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  • Análise: É Incrível Ter Final Fantasy VII Rebirth No Switch 2

    Análise: É Incrível Ter Final Fantasy VII Rebirth No Switch 2

    A ideia de refazer Final Fantasy 7 em 3 partes foi divisiva, mas tem gerado ótimos resultados individuais.
    Começando pelo Remake (ou “parte 1”) no Switch 2, lançado em janeiro de 2026; agora é a vez da parte 2 mostrar uma grande evolução do projeto, ao adaptar justamente o período em que o jogo original deixa Midgar e sua linearidade.

    O jogo foi aclamado em seu lançamento, em 2024, e agora chega no Switch 2 após muitos até duvidarem da capacidade do console em rodar o jogo.
    Naturalmente, Rebirth é um jogo -consideravelmente pesado- da nova geração (não tão nova à esta altura), enquanto Remake é um jogo da geração anterior, feito para hardwares mais fracos que o Switch 2. O desafio aumentou, mas basicamente, a recompensa também.

    Enredo

    Na primeira parte, o jogo anterior, o grupo Avalanche se forma para combater a ameaça da mega-corporação, Shinra. Após descobrirem que um ex-soldado de elite da empresa, chamado Sephiroth, é uma ameaça ainda maior, Rebirth começa com o grupo disposto à encontrá-lo e detê-lo. As motivações do, agora vilão, são retratadas logo no começo do jogo.
    O grupo descobre que um misterioso grupo de pessoas encapuzadas está marchando rumo à algo que os levam à pistas, assim, o quinteto, ainda conhecido como Avalanche, parte para onde quer que os encapuçados os levem.

    A narrativa do jogo é relativamente linear, com alguns momentos de interação entre o protagonista Cloud e seus companheiros, que lhes fazem perguntas e, dependendo da resposta, aumentam seu nível de vínculo, o que posteriormente trará uma consequência, embora nenhum tipo de “final alternativo”.
    O jogo possui um mundo conectado, mas cada região será explorada por vez, formando mapas abertos. Então, no fim, o jogador ainda persegue ícones no mapa para avançar a história, e esses mapas abertos são para exploração.

    Exploração

    É difícil classificar Final Fantasy VII Rebirth como “mundo aberto” ou não. Em tese, todas os mapas estão fazendo sentido, e boa parte deles tem uma ligação direta, à pé.
    Porém, a ideia não é sair andando por onde quiser. Novamente, a narrativa é linear e vai te colocando em mapas abertos, além de liberar ferramentas de viagem rápida. No fim, o jogo nunca chega a ficar tão aberto quanto um Xenoblade Chonicles X, por exemplo, então, é importante não esperar por esse nível de liberdade.

    A física dos personagens melhorou na exploração. Cloud e seu grupo agora podem atravessar mais facilmente alguns trechos, tornando as rotas menos roteirizadas que o jogo anterior. A inclusão dos Chocobos também ajudam muito, possibilitando mais velocidade e algumas mecânicas únicas para quando estamos montados na criatura.

    Alguns capítulos são mais próximos do jogo anterior, sendo mapas fechados, onde seguimos, basicamente, em linha reta. Alguns puzzles estão presentes, mas honestamente, nenhum deles é muito chamativo.
    O mais interessante é que, alguns desses mapas são desenhados com outros personagens, fora cloud, em mente. Neles, temos alguma mecânica única de movimentação ou exploração baseada naquele personagem protagonista.

    Em geral, a exploração das áreas abertas é curiosa, pois na maioria dos casos, existem 2 rotas, uma leva ao ponto que avança a história, e outro, para o mapa aberto em si. Isso facilita para os que querem avançar mais rapidamente em algum trecho do jogo.
    No restante, todo tipo de missão de reconhecimento nos aguarda, desde as clássicas torres de rádio, até curiosos templos de invocação, que nos ajuda a enfraquecer criaturas para vencê-las mais facilmente no simulador de batalha. Esse simulador também apresenta tutoriais muito interessantes, além de um pesquisador de matérias (orbes equipáveis que nos concede habilidades ativas ou passivas, como magia de fogo/gelo, ou “mais vida”). No geral, o ideal é o jogador explorar bastante, pois existem muitas recompensas além de subir de nível.

