de 12 a 16 horas; ou pelo seu formato mais linear, com combates precisos, diálogos preciosos em vez de trazer uma “imensidão”. Mas quem se identificar com a proposta dele…vai amar esse jogo.
Muito além de mais um jogo de adulto cuidando de criança, Pragmata lança na sua melhor época, onde o mundo real está discutindo sobre IAs, robôs fazendo funções de humanos, e a tecnologia tem tomado a atenção do melhor mundo já criado: o nosso.
Nota Técnica: 8,5/10
Tier Da Experiência Pessoal e Nível de Recomendação: S+ – Supremo
É um jogo que vem pra brigar com Pokopia e Resident Evil Requiem pelo prêmio de melhor jogo do ano, se sentando com outros clássicos sci-fi dos games.
Certamente, mesmo sendo uma franquia nova, Pragmata vai entrar pro ranking de favoritos da Capcom de muita gente. QUE COMEÇO Hugh e Diana tiveram!
A Capcom antecipou o lançamento de Pragmata para 17 de abril de 2026 no Nintendo Switch 2 e demais plataformas. O anúncio foi feito durante o Capcom Spotlight desta semana, acompanhado de um novo trailer que mostra os protagonistas Hugh e Diana atuando em equipe.
O novo vídeo apresenta os cenários lunares do jogo e o exército de robôs controlado pela inteligência artificial I.D.U.S. (Intelligent Direction Unification System). A jogabilidade combina tiros em terceira pessoa com mecânicas de hackeamento, exigindo que os dois personagens trabalhem juntos para escapar da estação de pesquisa lunar.
O jogo se passa em um futuro próximo, onde o astronauta Hugh e a androide Diana precisam sobreviver em uma estação lunar tomada por autômatos hostis. Diana possui habilidades especiais de hackeamento que complementam o combate de Hugh.
Uma das novidades apresentadas é o Shelter, um centro de operações que funciona como base segura na estação. No local, os jogadores encontram Cabin, um robô assistente que oferece minijogos e recompensas colecionáveis. É possível trocar a música de fundo, equipar acessórios cosméticos e acessar uma galeria de arte.
A versão para Switch 2 conta com uma demo jogável disponível na eShop. Quem fizer a pré-compra garante os trajes exclusivos Neo Bushido para Hugh e Neo Kunoichi para Diana, inspirados na tradição japonesa.
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Nova demonstração durante Tokyo Game Show 2025 revelou combate desafiador e narrativa cativante
Durante a Tokyo Game Show 2025, o Coelho no Japão teve a oportunidade de conferir de perto a nova demo de Pragmata, o aguardado novo título da Capcom. Segundo Rodrigo Coelho, a experiência impressionou pelo aumento de dificuldade em relação à demo apresentada na Summer Game Fest, ao mesmo tempo em que mostrou com clareza o loop de gameplay que combina exploração, combate estratégico e evolução de personagem.
Relembre da experiência com o título durante a Summer Game Fest 2025 aqui ⬇️
Em Pragmata, os jogadores exploram um ambiente sci-fi com visual detalhado e inspiração em clássicos como Mega Man. A demo apresenta um loop de gameplay que lembra roguelites: derrotar inimigos, coletar itens que evoluem o personagem e, caso morra, ser teleportado de volta à base, mantendo os progressos adquiridos. Essa mecânica incentiva a exploração e recompensa a perseverança do jogador diante da dificuldade.
O destaque vai para a relação entre os dois personagens centrais: um adulto e uma menina androide. Existem momentos emocionantes de aprendizado e conexão, como a cena em que ele ensina a menina a comemorar com um high five ou apresenta o Planeta Terra com trilha sonora marcante. Essas interações entregam uma dimensão emocional rara em jogos de ação e reforçam o aspecto narrativo de Pragmata.
O combate combina ação frenética e raciocínio estratégico. É necessário usar simultaneamente os dois lados do cérebro: com os botões do lado direito do controle, o jogador hackeia inimigos, abrindo seus pontos fracos, enquanto movimenta-se e se esquiva com o analógico esquerdo. Além disso, certos quadrados da arena modificam o status do inimigo, adicionando camadas táticas às batalhas.
A exploração é igualmente recompensadora. Cada canto visitado pode revelar itens que melhoram armas, armaduras, estamina e poderes da menina, tornando cada descoberta estratégica. Rodrigo destacou especialmente a luta contra o boss da demo, onde diferentes abordagens, como destruir propulsores ou pernas primeiro, alteram o comportamento do inimigo. A combinação de hackeamento, mira e movimentação constante transforma cada confronto em um desafio intenso e gratificante.
O game possui gráficos dignos de serem chamados de Next Gen (opinião pessoal do redator haha)
Visualmente, Pragmata impressiona pelo polimento e atenção aos detalhes, com ambientes imersivos, efeitos de combate bem elaborados e uma narrativa que desperta curiosidade. Mesmo com a dificuldade elevada, a sensação de progresso constante mantém o jogador engajado e motivado a continuar explorando.
Pragmata se consolida como um dos jogos mais promissores da Capcom nos últimos anos, equilibrando ação, estratégia e emoção. A demo da TGS 2025 reforça o potencial do título para conquistar tanto jogadores hardcore quanto aqueles que buscam experiências narrativas envolventes. A expectativa agora é para o lançamento e, especialmente, para a confirmação de uma versão no Nintendo Switch 2, que poderia ser a plataforma perfeita para o game!
Se curtiu essa notícia, já aproveita para seguir o @rodrigocoelhoc nas redes sociais, onde rolam novidades, promoções e bastidores do mundo Nintendo quase todo dia. No Instagram, o perfil @coelhonewsfeed traz as principais notícias no seu feed. E se quiser trocar ideia direto com a galera que também ama economizar nos games, entra nos nossos grupos do Discord — a comunidade tá sempre ligada nas melhores oportunidades pra quem joga no Switch!