Autor: Yoozen (Equipe Coelho no Japão)

  • Análise: Ninja Gaiden: Ragebound – O retorno 2D que honra suas raízes

    Análise: Ninja Gaiden: Ragebound – O retorno 2D que honra suas raízes

    Um passo grudado no passado com toques modernos; Ninja Gaiden Ragebound entrega ação rápida e fluida, mas não sem concessões.

    Origens: a franquia NINJA GAIDEN

    A franquia Ninja Gaiden começou lá atrás, com os clássicos para NES, arcades e outros sistemas no final dos anos 80. Jogos como Ninja Gaiden (NES, 1988) ficaram famosos por misturar ação plataforma pesada, golpes ninjas, cutscenes cinematográficas para a época e uma dificuldade bem alta.

    Depois disso, vieram várias sequências que mantiveram a dificuldade alta como marca registrada, inimigos implacáveis, quedas quase mortais e poucas margens de erro. Durante anos, Ninja Gaiden se tornou referência de “difícil que desafia”, tanto nos games de plataforma 2D quanto quando a série migrou para 3D com o Ninja Gaiden de 2004 e seus spin‐offs.

    Ninja Gaiden Ragebound

    Com Ragebound, o estúdio The Game Kitchen (em parceria com DotEmu) decidiu revisitar esse DNA clássico 2D, mesclando nostalgia com mecânicas modernas para tornar o jogo mais acessível, sem deixar de respeitar os fãs que gostam de desafio.

    Para isso foi feito alguns ajustes na jogabilidade e adicionando um pouco de mecânicas modernas ao jogo, sendo elas:

    • Combate fluido: os controles em Ragebound funcionam muito bem. Movimentação, resposta dos golpes, transições entre espada, salto e esquiva, tudo muito fluido.
    • Protagonistas duplos: Você alterna entre Kenji e Kumori, cada um com habilidades próprias. Kumori serve para abordar fases alternativas ou desafios especiais, muitas vezes com mecânicas exigindo mudar de personagem no meio da ação. Isso ajuda a variar o ritmo do jogo e dar uma variada na gameplay.
    • Ranking e desafios extras: Buscar rank máximo, não levar dano e evitar mortes… o jogo incentiva tudo isso, fazendo com que a gente rejogue as mesmas fases para melhorar o desempenho e ter o melhor ranking.
    • Checkpoints e respawn rápido: o jogo agora tem um sistema de checkpoints onde não se perde muito o progesso ou recomeça desde o início da fase, é um sistema relativamente justo, fazendo com que não fruste jogadores novos ou casuais.

    Visual, trilha sonora e apresentação

    Ragebound aposta num pixel art bonito, com atenção aos detalhes: efeitos de luz, animações de inimigos e chefes que se destacam, cenários bem desenhados.

    A trilha sonora também foi bastante elogiada: melódica, pulsante, encaixada no ritmo com faixas que energizam as batalhas e chefes. Não é algo inovador do zero, mas cumpre muito bem seu papel.

    Há críticas pontuais em visual de cenários onde alguns elementos ambientais se misturam demais com armadilhas ou perigos, o que pode confundir o jogador. Mas não chega a ser algo gritante que atrapalhe a experiência.

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    Dificuldade e equilíbrio

    Uma das grandes inovações de Ragebound é suavizar alguns aspectos de punição dos antigos Ninja Gaiden como dissemos anteriormente, tornando-o mais acessível. Por exemplo, as mortes não te mandam tão longe, você revive rápido, há modos ou ajustes que ajudam para quem não tá tão acostumado.

    Para fãs puristas, isso pode parecer “menos desafiador” em comparação com os clássicos do NES ou os Ninja Gaiden 3D, mas ele encontra um meio-termo bastante satisfatório para a maioria dos jogadores. Uma solução que tem fazer os dois tipos de jogadores satisfeitos.

    Algumas fases se alongam demais em regiões intermediárias, cheios de inimigos repetidos, ou trechos em que o layout parece “encher linguiça” só pra prolongar a dificuldade ou a duração do jogo, sem muita criatividade ou motivo para exisitr além disso. O desafio maior, para muitos, está nos chefes, não tanto nas hordas de inimigos menores, o que altera a sensação de “tudo perigoso” que clássicos tinham.

    A duração da campanha principal é boa, mas não longa; para completar tudo, platinar rank etc., você vai gastar bastante tempo, mas não espere uma aventura gigantesca para quem vai apenas zerar casualmente ou pra quem não liga de coletar e fazer rank máximo em tudo. Mas apesar disso, é um ótimo jogo para quem quer algo rápido e bem feito.

    Conclusão

    Ninja Gaiden: Ragebound é, no geral, um retorno triunfante ao formato clássico 2D da franquia. Ele consegue equilibrar nostalgia e modernização de forma muito competente: visual bonito, chefes memoráveis, ritmo sólido, sensação de controle bem ajustada. Para quem curte ação retrô, este é um dos melhores lançamentos recentes do gênero.

    Mas não é o jogo perfeito. Seu foco no “menos punitivo” pode afastar fãs que amavam a dureza visceral dos antigos, algumas fases arrastam, e alguns revivals visuais ou mecânicos poderiam ter recebido ainda mais nervo.

    Na minha visão, para quem já esta acostumado a jogar jogos de ação/plataforma e curte Ninja Gaiden, Ragebound merece ser jogado agora. E não só porque entrega o que promete, mas porque o faz com brilho.

  • Análise: Patapon 1+2 Replay -Charme rítmico remontado, mas com limites perceptíveis

    Análise: Patapon 1+2 Replay -Charme rítmico remontado, mas com limites perceptíveis

    A coletânea remasterizada dos clássicos do PSP retorna para Switch, PS5 e PC, com visuais limpos, ajustes modernos e boas atualizações, mas algumas partes poderiam ter recebido mais cuidado.

    O que é Patapon?

    Patapon é uma série de jogos rítmicos originalmente exclusiva do PlayStation Portable (PSP), desenvolvida pela Sony, com primeiro jogo lançado em 2007 no Japão e depois em outras regiões.

    Patapon misturava ritmo, ação e estratégia de um jeito único: você comanda pequenas criaturas chamadas Patapons através do som de tambores, com comandos como “Pata”, “Pon”, “Don”, “Chaka” formando o ritmo que controla marchas, ataques, defesas etc.

    A franquia ganhou sequência com Patapon 2 em 2008, aprofundando mecânicas de customização, equipamentos, classes de Patapons e desafios maiores e Patapon 3 em 2011. No PSP ele era bastante elogiado pelo conceito original, pelo design minimalista mas expressivo, e pela música, basicamente um clássico do portátil da Sony.

    Agora, Patapon 1+2 Replay traz os dois primeiros jogos remasterizados para Nintendo Switch, PS5 e PC, com visuais melhorados, ajustes de dificuldade, melhoria no timing de comandos e outras funcionalidades de suporte.

    Vale citar, que os 3 jogos estão disponíveis na biblioteca de jogos da PS Plus e assinantes do plano Deluxe podem joga-los “gratuitamente”, mas são as versões portada do PSP, não é esse 1+2 Replay.

