O aguardado Yoshi and the Mysterious Book consolidou sua popularidade no Japão ao entrar oficialmente no Top 10 dos jogos mais desejados pelos leitores da revista Famitsu. Na votação divulgada em 12 de abril de 2026, o título estreou na 9ª posição, impulsionado pelo entusiasmo em torno do novo console da Nintendo.
Por que a expectativa por Yoshi está crescendo no Japão?
De acordo com os dados da Famitsu, a ascensão de Yoshi and the Mysterious Book reflete o interesse do público japonês em mecânicas inovadoras. O jogo, que transporta o dinossauro para dentro de um livro de contos, tem gerado curiosidade por seu estilo visual único e novas formas de interação, embora detalhes mais técnicos de mecânicas ainda não tenham sido revelados.
O domínio da Nintendo e do Switch 2 entre os jogadores
Além do destaque para Yoshi, o ranking atual é liderado por Pokemon Winds / Waves, que desbancou Pragmata da Capcom após meses de soberania. A lista demonstra uma transição clara de interesse para a nova geração de consoles, com diversos títulos exclusivos do sucessor do Switch ocupando as primeiras colocações.
A presença massiva de propriedades intelectuais da Nintendo no topo da lista reforça a fidelidade da base de fãs local. Títulos como Tomodachi Life e Splatoon também figuram entre as experiências mais aguardadas para o novo ecossistema da empresa.
Ranking dos 10 jogos mais desejados da Famitsu (Abril 2026)
Se curtiu essa notícia, já aproveita para seguir o @rodrigocoelhoc nas redes sociais, onde rolam novidades, promoções e bastidores do mundo Nintendo quase todo dia. No Instagram, o perfil @coelhonewsfeed traz as principais notícias no seu feed. E se quiser trocar ideia direto com a galera que também ama economizar nos games, entre nos nossos grupos do Discord — a comunidade tá sempre ligada nas melhores oportunidades pra quem joga no Switch!
Os bastidores dos estúdios que moldam os maiores sucessos da Big N
Quando pensamos em Nintendo, a imagem que vem à cabeça geralmente envolve os grandes ícones: Mario saltando por plataformas coloridas, Link explorando templos ancestrais, ou um grupo de Inkling dominando uma partida de Splatoon. Mas por trás desses jogos existe uma organização interna que nem sempre aparece nas notícias: os EPDs — Entertainment Planning & Development — os estúdios “secretos” da Big N.
Nesta matéria explicamos o que são os EPDs, quem são os nomes por trás deles, como funcionam as relações com estúdios externos e o que isso significa para o futuro das franquias — especialmente num momento em que a Nintendo já lançou o Switch 2 e segue trabalhando em novos títulos.
Por que alguns estúdios da Nintendo são “secretos”?
A Nintendo é famosa por sua cultura de sigilo. Mesmo convidados e parceiros que visitam os prédios em Tóquio muitas vezes são recebidos apenas na entrada: as portas reais dos times de desenvolvimento permanecem fechadas. O motivo é simples e estratégico: evitar vazamentos e proteger projetos em andamento.
Mas “segredo” aqui não quer dizer desorganização. Pelo contrário: os EPDs são estruturas internas bem definidas que supervisionam criações internas e parcerias externas, garantindo que títulos feitos fora da Nintendo preservem o chamado DNA Nintendo — ou seja, a sensação, o polimento e a qualidade que a empresa exige.
Estrutura e liderança: quem manda nisso tudo?
Acima das EPDs existe uma governança clara. Shinya Takahashi é o nome mais citado como supervisor geral das divisões de desenvolvimento; sua função é coordenar estratégias e manter a coerência entre equipes. Outro rosto recorrente nas apresentações é Yoshiaki Koizumi, figura central nas Nintendo Directs e com histórico de produção em jogos de peso.
Vale também mencionar lendas da casa quando o assunto é história da Nintendo: Shigeru Miyamoto (pai de Mario e Zelda) continua sendo uma referência criativa, e pessoas como Satoru Iwata e Takashi Tezuka aparecem com frequência nas memórias e nos créditos da companhia.
