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  • Análise: Yakuza 0 Director’s Cut no Switch 2 vale a pena? – Confira

    Análise: Yakuza 0 Director’s Cut no Switch 2 vale a pena? – Confira

    O game de pancadaria da Sega chega ao Nintendo Switch 2 com um modo online e melhorias.

    Yakuza Zero é o início da história do famoso jogo de pancadaria da Sega que tem conquistado mais público a cada novo jogo. E a Sega decidiu relançar esse jogo exclusivamente para o Nintendo Switch 2 e trazendo melhorias! Vamos falar um pouco sobre o que essa nova versão traz de experiência e claro, você pode conferir tudo pelo vídeo acima e também neste artigo. Bora lá?

    Yakuza 0

    Para quem não sabe, os jogos da série Yakuza são no estilo “Beat ‘em Up 3D“, ou seja, pancadaria para todo lado como em Street of Rage, mas em 3D e com um modo história mais elaborado. Então o foco aqui é lutar contra hordas de inimigos e chefes bem desafiadores enquanto você aprende os combos, e tenta não deixar a sua saúde chegar a zero, já que ela não se regenera de uma luta para outra.

    Aqui as lutas podem ser dividas em três partes: lutas de rua, horda de inimigos e chefes. As lutas de rua, são as mais comuns e as que você encontra andando por aí. Dica: use essas batalhas para treinar bastante os combos que vão te ajudar nas lutas contra as hordas maiores de inimigos.

    No geral, a dificuldade do game fica no ponto certo: nem fácil demais, nem difícil demais, propondo desafios interessantes e fazendo o jogador querer continuar. E claro, temos os chefões aqui.

    Os chefes de Yakuza 0 são os que vão te exigir mais percepção na hora da luta, porque você vai precisar analisar qual vai ser o melhor momento para executar um ataque, ou quando é o momento perfeito para contra atacar. E lembrando: use os combos!

    O jogo também apresenta diferentes estilos de combate como o “Brawler” para lidar com as hordas e o “Rush” para desviar e contra atacar rapidamente, então é interessante dominar ambos para dominar a situação.

    Tecnicamente falando, apesar de ser um jogo de dez anos atrás, Yakuza 0 recebeu uma melhora visual aqui nessa versão, sendo mais bonita que a versão de PS4 e PS5 já que roda via retrocompatibilidade. O jogo roda a 60fps estáveis e em uma resolução de até 4k em televisões compatíveis.

    Podemos dizer então que estamos diante da melhor versão de Yakuza 0 nos consoles, e nem falamos da novidade principal para o Switch 2: um modo online.

    Modo online

    A grande novidade desta versão de Yakuza 0 Director’s Cut é o modo online chamado Red Light Raid, que por enquanto é exclusivo de Nintendo Switch 2! Trata-se de um modo horda com seis fases, e cada uma contendo várias sub-fases, em que o objetivo é sobreviver e não deixar o tempo acabar. Esse modo te permite jogar com até 60 personagens que podem ser evoluídos e comprados, aumentando o fator replay.

    No entanto, encontrar outros jogadores pode ser um desafio, já que o jogo não oferece um lobby ou tempo suficiente para buscar partidas, resultando muitas vezes em batalhas em um grupo de NPCs. E os bots, por sua vez, têm algumas limitações, como não utilizarem a poção de vida e nem darem o tempo para o jogador pegá-las entre as hordas, e isso pode acabar deixando o modo difícil e frustrante, já que os bots não sobrevivem por muito tempo.

    Mas apesar disso, é um modo divertido e com muito potencial caso algumas melhorias sejam implementadas. Além disso, o jogo oferece um total de 26 minutos adicionais de cutscenes e a opção de dublagem em inglês.

    Modo portátil

    E para quem estava se perguntando, Yakuza 0 é um deleite no portátil com os seus 1080p e 60fps. Como o jogo é antigo, jogar em uma TV 4k acaba não fazendo tanta diferença assim, então no modo portátil é praticamente a mesma coisa, e claro, com o bônus de você poder jogar em qualquer lugar! Confira abaixo:

    Conclusão

    Com seu combate frenético, história com momentos sérios e muito humor, Yakuza 0 Director’s Cut se estabelece como um título imperdível para os fãs de jogos japoneses no estilo “Beat ‘em Up“. E essa transição para o Switch 2 revitalizou esse clássico jogo da série, deixando-o mais acessível para os jogadores de Nintendo que jogaram o Yakuza 1 no primeiro Nintendo Switch, ainda mais agora com um novo modo online. Com certeza esta é a versão definitiva para jogar em consoles atualmente.

    Yakuza 0 Director’s Cut está disponível por R$ 250,00 na eShop, lembrando que a Nuuvem oferece cashback na hora da compra, tornando bem mais vantajoso adquirir por lá!

    E você já jogou Yakuza 0 ou pretende jogar no Switch 2? Comente aqui embaixo!

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  • Estamos jogando: Patapon 1+2 Replay no Nintendo Switch

    Estamos jogando: Patapon 1+2 Replay no Nintendo Switch

    Clássico rítmico e estratégico retorna com charme

    A coletânea Patapon 1+2 Replay chegou ao Nintendo Switch trazendo de volta dois dos títulos mais criativos do catálogo do PSP. Combinando estratégia em tempo real com ritmo musical, o jogo reaparece em nova casa com visuais renovados, mas sem atualizar todos os aspectos esperados para um relançamento em 2025.

