Tag: Estamos jogando

  • Estamos Jogando – Observer: System Redux é Cyberpunk Investigativo Instigante no Switch 2

    Estamos Jogando – Observer: System Redux é Cyberpunk Investigativo Instigante no Switch 2

    A Bloober Team tem ficado cada vez mais conhecida no ramo dos jogos de terror, principalmente após o sucesso de Silent Hill 2 Remake e o recente Cronos: The New Dawn. Entretanto, em 2017, a empresa lançou um jogo de aventura investigativa, chamado Observer. Com a chegada dos consoles da atual geração, uma nova versão, System Redux, foi feita. E agora, é essa versão definitiva que chega pro Switch 2.

    Ou seja, o jogo é anterior à consagração do estúdio nos jogos de terror, e mostra um lado da empresa que os fãs precisam conhecer.

    O Jogo

    No game, controlamos uma espécie de “detetive neural”, e vamos investigar uma área que tem um assassinato importante. Só que é uma sociedade cyberpunk, os governos caíram, a humanidade passou por um combo de praga e guerra, e a gente vai lendo mais sobre esses acontecimentos também em diálogos do jogo.
    O importante sobre isso é que o nosso personagem (que tem ali uns 55 anos, é um protagonista bem mais velho que o habitual), pode investigar o cérebro de pessoas, incluindo mortas, e quando a gente invade o cérebro, acontece uma sequência toda abstrata, psicodélica, que aí, mesmo o jogo não sendo de terror, a experiência do estúdio com esse tipo de jogo faz esses sequências serem um showcase de direção de cena.
    Outro fator interessante é que nosso protagonista trabalha para, o mais próximo que sobrou de governo, mas que se assemelha mais uma fação tirana, então… a população geral não gosta muito da gente, afinal, somos não só uma peça desse grupo, mas uma que pode entrar na mente para fins de investigação.

    O jogo tem alguns puzzles, uma exploração não guiada, mas é uma história centrada, de umas 10 horas que se passa basicamente num conjunto habitacional.

    Experiência no Switch 2

    Visualmente, o jogo é impecável. Em parte, não é um jogo desafiador, afinal, a sua primeira versão teve até mesmo uma versão para o primeiro Switch. Mas a versão System Redux é exclusiva da nova geração, e mesmo assim, o Switch performa de forma consistente.
    O destaque, inclusive, vai para o modo portátil do jogo, que traz pouquíssimas perdas, com uma qualidade de imagem incrível, mesmo mantendo uma alta taxa de quadros por segundo (provavelmente 60).

    O jogo ainda suporta o modo mouse do Switch 2, e esse é um excelente jogo para se usar o modo, afinal, ele traz mais precisão para se olhar para objetos e personagens, mas sem exigir movimentos bruscos, perfeito pra se acostumar com o modo.

    Conclusão Inicial

    Em geral, Observer: System Redux não tem erro. Se você curte temáticas mais maduras, cyberpunk, investigação de crime e uma jornada mais direta de aproximadamente 10 horas, certamente Observer: System Redux pode te surpreender.

    O lançamento ainda reforça o imenso suporte da excelente Bloober Team para o console. Sendo praticamente “a Capcom oriental” nesse sentido. O que é extremamente significativo, já que no primeiro Switch, jogos de terror e suspense (como Observer) era um déficit, mas agora, a Nintendo encontrou uma desenvolvedora extremamente relevante no segmento para dar suporte com diversos jogos.

  • Estamos Jogando: OPUS Prism Peak traz uma jornada emocional guiada pela fotografia

    Estamos Jogando: OPUS Prism Peak traz uma jornada emocional guiada pela fotografia

    O Estamos jogando dessa semana é bem especial, nele experimentamos o OPUS: Prism Peak, uma aventura narrativa da SIGONO INC. que aposta na fotografia como mecânica central. Acompanhamos Eugene, levado a um mundo misterioso, usando a câmera para avançar, resolver puzzles e entender essa jornada que certamente vai tocar muitas pessoas.

    Uma jornada entre o real e o desconhecido

    Logo no início, somos apresentados a Eugene, um homem de 40 anos que está a caminho do funeral de seu avô, carregando consigo uma série de arrependimentos e reflexões sobre o passado.