    Mas e esse “1+2 Replay”?

    Mas você esta aqui para saber da versão 1+2 Replay né?! E não os jogos da franquia original, então, a essência de Patapon continua intacta: você comanda seu exército rítmico de Patapons usando os quatro tambores místicos (comandos de botão específicos) para ataques, defesa, avanço etc… O ritmo correto é fundamental, e a combinação entre estratégia e timing é o que dá charme ao jogo.

    Nesta versão Replay, algumas adições ajudam bastante:

    • Ajustes de dificuldade entre Easy, Normal e Hard, o que permite que jogadores novos ou menos acostumados com ritmo se adaptem melhor.
    • Melhorias na interface de suporte: por exemplo, o ícone do tambor agora pode ficar visível o tempo todo, e há ajustes de timing para tornar os comandos mais intuitivos.
    • Um visual remasterizado que limpa texturas, torna as fontes mais legíveis e adapta os jogos originais a telas modernas, mantendo o estilo minimalista que agrada quem é fã do original.

    Por outro lado, algumas das expectativas não foram totalmente atendidas:

    • O sound design (sons de batalha, música ambiente, efeitos) parece pouco alterado; há registros de que a remasterização visual funciona bem, mas o áudio continua muito próximo ou igual ao do original, sem grande refinamento.
    • Modos cooperativos ou multiplayer local que poderiam receber upgrades ou modernizações mais profundas parecem ter sido mantidos de maneira bastante conservadora, ou seja, sem novas mecânicas grandes ou expansões de funcionalidades. Você ainda joga os modos clássicos, que são divertidos, mas não há muita mudança de estrutura além dos ajustes de dificuldade.

    Visuais, apresentação e experiência

    A apresentação em Patapon 1+2 Replay é um dos seus pontos fortes. O estilo artístico minimalista, com personagens simples, formas geométricas e forte uso de cor, continua sendo charmoso e eficaz. A remasterização permite que tudo isso se veja com mais clareza em consoles modernos.

    As melhorias visuais tornam elementos como fontes, interface de menus e efeitos menos desfocados em telas maiores ou mais recentes. Isso ajuda bastante na imersão, principalmente pra quem vai jogar no modo portátil do Switch.

    Entretanto, não são mudanças dramáticas. Se você esperar gráficos “HD + animações novas + modernização sonora profunda”, vai se decepcionar. O jogo continua muito fiel ao original, inclusive nos momentos em que esse fidelidade mostra seus limites, como em transições, cutscenes (quando houverem) ou em qualidade de som. Ele é mais uma coletânea/port dos dois primeiros jogos, do que uma remasterização em si.

    Mas vale o preço?

    O preço de lançamento para essa coletânea está em torno de R$ 170 no Brasil (ou similar, dependendo da loja). Esse valor é considerável, especialmente considerando que se trata uma coletânea de dois jogos antigos em um mesmo pacote. Mas fica um gostinho de “porque não incluíram o terceiro junto? porque só os dois primeiros?!”

    Para quem não jogou oo jogos originais, mas tem curiosidade em conhecer, ou que acha que os ajustes modernos de usabilidade (modo fácil, timing ajustável, interface mais limpa) já são o suficiente, pode fazer sentido pagar o preço cheio.

    Mas para quem jogou bastante o original ou versões remasterizadas já existentes, esse valor parece inflado em comparação ao conteúdo adicionado. A não se que você faça muita questão de rejoga-los no Switch ou PC, porque… como dissemos pra rejoga-lo no PS seria melhor com a assinatura do PS Plus que além de ter os três, é mais barato também, só não tem a portabilidade do Switch.

    Outra alternativa é esperar uma promoção e não pagar preço cheio, pra isso entre nos grupos do NintendoBarato para saber quando a mídia físca entrar em promoção ou algum desconto em gift card.
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    Comparativo com os originais

    Comparado aos jogos originais de PSP, Patapon 1+2 Replay consegue manter quase todos os elementos que fizeram o sucesso da franquia: ritmo, personalidade, estratégia, design de fases, classes de Patapons etc. A música e ambientação, parte crucial da sensação do jogo, ainda funcionam muito bem.

    Mas há limitações: quando se testam os controles em Switch ou em PC, alguns jogadores comentam que o timing de comando parece menos preciso do que no PSP original — possivelmente devido à latência de tela ou diferenciação de hardware. Essa questão de “sensibilidade ao input” é crítica em jogos de ritmo, e remasters sempre correm risco de alterar ligeiramente o sentimento original.

    Conclusão

    Patapon 1+2 Replay é uma remasterização bem-vinda de uma franquia especial, que traz o essencial dos originais intacto e adiciona melhorias de usabilidade que realmente ajudam, especialmente para novos jogadores ou aqueles que não jogaram no PSP.

    Visual limpo, ajuste de dificuldade, interface melhorada e o retorno da série são motivos fortes para se animar.

    Em resumo: se você está curioso ou acha que vai jogar bastante, vai valer. Mas talvez seja melhor pegar em promoção se puder.

  • Análise: Hunter x Hunter: Nen Impact – Quando o sonho dos fãs vira polêmica no ringue

    Análise: Hunter x Hunter: Nen Impact – Quando o sonho dos fãs vira polêmica no ringue

    Lançar um jogo baseado em um anime tão querido quanto Hunter x Hunter sempre traz expectativas altíssimas. Afinal, a obra de Yoshihiro Togashi conquistou gerações com sua mistura de ação, emoção e personagens carismáticos. Então, quando Hunter x Hunter: Nen Impact foi anunciado, parecia que os fãs finalmente teriam uma adaptação de peso, ainda mais porque a publicadora envolvida é a Arc System Works, conhecida mundialmente por títulos competitivos como Guilty Gear e Dragon Ball FighterZ.

    Porém, a execução não saiu exatamente como todos esperavam.

    O resultado foi um jogo de luta que dividiu opiniões, tanto entre fãs do anime quanto dentro da própria comunidade competitiva. Apesar de entregar intensidade nas batalhas 3 contra 3 e alguns momentos divertidos, Nen Impact também deixou a desejar em pontos cruciais, como o modo história e o equilíbrio entre os lutadores.

    Mas o que é Hunter x Hunter? (sem spoilers)

    Para quem não conhece, Hunter x Hunter é um anime e mangá que acompanha Gon, um garoto que descobre que seu pai, que ele pensava estar ausente sem motivo, na verdade é um Hunter. E determinado a reencontrar o pai, Gon decide se tornar um Hunter também.

    Durante sua jornada, ele conhece amigos que se tornam inseparáveis: Killua, Kurapika e Leorio. O anime mistura batalhas estratégicas, exploração de mundos cheios de mistério e dilemas humanos profundos. Não é apenas uma história de luta, mas sim um mergulho em temas como amizade, moralidade e sobrevivência.

    O anime revolucionou o estilo “Shonem”, dando uma profundidade gigantesca para o poder da obra, onde diferente de “Ki”, “Chakra” ou “Haki”, o NEN é extremamente complexo e muito bem explorado dentre os personagens e muito importante para a história, não atoa o nome do jogo tem NEN no nome (Nen Impact).

