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  • Análise: Super Mario 3D All-Stars – A lendária coletânea do Nintendo Switch

    Análise: Super Mario 3D All-Stars – A lendária coletânea do Nintendo Switch

    A coletânea de jogos que trouxe três aventuras clássicas em 3D do Mario por tempo limitado no Nintendo Switch

    Super Mario 3D All-Stars veio como uma comemoração aos 35 anos do Mario, é uma coletânea que inclui 3 jogos clássicos em 3D do nosso amado personagem bigodudo: Super Mario 64, Super Mario Sunshine e Super Mario Galaxy. Não apenas os jogos voltaram ao Nintendo Switch, como a trilha sonora de cada um também veio dentro do game, até a de Super Mario Sunshine que nunca havia sido lançada oficialmente até então.

    A coleção não apenas traz nostalgia aos antigos jogadores da série, como também convida quem nunca se aventurou nessas histórias para conhecer mais a fundo o universo da franquia Super Mario. O jogo foi lançado em 18 de setembro de 2020 e ficou disponível por tempo limitado, até 31 da março de 2021.

    Agora vamos analisar a coletânea completa e você pode conferir tudo no vídeo acima e também neste artigo. Vamos lá?

    Super Mario 64

    A sensação para quem já é fã antigo do Mario ao ligar Super Mario 64 pela primeira vez aqui nessa coletânea é uma onda de nostalgia imensa, mas nem tudo está igual ao que era antes, apesar dos visuais serem os mesmos. Super Mario 64 nessa coletânea recebeu um aprimoramento de resolução, chegando a 720p. No Nintendo 64 o jogo rodava a 240p e no Wii U, 480p.

    Não só os visuais, mas a jogabilidade também está muito melhor, isso porque os analógicos dos Joy-Cons e do Pro Controller do Nintendo Switch são melhores e mais precisos do que o controle de Nintendo 64. O jogo foi lançado em 1996 e continua super atual e com cores vibrantes.

    Alguns jogadores até podem estranhar o fato do jogo não ocupar a tela inteira, mas ao que parece, essa coletânea é mais um resgate de uma obra do que uma proposta de remake. E também isso não é uma coisa que vai atrapalhar a sua jogabilidade, afinal o jogo foi feito para ser desse jeitinho mesmo, ocupando esse espaço de tela.

    O jogo roda sem quedas de frames e alguns ícones e textos foram refeitos em HD. Algumas texturas também foram trabalhadas para dar uma melhorada no visual e dar uma sensação de limpeza superior a emuladores. E claro, uma diferença que se destaca é o Rumble HD adicionado ao game que te dá aquela experiência de sentir diferentes vibrações dependo da sua ação ou do ambiente, como quando as bombas explodem, ou quando o Mario luta contra os inimigos.

    Super Mario 64 ainda tem uma gameplay muito atual, o Mario tem uma movimentação fluida, apesar de ser um pouco mais lento em comparação ao do Odyssey ou Super Mario Sunshine, por exemplo.

    É um jogo de sua época, mas sem muitas atualizações nessa coletânea, o que pode ser uma questão para alguns jogadores que não estão acostumados com a câmera e não podem customizar, ou até mesmo algumas convenções modernas como apertar “B” para sair do menu de pause e voltar a jogar, e aqui não é assim, se você aperta “B“, o jogo seleciona a opção que está marcada e corre até o risco de sair da fase. Isso pode acabar frustrando algumas pessoas desacostumadas com essas mecânicas antigas.

    Super Mario Sunshine

    A primeira impressão que temos ao ligar Super Mario Sunshine pela primeira vez nessa coletânea é de que esse jogo é muito bonito. As artes foram refeitas para ficar em HD na tela e o jogo está rodando em widescreen e em 1080p no Nintendo Switch. Super Mario Sunshine tem um estilo bem cartunesco e o cel-shading se beneficia muito da resolução do game. O jogo tem um visual lindo, lembrando até um pouco o Zelda: Wind Waker, ambos originados no GameCube.

    No entanto, as cutscenes presentes no jogo não foram refeitas, então fica nítida a diferença entre a gameplay e as cenas que estão bem borradas ainda, como eram no GameCube. Não é uma coisa que chega a incomodar, mas é perceptível.

    Mas é a partir do primeiro momento que controlamos o Mario, que fica bem distante a qualidade dos movimentos em comparação ao Super Mario 64. Isso porque em Super Mario Sunshine, o Mario é super ágil e é muito gostoso de controlar, com mais liberdade para fazer as manobras e ainda temos uma adição: o F.L.U.D.D.

    O F.L.U.D.D. é um dispositivo de água que vai ser nosso companheiro durante toda a jornada e que acrescenta muito na movimentação do Mario. O jogo aqui também está rodando sem quedas de frames e a 30fps estáveis. Uma das mudanças mais notáveis está nos controles: no GameCube o controle era sensível à pressão, permitindo controlar a força do esguicho da água do F.L.U.D.D.

    Como os controles de Nintendo Switch não têm essa sensibilidade, o F.L.U.D.D. agora atira sempre com pressão máxima. Não é algo que atrapalhe na jogabilidade, mas foi uma coisa que acabou se perdendo aqui no resgate desse jogo.

    No geral, Super Mario Sunshine é ainda um jogo muito divertido de se jogar, mas em comparação ao Super Mario 64 que foi um marco na história dos videogames, e de Super Mario Galaxy, um dos jogos ainda mais bem avaliados da história, o Sunshine realmente fica um pouco atrás em termos de level design e gameplay.

    As primeiras fases podem não parecer tão interessantes e há uma repetição de cenários. Fora que a adaptação do controle do F.L.U.D.D. pode ser um pouco estranha para alguns jogadores, especialmente na hora da mira e dos movimentos.

    Mas apesar disso, a exploração aqui é bem ampla, os segredos são divertidos de encontrar e a jogabilidade de parkour é incrível depois que você pega o jeito. Super Mario Sunshine definitivamente não está datado e ainda é melhor que muitos jogos 3D atuais.