    A equipe do Coelho no Japão já está aproveitando a chegada de Patapon 1+2 Replay no Nintendo Switch para revisitar essa pérola do PSP e nesse artigo vamos falar um pouco mais sobre o game. Você também pode assistir no vídeo a seguir:

    Um jogo único no catálogo da Nintendo

    Patapon nasceu em 2007 como um exclusivo de PlayStation Portable e logo conquistou fãs por seu estilo único: uma mistura de RTS (estratégia em tempo real) com jogo de ritmo. Agora, com o lançamento de Patapon 1+2 Replay, os dois primeiros jogos da série chegam ao Switch com visual retrabalhado — finalmente acessível ao público Nintendo.

    O título funciona com uma proposta inusitada: em vez de controlar personagens diretamente, o jogador emite comandos em forma de batidas de tambor. Ao apertar sequências de botões no ritmo certo — como Y, Y, A, Y — os patapons avançam, atacam ou se defendem, cantando e dançando conforme suas ordens. É um sistema que exige concentração e timing, mas que recompensa com carisma e estratégia bem dosadas.

    Leve na forma, profundo na essência

    Apesar do visual colorido e dos personagens fofinhos, o jogo tem bastante profundidade. À medida que o jogador avança, novos comandos são desbloqueados, mais unidades são adicionadas ao exército, e equipamentos variados podem ser obtidos ao revisitar missões. O loop de gameplay gira em torno de testar estratégias, montar um grupo eficiente e executar tudo no ritmo certo. Acertar a sequência várias vezes ativa combos, aumentando a eficácia das ações e a imersão no universo tribal dos patapons.

    A dificuldade está mais no ritmo do que no combate em si. O desafio é manter o tempo certo, interpretar a situação corretamente e adaptar sua sequência de comandos conforme a batalha se desenrola. A mistura de ritmo com planejamento estratégico é única e funciona muito bem até hoje.

    Remaster com brilho e algumas falhas

    Visualmente, a coletânea é competente. Os gráficos foram atualizados com boa definição e preservam o estilo artístico original. A trilha sonora continua excelente, com músicas contagiantes que se entrelaçam perfeitamente com a mecânica rítmica.

    No entanto, alguns pontos decepcionam. As cutscenes não foram atualizadas e os efeitos sonoros ainda parecem comprimidos, com qualidade datada herdada do PSP. A sensação é de que houve um polimento visual, mas o áudio — parte essencial do jogo — não recebeu o mesmo cuidado.

    Outro ponto a considerar é o multiplayer local de Patapon 2, que exige dois consoles e duas cópias do jogo. Sem opção de online ou tela dividida, o modo acaba sendo inacessível para a maioria.

    Vale a pena comprar PATAPON 1+2 REPLAY ?

    Patapon 1+2 Replay continua sendo uma experiência divertida, diferente de tudo que há no catálogo do Switch. Mas por R$170 no lançamento, fica a sensação de que o pacote poderia ter sido mais completo. Ainda assim, vale a pena para fãs da série ou para quem busca algo fora do comum no gênero de estratégia.

    A pergunta que fica é: será que veremos Patapon 3 com um tratamento à altura?

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Estamos jogando: Killer Inn – O novo jogo de investigação da Square Enix

    Estamos jogando: Killer Inn – O novo jogo de investigação da Square Enix

    Killer Inn é um jogo de investigação e mistério com muitos momentos de tensão

    Nós recebemos um convite da Square Enix para o teste beta fechado de seu novo lançamento, Killer Inn. Um jogo que promete uma experiência inusitada ao combinar elementos de jogos sociais como Among Us com tiroteios, pistas e upgrades de armamento em um ambiente misterioso: um hotel.

    Ainda sem data de lançamento confirmada, o game surpreende pela proposta criativa, mas também apresenta pontos que precisam ser melhor polidos antes de chegar ao público final.

    Quer saber um pouco mais sobre nossa experiência com o game? Continue a leitura desta análise e visite a página do game na steam para mais informações técnicas.

    Um hotel cheio de segredos… e tiroteios

    Killer Inn coloca o jogador em um ambiente aparentemente comum — um hotel e seus arredores — mas que rapidamente se revela palco para uma batalha de desconfiança e sobrevivência. Ao início da partida, é possível escolher entre diferentes personagens, cada um com aparência própria e atributos. No entanto, durante os testes, percebemos que essas características não influenciam o gameplay de forma prática, já que todos usam as mesmas armas e mecânicas básicas.

    O jogo funciona por rodadas, com dois papéis principais: ovelhas (os inocentes) e lobos (os impostores). As ovelhas devem encontrar chaves e ativar alavancas espalhadas pelo mapa para cumprir missões, enquanto os lobos têm como objetivo sabotar esses esforços, desativar alavancas e eliminar oponentes sem serem descobertos. O jogo se destaca por adicionar camadas à dedução social, oferecendo elementos como combate armado, pistas físicas e punições severas para acusações erradas.

    Estratégia, pistas e consequências

    A principal inovação de Killer Inn está na forma como lida com as pistas. Quando um lobo elimina uma ovelha, o corpo da vítima deixa rastros — como a cor do cabelo ou da roupa — que podem ser coletados pelas ovelhas restantes para tentar descobrir a identidade do assassino. Essa mecânica nos lembrou vagamente o estilo investigativo de jogos como Project Winter ou Unfortunate Spacemen, mas aqui o tempo é precioso e os riscos são altos.