    Um jogo competitivo… mas não feito pela ArcSys

    Embora o selo da Arc System Works esteja estampado na publicação, o desenvolvimento de Nen Impact ficou nas mãos da A-Team e da Bushiroad. Esse detalhe já acendeu alertas para os fãs de jogos de luta competitivos, pois a expertise da ArcSys não foi diretamente aplicada…

    O jogo abraça o formato tag battle 3 contra 3, no mesmo estilo de Dragon Ball FighterZ. É uma proposta que funciona muito bem quando há equilíbrio entre os personagens e um design que permite fluidez nos combos. De fato, em Nen Impact há uma boa variedade de golpes e possibilidades de combinações, mas o balanceamento se mostrou um problema logo de início. Personagens com habilidades muito acima da média dominaram as primeiras competições, criando um clima de insatisfação entre jogadores mais dedicados.

    Alguns patches ajudaram a estabilizar a situação, mas a polêmica inicial já marcou a recepção do jogo.

    História em modo PowerPoint

    Um dos pontos mais criticados é o modo história. Para quem esperava cenas épicas do anime recriadas com gráficos modernos, a decepção foi grande. A narrativa é contada através de imagens estáticas retiradas diretamente do anime, acompanhadas de legendas e vozes ocasionais, tudo parado, sem vida…

    Essa escolha faz com que o modo história pareça um “PowerPoint”… sem impacto visual ou envolvimento emocional, talvez se você goste muito do anime, você ache legar ver um print de uma cena no seu video-game, mas pra maioria… deixa bastante a deseja né?! Para um título que custa R$ 299 no lançamento, a sensação é que faltou um capricho e carinho ali.

    Em comparação, outros jogos de luta baseados em anime — como Naruto Ultimate Ninja Storm ou até Dragon Ball FighterZ — souberam adaptar o material original em cutscenes animadas, criando momentos memoráveis para os fãs.

    E pra piorar isso tudo: não está em português!

    Dificuldade e curva de aprendizado

    Outro ponto levantado é que Nen Impact não é nada amigável para iniciantes. O modo tutorial funciona como parte da própria história, mas ensina de forma truncada. Muitos jogadores relatam dificuldade em aprender os combos sem precisar repetir capítulos várias vezes.

    Para quem é fã de jogos de luta hardcore, isso pode ser um desafio interessante. Mas para o público casual, incluindo fãs do anime que só queriam controlar seus personagens favoritos, a experiência se torna frustrante.

    Esse é um contraste importante: enquanto Street Fighter 6 investiu pesado em modos acessíveis e um sistema de controles simplificado para novos jogadores, Nen Impact se mantém fechado em uma proposta mais complexa, sem dar muitas ferramentas de entrada.

    O que funciona bem

    Apesar das falhas, não dá para negar que o jogo tem pontos fortes. O sistema de combates em equipe é dinâmico, e quando bem explorado, proporciona momentos empolgantes. A variedade de personagens jogáveis é um atrativo à parte, permitindo que fãs usem seus favoritos em batalhas online e offline.

    Outro ponto é que, para quem curte a intensidade competitiva, Nen Impact entrega sim batalhas de alto nível. Jogadores que se dedicarem ao treino vão encontrar um jogo que recompensa habilidade e estratégia, mesmo com alguns problemas de balanceamento. Ou seja, pra quem é fã do anime E de jogos de luta competitivos? um prato cheio (ou quase).

    Vale a pena o preço?

    A resposta é: depende. Para quem é fã hardcore de Hunter x Hunter e já tem afinidade com jogos de luta competitivos, pode sim valer a compra, especialmente se você busca um título para jogar online e treinar combos elaborados. O jogo tem personalidade, intensidade e alguns momentos divertidos garantidos. Se encontrar alguma promoção então?! Melhor ainda.

    Porém, para quem é fã apenas do anime e gostaria de reviver a história em formato interativo, ou para quem esperava algo mais acessível e casual, talvez não compense pagar preço cheio. Felizmente, há alternativas: entrar nos grupos do NintendoBarato pode ajudar a encontrar gift cards e ofertas que tornam a experiência mais leve para o bolso.

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    No fim, Nen Impact é um título indicado para fãs que querem se aprofundar nas batalhas, mas que pode decepcionar quem busca uma adaptação completa do anime.

  • Análise: Puyo Puyo Tetris 2S – Uma versão aprimorada com recursos limitados

    Análise: Puyo Puyo Tetris 2S – Uma versão aprimorada com recursos limitados

    Puyo Puyo Tetris 2S para o Nintendo Switch 2 traz algumas novidades, mas sua justificativa é questionável para quem já possui a versão anterior.

    Sobre o jogo

    Puyo Puyo Tetris 2S é uma versão aprimorada de Puyo Puyo Tetris 2, lançada originalmente em 2020 para o Nintendo Switch. Esta edição para o Nintendo Switch 2, lançada em 5 de junho de 2025, inclui alguns recursos exclusivos da nova plataforma, como o modo Doubles, suporte à câmera, controles de mouse e a funcionalidade GameShare. No entanto, essas adições não são suficientes para justificar a compra para quem já possui a versão anterior do jogo.

    Visualmente, o jogo mantém o estilo colorido e vibrante característico da série. A direção artística é consistente com as versões anteriores, mas não apresenta grandes inovações. A resolução aprimorada no Nintendo Switch 2 proporciona uma experiência mais nítida, especialmente no modo portátil. Mas nada que justifique a compra de uma nova versão para quem já tem a anterior.

    Novidades da versão 2S

    • Modo Doubles: Permite que dois jogadores cooperem na mesma tela, com duas peças caindo simultaneamente. Embora a ideia seja interessante, a implementação não é ideal, tornando o jogo mais difícil e frustrante do que divertido…
    • Suporte à câmera: Utiliza a câmera do Nintendo Switch 2 para mostrar o jogador ao fundo da tela. Essa funcionalidade adiciona um toque de personalização e diversão para jogar entre amigos utilizando o GameChat do Switch 2, mas sua utilidade é limitada e não impacta significativamente a jogabilidade.
    • Controles de mouse: Introduzidos como uma nova forma de interação, os controles de mouse permitem mover e girar as peças com maior precisão. No entanto, a experiência não é tão fluida quanto a dos controles tradicionais, e pode não agradar a todos os jogadores.
    • GameShare: Uma das adições mais positivas, o GameShare permite que um jogador convide outro para jogar online, mesmo que este não possua o jogo. Essa funcionalidade facilita o acesso ao multiplayer, especialmente para quem deseja jogar com amigos sem que todos precisem adquirir o título.

    Modos de jogo

    Puyo Puyo Tetris 2S oferece uma variedade de modos de jogo, incluindo o modo história, modos versus e online. O modo história apresenta uma narrativa leve e divertida, com personagens carismáticos e desafios variados. Os modos versus permitem que os jogadores competir entre si, seja localmente ou online (com quem tem o jogo ou não, pelo GameShare). No entanto, a probabilidade de encontrar partidas com jogadores aleatórios online é baixa, tornando mais viável jogar com amigos.

