A Square Enix anunciou oficialmente, em 20 de abril de 2026, a resolução de um caso de assédio envolvendo um criador de conteúdo e membros da equipe de desenvolvimento de Final Fantasy 14. A empresa confirmou que o indivíduo, cuja identidade foi obtida por meio de uma ordem judicial, concordou com um acordo amigável após a publicação de vídeos difamatórios.
De acordo com o portal Automaton e o comunicado da Square Enix, o criador de conteúdo utilizava uma plataforma de vídeos para atacar a reputação de executivos e funcionários da desenvolvedora. Como o autor agia sob anonimato, a companhia recorreu à justiça para exigir que o provedor de serviços revelasse a identidade do usuário.
Após a identificação, as partes chegaram a um consenso legal. O acordo estabelece que o criador de conteúdo deve emitir um pedido de desculpas formal, pagar uma indenização de valor não divulgado e remover permanentemente seus vídeos e contas das redes sociais. Além disso, o indivíduo está proibido de repetir atos semelhantes no futuro.
O histórico de combate à toxicidade na Square Enix
Este episódio marca a segunda medida legal severa tomada pela Square Enix em um intervalo de dois meses. Em 2 de março de 2026, a empresa já havia agido contra o administrador do blog japonês Netoge Sokuho, resultando no fechamento do site e no pagamento de compensações por difamação.
Essas ações fundamentam-se na Política de Assédio ao Cliente do Grupo, implementada pela Square Enix no início de 2025. A diretriz visa proteger o bem-estar mental e a segurança de seus colaboradores contra ataques pessoais, ameaças e obstrução de negócios.
Qual o posicionamento oficial da desenvolvedora?
Em nota, a Square Enix reiterou que, embora valorize o feedback dos jogadores, não tolerará comportamentos maliciosos. “Continuaremos a tomar medidas rigorosas, incluindo ações legais, contra condutas que visem indivíduos específicos ou que constituam assédio que ameace a segurança de nossos funcionários”, afirmou a companhia.
A decisão reforça uma tendência crescente na indústria de jogos de buscar reparação legal contra a toxicidade direcionada a desenvolvedores, garantindo que as críticas ao produto não ultrapassem o limite do respeito pessoal e profissional.
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A Square Enix revelou novos detalhes de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, com foco na chamada “Era da Magia”, um dos períodos centrais da narrativa. O título, que marca a estreia da Team Asano no gênero de RPG de ação em tempo real, aposta em sistemas profundos de progressão e customização para sustentar uma jornada que atravessa mil anos de história.
Ambientado no mundo de Philabieldia, o jogo apresenta uma era de prosperidade impulsionada pelo avanço da tecnologia mágica. Nesse período, a humanidade alcançou um nível de desenvolvimento capaz até mesmo de repelir tribos de feras. Ainda assim, o cenário não é completamente estável: sinais de que “as engrenagens estão desalinhadas” sugerem um futuro de ruína iminente.
A narrativa acompanha Elliot e sua companheira fada, Faie, em uma jornada que atravessa quatro eras distintas por meio do Portal do Tempo. O objetivo da dupla é quebrar a maldição da Princesa Heuria de Huther, enquanto enfrentam desafios que evoluem conforme o tempo avança.
Confira detalhes destes novos sistemas que expandem a progressão e aprofundam a experiência de RPG de ação:
Aprimoramentos de Armas: Elliot pode encontrar sete tipos de armas ao longo das eras, muitas delas escondidas em cavernas e ruínas fora do caminho principal. Versões mais poderosas aumentam o dano e desbloqueiam ataques especiais, incentivando a exploração e a constante evolução do equipamento.
Aprimoramentos de Magicite: As Magicites possuem diferentes níveis de raridade, o que influencia diretamente sua eficácia e custo de uso. Mesmo com limite de equipagem, versões mais raras podem se tornar mais eficientes, permitindo builds mais flexíveis e estratégicas.
Lições de Magia da Faie: Ao aprender novas habilidades, Faie desbloqueia minijogos opcionais que desafiam o jogador a dominar suas magias. Bons desempenhos rendem recompensas, como faixas da trilha sonora que podem ser ouvidas no menu do jogo.