    Combate

    O combate do jogo segue o modelo “híbrido” entre turno e ação. Basicamente, é um combate em tempo real, com defesa e esquiva, mas com a opção de “parar o tempo” para escolhermos qual habilidade ou mgia usar.

    Em Rebirth, vemos uma evolução da DLC da parte 1, pois o combate é mais coletivo, usando a chamada sinergia, que dá certas habilidades/golpes de dupla. Para isso, é preciso usar individualmente os personagens e gastar barras com habilidades individuais. o que promove a alternância de personagens.

    Todas essas habilidades de sinergia e outras melhorias podem ser adquiridas numa árvore de habilidades, que evolui ganhando mais opções conforme o nível de grupo sobe, reforçando a ideia de coletividade nesse jogo.

    Gráficos

    Naturalmente, um jogo tão exigente quanto Final Fantasy VII Rebirth demandaria alguns sacrifícios visuais no Nintendo Switch 2. O resultado trouxe alguns pontos problemáticos, com problemas de carregamento, loadings demorados, pop-ins, entre outras coisas.
    No portátil, o que chama a atenção negativamente é a resolução, que em alguns momentos é extremamente baixa. É o primeiro jogo do Switch 2 que passa aquela ideia, que havia no Nintendo Switch (1), de “é preciso tolerar problemas gráficos pra se divertir com o jogo”.

    Ainda assim, é inegável o esforço da equipe que cuidou desta versão. Primeiro porque, a performance em batalha é muito estável, e é uma batalha de 3 heróis contra diversos inimigos. E alguns dos cenários, especialmente mais desérticos, estão realmente lindos no console.
    As cidades também tem alguns contras, mas em geral, mesmo as mais exigentes como Gold Saucer rodam tranquilamente.

    Conclusão

    A conclusão é que é incrível ter um jogo como Final Fantasy VII Rebirth no Nintendo Switch 2; ainda mais com a confirmação da parte 3.
    Apesar de diversos pontos de atenção, estamos falando de um jogo já feito para a atual geração, um jogo moderno, e que chegou pro Switch 2 no primeiro ano do console.

    O jogo ainda tem espaços pra melhorias na parte 3 em diversas áreas como física, puzzles, uma seleção mais cuidadosa de atividades extras pra entrar no jogo final, e claro, otimização no Switch 2.
    Mesmo assim, após 42 horas extremamente focadas na história, o veredito não poderia ser outro além de considerar este, um dos melhores jogos desse primeiro ano do console.

    Avaliação Técnica:

    .Direção de Gameplay: 2,5/3

    .Direção Multi-Arte: 3/3

    .Desempenho e/ou Funcionalidades: 1/2

    .Conteúdo e/ou Fator Replay: 2/2

  • Gravastar: RPG Sci-Fi do Studio Atma Chega ao PS5, Xbox

    Gravastar: RPG Sci-Fi do Studio Atma Chega ao PS5, Xbox

    O Studio Atma, desenvolvedor com sede em Seattle, anunciou oficialmente Gravastar, um RPG de fantasia científica de estilo japonês e baseado em turnos. O anúncio foi feito na última quinta-feira (28), revelando que o título está em desenvolvimento há mais de 10 anos. O jogo será lançado para PlayStation 5, Xbox Series, Switch 2 e PC, embora uma data de lançamento específica ainda não tenha sido divulgada.

    Gravastar é descrito como um JRPG que combina uma estética nostálgica com um sistema de batalha por turnos condicionais único e rápido, inspirado em jogos de luta arcade 2D. Este sistema se diferencia dos JRPGs tradicionais por seu método de entrada de combos de ataque, permitindo aos jogadores alterar o fluxo da batalha e construir sequências extensas.