    Super Mario Galaxy

    A primeira impressão de Super Mario Galaxy com certeza é a mais impressionante ao ligar o jogo pela primeira vez. Os visuais são incríveis. É até difícil de acreditar que ele é um jogo da época do Nintendo Wii porque ele tem cenários lindos e rodando em 1080p a 60fps redondinhos no Nintendo Switch só deixou o jogo muito melhor.

    A interface agora está toda em HD, e a retícula antes controlada pelo Wii Remote, agora utiliza os controles de movimento do Switch, seja no Pro Controller (apertando R e movendo o pulso) e até mesmo no modo portátil diretamente pela tela. A adaptação é bem intuitiva e fácil de se acostumar.

    Super Mario Galaxy é impecável também em termos de jogabilidade. Nenhum jogo de plataforma 3D até hoje conseguiu chegar perto da criatividade da Nintendo ao fazer as mecânicas desse jogo, como ao pular de um planeta para o outro com a gravidade influenciando tudo a sua volta, e com a câmera controlando o jogo para você a todo momento.

    Isso sem falar na variedade de planetas nesse jogo, que é sensacional. O jogo está sempre se reinventando, te levando para planetas com áreas mais abertas para explorar, e depois outros mais pequenos e ainda tem o power-up de abelha que deixa o Mario sensível a água e com possibilidade de grudar no mel. Isso sem mencionar os poderes de gelo, fantasma, mola, etc.

    As batalhas de chefões aqui são espetaculares somadas junto com a trilha sonora primorosa de orquestra. Todo o conjunto da obra de Super Mario Galaxy é um primor e ainda é um dos melhores jogos da série Super Mario, e para alguns, o melhor.

    Talvez a única crítica que podemos fazer a esse resgate é que algumas texturas podem parecer borradas quando chegamos perto, revelando a idade do jogo, mas nada muito perceptível e que tire a sensação de estar olhando para um cenário belíssimo ao jogar.

    Um produto raro hoje em dia

    Como foi dito no início do artigo, a coletânea Super Mario 3D All-Stars ficou disponível por tempo limitado na eShop, até 31 de março de 2021, decisão da Nintendo que gerou muitas críticas na época e que fez o jogo estar disponível somente em mídia física após essa data, tornando-se um produto raro e bem caro.

    Mas apesar disso, essa coleção foi um sucesso e trouxe muitos jogadores novos e antigos de volta para esses três mundos clássicos do universo do Mario, consolidando-os como jogos atemporais e inesquecíveis!

    Hoje em dia, os jogadores podem jogar Super Mario 64 se tiverem o pacote de expansão da assinatura do Nintendo Switch Online, usando o app do Nintendo 64! E para quem quer conhecer Super Mario Sunshine, o jogo vai chegar em breve ao aplicativo do GameCube exclusivamente para Nintendo Switch 2.

    E vocês já jogaram Super Mario 3D All-Stars? Comentem aqui embaixo suas opiniões!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

    O que é o Nintendo Barato?

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  • Mini análise: Lost in Random: The Eternal Die – uma prévia detalhada de um roguelike promissor

    Mini análise: Lost in Random: The Eternal Die – uma prévia detalhada de um roguelike promissor

    Aventura gótica e estratégia de dados chega ao Nintendo Switch

    Este título, aguardado por muitos fãs da franquia, promete uma experiência imersiva com sua direção de arte única e mecânicas de combate inovadoras.

    O jogo é um spin-off menor da aclamada série Lost in Random, que foi originalmente publicada pela EA sob o selo Originals. Agora, a Thunderful assume a publicação deste novo capítulo, que se apresenta no popular formato roguelike. Desenvolvido como um roguelike tradicional e acessível, Lost in Random: The Eternal Die foi lançado para o Nintendo Switch e já demonstrou excelente desempenho na plataforma.

    Acompanhe nossa análise prévia de Lost in Random: The Eternal Die aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    Qual é a proposta do jogo?

    Lost in Random: The Eternal Die convida os jogadores a explorarem um universo com forte identidade visual, guiada por uma direção de arte gótica e surrealista – com influências claras do estilo de Tim Burton, evocando uma atmosfera única e levemente sombria. Os visuais são um ponto forte por sua criatividade e coerência estética.

    A jogabilidade é definida por combates intensos e uma característica central: a utilização de dados como um elemento de ataque, onde o número lançado e as habilidades equipadas podem gerar diferentes desfechos.

    Além disso, um sistema estratégico de habilidades permite aos jogadores combinar cores de itens no inventário para liberar espaço, fortalecer atributos e aprimorar sua espada.

    Vale a pena comprar Lost in Random: The Eternal Die?

    O jogo, que chega ao mercado pelo valor de R$ 60, oferece suporte para o português do Brasil. Para aqueles que buscam uma experiência mais suave, o jogo inclui um modo fácil que aumenta a resistência do jogador a cada derrota, tornando-o bem acessível.A chegada deste jogo atende aos pedidos dos fãs da franquia, que solicitaram novidades sobre o título.

    Lost in Random: The Eternal Die parece ser uma adição valiosa ao catálogo do Nintendo Switch, oferecendo uma experiência roguelike bem trabalhada com um estilo artístico marcante e mecânicas de jogo inteligentes. A combinação de acessibilidade e profundidade estratégica o torna um título a ser observado pelos entusiastas do gênero e por aqueles que buscam uma aventura com um toque único.

    Como economizar na hora de comprar jogos do Nintendo Switch 2?

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    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • LEGO Party! anunciado para Nintendo Switch

    LEGO Party! anunciado para Nintendo Switch

    LEGO Party! chega ainda em 2025

    A publisher Fictions e a desenvolvedora SMG Studio anunciaram o jogo para quatro jogadores LEGO Party! para o Switch e outras plataformas, chegando em 2025.

    Os jogadores competem em “Challenge Zones” e em 60 minigames hilários que se inspiram em sets clássicos de LEGO, como LEGO Pirates, LEGO Space e LEGO NINJAGO. O objetivo principal é se tornar o jogador com o maior número de Golden Bricks.

    Para isso, os jogadores podem usar power-ups para obter vantagem e montar armadilhas para sabotar os oponentes em diversas “Challenge Zones” temáticas de LEGO personalizáveis.

