Tag: Splatoon Raiders

  • Splatoon Raiders Lidera Vendas no Japão

    Splatoon Raiders Lidera Vendas no Japão

    O mercado de jogos e consoles no Japão registrou um desempenho notável entre 20 e 26 de julho de 2026. Os dados, compilados pela Famitsu, abrangem exclusivamente as vendas de mídias físicas em todas as lojas do país, excluindo vendas digitais, Amazon japonesa e Nintendo Store.

    No segmento de softwares, o grande destaque foi a estreia de Splatoon Raiders para o Nintendo Switch 2. O título liderou o ranking com impressionantes 474.684 cópias físicas vendidas, lançado em 23 de julho de 2026.

    Em segundo lugar, Rhythm Heaven Groove, também da Nintendo para o Nintendo Switch, vendeu 78.355 unidades na semana. Com isso, seu total acumulado atingiu 674.592 cópias desde o lançamento em 2 de julho de 2026.

    Completando o pódio, Tomodachi Life: Living the Dream, outro título da Nintendo, registrou 23.468 unidades na semana. Lançado em 16 de abril de 2026, o jogo alcançou um total de 1.500.025 cópias vendidas.

    No que diz respeito ao hardware, o Nintendo Switch 2 manteve sua posição de liderança, comercializando 50.168 unidades adicionais durante a semana. O console, uma plataforma híbrida de nona geração lançada em 5 de junho de 2025, acumula um total de 6.102.027 unidades vendidas.

    Outros consoles também registraram vendas, incluindo o PlayStation 5 Digital Edition com 8.512 unidades e o Nintendo Switch Lite com 3.771 unidades.

    Fonte: Universo Nintendo

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  • Análise: Splatoon Raiders é inesperado formato necessário para a franquia

    Análise: Splatoon Raiders é inesperado formato necessário para a franquia

    Splatoon Raiders foi anunciado como um spin-off, e recebeu uma precificação mais baixa, dando sinais de que seria algo mais simplório. Acontece que ele tem se tornado, na verdade, uma das maiores surpresas do ano.
    O novo jogo, lançado exclusivamente para o Nintendo Switch 2, traz uma abordagem que os próprios criadores chamam de “ultimate multitasker”, algo como “o faz-tudo definitivo”, e nisso, coloca o jogador nas mais insanas situações que a franquia já proporcionou (e olha que estamos falando de uma franquia de tiro competitivo).

    Embora a parte de jogabilidade esteja sendo aclamada, existem outros elementos do jogo que também mostram uma clara diferença entre Raiders e os jogos numerados, como ambientação e trilha sonora.
    No geral, o jogo se mostrou realmente uma experiência diferente das demais da franquia.

    Jogabilidade e Progressão

    Em geral, Splatoon Raiders funciona como os demais da franquia: um jogo de tiro em terceira pessoa, onde nosso personagem usa tinta para atacar, e pode mergulhar nessa tinta para ampliar velocidade e mobilidade (por exemplo, subindo em paredes).
    A grande novidade desse jogo à essa jogabilidade, é a adição dos “gadgets”, habilidades equipáveis, e divididas em 3 classes: força, velocidade/mobilidade, e estratégia. Os gadgets possuem diversas melhorias equipáveis, e cada melhoria possui diversos níveis, de forma que, 2 jogadores com o mesmo gadget podem ter usos diferentes.
    Além deles, existe uma série de outros “elementos” para se equipar, como relíquias que dão habilidades única, como: pulo duplo, queimar um adversário ao encostar na forma submersa na tinta, recuperar HP ao coletar itens, etc. Outra opção vem do trio musical Deep Cut, que também atua como um ataque especial, feito pra se usar uma vez por fase, e cada um deles também é um ataque diferente. Por fim, mesmo as armas do jogo, que já são bem diferentes entre si, acabam recebendo atributos distintos aleatórios.
    Ou seja, são diversos elementos que somados, transformam completamente a jogabilidade básica, e distinguem um jogador do outro. É um jogo sobre montar as chamadas “builds”.

