Hands On: Jogamos Resident Evil 9 Requiem no Nintendo Switch 2

Primeiras impressões do terror híbrido no portátil da Nintendo estão impressionantes

Durante a TGS 2025, tivemos a oportunidade exclusiva de testar Resident Evil Requiem rodando no Nintendo Switch 2, trazendo em primeira mão as impressões do gameplay, gráficos e performance. O título é o mais recente capítulo da franquia de horror icônica da Capcom e, mesmo em versão portátil, impressiona com sua atmosfera tensa e visual caprichado.

Gráficos e atmosfera

Uma das primeiras coisas que saltam aos olhos é o Ray Tracing, que transforma o jogo em uma experiência visual impressionante mesmo no portátil. Corredores escuros, reflexos e efeitos de luz foram bem adaptados, criando um clima de terror convincente. É importante notar, porém, que o Ray Tracing não se aplica às sombras nesta versão, e alguns downgrades em texturas e detalhes ficam perceptíveis, especialmente quando comparados às versões de console de mesa.

Gameplay portátil

No Nintendo Switch 2, Resident Evil Requiem roda em cerca de 600p, com DLSS garantindo fluidez acima de 30fps na maior parte do tempo. A jogabilidade é sólida: controles responsivos e mecânicas clássicas da franquia, como exploração de cenários, resolução de puzzles e combate tenso contra inimigos, permanecem intactas.

A experiência portátil não compromete a essência do jogo. Você consegue sentir o terror em qualquer lugar, mas momentos mais intensos podem apresentar pequenas quedas de FPS, o que é esperado dado o tamanho e complexidade dos ambientes.

Construção do terror e exploração

O jogo mantém a tradição da série em equilibrar exploração, coleta de itens e combate estratégico. É necessário gerenciar recursos, observar cada detalhe do cenário e planejar cada ação — algo que funciona bem na tela menor do Switch 2, especialmente com o feedback tátil do controle portátil.

Além disso, a narrativa continua consistente com a tradição da franquia, com cenários detalhados e atmosfera imersiva que prendem o jogador, seja em casa ou em trânsito.

Nossa opinião sobre o desempenho da demonstração

Testar Resident Evil Requiem no Switch 2 foi uma experiência surpreendente. Apesar de compromissos gráficos e pequenos instantes de queda de FPS, o equilíbrio entre portabilidade e performance é notável. Para quem quer jogar horror AAA em qualquer lugar, esta versão híbrida é a mais interessante até agora.

Se comparado às versões de consoles de mesa, o jogo perde alguns detalhes visuais, mas ganha a vantagem de poder ser jogado em trânsito, algo que realmente faz diferença para quem gosta de experiências intensas sem depender da TV.

Pontos fortes e limitações

Pontos fortes:

  • Ray Tracing impressionante para portátil
  • DLSS garante mais de 30fps na maioria das situações
  • Experiência de horror intensa mesmo em modo portátil
  • Jogabilidade clássica e fluida da franquia
  • Potencial de brilhar ainda mais no modo dock

Limitações:

  • Downgrades em texturas e sombras
  • Ray Tracing não aplicado nas sombras
  • Quedas de FPS em momentos de ação intensa
  • Alguns detalhes visuais ficam abaixo das versões de console de mesa
  • Pequenas limitações técnicas perceptíveis ao olho atento

Mesmo jogando apenas no portátil, Resident Evil Requiem entrega uma experiência sólida e assustadora. No dock, é provável que a versão do Switch 2 se aproxime ainda mais das outras plataformas, tornando-se uma excelente alternativa para quem quer ter o terror AAA híbrido nas mãos.

Se você é fã da franquia, essa é uma versão que vale a pena acompanhar de perto — e as primeiras impressões da TGS 2025 só reforçam o potencial do jogo no Nintendo Switch 2.

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