Ao combinar viagem no tempo, narrativa épica e sistemas profundos de personalização, o novo título da Square Enix se posiciona como uma experiência ambiciosa dentro do gênero. A promessa é de um RPG que valoriza tanto a liberdade do jogador quanto a construção de um mundo rico em detalhes — onde cada era traz não apenas novos desafios, mas também novas formas de jogar.
Resta saber como essas mecânicas se integrarão na prática, mas os detalhes mais recentes indicam um projeto que busca equilibrar tradição e inovação em uma aventura que atravessa séculos.
Fonte: Release Square Enix
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A Square Enix anunciou oficialmente que a franquia Octopath Traveler ultrapassou a marca histórica de 7 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. O número representa tanto as vendas físicas quanto as digitais de todos os títulos da série lançados até o momento.
Qual o impacto do lançamento de Octopath Traveler 0 nas vendas?
O crescimento acelerado da marca é atribuído diretamente ao lançamento de Octopath Traveler 0, que chegou ao mercado em 4 de dezembro de 2025 para múltiplas plataformas, incluindo o Nintendo Switch 2. A série apresentava uma trajetória de crescimento constante, registrando 5 milhões de unidades em dezembro de 2024 e alcançando 6 milhões em dezembro de 2025.
Em apenas três meses após o último marco, a franquia somou mais um milhão de cópias, consolidando a força do novo título, que funciona como um prelúdio para a saga original e atraiu uma nova base de jogadores para a franquia.
Onde comprar OCTOPATH TRAVELER 0 mais barato?
Se você está se preparando para comprar o épico OCTOPATH TRAVELER 0 e quer economizar na compra, a melhor dica é participar dos grupos de promoções do Nintendo Barato. Lá, você recebe alertas em tempo real com as melhores ofertas de pré-venda, cartões eShop e edições físicas — tudo com curadoria feita por quem realmente entende do universo Nintendo. É o jeito mais rápido e prático de garantir seu jogo com desconto e ainda apoiar a comunidade nintendista!
A Square Enix anunciou que utilizará o Google Gemini, ferramenta de inteligência artificial generativa, no jogo online Dragon Quest X. O recurso será incorporado por meio de um personagem companheiro chamado Oshaberi Slimey, que conversa com os jogadores por meio da função de chat e gera respostas em voz automaticamente. A IA também fornecerá dicas sobre o próximo destino do jogador.
Takashi Anzai, responsável pelo desenvolvimento, afirmou que a inclusão do recurso visa auxiliar novos jogadores que podem se sentir perdidos em um título que está em operação há anos. “Ele se torna um companheiro pessoal para que os novos jogadores não se sintam perdidos ou sozinhos sobre por onde começar”, disse.
O criador da série Dragon Quest, Yuji Horii, também comentou sobre o potencial da tecnologia. “A IA terá um impacto extremamente significativo na experiência do jogador. Estou convencido de que ela transformará dramaticamente todos os jogos nos próximos três a cinco anos”, afirmou.
A Square Enix também está expandindo sua parceria com o Google Cloud para ampliar o uso de IA em seus projetos. O teste do recurso está previsto para ocorrer em breve.
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A Square Enix anunciou novos marcos de vendas para duas de suas franquias de RPG. A série Bravely ultrapassou 4 milhões de cópias comercializadas globalmente, enquanto Octopath Traveler superou a marca de 7 milhões de unidades.
A franquia Bravely teve início no Nintendo 3DS e conta com três títulos principais lançados em plataformas Nintendo, além de outras experiências como o jogo para navegador Bravely Default: Praying Brage.
Já a série Octopath Traveler possui quatro jogos. O mais recente, Octopath Traveler 0, foi lançado em dezembro de 2025 para Switch 2 e Switch. O título é uma versão reformulada do jogo para dispositivos móveis Octopath Traveler: Champions of the Continent, com nova história, criação de personagem e sistema de reconstrução de cidade.
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A Square tem muito jogo bom pros consoles Nintendo, mas nem todos tem a consideração que merecem…
Se você tem um Nintendo Switch 2 ou mesmo Switch 1, é essencial que você conheça a biblioteca da Square Enix, que é uma das empresas multiplataforma que mais trouxeram jogos pro console. Com tantos jogos, nada como uma seleção dos 15 melhores deles na opinião de alguém, então… Esse alguém serei eu haha
Antes de começar, eu já quero prevenir 2 tretas haha como é difícil escolher só 15 jogos da Square, fizemos 2 exclusões:
1- Sem jogos da divisão de publicação ocidental, como Life is Strange e Powerwash, pois são muito mais acordos de publicação do que jogos com o DNA da Square.
