Autor: Yoozen (Equipe Coelho no Japão)

  • [COLUNA] De HATER a FÃ de Fire Emblem… Como isso aconteceu?

    [COLUNA] De HATER a FÃ de Fire Emblem… Como isso aconteceu?

    Todo mundo tem aquele jogo de um gênero diferente dos que você joga, e tem aquele preconceito sem sentido né?! Ou só eu? Enfim, eu tinha isso com Fire Emblem e hoje, Fire Emblem é uma das franquias da Nintendo, mas como isso aconteceu e porque?? Vem comigo que eu vou contar todos os detalhes dessa insanidade pra vocês.

    Eae galera, aqui é o Yoozen editor de vídeo aqui da Equipe CNJ e hoje eu vou contar pra vocês a minha história de amor e ódio com Fire Emblem. 

    Antes de tudo tenho que dizer que meu “ódio” a Fire Emblem não era totalmente gratuito e sem sentido. Na verdade nem chega a ser ódio, era só uma birra misturado com brincadeira e zoera de Twitter. Talvez até vocês tenham sentido ou tenham isso de alguma forma, porque é o seguinte: eu como todo brasileirinho Nintendista… conheci Fire Emblem por causa de Smash Bros, mais especificamente com o Smash Melee do Game Cube, que tinha o Marth e o Roy, sabe?! inclusive no decorrer dos anos eu sempre gostei de usar os personagens dessa franquia no Smash, porque são de espada e eu gosto de usar personagem com espada no Smash, o Ike no Brawl era o meu main, Roy era meu Main no Melee.. enfim.

    Dito isso, não tinha motivo nenhum pra eu odiar Fire Emblem né?! CALMA

    Até que chegamos na época do Smash Ultimate no Switch, com o delicioso pack de personagens, onde que a cada direct ou evento era anunciado um personagem novo e a desses packs eram trazer personagens FORA DA NINTENDO, pelo menos era o que parecia e era o que nos prometeram.

    Tanto que o primeiro foi o JOKER do Persona 5… tipo, na época nem tinha Persona 5 no Switch… depois veio o Hero de Dragon Quest, O BANJO DE BANJO E KAZOOIE!!!! Quem é Nintendista das antigas com certeza VIBROU com o anúncio dele, foi absurdo…. e até o Terry do Fatal Fury, que eu honestamente não ligo muito, nunca joguei e nem gosto, mas pow, é um personagem de outro estúdio também, uma adição muito boa querendo ou não (eu não sou fã mas eu reconheço que é legal ter ele lá) e depois disso, pra fechar o pack, qual foi o personagem que veio? BYLETH

    olha o tanto de personagem que tem de Fire Emblem em Smash

    Um personagem de Fire Emblem, que não apenas já é da Nintendo, fugindo do padrão de toda a DLC, mas também, já tinhamos um MONTE de personagem de Fire Emblem… ta certo que isso não justifica o hate, mas pelo meme, pela piada.. eu acabei virando haterzinho de Fire Emblem no Twitter e sempre que eu via algo relacionado a Fire Emblem e já lembrava “dessa dor” e principalmente quando tinha anuncio de personagem novo do segundo pack, porque sim, depois dessa primeira leva de personagens anunciaram que teria outro pack com mais personagens, o que “justificaria colocarem alguém da Nintendo pra compensar”, mas a birra já tinha sido criada.

    o tipo de tuite que eu fazia na época, repare nas datas kkkkkkkk

    E tudo isso foi entre 2020 (quando anunciaram o Byleth) até 2025, mas em 2025 aconteceu algo, que fez eu mudar completamente e fui de hater para fã, e foi meio que inusitado porque o “culpado” disso… foi SUPER ROBOT WARS Y

    Esse jogo foi lançado em Agosto de 2025, e nessa época eu já estava na equipe e além de editor do canal eu também dou uma ajuda com os roteiros de alguns jogos, pras tiers mensais e tal. Até que o Pedroka que sabe que eu curto Tokusatsu e essas coisas de robôs gigantes, perguntou se eu queria pegar a análise do Super Robot Wars Y que lançaria no próximo mes, eu não conhecia essa franquia fui ver o trailer e pow, achei daora a ideia  e topei, essa análise, só bora.

    MAS TEM UM PROBLEMA AI, o trailer desse jogo não deixa tããõ claro que é um jogo de rpg tático, o trailer mostra mais cutscenes dos animes, ataques e robos lutando do que… cenas do tabuleiro em si, da gameplay, sabe?! E eu fui bem desatento e não fui pesquisar mais a fundo também confesso, mas o que rolou é que assim que eu abri o jogo eu mandei pro Pedroka: “-Pedroka… Isso aqui é Fire Emblem de Gundam??” e bom, era EXATAMENTE ISSO!!

    o trailer de Super Robot Wars Y que me enganou (ainda bem)

    E agora eu tinha uma missão né, eu precisava jogar um jogo de um gênero que nunca tinha jogado na vida pra fazer a análise e tinha que “jogar a sério” não podia jogar no “meme ou mal gosto”, tinha que analisar né?! Mas… se vocês viram a nossa análise de Robot Wars ou mesmo se conhecem o jogo, ele é sim um RPG Tático, mas ele é complicado, o foco dele não é só na gameplay mas ele tem muito foco na animação e na história, a gameplay também importa e é boa, mas é muito complicada e complexa, o tutorial que tem no começo do jogo é bem raso, ele já considera que você conhece a franquia E o gênero de jogo…mas e eu?? que nunca tinha jogado e não era familiarizado com nada desse tipo de jogo… eu não tava entendendo nada e tava muito confuso.

    Até que me veio uma ideia: “E se… eu jogar o Fire Emblem que tem no Game Boy do Switch Online??”, é um jogo do mesmo estilo/gênero, eu poderia entender como esse estilo funciona e é um jogo Nintendo né?! com certeza deve ser um BOM JOGO desse estilo, não apenas “um jogo do mesmo estilo” e eu não precisaria comprar nem nada, já estava ali no catálogo.

    Dei uma chance e comecei a jogar, prestando atenção e tentando entender como esse tipo de jogo funciona…

    Dito e feito, quando eu entendi o conceito desse estilo de jogo, tudo se clareou pra mim, eu entendi perfeitamente como esse tipo de jogo funciona, voltei pro Robot Wars Y e consegui analisar e entender o jogo, ele não era tão complexo assim, só eu que era burro (de certa forma).

    Mas acima de tudo, eu passei a valorizar e entender o apelo de FIRE EMBLEM, entendi porque tem tanto personagem desssa franquia no Smash e porque a Nintendo insistiu tanto nessa franquia nos seus jogos. Percebi também que esse tipo de jogo, sempre esteve presente em alguns jogos que eu sempre gostei, eu só não sabia disso… e quando eu percebi, eu entendi porque eu me apeguei e gostei tanto desse jogo, tudo fez sentido.

