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  • [NSO #13] Arthur de cuequinha contra o terror em Ghouls ‘n Ghosts

    [NSO #13] Arthur de cuequinha contra o terror em Ghouls ‘n Ghosts

    Salve, nintendista fantasmagórico! Aqui é o Prandas e esta é mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a destacar jogos bons e curiosos no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Outubro é o mês das assombrações, do Dia do Saci, do Halloween, de tomar um café quente gostoso e pirar nas maluquices de David Lynch, Tim Burton e tantos outros mestres aí de obras sombrias.

    Óbvio que isso vale pros games também e no catálogo do Nintendo Switch Online temos aí algumas opções monstruosas de qualidade que vou destacar ao longo deste mês. E vamos começar com uma jóia da Capcom disponível para Mega Drive na biblioteca do NSO: bora falar de Ghouls ‘n Ghosts.

    Lançado em 1988 e sequência direta do cascudo Ghosts ‘n Goblins, o game preserva a dificuldade cascuda aliada ao humor pitoresco, que deixa o herói Arthur apenas de cuequinhas quando é atacado por inimigos.

    Sucesso nos fliperamas, ganhou adaptações para várias plataformas, mas a de Mega Drive se destaca pela qualidade e compromisso da SEGA que ajudou no port – o próprio Yuji Naka liderou o processo de adaptação, que durou 5 meses e exigiu tanto que Naka com frequência dormia no escritório para trabalhar mais!

    Inclusive, Naka diz que esse projeto fez ele aprender tanto que foi crucial para poucos anos depois ele liderar o time que fez o primeiro Sonic the Hedgehog. Segundo ele, a maneira como a movimentação de Ghouls ‘n Ghosts era programada ajudou ele a pensar como fazer um jogo de aventura plataforma rápido como vimos depois com o querido ouriço azul.

    Caso encare o desafio, prepare-se que é pedreira mesmo: assim como o antecessor, o game exige que você termine a aventura toda duas vezes em seguida para chegar ao final verdadeiro. Pesado, eu sei. Bem aquela coisa impiedosa dos Arcades dos anos 80!

    Ainda assim, uma pérola do início da indústria de games que ajudou a sedimentar o crescimento da Capcom e ainda rendeu spin-offs incríveis estrelados pelo capetinha Red Arremer, como o fabuloso Demon’s Crest.

    Ficamos por aqui com mais esta dica e voltamos em breve com mais sugestões de jogos monstruosos para o mês de outubro!

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  • [NSO #12] Aventura colorida direto do Japão (e do fundo do mar!) com a trilogia Starfy

    [NSO #12] Aventura colorida direto do Japão (e do fundo do mar!) com a trilogia Starfy

    Salve, nintendista! Aqui é o Prandas e esta é mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a destacar jogos bons e curiosos no catálogo do Nintendo Switch Online.

    O mês de setembro trouxe muitas novidades e historicamente é sinônimo de Tokyo Game Show, a maior feira de games do Japão que neste ano teve cobertura de intensa do nosso querido Rodrigo Coelho. Assim, decidi pinçar do catálogo do NSO uma novidade bem atrelada ao mercado japonês.

    Quer dizer… não apenas uma, mas sim três atrações, vamos falar dos jogos da série The Legendary Starfy!

    Essa é daquelas recomendações que valem pra mim também já que pouco conheci e sempre muito me interessei pelos jogos da estrelinha lançados para Game Boy Advance. Isso porque os três cartuchos originais de GBA saíram apenas no Japão, não tiveram versões fora do mercado nipônico! Isso só foi acontecer a partir do quinto game da franquia, já no Nintendo DS.

    Felizmente, essas três fitas agora estão facilmente acessíveis na locadora virtual dos videogames Switch. Ainda que os textos todos estejam em japonês, é bem tranquilo de curtir e os menus do videogame mostram os controles em português.

