O jogo Monster Hunter Wilds , da Capcom, foi anunciado para o Nintendo Switch 2 no dia 6 de junho, até então sem nenhuma imagem ou trailer do jogo no console da Nintendo. O anúncio deu a entender que a versão estaria no início do desenvolvimento.
Porém, hoje, dia 31 de julho, o órgão de classificação da Alemanha Unterhaltungssoftware Selbstkontrolle – USK, listou o jogo em sua plataforma, como foi apurado pelo perfil Pierre485 no X/Twitter.
A classificação pode indicar que o lançamento desta versão para Switch 2 estaria mais próximo do que o imaginado no anúncio. Entretanto, o fato da classificação existir também não confirma esta hipótese, se tratando apenas de um indício.
A Capcom também anunciou em junho que Monster Hunter Wilds ganhará uma expansão, chamada Ascendence, como é habitual da franquia. Notoriamente, a Capcom segue com planos para expandir o jogo e corrigir os problemas que a comunidade apontou.
A Nintendo anunciou nesta sexta-feira, 31 de julho, que o jogo Super Mario Sunshine será a próxima adição do catálogo do Gamecube no aplicativo Nintendo GameCube – Nintendo Classics. O jogo será disponibilizado no dia 13 de Agosto.
Para acessar o aplicativo, e por consequência o jogo, é preciso ter uma conta Nintendo que tenha ativo o plano de assinatura Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão. Esse aplicativo também é exclusivo do Nintendo Switch 2.
Super Mario Sunshine foi lançado em 2002, e teve um relançamento para o primeiro Nintendo Switch através da coletânea Super Mario 3D All-Stars. Como a coletânea teve distribuição limitada, hoje ele está indisponível para compras, sendo então a inclusão do jogo no Switch Online, a única forma oficial de todos terem acesso ao jogo.
O Nintendo Switch 2 já conta com diversos jogos online. E melhor que a opção de jogar com outros jogadores de Nintendo Switch 1 e 2, é a opção de se jogar com qualquer plataforma (incluindo os nintendistas). A opção chamada de crossplay (ou “jogo entre plataformas”) é o que permite isso, e nem todo jogo online tem suporte à função.
Por isso, para orientar e facilitar a busca por jogos que incluem a função, eis abaixo uma lista com 30 jogos, separados em categorias diversas.
Shooters Gratuitos
Overwatch
Fortnite
Apex Legends
Looters
Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok
Warframe
Deadzone: Rogue
Aventura Para 2 Jogadores
Split Fiction
Reanimal
LEGO Voyagers
CORRIDA
Sonic Racing: CrossWorlds
Disney Speedstorm
(!)Rocket League – Jogo de Nintendo Switch (1), mas com atualização para melhor desempenho no Switch 2.
(!)Asphalt Legends – Indisponível na eShop do Brasil.
JOGOS DE LUTA
Street Fighter 6
Virtua Fighter 5 R.E.V.O. World Stage
(!) Avatar Legends: The Fighting Game – Crossplay chegando em breve.
Beat’em Ups
MARVEL Cosmic Invasion
(!) Absolum – Crossplay já disponível para Switch (1). Versão Switch 2 chegando em Setembro.
COZY GAMES
Disney Dreamlight Valley
FANTASY LIFE i: The Girl Who Steals Time
ROGUELIKES
Tartarugas Ninja: O Destino de Splinter
Unrailed 2: Back on Track
ESPORTE
Tony Hawk’s Pro Skater 3+4
INAZUMA ELEVEN: Victory Road
OUTROS
No Man’s Sky
Content Warning
Sid Meier’s Civilization VII
Factorio
SnowRunner
Demeo x Dungeons & Dragons: Battlemarked
A lista é boa, com jogos de todos os tipo, preços e formatos; e tende a ficar maior no futuro. Para conferir mais guias como este, acompanhe regularmente o portal CoelhoNEWS.