Quem faz o quê: um mapa prático das EPDs numeradas
A Nintendo tem (ao menos) 10 EPDs numeradas, cada uma com funções e especialidades. Confira uma relação com informações que sabemos sobre algumas das EPDs e seus projetos:
EPD1 & EPD2 — Co-produção (agora unidas como Coproduction)
Historicamente EPD1 e EPD2 atuavam como divisões que prestavam suporte a desenvolvedores externos e a estúdios parceirizados. Em 2020 houve uma reorganização e boa parte das responsabilidades foi consolidada — daí o apelido que a comunidade deu: Coproduction.
Essas equipes ajudaram em títulos como Bayonetta, Astral Chain, Kirby Star Allies e várias entradas de Fire Emblem e Xenoblade. Seu trabalho tende a se concentrar tanto em estúdios japoneses próximos à Nintendo quanto em parceiros fora do Japão.
O que esperar deles: apoio contínuo a projetos third-party e supervisão em ports/colaborações (por exemplo, participações em Kirby Air Riders 2 e outros projetos em que a Nintendo atua como parceira criativa).
EPD3 — A casa de The Legend of Zelda
Quando falamos em Zelda, pensamos diretamente na EPD3. Essa divisão supervisiona a linha principal — de Breath of the Wild a Tears of the Kingdom — e gerencia remakes, ports e spin-offs relacionados ao universo de Zelda. O produtor mais associado à franquia é Eiji Aonuma.
Observação: a EPD3 é uma das poucas que atua quase que exclusivamente em uma franquia, assumindo o papel de guardiã criativa.
EPD4 — Laboratório experimental
A EPD4 é o laboratório de ideias inusitadas da Nintendo: Nintendo Labo, Game Builder Garage, Ring Fit Adventure e Switch Sports surgiram daqui. É um time que mistura inovação de produto com jogos e experiências interativas — e isso gera tanto sucessos massivos quanto apostas arriscadas.
EPD5 — Splatoon e Animal Crossing
Times centrais para os fenômenos sociais mais recentes da Nintendo. Nomes como Hisashi Nogami e Aya Kyogoku estão associados às franquias e às decisões de design que fizeram desses jogos enormes sucessos globais. A EPD5 continua trabalhando em spin-offs e em novas entradas principais.
EPD6 — Suporte a estúdios adquiridos e supervisionamento de remakes
A EPD6 é quem frequentemente supervisiona projetos de estúdios adquiridos pela Nintendo — como a Retro Studios e a Next Level Games — e cuida de remasterizações e ports. Ela também costuma ser chamada para zelar pelo DNA das franquias quando há transferências de propriedade ou terceirizações.
EPD7 — O time de Yoshio Sakamoto
Associada a nomes como Yoshio Sakamoto, essa divisão tem um histórico ligado a Metroid e a projetos que às vezes são co-desenvolvidos com parceiros externos (por exemplo, MercurySteam em Metroid Dread). A EPD7 também foi vista atuando em relançamentos e remakes de jogos cult.
EPD8 — Mario 3D e Donkey Kong
Responsável por experiências 3D como Super Mario Odyssey e por títulos do universo Donkey Kong. Nomes ligados a direções técnicas e artísticas importantes passaram por aqui, e a EPD8 é um dos estúdios mais valorizados quando se fala em grandes produções 3D da Nintendo.
EPD9 — Mario Kart (e Arms)
O estúdio por trás da franquia Mario Kart, um dos maiores system-sellers da história da Nintendo. Também desenvolveu Arms e permanece como peça-chave da estratégia multiplayer e de impacto comercial da empresa.
EPD10 — A casa de Takashi Tezuka (Mario 2D e Pikmin)
Com uma longa tradição que remonta às origens do Super Mario e Zelda, a EPD10 abriga nomes veteranos como Takashi Tezuka e é responsável por títulos 2D do universo Mario e por séries como Pikmin. É também um espaço onde diretores em ascensão aprendem com gerações anteriores.
Como os EPDs lidam com estúdios externos
Uma parte essencial do trabalho das EPDs é a co-produção: supervisionar, orientar e, quando necessário, intervir em projetos desenvolvidos por estúdios terceirizados. Exemplos claros são a atuação junto à Platinum Games (Astral Chain), MercurySteam (Metroid Dread) e a cooperação com estúdios internos-externos como a HAL Laboratory (histórica parceira nos jogos Kirby e outros projetos).