    De cara, as aventuras de Starfy lembram muito os jogos de Kirby, apresentando ação 2D em plataformas com ritmo mais tranquilo e cadenciado. O principal diferencial é que muitas das fases são debaixo da água, trazendo uma movimentação mais vertical do que de costume em jogos do tipo.

    Pessoalmente, me lembra muito também os títulos da série Shantae, da WayForward, pela paleta de cores vibrante e toda a temática de praia, peixes e outras criaturas do fundo do mar.

    Em meio a uma biblioteca com tanta qualidade como a do GBA, é muito encantador encontra ali esta trinca que ficou longe da gente por tanto tempo. Ah, fica aqui outra curiosidade: Starfy chegou a aparecer como uma skin no primeiríssimo Super Mario Maker, no Wii U, que possui um guarda-roupas fenomenal de skins que não se repetiram na sequência para Switch.

    Quero compartilhar aqui rapidamente outros jogos que considerei indicar nesta edição da minha coluna! Primeiro pensei em Super Mario Bros.: The Lost Levels, mas na verdade acabaria sendo uma ‘indicação reversa’, já que é um jogo que eu considero chato e ruim, ainda que preenchesse também a condição que inventei de trazer um game que foi exclusivo do Japão por muito tempo.

    Outra ideia foi falar mais de Earthbound Beginnings, do NES, conhecido apenas como Mother no Japão e precursor do antológico Earthbound, do Super Nintendo. O cartucho original saiu só no Japão e aí em 2015 o título ganhou versão traduzida no Virtual Console do Wii U!

    Ainda bem que não ficou preso no console do tablet e saiu também no Nintendo Switch Online. Acabei preferindo deixar de lado pois já é uma indicação que vem fortalecida pelo legado da franquia e falar da história pode acabar sendo spoiler para algumas pessoas – mas vale demais jogar, anota aí na sua lista!

    Ficamos por aqui com esta trilogia de dicas! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e nos vemos novamente em breve!

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  • [NSO #10] Murinho e mira laser inovadoras em Winback

    [NSO #10] Murinho e mira laser inovadoras em Winback

    Salve, salve, nintendista! Aqui é o Prandas mais uma vez com nova edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Nos últimos dias tivemos a confirmação de que 007 First Light, nova releitura do lendário agente secreto britânico, terá versão para o glorioso Nintendo Switch 2.

    A produção da IO Interactive vai mostrar o início de carreira do espião e promover uma mistura de gameplays que lembra bastante Hitman, com cenários cheios de detalhes e muitas possibilidades criativas para realizar missões, mas também ação explosiva, tiroteios e perseguições de carros.

    A indicação mais fácil e óbvia seria 007 Goldeneye, o antológico cartucho de Nintendo 64 que preencheu tardes sem fim de jogatina multiplayer ao lado do meu irmão e amigos na minha juventude. Após anos de sumiço e tretas de licenciamento, o jogo agora está disponível bonito no catálogo do NSO.

    Mas um espião de qualidade nunca seria previsível desse jeito, então o destaque desta semana é outro, vamos falar de WinBack: Covert Operations, da Koei para o N64!

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    Lançado em 1999 para o videogame da Big N e no ano seguinte para o PlayStation 2, o game foi feito pelo estúdio Omega Force, o mesmo dos títulos de Hyrule Warriors.

    A história mostra o embate de um grupo de missões secretas enfrentando uma organização terrorista que invadiu o centro de controle de uma poderosa arma espacial.

    Verdade seja dita, a ação em si é bem simples e direta ao ponto, sem grandes momentos ou personagens memoráveis. Ainda assim, o valor histórico e curiosidades maiores do game estão na jogabilidade: Winback foi pioneiro em dois sistemas de gameplay que moldariam muito da ação de futuros clássicos!

    O mais evidente é o sistema de cobertura em muro, que encontrou sua forma final em 2006 com o primeiro Gears of War. A ‘mecânica de murinho’ é extremamente definidora da experiência de Gears, na minha opinião, mas já aparece de forma simples e bastante funcional em Winback.