    A história acompanha Baird, um órfão do exoplaneta Aethera, que descobre ser um Espectro, um ser raro com poder ligado às estrelas. Ele embarca em uma jornada para salvar Aethera de um fanático zelote que busca mergulhar o Universo na escuridão. O jogo promete uma campanha focada na narrativa com mais de 15 horas de jogabilidade clássica de JRPG, onde os jogadores se juntarão a Baird e cinco companheiros jogáveis para desvendar os segredos da rica história de Aethera, aventurando-se por cinco continentes.

    O estilo de arte de Gravastar apresenta animação 3D estilística no estilo de animação 2D tradicional e texturas pintadas à mão. Essa abordagem visa recriar a estética nostálgica dos JRPGs das eras de 16 e 32 bits, mas com um ‘facelift moderno de alta definição’, proporcionando uma experiência visual familiar e ao mesmo tempo atualizada.

    Fonte: Gematsu

    O que é o Nintendo Barato?

    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.

  • The Witch’s Bakery chega em agosto para Switch e Switch 2

    The Witch’s Bakery chega em agosto para Switch e Switch 2

    O RPG de aventura 2D The Witch’s Bakery, desenvolvido pela Sunny Lab e publicado pela Silver Lining Interactive, tem seu lançamento confirmado para agosto de 2026. O título estará disponível para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

    A História da Padeira Lunne em Paris

    The Witch’s Bakery transporta os jogadores para uma Paris moderna, onde assumem o papel de Lunne, uma bruxa alegre que abre sua própria padaria. Lunne possui uma habilidade única: ela pode ver o coração das pessoas e curar emoções através de sua magia, manifestada em seus deliciosos pães e doces. A jogabilidade se divide em fases diárias, onde Lunne gerencia a padaria, explora a cidade e aprofunda relacionamentos, além de aprimorar suas habilidades mágicas e culinárias.

    Para os colecionadores, edições físicas de The Witch’s Bakery serão disponibilizadas para PlayStation 5, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Estas edições terão o preço de £29.99 / $34.99 / €34.99 e incluirão um livro de receitas digital como bônus para compras antecipadas. Além disso, a trilha sonora principal do jogo contará com a composição de Cécile Corbel, renomada por seu trabalho em O Mundo Secreto de Arrietty.

    Fonte: Nintendo Everything

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  • Call of Duty: Modern Warfare 4 chega ao Switch 2 em outubro de 2026

    Call of Duty: Modern Warfare 4 chega ao Switch 2 em outubro de 2026

    A Activision e a desenvolvedora Infinity Ward confirmaram o lançamento de Call of Duty: Modern Warfare 4, a mais recente adição à franquia de tiro em primeira pessoa. O jogo está programado para ser lançado mundialmente em 23 de outubro de 2026 e estará disponível no Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

    Retorno da Franquia ao Nintendo

    Este lançamento representa um marco, pois é o primeiro título principal de Call of Duty a chegar a uma plataforma Nintendo em 13 anos, desde Call of Duty: Ghosts no Wii U em 2013. A Activision destacou que a versão para Nintendo Switch 2 está sendo desenvolvida nativamente, garantindo uma experiência completa e sem as limitações de ports via nuvem ou versões reduzidas. O jogo não será disponibilizado para consoles da geração anterior, como PlayStation 4 e Xbox One, focando exclusivamente na capacidade dos sistemas mais recentes.

    A campanha de Modern Warfare 4 mergulhará os jogadores em um conflito global intenso, com um cenário central na Península Coreana. Os jogadores vivenciarão missões em diversas localidades ao redor do mundo, incluindo Coreia, Nova York e Paris. Além da campanha, o jogo contará com o modo Multiplayer e o retorno do popular modo de extração DMZ. Mais informações detalhadas sobre o jogo são aguardadas para o próximo Xbox Games Showcase, agendado para 7 de junho de 2026.

    Fonte: Universo Nintendo

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  • Nintendo divulga Prólogo de Star Fox dublado em Português do Brasil.

    Nintendo divulga Prólogo de Star Fox dublado em Português do Brasil.