    “Estamos entusiasmados em trabalhar com o Grupo LEGO neste jogo de festa lúdico e vibrante que incentiva a conexão, a criatividade e, claro, a competição”, disse o produtor executivo da Fictions, Evan Icenbice, em um comunicado à imprensa. “A LEGO é conhecida por reunir pessoas de todas as idades para brincar, e esse certamente é o caso da LEGO Party!”

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    O jogo oferece também o clássico multiplayer “de sofá” quando também por meio de um modo online cross-plataform para até quatro jogadores, podendo participar dos minigames tanto com os amigos como também de forma solo.

    Os minigames variam de corridas para fazer jantar para alienígenas, correr por tumbas em colapso e derrapar em pistas de rali. Os jogadores podem personalizar seus próprios minifigures, com mais de um bilhão de combinações possíveis a partir de sets icônicos de LEGO. É possível criar um visual clássico ou um minifigure único.

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  • Nintendo Switch 2 bate recorde e se torna o maior lançamento mundial de videogame de todos os tempos

    Nintendo Switch 2 bate recorde e se torna o maior lançamento mundial de videogame de todos os tempos

    Com 3,5 milhões de unidades vendidas em quatro dias, o console registra o maior número de vendas em um lançamento da Nintendo

    O Nintendo Switch 2 já está disponível e alcançou um marco histórico: mais de 3,5 milhões de unidades foram vendidas em apenas quatro dias após o lançamento global em 5 de junho. O número faz do novo console o sistema de jogos que vendeu mais rápido na história da Nintendo.

    De acordo com Doug Bowser, presidente da Nintendo of America, os jogadores demonstraram entusiasmo pela nova forma de jogar, tanto em casa quanto fora dela. “Estamos felizes com a recepção e com a diversão que os jogadores já estão tendo com o Switch 2”, declarou.

    Imagem: Evento de lançamento do Nintendo Switch 2 organizado pela Nintendo Brasil em São Paulo

    O lançamento também contou com o jogo Mario Kart World, que leva a franquia para um mundo aberto interconectado, com cidades, desertos, oceanos e climas dinâmicos. O título suporta até 24 jogadores simultâneos, o maior número da série até agora.

    E as novidades não param: Donkey Kong Bananza, novo jogo de plataforma 3D, chega com exclusividade ao console no dia 17 de julho. O game promete ação intensa e muita pancadaria em uma nova aventura do icônico gorila.

    Com esses lançamentos e o sucesso inicial nas vendas, o Nintendo Switch 2 se posiciona como um marco na história da empresa japonesa, mantendo sua missão de criar experiências únicas e aproximar pessoas por meio do entretenimento.

  • Cartuchos de jogos de Switch 2 funcionarão no Switch 1. Saiba mais

    Cartuchos de jogos de Switch 2 funcionarão no Switch 1. Saiba mais

    Alguns cartuchos do Nintendo Switch 2 poderão ser utilizados no Switch 1 – Aprenda a identificar quais!

    Imagem: Nintendo Switch 2

    Uma descoberta surpreendeu a comunidade – alguns cartuchos específicos de Nintendo Switch 2 poderão ser usados no Switch 1. Recentemente foi revelado que os cartuchos do novo console da Nintendo terão três tipos diferentes.

    Essa notícia acabou pegando alguns jogadores de surpresa e gerou dúvidas a respeito da compatibilidade dos jogos após a divulgação de que o cartucho do jogo Guardians of Azuma, da famosa franquia Rune Factory – conhecida por misturar elementos de RPG de ação e simulação de vida- , também seria compatível com o console Nintendo Switch 1 para carregar a versão de Nintendo Switch 1 do game.

    Imagem: Rune Factory: Guardians of Azuma – Nintendo Switch™ 2 Edition – divulgação

    Como saber se o cartucho de Nintendo Switch 2 é compatível com o Switch 1?

    Na imagem, temos três tipos de cartuchos para o Nintendo Switch 2: LB, LP e LN.

    É possível identificar o tipo de cartucho pelas duas primeiras letras escritas no código na parte de baixo, como mostrado na imagem acima. Mas afinal, quais são os cartuchos de Nintendo Switch 2 que vão funcionar no antigo console?

    Vamos entender melhor as diferenças:

    • Cartuchos do tipo LB – São os cartuchos que funcionarão exclusivamente no Nintendo Switch 2! Não sendo compatível com o modelo anterior. Um exemplo de jogo que usará esse tipo de card é o lançamento Mario Kart World.
    • Cartuchos do tipo LPSão os famosos e polêmicos “Game Key Cards”. Exclusivos de Switch 2, eles são diferentes dos cartuchos convencionais pois eles não contém o jogo completo e será necessário uma conexão com a internet para fazer o download do jogo no sistema. Eles também têm o símbolo de uma chave para facilitar a identificação.
    • Cartuchos do tipo LN – Já os cartuchos do tipo LN contém o jogo completo e são compatíveis com o Nintendo Switch 1, como o próprio Guardians of Azuma. Mas é importante ressaltar que só será possível rodar uma versão do Nintendo Switch 1, ou seja, caso o jogo tenha uma versão para Nintendo Switch 2, ainda será necessário o console para jogar a versão com as melhorias.

    Para os colecionadores e entusiastas de mídia física, essa informação pode ser crucial na hora de adquirir um jogo ou decidir se continuam com o Switch 1 ainda em 2025, além de esclarecer dúvidas sobre compatibilidade, principalmente agora tão perto da chegada do tão esperado Nintendo Switch 2!

    Tem como saber quais cartuchos de switch 2 funcionam no switch 1 antes de comprar o jogo?

    As publicadoras costumam informar na caixa do jogo todas as especificações e funcionalidades dos títulos, porém você NÃO PRECISA se preocupar com isso! Você pode se informar aqui no Coelho News e nos grupos do Nintendo Barato que vamos indicar quais funcionam ou não.

    • Já garantiu o seu Nintendo Switch 2? Não fique de fora, entre nos grupos do Nintendo Barato para ser notificado sobre as melhores ofertas da pré-venda do novo console da Nintendo.