    Para isso, a progressão do jogo também precisa se alinhar aos chamados “jogos de loot”, onde missões difíceis recompensam o jogador com recursos mais valiosos, além de trazer recompensas aleatórias, o que motiva o jogador a jogar o máximo possível, pois sempre é possível adquirir uma arma melhor (ou de mesmo nível, mas sendo uma arma diferente), uma melhoria para os gadgets que seja, ou mais potente, ou mais gaste menos espaço, etc.
    Além de coletar recursos, outro elemento para se rejogar as mesmas fases é a criação de variantes delas. As fases possuem um literal número que indica o nível de dificuldade, e posteriormente, a mesma fase nível 6(por exemplo), ganha uma variante nível 20, e ainda mais adiante, uma outra variação nível 55.
    Outro fator que incentiva o jogador a revisitar fases é o multiplayer. Ao progredir pela história com amigos, o jogo adapta a dificuldade para cada um, então, um jogador nível 30 que esteja acompanhando um outro jogador nível 20, as fases de nível mais baixo serão adaptadas para quem está com o nível maior. O mesmo acontece com quem joga com aleatórios. Existe uma função de pedir ajuda, e por consequência, de atender esses pedidos de ajuda. Pedir ajuda é limitado por tempo, então, recomenda-se que se guarde o recurso para as fases mais difíceis, ou de chefe. Já atender pedidos, traz diariamente uma recompensa extra, então, todo jogador quer ao menos uma vez por dia ajudar alguém, e com isso, os pedidos de ajuda (limitados por tempo) rapidamente encontram jogadores.
    Por fim, os tipos de gadgets (força, velocidade, e estratégia) evoluem separadamente, assim como os personagens do Deep Cut que proporcionam os ataques especiais; então, é bom rejogar para evoluir builds diferentes também.

    Até mesmo a base do jogador, uma espécie de navio, evolui com o tempo. Não somente ele em si a sua estrutura, mas lá temos outras “lojas” para adquirir melhorias de personagem e armas/gadgets.

    Certamente, o que tem aclamado Splatoon Raiders é esse ciclo de gameplay, que proporciona constante evolução, mas principalmente, a presença de missões que realmente exigem essa melhoria, e que quando é feita, o jogador a percebe imediatamente.
    Isso porque, os criadores não estavam brincando quando mencionaram o conceito de “ultimate multitasker”. Splatoon Raiders possui algumas das fases mais caóticas da história da Nintendo! E esse é outro elemento que tem contribuído para sua aclamação. São fases realmente difíceis, com uma quantidade inimaginável de inimigos, e que justificam a exclusividade do título para o Nintendo Switch 2, até porque, mesmo no ápice, o jogo não apresenta nenhuma queda em sua constante taxa de 60 quadros por segundo.

    O jogo ainda traz 3 níveis de dificuldade, permitindo que quem esteja com dificuldade, desça de nível, ou mesmo jogadores competitivos experientes tenham um desafio à altura.

    E o resto… é resto

    O grande problema do jogo, é que os outros elementos dele, se compartam, aí sim, como um título spin-off simplório.

    A história se encaixa perfeitamente na proposta de jogabilidade, mas é normal ver jogadores que terminaram o jogo e sequer entenderam a história, por exemplo. O jogo até tenta dar importância à ela, adicionando cenas excelentes, e coletáveis que explicam melhor o enredo; mas honestamente, não é convincente, e boa parte dos jogadores não consegue se importar com os diálogos do jogo.

    A direção de arte foi muito prejudicada por uma troca repentina de proposta: o jogo se passaria em ilhas de temática “resort”, e decidiram trocar para uma ideia de “ilhas de uma terra inexplorada”.
    O resultado é que a ambientação ficou muito simples, e com poucas diferenças entre uma fase e outra. Nesse sentido, é uma pena, pois a trilogia numerada sempre trouxe ambientes pós-apocalípticos maravilhosos; mas, ao mudar de temática, o time não conseguiu impressionar da mesma forma.

    Isso não afetou somente à direção de arte, mas também o level design. Poucas fases conseguem ser memoráveis em termos da fase em si, do ambiente. Somente no final do jogo aparecem fases com propostas únicas.
    Nesse sentido, o que salva o jogo são fases específicas desbloqueadas ao seguir bússolas. Essas fases escolhem um gadget obrigatório, ou uma mecânica específica, e constroem todo seu level design em cima delas, ensinando as possibilidades e criando situações únicas. É essencial que o jogador as joguem para se ter um senso de variedade em termos de cenário.

