Tag: Switch 2

  • Mario Kart World recebe conteúdo novo, gratuito e confirma  ainda mais no futuro

    Mario Kart World recebe conteúdo novo, gratuito e confirma ainda mais no futuro

    A Nintendo disponibilizou -de surpresa- nesta madrugada, o update 1.7.0 para o jogo Mario Kart World, exclusivo de Nintendo Switch 2.

    Além das tradicionais correções de bugs e balanceamentos, este up0date se destacou por trazer não apenas conteúdo novo gratuito, mas a confirmação de que mais desses conteúdos gratuitos virão.

    Modo Eliminatória – 8 Novos Ralis (2 Já Disponíveis)

    O modo eliminatória ganhou uma nova aba de escolha de Ralis.
    Ao todo, 8 novas rotas estão nessa nova aba, dobrando o número original. Das 8, 2 já estão disponíveis: Rali Broca e Rali Bumerangue.
    Estas rotas ficam disponíveis depois de o jogador ter completado um dos ralis do Knockout Tour.

    O modo Rali não adiciona pistas novas, apenas cria um longo percurso planejado que conecta 6 pistas e os respectivos trajetos entre essas pistas. Trata-se de um “modo sobrevivência” onde a cada checkpoint, os últimos jogadores vão sendo eliminados.

    Adesivos no Modo Foto

    O Modo Foto também ganhou uma valiosa melhoria: agora, é possível colar os adesivos adquiridos durante as missões do modo livre.
    Os adesivos podem ser colocados usando o modo mouse ou touch do modo portátil.

    O Modo Livre possui 394 missões de botão-P, e todos eles dão um adesivo ao ser completado. O que até então, não era considerado valioso já que, até então, somente UM adesivo poderia ser acoplado nos veículos, e sem a opção do jogador escolher onde.

    Balanceamento e outras novidades

    Além dessas 2 grandes novidades, muitas outros mudanças apareceram com esta atualização:

    Geral

    • Aumentada a performance de aceleração de personagens e veículos que tinham aceleração reduzida.
    • Aumentada a velocidade de planagem de personagens que já tinham velocidade elevada, assim como a de alguns outros personagens e veículos.
    • Agora é possível saltar imediatamente depois de ser atingido pela magia de Kamek ou por um Bullet Bill.
    • Ajustadas as condições em que o jogador pode fazer um Jump Boost ao chacoalhar o controle durante corridas sobre a água.
    • Foi ajustado o comportamento após aterrissar em rivais, e o tempo de impulso depois da aterrissagem aumentou.
    • Agora é possível interromper o vácuo ao frear antes que ele comece.
    • Ajustada a taxa de obtenção de itens a partir das caixas de itens, tanto em corridas normais como no modo Eliminatória.
    • Agora é possível ver a Super Buzina de um adversário,
    • Adicionada uma rampa na corrida que liga a Fortaleza Voadora até o Castelo do Bowser.
    • Adicionado suporte para tailandês.

    Por fim, uma grande lista de correções para erros diversos foi corrigida.

    Por fim, um trailer da atualização foi disponibilizado no canal da Nintendo Portugal e outros países europeus:

  • Star Fox: Veja comparação do novo jogo entre dock, portátil e ainda, o jogo original pelo NSO.

    Star Fox: Veja comparação do novo jogo entre dock, portátil e ainda, o jogo original pelo NSO.

    Star Fox foi lançado hoje, 25 de junho de 2026, exclusivamente para Nintendo Switch 2. O jogo se trata de um remake do saudoso Star Fox 64, do Nintendo 64 (obviamente), e lançado em 1997 (quase 30 anos atrás, praticamente).

    Este remake foi produzido em parceria entre a Nintendo e a Velan Studios, um estúdio americano, ou seja, ocidental. O que combina com a origem da franquia, já que o primeiro jogo da série era uma parceria entre Nintendo e a britânica Argonaut Games.

    Desempenho no console

    Star Fox (o remake) chamou a atenção no seu anúncio pela repaginada visual, não apenas em detalhes gráficos, mas o estilo mais próximo do realista, o que incluiu o design de personagens, que ganharam uma aparência mais animalesca e menos cartunesca.