    Por exemplo:

    Sempre gostei MUITO de Mario Party, seja jogando sozinho ou com amigos, mas a parte de TABULEIRO, de tirar determinado numero e sair andando casas, bolar uma estratégia pra roubar moedas ou estrelas dos adversários, eu sempre gostei. Meus amigos e primos jogam e gostam mais dos mini-games, ou gostam de jogar modos que só envolva os mini-games… eu sempre gostei mais da parte do tabuleiro, nunca joguei ou gostei outros modos além desses. Sabe aquele modo de barquinho do Super Mario Party?? nunca joguei, só jogo o modo de tabuleiro padrão, o Jamboree também tem uma infinidade de outros modos de jogo, eu só jogo no modo de tabuleiro padrão. Pra mim a graça do Mario Party são os tabuleiros, não os mini-games. Sim eu gosto dos mini-games, mas pra mim eles são apenas um MEIO de você conseguir moedas pro tabuleiro e pra sua estratégia, jogar mini-games sem isso pra mim, não tem propósito.

    Pokémon é uma das minhas franquias favoritas desde pequeno, eu sempre gostei da dinâmica de montar uma equipe, cada Pokémon ter um ataque diferente, os atributos de vantagem e desvantagem, o esquema de atacar e esperar o próximo ataque vim e torcer pro seu ser mais forte, ou do ataque do inimigo não te matar. 

    Yu-Gi-OH também, apesar de ser um anime, eu sempre gostei dos jogos, principalmente os de GBA ou até o atual de Switch, sempre gostei desse jogo de cartas (e do anime). E a dinâmica desse jogo é basicamente, fazer um movimento e esperar o adversário fazer um e torcer pra sua estratégia (e cartas) serem melhores que a dele né? Um jogo onde você joga e espera o adversário jogar… entendeu onde quero chegar?

    Esses três jogos tem muita coisa em comum com a gameplay de Fire Emblem: o tabuleiro e estratégia de Mario Party, você fazer uma jogada e esperar a jogada do adversário de Yu-Gi-Oh e a sua equipe com ataques diferentes de Pokémon. Tudo isso basicamente resume a dinâmica de gameplay de Fire Emblem, claro que com coisas a mais pra deixar melhor ainda, mas resumidamente… a essência de Fire Emblem estava presente nesses 3 tipos de jogos que eu sempre joguei e gostei a vida toda… eu meio que estava predestinado a gostar de Fire Emblem, mas não sabia…

    A franquia facilmente me conquistou, literalmente fui de um “hater” pra “fã”. O meu eu mesmo de 5 anos atrás estaria brigando comigo mesmo de agora, tipo naquela cena da segunda temporada do Pacificador.

    Moral dessa história toda é: não fiquem com raiva/birra por algo atoa, nesse caso foi envolvendo video-game, mas serve pra qualquer coisa. Por um motivo besta eu me afastei de uma franquia que, no fundo eu já gostava mas não sabia… tive sorte que por um motivo mais besta ainda, eu consegui me redimir com ela. OBRIGADO ROBOT WARS

    E digo mais, não foi a única vez que isso aconteceu, mas deixa a minha história de como eu fui de hater pra fã de ‘Life is Strange’ pra outra hora…

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  • Fortnite + South Park: A Ilha fica mais caótica com mais um cross-over dos desenhos

    Fortnite + South Park: A Ilha fica mais caótica com mais um cross-over dos desenhos

    Nova atualização traz área temática, skins oficiais e referências hilárias à série

    A mais recente atualização de Fortnite causou agitação entre a comunidade de jogadores ao introduzir um crossover inesperado com a série South Park, um dos desenhos mais icônicos e de humor ácido da cultura pop. Disponível desde 9 de janeiro de 2026, o conteúdo especial traz ao battle royale uma área temática, diversas skins e cosméticos, e até um mini passe gratuito para quem quer desbloquear recompensas sem gastar V-Bucks.

    O Trailer de lançamento dessa parceria é praticamente um curta oficial no tom perfeito de South Park dentro do Fortnite, é simplesmente incrível o que Fortnite se tornou hoje em dia:

    South Park agora esta dentro do Fortnite (literalmente)

    Essa nova atualização adiciona uma área ao mapa do Capitúlo 7 entitulada Cartmanland, que é como se fosse a cidade fictícia do desenho onde possui referencias, easter eggs e brincadeiras relacionadas a lore de South Park, com até uma área zoando e ironizando “o Canadá”; piada essa que é bem clássica. Além disso itens como “medalha do Kenny” que te faz reviver caso você morra, outra referencia ao Kenny que vive morrendo no desenho (e sempre volta). Muitas e muitas brincadeiras, pichaçoes, estátuas, sons temáticos e diálogos que remetem diretamente ao humor ácido da série esta presente nessa área. Simplesmente um presente aos fãs.

    Skins e cosméticos: os personagens chegam à loja

    Várias skins oficiais de South Park também foram adicionados à loja. Entre os destaques estão as skins de:

    • Eric Cartman
    • Kyle Broflovski
    • Kenny McCormick
    • Stan Marsh
    • Butters Stotch

    Além disso cada skin tem sua Picareta, Mochila, Emotes, Avatares e até o mascote da Toalhinha (cada um sendo vendido separadamente ou juntos em um pacote), cada uma sendo uma piada ou alguma referencia também.

    Esses itens são rotativos e não tem data para retornar para a loja, então jogadores que querem completar a coleção devem ficar de olho nas datas em que entram e saem da loja. Fora que usar as skins nessa área só será possível agora, visto que ela nunca mais vai voltar também.

    Mini Passe gratuito: recompensas para todos

    Ao contrário do tradicional Passe de Batalha pago, essa atualização também trouxe um mini passe gratuito, acessível a todos os jogadores sem custo de V-Bucks. Ele inclui recompensas temáticas, como sprays, um grafite do Kenny, banners, mochilas e até recompensa extra de XP. Para desbloquear os itens é só jogar e fazer algumas missões específicas, todas marcadas no menu.

    Esse tipo de mini passe aparece frequentemente em eventos especiais e serve como uma forma de manter o engajamento da comunidade, oferecendo itens celebrativos para quem participa ativamente das partidas durante o período da atualização.

    É possivel que os itens desse mini-passe retorne pra loja depois de um tempo, mas de forma paga, para consegui-los de graça somente agora jogando. Isso aconteceu com outros mini-passes, então é possivel que aconteça com esse também.

    Onde comprar V-Bucks e dicas para economizar

    Se você está planejando adquirir skins, cosméticos ou o passe premium tradicional durante o período de South Park em Fortnite, uma dica importante é fazer a compra de V-Bucks por meio de Gift Cards com desconto pelo NINTENDO BARATO

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    Lá frequentemente achamos descontos em gift cards e é o jeito ideal de economizar para comprar o passe tradicional ou as skins da galera de South Park. Entre nos grupos e ative as notificações!