    A música já consegue cumprir melhor seu papel e agradar bastante. Mas, mesmo ela falha em ser marcante como a trilogia numerada.

    O jogo também investe em algumas atividades secundárias, como minigames retrôs em arcade, e um minigame onde usamos nossa base para tentar coletar caixas no mar. Nesse sentido, até que o jogo conseguiu ter êxito, uma vez que são atividades totalmente extras, ou seja, não precisa ter, mas quiseram adicionar para dar aquele “respiro” entre as fases, e realmente ficou bom.

    Conclusão

    Em geral, Splatoon Raiders tem merecido sua aclamação. O jogo tem um planejamento absurdo em termos de gameplay e progressão, e entra numa zona de caos e dificuldade que poucos títulos (principalmente modernos) da Nintendo entram, criando um jogo realmente único, enquanto ainda consegue entregar recursos que permitem jogadores novatos.

    Demais elementos do jogo não brilham tanto assim, ficando na esfera do apenas “competente”. Porém, a sensação final é de extrema satisfação, já que num Looter-shooter, ter um ótimo sistema de loot, e um ótimo sistema de shooter, compensam os demais aspectos mais rasos do jogo.

    Com uma campanha de mais de, pelo menos, 10 horas, mas conteúdo suficiente para se passar de 30, Splatoon Raiders acabou se tornando mais que um jogo isolado diferente. Ele se tornou uma nova fórmula para a franquia que PRECISA ser recorrente a cada novo hardware, e esse jogo em específico, pelo valor reduzido, se tornou um dos melhores custo-benefício da empresa.

    Avaliação Técnica

    • Direção de Gameplay – 3/3
    • Direção Multi-Arte (história, trilha e visuais) – 2/3
    • Desempenho e/ou funcionalidades – 2/2
    • Conteúdo e/ou Fator Replay – 2/2
  • Splatoon Raiders: Comparativo entre desempenho na Dock, Portátil e com o jogo Splatoon 3

    Splatoon Raiders: Comparativo entre desempenho na Dock, Portátil e com o jogo Splatoon 3

    Splatoon Raiders, o primeiro spin-off da franquia Splatoon, foi lançado hoje, dia 23 de julho, exclusivamente para o console Nintendo Switch 2.
    O jogo traz um ciclo de gameplay onde jogadores ganham recompensas a cada fase, que os tornam mais fortes para avançar em missões ainda mais desafiadoras, mas igualmente recompensadoras (ciclo que chamamos de “loot-shooter”).
    Jogadores ainda podem chamar outros atiradores online para ajudar, sejam amigos, com uma criação de sala privada, ou jogadores aleatórios que estejam online também.

    Visando analisar o desempenho técnico do jogo, o portal CoelhoNEWS produziu um vídeo de comparação entre o modo TV e o modo portátil; além de revisitar o jogo anterior da franquia para Nintendo Switch (1), Splatoon 3, afim de notar a evolução entre os jogos que estão a uma geração de distância.
    O vídeo dessa comparação está logo acima, e um resumo dele, você confere logo abaixo.

    Desempenho no modo TV

    No modo TV/dock, onde o jogo apresenta seu melhor desempenho, Splatoon Raiders apresenta visuais polidos, e uma animação fluída.
    O jogo roda numa taxa de 60 quadros-por-segundo, sem quedas, mesmo nos momentos mais caóticos do início do jogo.
    Em termos de visuais, o modo TV traz cores vibrantes, uma ótima definição de imagem com texturas em alta resolução.

    Apesar de não se aproximar do limite técnico do console, mostrado principalmente por jogos multiplataforma, ao menos entre os jogos da própria Nintendo, Splatoon Raiders tem mostrado uma evolução da empresa, e se junta ao grupo de visuais mais polidos dentre os exclusivos do Switch 2 até o momento.

