A mistura perfeita de Monster Hunter, Fortnite e Zelda no Switch 2

Estamos trazendo as primeiras impressões de Wild Hearts S, exclusivo para Nintendo Switch 2, um jogo que promete combinar elementos de caça a monstros com construção estratégica em tempo real. Desenvolvido pela KOEI TECMO, ele se apresenta como uma alternativa refrescante para os fãs do gênero, oferecendo uma experiência que mistura referências famosas como Monster Hunter, Fortnite e Zelda, tudo ambientado em um universo místico japonês.
Descubra o que faz Wild Hearts S ser uma aposta interessante e onde ele ainda pode melhorar.
Um novo estilo de caçada

Wild Hearts S coloca você no papel de um caçador em um universo de fantasia inspirado na cultura japonesa. Seu objetivo é simples: caçar monstros gigantes. Mas o caminho até eles envolve muito mais do que apenas força bruta. O sistema de combate é baseado em armas variadas, cada uma com estilo próprio, como já conhecemos em Monster Hunter. No entanto, o que diferencia Wild Hearts S está além do combate tradicional.
Karakuris: criatividade no campo de batalha

O principal diferencial do jogo é o uso dos Karakuris, construções que o jogador pode montar em tempo real durante as batalhas. Elas funcionam como trampolins, barreiras ou plataformas que abrem novas formas de atacar os monstros ou se defender. É como se Fortnite e Zelda: Tears of the Kingdom tivessem emprestado ideias para esse sistema, permitindo combinações criativas que vão muito além de apertar botões para bater. Aqui, estratégia e improviso caminham juntos.
Assim como nos melhores jogos do gênero, Wild Hearts S conta com um sistema de coleta de itens para crafting. Você pode forjar e melhorar armas e armaduras, além de desbloquear habilidades específicas para cada tipo de equipamento. Isso amplia a rejogabilidade e recompensa quem mergulha fundo na caçada. A árvore de habilidades é vasta e permite personalizar o estilo de combate de forma interessante, agradando jogadores que gostam de experimentar diferentes builds.
Modo multiplayer é honesto e cumpre seu papel na proposta do game

O modo online é uma das grandes surpresas. Assim como em Monster Hunter, caçar em grupo é muito mais divertido, e a performance do multiplayer em Wild Hearts S impressiona: sem travamentos, sem quedas, e com uma boa sincronia entre os jogadores. A experiência cooperativa não é só recomendada — é a melhor forma de aproveitar o jogo.
Um ponto importante: esperávamos mais dos visuais do game

Se há uma decepção em Wild Hearts S, ela está no visual. Apesar de rodar a 60 FPS estáveis, os gráficos ficam abaixo do que o Switch 2 pode entregar, parecendo mais um jogo de Switch 1 bem otimizado. Além disso, o design de algumas criaturas é questionável, podendo desagradar parte do público que busca um estilo mais refinado ou coerente com o tema do jogo. O mundo é funcional, mas carece de impacto visual.
Outro ponto que pode dividir opiniões é a curva de aprendizado do sistema de construções. Para jogadores mais casuais ou acostumados com combates diretos, a mecânica dos caracuris pode parecer confusa ou desnecessária no início. O jogo exige um tempo para entender como cada estrutura influencia a dinâmica da batalha — o que pode afastar quem busca uma experiência mais acessível.
Mas e ai, vale a pena jogar?

No geral, Wild Hearts S surge como uma aposta criativa para os fãs do gênero de caça a monstros, trazendo elementos inovadores que o diferenciam de seus concorrentes, mesmo que ainda tenha pontos a melhorar, principalmente no aspecto visual e na acessibilidade para novos jogadores.
Será interessante acompanhar como ele evoluirá com atualizações e, claro, aguardar uma análise mais completa com o tempo. E você, já está animado para essa nova caça? Conte para nós!
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Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Yoozen, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
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