Guia: The Legend of Zelda no Nintendo Switch – qual aventura escolher?

Desvendando os Reinos de Hyrule e suas múltiplas faces no Switch

The Legend of Zelda não é apenas uma franquia de videogames; é um pilar fundamental da indústria, um nome que ressoa com peso e reverência no coração de incontáveis jogadores ao redor do mundo.

Sua importância é imensurável, e a qualidade de seus títulos é consistentemente inquestionável, tornando a escolha de por onde começar uma verdadeira jornada em si.

Felizmente, a acessibilidade a essa lendária série é vasta, com quase todos os jogos de Zelda disponíveis, oferecendo um portal para mundos de aventura, exploração e desafios inesquecíveis.

Este guia mergulha nos jogos de Zelda para o Nintendo Switch, explorando suas singularidades, o que os diferencia e as opiniões que consolidam seu status icônico. Vamos desvendar a magia que faz de The Legend of Zelda uma parte do próprio coração dos videogames. Bora lá?

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The Legend of Zelda: Breath of the Wild

O Renascimento da Aventura e Liberdade

Breath of the Wild não é apenas um jogo; é uma declaração, um ponto de virada para a franquia e para a própria indústria de jogos de mundo aberto. Lançado em 2017, marcando a estreia do Nintendo Switch, este título foi rapidamente aclamado pela crítica e pelo público, conquistando o prestigioso prêmio de Jogo do Ano no The Game Awards e inúmeras outras honrarias.

A experiência central de Breath of the Wild reside na liberdade inigualável concedida ao jogador. Ele foi concebido como uma união entre o passado e o futuro de Zelda, buscando resgatar a essência da exploração do primeiro jogo de NES e, ao mesmo tempo, ser a primeira entrada da série em um mundo aberto massivo, redefinindo o gênero.

O jogador é imerso em uma vasta e intrigante Hyrule, repleta de florestas, montanhas, cavernas, áreas tecnológicas e vulcões, onde cada canto esconde descobertas. A ameaça da Calamidade Ganon paira, mas a jornada do Link é pessoal: após aprender as mecânicas básicas, nada é obrigatório.

O jogador pode abordar os desafios – as quatro Bestas Divinas, as mais de 120 Shrines (santuários de desafios), as Dungeons secundárias – na ordem que desejar, ou simplesmente explorar e se aprimorar por centenas de horas.

O mundo de Breath of the Wild é simplesmente interminável, com centenas de sementes de Korok, inúmeras roupas e armas para evoluir, tudo contribuindo para uma vivência imersiva que pode facilmente ultrapassar as 100 horas de jogo, ou até mesmo 400 horas para os mais dedicados.

A magnitude de Breath of the Wild o posiciona não apenas como o principal jogo de Zelda no Nintendo Switch, mas como um dos mais amados, respeitados e bem avaliados da história dos videogames, sendo um dos mais influentes da atualidade.

Sua capacidade de inovar, ao mesmo tempo que honra suas raízes, o torna uma experiência essencial para qualquer gamer.

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

A ambiciosa sequência que redefine Hyrule

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom é mais que uma sequência; é uma jornada inesquecível e um marco para o Nintendo Switch e seus jogadores.

Os novos poderes de Link, como a Ultrahand, permitem construir e anexar objetos de forma artesanal, oferecendo liberdade criativa na resolução de puzzles e na criação de veículos.

Essa filosofia busca dar ao jogador total controle. A estratégica decisão de reutilizar o mapa de Hyrule de Breath of the Wild, inicialmente polêmica, permitiu implementar ideias antes descartadas (voar, mundo subterrâneo) e explorar espaços inexplorados.

Essa familiaridade com o cenário dá ao jogador confiança extra para experimentar, equilibrando o conhecido com o vasto e amedrontador inexplorado, como as profundezas e as ilhas celestes.