    Fonte: Croc Oclock, My Nintendo News

    Revisão: Rafa

  • ‘Continuaremos a buscar maneiras de trazer o produto para o Brasil de forma mais eficiente’, diz Bill Van Zyll, diretor da Nintendo na América Latina

    ‘Continuaremos a buscar maneiras de trazer o produto para o Brasil de forma mais eficiente’, diz Bill Van Zyll, diretor da Nintendo na América Latina

    Executivo da Nintendo quer explorar formas de trazer o Switch 2 para o Brasil

    Durante o evento de lançamento do Nintendo Switch 2 no Brasil, o Coelho e a equipe do Coelho News entrevistaram Bill Van Zyll, responsável pela Nintendo na América Latina e comentaram sobre os preços de jogos e do console, além de uma curiosidade sobre a fabricação do Wii, que quase aconteceu no Brasil.

    Você pode conferir a entrevista em vídeo acima, e também ler a transcrição completa dela abaixo, confira:

    Coelho: Hey Bill! Good to see you again. Antes de mais nada, quero muito agradecer por você receber a gente aqui. Estou em Los Angeles nesse momento, minha equipe está aí com vocês no Brasil, a gente fazendo esse acompanhamento do lançamento do Nintendo Switch 2 em todos os lugares do Globo. Eu estou super empolgado para começar essa nova era da Nintendo. É… eu acho que esse é um sentimento geral da comunidade também, né?

    Coelho: Essa é a primeira vez, desde o Nintendo 64, que um novo console da Nintendo é lançado simultaneamente no Brasil, junto com o resto do mundo. Como que você e a equipe da Nintendo Brasil conseguiram isso?

    Bill Van Zyll: Eu vou dizer que é por causa dos nossos fãs. Porque os fãs que são alguns dos maiores e melhores fãs no mundo, aqui no Brasil. Eles têm sido muito vocais em seus pedidos, e, certamente, trazer o produto para o Brasil mais cedo foi um dos grandes pedidos. Então, nossa equipe tem trabalhado internamente com outras equipes; esta é a culminação de muito trabalho de muitas pessoas diferentes. Mas eu não poderia estar mais animado para estar aqui no Brasil; é por isso que estou aqui no Brasil no lançamento global do Nintendo Switch 2. Estou muito feliz de estar aqui para isso.

    Coelho: Nos últimos anos, a gente vê que a Nintendo vem fazendo um esforço muito bonito, você mesmo comemorou bastante, né, para localizar seus jogos para português do Brasil, incluindo agora alguns jogos que já foram lançados no passado, como Zelda Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, coisa que não acontecia antes. Essa localização ela foi feita por muito pedido dos fãs ou foi feita porque tinha uma nova versão, né, um novo jogo chegando com a versão Nintendo Switch 2 de ambos os jogos? E eu sei que eu já te perguntei antes, mas eu quero entender se as vendas estão sendo impactadas positivamente por ter os jogos em português do Brasil.

    Bill: Eu voltaria ao meu comentário principal, que era: o principal motor foram os fãs do Brasil. Novamente, os fãs têm sido muito vocais sobre Zelda em particular, Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, para tê-los disponíveis em português do Brasil. Esta é a primeira vez que me lembro que isso já aconteceu, onde voltamos para abrir um jogo e adicionar um patch desta magnitude, onde adicionamos um idioma inteiro. Todos sabemos quão extensos são esses jogos, então é um esforço e trabalho tremendo fazer isso. Mas, novamente, como eu disse da última vez, os fãs têm sido muito vocais. O Brasil indexa acima da média nos jogos Zelda, então ao longo do tempo, eles levaram isso em consideração. Novamente, temos pressionado internamente, o trabalho foi feito, e aqui estamos juntos com o lançamento do Nintendo Switch 2, também estamos disponibilizando ambos os jogos, Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, em português do Brasil. De novo, obrigado aos fãs, aos fãs vocais, aos incríveis fãs, Nintendistas aqui no Brasil.

    Coelho: Outra coisa que eu queria saber, Bill, é para quem acabou de comprar o Nintendo Switch 1 ou está planejando ainda comprar o seu Nintendo Switch 1. Essas pessoas devem se preocupar com o lançamento do Nintendo Switch 2 agora no mercado? O que essas pessoas ainda podem esperar para o Nintendo Switch, não apenas para o próximo ano, mas quem sabe para os próximos três anos?

    Bill: Ainda há muitas pessoas no Brasil que ainda não entraram no mundo dos jogos da Nintendo. E para essas pessoas, ainda achamos que o Nintendo Switch é uma ótima opção para eles. Há uma quantidade tremenda de jogos, 15.000 jogos que estão disponíveis no Nintendo Switch. Além disso, ainda há outros jogos que estão chegando. Metroid Prime 4 estará disponível no Nintendo Switch também. Você tem Pokémon Legends: Z-A que também está chegando no Nintendo Switch. Ainda há conteúdo chegando para o Nintendo Switch, e, certamente, oferece muito valor de entretenimento para muitos consumidores. Portanto, daqui para frente, estaremos olhando para o público que pode estar interessado no Nintendo Switch 2. Queremos disponibilizar os produtos, termos lançamentos simultâneos de software conforme eles estejam disponíveis aqui no Brasil. Mas também vamos continuar a expandir o público e continuaremos trazendo o Nintendo Switch 1 para o Brasil.

    Coelho: Muito obrigado, Bill. Olha, agora eu quero falar um pouquinho sobre preços. No passado, a Nintendo ela tinha uma linha chamada Nintendo Selects. Essa era uma linha de jogos já muito vendidos, lançados no final da geração, com preços mais baixos, ali para Wii, para 3DS, para o Wii U. E no passado, até tinha o Players Choice no GameCube. A gente pode esperar algo parecido para Nintendo Switch 1? Tem algum update sobre essa informação? Ou melhor, na primeira era do Nintendo Switch, o Nintendo Switch um, os descontos que a Nintendo faz na eshop aqui no Brasil, eles não passam de 30% no máximo e normalmente de três a quatro vezes no ano, a Nintendo faz uma campanha de descontos com alguns jogos selecionados. Agora na era do Nintendo Switch 2 e com alguns jogos de Nintendo Switch 1 já ficando mais antigos, se não houver Nintendo Selects, a gente pode esperar mais descontos, né, uma porcentagem maior ou pelo menos com mais frequência ao longo do ano?