    De forma inesperada, ele acaba sendo transportado para um mundo mágico, repleto de criaturas e cenários visualmente encantadores. É nesse ambiente que a história realmente começa a se desenvolver.

    Durante essa jornada, Eugene encontra Ren, uma garota que precisa chegar até o topo de uma montanha. A partir daí, o jogo constrói uma narrativa que mistura emoção, mistério e descoberta, conduzindo o jogador por uma experiência mais introspectiva.

    Sem entrar em muitos detalhes para evitar spoilers, é justamente essa construção gradual da história que mantém o interesse ao longo da progressão.

    A fotografia como mecânica central

    O grande diferencial de OPUS: Prism Peak está na forma como utiliza a fotografia dentro da gameplay.

    Aqui, a câmera não é apenas um recurso visual ou estético. Ela tem papel ativo na progressão do jogo, sendo utilizada para:

    • Resolver puzzles
    • Entender melhor o mundo ao redor
    • Interagir com criaturas
    • Interpretar emoções dentro do universo do jogo

    Essa abordagem transforma algo simples em uma mecânica envolvente, que se integra diretamente à narrativa.

    Além disso, tirar fotos rapidamente se torna uma das atividades mais prazerosas da experiência. Os cenários são coloridos, detalhados e convidativos, incentivando o jogador a observar com atenção cada ambiente.

    Beleza e problemas técnicos

    Visualmente, o jogo chama atenção pela sua direção de arte. O mundo apresentado é bonito, vibrante e reforça a proposta mais contemplativa da experiência.

    No entanto, nem tudo funciona perfeitamente.

    Na versão de Nintendo Switch 2, existem alguns problemas técnicos que impactam a jogatina. Entre eles: Quedas de frame em momentos específicos, Pequenos glitches visuais, Sensação geral de falta de polimento na versão do novo console.

    Esses pontos não chegam a comprometer completamente a experiência, mas podem quebrar um pouco da imersão em determinados momentos.

    Outro detalhe que pode incomodar é a movimentação do personagem, que é mais lenta e, em alguns trechos, pode tornar a exploração um pouco cansativa.

    Uma experiência guiada pela narrativa

    Apesar dos problemas técnicos, OPUS: Prism Peak consegue se sustentar pela sua proposta.

    A experiência é claramente voltada para quem busca algo mais calmo, focado em narrativa e reflexão. O ritmo é mais lento, e o jogo não tem pressa em apresentar seus elementos. É aquele tipo de título que convida o jogador a observar, pensar e se envolver emocionalmente com a jornada.

    Por isso, ele pode não agradar quem busca ação constante, mas entrega muito bem aquilo que se propõe.

    Atenção: idioma pode ser uma grande barreira

    Um ponto importante para destacar é que o jogo não possui localização em português.

    Como a narrativa é um dos pilares da experiência — com bastante texto e escolhas ao longo da jornada — é fundamental ter conhecimento de inglês ou outro idioma disponível para aproveitar o jogo de forma completa.

    E sendo bem honestos, já estamos em 2026, então ver um jogo tão focado em história chegar sem localização em PT-BR acaba sendo uma ausência difícil de ignorar. Principalmente quando até produções menores e indies com orçamento mais modesto vêm fazendo esse esforço para conversar melhor com o público brasileiro. Em um título que quer emocionar pela escrita, deixar parte dessa audiência de fora é uma decisão que entristece.

    Vale a pena jogar OPUS: Prism Peak ?

    No geral, OPUS: Prism Peak é uma experiência que se destaca pela proposta.

    Mesmo com algumas falhas técnicas e pequenos incômodos na movimentação, o jogo entrega uma jornada envolvente, com mecânicas criativas e uma narrativa que prende pela curiosidade. Para quem gosta de jogos mais contemplativos, com uma pegada emocional e foco em história, é uma recomendação que vale a pena ficar de olho.

    Além disso, o título está com preço promocional até o dia 1º de maio, saindo por R$ 89,10 — um valor que torna a experiência ainda mais acessível para quem quiser dar uma chance.

    Como economizar na hora de comprar jogos em mídia digital do Nintendo Switch 2?

    A melhor forma de economizar na hora de comprar seus jogos em mídia digital é acumulando cash back que pode ser utilizado como desconto em futuras compras. E a loja indicada para isso é a nossa parceria NUUVEM. Comprando seu gift card na nuuvem você tem benefícios como: parcelamento no cartão de crédito, acúmulo de cash back para utilizar nas próximas compras no site e ainda pode presentear aquela pessoa tão querida com um voucher!