Splatoon Raiders, o primeiro spin-off da franquia Splatoon, foi lançado hoje, dia 23 de julho, exclusivamente para o console Nintendo Switch 2. O jogo traz um ciclo de gameplay onde jogadores ganham recompensas a cada fase, que os tornam mais fortes para avançar em missões ainda mais desafiadoras, mas igualmente recompensadoras (ciclo que chamamos de “loot-shooter”). Jogadores ainda podem chamar outros atiradores online para ajudar, sejam amigos, com uma criação de sala privada, ou jogadores aleatórios que estejam online também.
Visando analisar o desempenho técnico do jogo, o portal CoelhoNEWS produziu um vídeo de comparação entre o modo TV e o modo portátil; além de revisitar o jogo anterior da franquia para Nintendo Switch (1), Splatoon 3, afim de notar a evolução entre os jogos que estão a uma geração de distância. O vídeo dessa comparação está logo acima, e um resumo dele, você confere logo abaixo.
Desempenho no modo TV
No modo TV/dock, onde o jogo apresenta seu melhor desempenho, Splatoon Raiders apresenta visuais polidos, e uma animação fluída. O jogo roda numa taxa de 60 quadros-por-segundo, sem quedas, mesmo nos momentos mais caóticos do início do jogo. Em termos de visuais, o modo TV traz cores vibrantes, uma ótima definição de imagem com texturas em alta resolução.
Apesar de não se aproximar do limite técnico do console, mostrado principalmente por jogos multiplataforma, ao menos entre os jogos da própria Nintendo, Splatoon Raiders tem mostrado uma evolução da empresa, e se junta ao grupo de visuais mais polidos dentre os exclusivos do Switch 2 até o momento.
Comparação: Modo Portátil
No modo portátil, o jogo ainda entrega um ótimo resultado. O desempenho segue firme nos 60 quadros-por-segundo, mostrando que o foco foi manter fluidez em um jogo de ação rápida e frenética. Já nos visuais, aí sim diferenças ficam mais evidentes. A qualidade de imagem ainda é muito boa, mas a resolução cai para os limites da tela portátil (o que é impossível ser diferente), além disso, se observa mais serrilhados e o chamado “Draw Distance”, que é a capacidade de manter qualidade visual em cenários distantes, também apresenta algumas falhas.
Mas em geral, se perde pouco. Até porque, é importante lembrar que se trata de um jogo rápido, logo, jogadores focados na ação podem nem perceber estas perdas.
Comparação: Splatoon 3
Primeiramente, apesar de ser um título para o primeiro Nintendo Switch, lançado em 2022, Splatoon 3 recebeu uma atualização que deixa o jogo mais otimizado e melhorado para se rodar no Nintendo Switch 2, então, a comparação com o estado atual do jogo teria ainda mais diferenças se comparado ao lançamento e com o jogo rodando no primeiro Switch.
Em geral, Splatoon 3 ainda se mostra um jogo muito bonito no Nintendo Switch 2. Diferenças entre ele e Splatoon Raiders não são tão evidentes numa primeira vista. Porém, logo algumas texturas de qualidade inferior aparecem, e dá pra notar que a iluminação global não tem a mesma nitidez que o novo jogo. O serrilhado e Draw Distance novamente se mostra com algumas falhas quando se comparado à Raiders na TV.
Em geral, as diferenças existem, e são evidentes ao olhar um do lado do outro. Entretanto, fica também evidente de que Splatoon Raiders não entrega o máximo do Nintendo Switch 2, pois embora a diferença exista, não se trata de um salto equivalente aos consoles Switch (1) e Switch 2 em si. Nesse sentido, Splatoon Raiders se parece com uma versão de Splatoon 3 que não precisou de reduções gráficas em textura, resolução e iluminação; se parece uma versão refinada, ou mesmo remasterizada do jogo anterior.