    Comparação: Modo Portátil

    No modo portátil, o jogo ainda entrega um ótimo resultado.
    O desempenho segue firme nos 60 quadros-por-segundo, mostrando que o foco foi manter fluidez em um jogo de ação rápida e frenética.
    Já nos visuais, aí sim diferenças ficam mais evidentes. A qualidade de imagem ainda é muito boa, mas a resolução cai para os limites da tela portátil (o que é impossível ser diferente), além disso, se observa mais serrilhados e o chamado “Draw Distance”, que é a capacidade de manter qualidade visual em cenários distantes, também apresenta algumas falhas.

    Mas em geral, se perde pouco. Até porque, é importante lembrar que se trata de um jogo rápido, logo, jogadores focados na ação podem nem perceber estas perdas.

    Comparação: Splatoon 3

    Primeiramente, apesar de ser um título para o primeiro Nintendo Switch, lançado em 2022, Splatoon 3 recebeu uma atualização que deixa o jogo mais otimizado e melhorado para se rodar no Nintendo Switch 2, então, a comparação com o estado atual do jogo teria ainda mais diferenças se comparado ao lançamento e com o jogo rodando no primeiro Switch.

    Em geral, Splatoon 3 ainda se mostra um jogo muito bonito no Nintendo Switch 2. Diferenças entre ele e Splatoon Raiders não são tão evidentes numa primeira vista.
    Porém, logo algumas texturas de qualidade inferior aparecem, e dá pra notar que a iluminação global não tem a mesma nitidez que o novo jogo. O serrilhado e Draw Distance novamente se mostra com algumas falhas quando se comparado à Raiders na TV.

    Em geral, as diferenças existem, e são evidentes ao olhar um do lado do outro. Entretanto, fica também evidente de que Splatoon Raiders não entrega o máximo do Nintendo Switch 2, pois embora a diferença exista, não se trata de um salto equivalente aos consoles Switch (1) e Switch 2 em si.
    Nesse sentido, Splatoon Raiders se parece com uma versão de Splatoon 3 que não precisou de reduções gráficas em textura, resolução e iluminação; se parece uma versão refinada, ou mesmo remasterizada do jogo anterior.

    Conclusão

    Ressalvas aqui e ali não alteram o veredito final de que o jogo apresenta um bom resultado em termos de visuais, e principalmente performance.
    O mais importante para o jogo é sua jogabilidade cíclica viciante, que poderia ser afetada por más notícias em termos de desempenho técnico; felizmente, não há nada para se preocupar.
    Seja na dock ou portátil, os intensos combates de Splatoon Raiders estão prontos para os jogadores mergulharem fundo por um longo tempo.

  • Nintendo explica Splatoon Raiders ao invés de sequência para Splatoon 3

    Nintendo explica Splatoon Raiders ao invés de sequência para Splatoon 3

    Em entrevista à Famitsu, o produtor Seita Inoue e o diretor Yoshihiko Ito explicaram os motivos que levaram a Nintendo a lançar Splatoon Raiders como um spin-off single-player em vez de um quarto título numerado da franquia. Segundo a equipe, a decisão foi impulsionada pelo desejo de criar uma experiência focada no jogador solo, aproveitando a jogabilidade de Salmon Run e as capacidades do Nintendo Switch 2.

    Inoue afirmou que, após mais de 11 anos de desenvolvimento e atualizações da série principal, a equipe considerou interessante “criar algo com uma abordagem de jogabilidade ligeiramente diferente, onde você possa realmente saborear a ação por conta própria”. Ele também destacou que os elementos não competitivos da franquia, como o modo cooperativo e o modo história, foram elevados a um produto independente, criando um novo ponto de entrada para a série.

    Ito complementou que a ideia surgiu quando os trabalhos em Splatoon 3 estavam sendo finalizados. A equipe explorou a possibilidade de desenvolver uma experiência single-player baseada em Salmon Run, adaptando-a para um jogador. “Pensamos que se pudéssemos adaptá-lo para single-player, poderia resultar em algo agitado, porém emocionante”, disse. O diretor também mencionou que os experimentos com o aumento do número de Salmonids para uma experiência de “multitarefa definitiva” foram possíveis graças ao desempenho do Switch 2.

    Apesar do lançamento de Splatoon Raiders, Inoue garantiu que a Nintendo continuará desenvolvendo jogos competitivos da franquia no futuro.