O HAL Laboratory foi de extrema importância no desenvolvimento dessa franquia clássica do Nintendo 64 – Pokémon Stadium
A lógica é preservar experiência e valores da marca. Quando a Nintendo contrata ou firma parceria, ela não está apenas entregando um logotipo: delega tarefas, mas mantém um time que zela pela visão do produto.
Por que às vezes uma franquia “some” por anos?
Muitos fãs estranham intervalos longos entre lançamentos — Metroid é o exemplo clássico, com décadas entre algumas entradas principais. A explicação frequentemente é prática: o estúdio que fazia determinado jogo deixou de operar ou mudou o foco, e a Nintendo precisa localizar, treinar ou reestruturar equipes para reassumir a franquia sem perder qualidade.
É um processo deliberado: a Big N prefere prazos maiores e um produto polido a lançamentos apressados que possam danificar a marca.
💡 Resumindo os principais pontos:
EPDs são divisões internas, não estúdios externos: elas zelam pela visão criativa da Nintendo.
Existem estúdios que supervisionam franquias específicas (por exemplo, EPD3 para Zelda; EPD9 para Mario Kart).
A Nintendo colabora muito com terceiros, mas mantém equipes internas que supervisionam qualidade e identidade.
Sigilo e hierarquia: visitas aos prédios da Nintendo não significam acesso aos times de desenvolvimento.
Mudanças de estúdio explicam ausências longas de certas franquias no calendário de lançamentos.
O que isso significa para o Switch 2 e além?
Com o lançamento do Switch 2, a importância de estúdios internos que sabem traduzir a visão Nintendo para o novo hardware só aumentou. Alguns EPDs provavelmente lideram ajustes técnicos e supervisões de portabilidade, enquanto outros se concentram em tirar proveito das novas capacidades do console para reinventar franqui as tradicionais.
Além disso, a existência de EPDs focadas em co-produção acelera o pipeline: em vez de criar tudo do zero, a Nintendo pode confiar em parceiros enquanto mantém equipes internas de supervisão para garantir qualidade.
Os chamados “estúdios secretos” da Nintendo são menos um enigma e mais um sinal de organização. Por trás do mistério há estruturas pensadas para proteger ideias, treinar talentos e manter um padrão: o DNA Nintendo.
Entender quem é quem entre as EPDs ajuda a decifrar rumores, a interpretar anúncios e a fazer apostas mais informadas sobre quais franquias devem aparecer em breve — seja um remake, um novo título principal ou uma parceria inesperada.
Se você gostou deste conteúdo, deixe nos comentários qual EPD você acha mais interessante — e qual franquia você quer ver voltar com força total no Switch 2.
Garanta o seu Nintendo Switch 2 pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!
O Nintendo Switch 2 já está entre nós! E participando dos grupos do Nintendo Barato, você consegue acompanhar em tempo real os estoques e pagar menos para adquirir o seu novo console.
A coletânea Patapon 1+2 Replay chegou ao Nintendo Switch trazendo de volta dois dos títulos mais criativos do catálogo do PSP. Combinando estratégia em tempo real com ritmo musical, o jogo reaparece em nova casa com visuais renovados, mas sem atualizar todos os aspectos esperados para um relançamento em 2025.
A equipe do Coelho no Japão já está aproveitando a chegada de Patapon 1+2 Replay no Nintendo Switch para revisitar essa pérola do PSP e nesse artigo vamos falar um pouco mais sobre o game. Você também pode assistir no vídeo a seguir:
Patapon nasceu em 2007 como um exclusivo de PlayStation Portable e logo conquistou fãs por seu estilo único: uma mistura de RTS (estratégia em tempo real) com jogo de ritmo. Agora, com o lançamento de Patapon 1+2 Replay, os dois primeiros jogos da série chegam ao Switch com visual retrabalhado — finalmente acessível ao público Nintendo.
O título funciona com uma proposta inusitada: em vez de controlar personagens diretamente, o jogador emite comandos em forma de batidas de tambor. Ao apertar sequências de botões no ritmo certo — como Y, Y, A, Y — os patapons avançam, atacam ou se defendem, cantando e dançando conforme suas ordens. É um sistema que exige concentração e timing, mas que recompensa com carisma e estratégia bem dosadas.