    O jogo alcança até 60 quadros por segundo, tanto na dock quanto no portátil, e ao longo de todo o jogo, não foi encontrado nenhuma queda de performance ou problemas técnicos.

    O destaque vai para o modo portátil, que alcançou visuais muito satisfatórios, e novamente, ainda segurando a alta performance de 60 quadros por segundo.

    Comparação

    Na comparação feita pelo portal CoelhoNEWS, é possível ver lado a lado ambos os modos do remake; além disso, a versão original também foi usada como referência. Vale lembrar que ela está disponível pelo aplicativo do console Nintendo 64, inclusivo como benefício para assinantes do plano de expansão do serviço online, Nintendo Switch Online.

    Apesar da abismal diferença visual e sonora, curiosamente uma das principais diferenças não se pode ver: jogabilidade.
    Enquanto o remake se mostra firme nos 60 quadros por segundo durante 100% do jogo, o original já traz algumas “travadinhas” que incomodam pra quem acabou de jogar a nova versão.
    Os controles ganharam mais botões e eles também facilitam bastante as manobras.
    Por fim, a física teve alguns ajustes, e no geral, se controla a Arquing melhor na nova versão.

    Veja o vídeo de comparação:

    Star Fox está dublado em português do Brasil, possui um valor reduzido em relação aos demais lançamentos da Nintendo, custando R$280 e já pode ser adquirido.

    Uma análise do jogo será publicado em nosso site muito em breve, não percam!

  • Estamos Jogando: “to a T” é mais curioso do que bom

    Estamos Jogando: “to a T” é mais curioso do que bom

    O jogo “to a T” é difícil de entender até colocar as mãos. Numa histórica parceria entre a gigante publicadora indie Annapurna, o criador de Katamari Damacy Keita Takahashi, e a AbleGamers que é uma empresa focada em acessibilidade, “to a T” traz um carismático personagem, com um pedaço de humor japonês e uma temática original.
    Mas foi o suficiente?

    Sobre O Jogo

    O protagonista é um avatar customizável e que por padrão, se chama apenas “jovem”. Ele tem uma condição única que é permanecer pra sempre no formato de T, ou seja, braços esticados para o lado.
    A ideia é bem simples: acompanhar o rapaz que acabou de fazer 13 anos em sua rotina. Mais do que um “simulador de vida”, o jogo se parece um “slice of life”, um gênero comum aos animes, e que retratam rotinas em vez de tramas complexas.
    Isso porque, é óbvio que vai existir uma influência japonesa vindo do criador de um dos jogos mais nipônicos já feitos, que é o Katamari Damacy. Mas não apenas isso, o jogo em vários momentos se parece com esse tipo de anime, o que inclui uma música tema que é repetida conforme avançamos.

    O jogo vai trazer ainda alguns poderes que o protagonista acaba adquirindo por aproveitar seu formato, numa ideia de “você é único de um jeito bom”. O jogo não fica o tempo todo falando da condição do jovem como algo ruim, mas ela também não é ignorada pelos seus colegas de escola, e é claro, alguns momentos de gameplay são sobre coisas rotineiras que ganham uma dificuldade extra pela condição peculiar.
    É uma mistura interessante entre “gameplay maluca de jogo japonês”, e “jogo de conscientização ocidental”.

    Dito isso, “to a T” entrega uma experiência OK, mas apenas OK, olhando para seu gameplay. O que segura o jogador é o carisma do protagonista e os momentos engraçados típicos do Japão. A exploração é rasa, e os momentos de gameplay não são muito interessantes, poderiam ser mais desenvolvidos.

    Rodando no Switch 2

    E aí, falando de performance, vem a segundam á notícia: o jogo não roda bem.
    A fluidez deixa muito a desejar, com mini-travamentos o tempo todo, e os visuais não são nada demais, o que torna a falta de fluidez ainda pior.

    É uma situação que lembra muito alguns casos com o primeiro Nintendo Switch, onde uma versão só poderia ser recomendada se for a única opção da pessoa, ou, caso ela priorize MUITO o portátil e lide bem com problemas técnicos.
    Mas após um ano com tantas ótimas versões em jogos complexos pro Switch 2, ver um “slice of life” cartoon deixar a desejar fica feio.