    Além dos personagens originais de Puyo Puyo e Tetris, a versão 2S traz alguns convidados especiais de outras franquias que adicionam diversão extra ao jogo. Por exemplo, você pode jogar com Sonic, que vem com animações próprias e efeitos sonoros clássicos, ou com outros personagens de jogos da Sega que aparecem como skins ou em modos especiais.

    Esses personagens não mudam a mecânica base do jogo, mas dão um charme visual e um toque de nostalgia, especialmente para quem gosta de crossover e colecionáveis dentro do universo de party games. Eles também são interessantes para partidas online ou locais, porque cada jogador pode escolher um personagem diferente e deixar a partida mais divertida e personalizada.

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    Conclusão

    Puyo Puyo Tetris 2S é um jogo sólido e divertido, mas as adições na versão para o Nintendo Switch 2 são limitadas e não justificam a compra para quem já possui a versão anterior.

    Recursos como o modo Doubles e o suporte à câmera oferecem novidades, mas não transformam a experiência de forma significativa. O GameShare é uma funcionalidade útil, mas isolada. Para quem já desfrutiu do jogo anteriormente, esta versão infelizmente não oferece inovações suficientes para um novo investimento, a menos que você venda sua versão antiga e goste muito do jogo, e queira um upgrade. Ou para coleção mesmo, talvez.

  • Pokémon Sword & Shield: The Crown Tundra A segunda expansão de Galar

    Pokémon Sword & Shield: The Crown Tundra A segunda expansão de Galar

    A segunda DLC de Sword & Shield traz foco em aventuras cooperativas e em Pokémon lendários, mas também mostra limitações herdadas do jogo base.

    Depois da Isle of Armor, que apresentou uma ilha tropical e novos elementos de progressão, chegou a vez da segunda expansão de Pokémon Sword & Shield: The Crown Tundra. Lançada em 22 de outubro de 2020, essa DLC trouxe uma nova região gelada ao mapa de Galar, ampliando ainda mais o conteúdo do primeiro jogo.

    Enquanto a primeira expansão focava em treinamentos e no dojo, aqui o destaque está na exploração e caça a Pokémon lendários, oferecendo experiências tanto para jogadores solo quanto para quem prefere jogar em grupo.

    Articuno, Zapdos e Moltres nas formas regionais

    Um grande destaque para os três pássaros lendários de Kanto que ganharam uma forma regional exclusiva dessa Expansão.

    Sobre a DLC

    The Crown Tundra transporta o jogador para uma área montanhosa e coberta de neve, diferente de tudo visto antes em Galar. É um ambiente que transmite a sensação de mistério e isolamento, reforçando a ideia de que estamos em um lugar especial da região.

    O grande atrativo da expansão é a inclusão massiva de Pokémon lendários de gerações passadas, além de novas formas de criaturas já conhecidas. Isso transforma a DLC em uma espécie de “celebração lendária” para a franquia.

    Gameplay e mecânicas

    O destaque fica para as Dynamax Adventures, um modo cooperativo em que até quatro jogadores se unem para enfrentar uma série de Pokémon Dynamax e, no final, tentar capturar um lendário. É um dos pontos mais elogiados da expansão, já que mistura desafio, estratégia e cooperação, além de dar acesso a criaturas raríssimas.

    A exploração também ganhou uma nova dinâmica. A região de Crown Tundra tem áreas abertas em estilo Wild Area, permitindo caçar Pokémon de forma livre, além de oferecer quests ligadas a mistérios e lendários, que funcionam como pequenas histórias dentro da expansão.

    História

    A narrativa da DLC gira em torno da figura do antigo rei da Crown Tundra e sua relação com Calyrex, o lendário que protagoniza a região. A trama é breve e não chega a se aprofundar muito, mas serve como pano de fundo para justificar as caçadas e descobertas.

    Assim como na expansão anterior, a história não é o principal atrativo. O verdadeiro destaque está na liberdade de exploração e na busca por lendários, que pode render horas de gameplay extra para quem gosta de colecionar.

    Gráficos e direção artística

    Visualmente, The Crown Tundra mantém o mesmo padrão do jogo base e da primeira expansão: simplicidade gráfica com direção artística funcional, mas pouco impressionante. Apesar de a ambientação gelada ser bonita e dar um clima de mistério, não há grandes evoluções técnicas em relação ao que já vimos.

    Ainda assim, os cenários nevados conseguem transmitir a sensação de grandiosidade e combinam bem com a proposta de uma região dedicada a Pokémon lendários.

    Vale a pena o preço?

    Aqui a resposta é: depende. Para quem já jogou e gostou de Sword & Shield , a Crown Tundra é praticamente obrigatória, já que completa a experiência de Galar e adiciona muito conteúdo de endgame, especialmente com as Dynamax Adventures e com os lendários.

    Por outro lado, se você não gostou muito do jogo base, não espere que a expansão mude sua opinião: ela aprofunda elementos já existentes, mas não revoluciona a fórmula.

    Se decidir jogar, uma dica importante é aproveitar promoções de gift cards e jogos digitais. O grupo NintendoBarato é uma ótima opção para encontrar preços mais em conta e pagar menos na DLC.

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    Conclusão

    The Crown Tundra é uma expansão sólida, que fecha bem o ciclo de Pokémon Sword & Shield. Ela entrega muito conteúdo para fãs de lendários e oferece modos cooperativos que prolongam a vida útil do jogo. No entanto, mantém os mesmos problemas gráficos e técnicos já conhecidos, além de uma história sem grande impacto.

    Para quem é fã da franquia, a expansão vale como um pacote de celebração — mas se você procura uma experiência totalmente nova, talvez não encontre aqui o que espera.

    Se ficou interessado, lembrem-se que tanto The Crown Tundra e Isle of Armor são Expansões vendidas juntas (as duas por R$126) porém, atente-se a comprar a versão do seu jogo, na Eshop tem duas opções de expansão, uma para Sword e outra para Shield, uma não funciona na outra.

  • Pokémon Sword & Shield: Isle of Armor – A primeira expansão de Galar

    Pokémon Sword & Shield: Isle of Armor – A primeira expansão de Galar

    Uma nova aventura na Ilha da Armadura traz história inédita, Pokémon lendários e uma área selvagem mais expansiva, mas ainda mantém limitações do jogo base.

    Sobre a DLC

    Pokémon Sword & Shield receberam em 2020 sua primeira expansão paga: The Isle of Armor. Essa DLC marca a estreia de um novo modelo para a franquia principal, em que o conteúdo extra substitui a tradicional “terceira versão”. O passe de expansão, vendido por R$ 125,39 na eShop brasileira, inclui também a segunda parte, The Crown Tundra, lançada no mesmo ano.

    É importante destacar que há uma versão específica para cada jogo: quem possui Pokémon Sword deve comprar a expansão correspondente, enquanto jogadores de Pokémon Shield precisam da sua própria versão. As diferenças de conteúdo são pequenas, mas existem — como o rival exclusivo: Clara, treinadora do tipo Poison, aparece no Sword, enquanto Avery, do tipo Psíquico, é exclusivo do Shield.