    Conclusão

    A atualização de Fortnite com South Park é mais um exemplo de como a Epic Games continua investindo em parcerias com franquias culturais para manter o jogo relevante e divertido. A área temática do mapa, o design fiel dos personagens e a quantidade de referências espalhadas fazem dela uma das atualizações mais memoráveis dos últimos meses (principalmente para os fãs).

    Seja você fã de longa data do desenho ou tem um leve interesse em conhece-lo, essa pode ser uma ótima oportunidade de dar uma chance, se gostar do tipo de “zoera” do mapa ou itens, grandes chances de gostar do desenho também.

  • Análise: Terminator 2D No Fate

    Análise: Terminator 2D No Fate

    Curto, brutal e cheio de referências, o novo jogo do Exterminador do Futuro acerta em cheio os fãs do clássico filme

    Sobre o jogo

    Terminator 2D: No Fate é um jogo de ação inspirado no icônico filme O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), apesar de ter acontecimentos do primeiro filme também. Desenvolvido pela Bitmap Bureau e publicado pela Reef Entertainment, o título foi lançado em 12 de dezembro de 2025 para várias plataformas, incluindo Nintendo Switch.

    O jogo se propõe a recriar a experiência arcade dos clássicos dos anos 90, com visual pixel art detalhado, mecânicas de tiro e plataforma e um estilo que lembra títulos como Contra e Metal Slug. Ao longo da campanha principal do jogo, o jogador assume o papel de Sarah Connor, T-800 e John Connor revivendo alguns acontecimentos dos filmes, tanto dos que foram mostrados em tela (Sarah fugindo do hospício, eles fugindo do T-1000 a fuga de moto no beco) como de outros que foram apenas citados mas não foram mostrados no filme (Sarah atacando a CyberDine antes de ser presa, o plano do John Connor no futuro de enviar um soldado pra proteger sua mãe, o ataque a Skynet), o que faz com que a história do filme se complemente ainda mais para os fãs da franquia, uma experiência única e podendo-se dizer que até… canônica?!

    É um bom “jogo de filme”?

    Adaptações de filmes para games têm um histórico variado, mas Terminator 2D: No Fate é claramente um dos melhores acertos recentes. O conceito do jogo é simples: refazer um jogo dos fliperamas dos anos 90 para os consoles atuais, nada de continues, levels, seleção de fase, colecionáveis ou upgrade de personagem, vai jogando, segue a história e morreu, volta pro começo, sem choro.

    A ambientação, trilha sonora e tudo aquilo que faz um jogo ser uma boa adaptação de um filme… eles também acertaram em cheio. Várias das cenas mais memoráveis são replicadas aqui, seja de forma jogável ou em cutcenes, como as icônicas frases “Hasta la vista, Baby”, “Venha comigo se quiser viver” ou da cena de perseguição de moto, da perseguição de helicóptero, da fuga do hospício com aquele tom de filme de terror, tudo aqui foi perfeitamente adaptado e bem valorizado. O momento que toca Bad to the Bone naquele fase/cena do bar… merece um destaque porque aquilo, foi incrível.

    E esses são detalhes mais óbvios e “fáceis” sobre adaptar algo de Exterminador né?! Mas até nos detalhes que ninguém além do fã vai perceber eles capricharam. Como por exemplo nas músicas de fundo, que não são apenas a música tema do filme, mas também as trilhas de fundo do filme, a mesma trilha que toca na perseguição do T-1000 no final do filme, toca aqui no final do jogo. Até os trejeitos da Sarah Connor ANDAR e pontar a arma, foram bem replicados aqui, enquanto a gente joga a gente SENTE que quem programou e quem fez a escolha artística das coisas, é um fã da franquia.

    O jogo tem 3 rotas diferentes para se seguir, a principal é a oficial do filme, mas tem duas outras que, ao fazer a história toma um rumo um pouco diferente e eles respondem uma dúvida que muitos enquanto assistiam poderiam ter tido, inclusive em uma dessas rotas a Sarah vai presa e ela fica na mesma prisão que ela vai pra pedir ajudar no primeiro filme (porém, é a Sarah porradeira do segundo filme), e são esses detalhes que só fã vai pegar que eu disse, porque em momento algum é dito que ela esta na mesma prisão do filme, mas os personagens que estão lá, o cenário… não tem como não perceber, ela esta lá.

    O que eu estou querendo dizer é: quem é fã, vai gostar, quem é fã, vai perceber esses pequenos detalhes. Até a transição do jogo eles usam a mesma transição que o trailer de 1991 e os menus de DVDs do filme usam. O nome do jogo ser “Terminator 2D” é possivelmente uma referencia a atração da Universal Studios que é “Terminator 2 3D” e “No Fate” por causa do filme “Dark Fate”. É cada detalhe específico e bem feito, que o jogo só melhora cada vez mais.

    Mas e a Gameplay?

    A gameplay do jogo mistura combates frenéticos, (tipo Metal Slug), com segmentos de stealth, chefes, fases de fugir com a moto/furgão e atirar em helicóptero ao mesmo tempo e tem até uma fase de “beat n up”. Uma variedade bem grande que nunca deixa a campanha enjoativa, apesar que cada fase é um segmento bem rápido de 3 a 5 minutos, então apesar de não enjoar, dá um gostinho de quero mais também, é um misto das duas coisas.

    Modos de Jogo

    Além do modo História que tem 3 finais alternativos, o jogo oferece modos extras como Modo Fliperama, Modo Infinito, Modo Mãe do Futuro e Desafio de Chefes, todos tendo que ser desbloqueados terminando ou jogando outros modos, o que prolonga um pouco o fator replay.

    Mas honestamente, é só uma repetição das mesmas fases do modo história mas com um objetivo novo ou com as fases sem ordem, não são fases novas, é bem mais do mesmo, só muda que cada modo novo tem uma pontuação separada. Até as fases das outras rotas são as mesmas fases, só muda o contexto ou o personagem que você esta usando…

    O que mais vale a pena mesmo é o Desafio de Chefes porque podemos treinar como derrotar apenas os chefes em sequencia, pra depois podermos derrotar eles sem dificuldade no modo história, mas só isso também.

    Problemas do jogo

    O maior problema do jogo, acho que é em relação a sua duração, cerca de 45 ~ 60 minutos é possível terminar o modo história, o que pode prolongar esse tempo é se jogar em dificuldades maiores, porque como disse, se morrer volta ao início, então até pegar a manha de todas as fases, pode demorar, ou então caso queria jogar e ver todos os finais, demora também.