    Conclusão Inicial

    Certamente, “to a T” vai valer a pena quando direcionado à pessoa certa, afinal, o que ele tem de bom é raro, mesmo num mercado com tantos jogos. Seu carisma é indiscutível e se de fato o jogo fosse um anime, seria bom de assistir.
    Entretanto, o trabalho simplório na gameplay nicha o jogo para essas poucas pessoas.

    É um jogo OK, que se mostra mais uma curiosidade a ser sanada, que um bom jogo a ser jogado.

  • Estamos Jogando: Wanderstop é mais que jogo relaxante, é sobre importância de relaxar.

    Estamos Jogando: Wanderstop é mais que jogo relaxante, é sobre importância de relaxar.

    Wanderstop é um caso curioso dentro dos chamados “cozy-games”, os jogos relaxantes e em muitos casos, como este, apelidado de “jogo de fazendinha”. Apoiado no nome de seu criador, Davey Wreden, que ganhou fama com o genial The Stanley Parable, Wanderstop foi concebido como uma pausa nos jogos mentalmente complexos, pra criar um jogo relaxante; mas é claro que ao fim, ele se tornaria mais complexo do que isso.

    Lançado em março de 2025, o jogo chega pouco mais de um ano para o Switch (1) e Switch 2, o que é completamente justo, já que consoles da Nintendo se tornaram o lar dos tais “cozy-games”.
    E de fato, embora todos os principais nomes do gênero, hoje, estejam na Nintendo, como Pokémon Pokopia, Animal Crossing, Hello Kitty Island Aventure e Palia; Wanderstop é do tipo que não poderia faltar, porque o que ele traz, nenhum outro desses apresenta.

    Sobre o Jogo (Verdadeiramente)

    Após entrar pra história dos indie games, é claro que o Davey ficou exausto. A ideia de criar um cozy-game então surgiu, porém, criar um jogo relaxante não é necessariamente uma tarefa relaxante, e logo, Wanderstop se tornou uma quase reflexão jogável.

    Alta é uma lutadora de elite que acaba indo parar numa casa de chá, o que pra ela não faz o menor sentido, não só porque tomar chá não traz técnica em combate, como o ambiente dessa “casa de chá” é feito pra se relaxar, e não criar uma cadeia de produção como num Overcooked da vida.
    Por motivos de spoilers, é melhor o jogador descobrir por si só o motivo, mas Alta acaba ficando naquele lugar ajudando Boro a fazer os chás.

    Mecanicamente falando, em aspectos técnicos, Wanderstop é o que se espera de um cozy-game: você planta, colhe, faz chás, varre o espaço, etc.
    O jogo também é, claro, sobre servir clientes, o que inclui não apenas o processo de fazer o chá, mas ouvir suas histórias.

    Mas o real ponto do jogo é que ele é mais do que isso. Ao longo da jornada, Alta vai entendendo o que Davey quer que você entenda: a importância de relaxar e fazer um chá; e a gameplay é meramente a ferramenta para dar luz à esse conselho, a forma de colocar isso em prática. Pura arte.

    Geralmente, “jogos de fazendinha” são sobre personagens que tem o sonho de morar numa ilha, que herdaram a fazenda do seu avô, uma pessoa disposta a ajudar a reconstruir uma ilha. Wanderstop e sua protagonista Alta se diferem nisso: ela não quer começar essa jornada, ela não tem o sonho de cuidar de uma casa de chá… mas esse destino a encontrou por necessidade.

    Talvez o cozy-game mais próximo de Wanderstop seja, na verdade, Spiritfarer. Os dois querem entregar uma divertida gameplay, te colocar um lugar que se tornará seu lar enquanto a jornada durar; mas mais do que isso, eles querem passar uma mensagem, e a de Wanderstop é com certeza mais fácil de se identificar, principalmente quando se é um adulto.

    Rodando no Switch 2

    Wanderstop roda de modo “suficiente” no Switch 2. Ainda distante de outras versões, ainda com algumas texturas de baixa resolução, e muito abaixo do que o console pode oferecer. Mas não deixa de entregar uma versão perfeitamente jogável com nada além de pequenos incômodos.

    Infelizmente o estúdio responsável pelo jogo, a Ivy Road, foi fechado em março de 2026, então, provavelmente partiu da própria publicadora, Devolver Digital, trazer o jogo pro Switch 2, mas não com tanta dedicação, até porque, infelizmente o jogo não teve um grande alcance.