    Fonte: Nintendo Everything

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  • Nintendo confirma line-up na San Diego Comic-Con

    Nintendo confirma line-up na San Diego Comic-Con

    A Nintendo divulgou em nesta quarta-feira (08) sua programação completa para a San Diego Comic-Con (SDCC) de 2026, prometendo uma série de novos jogos e experiências interativas para os participantes. O evento, que ocorrerá de 23 a 26 de julho, permitirá que os visitantes sejam os primeiros nos Estados Unidos a experimentar Nintendo Switch Sports Resort para o Nintendo Switch 2. Além disso, o jogo de ação e aventura de caça ao tesouro Splatoon Raiders também estará disponível para demonstração. A empresa planeja organizar competições, desafios solo e atividades ‘surpresa’ por todo o centro de convenções e no centro de San Diego.

    Quais jogos serão destaque na SDCC 2026?

    A programação da Nintendo para a SDCC 2026 foca em dois grandes títulos: Nintendo Switch Sports Resort e Splatoon Raiders. Ambos os jogos serão apresentados em formato de demo, oferecendo aos fãs a oportunidade de testá-los antes do lançamento oficial.

    A celebração do lançamento de Splatoon Raiders acontecerá no salão de exposições da SDCC, de 23 a 26 de julho. Fãs e novos jogadores de Splatoon poderão enfrentar inimigos Salmonid, buscar tesouros e espirrar muita tinta no novo jogo para Nintendo Switch 2. O estande da Nintendo estará localizado no Hall A, estande #235. Neste jogo de tiro e ação, os jogadores podem escolher entre tanques e gadgets como o Power Tank, Speed Tank ou Tactical Tank, enquanto embarcam em uma aventura pelas misteriosas Ilhas Spirhalite com o trio de músicos Deep Cut. Splatoon Raiders tem lançamento previsto para 23 de julho de 2026.

    A primeira experiência prática nos EUA com Nintendo Switch Sports Resort ocorrerá de 23 a 26 de julho, no The Pointe, dentro do Hilton San Diego Bayfront Hotel. Os visitantes poderão jogar este próximo título ativo da série Nintendo Switch Sports, exclusivo para Nintendo Switch 2. O jogo, que será lançado em 22 de outubro de 2026, contará com 12 esportes diferentes, e os convidados poderão experimentar 4 deles. Uma fila por ordem de chegada estará disponível para os interessados em participar da demonstração.

    Fora do The Pointe, no The Promenade, os visitantes poderão assistir a transmissões ao vivo do jogo Nintendo Switch Sports Resort em telas, enquanto participam de atividades esportivas familiares. Em 23 de julho, no The Promenade do Hilton San Diego Bayfront Hotel, os visitantes que já tiverem jogado o título terão a chance de competir no palco contra o criador de conteúdo The Rizzler. Os participantes serão selecionados aleatoriamente pela equipe da Nintendo, sem premiação incluída. Além disso, um bonde decorado com gráficos de Splatoon Raiders estará circulando pela área para ajudar os convidados a se locomoverem pela cidade, adicionando um toque temático ao evento.

    Fonte: My Nintendo News

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  • Splatoon Raiders ganha apresentação especial antes do lançamento

    Splatoon Raiders ganha apresentação especial antes do lançamento

    A Nintendo confirmou oficialmente uma nova apresentação dedicada a Splatoon Raiders. O Splatoon Raiders Direct será transmitido no dia 30 de junho, às 11h (horário de Brasília), trazendo aproximadamente 15 minutos de novidades sobre o próximo exclusivo do Nintendo Switch 2.

    Segundo a empresa, a apresentação será focada em revelar novas informações sobre o jogo, que chega às lojas em 23 de julho. Embora a Nintendo ainda não tenha detalhado o conteúdo do evento, a expectativa é que sejam apresentados novos trechos da campanha, mecânicas inéditas e mais detalhes sobre a aventura protagonizada pelo grupo Deep Cut.

    As novidades continuarão logo após o Direct. A Nintendo também confirmou um Nintendo Treehouse: Live dedicado a Splatoon Raiders, com cerca de 30 minutos de duração. A transmissão contará com uma demonstração de gameplay mais aprofundada, permitindo que os jogadores conheçam melhor os sistemas e a jogabilidade do título antes do lançamento.