    História

    A trama da expansão se passa na Ilha da Armadura, onde o jogador conhece Mustard, um antigo campeão da Liga Pokémon e mestre de um dojo local. É lá que recebemos Kubfu, um Pokémon lendário de luta que se torna o centro da jornada. A evolução dele em Urshifu acontece após completar um treinamento em uma das duas torres exclusivas: a da Água ou da Escuridão, definindo a forma final do Pokémon.

    O enredo é simples, mas cumpre seu papel ao oferecer novos personagens interessantes e rivalidades marcantes. Clara, por exemplo, consegue transmitir carisma e irritação ao mesmo tempo, criando uma motivação clara para enfrentá-la — algo que o rival do jogo base não conseguiu alcançar.

    Gameplay e Wild Area

    O conteúdo principal da história dura cerca de 4 a 5 horas, mas explorando missões secundárias e sidequests, a experiência pode se estender para até 10 horas. Parte desse tempo vem do grind necessário para treinar Kubfu até estar pronto para os desafios finais.

    O grande destaque da expansão é a nova Área Selvagem, que engloba toda a Ilha da Armadura. Diferente da do jogo base, aqui a exploração é mais orgânica, com cavernas, mares, ilhas e diversos pontos de interesse. Além disso, é possível andar com seus Pokémon fora da Pokébola, recurso nostálgico que adiciona charme extra à experiência.

    As sidequests variam em qualidade. Algumas, como a busca por Digletts de Alola, são longas e voltadas para completistas. Outras rendem boas recompensas, como a possibilidade de conseguir Pokémon de regiões anteriores, incluindo formas de Alola e lendários adicionais.

    Gráficos

    Em termos visuais, não há melhorias significativas em relação ao jogo base. Os problemas de pop-in e texturas simples permanecem, e o mapa continua sendo confuso em termos de navegação. Ainda assim, ver Pokémon em tamanho real circulando pela área traz momentos memoráveis, especialmente contra criaturas gigantes no ambiente selvagem.

    Pós-jogo e extras

    Após concluir a história, há missões adicionais que envolvem evoluir Urshifu para sua forma Gigantamax, coletar recursos especiais e enfrentar batalhas desafiadoras. Além disso, a DLC trouxe mais de 200 Pokémon de volta à Pokédex, incluindo novas formas regionais e Gigantamax para iniciais e clássicos como Venusaur e Blastoise.

    Novas formas regionais de Blastoise e Venusaur

    Vale a pena o preço?

    A grande questão é se a Isle of Armor realmente compensa o valor. E a resposta é: depende. Para quem já se divertiu bastante com Pokémon Sword & Shield e deseja uma versão mais completa da região de Galar, vale a pena investir — seja para explorar a nova área, acompanhar a história inédita ou capturar os Pokémon adicionais.

    Por outro lado, se você jogou o game base e não curtiu muito a experiência, a expansão não vai mudar sua opinião. Não se trata de um novo jogo, mas sim de mais conteúdo no mesmo estilo. A recomendação é considerar a compra apenas se você já gostou do que jogou.

    E para quem decidir investir, vale ficar de olho nos grupos do NintendoBarato, onde sempre aparecem promoções e gift cards com descontos que ajudam a aliviar o preço final na eShop.

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    Conclusão

    Isle of Armor oferece uma experiência divertida, com destaque para a expansão da Wild Area, a introdução de Kubfu/Urshifu e o retorno de diversos Pokémon amados pelos fãs, destaque para Blastoise e Venusaur com formas regionais novas. No entanto, o grind excessivo, as missões menos inspiradas e a falta de evolução gráfica deixam claro que se trata mais de um complemento do que uma reinvenção.

    Para quem já gostou de Sword & Shield, a DLC é um acréscimo valioso. Mas se você esperava uma grande mudança técnica ou narrativa, talvez se decepcione.

    Se ficou interessado, lembrem-se que tanto Isle of Armor e The Crown Tundra são Expansões vendidas juntas (as duas por R$126) porém, atente-se a comprar a versão do seu jogo, na Eshop tem duas opções de expansão, uma para Sword e outra para Shield, uma não funciona na outra.

  • Análise: Pokémon Sword e Shield: Uma nova era para a franquia no Nintendo Switch

    Análise: Pokémon Sword e Shield: Uma nova era para a franquia no Nintendo Switch

    A oitava geração da franquia chegou ao Nintendo Switch trazendo novos Pokémon, versões exclusivas e mudanças importantes. Mas, afinal, qual escolher: Sword ou Shield?

    O lançamento de Pokémon Sword & Shield

    Quando Pokémon Sword & Shield foi lançado, muitos fãs estavam receosos com o futuro da franquia. Porém, para surpresa geral, os jogos agradaram bastante e receberam comentários positivos da comunidade.

    A dúvida principal que sempre surge em lançamentos de duas versões é: qual delas escolher? Para isso, é importante entender os Pokémon exclusivos, as diferenças de ginásios e até mesmo os lendários.

    Sobre o jogo

    Pokémon Sword & Shield chegou em 15 de novembro de 2019 como a primeira entrada da série principal no Nintendo Switch.

    Foi um momento histórico para a franquia, que finalmente abandonou os portáteis e passou a integrar sua proposta principal ao console híbrido. Isso por si só já trouxe uma nova expectativa para os jogadores, que aguardavam ansiosamente como seria a transição de um RPG tão tradicional para um hardware mais robusto.

    A aventura se passa na região de Galar, inspirada no Reino Unido, com cidades que lembram a arquitetura britânica, além de campos verdes, minas e ambientes industriais.

    A oitava geração introduziu dezenas de novos Pokémon, junto com mecânicas inéditas que buscavam renovar o ciclo clássico da série. Apesar de manter a essência de capturar, treinar e batalhar, Sword & Shield foi pensado para atrair tanto veteranos quanto novatos que estavam conhecendo a franquia pela primeira vez no Switch.

    Gráficos e apresentação

    Em termos visuais, Sword & Shield foi um salto natural em relação aos jogos anteriores de Nintendo 3DS, com modelos mais detalhados e animações mais elaboradas.

    O estilo artístico segue colorido e carismático, buscando transmitir a personalidade de cada criatura e personagem humano com clareza. Ainda assim, a direção de arte teve papel mais importante do que o poder técnico: o charme de Galar vem muito mais do design dos cenários e Pokémon do que da qualidade gráfica em si.

    O grande destaque ficou para a “Wild Area”, um espaço amplo e explorável em tempo real, que trouxe pela primeira vez uma sensação de mundo semiaberto à franquia. Ali, os jogadores podiam controlar livremente a câmera, encontrar Pokémon de diferentes níveis e participar de batalhas cooperativas contra criaturas gigantes.

    Esse foi um dos pontos mais celebrados, mas também revelou as limitações técnicas do jogo, já que quedas de desempenho e simplicidade gráfica chamavam a atenção em comparação com outros títulos contemporâneos do Switch.

    História

    A narrativa segue a tradição da série: o jogador assume o papel de um jovem treinador em busca de se tornar Campeão da região.