    Conclusão Inicial

    Wanderstop é certamente recomendável para o público dos cozy-games; mas não apenas eles. Jogadores interessados numa narrativa envolvente, com personagens bem escritos e uma mensagem importante, também não podem deixar o jogo passar.

    Talvez o que atrapalhe é que o jogo fica num meio termo perigoso: ele não é nem um jogo narrativo com pouca gameplay, nem um jogo super arcade com uma história de pano de fundo. Talvez, quem só queria um jogo de repetir tarefas durante 200 horas, não vai curtir uma jornada sucinta de 10 a 15 horas, com começo meio e fim; e talvez aqueles que se interessaram na parte narrativa também não vão gostar de controlar Alta enquanto ela faz chás e varre seu quintal.
    O que é uma pena, pois alguns jogos se expressam como arte através da gameplay, e outros através da narrativa;Wanderstop não só faz os 2, mas como um é o exato complemento do outro, e é por isso que não existe cozy-game como este aqui.

  • Estamos Jogando – Observer: System Redux é Cyberpunk Investigativo Instigante no Switch 2

    Estamos Jogando – Observer: System Redux é Cyberpunk Investigativo Instigante no Switch 2

    A Bloober Team tem ficado cada vez mais conhecida no ramo dos jogos de terror, principalmente após o sucesso de Silent Hill 2 Remake e o recente Cronos: The New Dawn. Entretanto, em 2017, a empresa lançou um jogo de aventura investigativa, chamado Observer. Com a chegada dos consoles da atual geração, uma nova versão, System Redux, foi feita. E agora, é essa versão definitiva que chega pro Switch 2.

    Ou seja, o jogo é anterior à consagração do estúdio nos jogos de terror, e mostra um lado da empresa que os fãs precisam conhecer.

    O Jogo

    No game, controlamos uma espécie de “detetive neural”, e vamos investigar uma área que tem um assassinato importante. Só que é uma sociedade cyberpunk, os governos caíram, a humanidade passou por um combo de praga e guerra, e a gente vai lendo mais sobre esses acontecimentos também em diálogos do jogo.
    O importante sobre isso é que o nosso personagem (que tem ali uns 55 anos, é um protagonista bem mais velho que o habitual), pode investigar o cérebro de pessoas, incluindo mortas, e quando a gente invade o cérebro, acontece uma sequência toda abstrata, psicodélica, que aí, mesmo o jogo não sendo de terror, a experiência do estúdio com esse tipo de jogo faz esses sequências serem um showcase de direção de cena.
    Outro fator interessante é que nosso protagonista trabalha para, o mais próximo que sobrou de governo, mas que se assemelha mais uma fação tirana, então… a população geral não gosta muito da gente, afinal, somos não só uma peça desse grupo, mas uma que pode entrar na mente para fins de investigação.

    O jogo tem alguns puzzles, uma exploração não guiada, mas é uma história centrada, de umas 10 horas que se passa basicamente num conjunto habitacional.

    Experiência no Switch 2

    Visualmente, o jogo é impecável. Em parte, não é um jogo desafiador, afinal, a sua primeira versão teve até mesmo uma versão para o primeiro Switch. Mas a versão System Redux é exclusiva da nova geração, e mesmo assim, o Switch performa de forma consistente.
    O destaque, inclusive, vai para o modo portátil do jogo, que traz pouquíssimas perdas, com uma qualidade de imagem incrível, mesmo mantendo uma alta taxa de quadros por segundo (provavelmente 60).

    O jogo ainda suporta o modo mouse do Switch 2, e esse é um excelente jogo para se usar o modo, afinal, ele traz mais precisão para se olhar para objetos e personagens, mas sem exigir movimentos bruscos, perfeito pra se acostumar com o modo.

    Conclusão Inicial

    Em geral, Observer: System Redux não tem erro. Se você curte temáticas mais maduras, cyberpunk, investigação de crime e uma jornada mais direta de aproximadamente 10 horas, certamente Observer: System Redux pode te surpreender.