    A Nintendo, por meio do seu perfil nacional, Nintendo Brasil, divulgou hoje, segunda-feira, 25 de maio, o prólogo do novo Star Fox dublado em português do Brasil.

    Confira a publicação:

    A novidade rapidamente ganhou as redes, com diversos fãs da empresa e pessoas ansiosos pelo futuro lançamento, interagindo entre si e compartilhando suas opiniões sobre.

    Veja o post no perfil do CoelhoNEWS no Instagram:

    Sobre o Jogo

    Star Fox é um remake do jogo Star Fox 64, para Nintendo 64.
    Este relançamento trará não apenas gráficos totalmente refeitos, mas uma expansão da história, como justamente, a inclusão de cenas como o prólogo divulgado; além de mais modos multiplayer, incluido online.

    O jogo chega no dia 25 de junho, exclusivamente para o Nintendo Switch 2.

  • Análise: Yoshi and the Mysterious Book Muda As Regras da Série, e dos Plataformas.

    Análise: Yoshi and the Mysterious Book Muda As Regras da Série, e dos Plataformas.

    Yoshi and the Mysterious Book foi lançado, e de repente, todos se surpreenderam com o jogo. O segredo desse mistério do que fez todo mundo se empolgar mais do que os trailers mostrados, é que o título simplesmente muda as regras de como funciona um jogo do Yoshi, e talvez, vá até além e mostre uma nova forma de se fazer jogos de plataforma 2D.

    Embora seu escopo não mostre um jogo particularmente ambicioso, sua nova fórmula e a criatividade usada nela, fazem desse novo jogo um marco para a franquia e para os jogos de plataforma 2D da Nintendo, mesmo a empresa já possuindo alguns dos melhores títulos desse estilo de todos os tempos.

    Sinopse

    Bowser Jr. encontra um livro misterioso (que dá nome ao jogo), mas no processo de levá-lo embora, numa confusão, acaba indo parar dentro dele.
    O livro acaba sendo encontrado pelos Yoshis, que descobrem que ele fala! Mais do que isso, ele pode teleportar os Yoshis pra dentro de suas páginas, e ele pede para que o grupo assim o faça para ajudá-lo a pesquisar as criaturas lá registradas.
    Ou seja, o foco não é o cenário/fase, e sim a criatura. E claro, essa sinopse é apenas a “desculpa” para o jogo começar e introduzir a sua nova fórmula de gameplay.

    Nova Proposta

    As descobertas ficam guardadas no livro misterioso.

    Até então, os últimos jogos do Yoshi, Mario Wonder, Sonic Superstars, etc, tinham o objetivo de começar a fase numa ponta, e chegar até a outra; o desafio era percorrer o caminho. Existem ainda os collect-a-thons, como Mario Odyssey, e em 2D o jogo Promenade, onde o objetivo é conseguir coletáveis o suficiente para progredir.
    Yoshi and the Mysterious Book é mais próximo desse tipo de jogo, mas aqui, não são itens escondidos que avançam o jogo, e sim “descobertas”. Dá pra chamar o jogo de “Discover-a-thon”, se me permitem a brincadeira.

    Cada fase é, na verdade, um palco voltado a um ser daquele livro; e a fase, inclusive, carrega o nome dele, em vez de “fase 1”.
    Nosso objetivo é descobrir mais sobre aquele ser, então, temos que buscar todo tipo de interação, seja pular, engolir ou, colocar nas costas do Yoshi; dentre muitas, muitas outras possibilidades. Após descobrir qual a principal interatividade daquele ser (entenda como, qual mecânica de gameplay ele utiliza), a ideia é percorrer uma fase, construída especificamente pra ele, e testar, quebrando a cabeça, até achar o máximo de interações possíveis.
    Uma hora, uma dessas descobertas vai se revelar uma “missão principal” que dá pra considerar como “término da fase” pois é perguntado se queremos sair dela (e o jogador pode optar por continuar, se quiser). Exemplo simples seria levar um ser do ponto A ao B, mas isso é um objetivo extremamente simples para entendimento, na prática, existem inúmeros objetivos principais, o jogador nunca sabe o que ele terá que fazer até explorar minimamente a fase.

