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  • Análise: Resident Evil Requiem É Perfeito Retorno da Série Aos Consoles Nintendo.

    Análise: Resident Evil Requiem É Perfeito Retorno da Série Aos Consoles Nintendo.

    Resident Evil Requiem, o nono jogo principal da franquia, é talvez o primeiro grande jogo da indústria a chegar ao mesmo tempo pro Nintendo Switch 2 e demais plataformas de nova geração, e por isso, a expectativa é imensa. A aventura compartilhada entre Grace e Leon, representando respectivamente o lado survival horror e ação da franquia, chamou a atenção e hoje podemos dizer que ela deu MUITO certo. Não só isso, o jogo entregou um port impressionante no Nintendo Switch 2, embora tenha alguns problemas sim que temos que pontuar.

    E por fim, qual o tema central DE VERDADE desse jogo? Por quê chamar Requiem? Essa proposta é bem interessante, mas mesmo ela também pode irritar alguns jogadores, então, se quer saber se esse jogo é ou não pra você, confira nossa análise para Resident Evil Requiem.

    Contexto

    Requiem é o “Resident Evil 9”, mas seguindo a tendência de não colocar mais o número,  talvez por acreditarem que isso atrapalha a introdução de novos jogadores que não jogaram os anteriores.

    Dito isso, apesar de você pode jogar Requiem como seu primeiro Resident Evil, ele é, vamos assim dizer, mais aproveitado por quem jogou a quadrilogia inicial, já que o jogo tem diversos retornos à sua origem em gameplay e história, e essas referências são melhores aproveitadas pelos fãs. Quem começar por esse vai entender a história do começo ao fim e aproveitar a gameplay, só não vai pegar as referências e talvez queira pesquisar algum termo de organização ou nome, esse tipo de coisa.

    O jogo é realmente uma pizza meio-a-meio. Temos 2 protagonistas, a nova personagem Grace, e o veterano Leon, e os 2 começam com sua própria jornada, que claro, uma hora acaba se cruzando.
    Grace está sendo perseguida e descobre que tem algo nela que os vilões querem, um segredo que sua mãe conhecia mas não pôde explicar à ela. Nossa missão é sobreviver, pois Grace é, entre aspas “apenas uma analista do FBI” então ela tem um treinamento mínimo, mas é novata e não é soldada ou policial; e claro, entender esse mistério em torno da pessoa dela, qual o papel da Grace nesse universo tão rico de Resident Evil.

    Leon também já começa com um problema, ele está com um tipo estranho de infecção degenerativa, que pode estar ligado às suas aventuras passadas, e pessoas sobreviventes da catástrofe de Raccon City, como ele, estão morrendo (não se sabe se pela infecção ou não). Nosso objetivo com ele é entender essa infecção, e claro, buscar uma solução antes que seja tarde.

    Como Funciona

    A diferença entre os 2 também reflete na gameplay:
    Grace é uma jovem novata, ela traz o clássico survival horror, onde temos que evitar combate, ela não tem ataques corpo a corpo (no máximo um empurrão), a munição, cura, enfim, recursos com ela são escassos, e o jogo recomenda a câmera em primeira pessoa até pra aumentar o terror (e realmente aumenta), dito isso, a câmera em terceira pessoa também é boa pra auxiliar no stealth (avançar escondida).
    Leon é um combatente experiente, ele tem um machado para aparar ataques inimigos, matar zumbis desprevenidos infinitamente, e pode fazer execuções com golpes corpo a corpo, que estão BEM brutais. Com ele, munição e armas especiais são muito mais frequentes, então, a parte dele é “tiro, porrada e bomba”. EMBORA, um aviso, ele NÃO É esse “rambo” todo que os trailers fazem parecer. O Leon fica em vantagem mais pelos recursos mesmo, a munição é muito mais presente, ele tem armas melhores, ele tem o machado, então, fisicamente, a única diferença é que ele consegue finalizar no corpo a corpo inimigos atordoados, mas vocês ainda precisa atordoar eles.