2- (e mais polêmica) – Sem jogos retrôs. É complicado julgar clássicos hoje em dia, machuca fã, tem que pensar se considera o impacto ou não… Fora que deixaria o ranking pelo menos 3x mais difícil de fazer haha Então, só estão permitidos remakes ou…”SUPER Remasters” vamos assim dizer.
15 – NEO: The World Ends With You e Harvestella
Começando com um empate (e único, prometo) pois era impossível tirar um dos 2. Harvestella e NEO: The World End With You podem não ter alcançado o gosto do público geral, mas quem gostou, gostou muito.
Harvestella é a tentativa de juntar um RPG de ação com os chamados “jogos de fazendinha”. Temos nosso cantinho para plantações, nossa vila pra conhecermos e nos aprofundarmos em relação com os personagens, mas também rotas focadas em aventuras, e num sistema bem direto ao ponto mesmo, dungeons, praticamente.
A trilha sonora também é um fator pra não deixar esse jogo esquecido, já que ela tem uma de ótima qualidade, mesmo considerando o alto padrão da Square.
Falando em trilha, NEO é a sequência de The World Ends With You, e mesmo não tendo o impacto do primeiro, ele ainda traz a Square numa temática única de “Street Groove”, uma direção de arte icônica e um combate de ação usando..botons? Só jogando pra entender.
14 – Bravely Default Flying Fairy HD Remaster
Bravely Default tem uma importância muito grande dentro da Square, foi praticamente o jogo que lembrou ela de seus fãs dos clássicos jogos de turno, lembrando que esse estilo sempre tem espaço pra melhorias. Mas mais do que “importância histórica” em Bravely temos um dos mais desafiadores combates de turno (ou não tão desafiadores assim caso você domine seu sistema de Bravely e Default e domine seus personagens que assumem diversas classes nos chamados jobs. O visual era um dos melhores do 3DS, e pros que acham que ele não combina tanto com consoles atuais, o Bravely 2 também é uma opção, mas o primeiro…é o primeiro.
13 – Star Ocean The Second Story R
Quando o estilo HD-2D dava sinais de envelhecimento, Star Ocean surpreendeu ao mostrar uma das versões preferidas dos jogadores dessa técnica de mistura 2D e 3D. Star Ocean prova como fazer bons remakes é uma filosofia da Square, já que não estamos falando de uma série tão conhecida e vendida, mesmo assim, essa nova versão é o sonho: com melhorias no combate, e respeito incrível à obra original.
Aqui temos um jogo que dá vida a frase “o que era bom ficou ainda melhor”.
12 – Crisis Core – Final Fantasy VII- Reunion
Quando a Square anunciou a remasterização de Crisis Core, os fãs não esperavam um praticamente Remake. Visualmente é um dos melhores do Switch 1, o combate é ágil e traz chefes desafiadores como o Genesis, além da história que segue sendo importantíssima para o universo de Final Fantasy 7. Sim, a sua progressão e mapas extremamente pequenos mostram sua origem no PSP, mas ele ser tão bom ainda hoje só mostra o quão bom na época ele foi.
11 – Octopath Traveller 0
Embora alguns achem esse o melhor Octopath, o mais recente lançamento da franquia é uma adaptação do jogo mobile, que funciona um pouco diferente da duologia principal. Aqui temos um sistema de vila a ser reconstruída e o sentimento de “nos reerguermos juntos” é muito presente. Além disso, temos um protagonista (criador por nós) com outros personagens, formando uma party de 8 personagens, o que é insano; e esse octeto vai avançar por 3 arcos de vilões diferentes.
Tecnicamente ele fica um pouco ultrapassado, mesmo sendo o mais recente, e sua duração de 100 horas pode te fazer amar ou fugir desse jogo, mas quem for encarar essa longa jornada receberá um verdadeiro tesouro.
Ainda estamos jogando Dragon Quest 7 Reimagined, então, aqui fica a participação dele no ranking rs
10 – Final Fantasy Tactics: The Ivalice Chronicles
Lançado em 2025, finalmente o mais aclamado spin-off de Final Fantasy retornou com uma versão moderna, melhorias de opções e muito mais que o tornam um jogo pronto pra ser apreciado por novas gerações de jogadores. Com um roteiro maduro impecável, uma seleção de heróis absurda e um loop de gameplay engajante, Final Fantasy Tactics ainda é uma das melhores experiências táticas que se pode ter.
