Segundo o último relatório fiscal da Nintendo, nos últimos três meses, a família Nintendo Switch 1 vendeu 970 mil unidades em todo o mundo, mostrando que ainda mantém relevância mesmo após o lançamento do Switch 2. O modelo OLED liderou as vendas com 520 mil unidades, representando 53,6% do total, seguido pelo Switch Lite com 230 mil unidades (23,7%) e o modelo padrão com 220 mil unidades (22,7%).
🔴Quase 1 milhão em 3 meses! Estes são os números do Nintendo Switch 1 no último trimestre:
Mesmo com o Switch 2 já no mercado, a primeira geração ainda vendeu 970 mil unidades no último trimestre. 🔥 pic.twitter.com/La8ZPezjcj
— Coelho no Japão 🇯🇵🇧🇷👾⛩- NintendoBarato.com.br (@rodrigocoelhoc) August 1, 2025
Embora as vendas tenham caído 53,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram comercializadas 2,1 milhões de unidades, o Switch 1 continua se aproximando de marcos históricos. Com 153,1 milhões de consoles vendidos no total, está prestes a superar o Nintendo DS (154,02 milhões) como o console portátil mais vendido da Nintendo.
A estratégia da Nintendo tem sido manter o Switch 1 no mercado como opção mais acessível, especialmente em regiões onde o Switch 2 ainda não chegou com força total, e o catálogo robusto de jogos continua atraindo novos compradores.
Vale destacar que a Nintendo ajustou recentemente os preços dos modelos Switch 1 nos EUA, com aumentos que variam entre US$30 e US$50 dependendo do modelo. Esse movimento pode impactar as vendas nos próximos trimestres, especialmente com a crescente disponibilidade do Switch 2 no mercado.
Nintendo alerta sobre uso de Switch e Switch 2 em temperaturas extremas
A Nintendo emitiu um comunicado alertando os jogadores sobre os riscos de utilizar os consoles Switch e Switch 2 em temperaturas extremas. O aviso recomenda evitar ambientes com temperaturas abaixo de 5°C ou acima de 35°C, faixa considerada ideal para o funcionamento seguro dos dispositivos.
O alerta surge em um momento em que o Japão registra temperaturas recordes, atingindo 41,2°C nesta semana. Quando expostos ao calor excessivo, os consoles podem apresentar superaquecimento, resultando em travamentos, mensagens de erro ou desligamento automático como medida de proteção. Por outro lado, em temperaturas muito baixas, há risco de condensação interna ao levar o console de um ambiente frio para um mais quente.
A Nintendo recomenda utilizar os consoles em locais ventilados, longe da luz solar direta, especialmente durante sessões prolongadas de jogo. Para o Switch 2 no modo dock, é importante verificar se as entradas de ar não estão obstruídas. Jogadores que usam os sistemas ao ar livre devem ter cuidado redobrado em dias de calor intenso.
Relatos de usuários indicam que o Switch 2 pode atingir temperaturas próximas a 47°C quando usado em condições inadequadas, mesmo em jogos menos exigentes. Apesar dos mecanismos de proteção térmica, a exposição prolongada a temperaturas extremas pode reduzir a vida útil da bateria e afetar componentes internos.
A empresa orienta os usuários que enfrentarem problemas persistentes a entrar em contato com o suporte oficial. O manual do usuário de ambos os consoles já trazia recomendações sobre o uso em temperaturas adequadas, mas a Nintendo reforçou o alerta diante das condições climáticas extremas em várias regiões do mundo.
Está gostando do nosso trabalho no Coelho News?
Se curtiu essa notícia, já aproveita para seguir o @rodrigocoelhoc nas redes sociais, onde rolam novidades, promoções e bastidores do mundo Nintendo quase todo dia. No Instagram, o perfil @coelhonewsfeed traz as principais notícias no seu feed. E se quiser trocar ideia direto com a galera que também ama economizar nos games, entra nos nossos grupos do Discord — a comunidade tá sempre ligada nas melhores oportunidades pra quem joga no Switch!
