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  • Análise: Tales of Arise É Bem Melhor Do Que Aparenta

    Análise: Tales of Arise É Bem Melhor Do Que Aparenta

    Tales of Arise é o mais recente capítulo da lendária série de Action J-RPG que, a esta altura, já soma 31 anos desde seu primeiro jogo em 1995. O jogo foi lançado, originalmente, em 2021 para a atual e antiga geração, e agora, em 2026, finalmente chega pra uma plataforma Nintendo pelo Switch 2; curiosamente, poucos meses após o penúltimo jogo da série, Tales of Berseria chegar ao Nintendo Switch.

    De Berseria para Arise, tivemos o maior tempo sem jogos da série, foram 5 anos de distância, e não foi à toa: este novo jogo foi feito pra ser o mais ambicioso da série, e expandir o alcance dela pra jogadores de J-RPGs de ação num geral.
    Hoje, é dia de conversarmos sobre quais foram essas mudanças e evoluções que o jogo apresentou, e como ele se saiu no Switch 2.

    E já adiantando um pouco sobre isso: boas notícias estão por vir, pois nenhum material promocional é capaz de transmitir as verdadeiras e principais qualidades deste título.

    História

    A história de Tales of Arise começa apresentando o contexto de 2 “raças” que habitam 2 planetas: Dahna (os Dahnianos) e Rehna (os Rehnanos). O povo de Rehna possui uma vantagem mágica, eles podem usar as chamadas Ars Astrais. Com esse poder e tecnologia superior, os Rehnanos dominaram Dahna e seu povo, 300 anos antes dos acontecimentos do jogo.
    Os Rehnanos dividiram Dahna em 5 reinos, e a cada 10 anos, os lordes de cada uma delas entram numa espécie de “concurso/torneio” para ver quem se torna o chefe geral dos 2 planetas. Porém, não é um torneio físico: vence quem conseguir absorver mais energia astral de seu reino, e isso significa, tirar a energia não só de Dehna, mas principalmente do seu povo, agora escravizado por Rehnanos.
    Resumindo e com os “pingos nos is”: O lorde de Rehnano que conseguir explorar mais os Dahnianos, vence.

    As coisas começam a mudar quando uma dupla improvável se une: nosso protagonista, Alphen, Dahniano, vive num reino onde o regime é literalmente uma escravidão. Ele perdeu a memória e está com uma máscara de ferro que não pode ser removida.
    Esse escravo Dahniano encontra uma misteriosa Rehnana chamada Shionne que estava em cativeiro, e possui uma maldição que faz com que quem encostar nela, seja eletrocutado.
    Ambos vão parar juntos na sede de uma resistência Dahniana. O escravo, luta pela liberdade, e a Rehnana exilada, por algum motivo, quer eliminar os 5 lordes. Mesmo sendo de origens rivais, o objetivo dos 2 é o mesmo e eles formam uma parceria, que já é o primeiro ponto interessante dessa história, afinal, não se trata de uma dupla que morre de amores um pelo outro, e por onde passam, a ideia de 2 rivais trabalhando juntos é estranho para todos daquele mundo.

    Entendendo o contexto de nação subjulgando outra, o segundo ponto de destaque vem do desenvolvimento dessa temática:
    Nosso objetivo e progressão do jogo é visitar cada um dos reinos e acabar com o lorde Rehnano de lá (objetivo da Rehnana) e libertando o povo (objetivo do Dehniano). Porém, é extremamente elogiável a forma criativa que os desenvolvedores escreveram esses 5 impérios: cada uma das regiões sofre um tipo de regime diferente. A inicial, como citado, é uma literal escravidão, do tipo dos tempos bíblicos mesmo; em outro reino, o lorde fez a própria população se voltar uns contra os outros na tentativa de receber alguma compensação.
    Nenhum dos 5 é igual. 
    Então, cada visita à um novo reino carrega um tipo de “curiosidade” sobre o passado e presente daquele reino.

    E isso leva ao terceiro ponto positivo da história: o grupo protagonista. Pouco a pouco, a dupla improvável vai crescendo, com novos integrantes que decidem se juntar à causa. Não são muitos, mas cada vem de um lugar, e por isso, traz uma visão, um contexto e uma motivação pessoal única. Todos são bem escritos e possui algo a ser moldado na jornada.

