Tag: SEGA Summer Showcase

  • Hands On: Crazy Taxi World Tour – Jogamos o retorno mais insano e nostálgico da SEGA!

    Hands On: Crazy Taxi World Tour – Jogamos o retorno mais insano e nostálgico da SEGA!

    A SEGA nos levou a Los Angeles para o SEGA Summer Showcase, um evento fechado para a imprensa em que tivemos cerca de quatro horas para testar uma grande variedade de títulos. Entre remakes de peso e novas apostas que mostram a ousadia da empresa japonesa, o grande destaque que roubou os holofotes foi o retorno triunfal de uma franquia histórica: o novo Crazy Taxi World Tour.

    Leia mais sobre nossa cobertura da SEGA Summer Showcase :

    Com uma sessão de teste livre que permitiu experimentar o modo single-player pela primeira vez na história da nova versão, pudemos sentir de perto se a desenvolvedora conseguiu preservar a loucura que consagrou o clássico nos fliperamas.

    Com lançamento planejado para 2027, Crazy Taxi World Tour mantém intacta a sua essência viciante de correr contra o relógio. A pilotagem clássica foi extremamente preservada, trazendo de volta controles ágeis com saltos, impulsos e o icônico Crazy Drift.

    Desta vez, a mecânica de jogo se apoia em três movimentos principais: o “turbo loco”, o “drift loco” e a “parada loca”, que servem para encher a nossa barra de turbo e acumular pontuações gigantescas.

    Nossa demonstração revelou o mapa da Alemanha, o segundo de cinco mapas globais planejados para o jogo final. Esse cenário se diferencia pelas suas extensas áreas costeiras e pelos relevos acentuados, incentivando o jogador a realizar drifts bem amplos para garantir impulsos de nitro e ganhar velocidade.

    O design de nível brilha com uma verticalidade impressionante, repleta de atalhos dinâmicos, rotas alternativas e corridas insanas por cima de telhados urbanos. Além disso, o mapa está lotado de missões secundárias chamativas, com 9 “trabalhos estranhos” indicados por ícones laranjas e outros desafios que surgem ao atravessar barreiras verdes transparentes pelas ruas.

    Se você ativar um desses trabalhos por engano, basta segurar o direcional digital (D-pad) para baixo para ficar “fora de serviço” e cancelar a missão na hora.

    Outro ponto fenomenal para nós, brasileiros, é a confirmação de que o jogo terá interface, legendas e dublagem totalmente em português do Brasil. Ouvir o taxista berrando e reclamando em nosso idioma durante o caos urbano promete ser uma experiência cinematográfica fantástica.

    O título contará com o tradicional modo Arcade raiz, um modo campanha inédito e, pela primeira vez na franquia, um multiplayer online competitivo.

    Mas calma ai… afinal, nem tudo são flores na estrada

    O ritmo frenético de acelerar e entregar passageiros às vezes é quebrado pela inserção de tarefas de mundo aberto nas missões de campanha.

    A física de impacto também se mostrou inconsistente em nossa sessão de testes, já que colisões simples contra certos elementos do tráfego causam uma perda de controle desproporcional do veículo.

    Por fim, a estrutura voltada ao online acende um sinal de alerta sobre a economia interna do jogo, gerando o receio de que as customizações de carros e itens cosméticos dependam excessivamente de passes de temporada ou moedas virtuais.

    Ainda assim, a ousadia da SEGA em resgatar um clássico sem medo de ser maluca é contagiante. Crazy Taxi World Tour está confirmado para o Nintendo Switch 2 e PC (Steam), e os jogadores poderão experimentar o caótico multiplayer em um teste de rede fechado entre os dias 11 e 13 de setembro.