    O level design, as fases com a Grace, remetem bem aos primeiros jogos: um labirinto onde você precisa explorar cada canto, em busca de uma chave, de um alicate pra abrir uma gaveta travada; você tem inimigos perseguidores e um “vai e vem” muito presente. 

    Já as partes do Leon são mais lineares e contam com batalhas de chefe ou hordas de inimigos. 

    O protagonismo dos 2 é real, do começo ao fim da jornada você vai alternar entre eles e entre esses 2 tipos de gameplay. Porém, a duração desses trechos alterna muito, com o Leon principalmente, alguns trechos dele são muito curtos, e existe um trecho longuíssimo, o maior do jogo; já a Grace tem um tempo mais constante. Então, se prepara pra jogar bastante com os 2.

    E antes de finalizar a parte descritiva, sobre a história, ela também tem esse teor de regresso, você tem uma infecção ligada ao incidente de Raccon City dos primeiros jogos, a mãe da Grace, era uma jornalista que buscava descobrir a verdade sobre o incidente, então, é, se prepara aí fã, porque a história do jogo vai mexer nesse vespeiro aí haha

    O Que Achamos?

    Começando pela versão Switch 2: provavelmente temos o melhor visual do console nos seus altos, e alguns probleminhas nos baixos (uma sombra meio bugada aqui, um cabelo que ficou com muito artefato ali…) mas em geral, ele é visualmente MUITO agradável.

    A performance já deixa mais a desejar. O jogo roda a 60 quadros por segundo na maior parte do tempo, mas certos locais e eventos derrubam essa taxa, tanto no modo TV quanto portátil. Seria bom um modo 30fps cravado, mas não tem, e alguns trechos, honestamente, são meio bobos para cair essa taxa, então, deve rolar patch de melhoria no futuro. 

    Em geral, é uma experiência muito mais positiva que negativa, é uma versão muito mais elogiável do que criticável, mas se você é do tipo que quando cai o fps a sua pressão cai junto (kk) fica o aviso.

    O elenco e dublagem também é algo incrível, principalmente em PT-BR, é qualidade altíssima de dublagem e até os zumbis estão bem dublados.

    A dinâmica da dupla ficou muito boa, alguns duetos de Grace e Leon são quase que como “fase e depois final boss”, é muito legal legal você estar numa perspectiva de “socorro, tem um bicho invencível atrás de mim”, e aÍ troca pro Leon “OK BORA METER UM SOCÃO NESSE MESMO BICHO”. Mesmo nos trechos curtos, o “trecho Leon” ajuda a tirar a tensão, deixa a coisa mais dinâmica.

    Mas o verdadeiro trunfo de ter 2 protagonistas com propostas opostas, é simplesmente… possibilitar o jogo ser o que ele quer. A Grace deixa o jogo de Terror ser MUITO terror, porque é uma analista, ela é uma pessoa “comum” e evita um personagem conhecido e experiente passar uma situação de “nossa, esse personagem tá com medo disso?”; e o Leon, é o principal protagonista em termos de ação, então, com ele acontece todo tipo de maluquice, e sim, o jogo vai ter suas cenas mirabolantes (nada nível socar uma pedra gigante igual o 5 kk) e chefes fortes, ou trechos de adrenalina, etc. Então, com os 2, o jogo ganha uma extensão na régua do que faz sentido ter no jogo, se for algo mais “humano” coloca no trecho da Grace, se for algo mais intenso, coloca no trecho do Leon. 

    A parte técnica e criativa está impecável. Cenários lindos, história envolvente, sons amedrontadores… a Capcom realmente tirou um tempo pra polir o jogo e realmente quis que o 9 fosse um Resident Evil especial.

    Mas ela errou também?
    Dentre as críticas que podemos fazer, estão o fato de que não tem muitos personagens “humanos do bem” no jogo. Os vilões são muito bons, tanto o doutor antagonista Victor Gideon, quanto os monstros, mas em termos de humanos…são muito poucos, no geral, a Grace tá sendo capturada e o Leon tá quebrando geral, então, a história acontece em locais muito fechados, alguns poucos personagens humanos aparecem em flashbacks…não é um jogo pra se jogar pelos personagens secundários ou a interação dos primários com eles.