    O diferencial de Galar é a forma como os ginásios e batalhas são tratados como um verdadeiro espetáculo esportivo, com arenas lotadas e transmissão para o público, dando mais peso ao avanço do protagonista, além de uma trilha sonora incrível de fundo. Essa abordagem ajudou a tornar a progressão mais envolvente, como se o jogador realmente estivesse participando de um grande torneio televisivo.

    Ao longo da jornada, o protagonista enfrenta rivais carismáticos, como Hop, o amigo de infância sempre determinado a superar seus próprios limites, e também se depara com figuras icônicas como Leon, o atual Campeão e símbolo da região.

    A história, sem entrar em grandes spoilers, equilibra momentos de humor, amizade e descobertas sobre os mistérios de Galar, sem se afastar demais da fórmula clássica. Embora não seja a trama mais complexa da série, consegue entregar o suficiente para manter o jogador motivado até o final.

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    Lendários de cada versão

    O grande destaque de qualquer jogo principal de Pokémon sempre são os lendários.

    Em Pokémon Sword, o lendário é Zacian, que carrega uma espada brilhante e ataca com movimentos elegantes capazes de capturar a atenção dos adversários. Sua presença é imponente e estilosa, tornando-o uma das escolhas favoritas dos jogadores.

    Já em Pokémon Shield, temos Zamazenta, que utiliza um corpo coberto por uma espécie de escudo. Seus movimentos majestosos representam uma força defensiva única, dominando os oponentes com poder e resistência.

    A escolha entre as versões, portanto, já começa por uma questão de estilo: ataque afiado ou defesa sólida.

    Diferenças entre os ginásios

    Além dos lendários, as versões também diferem em alguns ginásios.


    Em Pokémon Sword, o jogador enfrenta Bea, líder do ginásio de tipo Lutador, que rapidamente se tornou uma das favoritas da comunidade pelo seu estilo marcante e design imponente.

    Em Pokémon Shield, o destaque é Alistair, líder de tipo Fantasma, que traz uma atmosfera mais sombria e misteriosa ao jogo.

    Bea do ginásio lutador (exclusivo Sword) e Allister do ginásio fantasma (exclusivo Shield)

    Essas diferenças de líderes são pequenas, mas tornam cada versão uma experiência única.

    Pokémon exclusivos e formas regionais

    Um dos maiores atrativos de Pokémon Sword & Shield está nos Pokémon exclusivos.

    • Em Pokémon Sword, é possível capturar a evolução inédita de Farfetch’d, o Sirfetch’d, um cavaleiro nobre que luta com honra e justiça. Também há a presença de Darumaka e Darmanitan em suas formas de Galar, além de espécies como Deino e sua linha evolutiva, Jangmo-o e até Mawile.
    • Já em Pokémon Shield, encontramos a versão de Galar de Ponyta, agora do tipo Psíquico, além de Corsola e sua evolução Cursola. Também estão presentes Pokémon como Larvitar, Goomy e Sableye.
    Exclusivos da Sword e Shield

    Essas exclusividades incentivam trocas entre jogadores e dão motivos para experimentar ambas as versões.

    Dynamax, Gigantamax e Raids

    Uma das novidades introduzidas nessa geração foram as Max Raids, batalhas cooperativas contra Pokémon Dynamax, e Gigantamax, que são versões gigantes de alguns Pokémon que mudam o status, visual durante a batalha (não é permanente).

    Além disso, eventos rotativos trouxeram a chance de enfrentar Pokémon Gigantamax específicos em cada versão, incentivando ainda mais o multiplayer e a interação entre jogadores online.

    Juntamente com essa novas formas poderosas, foi a primeira vez na franquia que tivemos a introdução das RAIDS, que são nada mais que batalhas em grupo para capturar um determinado Pokémon em uma área aberta dentro do jogo.

    Tal mecânica que veio diretamente do jogo Pokemon GO dos celulares, lá Raids são algo comum parar capturar Pokémon em uma localidade da vida real, junto com amigos ou desconhecidos, aqui além de capturar, temos que batalhar e derrotar o Pokémon no tempo estipulado! Uma ótima adição e uma ótima nova mecânica para a franquia

    Conclusão

    Pokémon Sword & Shield marcam a estreia da franquia principal no Nintendo Switch com novidades, novas formas regionais e uma dinâmica de Raids que deu frescor às batalhas.

    Embora não tenha agradado a todos em termos de direção artística, o jogo trouxe uma experiência sólida, divertida e cheia de conteúdo para fãs de longa data e novatos.

    A escolha entre Sword e Shield vai depender do estilo e dos Pokémon que mais agradam: Zacian e seus exclusivos mais voltados ao ataque, ou Zamazenta e sua defesa imponente com monstrinhos igualmente interessantes.

  • Splatoon 3 – Diversão e estratégia em cada gota de tinta

    Splatoon 3 – Diversão e estratégia em cada gota de tinta

    Entre modos criativos, expansão desafiadora e batalhas caóticas, o game segue sólido na biblioteca do Nintendo Switch

    Descubra se Splatoon 3 é pra você

    Splatoon 3 chega ao Nintendo Switch como um dos maiores jogos da Nintendo que é focado no Multiplayer Online. Venha ver nessa análise se esse jogo é pra você, vamos esclarecer todas as suas possíveis dúvidas sobre o jogo, pra você decidir se pega ou não essa terceira versão das lulas tinteiras.

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    Como é o jogo? (modo online)

    Splatoon 3 é um jogo de tiro em terceira pessoa, mas diferente dos outros jogos desse estilo, nós somos lulas e atiramos com tintas e podemos também “mergulhar nas tintas” pra se locomover mais rápido e usar isso como estratégia. O foco do jogo é no multiplayer online e nele temos vários modos de jogo: o famigerado “mata a mata” (Turf War), o Tower Control, Rain Maker, Clam Blitz e até um modo cooperativo, o Salmon Run.

    Pra não ficarmos só com nomes, vamos as explicações rápidas de cada modo:

    Turf War: o modo “mata a mata”, onde 4 equipes se enfrentam e quem ter a área mais pintada do mapa, vence (o modo mais tradicional e conhecido do jogo).

    Tower Control: uma equipe precisa “levar” uma torre até a base da equipe adversária e a outra equipe precisa evitar isso, o foco não é em pintar e sim no objetivo de levar a carga.

    Clam Blitz: é como se fosse uma partida de basquete no meio das tintas, cada equipe vai coletando (individualmente) umas conchas, que depois viram uma bola e precisa ser jogada na base da equipe adversária.

    Rainmaker: as duas equipe brigam pra ver quem vai pegar uma arma que fica no centro do mapa e quem levar essa arma pra sua base, vence. Vira uma guerra de todos querendo pegar ou roubar a arma sem fim.

    Salmon Run: o único modo online que é cooperativo do jogo, aqui 4 pessoas juntas, atiram contra um exercíto de lulas que vem atacar uma base.

    Além desses modos que são fixos, de vez em quando acontece eventos no jogo que são chamados de Splattfests, e nela por um fim de semana, o jogo muda completamente, separando os jogadores em 3 equipes, cada semana com um tema, e nisso temos um novo modo de jogo, o Tricolor! Que como o próprio nome sugere, é uma batalha de 3 equipes com o mesmo objetivo de pintar mais da sua respectiva cor! Uma pena que esse modo seja apenas para eventos e não fixo….