Leve na forma, profundo na essência
Apesar do visual colorido e dos personagens fofinhos, o jogo tem bastante profundidade. À medida que o jogador avança, novos comandos são desbloqueados, mais unidades são adicionadas ao exército, e equipamentos variados podem ser obtidos ao revisitar missões. O loop de gameplay gira em torno de testar estratégias, montar um grupo eficiente e executar tudo no ritmo certo. Acertar a sequência várias vezes ativa combos, aumentando a eficácia das ações e a imersão no universo tribal dos patapons.
A dificuldade está mais no ritmo do que no combate em si. O desafio é manter o tempo certo, interpretar a situação corretamente e adaptar sua sequência de comandos conforme a batalha se desenrola. A mistura de ritmo com planejamento estratégico é única e funciona muito bem até hoje.
Remaster com brilho e algumas falhas
Visualmente, a coletânea é competente. Os gráficos foram atualizados com boa definição e preservam o estilo artístico original. A trilha sonora continua excelente, com músicas contagiantes que se entrelaçam perfeitamente com a mecânica rítmica.
No entanto, alguns pontos decepcionam. As cutscenes não foram atualizadas e os efeitos sonoros ainda parecem comprimidos, com qualidade datada herdada do PSP. A sensação é de que houve um polimento visual, mas o áudio — parte essencial do jogo — não recebeu o mesmo cuidado.
Outro ponto a considerar é o multiplayer local de Patapon 2, que exige dois consoles e duas cópias do jogo. Sem opção de online ou tela dividida, o modo acaba sendo inacessível para a maioria.
Vale a pena comprar PATAPON 1+2 REPLAY ?
Patapon 1+2 Replay continua sendo uma experiência divertida, diferente de tudo que há no catálogo do Switch. Mas por R$170 no lançamento, fica a sensação de que o pacote poderia ter sido mais completo. Ainda assim, vale a pena para fãs da série ou para quem busca algo fora do comum no gênero de estratégia.
A pergunta que fica é: será que veremos Patapon 3 com um tratamento à altura?
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
A escolha do elenco em Mario Kart World foi feita para “refinar” a identidade do jogo, focando apenas em personagens do universo Mario
O recém-lançado Mario Kart World, exclusivo do Nintendo Switch 2, trouxe um elenco robusto de personagens e várias skins (popularmente conhecidas como roupinhas, haha) inéditas — mas também chamou atenção por deixar de fora figuras queridas de outras franquias da Nintendo. Personagens como Link e Isabelle, que marcaram presença em Mario Kart 8 Deluxe, estão ausentes, o que gerou curiosidade entre os fãs.
“Teria parecido inadequado adicionar personagens de outros jogos a este universo”
Kosuke Yabuki
Em entrevista ao portal francês Ouest-France, o produtor Kosuke Yabuki explicou a decisão: segundo ele, o time acreditava que o novo elenco já era completo o suficiente apenas com personagens do universo Mario.
Para a equipe, o foco em Mario e seus amigos bastava para entregar uma experiência rica e coerente.
Imagem: Kosuke Yabuki durante a Ask the Developer Vol. 18: Mario Kart World — Part 1
A declaração reforça a intenção da Nintendo de manter Mario Kart World como um jogo enraizado nas origens da franquia. Em outro material oficial da Nintendo, a série “Ask the Developer”, os criadores revelaram entusiasmo com a inclusão de figuras curiosas como a Vaca — e a recepção calorosa dos fãs ao elenco 100% Mario “surpreendeu” os próprios desenvolvedores.
Resta saber se a comunidade continuará abraçando esse retorno à “pureza” da franquia ou se a pressão popular trará os crossovers de volta.
Onde comprar Mario Kart World em mídia física com desconto?
Se você está procurando o melhor preço para garantir Mario Kart World em mídia física, a dica é ficar de olho nos nossos grupos do Nintendo Barato. Por lá, compartilhamos diariamente promoções de confiança em lojas como Amazon, Kabum, Mercado Livre e outras — e quem já estava nos grupos conseguiu aproveitar descontos relâmpago toda vez que são divulgados!