    Agora, a crítica mais polêmica é que…como mencionado, Requiem de certa forma tem esse nome e esse teor de resgate à quadrilogia, quase que como um tributo, uma homenagem. Só que…tem hora que essa homenagem passa do ponto. Mesmo quem não conhece a franquia sente que tem certos momentos mal introduzidos que parecem ser um fanservice descolado do que o jogo tava caminhando até então. É MUITO difícil desenvolver esse argumento numa análise sem spoilers kkkk mas o resumo é: esteja preparado pra fanservices bem e mal colocados… mas isso é opinativo, talvez você não se importe com isso, e talvez você se importe mais kkk

    Ah e em termos de horas de gameplay, no reloginho do jogo aqui pra zerar ficou 14h. Mas tiveram alguns retornos no save, então… acho que em media a galera vai levar entre 10 e 16h na primeira run.

    Conclusão

    Resident Evil Requiem é um jogaço, certamente, o primeiro grande destaque do ano. Ele é incrível como survival horror, incrível como jogo de ação e a alternância entre os 2, torna ele ainda mais incrível.

    É um jogo também corajoso por retomar a temática de infecção pelo incidente de Raccon City, e tinha que ser assim num jogo que quer trazer tantas proximidades com a quadrilogia inicial.

    Os maiores problemas são simplesmente técnicos na versão Switch 2, e certos momentos que talvez a tentativa de ser um tributo tenha passado do ponto. Mas nada disso diminuiu a grandiosidade da experiência geral do jogo.

    Resident Evil não tem um jogo numerado lançando pra Nintendo, simultaneamente com as outras plataformas, desde Resident Evil 4! E que bom que o retorno da franquia foi com um jogo tão bom.

    Tier Da Experiência Pessoal e Nível de Recomendação: 

    S+ – Supremo

  • Resident Evil Requiem ganha novo trailer com Leon voltando para Raccoon City; confira

    Resident Evil Requiem ganha novo trailer com Leon voltando para Raccoon City; confira

    A Capcom revelou o quarto trailer de Resident Evil Requiem durante a transmissão do State of Play realizada na quinta-feira, 12 de fevereiro. O novo vídeo apresenta cenas protagonizadas pelos dois personagens jogáveis do jogo: o veterano da série Leon S. Kennedy e a novata Grace Ashcroft, analista do FBI.

    As imagens mostram Leon em ação, revisitando as ruínas de Raccoon City e a delegacia RPD, cenário clássico da franquia. Grace, por sua vez, surge em situações de tensão e suspense, refletindo a diferença de abordagem entre os dois personagens. Enquanto Leon traz momentos de ação e combate, Grace é responsável pela exploração e pela atmosfera de terror, com segmentos em que precisa se esconder de ameaças e resolver enigmas.

    O trailer também mostrou a alternância entre os modos em primeira e terceira pessoa, que poderá ser feita livremente pelo jogador durante a história.

    Resident Evil Requiem será lançado em 27 de fevereiro de 2026 para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

    Fonte: Nintendo Life

    O que é o Nintendo Barato?

    O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.

  • Resident Evil Requiem ganha microSD Express especial no Switch 2

    Resident Evil Requiem ganha microSD Express especial no Switch 2

    A PlayAsia revelou oficialmente um microSD Express de Resident Evil Requiem em edição especial, desenvolvido em parceria com a Capcom. O cartão terá 512GB de armazenamento e será lançado no dia 27 de fevereiro, mesma data em que o jogo chega ao Nintendo Switch 2.

    O acessório utiliza o padrão microSD Express, pensado para aproveitar as velocidades mais altas suportadas pelo novo console da Nintendo, algo cada vez mais necessário diante de jogos maiores e mais complexos. Com isso, o cartão oferece espaço suficiente para armazenar Resident Evil Requiem e outros títulos da nova geração.