    Se uma ovelha acusar e matar outra ovelha por engano, é eliminada da partida. Isso adiciona um peso extra à dedução: não basta apenas desconfiar — é preciso observar, juntar pistas, confirmar hipóteses. Em nossos testes, essa mecânica gerou tensão e até momentos de frustração, mas também recompensas quando a dedução era certeira. Essa combinação de combate e investigação coloca o jogo em uma posição única entre os multiplayer sociais.

    Armas, upgrades e o gerente do hotel

    Ao contrário de jogos de dedução clássicos, aqui há armas — e elas importam. É possível encontrar munição, granadas, armaduras e até poções pelo cenário, o que dá um toque de battle royale light ao ambiente. Há tiroteios frequentes entre ovelhas e lobos, e até entre ovelhas entre si, o que pode gerar confusões hilárias ou desastrosas.

    Outro destaque é a possibilidade de upar armas e armaduras. Isso é feito falando com NPCs dentro do hotel, como o gerente, o que adiciona mais uma camada estratégica: você pode tentar melhorar seu equipamento durante a partida, correndo o risco de ser pego fora de posição, ou focar apenas nas missões principais. A ambientação no hotel, somada aos upgrades, reforça o clima de paranoia e constante movimento.

    O que achamos até agora:

    Durante nossos testes, o jogo mostrou potencial, mas também algumas dificuldades. A curva de aprendizado não é tão clara quanto deveria: nos sentimos perdidos por um bom tempo até entender as dinâmicas básicas. Itens e armas podem ser encontrados pelo mapa ou adquiridos, mas essa lógica ainda precisa de refinamento — principalmente com relação à acessibilidade e clareza.

    Problemas técnicos também marcaram a experiência. Tivemos dificuldade com o áudio logo no início, o que exigiu reinício da partida. Além disso, não conseguimos explorar todo o sistema de armas por falta de explicação no jogo e pouco tempo disponível para testes.

    Apesar disso, a impressão geral foi positiva. Killer Inn é um jogo com personalidade, boas ideias e um clima perfeito para quem gosta de dedução e tensão em grupo. Acreditamos que o título será muito melhor aproveitado em lobbys privados com amigos, onde o caos se transforma em diversão garantida. Ainda não há uma data de lançamento ou informações sobre o preço, mas um beta está nos planos — e estamos curiosos para ver o que vem por aí.

    Vale a pena ficar de olho?

    Killer Inn pode não reinventar o gênero da dedução social, mas sem dúvida adiciona armas pesadas à equação — literalmente. O resultado é um jogo divertido, caótico e promissor, principalmente para quem busca novas formas de jogar com amigos. Ainda há arestas a serem polidas, mas com uma boa comunicação da equipe e ajustes técnicos, o jogo pode sim encontrar seu espaço no mercado. Em um cenário dominado por jogos de ação, Killer Inn tenta oferecer uma mistura ideal com as mecânicas de dedução — e isso por si só já é merece seu tempo.

    Na Steam, Killer Inn já conta com uma página oficial que pode ser adicionada à sua lista de desejos. Embora o jogo ainda não tenha uma data de lançamento confirmada, os desenvolvedores prometem novidades em breve — incluindo testes beta abertos ao público.

    Se você curte experiências multiplayer com dedução, ação e muito caos, vale ficar de olho por lá para não perder futuras atualizações.

    Por enquanto, Killer Inn está disponível apenas na Steam, com versões confirmadas para PC. Mas será que o jogo pode chegar a outras plataformas no futuro? Fica aí a dúvida! Vamos ficar de olho nos próximos anúncios dos desenvolvedores e, se rolar uma versão para Nintendo Switch, você vai saber por aqui — pode contar com a gente!

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  • Análise: O Nintendo Switch 2 surpreende no bom e no mau sentido – Entenda

    Análise: O Nintendo Switch 2 surpreende no bom e no mau sentido – Entenda

    Uma análise profunda sobre o novo console da Nintendo e suas funcionalidades

    O Nintendo Switch 2 já lançou faz mais de um mês, e podemos dizer com certeza que ele veio para surpreender, com coisas muito boas e ruins também, mas nem tudo sobre isso é dito por aí ou nem todas as surpresas eram esperadas para esse novo console.

    Por isso, vamos listar aqui 10 coisas surpreendentes sobre o Switch 2, sendo 5 boas e 5 ruins, que podem até ser novidade tanto para quem já tem o console e para quem não tem. E como sempre, você pode acompanhar tudo pelo vídeo acima e também por este artigo! Bora lá?

    1º Bom: Switch Pro embutido

    A primeira surpresa é muito clara: o Nintendo Switch 2 não é só apenas uma sequência com novos jogos no catálogo como Cyberpunk 2077 ou mesmo o novo Mario Kart World. O console aprimora também a sua experiência com jogos de Switch 1, mesmo que eles não tenham uma versão para Switch 2.

    Os loadings estão mais rápidos, e a taxa de quadros (FPS) melhora demais em comparação com o antigo console. Fora que a nova tela é muito maior para jogar no modo portátil, sendo muito mais confortável de jogar sozinho ou com amigos. É como se o tão falado Nintendo Switch Pro finalmente estivesse entre nós!

    E falando em Pro, temos o novo Pro Controller que elevou o patamar do seu antecessor e agregou ainda mais conforto e qualidade para a gameplay, sem falar nos novos botões programáveis GL/GR que são uma mão na roda! Fora que a pegada desse novo controle é muito mais confortável, perfeito para jogos de luta.