Tears of the Kingdom é uma evolução vibrante de seu antecessor. O jogo abraça a cooperação e união, com Link fortalecendo laços com vários personagens, diferentemente da jornada solitária anterior.

O ritmo é mais acelerado, intenso e emocionante, com uma urgência palpável para resolver os mistérios de Hyrule. As lágrimas do reino adicionam profundidade temática de luto, sacrifício e emoção.

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom se consolida como um marco ao expandir a fórmula de Breath of the Wild de forma magistral. Sua direção focada na manipulação e cooperação oferece uma experiência rica e envolvente.

The Legend of Zelda: Link’s Awakening

Um clássico revisitado com charme e visuais novos

Link’s Awakening, lançado como um remake para o Nintendo Switch, é um testemunho da atemporalidade dos clássicos.

Originalmente um título do Game Boy, ele se apresenta agora com visuais completamente refeitos e modernos.

Este é um Zelda que se destaca por sua perspectiva top-down, ou isométrica, característica de um estilo mais clássico da franquia.

A singularidade de Link’s Awakening reside em seu caráter psicodélico, que surpreende os jogadores com elementos inesperados, como a aparição do Chomper de Super Mario, entre outras peculiaridades que o tornam inesquecível.

O design de fases do jogo é considerado de elite dentro de seu estilo, mesmo tendo sido concebido há décadas. Para os fãs que anseiam por uma experiência mais tradicional de Zelda, com dungeons bem elaboradas e uma utilização inteligente de itens, este remake é uma joia.

Sua campanha, embora concisa e redonda, oferece cerca de 15 horas de conteúdo delicioso. Além disso, a versão do Switch introduziu uma funcionalidade bem-vinda: a possibilidade de criar suas próprias dungeons e compartilhá-las com outros jogadores, expandindo a longevidade para aqueles que se aventuram na criação.

Link’s Awakening é uma recomendação segura para todos os interessados em Zelda, oferecendo uma experiência memorável com algumas das melhores dungeons de toda a franquia e uma narrativa que permanece cativante.

The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom

A aventura onde Zelda coleta ecos no estilo Pokémon

The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom surpreende ao colocar a Princesa Zelda no papel principal, e ela brilha utilizando uma mecânica central inovadora: os Ecos.

Com o Cajado de Tri, Zelda pode clonar objetos e criaturas, incluindo inimigos, transformando-os em aliados que a ajudam em combate e na resolução de puzzles.

Para nós, essa dinâmica é a melhor parte do jogo, infundindo uma sensação de colecionismo e experimentação que lembra a diversão de Pokémon, onde cada novo Eco encontrado oferece novas estratégias e torna a exploração incrivelmente valiosa.

O jogo resgata a estrutura clássica de Dungeons, mas as insere em um mundo aberto dividido em capítulos. Essa abordagem inteligente permite uma progressão mais linear da história, enquanto ainda oferece a liberdade de escolher a ordem de certos desafios, garantindo uma curva de dificuldade bem ajustada.

Embora o modo Herói aumente o desafio, a dificuldade geral permanece acessível, e os verdadeiros testes vêm dos puzzles labirínticos e inteligentes que exploram ao máximo as interações com os Ecos.

Um feito notável é ser o primeiro jogo da série The Legend of Zelda totalmente localizado em Português do Brasil. A tradução é excepcional, enriquecendo a narrativa fofa e carismática do jogo, que prioriza momentos agradáveis em vez de tramas dramáticas.

Apesar de alguns problemas técnicos, como quedas de framerate e serrilhados, a direção de arte é belíssima e não compromete a experiência geral.

Com uma duração satisfatória de 20 a 40 horas para a maioria dos jogadores, estendendo-se para mais de 100 horas para os completistas, Echoes of Wisdom oferece um excelente custo-benefício e é um forte argumento para a continuidade dos Zeldas clássicos em paralelo com as inovações 3D.