    Corpo de Texto
    Divulgação/Coelho News

    Bill: Não há planos para Nintendo Switch Selects ou algo parecido. Também, lembre-se que todos esses ótimos jogos para Nintendo Switch, a vasta maioria deles são retrocompatíveis, então você ainda poderá jogá-los, seja no Nintendo Switch ou no Nintendo Switch 2. Você mencionou o que é uma boa opção, que é o que existe de tempos em tempos, vendas para aqueles consumidores que estão dispostos a esperar e encontrar aquela ótima oportunidade para comprar. Os varejistas podem ter promoções, ou até mesmo promoções acontecendo na eShop também. Então, provavelmente é aí que eu focaria.

    Coelho: Agora eu tenho uma dúvida em relação ao preço dos jogos. Alguns jogos que nos Estados Unidos custam US$70, eles chegam com preços diferentes em reais no Brasil. Por exemplo, The Legend of Zelda Tears of the Kingdom que custa US$70, sai a R$ 399 no Brasil. E ao mesmo tempo, Donkey Kong Bananza que custa os mesmos $70 nos Estados Unidos, no Brasil ele chegou a um preço mais alto de R$ 440. Por que que jogos com o mesmo preço em dólar chegam com diferentes preços em reais no Brasil?

    Bill: Há muitas outras considerações que devem ser levadas em conta, mas começando com a pergunta base sobre jogos terem preços diferentes, há muitos fatores que entram nisso. Começa com qual é o custo de produção desse jogo. Todos sabemos pela mídia, que tem recebido muita cobertura, como o custo de desenvolvimento de jogos tem aumentado. Outra coisa que tem sido noticiada na mídia e que está associada a isso é quantas grandes estúdios estão realmente em uma situação muito desafiadora, porque os custos desses jogos não têm acompanhado os custos de desenvolvimento. Então, esses custos crescentes, os custos de desenvolvimento de jogos, eu acho que apresentam um desafio; esse é um aspecto disso. Certamente, outro fator que entra na precificação é o valor de entretenimento daquele jogo em particular. Se você fizer as contas e olhar para um jogo Zelda ou para um jogo Mario Kart, e olhar a complexidade do jogo e as horas de entretenimento que um consumidor obterá com aquele jogo, o valor é realmente muito bom por causa de tantas horas onde você divide o custo pelo número de horas. Então, essa é apenas outra maneira também de olhar para isso. No final das contas, estamos muito conscientes sobre o preço dos jogos aqui no Brasil, e se você comparasse o preço dos jogos aqui no Brasil com o preço que você vê em outros mercados, digamos nos EUA, onde, aliás, nos EUA nem sequer tem o imposto sobre vendas que já foi adicionado, certo? Então, é meio que subestimado, se você quiser, quando você compara com todos os impostos e assim por diante que entram em um jogo ou em um console no Brasil. Mas se você olhar para os jogos no Brasil, o preço não inclui todos os custos verdadeiros que estão associados a trazer aquele produto, aquele jogo, para o Brasil, e todos os diferentes custos que estão associados a levá-lo até o consumidor. Então, não quero minimizar o desafio, e continuaremos a procurar maneiras de trazer nossos produtos ao consumidor brasileiro de forma mais eficiente e torná-los mais acessíveis. Mas há certas realidades com as quais se tem que lidar. Você definitivamente quer ter um modelo de negócios que possa continuar, certo? Mas, novamente, estamos trabalhando.

    Coelho: Bill, agora eu meio que tenho duas perguntas em uma. A Nintendo já considerou montar o novo console na Zona Franca de Manaus, assim como ela já fez no passado, né, lá na década de 90? Quem sabe para poder reduzir os impostos, isso ainda vale a pena? Isso faz sentido hoje em dia? E número dois: a Nintendo não pensa em enviar, fazer uma logística que manda os consoles diretamente da fábrica na China para o Brasil, sem passar pelos Estados Unidos? Não sei se isso diminuiria os custos também. Será que é algo viável de acontecer?

    Bill: O que posso dizer é que continuaremos a procurar maneiras de trazer o produto para o Brasil de forma mais eficiente. Você mencionou Manaus… Vou compartilhar um pouco mais e apenas dizer que anos atrás, na época do Wii, é algo que investigamos, estudamos, avaliamos. Naquela época, por muitas razões que não vou entrar em detalhes, não foi o movimento certo e é algo que não fizemos. Sei que outros no setor de videogames tiveram produção no Brasil por um tempo, mas não tenho certeza exatamente quais são esses planos agora, mas não acho que seja uma prática comum mais, mas isso é mais um comentário à parte. O que eu direi é que continuaremos a procurar por oportunidades e eficiências. Eu apontaria para o Nintendo Switch, onde quando o introduzimos pela primeira vez em 2020, o preço de introdução era mais alto. Ao longo do caminho, encontramos maneiras de impulsionar eficiências e conseguimos repassá-las diretamente para o preço, e agora o preço que você vê aqui no Brasil no console Nintendo Switch é menor do que era quando o lançamos pela primeira vez. Então, continuaremos a procurar. Você mencionou a logística, certo? Direto da fábrica. Então, todas essas são coisas que continuaremos a analisar e avaliar, absolutamente. No final do dia, nossa missão é colocar sorrisos nos rostos das pessoas.

    Coelho: Agora, Bill, no Japão a Nintendo vai lançar uma versão mais barata do Nintendo Switch 2, apenas em japonês. Por que que a Nintendo não faz o mesmo aqui no Brasil, apenas em português do Brasil? Ou até mesmo, quem sabe, uma eshop fechada que a gente não consiga mudar a nossa região, tenha que ter uma Nintendo Account brasileira. Será que se não trancar a eshop, a Nintendo não conseguiria fazer preços digitais mais acessíveis, quem sabe, diferente do preço dos físicos?

    Bill: Tanto no console para o Japão, que tem certas limitações, principalmente o idioma, que será apenas japonês e restrito ao japonês, quanto outros fatores de mercado que, sendo o país de origem, foram levados em consideração. Então, além disso, não há outros planos quanto a mudanças ou ajustes de preços.