    A história do jogo ainda vai tratar de outros temas, voltados à lore de personagens e daquele universo, afinal, vale lembrar que a dupla é composta por um Dahniano sem memória e com uma máscara de ferro que não pode ser removida, e uma Rehnana que tem uma maldição desde que nasceu e que ninguém sabe o motivo de querer eliminar os 5 lordes. Os clássicos arcos de respostas e revelações dos RPGs japoneses.

    Por fim, essa versão do Switch 2 inclui a expansão “Beyond the Dawn” que se passa um ano depois e adiciona de 10 a 20 horas de jogo. Falar sobre a história dela acaba trazendo spoiler sobre o jogo base, então, fica apenas a menção sobre.

    Gameplay – Combate

    Em combate, Arise se mostra um jogo mais familiar aos demais J-RPGs e um pouco menos Tales of tradicional, embora ainda com diversos elementos comuns da série.
    Se trata de um combate de ação mesclando ataques básicos e e especiais, as Ars, que consiste numa lista que o jogador escolhe qual usar nos botões Y,X e A, tanto em chão quanto no ar. As Ars custam BA (um tipo de mana). No começo temos somente 3 BAs e ao longo do jogo vamos expandindo esse número. A ideia é que o jogador escolha as Ars que mais o agrada e forme combos feitos manualmente, num sistema menos hack n’ slash, e até mais próximo de um jogo de luta.
    Mas essa é somente a base, ao longo do jogo, nosso grupo vai aumentando e cada vez mais mecânicas vão sendo acrescentadas, ou seja, mesmo após dezenas de horas de jogo, vez ou outra o jogo vai te chamar pra ensinar alguma coisa nova. A variedade de personagens e Ars ajudam nesse processo de expansão e variedade, já que cada personagem tem um estilo diferente, uma série de Ars para serem experimentadas, além de terem uma vantagem única, por exemplo, só uma personagem pode interromper magias inimigas que estão sendo carregadas, só um personagem pode quebrar escudos, etc. Isso torna o grupo de Tales of Arise ainda mais especial, primeiramente pela história e background, mas no combate também eles tem sua função única.

    O combate acaba se dividindo em 3 tipos: inimigos comuns, chefes principais e inimigos mais fortes.
    As batalhas comuns são o momento do jogador brilhar, desferindo combos devastadores e emendando mecânicas em cima de mecânicas. É muito satisfatório por parte do jogador, mas os inimigos em si acabam sendo chatos por raramente ameaçar, mesmo subindo a dificuldade, isso não melhorou. O segredo é que nesses inimigos, o desafio não é vencer somente, mas administrar uma barra chamaa PC, que usamos para curas, então, o verdadeiro desafio é atravessar os mapas que exploramos e derrotar todas as hordas sem esgotar o PC, porque sem ele, aí sim, cada combate pode ser fatal.
    Os chefes são o extremo oposto, é uma batalha única que exige todos seu PC, itens, e o que você tiver disponível. São bem desafiadoras e exige menos “chuva de golpes” e mais atenção para o momento certo de acertar golpes. Porém, eles tem o problema de não entrar no estado vulnerável que permite usar os combos que você tanto praticou, neles, o inteligente é usar Ars mais fortes que gastam mais BAs, pois não dá tempo de emendar diversos ataques.
    O que acaba sendo mais interessante são as criaturas mais fortes que o normal, praticamente sub-chefes, alguns opcionais, outros não. Eles possuem um ponto fraco que ao quebrar, aí sim o jogador pode desferir diversos ataques em seguida. Acabou sendo um meio termo mais interessante do que as inofensivas batalhas comuns, e as desafiadoras, mas quase sem combos, batalhas de chefe.

    No geral, acaba que o tema “administrar PC” predomina em todas elas, com PC suficiente, todo chefe é uma questão de tempo pra ser eliminado, e nenhuma horda fica intimidadora. Por isso, itens que recuperam esses PCs são levemente raros e caros, afinal, se for fácil de estocar, acaba a dificuldade do jogo.