Conclusão
Ressalvas aqui e ali não alteram o veredito final de que o jogo apresenta um bom resultado em termos de visuais, e principalmente performance. O mais importante para o jogo é sua jogabilidade cíclica viciante, que poderia ser afetada por más notícias em termos de desempenho técnico; felizmente, não há nada para se preocupar. Seja na dock ou portátil, os intensos combates de Splatoon Raiders estão prontos para os jogadores mergulharem fundo por um longo tempo.
Publicado pela Marvelous/Xseed e feito pelo estúdio Little Chickens, Moonlight Peaks é o clássico “jogo de fazendinha”, eternizado por jogos como Stardew Valley e o próprio Story of Seasons, da Marvelous; mas numa ambientação “Halloween”, sendo curiosamente, um jogo que se passa de noite, já que nosso protagonista é uma vampira. O jogo foi lançado tanto para o Nintendo Switch (1) quanto pro Switch 2, e trouxe surpresas como, no Switch 2, ter um modo que roda a 120 quadros por segundo. E mesmo os 60 quadros no console mais antigo, já é acima do padrão do estilo no console. E no geral, dá pra ver que o jogo realmente investiu na parte gráfica pra tentar se diferenciar.
Gameplay e Ambientação
Em termos de gameplay, ele é realmente “Stardew Valley de vampiro”. A ideia é muito parecida, você tem a cidade com pessoas pra conhecer e se relacionar, você tem seu cantinho para plantar, cuidar de animais e tudo que se espera desse tipo de jogo; mas ele tem mais opções de decoração (talvez tirando vantagem de ser um jogo 3D). Enfim, é um jogo mecanicamente até que bem comum.
A reviravolta aqui é realmente ser um jogo de “Halloween”, então, você é vampira, e na cidade os seus vizinhos são, ou vampiros, lobos, ou bruxas. E isso é interessante porque geralmente em jogo de fazendinha, tem que dormir cedo pra pegar o Sol forte, e aqui é o contrário, está sempre de noite. A temática sobrenatural também facilita a entrada de magia no jogo, o que dá ainda mais possibilidades de customização e atividades.
Opinião
No geral, Moonlight Peaks está sendo bem recebido pelo público dos cozy-games, e a gente também acha que se você gosta desse tipo de jogo, não tem erro. Ele faz o “arroz com feijão” bem feito e coloca essa “capa” de vampiro por cima pra ser algo novo.
A parte visual teve um esforço visível, e o resultado foi satisfatório, é realmente bem bonito nos cenários, desde a principal cidade, mas mesmo nos ambientes mais simples, a direção de arte torna o título sempre agradável aos olhos.
Seu maior problema acaba sendo os loadings, que mesmo no Switch 2, são muito grandes. O problema é intensificado pelo fato de que em jogos assim, você está sempre entrando em algum lugar, abrindo alguma porta; seja num mercado de alguma coisa, ou visitando alguém. Então, realmente incomoda; ainda mais quem já está habituado com os loadings rápidos dos atuais consoles.
O valor também não é bom. O jogo custa R$140 no Switch 1 e R$160 no Switch 2; e não tem português. Não é dos títulos mais caros do gênero (como Fae Farm, de R$230), e na verdade, ele se posiciona ao lado de ótimos jogos como Disney Dreamlight Valley e Hello Kitty Island Adventures; só que esses jogos são gigantescos e de franquias muito importantes, já o Moonlight Peaks , é uma nova franquia, é um jogo menor, então isso torna o preço dele uma desvantagem. Ainda mais no Brasil, pela falta de tradução.
Dito isso, seu saldo não deixa de ser positivo, e ele não deixa de ser um dos principais do estilo em 2026.
A Milestone e Mattel anunciaram neste dia 16 de julho que o jogo Hot Wheels Infinite Rush, confirmado para Switch 2, teve sua data de lançamento alterada para dia 10 de Setembro. O anúncio surpreendeu por se tratar de uma antecipação, já que a data anterior era de 24 de Setembro.