    Outro destaque muito importante sobre o jogo, é sobre a sua estética, tanto na visual como sonora, o jogo é MUITO estiloso e tem quase que uma vibe própria. O design dos personagens, cenários, armas toda a parte visual é tão carismática que é impossível não ficar imerso nesse mundo. E pra completar isso tudo, a trilha sonora, músicas de fundo e toda a parte sonora do jogo também colabora com isso, com o jogo tendo músicas e arranjos próprios, tem quem perca horas e horas apenas ouvindo elas, seja pelo jogo ou pelo Nintendo Music, aplicativo de música da Nintendo.

    É só pra jogar online?

    O grande foco e atrativo do jogo é o modo online sim, mas o jogo não conta apenas com isso, ele tem também um modo campanha bem robusto, onde o foco dele é mais em puzzles, fases lineares e chefes. E a história desse modo também é bem divertida e ela dita como será o rumo dos próximo jogos, não atoa que existe Splatoon 1, 2 e esse é o 3, a história é importante, apesar de ser algo secundário. E esse modo pode ser considerado um “tutorial” para as armas e algumas mecânicas do jogo, que podem ser úteis para o modo online ou só pra brincar no modo offline caso esteja fora de casa ou sem internet.

    Splatoon 3 também recebeu uma DLC de conteúdo após o lançamento, contando com dois conteúdos, sendo eles: Inkópolis que é o hub do primeiro jogo para os fãs de longa data, e Side Order, que foi um modo roguelike singleplayer para adicionar mais conteúdo “offline” e história para o jogo.

    Além disso, o jogo tem um modo de puzzle muito legal e divertido que é o Tableturf Battle. Nele a gente usa algumas cartas que conseguimos durante o jogo (modo online ou campanha offline) para jogar um jogo que se parece muito uma variação de tetris, puyo puyo mas com uma mecânica e dinâmica completamente própria, onde a gente vai juntando os quadrados pra tentar ocupar o maior espaço de quadrados na tela… explicando assim parece confuso mas depois que você entende, é bem divertido. Pra quem gosta de jogos de puzzle, é como se fosse um jogo inteiro dentro de outro jogo. Fora que vira quase que um fator replay dos outros modos também, tipo você joga um pouco do online ou da campanha pra conseguir mais cartas e ter mais estratégia nas partidas, etc…

    É um jogo tão completo e cheio de conteúdo que poderia ser um jogo separado de Splatoon 3, tipo um “Balatro de Splatoon”, talvez?!

    Pra quem é esse jogo?

    Apesar dos variados modos offline, Splatoon 3 é querendo ou não um jogo pra quem quer jogar online, um jogo focado no multiplayer, tanto a campanha como o modo de cartas é só um complemento e um conteúdo “extra”, onde o jogo brilha mesmo, é no online. Mas claro que é possivel aproveitar apenas eles, eles são bem completos e com bastante conteúdo (ainda mais com a DLC), mas o charme do jogo mesmo, é o online, tanto nas dinâmicas do jogo ser toda voltada a ele, como em eventos (Splattfest) e atualizações.

    Então se você quer um jogo para jogar online com amigos, ou sozinho e ficou curioso em como que um jogo de tiro, com tinta e lulas funciona, Splatoon 3 pode ser uma boa pedida, mas se você é um jogador casual e que joga jogos mais offline e quer apenas jogar pelo modo historia, talvez esse não seja o jogo pra você, afinal o jogo ainda em 2025 tem o preço cheio de um jogo de Nintendo Switch e comprar ele apenas pela campanha, talvez não seja uma boa pedida, em alguma promoção ou comprar emprestado de algum amigo? ai sim, com certeza.

    Além de tudo, o jogo não está em portugues, então até nisso a sua escolha pode pesar um pouco.

    Conclusão

    Três anos após o lançamento, Splatoon 3 ainda é um dos shooters mais criativos disponíveis. A jogabilidade diferenciada, o multiplayer sólido e o suporte consistente mantêm o jogo atual e divertido. Além de um modo campanha e um modo puzzle que agrega muito para quem quer um modo extra, pra jogar offline ou entre uma partida e outra.

    Apesar da falta de localização em português e do preço elevado, continua sendo uma experiência indispensável para quem busca um bom jogo para jogar online!

  • Análise: Mario Party Superstars: Os melhores mini-games e tabuleiros em um lugar só

    Análise: Mario Party Superstars: Os melhores mini-games e tabuleiros em um lugar só

    A coletânea definitiva para festas e nostalgia no Switch

    Mario Party Superstars se destaca no universo dos jogos de festa, trazendo uma proposta que combina tanto com fãs de longa data quanto novatos. Este título é praticamente uma celebração da franquia Mario Party, reunindo o que de melhor os jogos clássicos tinham a oferecer e adaptando-os para a experiência moderna do Nintendo Switch.

    Se você busca uma análise aprofundada para entender o que esperar, para quem é este jogo e como ele se diferencia no cenário atual, este guia é para você.

    Desvendando Mario Party Superstars

    Para compreender completamente a essência de Mario Party Superstars, vamos explorar suas características e propostas, que o tornam uma opção certeira na biblioteca do Nintendo Switch.


    O que é Mario Party Superstars?

    Mario Party Superstars é, em sua essência, uma coletânea, um “best of” da aclamada série Mario Party. Ele resgata tabuleiros e minigames de títulos anteriores, principalmente dos jogos lançados até o Game Cube, incluindo o Nintendo 64, e os atualiza com gráficos e jogabilidade modernos. A proposta principal da série Mario Party é ser um jogo de tabuleiro, focado no modo multiplayer, idealmente para ser jogado “no sofá”, com amigos e familiares reunidos no mesmo ambiente. Contudo, as partidas online também são totalmente suportadas e funcionais.

    A dinâmica do jogo simula um jogo de tabuleiro, lembrando títulos como o “Banco Imobiliário”, mas com os personagens e o universo vibrante do Super Mario. Os jogadores se movem pelos tabuleiros em turnos, ditados por lançamentos de dados, e encontram casas especiais, como as de azar, sorte ou moedas. O ponto alto e a principal fonte de diversão da franquia são os minigames que ocorrem ao final de cada rodada, onde os jogadores competem para ganhar moedas.

    O objetivo final é acumular o maior número de estrelas, que podem ser compradas com moedas (reforçando a importância de vencer os minigames), roubadas de outros jogadores (um dos principais motivos de “brigas amigáveis”), ou até mesmo adquiridas aleatoriamente no tabuleiro ou através de conquistas inesperadas ao final da partida.