    Mecânica de cobertura em muro foi uma das inovações de gameplay de Winback

    A outra característica marcante é a mira laser com movimentação livre, que oferece mais precisão e liberdade nos combates contra inimigos. O mesmo esquema brilhou forte anos depois em Resident Evil 4, de 2005, na época ainda como título exclusivo do GameCube (lembra disso?).

    Isso tudo já estava lá no humilde cartucho de 1999 que, por algum motivo, foi agraciado pela Nintendo como um dos primeiros títulos de N64 disponíveis no Switch Online.

    Pessoalmente, fico feliz pois esse foi um dos jogos que só vi em locadora na época do N64 e não tive chance de jogar. Inclusive, confesso que na minha memória um pouco nebulosa eu confundia esse jogo com outra fita bem pitoresca do console 64-bits: Hybrid Heaven, um RPG de ação da Konami também de 99 e feito pelo estúdio de Osaka como uma espécie de resposta direta ao estúdio de Tóquio, que um ano antes tinha lançado o fenomenal Metal Gear Solid para PS1 – nem preciso dizer que MGS saiu como vencedor histórico e pouca gente lembra de Hybrid Heaven…

    Ficamos por aqui com mais uma dica! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e nos vemos novamente na próxima semana com mais uma indicação.

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  • [NSO #09] A simpática aventura no cotidiano de Chibi-Robo!

    [NSO #09] A simpática aventura no cotidiano de Chibi-Robo!

    Salve, salve, nintendista! Eu sou o Prandas e aqui estamos para mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    A dica da semana é uma novidade até pra mim mesmo: Chibi-Robo!

    O adorável game de aventura plataforma lançado para GameCube em 2005 apresentou um pequeno robôzinho que cuida de diversas tarefas do lar. O game gerou diversos spins-offs, especialmente nos portáteis Nintendo DS e 3DS, e tem até um amiibo fofíssimo.

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    Desenvolvido pelo estúdio Skip, que já fechou as portas, Chibi-Robo seria inicialmente um adventure de apontar-e-clicar publicado pela Bandai, mas essa versão não foi muito adiante e o projeto só vingou quando Shigeru Miyamoto foi apresentado a ele e assumiu funções de produtor, colaborando para a mudança de estilo de gameplay.

    O diretor do game é Kenichi Nishi, com passagens anteriorespela Square em títulos de peso como Chrono Trigger e Super Mario RPG, mas marcado por RPGs excêntricos e bem diferentões, como Giftpia, L.O.L.: Lack of Love, UFO: A Day in the Life e Moon: Remix RPG Adventure – este último provavelmente o mais conhecido do portfólio de Nishi, já que foi citado nominalmente anos atrás pelo game designer Toby Fox como uma das inspirações para o lendário Undertale.

    Chibi-Robo celebra o mundano de forma pouco vista na indústria na época. Em partes, me lembra um pouco títulos como Animal Crossing, Harvest Moon e Stardew Valley, em que a jogabilidade é viver um cotidiano pacato.

    Nesta aventura 3D do GameCube, o robôzinho miniatura deve cuidar da casa para trazer mais alegria ao lar e à família que ali mora. Ainda assim, o título não deixa de tocar em temas mais complexos e delicados, como divórcio e solidão.

    Infelizmente, nenhuma das continuações de Chibi-Robo! conseguiu honrar o legado do original, com aventuras medianas e simplesmente esquecíveis.

    Este é um jogo que não tive a chance de jogar na época de lançamento e só acompanhei mesmo por revistas, fascinado pela proposta tão pacata e ‘fora da caixinha’. Anos depois, cheguei a jogar a aventura portátil Zip Lash, justamente o cartuchinho de 3DS que vem com um amiibo do Chibi-Robo, mas infelizmente ela é bem fraquinha e pouco marcante.

    Enquanto a gente relembra o legado do robôzito com o game orinal de GC no catálogo do Switch Online, deixo também a sugestão de ficar de olho em koROBO, título que segue a mesma ideia de Chibi-Robo! e está em desenvolvimento pelo estúdio novato Tiny Wonder, formado justamente por veteranos da Skip.