A Nintendo of America confirmou que os consoles da família Switch 1 terão reajuste de preços a partir de 3 de agosto de 2025. As novas tarifas já estão em vigor na rede Target nos EUA, com aumentos significativos em todos os modelos:
Switch OLED: passa de US$ 349,99 para US$ 399,99 (+US$ 50)
Switch padrão: sobe de US$ 299,99 para US$ 339,99 (+US$ 40)
Switch Lite: ajustado de US$ 199,99 para US$ 229,99 (+US$ 30)
Nintendo Switch consoles price increase are already in effect at Target:Switch OLED – $399.99Non-OLED – $339.99Switch Lite – $229.99 buff.ly/aul4yVc
O comunicado da Nintendo atribui o reajuste a “condições de mercado”, seguindo tendência já observada com PS5 e Xbox. A medida acompanha aumento similar anunciado pela Nintendo of Canada para 1º de agosto.
No entanto, alguns acessórios do Switch 1 e amiibos também terão reajuste. Especialistas apontam que as oscilações nas tarifas de importação nos EUA podem levar a novos aumentos no futuro.
O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.
A coletânea Patapon 1+2 Replay chegou ao Nintendo Switch trazendo de volta dois dos títulos mais criativos do catálogo do PSP. Combinando estratégia em tempo real com ritmo musical, o jogo reaparece em nova casa com visuais renovados, mas sem atualizar todos os aspectos esperados para um relançamento em 2025.
A equipe do Coelho no Japão já está aproveitando a chegada de Patapon 1+2 Replay no Nintendo Switch para revisitar essa pérola do PSP e nesse artigo vamos falar um pouco mais sobre o game. Você também pode assistir no vídeo a seguir:
Patapon nasceu em 2007 como um exclusivo de PlayStation Portable e logo conquistou fãs por seu estilo único: uma mistura de RTS (estratégia em tempo real) com jogo de ritmo. Agora, com o lançamento de Patapon 1+2 Replay, os dois primeiros jogos da série chegam ao Switch com visual retrabalhado — finalmente acessível ao público Nintendo.
O título funciona com uma proposta inusitada: em vez de controlar personagens diretamente, o jogador emite comandos em forma de batidas de tambor. Ao apertar sequências de botões no ritmo certo — como Y, Y, A, Y — os patapons avançam, atacam ou se defendem, cantando e dançando conforme suas ordens. É um sistema que exige concentração e timing, mas que recompensa com carisma e estratégia bem dosadas.
Leve na forma, profundo na essência
Apesar do visual colorido e dos personagens fofinhos, o jogo tem bastante profundidade. À medida que o jogador avança, novos comandos são desbloqueados, mais unidades são adicionadas ao exército, e equipamentos variados podem ser obtidos ao revisitar missões. O loop de gameplay gira em torno de testar estratégias, montar um grupo eficiente e executar tudo no ritmo certo. Acertar a sequência várias vezes ativa combos, aumentando a eficácia das ações e a imersão no universo tribal dos patapons.
A dificuldade está mais no ritmo do que no combate em si. O desafio é manter o tempo certo, interpretar a situação corretamente e adaptar sua sequência de comandos conforme a batalha se desenrola. A mistura de ritmo com planejamento estratégico é única e funciona muito bem até hoje.
Remaster com brilho e algumas falhas
Visualmente, a coletânea é competente. Os gráficos foram atualizados com boa definição e preservam o estilo artístico original. A trilha sonora continua excelente, com músicas contagiantes que se entrelaçam perfeitamente com a mecânica rítmica.
No entanto, alguns pontos decepcionam. As cutscenes não foram atualizadas e os efeitos sonoros ainda parecem comprimidos, com qualidade datada herdada do PSP. A sensação é de que houve um polimento visual, mas o áudio — parte essencial do jogo — não recebeu o mesmo cuidado.