  • Hands On: Sonic PICO PARK é a combinação improvável que mais divertiu no SEGA Summer Showcase

    Hands On: Sonic PICO PARK é a combinação improvável que mais divertiu no SEGA Summer Showcase

    De todos os jogos testados durante o SEGA Summer Showcase, Sonic PICO PARK foi aquele que mais proporcionou diversão durante a sessão de demonstração. A proposta é exatamente o que o nome sugere: pegar a lógica cooperativa de PICO PARK e combiná-la com personagens e movimentos de Sonic.

    O jogo suporta de duas a oito pessoas e não pode ser jogado sozinho. O objetivo é trabalhar em equipe para chegar ao final de cada fase, utilizando as habilidades dos personagens para superar obstáculos e resolver os desafios.

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    A fórmula de PICO PARK ganha aqui elementos característicos de Sonic. Entre eles estão o Spin Dash, molas, loops e habilidades específicas dos personagens.

    Isso também significa que cada integrante do grupo pode ter uma função diferente. Há situações em que apenas Tails, por exemplo, consegue resolver determinado puzzle por ser capaz de voar. Os outros jogadores precisam então utilizar essa habilidade para avançar juntos.

    O resultado é uma experiência simples de entender, mas que depende completamente da cooperação.

    Um erro de apenas uma pessoa pode colocar todo o grupo em dificuldade, criando situações especialmente engraçadas quando todos estão jogando juntos e se comunicando.

    Essa necessidade de comunicação também pode ser um dos maiores desafios do jogo. Jogando com desconhecidos e sem comunicação, uma fase pode se transformar rapidamente em uma situação muito mais complicada.

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  • Hands On: Alien: Isolation 2 assusta novamente, mas expansão do mundo gera dúvidas

    Hands On: Alien: Isolation 2 assusta novamente, mas expansão do mundo gera dúvidas

    Poucos jogos na SEGA Summer Showcase conseguiram testar tanto os nervos quanto Alien: Isolation 2. O Rodrigo Coelho já havia experimentado o jogo durante a Summer Game Fest, mas teve uma nova oportunidade de jogar a sequência no evento da SEGA.

    O novo capítulo continua sendo um survival horror em primeira pessoa baseado em furtividade e recursos limitados. O Alien continua sendo uma criatura que não pode simplesmente ser derrotada, obrigando o jogador a encontrar maneiras de sobreviver e escapar.

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    A principal mudança está no cenário. Enquanto o primeiro jogo acontecia principalmente dentro de uma estação, a sequência começa quando uma equipe encontra uma nave acidentada em um planeta e acaba liberando o xenomorfo em um assentamento.

    A proposta também será mais ampla. O jogo deverá alternar entre corredores claustrofóbicos e áreas externas, incluindo situações durante tempestades.

    É justamente essa expansão que gera uma das principais dúvidas sobre o projeto. O confinamento era uma parte fundamental da identidade de Alien: Isolation. Com ambientes maiores e áreas abertas, existe o risco de a criatura parecer menos inevitável e, consequentemente, reduzir parte da tensão que caracterizava o primeiro jogo.

    A demonstração disponível no evento, porém, ainda estava concentrada na parte mais claustrofóbica. Nela, o jogador precisava observar o comportamento do Alien e encontrar maneiras de escapar.

    Diferentemente da demonstração anterior, desta vez havia mais recursos disponíveis, incluindo uma lata que podia ser utilizada para distrair a criatura. Essa pequena diferença mudou bastante a experiência e permitiu sobreviver por mais tempo.

    O conceito continua sendo justamente esse: você não fica mais forte para derrotar o inimigo. Você encontra maneiras de fugir dele.

    A experiência contou com sustos frequentes, enquanto a criatura demonstrou inteligência suficiente para manter a tensão durante a perseguição.

    Alien: Isolation 2 está confirmado para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox e PC e terá interface, legendas e áudio em português do Brasil. O jogo ainda não possui uma data de lançamento anunciada.