The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom não é apenas um marco por colocar Zelda como protagonista ou por sua localização. É um jogo que reafirma a validade da fórmula clássica de Zelda, combinando-a com uma mecânica inovadora e viciante que refresca a série.

The Legend of Zelda: Skyward Sword HD

A história definitiva e controles inovadores (e divisores)

The Legend of Zelda: Skyward Sword HD, lançado para o Nintendo Switch, é a remasterização do título de 2011 do Nintendo Wii.

Esta versão para o Switch trouxe melhorias significativas, como visuais em HD, um aumento para 60 quadros por segundo para maior fluidez e, crucialmente, a adaptação dos controles de movimento originais para controles convencionais.

Isso permite que o jogo seja jogado no modo portátil ou com um Pro Controller, uma inovação para um jogo originalmente projetado para a imersão via movimentos do Wii Remote.

Este jogo é venerado por possuir uma das melhores histórias e a melhor trilha sonora de toda a série Zelda. Ele representa a face dos jogos 3D tradicionais da franquia, oferecendo uma experiência mais linear, focada em grandes e elaboradas dungeons, em contraste com a vastidão dos mundos abertos mais recentes.

A campanha de Skyward Sword é consideravelmente longa, variando entre 35 e 50 horas, com a opção de estender a jornada no desafiador modo Hero.

Apesar do bom tratamento na remasterização, que incluiu outras melhorias de qualidade de vida como a opção de pular cutscenes, o jogo ainda revela sua idade.

A arte original foi pensada para o hardware do Wii, e em HD, algumas limitações gráficas daquela época se tornam mais evidentes, fazendo com que não pareça um jogo nativo do Switch.

Os controles de movimento são fantásticos para alguns, mas para outros, exigem um período de adaptação, assim como os controles de botão.

Ainda que a remasterização deixe um gostinho de podia ser melhor, Skyward Sword HD oferece uma experiência única, com as interações mais apaixonantes entre Zelda e Link, dungeons inesquecíveis e alguns dos melhores chefes da franquia.

Hyrule Warriors: Definitive Edition

Caos em multiversos e celebração fan-service

Hyrule Warriors: Definitive Edition é a encarnação mais pura do crossover entre a série The Legend of Zelda e os jogos estilo Warriors (ou Musou).

Lançado como um port do Wii U para o Nintendo Switch, este título se desvia da narrativa principal de Zelda para entregar uma experiência de hack-and-slash focada na dominação de mapas e na luta contra hordas de centenas de inimigos.

O jogo é um verdadeiro “fun service” para os fãs de Zelda, reunindo uma vasta gama de personagens de toda a série – inclusive alguns que nunca existiram nos jogos canônicos, como uma versão feminina de Link ou sua irmã, Linkle – em um cenário de batalha onde a história é secundária à pancadaria.

Para quem busca um jogo onde possa controlar diversos personagens queridos da franquia Zelda e desfrutar de uma jogabilidade mais próxima dos títulos Warriors, Definitive Edition é a escolha certa.

A campanha principal é concisa, mas o verdadeiro coração do jogo reside em seu conteúdo extra, que inclui 29 personagens desbloqueáveis, modos Adventure repletos de missões, desafios e até a customização de fadas.

Esta vastidão de conteúdo pode render mais de 200 horas de jogo, oferecendo uma relação custo-benefício extremamente alta para os entusiastas do gênero.

Uma característica notável é o modo cooperativo, permitindo que dois fãs de Zelda desfrutem da ação juntos. Apesar de seus problemas de repetição inerentes ao gênero Warriors e de ser um porte não tão bonito do Wii U, o volume de conteúdo justifica a experiência.

É um jogo que celebra a rica galeria de personagens de Zelda através de um formato de ação desenfreada, perfeito para quem busca um entretenimento mais direto e a oportunidade de ver seus heróis favoritos em combate massivo.