Outro ponto a considerar é o multiplayer local de Patapon 2, que exige dois consoles e duas cópias do jogo. Sem opção de online ou tela dividida, o modo acaba sendo inacessível para a maioria.
Vale a pena comprar PATAPON 1+2 REPLAY ?
Patapon 1+2 Replay continua sendo uma experiência divertida, diferente de tudo que há no catálogo do Switch. Mas por R$170 no lançamento, fica a sensação de que o pacote poderia ter sido mais completo. Ainda assim, vale a pena para fãs da série ou para quem busca algo fora do comum no gênero de estratégia.
A pergunta que fica é: será que veremos Patapon 3 com um tratamento à altura?
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
O modo Blitz Royale do Fortnite surgiu originalmente em 2019 como um modo rotacionável, focado em partidas rápidas e intensas. Apesar de existir há alguns anos, foi só agora em junho de 2025 que o modo voltou com força total, acompanhado de missões e recompensas exclusivas que conquistaram a comunidade.
O sucesso foi tanto que, recentemente a Epic Games anunciou oficialmente que o Blitz Royale se tornaria um modo permanente no jogo (Assim como Reload, Raiz, Trocação etc..).
Na sua volta, o modo trouxe missões chamadas Blitz Knight Quests e Kickstart Quests, que entregaram itens cosméticos exclusivos, como o traje Blitz Knight e o paraquedas Blitz ‘Brella, além de outras recompensas temáticas. Esses incentivos ajudaram a atrair ainda mais jogadores para o ritmo acelerado do modo, além de XP extras fazendo as missões, ajudando a uppar o passe normal.
A Skin Blitz Knight, que poderia ser resgatada fazendo missões no modo Blitz
A grande diferença pra esse modo para os outros (Battle Royale, Trocação, Reload, Raiz) é que ele é focado na rapidez, aqui são menos jogadores, mapa menor (apenas 4 áreas), possibilidade de encontrar armas boas e baús bem fácil e rápido, o ciclo da tempestade fecha bem rápido, favorecendo o combate e reflexo rápido, não tem como enrolar ou perder tempo.
Regras do modo Blitz Royale
Partidas de 32 jogadores: maioria é bot, pra facilitar pra encontrar partida e incentivar o “morreu, começa de novo” mais rápido ainda.
Totalmente sem construção, aqui a habilidade com armas e o posicionamento são o que importam.
Itens raros fáceis de achar: encontrar baús e itens raros nesse modo é uma tarefa fácil, os baús estão bem a mostra e bem fáceis de encontrar, além de que cada baú tem uma chance grande de já “vir um item bom”, além de que já caimos no mapa com algum item, então cair e morrer porque não tinha item, não é uma opção.
Mapa compacto: o mapa é bem menor, tem apenas 4 áreas e a tempestade fecha bem mais rápido, tudo pra manter você se movendo e um ritmo acelerado o tempo todo.
Esse modo também trás de volta alguns itens que estavam a muito tempo fora do jogo. Um exemplo são os itens da temporada dos deuses (Myths & Mortals) do ano passado, incluindo os itens de Avatar.
Esse modo Blitz Royale pode ser um ótimo modo para quem quer apenas se distrair jogando uma partida rápida , ou para crianças menores que se frustram muito jogando os outros modos pela dificuldade e querem tentar ganhar alguma partida ou treinar para as outras. Isso porque o foco desse modo é na rapidez, então o tempo de espera é bem menor e o motivo disso é que grande parte dos 36 jogadores, é bot… e matar bot é fácil, e se você estiver com um loot bom, é mais fácil ainda, então esse modo une essas duas coisas.
Para jogadores mais experientes ganhar uma partida nesse modo é bem fácil e pode ser até meio “chato”, mas para jogadores inesperientes ou pra quem só quer dar uma relaxada ou só fazer as missões diárias pra uppar o passe de forma tranquila, é uma ótima opção. Eu por exemplo prefiro esse modo do que o Reload pra jogar algo rápido no Fortnite (Reload também é um mapa menor, menos jogadores, mas é mais dificil de achar itens bons,de ganhar ou até de fazer missões pra uppar o passe, as partidas demoram mais também).
