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  • Pokémon Sword & Shield: The Crown Tundra A segunda expansão de Galar

    Pokémon Sword & Shield: The Crown Tundra A segunda expansão de Galar

    A segunda DLC de Sword & Shield traz foco em aventuras cooperativas e em Pokémon lendários, mas também mostra limitações herdadas do jogo base.

    Depois da Isle of Armor, que apresentou uma ilha tropical e novos elementos de progressão, chegou a vez da segunda expansão de Pokémon Sword & Shield: The Crown Tundra. Lançada em 22 de outubro de 2020, essa DLC trouxe uma nova região gelada ao mapa de Galar, ampliando ainda mais o conteúdo do primeiro jogo.

    Enquanto a primeira expansão focava em treinamentos e no dojo, aqui o destaque está na exploração e caça a Pokémon lendários, oferecendo experiências tanto para jogadores solo quanto para quem prefere jogar em grupo.

    Articuno, Zapdos e Moltres nas formas regionais

    Um grande destaque para os três pássaros lendários de Kanto que ganharam uma forma regional exclusiva dessa Expansão.

    Sobre a DLC

    The Crown Tundra transporta o jogador para uma área montanhosa e coberta de neve, diferente de tudo visto antes em Galar. É um ambiente que transmite a sensação de mistério e isolamento, reforçando a ideia de que estamos em um lugar especial da região.

    O grande atrativo da expansão é a inclusão massiva de Pokémon lendários de gerações passadas, além de novas formas de criaturas já conhecidas. Isso transforma a DLC em uma espécie de “celebração lendária” para a franquia.

    Gameplay e mecânicas

    O destaque fica para as Dynamax Adventures, um modo cooperativo em que até quatro jogadores se unem para enfrentar uma série de Pokémon Dynamax e, no final, tentar capturar um lendário. É um dos pontos mais elogiados da expansão, já que mistura desafio, estratégia e cooperação, além de dar acesso a criaturas raríssimas.

    A exploração também ganhou uma nova dinâmica. A região de Crown Tundra tem áreas abertas em estilo Wild Area, permitindo caçar Pokémon de forma livre, além de oferecer quests ligadas a mistérios e lendários, que funcionam como pequenas histórias dentro da expansão.

    História

    A narrativa da DLC gira em torno da figura do antigo rei da Crown Tundra e sua relação com Calyrex, o lendário que protagoniza a região. A trama é breve e não chega a se aprofundar muito, mas serve como pano de fundo para justificar as caçadas e descobertas.

    Assim como na expansão anterior, a história não é o principal atrativo. O verdadeiro destaque está na liberdade de exploração e na busca por lendários, que pode render horas de gameplay extra para quem gosta de colecionar.

    Gráficos e direção artística

    Visualmente, The Crown Tundra mantém o mesmo padrão do jogo base e da primeira expansão: simplicidade gráfica com direção artística funcional, mas pouco impressionante. Apesar de a ambientação gelada ser bonita e dar um clima de mistério, não há grandes evoluções técnicas em relação ao que já vimos.

    Ainda assim, os cenários nevados conseguem transmitir a sensação de grandiosidade e combinam bem com a proposta de uma região dedicada a Pokémon lendários.

    Vale a pena o preço?

    Aqui a resposta é: depende. Para quem já jogou e gostou de Sword & Shield , a Crown Tundra é praticamente obrigatória, já que completa a experiência de Galar e adiciona muito conteúdo de endgame, especialmente com as Dynamax Adventures e com os lendários.

    Por outro lado, se você não gostou muito do jogo base, não espere que a expansão mude sua opinião: ela aprofunda elementos já existentes, mas não revoluciona a fórmula.

    Se decidir jogar, uma dica importante é aproveitar promoções de gift cards e jogos digitais. O grupo NintendoBarato é uma ótima opção para encontrar preços mais em conta e pagar menos na DLC.

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    Conclusão

    The Crown Tundra é uma expansão sólida, que fecha bem o ciclo de Pokémon Sword & Shield. Ela entrega muito conteúdo para fãs de lendários e oferece modos cooperativos que prolongam a vida útil do jogo. No entanto, mantém os mesmos problemas gráficos e técnicos já conhecidos, além de uma história sem grande impacto.

    Para quem é fã da franquia, a expansão vale como um pacote de celebração — mas se você procura uma experiência totalmente nova, talvez não encontre aqui o que espera.

    Se ficou interessado, lembrem-se que tanto The Crown Tundra e Isle of Armor são Expansões vendidas juntas (as duas por R$126) porém, atente-se a comprar a versão do seu jogo, na Eshop tem duas opções de expansão, uma para Sword e outra para Shield, uma não funciona na outra.

  • Pokémon Sword & Shield: Isle of Armor – A primeira expansão de Galar

    Pokémon Sword & Shield: Isle of Armor – A primeira expansão de Galar

    Uma nova aventura na Ilha da Armadura traz história inédita, Pokémon lendários e uma área selvagem mais expansiva, mas ainda mantém limitações do jogo base.

