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  • Hands On: Jogamos Hyrule Warriors: Age of Imprisonment no Nintendo Switch 2

    Hands On: Jogamos Hyrule Warriors: Age of Imprisonment no Nintendo Switch 2

    Primeiras impressões do novo Hyrule Warriors rodando liso e épico no novo híbrido da Nintendo

    Durante a TGS 2025, tivemos a oportunidade de testar Hyrule Warriors: Age of Imprisonment no Nintendo Switch 2, trazendo impressões em primeira mão sobre gráficos, gameplay e desempenho. E, finalmente, podemos dizer: assim é que um Hyrule Warriors deve rodar!

    Performance e fluidez

    A primeira coisa que impressiona é o desempenho. O jogo mantém 60 FPS constantes, mesmo durante batalhas com hordas enormes de inimigos. Cada combate é fluido e estratégico, permitindo que você aproveite a ação sem se preocupar com travamentos ou lentidão, mesmo no modo portátil. Essa performance faz toda a diferença na franquia!

    Escala e mecânicas inovadoras

    Hyrule Warriors: Age of Imprisonment eleva a escala de combate, trazendo mais inimigos na tela e introduzindo Zonai Devices que transformam completamente o gameplay. Esses dispositivos permitem interações criativas com o cenário e novos estilos de ataque, tornando cada batalha mais dinâmica e divertida.

    O destaque fica para a Mineru, cuja gameplay é particularmente satisfatória. Seus ataques e habilidades combinadas com as Zonai Devices oferecem uma profundidade de combate que se destaca mesmo entre os veteranos da franquia.

    História e contexto dentro do universo de Zelda

    Além do gameplay, o título explora conteúdo canônico da história de Zelda e Rauru, expandindo o universo de Tears of the Kingdom. A demo mostra o foco na pesquisa de Mineru no submundo, com evolução das Zonai Devices, Secret Stones e da própria Zelda, o que cria um hype enorme para os fãs que acompanham a lore da franquia.

    Limitações técnicas

    Apesar de toda a grandiosidade, o jogo apresenta algumas limitações: o tamanho de 44,9 GB pesa no armazenamento do console e algumas áreas abertas apresentaram pequenas quedas de FPS, embora nunca abaixo de 30. Visualmente, algumas áreas podem perder detalhes em comparação às versões de console de mesa, mas isso não compromete a experiência geral.

    Nossa opinião

    Testar Hyrule Warriors: Age of Imprisonment no Switch 2 foi uma experiência empolgante. O equilíbrio entre escala, fluidez e portabilidade é notável, e a introdução das Zonai Devices adiciona uma camada estratégica nova que muda como você encara as batalhas. Mesmo com pequenos compromissos técnicos, o resultado final é um jogo que brilha no híbrido da Nintendo e provavelmente será a melhor versão da série até hoje para jogar em qualquer lugar.

    Mesmo apenas no modo portátil, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment entrega combates épicos, história canônica e mecânicas inovadoras, provando que o Switch 2 consegue lidar com títulos AAA complexos sem perder a essência do que torna Hyrule Warriors tão divertido. Para os fãs da franquia, esta é uma versão imperdível e um excelente exemplo do potencial híbrido do console.

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  • Hands On: Jogamos Resident Evil 9 Requiem no Nintendo Switch 2

    Hands On: Jogamos Resident Evil 9 Requiem no Nintendo Switch 2

    Primeiras impressões do terror híbrido no portátil da Nintendo estão impressionantes

    Durante a TGS 2025, tivemos a oportunidade exclusiva de testar Resident Evil Requiem rodando no Nintendo Switch 2, trazendo em primeira mão as impressões do gameplay, gráficos e performance. O título é o mais recente capítulo da franquia de horror icônica da Capcom e, mesmo em versão portátil, impressiona com sua atmosfera tensa e visual caprichado.

    Gráficos e atmosfera

    Uma das primeiras coisas que saltam aos olhos é o Ray Tracing, que transforma o jogo em uma experiência visual impressionante mesmo no portátil. Corredores escuros, reflexos e efeitos de luz foram bem adaptados, criando um clima de terror convincente. É importante notar, porém, que o Ray Tracing não se aplica às sombras nesta versão, e alguns downgrades em texturas e detalhes ficam perceptíveis, especialmente quando comparados às versões de console de mesa.

    Gameplay portátil

    No Nintendo Switch 2, Resident Evil Requiem roda em cerca de 600p, com DLSS garantindo fluidez acima de 30fps na maior parte do tempo. A jogabilidade é sólida: controles responsivos e mecânicas clássicas da franquia, como exploração de cenários, resolução de puzzles e combate tenso contra inimigos, permanecem intactas.

    A experiência portátil não compromete a essência do jogo. Você consegue sentir o terror em qualquer lugar, mas momentos mais intensos podem apresentar pequenas quedas de FPS, o que é esperado dado o tamanho e complexidade dos ambientes.

    Construção do terror e exploração

    O jogo mantém a tradição da série em equilibrar exploração, coleta de itens e combate estratégico. É necessário gerenciar recursos, observar cada detalhe do cenário e planejar cada ação — algo que funciona bem na tela menor do Switch 2, especialmente com o feedback tátil do controle portátil.

    Além disso, a narrativa continua consistente com a tradição da franquia, com cenários detalhados e atmosfera imersiva que prendem o jogador, seja em casa ou em trânsito.

    Nossa opinião sobre o desempenho da demonstração

    Testar Resident Evil Requiem no Switch 2 foi uma experiência surpreendente. Apesar de compromissos gráficos e pequenos instantes de queda de FPS, o equilíbrio entre portabilidade e performance é notável. Para quem quer jogar horror AAA em qualquer lugar, esta versão híbrida é a mais interessante até agora.

    Se comparado às versões de consoles de mesa, o jogo perde alguns detalhes visuais, mas ganha a vantagem de poder ser jogado em trânsito, algo que realmente faz diferença para quem gosta de experiências intensas sem depender da TV.

    Pontos fortes e limitações

    Pontos fortes:

    • Ray Tracing impressionante para portátil
    • DLSS garante mais de 30fps na maioria das situações
    • Experiência de horror intensa mesmo em modo portátil
    • Jogabilidade clássica e fluida da franquia
    • Potencial de brilhar ainda mais no modo dock

    Limitações:

    • Downgrades em texturas e sombras
    • Ray Tracing não aplicado nas sombras
    • Quedas de FPS em momentos de ação intensa
    • Alguns detalhes visuais ficam abaixo das versões de console de mesa
    • Pequenas limitações técnicas perceptíveis ao olho atento

    Mesmo jogando apenas no portátil, Resident Evil Requiem entrega uma experiência sólida e assustadora. No dock, é provável que a versão do Switch 2 se aproxime ainda mais das outras plataformas, tornando-se uma excelente alternativa para quem quer ter o terror AAA híbrido nas mãos.

    Se você é fã da franquia, essa é uma versão que vale a pena acompanhar de perto — e as primeiras impressões da TGS 2025 só reforçam o potencial do jogo no Nintendo Switch 2.

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