    Na prática, pode parecer a mesma coisa que um collect-a-thon, mas o segredo aqui não é apenas explorar, e sim testar todo tipo de interatividade: pular, tentar engolir, dar um fruta, arremessar um ovo, jogar de um precipício, colocar um ser junto de outro pra ver se acontece uma nova interação e com isso um novo comportamento…
    O que a Good-Feel com a Nintendo fizeram aqui é pegar uma mecânica, representada num ser, e explorá-la ao máximo.

    Mais Inovações

    Não é só o conceito de “fase” que muda. Toda a estrutura do jogo tem um toque único. O que seriam os mundos do jogo, aqui são os “capítulos”, 2 páginas que formam uma imagem cheia das tais criaturas (que são as fases do jogo). Algumas criaturas só aparecem nos capítulos após a conclusão de uma fase, mas em boa parte dos capítulos, já existe de imediato, pelo menos mais de uma opção. E não tem certo ou errado, a progressão é aberta, o jogador escolhe qual criatura investigar primeiro.

    Mesmo para desbloquear outros capítulos, a métrica aqui não é chegar ao fim da última fase, e sim conseguir estrelas o suficiente (na imagem acima, 260)que conseguimos com as descobertas (algumas descobertas valem 1, outras 2 e algumas 3 estrelas, dependendo da raridade/dificuldade).
    Tendo estrelas o suficiente, o jogador pode até mesmo pular fases e até mesmo CAPÍTULOS inteiros. O que é bem interessante, mas acaba gerando o maior problema do jogo…

    Sem Compromisso Demais?

    Em Yoshi and the Mysterious Book, a maioria das coisas não são obrigatórias. Não só o jogo traz uma progressão aberta, onde cada jogador pode avançar com fases diferentes (ou, mesmo que joguem a mesma fase, fazem descobertas diferentes) como ele é muito pouco exigente para desbloquear novos capítulos.
    Com apenas 20 estrelas, o segundo capítulo já é liberado, e isso é possível com uma única fase! O sexto capítulo exige 218, e considerando que cada fase tem mais de 20 estrelas, isso dá menos de 10 fases.
    O jogo já não tem dano/vida, nem limite de tempo, sendo possível ficar o quanto quiser em cada fase, então, dava pra exigir mais do jogador que sente que está avançando rápido demais. Pra piorar, a Nintendo utilizou novamente do “final falso”, com uma batalha de chefe que leva aos créditos após o capítulo 6, dando a sensação de que o jogo terminou ali; mas nem a história terminou, como ainda existem novos capítulos depois daquele ponto. Como esses novos capítulos são, de certa forma, mais difíceis, talvez a Nintendo quis deixar as crianças satisfeitas com um final falso, ou, por conta da progressão aberta demais, ela precisava desse final falso para finalmente colocar uma barreira maior entre o capítulo 6 e os demais.

    O jogo é sim, curto, em termos de “possibilidade de término”. Pulando fases/capítulos, ou fazendo apenas o mínimo delas, em 8 horas se chega no final verdadeiro. O ponto é que Yoshi and the Mysterious Book não é sobre “chegar ao final” -nem da fase, nem do jogo- é sobre curiosidade, experimentação e quebra-cabeças sobre cada uma das mais de 50 criaturas/fases do jogo.
    Mesmo quem não buscar os literais 100%, fazendo todas as descobertas, mas apenas experimentar do jeito que sua curiosidade pedir, cada uma dessas criaturas, que nada mais são do que ferramentas de gameplay, certamente levará mais que o dobro disso.
    Os 100% também são fáceis de conseguir, já que é possível pagar por dicas, 20 por uma simples, e 100 por uma “completa”. Mesmo assim, novamente, são muitas descobertas por fase, e algumas envolvem sim um desafio motoro, ou seja, mais do que saber o que fazer, tem alguma dificuldade em conseguir fazer.
    Sendo assim, no fim o jogo entrega mais de 40 horas de conteúdo, espalhado em dezenas de fases, cada uma com uma mecânica diferente. Um verdadeiro show de criatividade.