Curiosamente, esse é um dos poucos jogos que ficou um gostinho de que poderiam ter feito mais por ele, como fizeram com Star Ocean e Crisis Core. Se você achar sua inclusão no ranking injusta por ainda parecer um jogo retrô…bom, tecnicamente tem 16 jogos nesse top 15, e isso equilibra as coisas, não?
9 – Dragon Quest Builders 2
O subestimado spin-off de Dragon Quest é na verdade um dos jogos que mais vale a pena ser comprado, já que além da sua aventura de ação e RPG com sistemas de crafting à lá Minecraft, seu p´s game é basicamente infinito, te permitindo criar os castelos e vilas que você quiser. Builders 2 é muito mais completo que o primeiro, mais bonito, caprichado e traz uma abordagem única dentro dessa lista.
8 – Theatrythm Final Bar Line
Talvez uma das posições mais polêmicas, mas… acreditem em mim: esse jogo é absurdo. Não só ele traz conteúdo pra dezenas, se não centenas de horas tocando músicas de toda a série Final Fantasy, como sua versão DELUXE sai da esfera Final Fantasy e torna esse jogo um museu musical da Square Enix (e ei…é um museu musical DA SQUARE ENIX!!!) com Chrono Trigger, Nier, Bravely e muito mais.
A sua progressão também é uma das melhores dos jogos musicais, seus estilos de jogabilidade variados com opções versáteis de dificuldade e até mesmo seus elementos de RPG… esse jogo é MUITO completo e redondinho.
7 – Dragon Quest III HD-2D Remake
Existem jogos que definiram a indústria, ou pelo menos seus gêneros. Super Mario Bros 1, Street Fighter 2, Metal Gear Solid… talvez, de todos eles, nenhum tenha uma versão moderna tão excelente quanto Dragon Quest III, um dos jogos mais queridos da história do Japão. O seu remake é impecável, uma orquestra incrível, um dos melhores HD-2Ds, respeito à obra original mas adições valiosas… futuros jogos de Dragon Quest virão, mas o coração da franquia tá aqui.
6 – Fantasian Neo Dimension
O último jogo da lendária dupla Sakaguchi e Nobuo Uematsu (criador e compositor dos Final Fantasys clássicos), Fantasian é um mar de boas ideias, desde seu visual de diorama que fica lindíssimo no Nintendo Switch, até seu combate de turno que traz uma interação interessante com os ataques que podem atingir ângulos diferentes e nisso aumenta muito o foco da estratégia no uso mesmo tipo de ataque, até o seu inovador sistema de “guardar” batalhas aleatórias e depois “pagar à vista” enfrentando de uma vez tudo que você acumulou, o que serve tanto pra não tirar o ritmo da exploração, mas também criar combates épicos com hordas de inimigos.
Tirando o nome, pode pensar neste aqui como o mais recente Final Fantasy com DNA clássico lançado pela Square.
Final Fantasy VII Rebirth chega nos próximos meses e vem voando pro top 15 do futuro.
5 – Triangle Strategy
Se Final Fantays Tactics é o mestre, Triangle Strategy é o seu discípulo. Combate tático refinado, ótima trilha e visual HD-2D, mas principalmente, sua história madura e sistema de escolhas baseado em 3 pilares: moralidade, liberdade e utilitarismo. O que nos leva à 4 finais, o focado em cada um dos 3 pilares, e o equilibrado, que fica mais fácil de conseguir quando se rejoga o jogo.
Sua duração é muito versátil, com 30 a 35 horas pra quem quiser uma única versão, mas extras e replay que podem te fazer passar das 100 horas.
Nunca tivemos uma sequência, seja direta ou indireta, então, ele permanece um título único incrível e digno de abrir o nosso top 5 da empresa.
4 – Dragon Quest XI
OK, acho que ninguém ficou surpreso com esse aqui. Dragon Quest XI é o jogo certo na hora certa, pois renovou os ares da franquia e ajudou a aumentar muito a popularidade dela aqui no ocidente. Isso com um jogo que acertou no difícil exato ponto entre expandir uma franquia clássica dos anos 80, sem estragar sua essência.