Hyrule Warriors: Age of Calamity

A prévia épica da grande Calamidade

Hyrule Warriors: Age of Calamity não é meramente um crossover; é um jogo que se imerge profundamente no universo de The Legend of Zelda, funcionando como um prequel de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.

Embora abra uma linha do tempo divergente e não seja totalmente canônico, sua história se passa antes dos eventos de Breath of the Wild, explorando a grande Calamidade.

Lançado como um jogo original para o Nintendo Switch, ele aprimora a fórmula Warriors, absorvendo mais a essência de Zelda.

Este título se destaca por ter uma campanha muito mais trabalhada, com cutscenes incríveis e uma narrativa emocionante que complementa a experiência para os fãs de Breath of the Wild.

É a oportunidade de ver os outros personagens em ação antes da queda de Hyrule. A gameplay é mais apurada, com mais personalidade e variedade nos personagens e seus ataques, afastando-se um pouco da mera junção de franquias e se tornando um jogo de Zelda efetivo.

Em termos de conteúdo, Age of Calamity oferece menos que seu predecessor, Definitive Edition, mas ainda assim proporciona facilmente mais de 50 a 100 horas de jogo para aqueles que desejam explorar tudo o que ele tem a oferecer.

Contudo, sendo um jogo mais recente, ele não é uma edição definitiva, o que significa que expansões de conteúdo (DLCs com novos personagens e missões) precisam ser adquiridas separadamente.

Similarmente ao Definitive Edition, ele também oferece jogabilidade cooperativa para dois jogadores.

Cadence of Hyrule: Crypt of the NecroDancer featuring The Legend of Zelda

O ritmo da aventura: um desafio indomável

Cadence of Hyrule: Crypt of the NecroDancer featuring The Legend of Zelda é o spin-off mais singular e audacioso da lista, sendo um crossover com o estúdio indie Crypt of the NecroDancer.

Lançado como um título indie para o Nintendo Switch, este jogo combina a exploração de dungeons roguelike com uma mecânica de jogo de ritmo, onde cada movimento, ataque e defesa devem ser executados no tempo da música.

A premissa é desafiadora: o jogador precisa se mover e atacar no ritmo da batida da música, e errar o tempo resulta em ataques perdidos ou dano sofrido.

No entanto, a dificuldade é recompensada com remixes incríveis das músicas de The Legend of Zelda, que compõem uma trilha sonora fantástica. Este é um jogo disparado o mais diferente e desafiador da lista, sendo uma excelente opção para fãs da trilha sonora de Zelda, entusiastas de jogos indie e para quem busca uma experiência cooperativa para dois jogadores.

O conteúdo base do jogo oferece uma visita a uma Hyrule dançante que pode ser completada em 10 a 15 horas, mas a dificuldade rítmica pode estender essa duração.

Para uma experiência mais completa, as DLCs adicionam novos modos de jogo, personagens e uma nova história. Como um Zelda oficial publicado pela Nintendo, seu preço de R$151,00 é mais alto que a média de jogos indie e raramente entra em promoção.

Uma opção para os menos afeitos ao ritmo é desabilitar a obrigação de seguir a batida, transformando-o em um Zeldinha comum em turno simultâneo.

Cadence of Hyrule é uma prova de como a franquia Zelda pode se reinventar em formatos inusitados, oferecendo um desafio viciante e uma celebração musical para os que aceitarem o ritmo da aventura.

The Legend of Zelda (Original NES)

O berço de uma lenda

O The Legend of Zelda original, lançado para o NES, é o ponto de partida de uma das franquias mais influentes da história dos videogames.

Disponível para assinantes do serviço básico Nintendo Switch Online, não é apenas um título clássico, mas o berço da jogabilidade de Breath of the Wild, demonstrando uma visão à frente de seu tempo em termos de exploração e aventura.

Lançado em 1986, o jogo mergulha o jogador em um vasto mundo que, para sua época, era revolucionário em termos de liberdade e não linearidade.