    Outros Aspectos

    Em termos de direção de arte, o jogo é incrível. O estilo visual que simula uma aventura que se passa num livro ficou excelente. Olhando de perto (principalmente no portátil) dá pra ver que o jogo poderia ter uma qualidade de imagem final melhor, mas a parte artística não deixa esses pontos ruins terem algum destaque.

    A música é boa, e coloca alguns temas na cabeça. Mas no geral, não chega a ser nada incrível. Serve bem ao propósito, mas tirando alguns composições, não é nada demais. O Sound Design vai pro mesmo caminho, com alguns momentos de destaque, mas no geral, apenas cumpre seu papel.

    Em termos de performance, o jogo também é satisfatório, mas não perfeito. Algumas transições de tela tem travamentos, e loadings no jogo são maiores do que deveriam pra um jogo 2D de pequenas fases no Nintendo Switch 2. Aliás, esse jogo não aparenta ter algo muito pesado para o Switch original, apenas se preservando de possíveis problemas de desempenho, já que ele foi feito na Unreal Engine 5, um motor bem mais recente do que o console Switch 1.

    A história acaba sendo um ponto fraco. Por mais que aventuras casuais e familiares como essa, costumam ter essa direção narrativa de “apenas um gancho pro jogo acontecer”, até mesmo o saudoso Yoshi’s Island de Super Nintendo tem um enredo mais elaborado. Praticamente, apenas uma fase por capítulo traz algum diálogo entre Yoshi e a dupla Bowser Jr. e Kamek, e mesmo eles, não tem nada muito relevante, tanto que podem ser pulados.
    A narrativa desse jogo é possivelmente menor que este parágrafo sobre ela.

    Conclusão

    Sem dúvidas alguma, Yoshi and the Mysterious Book fecha com um saldo super positivo, deixando um sorriso no rosto de quem o jogou, e surpreende por elevar a importância da franquia no catálogo dos jogos de plataforma.

    A fórmula de game-design está perfeita. O modelo “Discover-a-thon” é valioso, único e se a criatividade da Good-Feel permitir uma sequência, basta replicar o modelo, corrigindo os poucos erros do jogo, que basicamente são sobre acreditar pouco no impacto do game, aumentando ambição, dando músicas, história e outros elementos técnicos mais elaborados e ambiciosos. Basicamente, subir o escopo do jogo.
    Além disso, é ótimo ter liberdade de progressão, mas a facilidade em progredir não pode ser tanta a ponto de permitir que jogadores mal joguem o próprio jogo. Mas isso ainda é um “problema opcional” que aqueles que se permitirem curtir o jogo sem pressa, não experienciarão.

    Pontuações:

    Avaliação Técnica:

    • Direção de Gameplay: Terrível / Ruim / Insatisfatório / OK / Satisfatório / Ótimo / Incrível (3/3).
    • Direção Multi-Arte: Terrível / Ruim / Insatisfatório / OK / Satisfatório / Ótimo / Incrível (2,5/3)
    • Desempenho e/ou Funcionalidades: Péssimo / Insatisfatório / OK / Satisfatório / Ótimo (1,5/2)
    • Conteúdo e/ou Fator Replay: Péssimo / Insatisfatório / OK / Satisfatório  / Ótimo  (1,5/2)

  • Estamos Jogando: Mina the Hollower Tem Tudo Pra Ser Top Indies de 2026

    Estamos Jogando: Mina the Hollower Tem Tudo Pra Ser Top Indies de 2026

    Mina The Hollower é a nova aposta do estúdio Yatch Club, e chega na próxima semana. Tivemos acesso às primeiras horas do jogo, e nessa prévia, dá pra entender porque o estúdio está colocando suas fichas nesse jogo.