    Além do aspecto técnico, o microSD traz um design exclusivo inspirado na franquia, o que o transforma também em um item voltado a fãs e colecionadores. A iniciativa reforça o compromisso da Capcom com o Switch 2 e sinaliza como acessórios oficiais podem ganhar cada vez mais destaque no ecossistema do console.

    O produto será comercializado pela PlayAsia, com distribuição internacional.

    Quer saber quando vai ficar disponível no Brasil? Participe dos grupos do NintendoBarato e receba em primeira mão.

    Jogamos Resident Evil Requiem

    A Capcom convidou a imprensa brasileira para um preview exclusivo de Resident Evil Requiem, próximo capítulo da icônica franquia de terror, e tivemos a oportunidade de jogar cerca de três horas do game antes do lançamento. Confira nossa experiência completa na matéria.

    Fonte: MyNintendoNews

  • Hands On: Jogamos o novo Resident Evil Requiem no Brasil

    Hands On: Jogamos o novo Resident Evil Requiem no Brasil

    A Capcom convidou a imprensa brasileira para um preview exclusivo de Resident Evil Requiem, próximo capítulo da icônica franquia de terror, e tivemos a oportunidade de jogar cerca de três horas do game antes do lançamento. A experiência deixou claro que este não é apenas mais um Resident Evil, mas um título que busca equilibrar legado, renovação e respeito às diferentes gerações da série.

    Antes de contar minha experiência, vale destacar um ponto importante: Resident Evil Requiem também chega ao Nintendo Switch 2, algo que reforça a parceria da Capcom com a Nintendo e amplia o alcance do jogo para diferentes públicos. Para fãs da plataforma, essa é uma excelente notícia.

    Uma experiência pensada para contrastes

    Durante o preview, o jogo se mostrou dividido em experiências bem distintas, mas complementares. Mesmo sem entrar em detalhes específicos da estrutura narrativa, fica claro que Resident Evil Requiem aposta em ritmos diferentes de gameplay, alternando momentos mais tensos com trechos que flertam com a ação – algo que a franquia vem refinando ao longo dos últimos anos.

    Em determinados momentos, a sensação remete bastante ao que vimos em Resident Evil 4 Remake, principalmente no ritmo e na forma como o jogador se movimenta pelos cenários. Ao mesmo tempo, o clima geral puxa para um terror mais clássico, lembrando o tom de Resident Evil 2 Remake, com infectados que se comportam de forma mais ameaçadora e imprevisível.

    Esse equilíbrio funciona melhor na prática do que pode parecer no papel. O jogo constantemente faz o jogador se sentir vulnerável, mesmo quando oferece ferramentas para lidar com os perigos à frente.

    Peso, tempo e consequência

    Um dos pontos mais interessantes que eu percebi logo nas primeiras horas é como Resident Evil Requiem trabalha a sensação de experiência e físico dos personagens. Aqui, tudo parece mais calculado. As ações exigem mais atenção, o posicionamento importa e cada encontro vem com uma sensação real de risco.

    Ainda existe espaço para momentos mais intensos e com ação, mas eles são apresentados de forma mais contida. O jogo passa a impressão de que algo de ruim pode acontecer a qualquer momento, o que contribui bastante para a imersão e para a tensão constante.

    Essa abordagem ajuda a diferenciar Requiem de outros capítulos mais focados em ação, reforçando a identidade de survival horror que muitos fãs sentiam falta. (se você não gostou de Resident Evil 6, não precisa se preocupar haha)

    O retorno ao terror como prioridade

    Em outros trechos do preview, Resident Evil Requiem abraça completamente o terror. A sensação é de estar sempre em desvantagem: o ambiente é opressor, os recursos são limitados e a ameaça nunca parece totalmente controlável.

    Esses momentos representam o “puro suco” do survival horror. A tensão não vem apenas dos inimigos, mas da ambientação, do design sonoro e da incerteza do que pode acontecer a seguir. É um tipo de experiência que exige calma, atenção e, principalmente, nervos no lugar.