  • Estamos Jogando: Minishoot’ Adventures, Rotwood e Blue Prince

    Estamos Jogando: Minishoot’ Adventures, Rotwood e Blue Prince

    A última transmissão Indie World trouxe diversos anúncios interessantes, e três deles já chamaram nossa atenção aqui na equipe: Minishoot’ Adventures, Rotwood e Blue Prince.

    Os três títulos mostram bem a diversidade que os indies continuam trazendo para o ecossistema do Nintendo Switch 2: de exploração inspirada em clássicos, passando por ação cooperativa, até experiências de puzzle e progressão totalmente fora do comum.

    Minishoot’ Adventures

    Minishoot’ Adventures mistura dois gêneros bastante conhecidos: twin-stick shooter (um analógico movimenta e o outro atira) e metroidvania, mas com uma apresentação top-down que lembra bastante a ambientação clássica de Zelda.

    A proposta não chega a ser revolucionária. No jogo, tanto o protagonista quanto os inimigos são pequenas naves, mas a estrutura poderia funcionar facilmente com personagens segurando armas. Ainda assim, o título compensa essa simplicidade com uma execução muito competente.

    Explorar o mundo é extremamente prazeroso. O jogo conta com dungeons inspiradas em Zelda, mas com menos foco em puzzles e muito mais ação. Há também um sistema de evolução, que incentiva o jogador a tentar desafios opcionais repetidamente — como cavernas mais difíceis, enquanto ganha níveis e melhora suas chances de sucesso.

    Essa progressão cria aquele ciclo clássico de tentativa, erro e recompensa que deixa a experiência viciante.

    Outro ponto positivo é a acessibilidade: o jogo também chega ao Nintendo Switch por menos de 80 reais e oferece upgrade gratuito para o Switch 2.

    Rotwood

    Rotwood aposta em uma mistura interessante de ideias. O jogo combina a estrutura de dungeon crawlers com missões progressivamente mais difíceis com elementos de aleatoriedade típicos de roguelikes.

    Na prática, cada dungeon funciona como um pequeno roguelike dentro de uma estrutura maior. As fases são determinadas, existem chefes e a progressão é mais estruturada, sem aquela punição extrema de morrer e voltar tudo do zero.

    Isso faz com que o jogo seja acessível até para quem normalmente não gosta de roguelikes.

    Outro grande destaque é o modo cooperativo online para até quatro jogadores, além do suporte ao GameShare, permitindo que apenas uma pessoa compre o jogo e convide até três amigos para jogar juntos.

    Visualmente, o título também chama atenção. O estilo artístico lembra uma evolução do que vimos em Cult of the Lamb, com um visual bastante carismático e polido.

    Com boa conexão online e preço abaixo dos 100 reais, Rotwood é uma ótima opção de ação cooperativa no Switch 2.

    Blue Prince

    Se existe um indie que realmente foge do comum entre os três, esse jogo é Blue Prince.

    O título apresenta uma proposta de roguelike bastante diferente: o jogador explora uma mansão misteriosa onde cada porta e cada cômodo são gerados aleatoriamente.

    Mas aqui o foco não está em combate ou sistemas tradicionais do gênero. Em vez disso, a progressão acontece através de gerenciamento de recursos e resolução de puzzles.

    Durante a exploração, o jogador precisa administrar itens como chaves e gemas, que abrem portas específicas, enquanto tenta avançar pela mansão e compreender os mistérios por trás da narrativa.

    O visual também impressiona. O jogo apresenta um estilo cel-shading com iluminação muito bem trabalhada, reforçando a sensação de ser um verdadeiro “indie next-gen”.

    O reconhecimento também não veio por acaso: Blue Prince possui Metacritic 92, foi indicado a melhor indie do ano passado e, para muitos jogadores, foi simplesmente o melhor jogo de 2025.

    Em outras palavras, é um título que praticamente dispensa apresentações.

    Ficou ansioso para jogar algum dos lançamentos anunciados? Qual destes jogos indies chamou a sua atenção? Participe da conversa nos comentários e faça parte da comunidade!