    O lançamento ainda reforça o imenso suporte da excelente Bloober Team para o console. Sendo praticamente “a Capcom oriental” nesse sentido. O que é extremamente significativo, já que no primeiro Switch, jogos de terror e suspense (como Observer) era um déficit, mas agora, a Nintendo encontrou uma desenvolvedora extremamente relevante no segmento para dar suporte com diversos jogos.

  • The Legend of Kage: Clássico chega ao Nintendo Switch 2

    The Legend of Kage: Clássico chega ao Nintendo Switch 2

    The Legend of Kage, um clássico jogo de ação originalmente desenvolvido pela TAITO, chega na próxima quinta-feira (18). A desenvolvedora Hamster anunciou que o título estará disponível para PlayStation 5 e Switch 2 como parte de sua iniciativa ‘Console Archives’.

    Lançado originalmente pela TAITO em 1986 para um console doméstico de 8 bits, The Legend of Kage transporta os jogadores para o papel de Kage, um ninja Iga. Sua missão é resgatar Kirihime (também referida como Princesa Kiri), que foi sequestrada por vilões e levada para um reino demoníaco. Os jogadores utilizarão espada, shurikens e diversas técnicas ninja para alcançar o castelo dos antagonistas e completar o resgate.

    A série Console Archives da Hamster tem como objetivo principal trazer jogos clássicos de consoles domésticos para plataformas de jogos modernas, garantindo que novas gerações de jogadores possam experimentar títulos históricos. Esta iniciativa busca preservar e revitalizar a memória dos videogames.

    Para The Legend of Kage e outros títulos da série Console Archives, a Hamster adicionou recursos que aprimoram significativamente a experiência de jogo. Entre as melhorias, destacam-se:

    • Layouts de botões personalizáveis: Permitem aos jogadores configurar os controles conforme sua preferência.
    • Configurações de tiro rápido: Otimizam a jogabilidade para combates mais dinâmicos.
    • Múltiplos pontos de salvamento: Oferecem maior flexibilidade e conveniência durante as partidas.
    • Função de retrocesso: Disponível em alguns títulos, permite corrigir erros ou revisitar momentos específicos.

    Além disso, os jogadores poderão ajustar o layout da tela e aplicar filtros que recriam a atmosfera nostálgica das TVs CRT da época, proporcionando uma personalização visual completa e autêntica.

    A série Console Archives foi lançada em fevereiro de 2026, com os primeiros títulos a serem disponibilizados incluindo Cool Boarders e Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos. A Hamster expressou a esperança de que tanto fãs de longa data quanto novos jogadores encontrem um favorito e desfrutem dos jogos à sua maneira.

    Fonte: Gematsu

    O que é o Nintendo Barato?

    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.

  • Estamos Jogando: Rise of the Tomb Raider é o melhor jogo da franquia no Switch 2.

    Estamos Jogando: Rise of the Tomb Raider é o melhor jogo da franquia no Switch 2.

    A franquia Tomb Raider possui diversos relançamentos no “ecossistema Nintendo Switch”, desde a saga clássica remasterizada, spin-offs top-down chamados de Lara Croft Collection, e em 2025, finalmente recebeu o primeiro jogo da mais recente trilogia, apelidado de “Tomb Raider 2013” ou, “Tomb Raider Reboot”.
    É uma franquia lendária, e com jogos preciosos. Porém, basicamente são relançamentos de jogos já bem antigos e de gerações muito pra trás do Switch 2.

    Finalmente isso mudou com a chegada de “Rise of the Tomb Raider”, um jogo que, até cabe dizer ser antigo, já que sua primeira versão é de 2015. Mas sendo um jogo da geração anterior, apenas de não parecer a última moda de Paris, ainda é uma experiência atual.

    Como Funciona

    Seguindo os moldes do anterior, Rise of the Tomb Raider traz aquela experiência cinematográfica mas que exige reflexos pras cenas não terminarem em derrota. Várias sequências são sobre “tudo desmoronando” e o jogador tendo que reagir -relativamente- rápido ao pular, se desviar, e até atirar em algo, até completar a cena.
    É feito, sim, para ser visualmente impressionante do que mecanicamente elaborado, mas também não é nenhum tipo de gameplay que basta ficar apertando pra frente e tudo se resolve por você.