No entanto, ele é notório por sua extrema dificuldade e pela sensação de estar perdido, características que exigem paciência e, para muitos, um guia para progredir.

Apesar desses desafios, a experiência é apaixonante e essencial para entender as raízes da série. Link, o herói, embarca em uma jornada para resgatar a Princesa Zelda e derrotar Ganon, mas a forma como ele o faz é inteiramente ditada pela exploração do jogador.

Cada tela esconde segredos, dungeons e inimigos, incentivando a descoberta e a experimentação. A simplicidade de seus gráficos não diminui o impacto de seu design, que estabeleceu muitos dos tropos que definiriam os jogos de aventura por décadas.

É uma peça fundamental da história dos videogames, e, embora possa não ser para todos os públicos devido à sua dificuldade e natureza datada, é um título que merece ser conferido por qualquer fã de Zelda ou entusiasta da história dos jogos.

Zelda II: The Adventure of Link (NES)

A ovelha negra da família

Zelda II: The Adventure of Link, a sequência do Zelda original, lançado também no NES, é talvez o título mais controverso e o menos jogado de toda a franquia The Legend of Zelda.

Disponível via assinatura básica do Nintendo Switch Online, este jogo se destaca por sua ousadia em desviar-se drasticamente da fórmula estabelecida pelo seu antecessor.

Lançado em 1987, Zelda II abandonou a perspectiva top-down para adotar um estilo de ação RPG de rolagem lateral (side-scrolling) em suas seções de combate, alternando com uma visão de cima para a exploração do mapa.

Esta mudança, juntamente com uma dificuldade ainda maior do que o primeiro jogo, fez com que ele fosse recebido com ceticismo por muitos, sendo frequentemente descrito como quase não ser um Zelda.

Embora possua alguns momentos interessantes e mecânicas que seriam aprimoradas em jogos futuros, a execução neste título é considerada rudimentar e pouco polida.

A progressão de Link envolve ganhar experiência para subir de nível, uma característica incomum para a série, e a precisão nos saltos e ataques em combate lateral exige grande habilidade.

A história segue Link em sua busca para despertar a Princesa Zelda do sono eterno, mas a jornada é pontuada por desafios implacáveis e um design que, para muitos, não envelheceu bem.

Para os curiosos pela evolução da franquia ou aqueles que buscam um desafio extremo, Zelda II pode oferecer uma experiência única, mas para a maioria, é um título que se explora mais por curiosidade histórica do que por prazer imediato.

The Legend of Zelda: A Link to the Past

A perfeição bidimensional: um Ícone do Super Nintendo

The Legend of Zelda: A Link to the Past é um verdadeiro clássico do Super Nintendo, amplamente considerado um dos melhores jogos 2D de todos os tempos e um ápice da franquia Zelda.

Disponível para assinantes do serviço básico Nintendo Switch Online, este título é uma joia que mantém sua excelência mesmo décadas após seu lançamento original.

Lançado em 1991, A Link to the Past redefiniu o gênero de ação-aventura com sua história fantástica, gráficos lindíssimos e um design de mundo impecável.

Diferente dos mundos abertos mais recentes, ele oferece uma experiência mais linear, mas com um mapa bastante grande e um conceito inovador: o Dark World, uma versão invertida e mais sombria de Hyrule.

As dungeons deste game são descritas como impecáveis, com puzzles inteligentes que fazem o jogador se sentir perspicaz ao resolvê-los.

A progressão é muito bem elaborada, proporcionando uma constante sensação de evolução para Link em sua jornada para resgatar Zelda e derrotar Ganon.

Para quem procura uma experiência Zelda 2D de alta qualidade e não quer investir no remake Link’s Awakening, este é o título ideal, e a conveniência de estar incluído na assinatura do Switch Online é um grande bônus.