    O Nintendo Switch 2 também se tornou o melhor lugar para jogar jogos de Switch 1. Isso porque com o novo recurso de GameChat, os games se tornaram ainda mais interativos, e também se você estiver jogando algum jogo de Switch 1, a bateria vai durar igualmente ou até mais do que o antigo console.

    1º Ruim: Decisões ruins no sistema permanecem

    Apesar das melhorias de hardware, o sistema do Nintendo Switch 2 e a eShop decepcionam por não trazer funcionalidades que pareciam óbvias de acrescentar, como os tão pedidos temas para o menu inicial, aqui continuamos apenas com os temas: claro e escuro.

    E claro, a eShop do Switch 2 está mais fluida e melhor de navegar, mas ainda temos muitas áreas onde não separam jogos de Nintendo Switch 1 e 2. Isso pode acabar causando confusão em usuários novos, fazendo-os pensar que os jogos mostrados são todos de Nintendo Switch 2, quando na verdade tem muito jogo de Switch 1 misturado.

    Outro problema que persiste, é a falta de filtro para categorizar o que é jogo e o que é DLC. Se vocês acompanharam o vídeo e a matéria sobre jogos grátis para o Nintendo Switch 2, devem ter percebido que tem muito conteúdo adicional misturado no filtro de softwares gratuitos, causando uma poluição visual enorme.

    Além disso, o processo de redownload mudou com o novo update para Switch 1 e 2. Isso porque agora eles são feitos na parte de cartões de jogos virtuais, aquele ícone de cartucho que agora tem no menu inicial. Então para baixar um jogo novamente, temos que navegar nessa parte, e apesar de terem muitos filtros para achar um jogo mais facilmente, não temos a opção simples de buscar pelo nome do game, meio complicado, né?

    2º Bom: Modo mouse é mais prático do que parecia

    Quando apresentaram o novo modo mouse do Nintendo Switch 2, todo mundo ficou com aquela dúvida de: “será que funciona mesmo?”. E foi uma boa surpresa perceber que esse modo é mais prático e legal de usar do que parecia. Em vários jogos como Hogwarts Legacy e o futuro Metroid Prime 4: Beyond, fazer a troca para esse modo é instantânea, ou seja, não precisa apertar botão nenhum, tornando a experiência muito mais prática.

    Inclusive, se você estiver jogando um jogo tipo Cyberpunk 2077, você pode jogar com o modo normal nas cenas de exploração e de carro, e ativar o modo mouse nas partes de tiroteio. Uma curiosidade interessante é que você pode conectar um teclado e um mouse ao seu console e jogar como se fosse um PC mesmo! Sabiam dessa?

    Além disso, o modo mouse funciona em qualquer superfície! Você pode colocar o Joy-Con na sua coxa se quiser, e ainda vai dar para jogar tranquilamente. Então vale muito a pena explorar esse complemento em alguns jogos de Switch 2.

    2º Ruim: Tamanho e peso no portátil

    O peso e o tamanho do Nintendo Switch 2 podem ser uma questão para quem tem mãos pequenas, principalmente no modo portátil. Ou seja, os papéis se inverteram! Quem tem a mão grande deve ter ficado muito feliz com esse upgrade, mas para os jogadores de mãos pequenas, o Switch 1 tinha o tamanho ideal para um console portátil. Então, algumas pessoas podem achar estranho na hora de se adaptar com o tamanho e peso depois de um tempo de jogatina.

    3º Bom: Modo tabletop melhorou muito

    Consequentemente esse novo peso do Switch 2 é uma das coisas que melhoraram a experiência do modo tabletop, aquele que você joga com o console em cima de alguma superfície. O novo stand permite ainda mais ângulos e a tela maior reduz o problema de quem achava que esse modo era difícil para ler as coisas na tela. Além disso, o fato de termos agora uma entrada USB-C na parte de cima permite que esse modo seja ainda mais conveniente.

    Você inclusive pode colocar uma câmera como a da HORI que tem a forma da Piranha Plant e usar o GameChat tranquilamente com o Switch 2 em cima de uma mesa ou qualquer superfície. E claro aproveitar ao máximo o recurso de mouse com os Joy-Cons 2 destacados!

    3º Ruim: Carregamento demorado enquanto joga

    Uma surpresa desagradável é que o carregamento é demorado enquanto você joga, mas claro que é o preço por rodar jogos mais pesados e ter novas funcionalidades. Já tem sido comentado que a bateria do Nintendo Switch 2 não dura muito mais que duas horas e meia rodando jogos mais pesados, apesar de ser uma duração maior que outros portáteis do mercado. Em jogos mais leves, a bateria pode durar entre 5 ou 6 horas.

    E sobre recarregar enquanto joga, realmente é um processo demorado. Então se você é daqueles que joga no modo portátil e coloca o console na dock para dar uma recarga e depois usar de novo no portátil, saiba que isso não é muito prático, principalmente se você tem ativada aquela opção de não deixar o console carregar até 100% de bateria. O console vai demorar umas 3 horas para recarregar completamente.

    4º Bom: Switch 1 é um bom complemento pro 2

    Uma surpresa positiva é que ter um Nintendo Switch 1 traz uma série de vantagens para você que já tem um Switch 2. Uma delas é poder ter um carregador adicional, então se você quer dar uma jogadinha antes de dormir, pode colocar o carregador do Switch 1 na tomada e conectar no Switch 2 normalmente. Além disso, os Joy-Cons e Pro Controller do antigo console também vão funcionar com o Switch 2, tornando possível jogar com 4 pessoas sem precisar comprar novos controles.