    Outro problema do jogo, mas dessa vez sobre a gameplay, é que o sistema de subir/descer plataformas ou escada é bem problemático. Pra pular pra uma plataforma acima é preciso apertar o botão de pulo + botão de cima, mas se você apertar um depois o outro, ele não sobe, tem que ser os dois juntos!! Mas as vezes mesmo apertando junto, se você não estiver no lugar exato, ele não sobe mesmo assim, ai você tem que dar um passo a mais pro lado e tentar de novo. Isso parece besteira mas tem chefes onde esse movimento é essencial pra não levar dano, ou em uma perseguição, ou só pra desviar de um ataque normal mesmo. Não chega a estragar o jogo, mas é um pouco frustrante, e olha que jogamos grande parte no modo fácil, imagina perder vida de bobeira e morrer por causa disso em modos mais elevados?!

    Vale a pena comprar?

    Se você é fã da franquia O Exterminador do Futuro ou de clássicos run-and-gun arcade, Terminator 2D: No Fate entrega um pacote nostálgico e divertido mesmo que seja curto. Pela sua proposta retrô, o jogo não tenta competir com shooters modernos, mas sim oferecer uma experiência fiel às raízes dos jogos de ação dos anos 90 e principalmente, uma boa experiência aos fãs da franquia.

    Porém o preço cheio do jogo (R$199,00) pode ser muito alto para jogadores que não são tão fãs assim da franquia ou até são, mas não a ponto de investir tanto em uma experiência tão curta (apesar de muito boa).

    Particularmente, eu como fã, compraria facilmente o jogo na versão mídia física para ter junto da minha coleção de DVDs e bonecos da franquia. Melhor do que comprar a versão digital, faria muito mais sentido.

    Minha coleção de filmes e bonecos da franquia, um dia terei a versão física desse jogo ai no meio

    Agora imagina pra quem nem é tão fã assim e comprar a versão digital a preço cheio? Talvez numa promoção ou com algum cupom incrível do NintendoBarato.

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    No fim, Terminator 2D: No Fate é uma ótima adaptação em questão de ambientação para fãs da série, mas a curta duração, preço e alguns problemas técnicos o impedem de ser uma recomendação fácil para todo tipo de jogador.

  • Análise: Shinobi: Art of Vengeance – O Melhor Jogo 2D de Ação do Switch em Anos

    Análise: Shinobi: Art of Vengeance – O Melhor Jogo 2D de Ação do Switch em Anos

    Um dos melhores jogos de ação 2D da atualidade chega ao Switch com força total e quase sem falhas

    O Que é Shinobi: Art of Vengeance?

    Depois de anos marcado por experimentos, ausências e coletâneas, a franquia Shinobi finalmente retorna com Shinobi: Art of Vengeance; um jogo 2D de ação linear que representa a maior evolução da série desde sua era de ouro nos anos 90. Lançado pela SEGA como uma tentativa clara de reinserir Shinobi no mundo moderno, o game aposta em fases lineares, estética estilizada, combate veloz e uma direção artística que mistura retrô com modernidade.

    Com a explosão de Metroidvanias nos últimos anos, muitos pensaram que jogos 2D só existiriam em dois formatos: ou gigantescos e complexos em exploração, ou minimalistas e retrô. Shinobi veio justamente quebrar esse paradigma: é linear, é direto, mas é robusto.

    Ele resgata o DNA clássico da série, movimentos rápidos, precisão, foco em reflexos, e amplia essa base com novas ideias como desafios opcionais, portais extras, fases secretas e uma camada de progressão mais profunda.

    É um jogo que presta homenagem ao passado, mas não vive dele.

    Uma Nova Abordagem ao Gameplay Clássico

    A grande revolução de Art of Vengeance está na forma como ele trata a estrutura de fases. Apesar de ser linear, o jogo oferece:

    • segmentos opcionais de combate (hordas),
    • desafios de plataforma intensos via portais especiais,
    • rotas alternativas,
    • e progressão de habilidades que muda o estilo do jogador ao longo da campanha.

    Esses bônus não são obrigatórios, mas expandem a experiência para quem quer mais, mais desafio, mais precisão, mais domínio do sistema de combate.

    E falando em combate, é aqui que o jogo brilha: rápido, fluido, responsivo e com uma cadência deliciosa. A cada fase o jogador desbloqueia novos ataques, combos e técnicas, construindo naturalmente um estilo próprio. O jogo faz você querer dominar tudo, ficar cada vez melhor, e isso gera uma sensação viciante de evolução real.

    A arte é outro ponto fortíssimo: ilustrações vibrantes, sprites detalhados e uma direção visual que mistura anime com estética de quadrinhos.

    A trilha sonora é ótima, ainda que não chegue ao nível do visual, trazendo um clima moderno misturado com toques nostais de synths e batidas orientais.

    Se há um ponto fraco, ele está nos chefes: divertidos, sim, mas menos desafiadores do que o restante do jogo sugere. Muitos jogadores podem vencê-los em duas ou três tentativas, o que reduz um pouco o impacto climático das batalhas.

    Vale a Pena Comprar?

    Quando o assunto é preço, Shinobi: Art of Vengeance chega ao mercado custando R$170, um valor que pode parecer alto para um jogo 2D linear, mas considerando a qualidade da direção de gameplay, o refinamento visual, o ritmo de combate e a quantidade de conteúdo que ele entrega, o custo-benefício surpreende.

    Para quem ainda assim busca pagar menos, uma boa alternativa é adquirir créditos usando o Nintendo Barato, que frequentemente oferecem valores mais vantajosos e descontos em gift cards.

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    No fim, pelo conjunto da obra, Shinobi: Art of Vengeance justifica o investimento, especialmente para fãs de ação 2D de altíssimo nível.

  • Análise: High on Life – humor adulto e ação frenética chega com força no Switch 2

    Análise: High on Life – humor adulto e ação frenética chega com força no Switch 2

    A versão definitiva do FPS dos criadores de Rick & Morty chega ao Switch 2 com desempenho surpreendente e muita comédia sci-fi.

    O que é High on Life

    High on Life é um FPS de comédia e ficção científica criado pelo estúdio Squanch Games, fundado por Justin Roiland, co-criador de Rick and Morty. No jogo, o jogador assume o papel de um caçador de recompensas intergaláctico com a missão de impedir um cartel alienígena que transforma humanos em drogas. O que dá o tom único à experiência são as armas falantes, os “Gatlians”, cada uma com personalidade própria, capaz de comentar suas ações e dar alívio cômico.

    O jogo combina elementos de shooter em primeira pessoa, aventura e Metroidvania: com exploração, habilidades a desbloquear áreas que se expandem conforme você adquire novas armas. A pegada irreverente e o humor absurdo fazem dele uma proposta inusitada, tanto para quem busca tiros e ação quanto para quem curte comédia adulta e histórias malucas.

    Como é o jogo?

    Em High on Life você transita por diferentes planetas e ambientes alienígenas, enfrenta inimigos variados e explora cenários com design excêntrico e cheio de vida – repleto de cores vibrantes, criaturas estranhas e detalhes visuais que reforçam a atmosfera sci-fi bizarra.