    Ideal pros fãs dos Zeldas clássicos, aliás, não só de Zelda, mas dos jogos retrôs em si, Mina the Hollower parece simples, mas é simplesmente o maior jogo da Yatch Club, os criadores do lendário jogo Shovel Knight, que foi uma referência indie por muito tempo.
    Se trata de um jogo gigantesco, de mundo interconectado e com o polimento característico do estúdio.

    Gameplay

    No jogo, podemos escolher entre 3 armas iniciais: martelo, faca e uma mangual (aquela bola de espinhos numa corrente), além de termos uma arma secundária que é um item consumível (como num Castlevania) e até um sistema de level está presente.

    Mas o destaque fica pra mecânica que influencia principalmente a parte da exploração e plataforma, e é a habilidade de cavar e se locomover embaixo da terra. Isso é usado pra saltar mais longe, pegar objetos pesados e desviar de ataques inimigos, além de encontrar uns cantos mais escondidos. Dito isso, em vários momentos, é preciso usar essa habilidade com precisão, pois timing é algo relevante nesse jogo, tanto no momento de cavar, quanto no de sair, se não o pulo/desvio/etc pode sair errado e mais atrapalhar que ajudar.

    Extras

    Além disso, o jogo fez mais do que o dever de casa. No Switch 2 ele tem opção de 120fps, tem inúmeros filtros de imagem, e o mais legal é que o jogo tem vários modificadores, desde uns que aumentam ou dificultam o jogo, qualidade de vida, e até regras mais caóticas pros jogadores customizarem sua experiência, o que é bem útil principalmente pro fator replay, porque de repente você não quer mexer em nada pra ter a experiência “padrão”, mas, rejogando, aí sim liga um monte de coisa, faz experimentações e nisso, vira outro jogo.

    Nós jogamos a versão final, e se parecia bom, agora já dá pra cravar que esse aqui vai ser um dos indies de destaque do ano. Tá simplesmente tudo bem satisfatório no jogo, combate, puzzles, exploração, level design, trilha, cenários…tá tudo bem redondinho mesmo.

    E é um universo bem estruturado, com várias cidades, um plot interessante, em resumo, a Yatch Club “cozinhou” aqui.
    Ainda não jogamos o suficiente pra um veredito, aqui é apenas uma prévia, mas… provavelmente um tier S vem aí.

  • Nintendo planeja 20 milhões de Switch 2 até março de 2027

    Nintendo planeja 20 milhões de Switch 2 até março de 2027

    A Nintendo solicitou a seus parceiros e fornecedores a montagem de aproximadamente 20 milhões de unidades do console Switch 2 para o ano fiscal que se encerra em março de 2027. A informação foi revelada em uma reportagem da Bloomberg, citando fontes familiarizadas com o assunto. O volume planejado supera em cerca de 20% a projeção pública de vendas da empresa, que é de 16,5 milhões de unidades para o mesmo período.

    Como funciona a estratégia de vendas da empresa?

    Segundo o analista de mercado Serkan Toto, de Tóquio, a Nintendo tem um histórico de adotar projeções conservadoras para depois superá-las. No primeiro ano de lançamento do Switch 2, que chegou ao mercado global em 5 de junho de 2025, a empresa previu inicialmente a venda de 15 milhões de unidades, mas encerrou o ano fiscal com 19,86 milhões de consoles vendidos. A nova meta de produção indica que a gigante japonesa enxerga um forte potencial de demanda contínua para o hardware.

    A decisão de manter a produção em alta ocorre logo após a Nintendo anunciar aumentos de preços para o Switch 2 devido ao encarecimento de componentes e flutuações cambiais. No Japão, o valor do console subirá de 49.980 para 59.980 ienes a partir de 25 de maio de 2026. No Ocidente, os reajustes entram em vigor em 1 de setembro de 2026, elevando o preço nos Estados Unidos de $449,99 para $499,99, com aumentos semelhantes no Canadá e na Europa.

    Para sustentar o interesse do público, a empresa aposta em um catálogo robusto, que inclui o recente sucesso Pokémon Pokopia e os futuros lançamentos de Star Fox e Splatoon Raiders.