Ganhando no modo Blitz Royale sem querer, em uma das primeiras vezes que joguei
Além disso, tanto o Blitz Royale quanto os outros modos do Fortnite funcionam muito bem no Nintendo Switch 2, oferecendo uma experiência fluida e divertida mesmo no modo portátil, além de ser possível de ser jogado com o modo mouse, para uma maior precisão da mira!
Garanta o seu Nintendo Switch 2 pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!
Novo jogo de quebra-cabeças foi anunciado no Pokémon Presents
Apresentado durante a transmissão Pokémon Presents desta terça-feira (22), Pokémon Friends já está disponível para Nintendo Switch, iOS e Android. O jogo traz uma proposta voltada ao público infantil, com desafios diários de raciocínio lógico estrelados por diversos Pokémon.
A estrutura do jogo é simples: os jogadores encaram puzzles curtos — como contar balões com Drifloon, acender lâmpadas com Pikachu ou empurrar pedras com Makuhita — que duram em média dois minutos. Três novos desafios são liberados a cada dia.
Ao completar as atividades, o jogador ganha fios coloridos que servem como moeda para resgatar prêmios em uma máquina chamada Plush-o-matic. Nela, é possível criar pelúcias digitais de Pokémon em um sistema de recompensas aleatórias.
No Nintendo Switch, Pokémon Friends está disponível exclusivamente em versão paga, por R$ 59,90 na eShop brasileira. O jogo também oferece pacotes adicionais com novos puzzles e personagens. O bundle completo, que inclui todos os conteúdos extras disponíveis, custa R$ 199,90.
Já nas versões para dispositivos móveis, o jogo é gratuito, mas dá acesso apenas a 10 fases básicas e um desafio diário. Também há conteúdo adicional por meio de compras no aplicativo. Para garantir a segurança do público-alvo, o jogo exige a resolução de contas de matemática simples antes de concluir qualquer transação.
O que é o Nintendo Barato?
O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.
Salve, fã da Nintendo! Aqui é o Prandas e hora de mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, minha coluna dedicada a indicar jogos bons (ou inusitados!) disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.
A semana é toda do gorila Donkey Kong, graças ao lançamento de DK Bananza, e a minha indicação homenageia o símio da Nintendo. Seria muito fácil indicar a deliciosa trilogia Donkey Kong Country, que está completinha no serviço online do Switch, mas preferi jogar a luz em outro título muito bom e menos lembrado.
Donkey Kong do Game Boy, lançado em 1994, adapta o clássico fliperama do início dos anos 80 e expande a brincadeira de forma ABSURDA!
Tudo começa de forma bem familiar, com as mesmas fases vistas no arcade, lá no prédio em construção, mas depois vem a reviravolta: Donkey Kong não se dá por vencido e leva Pauline para a cidade, onde o Mario tem que encarar mais 97 fases adicionais, espalhadas por 9 mundos. Sim, NOVENTA E SETE fases a mais!
Pra encarar tudo isso, Mario ganha novos movimentos como pulos diferentes e novos usos para a marreta. Aliás, olhares mais atentos vão reparar que este jogo é praticamente uma prequel da série Mario vs. Donkey Kong, já que também é necessário pegar chaves para abrir portas e sair das fases.
No Super Game Boy, o cartucho de Donkey Kong ganha uma moldura temática de fliperama
Outra parada muito legal: a fitinha era projetada para rodar melhor no Super Game Boy, um cartucho de SNES que permitia rodar cartuchos de GB no console caseiro. Ao jogar no aparelho 16-bits, o game ganhava mais cores e uma moldura lindinha, inspirada nos fliperamas antigos.