    Outra vantagem é que o Switch 1 funciona com o GameShare do Switch 2! Sendo assim, você pode jogar multiplayer local com os seus amigos mesmo que você não tenha os jogos ou até mesmo que eles não estejam disponíveis nativamente no Switch 1, como o próprio Donkey Kong Bananza! Mas lembrando que tem que ser localmente, online é apenas de Switch 2 para Switch 2.

    Uma vantagem interessante para quem mora junto é que você usar o novo sistema de cartões de jogos virtuais para passar jogos de um console para o outro, assim qualquer usuário pode usar um jogo sendo conta primária ou secundária. Isso também é útil para gerenciar melhor o armazenamento do seu novo console, colocando alguns jogos no Switch 1 para economizar espaço no Switch 2.

    4º Ruim: Só pode estar online em um Switch

    Uma desvantagem aqui, é que você não pode jogar online um jogo ao mesmo tempo no Switch 1 e 2, mesmo com usuários diferentes. E isso era possível antigamente, então podíamos comprar um jogo, baixá-lo em outro Nintendo Switch e jogar juntos online, mas em contas diferentes. Isso acabou agora com a nova atualização!

    5º Bom: 40 fps é quase 60 fps

    A notícia de que jogos como Cyberpunk 2077 rodariam no Nintendo Switch 2 a 40fps ao invés de 60, gerou uma preocupação. Mas no final, a tela portátil do novo console com 120hz junto a nova tecnologia de Variable Refresh Rate (VRR) transformam a experiência em uma sensação de estar jogando a 60fps, e isso é ótimo! Mas ressaltando que funciona apenas na tela portátil, e que a Nintendo ainda não implementou isso no modo TV.

    5º Ruim: O Switch 2 exige tecnologia para ser aproveitado

    O Nintendo Switch 2 é um console moderno, e acaba exigindo equipamentos modernos para ser aproveitado ao máximo. Por exemplo, se a sua televisão é das antigas, você não vai conseguir disfrutar do modo HDR que deixa os visuais melhores e mais vibrantes, ou então jogar em uma maior taxa de quadros como 120fps que é possível graças ao cabo HDMI 2.1, sendo necessário ter uma TV compatível.

    O jogo Nintendo Switch 2: Welcome Tour exige que você tenha uma TV ou monitor 4k para zerar dois minigames, por exemplo. Em suma, isso pode acabar gerando um custo adicional se você não tem esses equipamentos e deseja aproveitar todas as novas funcionalidades do console.

    E essas foram as 10 surpresas sobre o novo Nintendo Switch 2! Não sabiam de algumas dessas? Tem algo a acrescentar? Comentem bastante aqui nos comentários!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

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  • Estamos jogando: Everdeep Aurora no Nintendo Switch

    Estamos jogando: Everdeep Aurora no Nintendo Switch

    Com visual de Game Boy e alma de jogo moderno, essa descida vale a pena

    Entre tantas surpresas no catálogo recente do Nintendo Switch, Everdeep Aurora chamou a atenção por um motivo bem específico: ele parece um jogo de Game Boy, mas é muito mais esperto e profundo do que a estética sugere. Recebemos perguntas sobre ele nos comentários e, depois de mergulharmos fundo nesse metroidvania, a conclusão foi unânime aqui na equipe: esse é o tipo de jogo pequeno que merece um lugar grande na sua biblioteca.

    O que esperar de Everdeep Aurora ?

    A proposta do game é relativamente simples, mas engenhosa: você controla uma personagem que utiliza uma furadeira para explorar o subterrâneo, escavando seu próprio caminho para baixo enquanto encontra salas escondidas, NPCs peculiares e muitos pequenos segredos. Aqui o foco da exploração está mais para uma descida constante, e cabe ao jogador escolher por onde abrir caminho. Já para os lados, seus mapas são bem contidos…

    Apesar disso, o level design é bem pensado, com portas que levam a áreas isoladas cheias de desafios, o que traz uma variação muito bem-vinda ao ritmo da aventura. A movimentação é simples e precisa, com pulos ajustados, controle direto e uma mecânica de escavação que responde bem. Há também momentos de plataforma que exigem atenção, mas nada que frustre.

    E se a jogabilidade é o coração, a ambientação é a alma de Everdeep Aurora. A vibe retrô vai além do visual pixelado monocromático (com uma paleta que lembra muito a do Game Boy original): os personagens são cativantes, os diálogos têm personalidade e a lore do mundo subterrâneo é misteriosa o suficiente para instigar a curiosidade, sem se tornar expositiva demais.

    Uma grata surpresa foi encontrar o jogo totalmente localizado em português — e com uma boa tradução, hein. Isso faz toda a diferença em um título que aposta bastante em narrativa para criar conexão com o jogador. Outro ponto positivo é que o jogo roda muito bem no Switch 1 e no Switch 2, especialmente no modo portátil, onde o visual retrô realmente brilha.

    O ritmo do jogo é calmo, o que pode não agradar quem busca combate frenético ou ação constante, mas é justamente esse tom contemplativo que torna Everdeep Aurora especial. Ele convida o jogador a escavar com calma, conversar com os habitantes do subsolo e descobrir aos poucos como tudo se conecta. Para quem curtiu jogos como SteamWorld Dig, essa é uma alternativa mais minimalista, porém igualmente encantadora.

    Vale a pena jogar Everdeep Aurora?