Hot Wheels Infinite Rush é um dos mais ambiciosos jogos da franquia. O jogo apresenta jogabilidade arcade, mas o destaque vai para a inclusão de um mundo aberto dividido em 4 ilhas! Enquanto exploram, os jogadores encontrarão corridas, e podem desbloquear e customizar mais de 150 veículos, incluindo algus originais da Hot Wheels.
Novo Trailer
O anúncio foi acompanhado de um novo trailer do jogo, chamado “Beyond the Track: Episode 1”, e lá, é mostrado muito mais sobre a variedade de atividades possíveis no jogo, além do mapa de uma das ilhas.
A Milestone tem lançado jogos da franquia há algum tempo. O jogo Hot Wheels Unleashed foi lançado para o primeiro Switch e ainda na mesma geração, uma sequência direta também foi lançada.
O jogo Denshattack!, da publicadora Fireshine Games, apareceu como uma proposta inusitada: um jogo que parecia com jogos de skate, mas em vez disso, controlamos um trem! E toda a apresentação visual, sonora, e gameplay mostrado em trailers reiterava a ideia de que o jogo não pretendia ser comum. O problema disso é: era inevitável a sensação de que o resultado poderia ser ou ótimo, ou um jogo que não se sustenta fora do humor de sua proposta.
Felizmente, após de mais de 1 hora de jogo, deu pra perceber que o estúdio Undercoders não só fizeram sua tarefa de casa como surpreenderam pelo tamanho do conteúdo.
Como Funciona
A proposta do jogo é realmente o que parecia: um jogo que aproveita mecânicas de jogos de skate, mas as introduz num jogo onde controlamos um vagão de trem, e que portanto, está sempre em movimento e em alta velocidade, e também, precisa de um trilho, parede, cano, ou enfim, alguma coisa para ele andar (e acreditem, terão muitas dessas “coisas” pra ele andar em cima).
De certa forma, ele é um jogo de skate; mas também pode ser interpretado como um jogo de plataforma pois precisamos delas e tem momentos onde precisamos pular nos locais certos; mas também não é errado dizer que é um runner. No fim, Denshattack! é único, já que até momentos de jogo de corrida ele tem.
A ideia do jogo é percorrer o país desafiando em cada região, o melhor esportista de Denshattack!, uma competição entre motoristas de trens. Porém, essas batalhas se traduzem de várias formas, incluindo em chefes que precisam ser derrotados na base do dano físico (como se o jogo não pudesse ficar mais maluco ainda). Até os chefes, temos várias fases com todo tipo de objetivo: chegar ao final, fazer X pontos, vencer Y carros em corrida, realizar objetivos em fases “abertas”, etc.
Prós e Contras
Com certeza, os prós vencem os contras nesse jogo:
A grande vantagem do jogo é, sem dúvidas, sua proposta única, e como o jogo abraça o lúdico e o insano e investe nessas características pra gear um jogo bem humorado, e ao mesmo tempo único. A sensação é que todos os ingredientes dele já estavam na mesa há muito tempo, mas ninguém teve coragem de misturar “feijão com geleia de uva”, e esse jogo teve, e ficou muito bom.
É impossível não exaltar seu conteúdo, já que são muitas fases, e elas não são curtas como poderia se esperar de um jogo de muitas fases, e além disso, existem muitos objetivos e extras em cada uma dessas fases. O resultado é um jogo relativamente longo pra se apenas terminar e que pode dar aos jogadores um tempo total absurdo pra quem tentar completar tudo que ele tem a oferecer.
A performance no Switch 2 não tem um pingo a se reclamar.
Por fim, é importante citar a música como um ponto forte do jogo. Ela traz o melhor da fusão do eletrônico e rock japonês moderno, são também muitas músicas e de alta qualidade. Uma das trilhas do ano com certeza.