    O combate utiliza as armas vivas, cada uma com múltiplos modos de disparo ou habilidades especiais, que também servem para resolver puzzles e acessar áreas bloqueadas, o que traz aquela pegada Metroidvania que mistura ação, exploração e plataforma. Fora os tiroteios, há trechos de plataforma, puzzles e interação com NPCs, misturando comédia e narrativa em diálogos que lembram as maluquices de Rick and Morty.

    O humor escrachado, irreverente e nem sempre delicado, é o grande diferencial de High on Life. Se você curte sarcasmo ácido, piadas adultas e uma boa dose de nonsense, o jogo cumpre bem seu papel. Se não, prepare-se para um estilo polarizador: muitos elogiam seu charme, outros podem achar exagerado.

    No geral, o jogo oferece uma aventura solo relativamente curta (para um FPS moderno), mas memorável, ideal para quem procura diversão imediata, risadas e uma experiência diferenciada, longe dos shooters comuns.

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    Vale a pena no Nintendo Switch?

    A versão de Nintendo Switch 1 cumpre seu papel em portar a aventura maluca para o portátil, porém com vários problemas, seja de textura ou performance…

    O jogo funciona, mas já mostrava limitações: resolução e texturas inferiores, quedas de quadro em cenários intensos e visuais que muitas vezes ficam borrados, especialmente em modo portátil.

    Já no Nintendo Switch 2, há várias melhorias técnicas: texturas mais nítidas, efeitos visuais aprimorados, maior estabilidade, e a possibilidade de atingir 1080p a 30 FPS no dock, com suporte a mira por mouse usando os Joy-Con 2, o que deixa os tiroteios mais precisos e confortáveis.

    Mesmo em modo portátil, a versão Switch 2 entrega performance superior: ambientes e inimigos com maior clareza, menos quedas e melhor fluidez geral.

    Ou seja: se você busca uma experiência divertida e mais próxima do ideal, com visual mais limpo, performance confiável e controles melhores (com mouse), o Switch 2 é a versão recomendada e vale bastante o investimento.

    Fizemos um vídeo no canal Coelho no Japão comparando as duas versões, de Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2. Caso queira saber especificamente e por vídeo as reais diferenças e opinião do nosso querido Pedroka sobre as duas versões, veja o nosso vídeo:

    Conclusão: para quem High on Life vale?

    High on Life não é um FPS comum, ele é para quem aceita a proposta: humor adulto, sci-fi maluca, armas falantes e uma aventura curta, direta e criativa. Se você curte comédia irreverente, shooters com estilo e uma pegada “sessão de risadas + tiros”, ele é um prato cheio. Ou mesmo para fãs de Rick and Morty, ouvir os dubladores orignais E um roteiro/história do próprio criador, talvez já possa ser um grande atrativo.

    No Nintendo Switch 2, ele brilha como poucos ports: entrega o que promete. No Switch 1, ainda funciona, mas com concessões técnicas que podem incomodar.

    Recomendado especialmente para quem gosta de humor, sci-fi e quer algo diferente; já para públicos mais casuais ou que priorizam performance, talvez esperar uma promoção ou jogar em outra plataforma seja mais vantajoso.

  • Fortnite + Simpsons: Springfield invade a Ilha – confira tudo da mini-temporada

    Fortnite + Simpsons: Springfield invade a Ilha – confira tudo da mini-temporada

    Evento temático de novembro transforma o mapa em Springfield, traz skins clássicas dos Simpsons e acessórios exclusivos, e dura apenas cerca de um mês

    Sobre a Temporada

    A nova colaboração entre Fortnite e The Simpsons teve início em 1º de novembro de 2025, anunciando uma mini-temporada temática que se estende por cerca de um mês, até volta do ciclo normal de capítulos.

    Durante esse período, a Ilha do Battle Royale transforma-se numa versão cartunesca de Springfield, com locações clássicas como a central nuclear, o bar do Moe e o famoso bairro da família Simpson populares dos anos de TV.

    A temporada inclui novos desafios, ambientação temática, armas decoradas, modificações no mapa e até episódios animados semanais que expandem a narrativa da collab.

    Skins e Cosméticos

    A mini-temporada traz tanto skins de passe de batalha quanto cosméticos à venda na Loja do Item. Entre os desbloqueáveis via Battle Pass estão:

    • Homer Simpson (com estilo “Homer Mau”)
    • Marge Simpson (e estilo “Marge Bruxa”)
    • Ned Flanders (com estilo “Flanders Desgraçado”)
    • Peixoto Piscadela versão “Piscadela Perigoso”
    • Embananado de SpringField (skin de banana com visual de Simpsons, libera pra resgatar dia 11 de Novembro).

    Além das skins, tem também as picaretas, mochilas e gestos no passe, TUDO com referencias e easter eggs de Simpsons, é um passe e uma temporada dedicada ao desenho.

    Na Loja de Itens estarão disponíveis skins adicionais como Bart Simpson, Lisa Simpson, Krusty o Palhaço, Moe Szyslak e outros habitantes de Springfield (alguns já estão na loja como Bart, outros podem entras nas próximas semanas).

    Cenário, Itens e Gameplay

    O mapa inteiro da temporada está tematizado com a arte dos Simpsons e vários cenários do desenho pelo mapa, além de muitos easter eags e piadas escondidas. Para fãs do desenho é um evento imperdível. As referências vão desde o teto da casa do Homer com pegadas do Porco Aranha, ou os trotes do Bart para o bar do Moe. Simplesmente Fantástico!

    Novas armas e itens temáticos entram em cena, como o “Super Squishee”, picaretas baseadas em objetos domésticos de Springfield e Sidekicks inéditos para acompanhar o jogador.

    Além disso, o modo de jogo mantém as mecânicas principais do Battle Royale, porém com elementos visuais de crossover bem pronunciados e desafios específicos da temporada (como ligar para “Okily Dokily” ou derrotar inimigos no estilo Springfield) para ganhar experiência e completar o passe de batalha.

    Uma coisa legal também é que para promover a temporada, fizeram o Bart rabiscando a letra “O” de Fortnite para “A”, fazendo virar “Fartnite”, que em tradução literal seria como “PeidoNite”, algo que o personagem faria com certeza.

    Se você está considerando entrar na temporada, vale ficar de olho em ofertas de Gift Cards em grupos como o da “Nintendo Barato”, isso pode ajudá-lo a adquirir o Passe de Temporada ou cosméticos da collab com desconto, especialmente se estiver jogando no Nintendo Switch.

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    Mesmo que o evento dure apenas um mês, ter acesso aos personagens dos Simpsons e ambientação temática torna-o um “must play” para fãs do desenho.

  • Análise: Hogwarts Legacy, A magia de hogwarts chega ao Nintendo Switch

    Análise: Hogwarts Legacy, A magia de hogwarts chega ao Nintendo Switch

    O RPG mais ambicioso do universo de Harry Potter mostra que ainda há espaço para feitiços e encanto, mesmo nos limites do console híbrido da Nintendo.