    Um marco importante para o público brasileiro é que Mario Party Superstars foi o primeiro jogo da Nintendo para o Nintendo Switch a ser 100% em português do Brasil, incluindo não apenas legendas, mas também dublagens em diversos momentos, com a narradora e os personagens interagindo e fazendo trocadilhos divertidos, proporcionando uma experiência imersiva e acessível

    O público alvo do jogo

    Mario Party Superstars foi concebido pensando em um público amplo e diverso. É especialmente indicado para quem sente nostalgia pelos primeiros jogos da série Mario Party ou para aqueles que consideram os tabuleiros e minigames antigos superiores. Sua natureza é de um jogo casual, que integra um elemento de sorte significativo. Isso o torna perfeito para momentos de diversão entre pessoas com diferentes níveis de experiência em videogames, permitindo que um jogador “viciado” e um “novato” desfrutem igualmente da partida.

    A existência de Mario Party Superstars também se justifica por sua diferença fundamental em relação ao seu antecessor no Switch, Super Mario Party. Enquanto Super Mario Party focava na novidade, com tabuleiros e minigames inéditos, e na utilização de funcionalidades dos Joy-Cons, Superstars representa a “tradição”, priorizando a coletânea dos clássicos. Ele oferece uma alternativa para aqueles que preferem jogar apenas com botões, sem a necessidade de movimentos ou controles específicos.

    Além disso, foi desenvolvido com uma robusta infraestrutura online, o que o torna superior ao Super Mario Party em termos de estabilidade e funcionalidade para jogar com amigos ou pessoas aleatórias pela internet.

    Como é a jogabilidade de Mario Party Superstars?

    A jogabilidade de Mario Party Superstars segue a fórmula clássica da série: rolar um dado, mover-se pelo tabuleiro, interagir com casas especiais e participar de minigames ao final de cada rodada. A grande diferença aqui reside na flexibilidade dos controles. Ao contrário do Super Mario Party, que exige o uso de Joy-Cons separados devido aos seus minigames baseados em sensor de movimento, Mario Party Superstars pode ser jogado com o Pro Controller do Nintendo Switch, Joy-Cons (separados ou no grip), ou qualquer outro controle que utilize apenas botões. Essa característica o torna uma excelente escolha para quem possui um Nintendo Switch Lite, já que não exige acessórios adicionais para uma experiência completa.

    Para além do modo de tabuleiro principal, o jogo oferece uma seção dedicada aos minigames, a “Montanha de Mini-Jogos”, que inclui sete modos diferentes para serem desfrutados, como o Jogo Livre (onde os jogadores competem livremente em minigames avulsos), Desafio por Moedas (focado na competição por moedas), um modo Sobrevivência para um jogador e um Desafio Diário online. Isso significa que, mesmo que você não esteja interessado nos tabuleiros, há conteúdo mais do que suficiente para se divertir apenas com os minigames.

    O jogo é amplamente focado no multiplayer, mas não se limita a ele. É possível jogar Mario Party Superstars sozinho, enfrentando três CPUs, garantindo que você possa aproveitar o jogo mesmo sem companhia. No entanto, a experiência multiplayer é o ponto forte, e o jogo oferece diversas opções para isso, tanto localmente quanto online, com modos robustos e uma conexão online mais estável em comparação com títulos anteriores.

    Onde Jogar e Quanto conteúdo oferece?

    Mario Party Superstars está disponível exclusivamente para os consoles Nintendo Switch e pode ser aproveitado no Switch 2 via retrocompatibilidade.

    Em termos de conteúdo, Mario Party Superstars é generoso. Ele oferece 5 tabuleiros variados, cada um com diferentes níveis de dificuldade e eventos inesperados, garantindo que haja algo para todos os gostos. Além dos tabuleiros, o jogo apresenta mais de 100 minigames. Essa vasta quantidade de minigames, combinada com os diversos modos de jogo da Montanha de Mini-Jogos, assegura uma grande variedade de desafios e muita diversão.


    O fator replay é garantido por um sistema de progressão. Ao jogar em qualquer modo, tanto offline quanto online, os jogadores sobem de nível e ganham moedas. Essas moedas podem ser usadas para desbloquear uma série de itens, como músicas remixadas ou clássicas, decorações para o seu cartão de perfil online, informações sobre personagens e diversos stickers divertidos. Essa mecânica adiciona um puco de “meta ou objetivo” para quem joga sozinho, incentivando a exploração de todo o conteúdo.


    Afinal de contas: É o jogo certo para você?


    Mario Party Superstars é, sem dúvidas, um dos melhores títulos da série para o Nintendo Switch, especialmente se o seu perfil de jogador se alinha com a proposta de diversão casual e nostalgia. Ele é a escolha ideal para quem busca um jogo de tabuleiro descontraído, com minigames variados e a possibilidade de jogar com botões, sem a complexidade dos controles de movimento. Sua robusta funcionalidade online e a perfeita localização em português do Brasil são grandes diferenciais que elevam a experiência.

    Por outro lado, se você é um jogador que prefere uma competição baseada puramente em habilidade, busca modos de jogo inovadores além do tradicional tabuleiro e minigames, ou não tem companhia para jogar, talvez o elemento sorte e a natureza de coletânea de Superstars possam não ser o que você procura.

    Mario Party Superstars é um investimento a longo prazo em diversão. É aquele jogo que você terá em sua biblioteca para as reuniões de família, noites de jogos com amigos, ou até mesmo para uma partida rápida contra a CPU. Sua proposta de trazer o melhor do passado para o presente, com aprimoramentos modernos, faz dele uma adição valiosa para qualquer proprietário de Nintendo Switch que valoriza a alegria dos party games clássicos.

    Onde comprar Mario Party Superstars em mídia física com desconto?

    Se você está procurando o melhor preço para garantir Mario Party Superstars em mídia física, a dica é ficar de olho nos nossos grupos do Nintendo Barato. Por lá, compartilhamos diariamente promoções de confiança em lojas como Amazon, Kabum, Mercado Livre e outras — e quem já estava nos grupos conseguiu aproveitar muitos descontos relâmpago nas promoções!

  • Nicktoons & The Dice of Destiny chega em Setembro!

    Nicktoons & The Dice of Destiny chega em Setembro!

    Bob Esponja, Katara, Timmy Turner e outros personagens da Nick se unem em um novo RPG cheio de ação e combates em tempo real

    Durante o Summer Game Fest de junho, Nicktoons & The Dice of Destiny foi anunciado como um novo RPG de ação que vai reunir alguns dos personagens mais queridos da Nickelodeon em uma aventura mágica e cooperativa.

    O anúncio inicial destacou Bob Esponja como protagonista, mas novos trailers revelaram que Sandy Bochechas, Leonardo (Tartarugas Ninja), Katara (Avatar) e até Timmy Turner (Os Padrinhos Mágicos) também estarão no elenco.

    A estratégia tem sido apresentar os heróis aos poucos, sempre com foco no estilo único de cada um.

    O jogo combina elementos de RPG de mesa com combate em tempo real, permitindo até quatro jogadores em modo cooperativo. A história se passa em um mundo onde dados mágicos controlam o destino, e cabe aos personagens da Nick enfrentarem vilões clássicos, explorarem masmorras e tentam mudar o rumo dos acontecimentos com suas habilidades especiais.

    Capa do Jogo

    Nicktoons & The Dice of Destiny será lançado no dia 30 de setembro de 2025, com versões confirmadas para Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.