A Link to the Past é uma obra-prima que demonstra a capacidade da Nintendo de criar mundos envolventes e desafiadores em duas dimensões, um jogo que permanece relevante e divertido para todas as gerações de gamers.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time

A bíblia dos games de aventura: uma Lenda incontestável

The Legend of Zelda: Ocarina of Time, lançado para o Nintendo 64, é um título que transcende o status de mero jogo para se tornar um verdadeiro ícone cultural e uma bíblia de conhecimento para o design de games de aventura.

Disponível através do pacote de expansão do Nintendo Switch Online, este jogo é uma peça obrigatória no repertório de qualquer gamer.

Lançado em 1998, Ocarina of Time não é apenas um clássico absoluto; ele detém o recorde de ser o jogo mais bem avaliado de todos os tempos no Metacritic, com nota 99.

Suas inovações no design de jogos 3D – desde o sistema de mira Z-targeting até a complexidade de suas dungeons e a narrativa épica de viagem no tempo – continuam a influenciar títulos modernos até hoje.

A história segue Link em sua jornada para deter Ganondorf, viajando entre o passado e o futuro, manipulando o tempo com a Ocarina.

Apesar de mostrar um pouco a sua idade em termos visuais e de algumas mecânicas, ele permanece um jogo extremamente bom, com uma narrativa envolvente e desafios memoráveis.

A magnitude de sua influência e o impacto que teve na indústria são inegáveis, solidificando seu lugar como um marco na história dos videogames. É a porta de entrada para a era 3D de Zelda, e uma experiência transformadora.

Ainda que as aparências visuais possam revelar os anos, a essência de Ocarina of Time é atemporal, oferecendo uma aventura que continua a ser relevante e inspiradora para jogadores e desenvolvedores.

The Legend of Zelda: Majora’s Mask

O lado sombrio do tempo: trauma e maestria narrativa

The Legend of Zelda: Majora’s Mask, também lançado para o Nintendo 64 e acessível via pacote de expansão do Nintendo Switch Online, é um derivado direto de Ocarina of Time, mas que se distingue por ser uma experiência completamente única e, para muitos, ainda mais profunda.

Este jogo é famoso por ser o Zelda mais sombrio da franquia e por sua mecânica central de um ciclo temporal de três dias, onde o mundo enfrenta a destruição iminente.

Lançado em 2000, Majora’s Mask mergulha o jogador em Termina, um mundo à beira do apocalipse, com a lua ameaçando cair em três dias.

A tarefa de Link é constantemente voltar no tempo para manipular os eventos, interagir com os habitantes de Termina – que seguem rotinas de 72 horas, dando uma sensação de vida e autenticidade ao mundo como nenhum outro jogo da N64 – e tentar mudar o destino.

A mecânica de máscaras é central, concedendo a Link novos poderes e alterando drasticamente a jogabilidade, transformando-o em diferentes formas.

Esta estrutura narrativa e de gameplay o torna o verdadeiro criador de traumas em fãs crianças, dada sua atmosfera melancólica e a constante pressão do tempo. Alguns fãs chegam a considerá-lo superior a Ocarina of Time devido à sua profundidade temática, à complexidade de seus personagens e à genialidade de sua mecânica temporal.

Majora’s Mask é uma obra-prima que desafia as convenções, entregando uma narrativa sombria e uma jogabilidade intrincada que permanece gravada na memória dos jogadores.

The Legend of Zelda: Wind Waker

Aventura marítima e expressividade infantil

The Legend of Zelda: Wind Waker, originalmente lançado para o GameCube, é um jogo que é celebrado por seu estilo de arte cel-shading distintivo, que fez com que seus gráficos envelhecessem excepcionalmente bem, apresentando um mundo vibrante pelos olhos de uma criança.

Lançado em 2002, Wind Waker se destaca pela expressividade de Link, com olhares e reações engraçadas que adicionam um charme único à sua jornada.

A história é considerada fantástica, uma das melhores de toda a série, e a exploração de um vasto mar com inúmeras ilhas e segredos para descobrir oferece uma experiência de aventura como nenhuma outra na franquia até então.