    Exploração

    Na exploração, o jogo já se mostra mais próximo dos seus antecessores: temos vários mini-mapas, com exploração fechada, escondendo itens, cavernas e as tais criaturas mais fortes que o normal.
    Alguns mini-mapas tem um formato mais linha reta, outros são mais circulares e existem ainda alguns momentos que são praticamente dungeons, exigindo muita exploração, coleta de chaves pra abrir portas, e até leitura de itens pra entender onde ir.

    Nenhum mini-mapa é uma área gigantesca, como as de um Xenoblade, por exemplo. Em geral, uma linha reta entre as pontas leva 1 minuto ou menos, e explorar toda a área leva uns 10 minutos no máximo, o que é expandido por batalhas, claro.
    A progressão do jogo é em geral, linear, então, uma vez passado, você só volta nos mini-mapas anteriores pra cumprir uma side quest, desafiar uma criatura mais forte que estava muito acima do seu level quando você a viu pela primeira vez, e de vez em quando tem uma porta nova que se abre e a história te pede pra retornar lá.

    Música e Visuais

    O art-style de Tales of Arise é bem original. Se trata de um cel-shading (técnica que faz parecer que é um desenho), mas, principalmente nos cenários, tem um aspecto menos “anime” e mais “pintura”, o que se intensifica em cenários abertos quando vemos de longe. É extremamente bonito e tanto nas cidades quanto nas rotas entre elas, o jogo entrega locais muito detalhados e ricos visualmente falando.
    Os personagens também são muito bem desenhados, desde o grupo protagonista, os vilões principais, e até os monstros e NPCs.

    A música acompanha o bom tom gráfico e entrega temas orquestrados de primeira. Os temas de batalhas são bons, mas honestamente não extraordinários, além de sofrerem com o fator de ter um grupo grande contra inimigos diversos e todos eles falando ao mesmo tempo, o que muitas vezes não nos permite prestar atenção no tema musical em si. Já os temas das cidades e rotas são fenomenais e marcantes, sendo ponto forte da trilha.

    Em geral, essa parte multi-arte de história, trilha e visuais são bem fáceis de se gostar, tornando esse action-RPG, muito mais sobre pancadaria, e sim um ótimo pacote completo.

    Desempenho no Switch 2

    Tales of Arise está incrível no Switch 2. OK, é um jogo que saiu também para a geração passada (PS4/One), então, não seria um desafio técnico para a plataforma, mas mesmo assim, o que temos em mãos é extremamente satisfatório.

    Os cenários continuam lindos, e é curioso que no modo portátil, o jogo acaba intensificando seu fator “pintura”, já que perde alguns efeitos de iluminação. É bonito nos 2 modos, com o portátil entregando uma experiência visual mais básica porém satisfatória, enquanto na dock o jogo vai abusar de efeitos pra realmente impressionar.

    Mas nem tudo é perfeito. O jogo roda a 30 quadros por segundo por causa do combate, afinal, é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Até existem cenas que sobem a taxa, e provavelmente na exploração daria pra ser 60 também, mas ficaria estranho explorar com alta fluidez e na troca pra batalha, o jogador sentir a queda de 60 pra 30.
    Além disso, o único grande problema é o frequente pop-in, aquele problema onde conforme o jogador vai andando, parte do cenário vai aparecendo. Isso acontece com frequência e tira o “10/10” que a versão poderia ter recebido.

    Conclusão

    Tales of Arise – Beyond the Dawn Edition é uma jornada incrível, e muito melhor do que aparenta, já que seus principais pilares não podem ser vistos em trailers ou vídeos curtos de gameplay:
    -Sua história muito bem desenvolvida sob a temática de nações rivais inimigas, e seus personagens.
    -Seu combate que pode parecer um “smash button”, mas exige uma calma e precisão e até estratégia sobre as melhores Ars para se usarem nos melhores momentos.
    -Seus incríveis cenários e temas musicais.

    Além disso, é um jogo com conteúdo vasto, de 40 a 60 horas de campanha, fora extras que levam pra 80 ou mais, e a expansão Beyond the Dawn, garantindo mais 10 a 20 horas.
    O jogo está todo em português, com um preço de lançamento de R$285, um valor abaixo dos novos lançamentos, e no geral, se mostra um pacote simplesmente imperdível pra fãs de J-RPG ou games com narrativas bem trabalhadas em temas mais sérios.