Com um combate de turno super padrão, personagens marcantes e design incríveis do Akira Toriyama, e no Switch 1, um dos visuais MAIS IMPRESSIONANTES da plataforma, Dragon Quest 11 é um jogo super recomendado tanto pros fãs da franquia quanto pra quem nunca a jogou e não quer uma experiência retrô.
3 – Final Fantasy VII Remake Intergrade
Sendo talvez o título mais importante da lista, por ser o retorno de um grande Final Fantasy de sua época nos consoles Nintendo, Remake Intergrade entrega o mais excelente jogo tecnicamente falando dessa lista, com gráficos portáteis que impressionam no Switch 2, cenários super trabalhados, orquestração de peso, e um combate que une a modernidade da ação com o gerenciamento de recursos do turno.
De quebra, essa edição ainda traz o DLC de mais algumas horas, focado na ótima personagem Yuffie.
O incrível é que a chegada do jogo garantiu ainda 2 outros jogos na plataforma, que são a parte 3 e a segunda, chamada Rebirth. É a Square em seu potencial máximo de produção.
2 – Octopath Traveller 2
Polêmico talvez? Provavelmente pra quem jogou, não. Octopath Traveller 2 é simplesmente incrível em tudo: seus personagens, seu combate de turno, as Path Actions que tornam cada personagem mecanicamente único, a absurda trilha sonora, e claro, o HD-2D puro, vindo da franquia que começou essa tendência.
Esse é o JRPG de turno em sua excelência máxima por parte da Square Enix.
1 – Nier Automata
Existem alguns poucos jogos na história que pode-se chamar uma obra-prima da tela de título aos créditos do final verdadeiro. Um desses poucos é Nier Automata.
A filosofia sobre humanidade, o combate de ponta da Platinum Games, a trilha que é uma das melhores da história dos games, os personagens marcantes que protagonizam cenas memoráveis, e até os malucos momentos de shoot’em up… Nier Automata é mais que um jogo onde foi despejado milhões, é um raro caso onde mentes brilhantes se juntaram e tiveram permissão pra criar algo único na indústria.
É possível se divertir apenas jogando uma rota, pelo gameplay? Claro. Mas quem mergulhar em tudo que o jogo tem a dizer, sairá entendendo porque esse é o melhor jogo da Square Enix para o Nintendo Switch.
A 2B sabia que venceria essa….
Esse foi o top 15 jogos da Square Enix pelo portal Coelho News! Esperamos que essa matéria te ajuda a encontrar o seu próximo jogo incrível, todos esses 15 podem ser ele.
O mundo dos JRPGs frequentemente revisita seus clássicos, mas raramente o faz com o esmero e a audácia visual vistos em Dragon Quest VII Reimagined. Este título, que desembarcou recentemente no Nintendo Switch, não é apenas um remaster comum; é uma reconstrução que busca equilibrar a nostalgia de um dos capítulos mais densos da franquia com uma apresentação técnica que desafia os limites do hardware atual. Para quem acompanha o cenário Nintendo, este lançamento representa um marco, sendo descrito como um dos jogos mais visualmente impressionantes do console híbrido e até mesmo de seu sucessor.
Dragon Quest VII sempre foi conhecido por ser a “ovelha negra” em termos de extensão e ritmo, e esta nova versão abraça essa identidade, mas com roupas novas. A proposta central do jogo permanece única na franquia: o jogador deve navegar por um mundo que parece vazio, encontrando fragmentos de ilhas no passado. Ao viajar no tempo, você resolve problemas específicos de vilarejos e comunidades — que funcionam como arcos episódicos e autocontidos — para que, somente após a resolução desses conflitos, a ilha retorne ao presente para ser explorada novamente.
Esta estrutura torna a experiência muito diferente de um RPG de jornada linear; parece mais uma coletânea de contos épicos interligados por um mistério central. É um jogo sobre descoberta e reconstrução de um mundo, o que garante uma profundidade narrativa raramente vista, mas que exige do jogador um investimento de tempo considerável, superando facilmente as 60 horas de gameplay para ser concluído.
Onde a magia acontece: um espetáculo visual sem precedentes
Se existe um ponto onde Dragon Quest VII Reimagined brilha de forma incontestável é na sua direção de arte. O jogo utiliza uma técnica que simula dioramas e bonecos reais, criando uma estética que parece saltar da tela. A recomendação é clara: você precisa baixar a demo para entender o que o YouTube não consegue transmitir totalmente, pois o nível de detalhamento é absurdo.