    Hogwarts Legacy é um daqueles jogos que conseguem encantar logo nos primeiros minutos. Ambientado muito antes da história de Harry Potter, o título da Avalanche Software entrega uma experiência completa de RPG e ação, mergulhando o jogador em um mundo mágico repleto de segredos, personagens e magias icônicas. A chegada ao Nintendo Switch prova que o universo de Hogwarts pode caber em qualquer console, ainda que com algumas concessões técnicas. E no Nintendo Switch 2 a experiência ficou ainda melhor, mas será que vale a pena se aventurar nessa história?

    Sobre o Jogo

    Hogwarts Legacy se apresenta como um RPG de ação ambientado no universo mágico de Harry Potter, mas com uma abordagem própria: mais do que simplesmente “jogo oficial de Harry Potter”, ele transporta o jogador para o castelo de Hogwarts em uma aventura de mundo aberto, com liberdade para explorar, aprender magias, escolher casa, personalizar seu personagem e vivenciar uma narrativa original dentro desse universo icônico.

    No seu desenvolvimento, o estúdio Avalanche Software e a editora Warner Bros. Games capturaram muitos dos elementos que fãs do mundo mágico esperam: salas que mudam, retratos que se mexem, fantasmas pelos corredores e segredos a descobrir. A ambientação e atenção aos detalhes causam, de fato, “aquele” sentimento de estar dentro de Hogwarts, ainda que você não seja um fanático pela franquia. E, sim: mesmo quem não acompanha os filmes ou livros pode se divertir, embora quem já seja fã acabe extraindo valor emocional extra dessa experiência.

    Mas como é a gameplay?

    A essência da jogabilidade de Hogwarts Legacy mistura combate, exploração e progressão de personagem. O sistema de combate se destaca: você aprende magias que funcionam de forma semelhante a habilidades em jogos de ação: há magias de curto alcance, combos, magias que quebram defesas ou ampliam efeitos, tudo num ritmo que exige tanto estratégia quanto reação rápida. Um bom comparativo: o atirador de curta distância do estilo “tiro mágico” remete a versões leves de jogos como Mega Man, onde você não fica no corpo-a-corpo puro nem atira de extremos distantes demais.

    Para completar, o mundo aberto permite vôos em vassoura, subidas e descidas pelas muralhas de Hogwarts, side-quests, exploração de cavernas, áreas externas e muitos segredos. A liberdade, no entanto, é temperada: apesar de parecer “mundo aberto”, algumas seções exigem transições com telas de carregamento dependendo da plataforma.

    Em termos de diversão, seja você fã ou novato no universo do bruxo, o jogo entrega um pacote robusto de aventura, ação e imersão, desde que você tolere algumas limitações técnicas.

    Como é a versão de Nintendo Switch 2?

    Para quem quer ter a experiência portátil, a versão de Nintendo Switch  2 representa um salto significativo comparado à de Nintendo Switch 1. A versão para Switch 2 traz melhorias gráficas notáveis em iluminação, sombras, reflexos e texturas. Por exemplo, em modo Dock podem ocorrer resoluções internas de 720p com upscaling ou tecnologias semelhantes, resultando em uma imagem muito mais nítida do que a de Switch 1.

    Além disso, problemas de longos carregamentos e telas de transição que marcaram o port anterior foram bastante atenuados ou eliminados nesta nova versão. Para os jogadores que possuem o console e querem jogar Hogwarts em qualquer lugar, o Nintendo Switch 2 entrega uma versão que se aproxima mais da visão original do jogo, embora ainda fique atrás de PS5 / Xbox Series em termos de fidelidade visual e framerate.

    Ainda vale a pena no Nintendo Switch 1?

    Se você possui apenas a versão de Nintendo Switch 1, você deve estar se questionando agora: “Vale a pena jogar Hogwarts Legacy nele? ou só no 2?” A resposta curta é: sim, se você estiver disposto a aceitar os sacrifícios. A versão de Switch 1 roda, mas em 720p com quedas frequentes de quadro, e cargas mais longas. Ainda assim, muitos usuários relatam que a imersão, a história, a ambientação e o encanto do mundo mágico permanecem presentes.

    Se quiser saber mais sobre a performance dessa versão, veja nesse vídeo do Pedroka da Equipe Coelho no Japão, onde fizemos uma gameplay analítica comparando as duas versões, com vários pontos e conclusão sobre.

    Vale pelo preço?

    Na hora de avaliar custo-benefício, Hogwarts Legacy apresenta uma boa proposta, desde que seu perfil combine com o que ele oferece. Se o preço estiver reduzido, ou se você for fã da franquia, a experiência de estar em Hogwarts vale o investimento. Mas se você busca o “melhor visual”, “melhor performance” ou “sem limitações técnicas”, talvez seja melhor aguardar promoções, ou até investir em outra plataforma.

    Caso tenha se interessado no jogo e queira uma promoção pra poder comprar e aproveitar ele da melhor forma possível (pagando menos), considere entrar nos nossos grupos do NintendoBarato, lá diariamente postamos promoções seja de jogos em mídia física ou de giftcards para comprar jogos digitais, então adicione Hogwarts Legacy na sua lista de desejos e fique ligado nos grupos!

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    Conclusão

    Hogwarts Legacy é um jogo ambicioso, que entrega com sucesso uma experiência de magia, exploração e ação ambientada no universo de Harry Potter, e faz isso em múltiplas plataformas, incluindo híbridos. Se você está no Nintendo Switch 2, pode aproveitar uma versão sólida que aproxima bastante a visão original dos desenvolvedores.

    Para jogadores casuais, fãs de magia ou quem procura uma aventura de mundo aberto no portátil, o título é altamente recomendável, desde que suas expectativas estejam alinhadas com a plataforma que você utiliza e caso tenha um leve gosto pela temática ou pela franquia.

  • Análise: No Heroes Here 2 é o caos brasileiro mais divertido do ano

    Análise: No Heroes Here 2 é o caos brasileiro mais divertido do ano

    Novo jogo da Mad Mimic mostra que o Brasil sabe fazer cooperativo de qualidade com bom humor e desafios na medida certa

    Se você gosta de games cooperativos cheios de caos organizado, No Heroes Here 2 chega para te alegrar. Desenvolvido pela Mad Mimic Interactive, o título combina dois estilos que muitos adoram: jogo caótico estilo Overcooked e Tower Defense. O resultado? Fases em que os jogadores precisam correr um lado para o outro, fabricar munição, montar defesas, controlar fogo, água, bombas, granadas… tudo em sintonia para barrar hordas de monstros.