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  • Hands On: Shinobi: Art of Vengeance fica ainda mais impressionante no Switch 2

    Hands On: Shinobi: Art of Vengeance fica ainda mais impressionante no Switch 2

    Ok, você pode estar pensando: “Mas Shinobi: Art of Vengeance não é exatamente uma novidade…” Bom, realmente, o jogo já havia sido testado no Nintendo Switch original, mas a oportunidade de experimentar a versão para Switch 2 durante a SEGA Summer Showcase mostrou uma diferença bastante perceptível, especialmente no modo portátil.

    De acordo com o Rodrigo Coelho, a principal melhoria está na resolução. O trabalho artístico desenhado à mão pela Lizardcube fica muito mais nítido no Switch 2, com cores e detalhes que se destacam imediatamente na tela do novo console.

    O jogo coloca o jogador no controle de Joe Musashi, utilizando uma katana, kunais e diferentes poderes ninja em fases 2D repletas de plataformas e combate.

    Os golpes e combos continuam sendo uma parte importante da experiência. Shinobi não é um jogo em que basta apertar qualquer botão para que o personagem faça todo o trabalho: é necessário aprender os movimentos e entender como utilizar os diferentes golpes.

    Em contrapartida, os controles são bastante ágeis e respondem bem aos comandos.

    A versão para Nintendo Switch 2 chega em 24 de setembro, tanto em mídia física quanto digital, e contará com português.

    Confira nossa análise essencial de Shinobi: Art of Vengeance no Nintendo Switch:

    Outro detalhe importante é a possibilidade de transferir o save da versão de Switch para a edição de Switch 2. O caminho inverso, porém, não será possível.

    Depois de já ter sido aprovado na experiência original, Shinobi: Art of Vengeance parece ganhar exatamente o tipo de atualização que fazia falta no novo console: uma apresentação mais nítida que valoriza ainda mais seu trabalho artístico.

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  • Hands On: Stranger Than Heaven apresenta um combate tão estranho quanto fascinante

    Hands On: Stranger Than Heaven apresenta um combate tão estranho quanto fascinante

    Entre os jogos inéditos disponíveis no SEGA Summer Showcase, Stranger Than Heaven foi o que mais despertou a curiosidade do nosso enviado Rodrigo Coelho.

    Desenvolvido pelos responsáveis por Yakuza, o jogo acompanha Makoto Daito, filho de pai americano e mãe japonesa, que deixa os Estados Unidos e embarca clandestinamente para o Japão em busca de um lugar onde possa finalmente pertencer.

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    A história atravessa 50 anos e cinco cidades, começando em Kokura, em 1915, e chegando a Shinjuku, em 1965. A passagem do tempo também modifica as cidades, as armas, a cultura e o entretenimento apresentados ao longo da jornada.

    A demonstração disponível no evento, porém, era focada principalmente no combate — e é justamente aqui que Stranger Than Heaven apresenta uma de suas características mais curiosas.

    Os quatro botões de ombro são utilizados para controlar os golpes. Os botões superiores correspondem a socos fracos, enquanto os gatilhos são utilizados para os golpes fortes. Dessa maneira, o jogador controla os dois lados do corpo do personagem durante a luta.

    A defesa também exige atenção. É necessário observar de qual lado o adversário está atacando e reagir utilizando o lado correto. Se o inimigo prender um dos braços do personagem, por exemplo, é possível observar a animação e atacar utilizando o outro lado.

    Isso faz com que as animações tenham uma função muito mais importante do que simplesmente deixar o jogo bonito. Elas fornecem informações sobre os ataques dos adversários e ajudam o jogador a decidir como reagir.

    O problema é que essa complexidade pode cobrar seu preço depois de um período longe do jogo. A impressão deixada pelo teste é que alguém que passe uma semana sem jogar pode precisar de algum tempo para lembrar novamente como funciona a defesa e os comandos de cada lado.

    Ainda existem muitas perguntas sobre como essa estrutura funcionará na experiência completa, principalmente porque a demonstração não permitiu avaliar a história. Mas, entre os jogos novos testados no evento, Stranger Than Heaven foi aquele que deixou a maior vontade de descobrir o que vem pela frente.

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