    Economize mais de R$100 em jogos e até R$1000 na compra do seu Nintendo Switch nos grupos do NintendoBarato!

    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2. No site você encontra as ofertas organizadas, e nos grupos recebe alertas de cupons que derrubam ainda mais o preço. Tudo 100% oficial, feito para quem quer economizar de verdade.

  • Estamos jogando: Demon Slayer: The Hinokami Chronicles 2 – Eleva o nível no Switch, mas mantém simplicidade nos combates

    Adaptação fiel do anime com novos modos e conteúdo

    O Nintendo Switch recebe a sequência de um dos jogos mais comentados por fãs de anime nos últimos anos: Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Hinokami Chronicles 2. Desenvolvido pelo mesmo estúdio por trás da série Naruto Storm, o título promete expandir a experiência do primeiro jogo, trazendo mais modos, mais personagens e mais conteúdo para mergulhar no universo criado por Koyoharu Gotouge. A equipe Coelho no Japão já tem suas primeiras impressões com o game e você pode conferir na leitura desta matéria ou no vídeo a seguir:

    O que há de novo nesta sequência

    Para quem jogou o primeiro Hinokami Chronicles, a sequência já se apresenta com mais opções desde o início. Uma das adições mais úteis é o modo resumo, que traz cenas e batalhas pontuais para recapitular os principais eventos do primeiro jogo. Isso ajuda tanto quem jogou há muito tempo e quer refrescar a memória, quanto quem pulou a primeira experiência mas ainda assim quer entender a história.

    O modo história mantém a fórmula que consagrou o estúdio: sequências cinematográficas fiéis ao anime, intercaladas com combates dinâmicos que avançam a narrativa. A transição do enredo para a jogabilidade é fluida, e mesmo quem já conhece o desfecho dos arcos vai se divertir com a qualidade da adaptação.

    Hashiras e o modo treino com toque de roguelike

    Um dos destaques desta sequência é o novo modo de treino com os Hashiras — os espadachins mais poderosos da história. Aqui, o jogo se afasta um pouco da experiência puramente narrativa e aposta em algo mais experimental: um formato arcade com elementos de roguelike.

    A mecânica funciona assim: a cada confronto, você escolhe entre duas ou três batalhas possíveis, e cada vitória oferece bônus que alteram sua build, como aumento de dano, velocidade de movimento ou melhorias defensivas. Existem três níveis de dificuldade, cada um com mais lutas e inimigos mais fortes, e cada Hashira apresenta uma rota diferente para seguir. É um sistema que incentiva a experimentação e a rejogabilidade, e que, mesmo simples, acrescenta uma camada estratégica à experiência.

    Multiplayer e comunidade online

    O modo online mantém o foco em partidas casuais, com rankings mensais e uma pontuação geral permanente. Não há a pretensão de competir com jogos de luta de alto nível técnico como Street Fighter ou Tekken. Ainda assim, é possível se divertir contra jogadores do mundo todo.

    Vale mencionar que, no Nintendo Switch, parte da base de jogadores online é composta por japoneses, o que pode gerar algum lag devido à distância dos servidores. Porém, para quem busca apenas algumas partidas ocasionais, o desempenho é aceitável.

    Elenco e variações de personagens

    A sequência traz 46 personagens jogáveis, mas esse número não é tão direto quanto parece. Assim como em Naruto Storm, há variações do mesmo personagem com estilos de luta diferentes. Por exemplo, Tanjiro aparece em quatro versões, cada uma com golpes e habilidades distintas. Embora isso amplie o leque de opções, nem todos os personagens oferecem uma jogabilidade radicalmente diferente, o que pode deixar alguns jogadores com a sensação de repetição.

    Gameplay: simples e acessível, mas limitada para veteranos

    O sistema de combate segue a linha dos jogos de anime voltados para um público amplo: controles fáceis de aprender, combos simples de executar e foco no espetáculo visual das lutas. Isso torna o jogo muito acessível para novatos, mas pode frustrar jogadores que buscam profundidade técnica, pois muitos personagens compartilham padrões semelhantes e não exigem estratégias complexas para dominar.

    Do ponto de vista de fãs do anime, a simplicidade ajuda, pois permite que qualquer um entre rapidamente nas batalhas e reproduza momentos icônicos sem se preocupar com execuções complicadas.