    Em alguns pontos, fãs da série podem argumentar que o aumento no escopo, fez a série reduzir algumas de suas características, mas que o resultado final ficou excelente, isso ninguém vai contestar.

    Avaliação do Preço cheio (R$285):

    MUITO CARO /  Caro / Inadequado / Justo / Bom Preço / Ótima Precificação / Pechincha

    Avaliação Técnica:

    • Direção de Gameplay: Terrível / Ruim / Insatisfatório / OK / Satisfatório / Ótimo / Incrível (2,5/3).
    • Direção Multi-Arte: Terrível / Ruim / Insatisfatório / OK / Satisfatório /  Ótimo / Incrível (3/3)
    • Desempenho e/ou Funcionalidades: Péssimo / Insatisfatório / OK / Satisfatório / Ótimo (1,5/2)
    • Conteúdo e/ou Fator Replay: Péssimo / Insatisfatório / OK / Satisfatório  / Ótimo  (2/2)
    • Nota Técnica Final: 9/10
    • Tier List : S

  • Hotel Barcelona de Suda51 e Swery chega ao Switch e Switch 2

    Hotel Barcelona de Suda51 e Swery chega ao Switch e Switch 2

    O projeto colaborativo de terror Hotel Barcelona, dos aclamados desenvolvedores Hidetaka ‘SWERY’ Suehiro e Goichi ‘SUDA51’ Suda, foi oficialmente anunciado para Nintendo Switch e Switch 2 em 19 de maio de 2026. O título é um roguelite de ação e terror em 2.5D que transporta os jogadores para um ambiente caótico e psicodélico, inspirado no cinema slasher e em lógicas de sonhos surreais.

    O que esperar do pacote completo?

    As versões para os consoles da Nintendo serão lançadas como um pacote completo. Esta edição incluirá o jogo base, a atualização ‘Under New Management’ e o DLC ‘Late Check-Out’, além de todas as melhorias de jogabilidade implementadas até o momento. A publicação ficará a cargo da Eden Industries, em colaboração com a White Owls Inc.

    Lançado originalmente em setembro de 2025 para outras plataformas, o jogo passou por uma reformulação em março de 2026 com a atualização ‘Under New Management’, que otimizou sistemas de progressão e equilíbrio. O DLC ‘Late Check-Out’ expande a narrativa com dois novos ambientes — o Dusk Valley Golf Resort e a antiga Grandall Estate — além de dois chefes inéditos e 17 novos tipos de inimigos.

    Em Hotel Barcelona, o jogador controla a Marechal Justine Bernstein, cuja mente é possuída pelo espírito do serial killer Dr. Carnival. O título oferece modos multiplayer online, com suporte para cooperativo de 1 a 3 jogadores e um modo de invasão PvP para até 4 participantes.

    Fonte: Switch Italia

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  • Namco Legendary Mountains: Novo Puzzle Chega ao Switch em 2026

    Namco Legendary Mountains: Novo Puzzle Chega ao Switch em 2026

    A desenvolvedora BeXide, em colaboração com a Bandai Namco, anunciou o jogo Namco Legendary Mountains. O título é um quebra-cabeça 3D com lançamento confirmado para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC (via Steam) durante o verão americano de 2026. Uma demonstração estará disponível no evento BitSummit PUNCH, que ocorre entre 22 e 24 de maio em Kyoto, no Japão.

    Como funciona a mecânica de jogo?

    Inspirado na mecânica de combinação de títulos como Suika Game, a jogabilidade de Namco Legendary Mountains foca no lançamento e fusão de cápsulas chamadas “Voxels”. Ao colidir duas cápsulas do mesmo tipo, elas evoluem para uma versão maior. O objetivo é empilhar os itens estrategicamente sem que ultrapassem o limite do campo, buscando a maior pontuação possível.

    Quais franquias clássicas estarão presentes?

    O jogo contará com estágios e efeitos sonoros baseados em franquias icônicas dos arcades. Entre os títulos confirmados estão Pac-Man, Dig Dug, Mappy, The Tower of Druaga e Xexvious. Os jogadores poderão desbloquear mais de 100 Voxels diferentes e competir em rankings online através do modo Score Attack.

    Fonte: Gematsu

    O que é o Nintendo Barato?