    Sobre a DLC

    Pokémon Sword & Shield receberam em 2020 sua primeira expansão paga: The Isle of Armor. Essa DLC marca a estreia de um novo modelo para a franquia principal, em que o conteúdo extra substitui a tradicional “terceira versão”. O passe de expansão, vendido por R$ 125,39 na eShop brasileira, inclui também a segunda parte, The Crown Tundra, lançada no mesmo ano.

    É importante destacar que há uma versão específica para cada jogo: quem possui Pokémon Sword deve comprar a expansão correspondente, enquanto jogadores de Pokémon Shield precisam da sua própria versão. As diferenças de conteúdo são pequenas, mas existem — como o rival exclusivo: Clara, treinadora do tipo Poison, aparece no Sword, enquanto Avery, do tipo Psíquico, é exclusivo do Shield.

    História

    A trama da expansão se passa na Ilha da Armadura, onde o jogador conhece Mustard, um antigo campeão da Liga Pokémon e mestre de um dojo local. É lá que recebemos Kubfu, um Pokémon lendário de luta que se torna o centro da jornada. A evolução dele em Urshifu acontece após completar um treinamento em uma das duas torres exclusivas: a da Água ou da Escuridão, definindo a forma final do Pokémon.

    O enredo é simples, mas cumpre seu papel ao oferecer novos personagens interessantes e rivalidades marcantes. Clara, por exemplo, consegue transmitir carisma e irritação ao mesmo tempo, criando uma motivação clara para enfrentá-la — algo que o rival do jogo base não conseguiu alcançar.

    Gameplay e Wild Area

    O conteúdo principal da história dura cerca de 4 a 5 horas, mas explorando missões secundárias e sidequests, a experiência pode se estender para até 10 horas. Parte desse tempo vem do grind necessário para treinar Kubfu até estar pronto para os desafios finais.

    O grande destaque da expansão é a nova Área Selvagem, que engloba toda a Ilha da Armadura. Diferente da do jogo base, aqui a exploração é mais orgânica, com cavernas, mares, ilhas e diversos pontos de interesse. Além disso, é possível andar com seus Pokémon fora da Pokébola, recurso nostálgico que adiciona charme extra à experiência.

    As sidequests variam em qualidade. Algumas, como a busca por Digletts de Alola, são longas e voltadas para completistas. Outras rendem boas recompensas, como a possibilidade de conseguir Pokémon de regiões anteriores, incluindo formas de Alola e lendários adicionais.

    Gráficos

    Em termos visuais, não há melhorias significativas em relação ao jogo base. Os problemas de pop-in e texturas simples permanecem, e o mapa continua sendo confuso em termos de navegação. Ainda assim, ver Pokémon em tamanho real circulando pela área traz momentos memoráveis, especialmente contra criaturas gigantes no ambiente selvagem.

    Pós-jogo e extras

    Após concluir a história, há missões adicionais que envolvem evoluir Urshifu para sua forma Gigantamax, coletar recursos especiais e enfrentar batalhas desafiadoras. Além disso, a DLC trouxe mais de 200 Pokémon de volta à Pokédex, incluindo novas formas regionais e Gigantamax para iniciais e clássicos como Venusaur e Blastoise.

    Novas formas regionais de Blastoise e Venusaur

    Vale a pena o preço?

    A grande questão é se a Isle of Armor realmente compensa o valor. E a resposta é: depende. Para quem já se divertiu bastante com Pokémon Sword & Shield e deseja uma versão mais completa da região de Galar, vale a pena investir — seja para explorar a nova área, acompanhar a história inédita ou capturar os Pokémon adicionais.

    Por outro lado, se você jogou o game base e não curtiu muito a experiência, a expansão não vai mudar sua opinião. Não se trata de um novo jogo, mas sim de mais conteúdo no mesmo estilo. A recomendação é considerar a compra apenas se você já gostou do que jogou.

    E para quem decidir investir, vale ficar de olho nos grupos do NintendoBarato, onde sempre aparecem promoções e gift cards com descontos que ajudam a aliviar o preço final na eShop.

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    Conclusão

    Isle of Armor oferece uma experiência divertida, com destaque para a expansão da Wild Area, a introdução de Kubfu/Urshifu e o retorno de diversos Pokémon amados pelos fãs, destaque para Blastoise e Venusaur com formas regionais novas. No entanto, o grind excessivo, as missões menos inspiradas e a falta de evolução gráfica deixam claro que se trata mais de um complemento do que uma reinvenção.

    Para quem já gostou de Sword & Shield, a DLC é um acréscimo valioso. Mas se você esperava uma grande mudança técnica ou narrativa, talvez se decepcione.

    Se ficou interessado, lembrem-se que tanto Isle of Armor e The Crown Tundra são Expansões vendidas juntas (as duas por R$126) porém, atente-se a comprar a versão do seu jogo, na Eshop tem duas opções de expansão, uma para Sword e outra para Shield, uma não funciona na outra.