Já em termos de contras, a única coisa que realmente vale uma grande consideração, é que o jogo está o tempo todo entregando coisas demais para o jogador fazer. É muito bom ter pontuação de manobras e de tempo, além de coletáveis e missões, tudo isso pra todas as fases. Mas somando isso à quantidade exorbitante de mecânicas que o jogador precisa alternar à todo tempo, e em alta velocidade, acaba que o jogo exige 200% do cérebro quase que o tempo todo. Muitas vezes o jogador não sabe se ele se preocupa com manobras, em olhar os coletáveis pra garantir que não perdeu nenhum, como cenário pra não bater, se ele aprecia um pouco da arte e música, se vai pra esquerda ou direita, se tenta se lembrar das missões da fase…etc. É simplesmente MUITA coisa ao mesmo tempo, e isso pode ser cansativo pra muitos jogadores, até porque, novamente, são muitas fases no jogo, e ele é um jogo de fases somente.
Vale a Pena?
Sem dúvidas, Denshattack! é um dos melhores indies do ano. Seu preço também é convidativo, apenas R$60; e ele ainda tem uma demo para todo mundo ter o direito de testar antes de comprar.
Suas qualidades são muito maiores que seus defeitos, mas ainda assim, é um tipo de jogo que boa parte dos jogadores pode pensar “acho que isso é um pouco demais pra mim”. O que é um sacrifício inevitável pra quem quiser inovar na indústria em 2026.
A Annapurna Interactive é uma publicadora gosta de jogos com uma forte veia artística, independente da jogabilidade ser muito presente (como em Sayonara Wild Hearts) ou pouquíssimo presente (como em Mixtape). Fato é, ela se tornou uma das maiores do mercado, não foi à toa.
Seu novo jogo é D-Topia, um instigante jogo onde as IAs tomam conta de toda a administração de vários distritos, e aparentemente, com isso, a felicidade plena foi alcançada. Proposta que automaticamente coloca uma pulga na orelha do jogador. Além disso, o jogo ainda traz uma série de puzzles simples envolvendo lógica e matemática. Então, é um jogo que tenta ser ao menos competente nos 2 campos (história e gameplay) e de certa forma consegue.
Mediador
No jogo, acabamos de chegar em D-Topia para trabalhar como Mediador. D-Topia é o distrito D do projeto Utopia, que dá às IAs/robôs o controle dessas cidades, determinando quando acordar, o que fazer, e até sugerindo com que se relacionar. Um futuro que parece um episódio de Black Mirror, mas ao mesmo tempo, em 2026 não parece ser tão impossível assim.
Nossa função é resolver problemas, tanto mecanicamente, consertando máquinas; mas também do lado humano, ajudando pessoas que vivem nessa cidade com seus problemas e dilemas. Essas 2 funções geram 2 gameplays diferentes:
Em termos de mecânica, temos puzzles que envolvem lógica e matemática. São puzzles de apresentação simples, lembrando Picross ou os famosos puzzles de revistas. Não é do tipo Zelda, onde o personagem em si precisa interagir com o cenário, ou coisa do tipo.
Já em termos de relações humanas, aí sim temos “puzzles morais”. Humanos não são simples, e resolver problemas deles (incluindo causado por eles) vai exigir não só observação e raciocínio, mas principalmente opinião e moralidade. Dessa forma, o jogador ao fim do caso vai tomar decisões baseados em sua vontade, não existe uma escolha correta.
É bem interessante como o jogo realmente traduz em gameplay os conceitos de ciência humana e ciência exata, pois no nosso serviço “de exatas” temos uma solução objetiva e contas pra fazer; já na parte humana, realmente como numa área de ciência humana, não existe uma resposta única, e a relação entre pessoas importa.
Pacífico
Em geral, D-Topia não é um jogo que busca “explodir mentes”, e sim trazer discussões interessantes, com personagens interessantes. Os diálogos do jogo são muito valiosos, e isso inclui não só os da “missão principal”, mas os banais de NPCs espalhados por D-Topia.