    Everdeep Aurora é um jogo pequeno, mas com uma proposta bem executada. A exploração vertical, o charme retrô e a história sutil fazem dele uma ótima pedida para quem curte metroidvanias diferentes do usual. A gente se divertiu bastante e recomendamos de olhos fechados — principalmente para jogar de boas no modo portátil.

    Compre Everdeep Aurora com um gift card Nintendo na Nuuvem — que não é só nossa parceira, mas também o braço digital oficial da Nintendo no Brasil. Na Nuuvem, você tem vantagens como parcelamento no cartão de crédito, cashback acumulativo para usar nas próximas compras e a praticidade de poder presentear alguém com um voucher digital.

    Uma forma prática e vantajosa de manter sua biblioteca sempre atualizada!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Super Mario Maker 2 – Ainda vale a pena?

    Análise: Super Mario Maker 2 – Ainda vale a pena?

    Um jogo que mistura nostalgia com as infinitas possibilidades de criações de fases do Mario

    Super Mario Maker 2 é um jogo que te dá inúmeras possibilidades de criar, jogar e se divertir com fases de outros jogadores online no mundo inteiro. Ele é o sucessor do Super Mario Maker original lançado para Nintendo Wii U.

    Nessa análise, vamos explorar a fundo tudo o que o game oferece e se ele continua valendo a pena. E claro, você pode conferir tudo no vídeo acima e também neste artigo. Vamos lá?

    Super Mario Maker 2

    Super Mario Maker 2 é um jogo que mistura o familiar e a inovação. Isso porque ele te permite revisitar os estilos clássicos dos jogos antigos do Mario como Super Mario World, Super Mario Bros 3 e o Super Mario Bros original totalmente em full HD e com fases repaginadas e repleta de elementos novos.

    Essa imersão nesse mundo criativo começa logo na tela de título do jogo, em que você pode controlar o Mario em uma fase aleatória e mexer no cenário da forma que quiser para já ir se habituando com os elementos que você vai encontrar para criar as suas próprias fases.

    E para os jogadores que sentirem dificuldade, tem todo um curso de como criar no Super Mario Maker 2 que é uma verdadeira aula de game design, e vai desde os princípios básicos, até o avançado. Isso já faz essa sequência diferente do primeiro Mario Maker que não te dava essas dicas, apenas ensinava os controles.

    E claro, o ponto negativo aqui é que o jogo não está localizado em português do Brasil, o que acaba se tornando um empecilho para quem quiser consultar essas lições. Recomendamos que coloque o idioma do jogo em espanhol para conseguir entender essas aulas, porque elas são muito interessantes para quem quiser aprender a jogar.

    Modo história

    Dessa vez temos um modo história em Super Mario Maker 2, com missões super divertidas e criativas e que instigam o jogador a querer pegar todas as moedas das fases. Isso acontece porque nessa história, o Undodog (o cachorro que desfaz a fase inteira) destruiu o castelo da Peach, e o Mario tem que pagar pelo prejuízo coletando muitas moedas para ajudar na reconstrução.

    E nessa jornada para coletar muitas moedas, é claro que entram as vidas. Se você falhar e perder todas as suas vidas, as moedas serão perdidas e você será jogado de volta para o início. Mas calma! Para aqueles que não estão buscando muitos desafios, é possível completar a fase de maneira mais fácil entrado no modo de edição e adicionar algum elemento como um cogumelo ou até uma estrela!

    Sendo assim, cada jogador ajusta a dificuldade das fases da maneira que preferir.

    Apesar de não termos fases temáticas dos personagens como no primeiro Mario Maker, temos aqui um modo história mais sólido, que te dá uma direção na hora de jogar, diferente do primeiro jogo que te lançava naquele mundo cheio de opções. Então aqui foi um ponto positivo ter um objetivo claro e tudo na ordem certa para jogar.

    Course World

    Assim como no primeiro Mario Maker, o Course World é o lugar onde você vai jogar, curtir e fazer download de fases de outros jogadores. Também é onde está o ranking dos criadores, o modo cooperativo online e o Endless Challenge, que é um modo em que você vai jogando infinitas fases sem parar até perder todas as suas vidas.

    Definitivamente, o Course World é o lugar onde você vai passar a maior parte do tempo, porque são infinitas fases para jogar e a diversão aqui é garantida. Toda fase online tem um ID e agora é fácil pesquisar as fases dos seus amigos indo naquela lupa acima do Mii.

    É importante ressaltar que para baixar fases de outros jogadores, é necessário uma assinatura do Nintendo Switch Online, então antes de você acessar o Course World, será necessário criar um Mii para deixar como o seu perfil online.

    A parte legal é que quanto mais você joga, mais opções de customização são desbloqueadas como calças, camisetas, chapéus e até dá para mudar a pose e personalidade do seu Mii como mostrado na imagem abaixo.

    E pronto! Criando o seu Mii, você já está pronto para desfrutar de tudo o que o Course World tem a oferecer. Você ainda vai poder fazer o download de fases e salvar para jogar ou rejogar depois. Mas é importante notar que não é possível editar as fases dos outros jogadores, apenas aquelas da tela de início e a suas próprias.

    Essa medida veio provavelmente para evitar fases com mapas repetidos nos servidores e também para acabar com o plagio de muitos jogadores que copiavam fases de outros e publicavam como sendo autorais.

    Modo multiplayer

    A adição do modo multiplayer em Super Mario Maker 2 foi uma boa surpresa, mas também veio com problemáticas. Por exemplo, para jogar com um amigo na mesma tela, era necessário baixar as fases e salva-las no Coursebot. Depois, ir de novo no Course World e repetir o processo várias vezes.