    Mesmo sem se aprofundar em sistemas ou mecânicas específicas, dá para afirmar que o jogo sabe como provocar desconforto e manter o jogador constantemente alerta — algo essencial para a proposta da franquia.

    Novas ideias, mesma identidade

    Resident Evil Requiem também apresenta novas ideias de jogabilidade, que renovam a forma como o jogador interage com o mundo e com os recursos disponíveis. Essas novidades não quebram a identidade da série, mas ajudam a modernizar a experiência e a criar situações inéditas durante a exploração.

    A sensação geral é de evolução natural: o jogo respeita tudo o que a franquia construiu ao longo de quase três décadas, mas não tem medo de experimentar e ajustar suas fórmulas.

    Novas formas de mutação do T-vírus

    Durante um evento digital promovido pela Capcom, o diretor Koshi Nakanishi comentou um dos conceitos mais curiosos por trás dos infectados em Resident Evil Requiem. Segundo ele, alguns inimigos mantêm hábitos de quando ainda eram humanos.

    “Por exemplo, se há um zelador no prédio, mesmo como zumbi ele continua a limpar as instalações de forma cuidadosa. Há vários zumbis como esse, que se agarram aos hábitos de suas vidas passadas. Observando suas ações meticulosamente, você consegue derrubá-los ou desviar deles, adicionando mais à gameplay”, explicou o diretor.

    Essa ideia adiciona personalidade aos inimigos e contribui para o clima perturbador do jogo, fazendo com que cada encontro seja mais imprevisível.

    Um jogo para novos jogadores e veteranos

    No fim das contas, Resident Evil Requiem se mostra um título que funciona muito bem em duas frentes. Por um lado, ele é acessível o suficiente para novos jogadores, servindo como uma excelente porta de entrada para quem não acompanhou todos os capítulos anteriores. Por outro, é claramente um jogo pensado para fãs de longa data, repleto de escolhas que dialogam com a história e a identidade da série.

    Sendo o nono jogo principal da franquia, Requiem chega em um momento simbólico: Resident Evil completa 30 anos em 2026. Desde o lançamento do primeiro título, em março de 1996 no Japão, a série passou por diversas transformações – e tudo indica que este novo capítulo entende muito bem esse legado.

    Ainda é cedo para tirar conclusões definitivas, mas nas primeiras horas eu já posso dizer que, Resident Evil Requiem tem tudo para ser um dos capítulos mais interessantes e equilibrados da franquia. Um jogo que respeita o passado, olha para o futuro e sabe exatamente como provocar medo no jogador.

    Agradecimento especial a Capcom Brasil pelo convite ao evento, foi incrível fazer parte deste momento!

  • Confira as novidades de Resident Evil 9: Requiem reveladas pela Capcom

    Confira as novidades de Resident Evil 9: Requiem reveladas pela Capcom

    A Capcom realizou seu Resident Evil Showcase no dia 15 de janeiro de 2026, dedicando 12 minutos ao nono título principal da franquia, Resident Evil: Requiem. O jogo tem lançamento confirmado para 27 de fevereiro de 2026 em Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.

    Novidades na jogabilidade

    A experiência é construída sobre uma divisão clara entre os dois protagonistas. A campanha de Grace Ashcroft é focada no terror de sobrevivência clássico, com recursos limitados, crafting de itens usando sangue infectado coletado de inimigos e uma perspectiva padrão em primeira pessoa para aumentar a imersão e o medo.

    Em contraste, as seções de Leon S. Kennedy priorizam a ação e o combate direto, com jogabilidade em terceira pessoa, arsenal robusto e movimentos ágeis. Uma inovação é a liberdade de alternar entre as perspectivas de primeira e terceira pessoa a qualquer momento, com ambos os personagens.

    O jogo também confirmou um modo de dificuldade especial. Além das opções Casual e Padrão, haverá o Padrão (Clássico), onde os jogadores precisarão encontrar e usar fitas de tinta (ink ribbons) para salvar o progresso nas máquinas de escrever, revivendo uma mecânica tradicional da série.