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  • Yoshi and the Mysterious Book É Lançado Nesta Quinta – Veja Como Está o Jogo no Modo Dock e Portátil.

    Yoshi and the Mysterious Book É Lançado Nesta Quinta – Veja Como Está o Jogo no Modo Dock e Portátil.

    O jogo Yoshi and the Mysterious Book foi lançado hoje -quinta-feira, 21 de maio- exclusivamente para o Nintendo Switch 2.
    O novo jogo de plataforma 2D do sempre carismático Yoshi traz uma nova abordagem onde o objetivo das fases é fazer descobertas sobre personagens de um livro mágico. Quanto mais descobertas fizermos, mais progredimos no jogo.
    A análise do jogo será feita em breve aqui no site CoelhoNEWS.

    Enquanto isso, foi postado no nosso canal do Youtube (também CoelhoNEWS), 2 vídeos de gameplay, um para o modo dock/TV e outro para o modo portátil, afim de checarmos como ambos os modos rodam o jogo.

    Modo Dock/TV

    Na TV, o jogo performa em alta resolução e sem problemas de performance. Vale notar que as animações dos personagens utilizam da técnica de retirar alguns quadros por segundo, propositalmente, lembrando um pouco estilos como Stop Motion, ou animações modernas e mesmo videogames como Mixtape.

    Modo Portátil

    O modo portátil surpreende, mantendo uma ótima qualidade de imagem e estabilidade de performance. Alguns efeitos visuais e nitidez são perdidos, o que é evidente, por se tratar de um modo portátil e que precisa se preocupar com bateria.

    Estilo Visual Favorável

    Yoshi and the Mysterious Book usa um estilo gráfico estilizado, para combinar com a ideia de “aventura dentro de um livro” que é ótimo, tanto para remeter aos clássicos como Super Mario World 2: Yoshi’s Island, quanto para otimizar gráficos, gerando pouquíssima perda de qualidade de um modo para o outro.

    Como habitual do estúdio desenvolvedor do jogo, a Good-Feel, o que realmente chama a atenção visualmente nesse primeiro momento é a ótima direção de arte.
    A Good-Feel é conhecida por jogos como Kirby’s Epic Yarn, Yoshi’s Crafted World e Warioware: Shake It!; além de jogos sem relação com a Nintendo, como Bakeru. Este é o primeiro título do estúdio lançado para o Nintendo Switch 2.

  • House Flipper 2 é anunciado para o Nintendo Switch 2

    House Flipper 2 é anunciado para o Nintendo Switch 2

    A editora Silver Lining Interactive e a desenvolvedora Frozen District anunciaram oficialmente que o aclamado simulador de reforma e design de interiores, House Flipper 2, será lançado para o Nintendo Switch 2. A previsão é de que o título chegue ao novo console da Nintendo em algum momento durante o terceiro trimestre de 2026.

    Como será a edição física e a expansão Sakura?

    Os jogadores que adquirirem a versão física do jogo no Switch 2 receberão um pacote robusto. O lançamento incluirá o jogo base completo e a expansão Sakura DLC, que foi lançada globalmente para outras plataformas em 21 de maio de 2026.

    Esse conteúdo adicional traz mais de 600 itens temáticos inspirados na cultura japonesa. A expansão permite a criação de ambientes que misturam o estilo “Japandi”, cerâmicas tradicionais e complexas estruturas de madeira no novo cenário de Akamatsu Valley, que conta com o Monte Fuji ao fundo.

    Quais recursos extras estarão disponíveis no lançamento?

    Além do tradicional Story Mode, onde os jogadores ajudam a restaurar a cidade de Pinnacove, House Flipper 2 no Switch 2 contará com o Sandbox Mode desde o primeiro dia. Essa ferramenta de criação livre permite construir casas do zero, compartilhar projetos e desafiar a comunidade.

    Para expandir ainda mais a experiência criativa, os desenvolvedores confirmaram que o jogo terá suporte completo a modificações por meio da plataforma mod.io já no lançamento.

    Fonte: Universo Nintendo

    O que é o Nintendo Barato?

    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.

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