    Um Overcooked Medieval Brasileiro

    Desenvolvido pela brasileira Mad Mimic, o jogo aposta em uma proposta original: transformar o gerenciamento de uma fortaleza medieval em uma experiência cooperativa repleta de humor, confusão e gargalhadas. A ideia é simples, mas brilhante, em vez de cozinhar pratos ou servir clientes, o grupo de jogadores precisa fabricar munições, manter as defesas do castelo ativas e impedir que ondas de inimigos avancem sobre as muralhas.

    O resultado é um jogo com identidade própria, que equilibra o caos típico dos títulos de “party game” com a necessidade de pensar estrategicamente a cada segundo. Com visuais coloridos, animações carismáticas e um clima leve, No Heroes Here 2 se firma como uma das produções brasileiras mais divertidas e bem acabadas dos últimos anos, e uma ótima amostra de como o Brasil vem crescendo no mercado indie.

    Caos, Coordenação e Muita Risada

    A verdadeira alma do jogo está em sua gameplay caótica e cooperativa. Cada partida funciona como um balé desengonçado entre os jogadores, em que todos precisam trabalhar juntos para manter o castelo de pé. Enquanto um jogador coleta recursos para fabricar pólvora, outro cria projéteis, outro carrega as armas e um quarto tenta apagar incêndios e limpar e preparar tudo para os outros, agora pensa que se um desses sai de sincronia ou se atrapalha?? caos total e generalizado (de forma engraçada).

    Embora No Heroes Here 2 ofereça a opção de jogar sozinho, o título foi claramente feito para o multiplayer. É nesse modo que ele realmente brilha, seja jogando com os amigos no sofá ou online. O jogo valoriza a comunicação, o trabalho em equipe e, principalmente, a capacidade de rir dos próprios erros. Com fases variadas, skins desbloqueáveis e diferentes modos de dificuldade, ele consegue manter o ritmo e oferecer um ótimo replay para quem quer sempre tentar melhorar o desempenho do grupo.

    É possivel jogar sozinho, porém é MUITO mais difícil e complicado, porque você precisa fazer a função de dois ou mais personagens, tudo sozinho, não é nada divertido ou, dependendo do nível de dificuldade… talvez nem seja possível. Foi jogo feito pra jogar de (no mínimo) dois galera.

    Jogamos em coop online de 4 jogadores aqui na Equipe Coelho no Japão e todo o caos e diversão é bem nítido nesse vídeo:

    Diversão Acessível e Nacional

    Um dos grandes trunfos de No Heroes Here 2 está no custo-benefício. Custando apenas cerca de R$ 35 (sem promoção), o jogo entrega um pacote completo de diversão, com suporte online, modo cooperativo local e dezenas de fases desafiadoras. É o tipo de jogo que cabe no bolso e ainda garante muitas horas de risadas com os amigos, um verdadeiro achado dentro da cena indie. Poucos títulos conseguem equilibrar preço acessível e qualidade de gameplay com tanta naturalidade.

    Além disso, é sempre bom ver um jogo brasileiro competindo de igual pra igual com produções internacionais do gênero. A Mad Mimic já tinha mostrado talento com o primeiro No Heroes Here, e agora eleva o nível com uma sequência mais polida, completa e divertida. O resultado é uma experiência que tem tudo para se tornar referência entre os cooperativos modernos, e mais uma prova de que o cenário de desenvolvimento nacional está cheio de boas surpresas.

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    Conclusão: Um Caos Que Vale Cada Centavo

    No Heroes Here 2 é o tipo de jogo que lembra por que experiências cooperativas continuam sendo tão especiais. Ele é simples, acessível e absurdamente divertido. Não tenta reinventar a roda, mas pega duas fórmulas de sucesso (Overcooked e Tower Defense) e as mistura com criatividade, carisma e muito bom humor.

    Por tudo isso, o jogo merece destaque como um dos melhores cooperativos do ano, independente da plataforma. Se você está procurando um game para reunir os amigos, rir de desespero enquanto tudo pega fogo e ainda apoiar um estúdio brasileiro de talento, No Heroes Here 2 é uma escolha certeira. Prepare-se para o caos e divirta-se tentando colocar ordem nele.

  • FORTNITE: Evento de Halloween mais insano volta com tudo (Fortnitemares)

    FORTNITE: Evento de Halloween mais insano volta com tudo (Fortnitemares)

    Evento anual de Fortnite transforma o Battle Royale em um festival de terror pop, com mapa sombrio, skins icônicas e colaborações surreais

    Tem alguns anos que o Fortnite começou a comemorar o Halloween dentro do jogo em forma de eventos temporários no meio de uma season, ou seja, eles não interferem nas skins do passe de batalha atual, o mapa é reformulado, novas skins de parcerias chegam a loja e vira um festival de terror. E esse ano não seria diferente, esta aberto a temporada do Fortnitemares 2025.

    O evento começou oficilamente no dia 9 de outubro de 2025 e prossegue até 1º de novembro de 2025.

    Novo Modos e Colaborações exclusivas (Skins)

    Além dos modos já tradicionais de batalha no Battle Royale, o evento traz para 2025 uma experiência reforçada de Halloween com:

    • Mapa especial “Nitemare Island”, com temática macabra, lanças de abóbora, cenários de terror.
    • Novos modos de tempo limitado e loot temático (como armas ou acessórios com temática de Halloween) — conforme edição de anos anteriores, destaque para a Serrá do LeatherFace e vassoura de bruxa que voltaram.
    • Skins colaborativas com franquias de terror e cultura pop, ampliando bastante o leque de personagens para o evento

    Algumas dessas novas colaborações já eram muito cobiçadas desde o Halloween dos anos anteriories, e desse ano parece que vieram tudo de uma vez, sendo elas:

    • Ghostface (da franquia Scream)
    • Jason Voorhees (da franquia Friday the 13th)
    • Wandinha Addams (da franquia Wednesday/Wandinha)
    • Huggy Wuggy (do jogo Poppy Playtime)
    • Sequestrador (do filme Telefone Preto)
    • Art the Clown (da franquia Terrifier)
    • Todos os personagens do desenho do Scooby Doo (Scooby, Salsicha, Daphne, Fred eVelma) incluindo a Máquina do Mistério como estilo para o veículo do jogo.
    • A cantora Doja Cat aparece como antagonista no evento (“Mother of Thorns”)
    • Skin gratuita: Pyg, desbloqueável ao subir 15 níveis durante o evento

    Além das skins na lojas e modificações no mapa, o jogo também ganha missões para xp extra, então para upar o passe atual (que termina em breve), é uma boa opção.

    Fora que fazendo as missões do evento, é possível ganhar uma skin gratuita, tanto skin como picareta e mochila… tudo apenas jogando e fazendo as missões sazonais.