    Coelho: Estamos todos muito empolgados para poder jogar o Nintendo Switch 2. Honestamente, eu espero que seja um enorme sucesso no Brasil e no mundo. Esse é o meu sonho, eu quero ver muito isso acontecer, cada vez mais pessoas gostando de Nintendo no nosso país. E ó, espero ganhar de você de novo no Mario Kart World em breve, hein? Mais uma vez, muito obrigado por receber a gente aqui hoje, obrigado pelos esforços que a Nintendo faz aqui no Brasil e parabéns pelo novo lançamento!

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  • Todos os jogos anunciados para Nintendo Switch na Summer Game Fest 2025 – Confira

    Todos os jogos anunciados para Nintendo Switch na Summer Game Fest 2025 – Confira

    Compilamos os trailers de jogos anunciados durante o evento com lançamento para o Nintendo Switch

    A abertura do Summer Game Fest 2025 trouxe diversos anúncios importantes para o mundo dos games, prometendo novidades para o segundo semestre de 2025 e o início de 2026.

    Com mais de 40 revelações entre jogos inéditos, atualizações e confirmações de datas de lançamento, o evento de Geoff Keighley apresentou títulos para diversas plataformas. Para facilitar a vida dos verdadeiros fãs da Nintendo, compilamos aqui apenas os games que foram confirmados para o Nintendo Switch ou para o novo Nintendo Switch 2 divulgados durante a transmissão do evento. Vamos começar?

    Scott Pilgrim EX

    A Tribute Games, com a participação do criador da obra, Bryan Lee O’Malley, revelou este novo beat ‘em up. O jogo coloca Scott, Ramona Flowers e outros membros da equipe de estrelas para combater diversos inimigos em uma versão bizarra de Toronto que foi invadida por demônios, capangas veganos e robôs. Scott Pilgrim EX traz novidades como progressão de personagens, além de sete heróis jogáveis. Está previsto para PC, Nintendo Switch, Xbox e PlayStation, mas ainda não tem data de lançamento.

    Sonic Racing: CrossWorlds

    A SEGA revelou a data de lançamento deste jogo de corrida do ouriço: 25 de setembro de 2025. O título contará com várias fases clássicas da franquia Sonic Racing, podendo ser acessadas por meio dos Travel Rings, portais que permitem escolher entre dois mundos alternativos na segunda volta. O elenco será gigantesco, com personagens de diferentes universos da SEGA, incluindo Ichiban Kasuga (Like a Dragon), a cantora Hatsune Miku e o Joker (Persona 5), entre outros. Foi confirmado também o suporte a multiplayer cross-play. O jogo chega para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC

    Marvel Cosmic Invasion

    Este jogo no estilo beat ‘em up confirmou a participação de Mulher-Hulk e Rocket em seu elenco. Junte-se a estes e outros heróis cósmicos em combates intensos. O game está previsto para 2025 e será lançado para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S, Xbox Series X e PC via Steam.

    Street Fighter 6 (Novos Personagens)

    A Capcom revelou a nova leva de personagens que inauguram o terceiro ano de Street Fighter 6. Sagat será o primeiro a chegar, com lançamento previsto para o terceiro trimestre de 2025. Crimson Viper é a seguinte, chegando no fim de 2025, enquanto Alex e Ingrid fecham a lista com chegada prevista para o segundo trimestre de 2026. Para jogar, é necessário ter Street Fighter 6, que está disponível no Nintendo Switch 2, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

    Mina the Hollower

    Novo jogo dos criadores de Shovel Knight. RPG de ação retrô com gráficos 8-bits, misturando Zelda e Castlevania. Controle Mina, uma ratinha com chicote e artefatos, explorando uma ilha amaldiçoada. Chega em 31 de outubro.

    Mouse: P.I. For Hire ?

    Este é um FPS com estética de cartoon clássico, inspirado em desenhos retrô/rubber hose e visual monocromático/desenhado à mão. E o mais importante, MOUSE: P.I. For Hire será lançado para Switch e consoles com previsão para 2025. Anteriormente, o jogo havia sido apresentado apenas para PC.

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  • Nintendo Switch 2 permitirá filtrar capturas de telas e vídeos por usuário – Entenda

    Nintendo Switch 2 permitirá filtrar capturas de telas e vídeos por usuário – Entenda

    Nova funcionalidade do álbum do Nintendo Switch 2 foi divulgada no aplicativo Nintendo Today

    Imagem: Nintendo Today

    O Nintendo Switch 2 manterá a funcionalidade do antecessor de gravar e capturar fotos dos jogos e salvar no álbum de fotos, mas agora também será possível fazer o filtro desses arquivos por usuários logados no console, permitindo que cada jogador encontre a captura que fez na respectiva conta.

    No Nintendo Switch 1, é possível filtrar por fotos, vídeos, dispositivos de armazenamento e jogos. E agora a Nintendo adicionou essa mais que bem-vinda opção para quem for compartilhar o sistema com múltiplos usuários.

    Veja abaixo o vídeo do Nintendo Today compartilhado pela conta Stealth40k:

    É interessante lembrar que além dessa nova opção de filtro, também será possível fazer o upload das capturas diretamente para o aplicativo Nintendo Switch App! Isso facilitará muito na hora de compartilhar fotos e vídeos com amigos e nas redes. O Nintendo Switch App armazenará 100 arquivos por 30 dias, deletando o mais antigo caso o limite seja excedido.

    E aí, o que acharam da nova funcionalidade vindo para o Nintendo Switch 2? Não deixe de comentar abaixo sua opinião!

    Fonte: Nintendo Life

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  • Mini análise: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED

    Mini análise: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED

    Ação rápida e nostalgia para fãs de Gundam no Switch

    Imagem: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED chega ao Nintendo Switch

    Tivemos a oportunidade de experimentar e trazer nossas primeiras impressões sobre MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED, um título que chegou recentemente no Nintendo Switch.

    Esta versão é uma remasterização do jogo originalmente lançado para o PlayStation Vita. E para trazer as impressões para vocês, detalhamos aqui os pontos chave deste lançamento nessa matéria baseada no vídeo original do canal Coelho no Japão. Bora lá?