Em termos de gameplay, o jogo segue a mesma linha. Apesar da dificuldade progressiva, ainda são puzzles simples, de mover caixas com números. São bons puzzles e o jogo te permite fazer “hora extra” no trabalho, para resolver mais deles, o que é ótimo pra quem gostou da brincadeira.
Desde sua arte até sua ambientação, você se sente realmente vivendo num local que atingiu a perfeição, a felicidade plena. A questão do jogo é justamente questionar o quanto isso é possível quando se coloca um ser tão complexo quanto os humanos pra viverem lá.
O jogo de quebra-cabeça de peças Fangtopia terá seu lançamento expandido para incluir as plataformas PlayStation 5 e Switch 2, conforme anunciado em 8 de julho de 2026. O título, desenvolvido pela Absolutely Games e publicado pela Secret Mode, já estava previsto para PC (via Steam, Epic Games Store e Stove) e chegará a todas as plataformas em 2026.
Fangtopia é descrito como um jogo aconchegante e relaxante, onde os jogadores são convidados a montar paisagens para criar um paraíso ‘monstruoso’ para fantasmas e criaturas amigáveis. A premissa central é oferecer um mundo sem sustos e sem preocupações, permitindo que os jogadores construam por beleza ou busquem pontuações altas, sem qualquer pressão de tempo.
A jogabilidade de Fangtopia envolve a correspondência de peças de paisagem hexagonais, retiradas de uma pilha gerada aleatoriamente, para completar objetivos e marcar pontos. À medida que os jogadores progridem e pontuam, eles podem colocar marcos únicos e descobrir uma variedade de monstros que buscam seu lar perfeito em cenários que incluem montanhas enevoadas, florestas escuras, rios sinuosos e cidades charmosas. Um novo trailer foi lançado para apresentar as versões de console do jogo.
Além das versões para PlayStation 5 e Switch 2, Fangtopia estará disponível para PC em 2026. A desenvolvedora Absolutely Games também está realizando um playtest alfa para a versão de PC, com as inscrições abertas até 14 de julho de 2026 para fãs interessados em participar.
O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.
A Nintendo comunicou oficialmente que a venda de todos os modelos da família Nintendo Switch, incluindo o Nintendo Switch original, o Nintendo Switch Lite e o Nintendo Switch OLED será descontinuada na Europa a partir de meados de fevereiro de 2027.
A principal razão para essa decisão reside nas novas regulamentações da União Europeia. A partir de meados de fevereiro de 2027, dispositivos eletrônicos deverão possuir baterias facilmente substituíveis pelo usuário. A Nintendo afirmou que não adaptará os modelos atuais do Switch para cumprir essa exigência.
No entanto, a empresa planeja lançar versões revisadas do Nintendo Switch 2 e de seus acessórios, como os Joy-Cons e o Pro Controller, que estarão em conformidade com as novas leis europeias.
Apesar do fim das vendas aos varejistas e na Nintendo Store europeia a partir de 2027, a Nintendo garantiu que os consoles da família Switch continuarão a ser fabricados e estarão amplamente disponíveis na Europa durante todo o ano de 2026.
Para os consumidores que já possuem um Nintendo Switch, a empresa assegurou que o suporte ao ecossistema do console, incluindo jogos, acessórios, a Nintendo eShop e os serviços online como o Nintendo Switch Online, permanecerá ativo por um futuro próximo.
O encerramento das vendas na Europa ocorre quase dez anos após o lançamento do Nintendo Switch original, em março de 2017, que se tornou um fenômeno global de vendas. A medida é, por enquanto, específica para o mercado europeu, e a Nintendo não divulgou informações sobre a descontinuação das vendas em outras regiões do mundo.
A transição para o Nintendo Switch 2, que já ocupa o posto de principal plataforma da empresa, é um fator adicional nesse movimento estratégico da Nintendo.
O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.