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  • [NSO #08] Super Metroid: as origens do metroidvania de Silksong

    [NSO #08] Super Metroid: as origens do metroidvania de Silksong

    Salve, fã da Nintendo! Aqui é o Prandas e aqui estamos para mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Você consegue sentir o clima de tensão no ar? É tão palpável que dá para cortar com uma faca, ou melhor… furar com uma agulha! É o hype GIGANTE pela chegada iminente de Hollow Knight: Silksong!

    Depois de muitos anos de espera, o game chega no dia 4 de setembro para continuar o legado de um dos melhores metroidvanias de todos os tempos. Sendo assim, bora homenagear esse estilo de jogo específico e trazendo para o palco um dos representantes perfeitos do gênero: Super Metroid!

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    O cartucho lançado em 1994 para Super Nintendo é o terceiro na cronologia das aventuras espaciais da caçadora de recompensas Samus Aran e permanece uma aventura épica mesmo para os padrões atuais.

    Gráficos vibrantes em pixel art dão ainda mais vida ao planeta Zebes, o mesmo do primeiro Metroid, de NES, e uma trilha sonora avassaladora deixa quem joga completamente envolvido na experiência. Cenários de lava e fogo trazem músicas que causam aflição, os tons graves das fases aquáticas reforçam o perigo das profundezas e temas misteriosos apimentam a exploração por túneis e poços habitados por todo tipo de flora e fauna.

    Porém, o toque de ouro neste projeto do diretor Yoshio Sakamoto (que é também o criador da franquia) é mesmo a jogabilidade. Samus já é de cara uma guerreira muito versátil e só melhora conforme você adquire novos poderes pelo caminho, que mudam totalmente a maneira como você encara o cenários e os inimigos.

    Foi este jogo aqui que consolidou a experiência universal de um metroidvania de você se perder, achar um poder e voltar a um trecho já visitado para abrir novas passagens – o que foi aperfeiçoado em escala ainda mais épica com Castlevania: Symphony of the Night e seus dois castelos pouco depois, em 1997.

    Para corroborar o status de ‘jogo perfeito’ no meu panteão pessoal, Super Metroid traz uma narrativa contextual imersiva e imbatível. Isso fica muito claro nos combates contra chefes e ao menos em outros dois momentos inesquecíveis para mim: a investigação na nave espacial assombrada e a destruição do túnel aquático com a Power Bomb!

    E, óbvio, nada supera os acontecimentos na batalha final, absolutamente épicos e emocionantes – e que não vou falar aqui pra evitar spoilers, vale conferir por conta!

    A boa notícia é que o catálogo do Nintendo Switch Online oferece tanto o Super Metroid padrão quanto uma versão especial que deixa você na boca do gol: com a Samus totalmente equipada de power ups e prestes a entrar na última área do jogo, alguns instantes antes da luta final.

    Super Metroid é uma experiência fabulosa e porta de entrada sem volta para o serpenteante mundo dos metroidvanias. Gostou da experiência? Bom então que a coleção completa dos episódios mainline da série está no Switch! Metroid: Zero Mission é um fantástico remake do primeiro episódio da série e está disponível no Game Boy Advance, mesma situação de Metroid Fusion, continuação direta de Super Metroid.

    Vale apontar que Metroid II também consta na seleção de títulos do Game Boy tijolão, mas é uma experiência difícil de engolir, recomendo tentar ir atrás do lindíssimo remake para 3DS feito pela MercurySteam – isso, o estúdio espanhol que cuidou também de Metroid Dread, esse para Switch mesmo.

    Espero que tenha gostado da dica! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e mandar outras dicas de metroidvanias de qualidade! Voltamos na próxima semana com mais uma indicação.