    Isso felizmente foi resolvido e agora os jogadores podem jogar o multiplayer de forma mais direta e sem tantas inconveniências. E ainda é possível se reunir com seus amigos online e jogar diversas fases juntos, o que foi uma ótima adição.

    Modo leaderboards

    O modo leaderboards permite que você encontre os criadores mais populares no momento e de todos os tempos. Então é uma ótima maneira de encontrar as melhores fases já criadas no Super Mario Maker 2 e ainda se inspirar para construir as suas. Infelizmente não é possível encontrar um criador pelo nome na aba de busca, apenas por código da fase ou filtrando por região.

    Course Maker

    Aqui é onde vai soltar a sua imaginação! O Course Maker é o lugar onde você vai construir as suas próprias fases e testá-las também, afinal, uma fase só pode ser publicada online se ela é totalmente possível de passar. Então pense com calma! A interface do Course Maker é muito intuitiva e bem melhor do que a do primeiro Mario Maker no Wii U.

    A navegação entre categorias é bem simples e as opções para modificar esses objetos são bem visíveis, eliminando a necessidade e também um pouco da surpresa de descobrir sozinho algumas funções, mas que por outro lado, deixa a criação de fases muito mais conveniente.

    Mas não se engane, pois ainda temos muitas surpresas! Como por exemplo quando escolhemos o sol e o transformamos na lua, que então fica disponível no menu para fácil acesso e desbloqueia o modo noturno de cada tela.

    E não é apenas uma mudança do dia para a noite! Os cenários e os power-ups também se comportam de maneira bem esquisita, como por exemplo quando você está em uma fase subterrânea à noite, e então a gravidade fica invertida, ou quando você está em uma fase aquática e tudo fica escuro com apenas uma luzinha acompanhando o Mario, ou nos fortes ventos do deserto à noite que te empurram para frente… São muitas surpresas para descobrir, então explore ao máximo.

    O modo criativo possui mais de 40 recursos completamente novos, como rampas, paraquedas, o modo totalmente novo de Super Mario 3D World, carrinhos e o Yoshi vermelho que solta fogo. Enfim, são muitas novidades e isso abre um grande leque de possibilidades na hora de criar, já tornando Super Mario Maker 2 bem superior ao primeiro nesse quesito.

    E o melhor, quase tudo já está disponível desde o primeiro momento. Então se você é um criador veterano, não precisa se preocupar em desbloquear itens para começar a criar fases complexas! E ainda pode aproveitar a hibridez do Nintendo Switch usando a tela de toque ou criando o seu nível com o controle mesmo. Você decide a melhor maneira de criar as suas fases!

    Coursebot

    O Coursebot é onde as fases baixadas ficam armazenadas, e embora funcione offline e não conte para recordes mundiais, o que faltou nesse modo foi uma forma melhor de organizar as fases. Sem isso, fica uma lista gigante de fases impossíveis de serem filtradas por tag ou por tema.

    Super Mario Maker 2 ainda vale a pena?

    Definitivamente, Super Mario Maker 2 pega tudo o que já tinha de melhor no primeiro jogo e eleva a outro nível nessa sequência para o Nintendo Switch. Com uma interface aprimorada, mais customização, mais inimigos e um modo história super criativo e divertido, o jogador vai se perder por horas e horas nesse jogo.

    E olha que ainda temos outras opções de criação que vieram na última grande atualização de 2020 como o World Maker, um modo para você criar o seu próprio mundo de fases completamente customizadas, ligando até 8 mundo e um total de 40 fases! É muito conteúdo para aproveitar, e ainda é possível jogar no mundo de outros jogadores!

    Então, a resposta é sim! Super Mario Maker 2 vale cada centavo, principalmente se você é um grande fã de Mario e ainda ama criar com infinitas possiblidades. Esse é um jogo que deixa a sua marca e rende muitas horas de diversão, então vale a pena conhecer e explorar o que Super Mario Maker 2 tem a oferecer.

    E você? Gosta de Super Mario Maker 2? Deixe sua opinião nos comentários!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Super Mario 3D World + Bowser’s Fury – Ainda vale a pena comprar?

    Análise: Super Mario 3D World + Bowser’s Fury – Ainda vale a pena comprar?

    O jogo do Wii U que brilhou no Switch com aprimoramentos e um novo modo de jogo

    Como sabemos, o Nintendo Switch 1 foi o sucessor do Wii U, um console que apesar de possuir grandes jogos, não ganhou o coração de boa parte do público. E acabou que o Switch 1, se tornou o lar das principais joias do Wii U, e Super Mario 3D World é uma delas.

    Mas a Nintendo não só trouxe de volta esse jogo, como também adicionou um modo super divertido e bem parecido com os últimos jogos do Mario em 3D de áreas abertas: o Bowser’s Fury. Mas será que ainda vale a pena investir no game mesmo agora? Você pode conferir tudo no vídeo acima e também nesse artigo! Vamos lá?

    O jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Super Mario 3D World é essencialmente uma sequência de Super Mario 3D Land, lançado no Nintendo 3DS. O 3D no título significava o primeiro jogo em 3D lançado em um portátil (com exceção do remake de Super Mario 64) e com uma visão em 3D. A Nintendo pegou esse conceito do Super Mario 3D Land e criou um jogo três vezes melhor no Wii U.