    Desempenho no Nintendo Switch

    Imagem: Canal Hands On Power (Youtube)

    O Hinokami Chronicles 2 é mais ambicioso que seu antecessor, e isso se reflete no desempenho do Switch. O jogo roda a 30fps estáveis, o que garante fluidez suficiente para o gênero. No entanto, algumas cenas cinematográficas podem apresentar pequenas quedas ou perda de nitidez. No geral, o port é competente, preservando boa parte da qualidade visual mesmo nas limitações do hardware híbrido da Nintendo.

    Um ponto que ainda denuncia sua natureza de adaptação rápida é a física. Personagens podem se comportar de forma estranha ao colidir com paredes, e objetos quebráveis carecem de realismo, com animações simplificadas. Não chega a comprometer a diversão, mas é um detalhe que impede o jogo de alcançar maior refinamento técnico.

    E aí, vale a pena jogar Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Hinokami Chronicles 2 ?

    Se você é fã de Demon Slayer e quer vivenciar a história com visual e trilha de alta qualidade, The Hinokami Chronicles 2 é praticamente obrigatório. A adaptação é fiel, o conteúdo é generoso e há modos extras que ampliam a experiência.

    Por outro lado, se a sua expectativa é um jogo de luta competitivo, com profundidade e técnicas avançadas, talvez seja melhor buscar outras opções no catálogo do Switch. O título aposta no espetáculo e no carisma dos personagens, e não em sistemas de combate complexos.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Estamos jogando: UFO 50 – A coletânea retrô que revive a nostalgia dos anos 80 no Switch

    Estamos jogando: UFO 50 – A coletânea retrô que revive a nostalgia dos anos 80 no Switch

    50 jogos inéditos inspirados nos clássicos dos anos 80

    No universo dos jogos retrô, coleções que reúnem múltiplos títulos costumam ser um convite irresistível para os fãs de nostalgia. É exatamente essa proposta do UFO 50, lançado para Nintendo Switch, que traz uma coletânea de 50 jogos completos, inéditos, inspirados nos clássicos dos anos 80. A equipe Coelho no Japão está jogando o game e aqui nesta matéria nós exploramos o que torna essa coletânea tão especial, como funcionam suas mecânicas e por que ela pode ser essencial para quem ama o estilo retrô. Você também pode assistir no vídeo a seguir:

    O que é o UFO 50 e para quem ele foi feito?

    UFO 50 é uma coletânea que simula a sensação dos antigos cartuchos multicart com dezenas de jogos diferentes. Diferente de muitos títulos que oferecem apenas minigames, aqui temos 50 jogos completos, cada um com sua proposta única, desde plataformas, puzzles, shooters até jogos de stealth — tudo ambientado em um universo ficcional que remete aos anos 1982 a 1989. Essa faixa temporal não é apenas estética: o jogo incorpora características técnicas e estilísticas que recriam as limitações e o charme da época, como controles simples, física retrô e design gráfico pixelado.

    O título é indicado especialmente para jogadores que curtem o estilo retrô e desejam experimentar uma grande variedade de gêneros clássicos em um só pacote. A coletânea traz ainda multiplayer local para até 3 jogadores, o que a torna ideal para sessões com amigos e família, além de trazer todo o conteúdo em português, facilitando o acesso para o público brasileiro.

    Gameplay e mecânicas

    Cada um dos 50 jogos tem mecânicas próprias, muitas delas inspiradas em gêneros clássicos. Um dos destaques citados pela nossa equipe na coletânea é um título dentro do pacote chamado “Esquadrão Coruja”, que utiliza uma abordagem diferenciada: cada fase deve ser completada por um membro diferente da equipe, e cada personagem tem uma gameplay completamente distinta. Por exemplo, uma fase pode ser um shooter estilo gallery shooter, outra um jogo de stealth (furtivo) e outra um game 2D mais tradicional. Essa variação mantém o interesse alto, oferecendo sempre algo novo dentro da mesma coletânea.

    No entanto, é importante salientar que o UFO 50 não tenta modernizar controles ou física. Ao contrário, ele assume os prós e contras dos jogos dos anos 80, o que significa que jogadores acostumados a mecânicas contemporâneas podem sentir a rigidez e limitações típicas da época. Para os fãs do estilo, isso é um ponto positivo, pois reforça a autenticidade da experiência.

    Por que o UFO 50 é tão especial?