    Obviamente, inúmeras cavernas, ruínas e outros formatos de “dungeon” aparecem, com puzzles pra se resolver, envolvendo o cenário e formas de se interagir com ele. Em geral, são trechos mais elaborados em level design embora ainda caprichem bem na fotografia das cenas.

    E claro, existe combate contra a seita, ou facção, que está atrás do mesmo tesouro que Lara. Ao contrário do primeiro jogo, o combate de arma de fogo está disponível desde o começo, o que beneficia este título no Switch 2, que possui o modo mouse para uma mira mais precisa.

    Em resumo, é o tradicional “pacote completo” de um jogo de aventura. Algo novo nesse jogo e interessante é o sistema de aprimoramento em leitura: Lara encontra murais ou pinturas em idiomas diferentes, e quanto mais pontos como esse encontrarmos, mais ela lê e entende aquele idioma. O que faz todo o sentido no contexto do jogo.

    Maturidade

    A grande diferença deste para o antecessor, é que agora Lara está mais madura. O jogo de 2013 apresenta a ideia de crescimento da personagem, que é largada numa enrascada contra sua própria vontade, e quer apenas fugir. Porém, no caminho, ela vai ficando cada vez mais forte e corajosa.

    Em Rise of the Tomb Raider, Lara já passou pelo jogo anterior, e já começa muito mais confiante, experiente e sem receios de enfrentar quem for. Os 2 jogos são muito bons, e a proposta do jogo anterior “de caça à caçadora” é muito interessante; mas neste jogo temos uma protagonista mais imponente, e isso é muito bom, não só pela questão do carisma, mas porque permite o jogo colocar situações mais megalomaníacas desde o início.

    Esse salto permitido pela história, casa muito bem com o salto geracional que os 2 jogos tiveram, pois não só a protagonista aguenta desafios maiores, como o hardware permite exibir estes desafios com imagens muito mais impressionantes.
    É até impressionante como de um jogo para o outro tem somente 2 anos e meio de diferença. O que mostra que não só a Lara amadureceu, como o time de desenvolvedores dos jogos.

    Rodando no Switch 2

    No Switch 2, a performance é satisfatória, especialmente no modo portátil. O único ponto que muitos podem achar ruim, é a falta de um modo performance, já que o jogo roda a 30 quadros por segundo.
    Esta taxa é constante durante o jogo, então, leva-se a acreditar que preferiram focar em um modo, que entregasse melhores visuais.

    No portátil, o jogo é muito bonito, sendo até mais recomendável a experiência “On The Go”, e de certa forma, ela mostra que o modo dock tem poder sobrando pra um modo 60fps.

    O modo mouse pode ser usado quando quiser, ao ativar no menu, e então apenas colocar o joy-con na posição do modo, o que permite trocas rápidas para o jogador escolher o melhor momento de usar cada modo.
    O giroscópio entretanto, não é suportado da mesma maneira, o que é estranho, pois a opção está no menu, então, ou ela se refere à algo específico, ou, uma atualização vai adicionar em breve.

    Impressões Iniciais

    Em geral, Rise of the Tomb Raider caiu como uma luva para o console da Nintendo. Seja pelo seu visual aprimorado que exigia um hardware mais poderoso que o primeiro Switch, seja pelo modo mouse que ajuda em trechos que exigem precisão, a ótima versão portátil, a dublagem em português que está excelente, e até mesmo o preço de R$129.

    Não à toa, o jogo já se posiciona bem nos rankings da loja brasileira. Por fim, o pequeno intervalo entre a chegada do primeiro jogo de 2013, e em menos de um ano, o segundo, traz uma alta expectativa em torno do terceiro jogo ainda este ano, à tempo da chegada do “Tomb Raider: Legacy of Atlantis” no ano que vem, que marca uma terceira era para a série.
    Parece que o Nintendo Switch 2 se tornou uma plataforma completa para se jogar a franquia.

  • The Relic: First Guardian chega em breve para o Nintendo Switch 2

    The Relic: First Guardian chega em breve para o Nintendo Switch 2

    The Relic: First Guardian ganhou uma data de lançamento nesta segunda-feira (15), chegando para PlayStation 5 e PC no dia 31 de julho, enquanto as versões de Xbox Series X/S e Nintendo Switch 2, chegam mais tarde.