    Mobile Suit Gundam SEED Battle Destiny Remastered se apresenta no Nintendo Switch como um jogo que aproveita o formato portátil com um design focado em missões rápidas e numerosas. Muitas dessas missões podem ser concluídas em cinco minutos ou até menos, tornando-o ideal para jogatinas curtas em trânsito ou pequenos intervalos. As tarefas variam entre proteção de naves aliadas e, principalmente, ataques a naves inimigas e outros Mobile Suits. A progressão no jogo segue a linha da história do anime Gundam Seed.

    Imagem: Definiticamente é um jogo que vai alcançar os fãs da franquia gundam, especialmente o anime Gundam Seed.

    O grande atrativo deste título reside em seu apelo para os fãs da série Gundam. Aqueles familiarizados com o anime reconhecerão personagens e referências ao longo do jogo. No entanto, é importante notar que a gameplay por si só pode não ser suficiente para sustentar a experiência para um público não-fã. Os controles podem ser um tanto confusos, a câmera apresenta momentos ruins, e a interface do usuário (HUD) é bem poluída, chegando a exibir diálogos da história no meio de uma tela já repleta de informações. As missões tendem a ser simples, focadas em destruir tudo na tela.

    Imagem: Destaque para missões rápidas, porém podem se tornar repetitivas. Basicamente destrua tudo na tela

    Apesar destas ressalvas na jogabilidade e interface, o jogo é visualmente bonito e oferece uma quantidade considerável de conteúdo. Existem muitas missões para completar, uma vasta seleção de robôs, pilotos, armas e atributos para gerenciar. Há também um alto fator replay para aqueles que buscam obter a melhor nota em cada missão ou coletar todos os itens. O sistema de missões curtas e rápidas, como mencionado, alinha-se bem com a proposta de um jogo para console portátil.

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    Imagem: O visual do game é muito bonito no Nintendo Switch

    Resumindo, MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED no Nintendo Switch parece ser um título feito sob medida para os apaixonados por Gundam Seed que buscam uma experiência rápida e portátil. As limitações de gameplay e interface podem ser um obstáculo para jogadores casuais ou que buscam um jogo de ação mais refinado.

    Fica a reflexão: a forte ligação com a série e a conveniência das missões curtas são suficientes para conquistar o público, mesmo com as ressalvas na jogabilidade?

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  • Análise: Pipistrello and the Cursed Yo-yo – O melhor zelda-like brasileiro no switch

    Análise: Pipistrello and the Cursed Yo-yo – O melhor zelda-like brasileiro no switch

    O melhor jogo indie do Switch de 2025 até agora custa só R$50,00

    Imagem: Pipistrello and the Cursed Yoyo, Divulgação Nintendo Eshop

    Pipistrello and the Cursed Yo-yo é um jogo desenvolvido pelo estúdio brasileiro Pocket Trap, que já nos trouxe o aclamado Dodgeball Academia, chega com a forte promessa de ser o melhor “Zelda-like” disponível na plataforma da Nintendo até o momento, além de se posicionar como um dos grandes jogos indie brasileiros já feitos. Nós, da equipe do canal Coelho no Japão dedicamos uma análise aprofundada para desvendar o que torna este título tão especial.

    Nosso objetivo aqui é destrinchar essa experiência para você, leitor do portal Coelho News, que busca saber se vale a pena investir seu precioso tempo de jogatina neste pequeno grande título Indie brasileiro.

    • Essa análise de Pipistrello and the Cursed Yo-yo foi produzida com base no video original do canal Coelho no Japão.

    O Que é Pipistrello and the Cursed Yo-yo?

    Imagem: Pipstrello tem ou não tem um visual “badass”? haha

    Em sua essência, Pipistrello and the Cursed Yo-yo é um jogo de aventura. Ele mistura elementos de combate, quebra-cabeças e história. Há também um forte componente de plataforma e, como em Zelda, as famosas “dungeons”. A estrutura do jogo envolve explorar um mapa que se abre gradualmente, completando pequenos objetivos e missões principais que geralmente culminam em chegar a locais específicos, entrar nesses espaços fechados (as dungeons ou áreas de aventura) para cumprir uma grande missão, enfrentar um inimigo importante e, principalmente, adquirir uma nova mecânica de gameplay.

    Imagem: As mecânicas de “ricochete” com o yo-yo não cansam de surpreender ao longo da aventura

    À primeira vista, a premissa pode soar como “mais um jogo no estilo Zelda, mas com um yo-yo no lugar da espada”. No entanto, a ideia original foi realmente subverter as mecânicas de gameplay tradicionais. Todos os quebra-cabeças exigem que você calcule a direção para lançar o yo-yo, fazendo-o ricochetear para acertar alavancas ou resolver desafios. O combate é inteiramente baseado em manobras com o yo-yo, indo muito além de simples ataques. Mesmo as habilidades que auxiliam na plataforma são pensadas em como um yo-yo aprimorado poderia criar novas possibilidades de movimentação.

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    Por que este jogo se destaca como um dos melhores Indies de 2025?

    Imagem: A exploração do mapa é um dos principais pontos fortes de Pipistrello

    O grande trunfo de Pipistrello é a sensação constante de surpresa e inovação que ele entrega, mesmo partindo de uma fórmula familiar como a de Zelda. Ele consegue fazer com que você se sinta ao mesmo tempo em casa, por conhecer o estilo clássico de jogo, e curioso, sempre se perguntando qual será o próximo poder, o novo ataque, ou como derrotar o próximo inimigo. Essa criatividade mantém a curiosidade do jogador aguçada, impulsionando a exploração não apenas pela história, mas pela própria gameplay.

    O mais impressionante é que, mesmo após mais de 20 horas de jogo, ele não para de surpreender, introduzindo novas ideias como “e se desse para usar este item aqui?” ou “e se você juntasse essa mecânica nova com aquela mecânica antiga?”. Essa mistura contínua de elementos é nada mais nada menos que “absolute videogames” haha.

    Imagem: As dungeons podem ser um desafio mesmo para os players calejados de tanto jogar Zeldinha, haha

    Além da estrutura de aventura e dungeons, há também um fator RPG leve. Ao explorar o mundo, coletamos itens que aumentam a vida e o BP (espaços de inventário). Esses espaços são usados para equipar “bótons”, que são habilidades passivas variadas, como ganhar vida extra, aumentar o dano, não perder vida ao cair em buracos uma vez por sala, ou ficar mais forte em troca de movimento lento. Existem dezenas de bótons, permitindo que o jogador crie seu próprio “set” de habilidades passivas, focando em regeneração, dano com pouca vida (estilo “glass cannon”), ou outras estratégias. A escolha de bótons muitas vezes envolve risco e recompensa, o que é sempre satisfatório em jogos. Há também ataques especiais que são aprendidos e podem ser equipados, variando em facilidade de uso e poder ao serem masterizados.