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  • [NSO #07] A genialidade de Sakurai em Kirby’s Dream Land 2

    [NSO #07] A genialidade de Sakurai em Kirby’s Dream Land 2

    Salve, fã da Nintendo! Aqui é o Prandas e aqui estamos para mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Foi fácil escolher o tema desta semana graças ao recente Nintendo Direct apresentado pelo inigualável Masahiro Sakurai, o apaixonado game designer que apresentou em detalhes o jogo Kirby Air Riders 2, que sai em 20 de novembro com legendas em português para Switch 2.

    Ou seja, vamos falar de Kirby!

    Felizmente, o cardápio é vasto e variado para a bolota rosa na biblioteca do Switch Online, incluindo as primeiras aventuras do herói e alguns spin-offs curiosos.

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    Minha escolha para o holofote de hoje é Kirby’s Dream Land 2, game lançado em 1995 para o bom e velho Game Boy.

    O cartuchinho veio bem depois do supremo Super Mario World, da inovação gráfica de Donkey Kong Country e poucos meses antes das revoluções de Super Mario 64 e Pokémon, o que talvez explique a atenção menor do que merecia, mas trata-se de uma jornada incrível na minha opinião – é o meu favorito dos títulos 2D clássicos de Kirby.

    Curiosamente, Sakurai não trabalhou no desenvolvimento deste jogo pois provavelmente já estava envolvido na produção da coleção de jogos Kirby Super Star, que saiu em 96 para o SNES. Sobrou para outro funcionário do estúdio HAL assumir o cargo de produtor: ninguém menos que Satoru Iwata, ainda anos antes de virar presidente da Nintendo ou mesmo ajudar de forma milagrosa no desenvolvimento de Pokémon Gold/Silver. Iwata-san dividiu as responsabilidades com ninguém menos que Shigeru Miyamoto. Que elenco de peso neste game, hein!?

    Dream Land 2 mantém o charme e engenhosidade do game original, agora expandido com a adição de pets com poderes especiais, bem ao estilo Yoshi. São eles um hamster, uma coruja e um peixe-lua do oceano, cada um mais habilidoso em tarefas diferentes, como voar ou nadar.

    Pessoalmente, sinto também que a tela menorzinha do Game Boy se adequa melhor às primeiras aventuras de Kirby, sinto que o espaço maior oferecido em Kirby’s Adventure, do NES, deixava o cenário um tanto quanto vazio e dava menos oportunidades para fazer as habilidades do herói e os inimigos brilharem mais.

    O game também tinha alguns caprichos visuais adicionais ao jogar no Super Game Boy, incluindo molduras e algumas poucas cores. Tanto que na versão de Switch Online dá para curtir a jornada colorida, ainda que seja uma produção para o Game Boy tijolão original, o monocromático.

    Aliás, quero compartilhar: sou um fã bem recente de Kirby! Não tive muita oportunidade de jogar os games na época de lançamento em seus consoles originais e acabei aproveitando bastante o Nintendo Switch Online para jogar tudo, do Game Boy ao NES, passando também por Super Nintendo, N64 e GBA.

    Agora estou com o fenomenal Forgotten Land preparado para jogar – e o upgrade para Switch 2 é o empurrão definitivo para isso!

    Espero que tenha gostado da dica! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e mandar outras dicas de games imperdíveis do Kirby. Voltamos na próxima semana com mais uma indicação.

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  • [NSO #06] Versão especial de Ninja Gaiden facilita a vida 8-bits

    [NSO #06] Versão especial de Ninja Gaiden facilita a vida 8-bits

    Salve, fã da Nintendo! Aqui é o Prandas e bora pra mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, minha coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Para o texto desta semana decidi prestigiar o NES, uma plataforma que eu ainda não havia destacado até então. A prateleira virtual é vasta para o console 8-bits no NSO, com mais de 80 de opções diferentes, e decidi homenagear o tema secreto de games do ano: NINJAS!

    Tivemos em julho o lançamento do fantástico Ninja Gaiden Ragebound, em agosto sai o belíssimo Shinobi: Art of Vengeance e fora das paredes da Nintendo ainda temos Assassin’s Creed Shadows, Ghost of Yotei e Ninja Gaiden 4, todos homenageando de alguma forma os icônicos guerreiros mascarados.