    Opinião Pessoal do autor

    Como um jogador de Fortnite que adora filmes de terror, esse evento é o mais esperado do ano por mim e esse ano eles trouxeram parcerias como “Jason” e “Ghostface” que pra mim já eram um sonho distante de se ter no jogo, logicamente comprarei elas. Não gostei muito das skins do ano passado desse evento (gosto das franquias que entraram, mas achei meio esquisito o LeatherFace e Billy no jogo…medonhas, no mal sentido), mas as desse ano eles capricharam. Só não gostei muito das do Scooby Doo e principalmente da Máquina do Mistério ser em Seal Shading… mas já estou calculando as moedas pra ver em qual skin vou gastar o resto dos meus v-bucks e louco pra jogar novamente com a serra do Leatherface no mapa. BORA UPAR

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  • Análise: Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – A lenda do skate retorna em grande estilo

    Análise: Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – A lenda do skate retorna em grande estilo

    A evolução da série chega ao Switch com força total

    A nova duologia remake de Tony Hawk’s Pro Skater 3 e 4 chega ao Nintendo Switch 1 e 2, trazendo de volta toda a adrenalina e diversão que consagraram a franquia. No Switch 1, o port impressiona por conseguir rodar a 30 quadros por segundo de forma relativamente estável, mesmo sendo um jogo mais pesado. Já no Switch 2, a experiência é naturalmente superior, com 60 quadros por segundo e gráficos mais nítidos, aproveitando melhor o hardware da nova geração.

    O jogo mantém os cenários abertos clássicos, objetivos variados, pontuação, colecionáveis e interações únicas com o ambiente, tudo com o charme que fez a franquia ser tão adorada. Além disso, o remake inclui conteúdo novo que não se limita a um simples upgrade visual, oferecendo modos e desafios adicionais bem-vindos. O tutorial completo, totalmente em português e dublado, facilita a entrada de novos jogadores, enquanto veteranos podem se divertir explorando as mecânicas de skate aprimoradas.

    A importância de Tony Hawk nos videogames

    Lançado originalmente no PlayStation 2, GameCube e Xbox, Tony Hawk’s Pro Skater 3 e 4 expandiram o escopo da franquia, trazendo níveis maiores, objetivos mais variados e sistemas que refinavam a jogabilidade clássica. Muitos jogadores consideram essa fase o auge da série.

    A franquia Tony Hawk, no entanto, já havia revolucionado a indústria desde 1999, com o primeiro título que transformou o skate em fenômeno cultural dentro dos videogames. Antes dele, jogos de skate eram nichados e pouco chamavam atenção, mas Tony Hawk’s Pro Skater mudou isso ao combinar jogabilidade acessível, manobras espetaculares, design criativo de fases e uma trilha sonora que se tornaria icônica. O sucesso consolidou Tony Hawk como sinônimo de skate e estabeleceu um padrão para todos os jogos de esportes radicais que viriam depois.

    O remake de THPS 3 + 4 mantém essa essência, atualizando gráficos, animações e controles para consoles modernos, sem perder a identidade da experiência clássica que marcou gerações de jogadores.

    Linha do tempo resumida da franquia Tony Hawk

    • 1999: Tony Hawk’s Pro Skater: PlayStation (Início da franquia e fenômeno instantâneo).
    • 2000: Tony Hawk’s Pro Skater 2: PlayStation 1, Dreamcast (Refinamento das mecânicas e considerada o melhor da série).
    • 2001: Tony Hawk’s Pro Skater 3: PlayStation 2, GameCube, Xbox, Nintendo 64 (Introdução do modo online em consoles e níveis mais amplos).
    • 2002: Tony Hawk’s Pro Skater 4: PlayStation 2, Xbox, GameCube (Objetivos mais variados e refinamento da jogabilidade).
    • 2012: Tony Hawk’s Pro Skater HD (PlayStation 3, Xbox 360 (Remake com visual atualizado, mas sem o mesmo impacto).
    • 2020: Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 Remake (PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch (Atualização moderna dos dois primeiros jogos, sucesso de crítica).
    • 2025: Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 Remake: PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch, Nintendo Switch (Duologia que fecha o ciclo da era clássica com gráficos atualizados, extras e modos aprimorados)

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    Conteúdo novo e personagens

    Além da atualização visual e de performance, o remake traz personagens adicionais, incluindo atletas internacionais de destaque. Um destaque especial é Raíssa Leal, a nossa fadinha brasileira, que adiciona diversidade ao elenco e representa a inclusão de novas gerações de skatistas. O jogo também unifica os dois títulos em um perfil único, permitindo acompanhar estatísticas, conquistas e progresso em um só lugar, o que facilita bastante a experiência para jogadores que desejam completar todos os desafios.

    Experiência em Nintendo Switch 1 e 2

    No Switch 1, o jogo roda bem, mas com gráficos menos detalhados e menor taxa de quadros por segundo. Ainda assim, é impressionante conseguir jogar uma duologia tão pesada em um console da geração passada. No Switch 2, a experiência é mais fluida, com 60 FPS e visuais mais nítidos, aproveitando a potência do hardware, tornando os saltos, manobras e interações com o cenário muito mais satisfatórios. No Switch 2 é a experiencia completa e definitiva desse jogo.

    O jogo também mantém a sensação clássica de skate: explorar o ambiente, executar combos e completar objetivos variados. Para quem busca partidas rápidas ou quer tentar bater pontuações altas, a jogabilidade permanece precisa e divertida.

    Trilha sonora e ambientação

    Embora a trilha sonora não seja tão icônica quanto a do remake de THPS 1 + 2, ela ainda mantém o clima animado e energético que combina com manobras e desafios. Cada fase tem uma identidade própria, com músicas que ajudam a marcar o ritmo e a fluidez do skate. É um detalhe importante, já que boa parte da experiência clássica da série está justamente na relação entre música, ritmo e gameplay.

    Assim como a Raíssa Leal esta presente no jogo, temos também duas músicas brasileiras para representar o nosso país, sendo elas: “Vai vendo” do Marcelo D2 e “Confisco” do Charlie Brown Jr. Uma adição bem legal pra nós, brasileirinhos.

    Vale a pena comprar?

    Se você é fã da franquia e jogou os originais THPS 3 e 4, esse remake é uma excelente oportunidade de revisitar essas fases com gráficos modernos, performance aprimorada e funcionalidades novas, como o perfil unificado e personagens extras, incluindo Raíssa Leal. Além da portabilidade caso escolha jogar no Nintendo Switch. Ele mantém toda a essência que fez os clássicos tão marcantes e ainda oferece melhorias que tornam a experiência mais fluida e acessível.

    Por outro lado, se você está começando a jogar agora ou não tem preferência pelos números 3 e 4, talvez seja mais vantajoso investir no remake de THPS 1 + 2, que, além de gráficos atualizados, ainda conta com a trilha sonora mais icônica e fases que muitos consideram mais memoráveis. O 1 + 2 entrega a “experiência clássica definitiva”, enquanto 3 + 4 é mais um refinamento dessa era, com menos impacto histórico, mas ainda divertido e com um charme extra pra nós brasileiros, né?!