    Além da quantidade, a qualidade surpreende. Muitos jogos da coletânea apresentam conceitos criativos e desafiadores, o que justifica a nota 91 no Metacritic que o título recebeu. Nem todos os jogos podem agradar a todos, e alguns títulos podem parecer menos interessantes inicialmente, mas a variedade garante que há algo para cada tipo de jogador retrô.

    Outro diferencial é a localização completa em português, algo nem sempre comum em jogos indie e coletâneas, o que facilita a imersão do público brasileiro. A presença do multiplayer local para 2 a 3 jogadores também é um ponto forte, aumentando o potencial de diversão em grupo.

    Aspectos técnicos e conteúdo

    A coletânea foi desenvolvida com atenção aos detalhes para parecer que esses jogos realmente existiram naquela época, incluindo datas fictícias de lançamento para criar uma sensação de autenticidade. O design gráfico, som e música reforçam essa imersão na nostalgia dos anos 80.

    Além disso, a integração dos 50 jogos em uma única coletânea fictícia é bem feita, dando ao jogador a impressão de explorar um universo conectado, apesar da diversidade dos títulos.

    Mas e aí, vale a pena jogar UFO 50 no Nintendo Switch?

    Para fãs de jogos retrô e coleções multicart, UFO 50 é uma experiência imperdível no Nintendo Switch. A sensação de revisitar a era dos cartuchos com dezenas de jogos únicos, a atenção à autenticidade dos anos 80 e a diversidade de gêneros e estilos fazem deste título um pacote rico e divertido. Mesmo que alguns jogos não sejam tão cativantes, a coletânea como um todo justifica a exploração.

    Para quem busca algo moderno, talvez não seja a melhor escolha, mas para os amantes do retrô é uma viagem no tempo cheia de surpresas e desafios.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Estamos jogando: Wild Hearts S – uma ótima experiência no Switch 2

    Estamos jogando: Wild Hearts S – uma ótima experiência no Switch 2

    A mistura perfeita de Monster Hunter, Fortnite e Zelda no Switch 2

    Estamos trazendo as primeiras impressões de Wild Hearts S, exclusivo para Nintendo Switch 2, um jogo que promete combinar elementos de caça a monstros com construção estratégica em tempo real. Desenvolvido pela KOEI TECMO, ele se apresenta como uma alternativa refrescante para os fãs do gênero, oferecendo uma experiência que mistura referências famosas como Monster Hunter, Fortnite e Zelda, tudo ambientado em um universo místico japonês.

    Descubra o que faz Wild Hearts S ser uma aposta interessante e onde ele ainda pode melhorar.

    Um novo estilo de caçada

    Wild Hearts S coloca você no papel de um caçador em um universo de fantasia inspirado na cultura japonesa. Seu objetivo é simples: caçar monstros gigantes. Mas o caminho até eles envolve muito mais do que apenas força bruta. O sistema de combate é baseado em armas variadas, cada uma com estilo próprio, como já conhecemos em Monster Hunter. No entanto, o que diferencia Wild Hearts S está além do combate tradicional.

    Karakuris: criatividade no campo de batalha

    O principal diferencial do jogo é o uso dos Karakuris, construções que o jogador pode montar em tempo real durante as batalhas. Elas funcionam como trampolins, barreiras ou plataformas que abrem novas formas de atacar os monstros ou se defender. É como se Fortnite e Zelda: Tears of the Kingdom tivessem emprestado ideias para esse sistema, permitindo combinações criativas que vão muito além de apertar botões para bater. Aqui, estratégia e improviso caminham juntos.

    Assim como nos melhores jogos do gênero, Wild Hearts S conta com um sistema de coleta de itens para crafting. Você pode forjar e melhorar armas e armaduras, além de desbloquear habilidades específicas para cada tipo de equipamento. Isso amplia a rejogabilidade e recompensa quem mergulha fundo na caçada. A árvore de habilidades é vasta e permite personalizar o estilo de combate de forma interessante, agradando jogadores que gostam de experimentar diferentes builds.

    Modo multiplayer é honesto e cumpre seu papel na proposta do game

    O modo online é uma das grandes surpresas. Assim como em Monster Hunter, caçar em grupo é muito mais divertido, e a performance do multiplayer em Wild Hearts S impressiona: sem travamentos, sem quedas, e com uma boa sincronia entre os jogadores. A experiência cooperativa não é só recomendada — é a melhor forma de aproveitar o jogo.