Essa escolha estética não é apenas um deleite visual; ela serve à jogabilidade, tornando a exploração das ilhas algo tátil e charmoso. No Nintendo Switch, ele já é um dos títulos mais bonitos da biblioteca, e a performance se mantém impressionante mesmo quando pensamos nas capacidades do hardware do Nintendo Switch 2.
A base do combate continua sendo o turno clássico que os fãs de Dragon Quest tanto amam, mas a Square Enix fez adições que trazem uma camada estratégica muito bem-vinda. O sistema de vantagens vocacionais permite que cada personagem utilize habilidades ativadas baseadas em sua classe (ou vocação).
A grande estrela mecânica, porém, é o novo Sistema Moonlight. Ele permite que o jogador equipe duas vocações simultaneamente, o que significa ter acesso a dois especiais ao mesmo tempo. Essa liberdade de customização lembra o que vemos em franquias como Bravely Default, oferecendo uma profundidade tática que ajuda a refrescar as batalhas ao longo das dezenas de horas de jogo.
Para quem achava que os clássicos eram “crus” demais em mecânicas, essas novidades transformam o combate em algo muito mais dinâmico e estratégico.
O fator paciência
Apesar de todas as melhorias, é preciso ser honesto com o leitor: Dragon Quest VII Reimagined não é um jogo para quem busca ação imediata. Ele demora para engrenar. Para se ter uma ideia, a primeira batalha do jogo pode ocorrer apenas após uma hora de exploração e diálogos iniciais.
A história se desenvolve de forma gradual, os sistemas de combate começam simples e só ganham profundidade conforme as vocações e o sistema Moonlight são desbloqueados. É um “slow burn” (queima lenta) no sentido mais puro da expressão. No entanto, se você ultrapassar essa barreira inicial, encontrará uma história recompensadora e um mundo que se expande de forma magnífica.
O custo da experiência e a barreira do idioma
Um ponto negativo recorrente para o público brasileiro é a ausência de localização para o português. Como é habitual na série, o jogo está disponível em inglês e outros idiomas, o que pode ser um obstáculo dado o volume massivo de texto e a importância da narrativa episódica.
Além disso, embora o preço possa variar, ele é visto como uma excelente porta de entrada para quem nunca jogou a franquia, devido ao seu polimento e conteúdo duradouro.
Dragon Quest VII Reimagined é um lembrete de que a paciência pode ser uma virtude recompensada nos videogames. Em uma era de gratificação instantânea e jogos que tentam prender o jogador com ação frenética nos primeiros cinco minutos, este título da Square Enix pede que você pare, observe o cenário e se envolva com as pequenas histórias de cada povoado. Ele é uma obra de arte técnica que prova que o Nintendo Switch ainda tem fôlego para entregar visuais de ponta quando à criatividade envolvida.
Em meio a tantos lançamentos, você está disposto a dedicar seu tempo a uma jornada que valoriza o desenvolvimento lento e a contemplação visual, ou o ritmo de uma hora para a primeira batalha é um impeditivo insuperável para sua diversão? De qualquer forma, a existência de uma demo gratuita é o convite perfeito para que você tire suas próprias conclusões sobre este mundo de miniatura.
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Em comunicado oficial, a Square Enix celebrou a marca de mais de 1 milhão de cópias vendidas de Final Fantasy Tactics: The Ivalice Chronicles em todo o mundo. O marco, atingido em cerca de três meses desde o relançamento em setembro de 2025, foi comemorado com uma arte especial dos protagonistas e declarado um sucesso que surpreendeu até os criadores originais.
A reação mais notável veio de Yasumi Matsuno, diretor e roteirista do Final Fantasy Tactics original de 1997, que atuou como supervisor no novo projeto. Em uma rede social, ele admitiu ter subestimado completamente o apelo do jogo. “Na época do anúncio, fiz uma previsão de vendas dizendo ‘cerca de 800 mil a 1 milhão de cópias em três anos’”, escreveu Matsuno. “Na realidade, alcançamos essa marca em três meses. Eu subestimei demais os números de vendas”, concluiu o criador.