    No total, os fãs poderão acompanhar cerca de 45 minutos de conteúdo exclusivo sobre o novo jogo da franquia.

    Anunciado como o primeiro spin-off de Splatoon, Splatoon Raiders aposta em uma aventura com foco narrativo e exploração das Ilhas Spirhalite, trazendo o grupo Deep Cut como parte central da jornada. O título será lançado exclusivamente para Nintendo Switch 2 em 23 de julho e representa uma das principais apostas da Nintendo para o segundo semestre de 2026.

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  • Splatoon Raiders ganhará tirinhas a partir desta terça-feira (23)

    Splatoon Raiders ganhará tirinhas a partir desta terça-feira (23)

    A Nintendo confirmou o lançamento de uma série de tirinhas inéditas de Splatoon Raiders, que estará disponível a partir desta terça-feira (23), no aplicativo Nintendo Today! para dispositivos móveis iOS e Android. A iniciativa visa expandir o universo do novo título e preparar os fãs para sua chegada.

    Intitulada “Deep Cut’s Island Misadventures”, a série de quadrinhos diários apresentará uma história que não será contada diretamente no jogo. O conteúdo das tirinhas complementará os eventos do universo de Splatoon Raiders, oferecendo aos jogadores uma perspectiva adicional sobre a narrativa antes do lançamento oficial do game.

    As tirinhas serão publicadas diariamente até a chegada de Splatoon Raiders, que tem seu lançamento agendado para 23 de julho de 2026. O jogo será exclusivo para o Nintendo Switch 2.

    Fonte: My Nintendo News

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  • Splatoon Raiders: Data de lançamento, preço e novos amiibo

    Splatoon Raiders: Data de lançamento, preço e novos amiibo

    A Nintendo confirmou oficialmente que Splatoon Raiders será lançado exclusivamente para o Nintendo Switch 2 no dia 23 de julho de 2026. O novo título, que expande a franquia com foco em aventura single-player, já aparece listado na eShop brasileira pelo valor de R$ 279,90.

    Para acompanhar o lançamento, a Nintendo anunciou um novo pack triplo de figuras amiibo com os integrantes do grupo Deep Cut: Shiver, Frye e Big Man. Embora as figuras não tenham distribuição oficial confirmada para o varejo físico brasileiro no lançamento, elas estarão disponíveis via importação e em mercados internacionais a partir da mesma data.

    Em Splatoon Raiders, os jogadores assumem o papel de um “Mecânico” que explora o arquipélago das Spirhalite Islands. A trama conta com a participação ativa do trio Deep Cut, que auxilia o protagonista em combates contra hordas de Salmonids. O título suporta modo cooperativo para até quatro jogadores (online ou local) e ocupará cerca de 20 GB de espaço no console.

    Fonte: Nintendo Blast

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  • Splatoon Raiders: Jogo recebe classificação para o Nintendo Switch 2

    Splatoon Raiders: Jogo recebe classificação para o Nintendo Switch 2

    O aguardado Splatoon Raiders deu um passo significativo em direção ao seu lançamento oficial. Recentemente, a listagem do jogo na eShop europeia da Nintendo foi atualizada para incluir a classificação indicativa PEGI 7. Este movimento técnico é um indicador clássico de que o software pode estar em sua fase final de preparação para o mercado, já que órgãos classificatórios exigem versões quase definitivas para emitir tais selos.

    O que a classificação PEGI 7 indica para o lançamento?

    A mudança de status de “pendente” para PEGI 7 sugere que a Nintendo pode estar preparando novidades sobre o título muito em breve. Historicamente, quando um título recebe sua classificação etária em lojas digitais, o anúncio de uma data de lançamento ou a abertura de pré-vendas ocorre em poucas semanas.

    Embora a classificação por si só não garanta uma data imediata, ela confirma que o conteúdo do jogo foi revisado e aprovado pelas autoridades europeias. Isso elimina incertezas sobre o estágio de desenvolvimento!

    Imagem: Classificação do jogo pode indicar um anúncio muito em breve

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