    A dica então é o primeiríssimo Ninja Gaiden, um cartucho lendário e mais duro do que roer rapadura. A dificuldade do game da Tecmo é alta e a Nintendo sabe disso, tanto que a minha dica aqui mais específica é a versão ES do game!

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    Alguns jogos do NSO oferecem a versão ES, sigla para Especial, que trazem o jogo com várias facilidades, geralmente perto do chefão final e cheio de powers ups – dá para identificar fácil pela presença do selinho escrito “ES” na capa do jogo.

    É o caso da opção ES de Ninja Gaiden, que te deixa na boca do gol, às portas de enfrentar a sequência final de chefões. Facilita, mas complica, pois os bichos são pedreira e chegar sem conhecer os comandos e poderes é outro tipo de desafio.

    Ainda assim, nada que não dê para aprender rapidinho jogando a versão normal de Ninja Gaiden e depois embarcando na edição ES para tentar ver o desfecho do primeiro capítulo da saga de Ryu Hayabusa.

    O Nintendinho ainda recebeu mais dois jogos da franquia, enquanto o SNES recebeu Ninja Gaiden Trilogy, uma compilação dos três títulos em uma única fita. Com o sucesso de crítica de Ragebound, bem que esses outros games poderiam chegar ao NSO!

    Além disso, a trilogia tridimensional de hack’n slash também está disponível no Switch por meio da intensa Master Collection, que traz o revival das aventuras de Hayabusa-san iniciadas no primeiro Xbox.

    Espero que tenha gostado da dica, aproveita o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e mandar outras dicas de games de ninja (ou não!) que também estão no Switch Online. Voltamos na próxima semana com mais uma indicação.

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  • [NSO #05] Vamos celebrar 40 anos de Rare com Perfect Dark

    [NSO #05] Vamos celebrar 40 anos de Rare com Perfect Dark

    Salve, fã da Nintendo! Aqui é o Prandas e aqui estamos para mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna semanal dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Nesta primeira semana do mês, mais exatamente no dia 4 de agosto, a produtora britânica Rare celebrou 40 anos desde sua fundação, lá em 1985.

    A desenvolvedora foi uma notória parceira da Nintendo nos anos 90, quando trouxe ao mundo verdadeiras jóias digitais como a trilogia Donkey Kong Country, o fabuloso Goldeneye 007, experimentos curiosos como Blast Corps, fantasia e magia com Banjo-Kazooie e muito mais – até DK64 tem lá seu valor com o inusitado rap dos ‘mamacos’.

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    Vamos então comemorar esse legado bonito com um jogo fantástico que chegou na virada do século com toda uma pegada futurista, o colossal Perfect Dark. O game está disponível no catálogo do Nintendo Switch Online, mas é naquele app separado de títulos de N64 indicados para maiores de 18 anos!

    Herdeiro natural do legado de James Bond, o título apresentou a espião tridimensional Joanna Dark em uma trama de agentes secretos, computadores, aliens, armas muito loucas e várias surpresas. O cartucho é literalmente um Goldeneye turbinado, tanto que precisava do acessório Expansion Pak para liberar o potencial completo, incluindo a campanha com história.

    Maior e melhor que 007 em tudo, Perfect Dark tem fases maiores e repletas de exploração e segredos, ambientes interativos, armas com funções secundárias, modos cooperativos e um multiplayer viciante em tela dividida.

    O game saiu bem na época em que eu ainda estava na escola e não tinha acesso à internet em casa, então toda sexta-feira e final de semana o lance era jogar Nintendo 64 com meu irmão e alguns amigos do colégio, só repetindo o que a gente já fazia de monte com Goldeneye 007 e Mario Kart 64 – às vezes também com Star Fox 64, mas o multiplayer desse cansava rápido.