    Um ponto importante: esperávamos mais dos visuais do game

    Se há uma decepção em Wild Hearts S, ela está no visual. Apesar de rodar a 60 FPS estáveis, os gráficos ficam abaixo do que o Switch 2 pode entregar, parecendo mais um jogo de Switch 1 bem otimizado. Além disso, o design de algumas criaturas é questionável, podendo desagradar parte do público que busca um estilo mais refinado ou coerente com o tema do jogo. O mundo é funcional, mas carece de impacto visual.

    Outro ponto que pode dividir opiniões é a curva de aprendizado do sistema de construções. Para jogadores mais casuais ou acostumados com combates diretos, a mecânica dos caracuris pode parecer confusa ou desnecessária no início. O jogo exige um tempo para entender como cada estrutura influencia a dinâmica da batalha — o que pode afastar quem busca uma experiência mais acessível.

    Mas e ai, vale a pena jogar?

    No geral, Wild Hearts S surge como uma aposta criativa para os fãs do gênero de caça a monstros, trazendo elementos inovadores que o diferenciam de seus concorrentes, mesmo que ainda tenha pontos a melhorar, principalmente no aspecto visual e na acessibilidade para novos jogadores.

    Será interessante acompanhar como ele evoluirá com atualizações e, claro, aguardar uma análise mais completa com o tempo. E você, já está animado para essa nova caça? Conte para nós!

    Como economizar na hora de comprar jogos em mídia digital do Nintendo Switch 2?

    Compre Wild Hearts S com um gift card Nintendo na Nuuvem — que não é só nossa parceira, mas também o braço digital oficial da Nintendo no Brasil. Na Nuuvem, você tem vantagens como parcelamento no cartão de crédito, cashback acumulativo para usar nas próximas compras e a praticidade de poder presentear alguém com um voucher digital.

    Uma forma prática e vantajosa de manter sua biblioteca sempre atualizada!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Yoozen, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Estamos jogando: Killer Inn – O novo jogo de investigação da Square Enix

    Estamos jogando: Killer Inn – O novo jogo de investigação da Square Enix

    Killer Inn é um jogo de investigação e mistério com muitos momentos de tensão

    Nós recebemos um convite da Square Enix para o teste beta fechado de seu novo lançamento, Killer Inn. Um jogo que promete uma experiência inusitada ao combinar elementos de jogos sociais como Among Us com tiroteios, pistas e upgrades de armamento em um ambiente misterioso: um hotel.

    Ainda sem data de lançamento confirmada, o game surpreende pela proposta criativa, mas também apresenta pontos que precisam ser melhor polidos antes de chegar ao público final.

    Quer saber um pouco mais sobre nossa experiência com o game? Continue a leitura desta análise e visite a página do game na steam para mais informações técnicas.

    Um hotel cheio de segredos… e tiroteios

    Killer Inn coloca o jogador em um ambiente aparentemente comum — um hotel e seus arredores — mas que rapidamente se revela palco para uma batalha de desconfiança e sobrevivência. Ao início da partida, é possível escolher entre diferentes personagens, cada um com aparência própria e atributos. No entanto, durante os testes, percebemos que essas características não influenciam o gameplay de forma prática, já que todos usam as mesmas armas e mecânicas básicas.

    O jogo funciona por rodadas, com dois papéis principais: ovelhas (os inocentes) e lobos (os impostores). As ovelhas devem encontrar chaves e ativar alavancas espalhadas pelo mapa para cumprir missões, enquanto os lobos têm como objetivo sabotar esses esforços, desativar alavancas e eliminar oponentes sem serem descobertos. O jogo se destaca por adicionar camadas à dedução social, oferecendo elementos como combate armado, pistas físicas e punições severas para acusações erradas.

    Estratégia, pistas e consequências

    A principal inovação de Killer Inn está na forma como lida com as pistas. Quando um lobo elimina uma ovelha, o corpo da vítima deixa rastros — como a cor do cabelo ou da roupa — que podem ser coletados pelas ovelhas restantes para tentar descobrir a identidade do assassino. Essa mecânica nos lembrou vagamente o estilo investigativo de jogos como Project Winter ou Unfortunate Spacemen, mas aqui o tempo é precioso e os riscos são altos.