É um Zelda mais tradicional em sua estrutura de dungeons e progressão, mas a vastidão oceânica e a navegação em seu barco, o King of Red Lions, proporcionam uma sensação de liberdade e descoberta.

Além de ser emocionante, o jogo é reconhecido por ter uma das melhores trilhas sonoras de toda a franquia. Antes de Breath of the Wild, era o jogo favorito do especialista da fonte, um forte indicativo de sua qualidade e impacto. Sua chegada ao Switch através do pacote Nintendo Switch Online foi uma adição de peso, trazendo uma aventura charmosa e rica em emoção.

Wind Waker é um hino à aventura e à descoberta, com um estilo visual atemporal e uma narrativa que ressoa profundamente, deixando uma marca duradoura no coração dos jogadores.

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Qual o melhor Zelda para começar?

A recomendação principal para quem está começando na franquia The Legend of Zelda no Nintendo Switch é The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Por que começar com Breath of the Wild?

  • É o principal jogo de Zelda atualmente no Nintendo Switch.
  • Ganhou um prestígio absurdo, sendo eleito o Jogo do Ano em 2017 e considerado um dos jogos mais amados, respeitados e bem avaliados da história dos videogames, além de ser um dos mais influentes da atualidade.
  • Oferece uma liberdade sem precedentes em um mundo aberto, permitindo que você explore no seu próprio ritmo.
  • O mundo de Breath of the Wild é simplesmente interminável, com centenas de horas de conteúdo.
  • É um jogo tier S+ na lista de prioridades absolutas para o Nintendo Switch, e a sua sequência, Tears of the Kingdom, é tão bom quanto.

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Outras opções e o que considerar:

Se você busca uma experiência clássica de Zelda top-down/2D, Link’s Awakening é uma recomendação segura, especialmente pelos seus visuais refeitos e dungeons memoráveis, sendo um jogo tier A.

Como alternativa mais econômica, A Link to the Past (disponível no Nintendo Switch Online) é um jogo excelente e um dos melhores Zeldas 2D, sendo também um tier A.

The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom (tier S+) é uma recomendação entusiástica para todos os fãs, e nos faz refletir: será este o início de uma nova era para a franquia, onde a sabedoria da Princesa Zelda e a criatividade nos Ecos abrirão portas para futuras e memoráveis aventuras?

Para quem prefere um Zelda 3D mais linear com foco na história e dungeons tradicionais, Skyward Sword HD é uma boa opção, sendo um jogo tier B.

Se você é fã de jogos de ação e hack and slash, Hyrule Warriors: Age of Calamity é altamente recomendado, especialmente se você já gostou de Breath of the Wild, pois se passa no mesmo universo e tem uma campanha bem trabalhada. Ele é um jogo tier A. Também é uma opção para jogar com vários personagens da franquia em modo cooperativo, sendo tier B.

Os clássicos Ocarina of Time e Majora’s Mask (disponíveis no Pacote de Expansão do Nintendo Switch Online) são jogos tier S e completamente obrigatórios para o repertório de qualquer jogador.

Jogos não recomendados para começar:

Zelda II: The Adventure of Link é o jogo menos recomendado da franquia para começar, devido à sua altíssima dificuldade e mecânicas rudimentares e pouco polidas, sendo classificado como Tier D.

O The Legend of Zelda original (NES) é muito difícil e pode fazer você se sentir perdido, sendo classificado como Tier C, e é recomendado jogar com um guia.

Cadence of Hyrule é muito diferente e desafiador devido à sua mecânica de ritmo, podendo afastar alguns jogadores, embora a obrigação de ritmo possa ser desabilitada. É classificado como Tier C no contexto dos jogos Zelda.

A diversidade da franquia permite que você escolha um título que melhor se alinha aos seus gostos pessoais. E aí, qual das aventuras será o início da sua jornada?

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