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Tanto o 3D Land quanto o 3D World são jogos que se aproximam mais da experiência de um Mario clássico 2D como o Super Mario World, por exemplo. E isso se deve a progressão de fases que são bastante lineares, ou seja, você trilha um caminho já estabelecido, com pouco foco na exploração, diferente dos Marios 3D como o Odyssey e Super Mario 64.

    Isso significa que se você é um fã da série de jogos 2D do Mario, esse jogo com certeza vai te atender muito bem e proporcionar muitas horas de diversão durante a história principal e também no pós-game.

    A marca registrada do Super Mario 3D World é o power-up que transforma o Mario em um gato. Esse poder te permite escalar paredes, arranhar inimigos e sem falar que é muito bonitinho de ver o Cat Mario, Luigi, Peach, Toad (e até uma personagem secreta que é desbloqueada após zerar o game, que os fãs amam bastante).

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Uma curiosidade interessante é que foi a partir desse jogo que a Nintendo teve a ideia de lançar Captain Toad: Treasure Tracker, também disponível no Nintendo Switch. As fases características do mapinha 3D do Captain Toad começaram em Super Mario 3D World como minigames, então é como se tivéssemos 3 jogos em 1 na versão de Switch.

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

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    Melhorias para Nintendo Switch

    A Nintendo não só trouxe de volta o 3D World como também aprimorou as fases e os personagens, deixando todos mais rápidos e perfeitos para fazer aquela speedrun. Mas, sem dúvidas, a melhoria que mais se destaca é o modo multiplayer online.

    O jogo suporta até quatro jogadores simultaneamente, seja online ou localmente (ou uma mistura de ambos) e sem se preocupar se alguém sair da fase ou entrar no meio, não há interrupções e tudo é bem fluido e dinâmico. E as fases do Captain Toad agora também permitem até 4 jogadores!

    Além disso, para quem gosta de colecionar e pegar todos os itens do jogo, Super Mario 3D Word é um prato cheio. O jogo tem muitas estrelas que desbloqueiam mundos extras e com muitas fases desafiadoras para encarar após zerar o game. Mas a grande novidade é com certeza o Bowser’s Fury!

    Bowser’s Fury

    O Bowser’s Fury é uma expansão do 3D World que se diferencia das fases convencionais, apesar de manter a temática de gato. É como se fosse um jogo novo, apesar de ter uma campanha pequena de no máximo 5 horas. Ele é uma mistura do que já tem no 3D World com o Super Mario 64 porque aqui nós temos um mundo aberto que se expande gradualmente revelando novas áreas para explorar.

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Não só isso, mas também temos um nova história, em que o Bowser é possuído por uma força maligna e o seu filho, Bowser Jr pede ao Mario que ajude a salvar o pai! Sim, agora temos que salvar o vilão, e pra isso temos uma forma super poderosa do Mario: o Giga Cat Mario, que proporciona batalhas no nível de kaijus, uma luta entre gigantes!

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Aqui nesse modo de jogo, o multiplayer é limitado a dois jogadores, sendo o segundo jogador o Boswer Jr que serve mais para dar uma assistência ao Mario, então o foco de Bowser’s Fury é jogar sozinho mesmo, assim como o próprio Super Mario Odyssey.

    Inclusive, vamos fazer essa comparação?

    Super Mario 3D World vs Super Mario Odyssey

    É difícil escolher entre dois jogos que são nota 10 e proporcionam experiências fantásticas para os jogadores, portanto, vamos analisar aqui o que eles trazem de experiência:

    • Super Mario Odyssey busca ser mais singular, com uma fórmula própria, power-ups inovadores, mundos e personagens nunca antes vistos na série. Ele é ideal para quem procura uma experiência focada em apenas um jogador e com boas horas de diversão até completar 100% do jogo, entre 50 e 60 horas, apesar de ser um processo um pouco repetitivo pegar as muitas luas disponíveis.
    Imagem: o jogo Super Mario Odyssey
    • Super Mario 3D World + Bowser’s Fury tem aquele ar mais tradicional dos Marios de plataforma, e o foco aqui é o seu multiplayer cooperativo, que é o melhor da série. O tempo para 100% é menor se comparado ao Odyssey, cerca de 30 horas, mas ele tem mais recompensas a curto prazo e com fases bem variadas.
    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Em resumo: vai depender do seu estilo de jogo! Se você prefere uma experiência mais individual, priorize o Super Mario Odyssey. Mas se quer passar boas horas de diversão ao lado dos amigos e da família, o 3D World é a melhor opção. E vale lembrar que ele está em português (de Portugal), enquanto Super Mario Odyssey está somente em inglês ou espanhol.

    Conclusão

    Super Mario 3D World já era um dos melhores jogos do Wii U e chegou até a concorrer a jogo do ano no The Game Awards em 2013! No Nintendo Switch ele ficou ainda melhor, e a Nintendo ainda adicionou uma aventura completamente nova e que tem muito a dizer sobre o futuro da série Mario, mesmo com uma campanha curta.

    A trilha sonora desse jogo é nota 10, com temas muito marcantes e o design das fases é impecável, o jogo é visualmente muito bonito, ainda mais no Nintendo Switch e a diversão é garantida, principalmente no modo multiplayer e a jogabilidade é primorosa, perfeita para entrar com tudo nos jogos da série Super Mario.

    Super Mario 3D World sozinho já vale a compra, agora com a aventura extra que é o Bowser’s Fury, não restam dúvidas de que com certeza vale a pena comprar a mídia física ou digital do game!

    Uma das melhores aventuras do Mario te aguarda no Nintendo Switch!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

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