    Lembro de apelar MUITO com a Laptop Gun, uma metralhadora frenética que tinha como função secundária a possibilidade de grudar ela na parede e atuar como um drone automático, perfeito para fazer armadilhas contra os coleguinhas, hahah!

    Fico triste que desde então nossa querida Joanna nunca mais brilhou tão forte nas telinhas. Perfect Dark Zero foi um projeto conturbado que migrou do GameCube para o primeiro Xbox e acabou só saindo no Xbox 360, depois que a Microsoft comprou a Rare em 2002.

    Além disso, houve também um projeto de reboot anunciado em 2020, mas infelizmente cancelado agora 2025. O desenvolvimento era comandando pelo estúdio novato The Initiative, criado pela Microsoft para lidar com projetos de altíssimo orçamento, e tinha também apoio da Crystal Dynamics, da ótima trilogia reboot de Tomb Raider e da série Legacy of Kain.

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  • [NSO #04] Pedradas sonoras de Yuzo Koshiro em Streets of Rage

    [NSO #04] Pedradas sonoras de Yuzo Koshiro em Streets of Rage

    Salve, fã da Nintendo! Aqui é o Prandas e bora pra mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, minha coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Na coluna de hoje abro espaço para homenagear a SEGA, antiga e eterna rival da Big N. Em um período de apenas uma semana, tivemos a primeira visita ao Brasil do lendário compositor musical Yuzo Koshiro e também o lançamento de Earthion, novo game de navinha da Ancient, estúdio do próprio Koshiro.

    Nada mais justo então do que resgatar um dos muitos clássicos dessa fera que estão na biblioteca virtual do NSO e hoje vamos de Streets of Rage, do Mega Drive. Pessoalmente, acho Streets of Rage 2 melhor no geral, mas a trilha sonora do primeiro é MUITO marcante e é uma das principais obras que alçou Koshirão ao panteão que habita hoje em dia no universo dos games.

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    Lançado em 1991, no auge da febre dos beat’em ups, o cartucho apresenta uma cidade tomada pelo crime e um trio de ex-policiais (ou ‘tiras’, pra ficar mais no vocabulário da época) decide fazer justiça com as próprias mãos.

    Daí em frente é descer a porrada em todos os capangas que aparecem pelo caminho, pegar comida do chão para recuperar vida e apertar o botão A por engano e usar o especial em que vem uma viatura com um maluco de lança-foguetes que ataca todos os inimigos.

    Como manda a cartilha do gênero, tem multiplayer cooperativo para duas pessoas, tal qual Final Fight, Double Dragon, Golden Axe, Tartarugas Ninja e outros jogos de ‘andar e bater’ da época. Porém, em Streets of Rage 1 isso possibilita também um final ruim.

    Segue a dica: ao chegar no chefão final, ele oferece à dupla a oportunidade de se juntar à organização criminosa. Caso uma pessoa aceite e a outra negue, elas lutam entre si e aí se a pessoa que negou vencer e em seguida negar a nova oferta do criminoso e vencê-lo em seguida ela que se torna a grande líder dos bandidos. Inesperado, inovador e… um tanto quanto sinistro!?

    Seja como for, é um jogão, jogando sozinho ou com mais uma pessoa. E aí a pixel art de qualidade e a trilha sonora insana tornam toda a experiência memorável. Gostou e quer conhecer mais? No Nintendo Switch Online você encontra também o Streets of Rage 2, que é fantástico.

    Infelizmente (ou nem tanto), o SoR 3 ainda não está no catálogo, mas ele é notavelmente inferior aos antecessores. Ah, e claro: o Switch tem também o fabuloso Streets of Rage 4, lançado em 2020, sequência canônica da franquia e com um visual lindíssimo feito à mão pelos times dos estúdios Dotemu, Lizardcube e Guard Crush.

    Um elemento em comum entre todos os jogos de Streets of Rage? A presença radiante do talento de Yuzo Koshiro na trilha sonora. O cara é brabo e esta série de jogos é uma das melhores demonstrações disso.

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