    The Relic: First Guardian convida os jogadores para uma aventura heroica no mundo de Arsiltus, um reino consumido por um vazio após a destruição de uma grande relíquia. Este evento transformou a terra em um cenário de morte. Os jogadores assumem o papel de ‘Último Guardião’, encarregados de encontrar os pedaços dispersos desta relíquia quebrada para fechar o vazio e restaurar a prosperidade a Arsiltus.

    A jogabilidade enfatiza a exploração em um mundo semiaberto, oferecendo uma variedade de experiências cheias de ação em um cenário de fantasia apocalíptica. Os jogadores podem personalizar seu estilo de combate escolhendo entre cinco tipos distintos de armas, cada uma possuindo habilidades únicas. O sistema de progressão do personagem não se baseia em níveis tradicionais; em vez disso, os personagens são fortalecidos através do uso de runas, itens e criação. O avanço no jogo envolve a conclusão de masmorras e a derrota de mais de 70 chefes, o que expande o mundo do jogo e aprimora o potencial do personagem.

    Fonte: Gematsu

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  • The Legend of Heroes: Trails from Zero e Azure chegam ao Switch 2 em setembro

    The Legend of Heroes: Trails from Zero e Azure chegam ao Switch 2 em setembro

    Os RPGs The Legend of Heroes: Trails from Zero e The Legend of Heroes: Trails to Azure, desenvolvidos pela Falcom, terão suas versões para PlayStation 5 e Switch 2 lançadas em 10 de setembro de 2026. O anúncio foi feito pela editora NIS America e os títulos estarão disponíveis para compra individualmente em formato digital, ou como parte de uma coleção física.

    As novas versões dos jogos apresentarão melhorias de desempenho e visuais. Entre as novidades, destacam-se a resolução 4K, 120 quadros por segundo e suporte a entrada de mouse especificamente para o Switch 2. Os jogadores também terão a opção de alternar entre texturas originais e aprimoradas, além de contar com um Modo de Alta Velocidade para otimizar a experiência de jogo.

    The Legend of Heroes: Trails from Zero transporta os jogadores de volta a Crossbell, uma próspera cidade-estado envolvida em uma disputa territorial. A história acompanha Lloyd Bannings, que se junta à Seção de Apoio Especial do Departamento de Polícia de Crossbell, onde conhece seus colegas Elie MacDowell, Randy Orlando e Tio Plato.

    A sequência, The Legend of Heroes: Trails to Azure, retoma a narrativa de Lloyd Bannings alguns meses após os eventos do primeiro jogo. Uma paz temporária em Crossbell é abalada por diversas organizações com segundas intenções e pela crescente pressão do Império Ereboniano e da República de Calvard. Esta continuação introduz novas funcionalidades de combate, como Burst, Back Attack e um carro personalizável, além de permitir a importação de dados salvos de ‘Trails from Zero’ para experiências de história adicionais.

    O que é o Nintendo Barato?

    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.

  • A Tão Aguardada Nintendo Direct é Anunciada Para Terça-Feira, Dia 09; e Acompanha uma Treehouse.

    A Tão Aguardada Nintendo Direct é Anunciada Para Terça-Feira, Dia 09; e Acompanha uma Treehouse.

    A Nintendo decidiu começar bem a semana!
    Nesta segunda, dia 08 de junho, ela anunciou a data da sua tão aguardada apresentação “Nintendo Direct”, que vai acontecer no dia 09 de junho, às 11 horas da manhã, e com uma duração de 50 minutos.

    A apresentação já era esperada para este mês, já que junho é um mês tradicional para este tipo de evento. A surpresa, mesmo, veio por conta do anúncio de uma “Nintendo Treehouse” que será transmitida em seguida, e com uma duração de 95 minutos!

    A Nintendo não especificou o conteúdo de nenhum dos 2 eventos. Sendo uma “nintendo direct tradicional”, ou seja, não se chamando Partners ou Mini, ou outro formato, espera-se anúncios de novos exclusivos first-party, além de grandes jogos multi-plataformas.

    Vale lembrar que essa é a primeira Nintendo Direct de 2025, no formato tradicional, uma vez que as anteriores foram em outros modelos.

    Você pode acompanhar a cobertura do evento pelos canais Coelho no Japão e CoelhoNEWS.