Na época em que saiu, esse jogo eu só lembro de acompanhar nas revistas, não cheguei a jogar no Game Boy mesmo. Anos depois até cheguei a ter um Super Game Boy e joguei muito Pokémon Red, F1 Race e Donkey Kong Land nele, mas nunca esse DK aí classicão.
Felizmente, agora tá facinho aí no catálogo do Switch online – e não precisa ter vergonha alguma de usar a função de rebobinar pra acertar os pulos mais chatos, se a função existe é porque é pra usar mesmo.
Garanta o seu Nintendo Switch 2 pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!
O Nintendo Switch 2 já está entre nós! E participando dos grupos do Nintendo Barato, você consegue acompanhar em tempo real os estoques e pagar menos para adquirir o seu novo console.
Com visual de Game Boy e alma de jogo moderno, essa descida vale a pena
Entre tantas surpresas no catálogo recente do Nintendo Switch, Everdeep Aurora chamou a atenção por um motivo bem específico: ele parece um jogo de Game Boy, mas é muito mais esperto e profundo do que a estética sugere. Recebemos perguntas sobre ele nos comentários e, depois de mergulharmos fundo nesse metroidvania, a conclusão foi unânime aqui na equipe: esse é o tipo de jogo pequeno que merece um lugar grande na sua biblioteca.
A proposta do game é relativamente simples, mas engenhosa: você controla uma personagem que utiliza uma furadeira para explorar o subterrâneo, escavando seu próprio caminho para baixo enquanto encontra salas escondidas, NPCs peculiares e muitos pequenos segredos. Aqui o foco da exploração está mais para uma descida constante, e cabe ao jogador escolher por onde abrir caminho. Já para os lados, seus mapas são bem contidos…
Apesar disso, o level design é bem pensado, com portas que levam a áreas isoladas cheias de desafios, o que traz uma variação muito bem-vinda ao ritmo da aventura. A movimentação é simples e precisa, com pulos ajustados, controle direto e uma mecânica de escavação que responde bem. Há também momentos de plataforma que exigem atenção, mas nada que frustre.
E se a jogabilidade é o coração, a ambientação é a alma de Everdeep Aurora. A vibe retrô vai além do visual pixelado monocromático (com uma paleta que lembra muito a do Game Boy original): os personagens são cativantes, os diálogos têm personalidade e a lore do mundo subterrâneo é misteriosa o suficiente para instigar a curiosidade, sem se tornar expositiva demais.
Uma grata surpresa foi encontrar o jogo totalmente localizado em português — e com uma boa tradução, hein. Isso faz toda a diferença em um título que aposta bastante em narrativa para criar conexão com o jogador. Outro ponto positivo é que o jogo roda muito bem no Switch 1 e no Switch 2, especialmente no modo portátil, onde o visual retrô realmente brilha.
O ritmo do jogo é calmo, o que pode não agradar quem busca combate frenético ou ação constante, mas é justamente esse tom contemplativo que torna Everdeep Aurora especial. Ele convida o jogador a escavar com calma, conversar com os habitantes do subsolo e descobrir aos poucos como tudo se conecta. Para quem curtiu jogos como SteamWorld Dig, essa é uma alternativa mais minimalista, porém igualmente encantadora.
Vale a pena jogar Everdeep Aurora?
Everdeep Aurora é um jogo pequeno, mas com uma proposta bem executada. A exploração vertical, o charme retrô e a história sutil fazem dele uma ótima pedida para quem curte metroidvanias diferentes do usual. A gente se divertiu bastante e recomendamos de olhos fechados — principalmente para jogar de boas no modo portátil.
Compre Everdeep Aurora com um gift card Nintendo na Nuuvem — que não é só nossa parceira, mas também o braço digital oficial da Nintendo no Brasil. Na Nuuvem, você tem vantagens como parcelamento no cartão de crédito, cashback acumulativo para usar nas próximas compras e a praticidade de poder presentear alguém com um voucher digital.
Uma forma prática e vantajosa de manter sua biblioteca sempre atualizada!
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.