    Inimigos com comportamento inédito

    O showcase destacou que alguns infectados em Requiem mantêm comportamentos de sua vida passada, como um zelador que insiste em limpar os corredores. Observar esses padrões será parte da estratégia.

    Novidades da história

    Grace viaja a Raccoon City para investigar a morte de sua mãe, Alyssa Ashcroft, com foco no Wrenwood Hotel. Paralelamente, a trama de Leon gira em torno de um elemento central chamado “Elpis”, um segredo que conecta o passado de Alyssa a uma marca de mordida misteriosa que Leon carrega.

    Conteúdo extra e edições especiais

    A Capcom anunciou a Deluxe Edition, que inclui o passe de temporada com três DLCs de história, trajes alternativos e uma arma inicial especial. Também foram revelados produtos licenciados, como um Pro Controller temático para Nintendo Switch 2, relógios de edição limitada em parceria com a marca Hamilton e figuras de colecionador de Grace e Leon.

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  • Leon Kennedy é confirmado em Resident Evil: Requiem através de vazamento na PSN

    Leon Kennedy é confirmado em Resident Evil: Requiem através de vazamento na PSN

    A aparição do veterano Leon S. Kennedy no próximo Resident Evil: Requiem foi confirmada acidentalmente. Um vazamento na página de pré-venda da PlayStation Store (PSN) revelou a arte-chave atualizada do jogo, que mostra Leon ao fundo, atrás da protagonista principal, Grace Ashcroft.

    Na imagem, Leon aparece com um visual mais desgastado, lembrando uma fusão entre suas versões em Resident Evil 4 e Resident Evil 6, usando um casaco semelhante e seu penteado característico.

    A confirmação antecipa um possível anúncio oficial que seria feito durante o The Game Awards. A Capcom, que mantinha silêncio sobre o envolvimento do personagem, descreveu Requiem anteriormente como um equilíbrio entre o terror de sobrevivência clássico e cenas de ação. Especialistas sugerem que, no jogo, Grace Ashcroft deve protagonizar as seções de horror mais atmosférico, enquanto Leon Kennedy assumirá os segmentos de ação intensa, condizentes com seu perfil de agente especializado.

    Resident Evil: Requiem tem lançamento marcado para 27 de fevereiro de 2026, incluindo a versão para Nintendo Switch 2.

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  • Resident Evil Requiem terá versão física com capa lenticular

    Resident Evil Requiem terá versão física com capa lenticular

    A Capcom padronizará as edições físicas de Resident Evil Requiem em todas as plataformas, incluindo Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. A informação foi confirmada através de listagens online que revelaram detalhes sobre as versões físicas do jogo.

    Segundo as atualizações, a empresa oferecerá Lenticular Editions para todas as plataformas. Esta edição especial incluirá uma sobrecapa ou cartão com efeito lenticular – aquela que muda a imagem dependendo do ângulo de visão. O mesmo material já havia aparecido anteriormente em materiais promocionais da Edição Deluxe.

    As imagens atualizadas mostram que a arte da capa padrão será a mesma para Nintendo Switch 2, PS5 e Xbox Series X|S, encerrando especulações sobre um tratamento diferenciado para a versão da Nintendo. A versão física para Switch 2 será distribuída como Game-Key Card, onde o cartucho não contém o jogo completo, exigindo download adicional.

    Resident Evil Requiem será lançado em 27 de fevereiro de 2026 para todas as plataformas. A Capcom também confirmou um Generation Pack especial que incluirá o novo jogo junto com Resident Evil 7: Biohazard e Resident Evil: Village para o Switch 2.

    Fonte: Nintendo Life

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  • A Capcom “não tem planos” neste momento para uma demo de Resident Evil Requiem

    A Capcom “não tem planos” neste momento para uma demo de Resident Evil Requiem

    Em declaração ao site australiano Stevivor, Masato Kumazawa, produtor de Resident Evil Requiem, confirmou que não há planos para liberar uma demonstração do jogo ao público antes do lançamento. A equipe está concentrada em finalizar o título, que chega ao mercado em fevereiro de 2026.