    Se uma ovelha acusar e matar outra ovelha por engano, é eliminada da partida. Isso adiciona um peso extra à dedução: não basta apenas desconfiar — é preciso observar, juntar pistas, confirmar hipóteses. Em nossos testes, essa mecânica gerou tensão e até momentos de frustração, mas também recompensas quando a dedução era certeira. Essa combinação de combate e investigação coloca o jogo em uma posição única entre os multiplayer sociais.

    Armas, upgrades e o gerente do hotel

    Ao contrário de jogos de dedução clássicos, aqui há armas — e elas importam. É possível encontrar munição, granadas, armaduras e até poções pelo cenário, o que dá um toque de battle royale light ao ambiente. Há tiroteios frequentes entre ovelhas e lobos, e até entre ovelhas entre si, o que pode gerar confusões hilárias ou desastrosas.

    Outro destaque é a possibilidade de upar armas e armaduras. Isso é feito falando com NPCs dentro do hotel, como o gerente, o que adiciona mais uma camada estratégica: você pode tentar melhorar seu equipamento durante a partida, correndo o risco de ser pego fora de posição, ou focar apenas nas missões principais. A ambientação no hotel, somada aos upgrades, reforça o clima de paranoia e constante movimento.

    O que achamos até agora:

    Durante nossos testes, o jogo mostrou potencial, mas também algumas dificuldades. A curva de aprendizado não é tão clara quanto deveria: nos sentimos perdidos por um bom tempo até entender as dinâmicas básicas. Itens e armas podem ser encontrados pelo mapa ou adquiridos, mas essa lógica ainda precisa de refinamento — principalmente com relação à acessibilidade e clareza.

    Problemas técnicos também marcaram a experiência. Tivemos dificuldade com o áudio logo no início, o que exigiu reinício da partida. Além disso, não conseguimos explorar todo o sistema de armas por falta de explicação no jogo e pouco tempo disponível para testes.

    Apesar disso, a impressão geral foi positiva. Killer Inn é um jogo com personalidade, boas ideias e um clima perfeito para quem gosta de dedução e tensão em grupo. Acreditamos que o título será muito melhor aproveitado em lobbys privados com amigos, onde o caos se transforma em diversão garantida. Ainda não há uma data de lançamento ou informações sobre o preço, mas um beta está nos planos — e estamos curiosos para ver o que vem por aí.

    Vale a pena ficar de olho?

    Killer Inn pode não reinventar o gênero da dedução social, mas sem dúvida adiciona armas pesadas à equação — literalmente. O resultado é um jogo divertido, caótico e promissor, principalmente para quem busca novas formas de jogar com amigos. Ainda há arestas a serem polidas, mas com uma boa comunicação da equipe e ajustes técnicos, o jogo pode sim encontrar seu espaço no mercado. Em um cenário dominado por jogos de ação, Killer Inn tenta oferecer uma mistura ideal com as mecânicas de dedução — e isso por si só já é merece seu tempo.

    Na Steam, Killer Inn já conta com uma página oficial que pode ser adicionada à sua lista de desejos. Embora o jogo ainda não tenha uma data de lançamento confirmada, os desenvolvedores prometem novidades em breve — incluindo testes beta abertos ao público.

    Se você curte experiências multiplayer com dedução, ação e muito caos, vale ficar de olho por lá para não perder futuras atualizações.

    Por enquanto, Killer Inn está disponível apenas na Steam, com versões confirmadas para PC. Mas será que o jogo pode chegar a outras plataformas no futuro? Fica aí a dúvida! Vamos ficar de olho nos próximos anúncios dos desenvolvedores e, se rolar uma versão para Nintendo Switch, você vai saber por aqui — pode contar com a gente!

    Está gostando do nosso trabalho no Coelho News?

    Se curtiu essa análise, já aproveita para seguir o @rodrigocoelhoc nas redes sociais, onde rolam novidades, promoções e bastidores do mundo Nintendo quase todo dia. No Instagram, o perfil @coelhonewsfeed traz as principais notícias no seu feed. E se quiser trocar ideia direto com a galera que também ama economizar nos games, entra nos nossos grupos do Discord — a comunidade tá sempre ligada nas melhores oportunidades pra quem joga no Switch!