Por outro lado, a equipe atual responsável pelo remaster vê o número como um impulso para o futuro. Kazutoyo Maehiro, diretor de The Ivalice Chronicles, agradeceu aos fãs e sugeriu que o sucesso pode trazer novidades. “Toda a equipe de desenvolvimento não apenas está agradecida, mas, para espalhar a alegria, criar uma experiência melhor e encorajar mais pessoas a jogar, estamos considerando atualizar o jogo no futuro!”, disse Maehiro em comunicado.
Já o produtor Shoichi Matsuzawa focou sua declaração na gratidão pela recepção positiva da comunidade. “Ver os jogadores ao redor do mundo desfrutando de Final Fantasy Tactics desta nova forma é a maior motivação para nós”, afirmou Matsuzawa. “Estamos profundamente gratos por cada um que embarcou nesta jornada por Ivalice”.
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O 3D Investment Partners, terceiro maior acionista da Square Enix, publicou um documento severo criticando a gestão da empresa, descrevendo uma “deterioração significativa no poder de ganhos” e pedindo uma “reavaliação fundamental” do plano de médio prazo. O investidor questiona se a empresa, outrora criadora de uma “‘cultura’ que moldou uma era”, está realmente inovando ou se “deixou seus passos vacilarem”.
O texto aponta uma “pronunciada estagnação” no crescimento da receita e lucratividade nos últimos três anos. Como causa, critica o “excesso de fragmentação do portfólio de desenvolvimento” e “custos inflados”. O documento também revela que, após apresentar suas preocupações ao presidente Takashi Kiryu em outubro de 2025, a resposta foi insatisfatória.
“O presidente Kiryu respondeu apenas com um breve e-mail, sem abordar nenhum dos problemas de gestão ou soluções específicas que levantamos”, afirma o documento.
A pressão ocorre em um momento de reestruturação profunda na Square Enix, que recentemente anunciou demissões em massa e um plano agressivo de adoção de inteligência artificial. A empresa não se pronunciou sobre o documento do acionista.
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A melhor forma de economizar na hora de comprar seus jogos em mídia digital é acumulando cash back que pode ser utilizado como desconto em futuras compras. E a loja indicada para isso é a nossa parceria NUUVEM. Comprando seu gift card na nuuvem você tem benefícios como: parcelamento no cartão de crédito, acúmulo de cash back para utilizar nas próximas compras no site e ainda pode presentear aquela pessoa tão querida com um voucher!
Evento de 25 a 28 de setembro terá demos de Dragon Quest HD-2D Remake, Final Fantasy VII Remake no Switch 2 e Octopath Traveler 0
A Square Enix divulgou sua programação completa para a Tokyo Game Show 2025, que acontece de 25 a 28 de setembro no Makuhari Messe em Chiba, Japão. O evento trará demos jogáveis de grandes títulos como a trilogia Dragon Quest HD-2D Remake, Final Fantasy VII Remake Intergrade para Nintendo Switch 2 e Final Fantasy Tactics: The Ivalice Chronicles.
Entre os principais destaques está a presença de Final Fantasy VII Remake Intergrade na lista de demos, marcando a primeira vez que o jogo estará disponível para teste no Nintendo Switch 2. Os visitantes que experimentarem a demo receberão um estojo especial para cartões de presente.
A Square Enix também confirmou testes práticos de Dragon Quest I e II HD-2D Remake, com participantes recebendo uma lata de Boss Quest, e Dragon Quest III HD-2D Remake, que oferecerá adesivos de slime com bolinhas. O estande terá ainda um ponto de encontro com o Dragonlord de Dragon Quest I para fotos.
Final Fantasy Tactics: The Ivalice Chronicles, que chega em 30 de setembro, terá demo jogável e área especial para fotos, com distribuição de adesivos exclusivos. Octopath Traveler 0 terá presença no palco principal no dia 27, com os desenvolvedores mostrando novas cenas de gameplay antes do lançamento em 4 de dezembro.
O palco da Square Enix contará com participações especiais, incluindo Yuji Horii (criador de Dragon Quest) no dia 25, e Naoki Yoshida (produtor de Final Fantasy XIV) no dia 28. A empresa também trará novidades sobre Final Fantasy Trading Card Game e KILLER INN, além de atividades interativas com chocobos e moogles.
A Tokyo Game Show 2025 acontece de 25 a 28 de setembro, com a Square Enix ocupando espaço significativo no evento.
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