    De acordo com Kumazawa, a decisão visa garantir a qualidade do produto final. “Nossa equipe de desenvolvimento está fazendo o possível para criar um jogo de melhor qualidade, para garantir que seja um produto refinado”, explicou o produtor. A estratégia difere de títulos anteriores da Capcom, como Resident Evil 7 e Street Fighter 6, que receberam demos públicas antes do lançamento.

    Apesar da ausência de demo digital, versões trial do jogo já estiveram disponíveis em eventos como o Tokyo Game Show para jogadores que tiveram acesso presencial. Resident Evil Requiem será lançado para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series e PC em 27 de fevereiro de 2026.

    Fonte: Nintendo Life

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  • Resident Evil Requiem não usará controles de mouse no Switch 2; entenda

    Resident Evil Requiem não usará controles de mouse no Switch 2; entenda

    A Capcom confirmou que a versão do Resident Evil Requiem para Nintendo Switch 2 não terá suporte aos controles de mouse do console, um dos recursos distintivos do novo hardware. A funcionalidade, atualmente utilizada em poucos títulos como Fortnite e com implementação confirmada em Metroid Prime 4: Beyond, foi testada pela equipe de desenvolvimento, mas acabou descartada.

    Em entrevista ao site Press Start, o produtor Masato Kumazawa explicou a decisão. “Nós tentamos muito implementar os controles de mouse para Nintendo Switch 2”, disse Kumazawa. “Quando os colocamos, isso confundiu e complicou a jogabilidade, que se tornou complexa demais”. Embora não tenha detalhado as razões específicas, a complexidade pode estar relacionada à necessidade de os jogadores pressionarem botões do controle enquanto utilizam o Joy-Con como mouse.

    Como alternativa, a equipe optou por utilizar a mira por giroscópio, recurso de controle de movimento que oferece uma opção de mira auxiliar não disponível em todas as plataformas. A ausência do controle de mouse é particularmente notável considerando que Resident Evil Requiem será jogado em primeira pessoa, perspectiva na qual o controle de mouse tradicionalmente oferece grande precisão – como demonstrado pelas versões para PC de Resident Evil 7 e Village.

    Resident Evil Requiem será lançado para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series e PC em 27 de fevereiro de 2026.

    Fonte: My Nintendo News

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  • Resident Evil Requiem impulsionou catálogo da franquia, diz Capcom

    Resident Evil Requiem impulsionou catálogo da franquia, diz Capcom

    Em sessão de perguntas com investidores realizada em 29 de outubro de 2025, a Capcom detalhou suas expectativas para Resident Evil Requiem, próximo lançamento principal da franquia. De acordo com documento divulgado em seu site de relações com investidores, a empresa afirmou que o jogo foi muito bem recebido em eventos e que seu primeiro objetivo é superar o desempenho de vendas de Resident Evil Village em seu lançamento.

    A revelação do jogo já impacta positivamente o desempenho do catálogo da série. Segundo a Capcom, o anúncio de Requiem gerou um aumento nas vendas dos títulos anteriores da franquia, que superaram as projeções iniciais para o primeiro semestre do ano fiscal.

    Questionada sobre a possibilidade de Requiem enfrentar problemas técnicos semelhantes aos relatados em Monster Hunter Wilds, a empresa foi enfática ao afirmar que não espera riscos semelhantes. A Capcom justificou que os projetos são diferentes em jogabilidade, arquitetura de sistema e uso de recursos de rede, e destacou que o desenvolvimento está focado em oferecer uma “experiência de jogo suave em uma ampla gama de configurações de PC”.

    Resident Evil Requiem tem lançamento marcado para 27 de fevereiro de 2026 para Nintendo Switch 2, Xbox Series, PlayStation 5 e PC.

    Fonte: Universo Nintendo

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