    Imagem: A mecânica das “dívidas” traz a necessidade de manter o jogador pensando em estratégias e escolhas

    Um dos aspectos mais geniais é a árvore de habilidades. Embora você possa aprender todas as habilidades eventualmente, a escolha de qual aprender primeiro é crucial. Nela, é possível aumentar vida, força, BP, reduzir tempo de ataque carregado, entre outros atributos. Algumas habilidades da árvore são semelhantes aos buttonons equipáveis, e usá-las juntas soma os efeitos. O diferencial aqui é a forma de aquisição: ao escolher uma habilidade, você adquire uma “dívida”. Metade do dinheiro que você ganha a partir daí vai para pagar essa dívida. Enquanto a dívida existir, você sofre um efeito negativo na gameplay, como redução de vida, perda de força ou BPs. Esse efeito só desaparece quando a dívida é quitada. No entanto, ao pagar uma dívida, você provavelmente já quererá aprender outra habilidade, contraindo uma nova dívida e um novo efeito negativo.

    Este sistema força o jogador a se adaptar constantemente e a customizar sua estratégia, utilizando todos os recursos disponíveis para gerenciar os bótons, BPs, vida, a habilidade desejada, a dívida e o efeito negativo associado. Essa administração constante é muito genial.

    O “mundo” de Pipistrello and the Cursed Yoyo

    Imagem: É praticamente impossível não se perder (no bom sentido) pelo mundo de Pipistrello, a cidade é maravilhosa!

    O fator campeão, responsável por elevar Pipistrello a um dos melhores Zelda-likes no Switch, é o seu mundo. Assim como em Zelda, onde a essência está em Hyrule e na sensação de explorar um parque de diversões onde há algo divertido em todas as direções, o mundo de Pipistrello evoca essa mesma sensação com NPCs que têm piadas e personalidades interessantes e um contexto para cada local.

    O mapa é uma cidade dividida em bairros, e cada quarteirão oferece algo único: um puzzle, um desafio, uma entrada para o esgoto, um comércio ou uma mini-dungeon disfarçada, como um cinema. O mundo é vivo e cheio de surpresas: inimigos surgem do nada, NPCs pedem ajuda, carros exigem atenção e podem até ser usados a seu favor. Completar um quarteirão revela o próximo, criando um ritmo constante de descoberta. As dungeons são geniais e os chefes ótimos, mas a grande diversão está em explorar tudo. Apesar das influências Metroidvania, é impossível se perder: o mapa é claro, tudo é marcado e também podemos utilizar de fast travel (viagem rápida).

    Finalmente, um fator distintivo e amado é o “Aqui é Brasil”. Várias músicas-tema dos bairros utilizam ritmos brasileiros, fruto do trabalho do compositor Leonardo Lima. Há referências a ruas brasileiras, e o texto é repleto de piadas e toques nacionais. A experiência de jogar na versão em português é considerada potencialmente mais divertida para um brasileiro do que para um estrangeiro.

    Imagem: Essa vibe retrô com visual inspirado em jogos de Game boy Advanced entregam uma experiência nostálgica e imersiva

    O jogo também abraça uma pegada retrô, baseada no Game Boy Advance. Há filtros de imagem que simulam telas antigas, a opção de reduzir o tamanho da tela para simular um console portátil fictício, e o sound design remete a jogos como Pokémon Fire/Leaf Green. Tudo isso contribui muito para a imersão na estética proposta. A história, embora secundária em relação à gameplay, é boa, com um enredo base que justifica a aventura e diálogos com NPCs cheios de bom humor e piadas que muitas vezes criam associações com o mundo real. Tudo o que você lê adiciona algo à experiência, seja uma piada, a personalidade de um NPC ou um contexto.

    Para quem é este jogo?

    Imagem: Apesar desta captura estar em inglês, Pipistrello tem suporte TOTAL ao PT-BR entregando uma experiência fantástica para jogadores brasileiros

    Pipistrello and the Cursed Yo-yo é ideal para fãs de The Legend of Zelda clássicos e modernos. É para jogadores que apreciam a exploração de mundo aberto (ou semi-aberto, neste caso) repleto de segredos e atividades. É especialmente recomendado para quem busca mecânicas de gameplay inovadoras e gosta de ser surpreendido constantemente, mesmo após muitas horas de jogo. Fãs de jogos com sistemas leves de RPG, customização de habilidades e quebra-cabeças criativos encontrarão muito o que amar. E, claro, para o público brasileiro, os toques de brasilidade na música, piadas e referências tornam a experiência ainda mais especial e divertida.

    Desenvolvido pela Pocket Trap, este jogo mostra um claro amadurecimento do estúdio desde Dodgeball Academia. Enquanto Dodgeball Academia é um RPG de queimada (algo muito único), Pipistrello é um Zelda-like com uma roupagem e mecânicas muito diferentes, mas com uma base conhecida. A escolha entre os dois dependerá da preferência por RPG ou aventura, mas a qualidade de desenvolvimento e direção em Pipistrello é inegável.

    Quando e onde encontrar Pipistrello and the Cursed Yoyo?

    Pipistrello and the Cursed Yo-yo está disponível na eshop para o seu Nintendo Switch – E para encontrar o jogo com o melhor preço, a equipe do canal Coelho no Japão realiza pesquisas diárias e compila as melhores ofertas e cupons em grupos de WhatsApp, Telegram e Instagram, além do site Nintendo Barato.

    Com o cupom “COELHO10” disponível na Nuuvem, você pode comprar um gift card de R$ 50 (o preço de lançamento do jogo), você paga 10% a menos e ainda ganha cashback. Essa é uma excelente oportunidade para adquirir o jogo no lançamento por um preço ainda mais acessível.

    Assista a análise completa de Pipistrello and the Cursed Yoyo

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

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