Análise: Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – A lenda do skate retorna em grande estilo

A evolução da série chega ao Switch com força total

A nova duologia remake de Tony Hawk’s Pro Skater 3 e 4 chega ao Nintendo Switch 1 e 2, trazendo de volta toda a adrenalina e diversão que consagraram a franquia. No Switch 1, o port impressiona por conseguir rodar a 30 quadros por segundo de forma relativamente estável, mesmo sendo um jogo mais pesado. Já no Switch 2, a experiência é naturalmente superior, com 60 quadros por segundo e gráficos mais nítidos, aproveitando melhor o hardware da nova geração.

O jogo mantém os cenários abertos clássicos, objetivos variados, pontuação, colecionáveis e interações únicas com o ambiente, tudo com o charme que fez a franquia ser tão adorada. Além disso, o remake inclui conteúdo novo que não se limita a um simples upgrade visual, oferecendo modos e desafios adicionais bem-vindos. O tutorial completo, totalmente em português e dublado, facilita a entrada de novos jogadores, enquanto veteranos podem se divertir explorando as mecânicas de skate aprimoradas.

A importância de Tony Hawk nos videogames

Lançado originalmente no PlayStation 2, GameCube e Xbox, Tony Hawk’s Pro Skater 3 e 4 expandiram o escopo da franquia, trazendo níveis maiores, objetivos mais variados e sistemas que refinavam a jogabilidade clássica. Muitos jogadores consideram essa fase o auge da série.

A franquia Tony Hawk, no entanto, já havia revolucionado a indústria desde 1999, com o primeiro título que transformou o skate em fenômeno cultural dentro dos videogames. Antes dele, jogos de skate eram nichados e pouco chamavam atenção, mas Tony Hawk’s Pro Skater mudou isso ao combinar jogabilidade acessível, manobras espetaculares, design criativo de fases e uma trilha sonora que se tornaria icônica. O sucesso consolidou Tony Hawk como sinônimo de skate e estabeleceu um padrão para todos os jogos de esportes radicais que viriam depois.

O remake de THPS 3 + 4 mantém essa essência, atualizando gráficos, animações e controles para consoles modernos, sem perder a identidade da experiência clássica que marcou gerações de jogadores.

Linha do tempo resumida da franquia Tony Hawk

  • 1999: Tony Hawk’s Pro Skater: PlayStation (Início da franquia e fenômeno instantâneo).
  • 2000: Tony Hawk’s Pro Skater 2: PlayStation 1, Dreamcast (Refinamento das mecânicas e considerada o melhor da série).
  • 2001: Tony Hawk’s Pro Skater 3: PlayStation 2, GameCube, Xbox, Nintendo 64 (Introdução do modo online em consoles e níveis mais amplos).
  • 2002: Tony Hawk’s Pro Skater 4: PlayStation 2, Xbox, GameCube (Objetivos mais variados e refinamento da jogabilidade).
  • 2012: Tony Hawk’s Pro Skater HD (PlayStation 3, Xbox 360 (Remake com visual atualizado, mas sem o mesmo impacto).
  • 2020: Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 Remake (PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch (Atualização moderna dos dois primeiros jogos, sucesso de crítica).
  • 2025: Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 Remake: PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch, Nintendo Switch (Duologia que fecha o ciclo da era clássica com gráficos atualizados, extras e modos aprimorados)

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Conteúdo novo e personagens

Além da atualização visual e de performance, o remake traz personagens adicionais, incluindo atletas internacionais de destaque. Um destaque especial é Raíssa Leal, a nossa fadinha brasileira, que adiciona diversidade ao elenco e representa a inclusão de novas gerações de skatistas. O jogo também unifica os dois títulos em um perfil único, permitindo acompanhar estatísticas, conquistas e progresso em um só lugar, o que facilita bastante a experiência para jogadores que desejam completar todos os desafios.

Experiência em Nintendo Switch 1 e 2

No Switch 1, o jogo roda bem, mas com gráficos menos detalhados e menor taxa de quadros por segundo. Ainda assim, é impressionante conseguir jogar uma duologia tão pesada em um console da geração passada. No Switch 2, a experiência é mais fluida, com 60 FPS e visuais mais nítidos, aproveitando a potência do hardware, tornando os saltos, manobras e interações com o cenário muito mais satisfatórios. No Switch 2 é a experiencia completa e definitiva desse jogo.

O jogo também mantém a sensação clássica de skate: explorar o ambiente, executar combos e completar objetivos variados. Para quem busca partidas rápidas ou quer tentar bater pontuações altas, a jogabilidade permanece precisa e divertida.

Trilha sonora e ambientação

Embora a trilha sonora não seja tão icônica quanto a do remake de THPS 1 + 2, ela ainda mantém o clima animado e energético que combina com manobras e desafios. Cada fase tem uma identidade própria, com músicas que ajudam a marcar o ritmo e a fluidez do skate. É um detalhe importante, já que boa parte da experiência clássica da série está justamente na relação entre música, ritmo e gameplay.

Assim como a Raíssa Leal esta presente no jogo, temos também duas músicas brasileiras para representar o nosso país, sendo elas: “Vai vendo” do Marcelo D2 e “Confisco” do Charlie Brown Jr. Uma adição bem legal pra nós, brasileirinhos.

Vale a pena comprar?

Se você é fã da franquia e jogou os originais THPS 3 e 4, esse remake é uma excelente oportunidade de revisitar essas fases com gráficos modernos, performance aprimorada e funcionalidades novas, como o perfil unificado e personagens extras, incluindo Raíssa Leal. Além da portabilidade caso escolha jogar no Nintendo Switch. Ele mantém toda a essência que fez os clássicos tão marcantes e ainda oferece melhorias que tornam a experiência mais fluida e acessível.

Por outro lado, se você está começando a jogar agora ou não tem preferência pelos números 3 e 4, talvez seja mais vantajoso investir no remake de THPS 1 + 2, que, além de gráficos atualizados, ainda conta com a trilha sonora mais icônica e fases que muitos consideram mais memoráveis. O 1 + 2 entrega a “experiência clássica definitiva”, enquanto 3 + 4 é mais um refinamento dessa era, com menos impacto histórico, mas ainda divertido e com um charme extra pra nós brasileiros, né?!

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