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  • Top 10: Franquias Realistas Que Podem Voltar No Switch 2 (Ou Voltarem A Ser Realistas)

    Top 10: Franquias Realistas Que Podem Voltar No Switch 2 (Ou Voltarem A Ser Realistas)

    A Nintendo chocou o mundo com o design realista, ou no mínimo “menos cartunesco” de Star Fox. O visual é muito diferente do habitual em termos de personagens, mas combinou com a origem da franquia e seus jogos que nunca foram tão cartunescos.

    Mas Star Fox não é a única franquia que deve voltar e mostrar gráficos nessa linha “menos cartoon”, ou mesmo realistas. O Nintendo Switch 2 tem hardware para trazer diversas franquias com esse tipo de visual, ou mesmo resgatar esse estilo em franquias que já foram conhecidas por visuais realistas.

    Menções Honrosas: Jogos do NS1

    O primeiro Switch teve alguns jogos nesse estilo, por parte da Nintendo, e a inclusão deles fica aqui como menção honrosa, afinal, eles “não se foram” pra voltar no Switch 2 (rs).

    • Metroid (2D) e Metroid Prime.
    • Pikmin 4
    • Astral Chain e Bayonetta, com a Platinum Games.

    Todos eles tem chances altas de voltarem com novos jogos, ou receberem uma “Switch 2 Edition”.

    1- F-Zero

    F-Zero, de certa forma voltou, com o F-Zero 99, mas sendo um jogo gratuito pra assinantes do Switch ONline, e com pistas basicamente refeitas dos jogos “2Ds” anteriores, a necessidade de um novo jogo, feito para a nova geração, Switch 2, segue viva.
    Basta jogar “F-Zero GX” no aplicativo de Gamecube no NS2 que é fácil perceber porque essa franquia tem altíssimo potencial no novo console.

    2- Eternal Darkness

    A franquia de jogo único estreou no GameCube, basicamente se tornou um clássico dos jogos de terror, e sumiu, deixando fãs desde então, malucos por um retorno.
    Eternal Darkness não era apenas sobre criaturas feias, o jogo utilizava uma série de recursos que mexiam com a sanidade do personagem e até mesmo confundia os jogadores. Com os recursos atuais, daria pra fazer algo novo realmente insano….

    3- Disaster: Day of Crisis

    Pra maioria dos jogos dessa lista, a ideia não seria um literal realismo, mas em Disaster, seria, e essa poderia ser a franquia que melhor se beneficiaria dessa representação gráfica.
    Em Disaster, enfrentamos diversos tipos de desastres naturais, enquanto enfrentamos o crime num sistema light gun shooter, o que ainda cairia muito bem com o modo mouse do Switch 2.
    Infelizmente o jogo nunca veio pro ocidente, mas o seu estúdio é ninguém menos que a Monolith Soft, de Xenoblade, então… permissão pra criar um remake ou continuação, seria fácil de conseguir.

    4 – Sin & Punishment

    Nem todo mundo jogou Star Fox, mas menos pessoas ainda jogaram Kid Icarus: Uprising, que é outro jogo do estilo rail shooter. E menos pessoas ainda conhecem a que pra muitos é a verdadeira on rails da Nintendo: Sin & Punishment.A série é feita pela Tresure, que em tese tá viva, mas nunca mais fez jogo (permissão para se iludir achando que o sumiço é pra um jogo novo, concedida).
    Diferente de outros Shooters On Rails, essa franquia traz momentos onde estamos no chão, andando, momentos em que estamos em veículos, além dos clássicos momentos aéreos.
    Dificilmente ela volta, então, pelo menos jogue o de N64 que está disponível no Nintendo Switch Online.

    5- Wave Race

    Já que a Nintendo tá numa -onda- de jogos com águas bonitas (ba-dum-tsh) como Star Fox e Pokémon Ventos/Ondas, outro jogo com água belíssima e com uma física aquática que poderia ser super afiada no Switch 2, é Wave Race.
    O mundo precisa de um novo jogo grande (ou pelo menos de tamanho médio) de jet-ski, e quem tinha que representar esse segmento injustiçado, é a Nintendo.

    E se a Nintendo não quiser reviver Wave Race, especificamente, tem outras duas sugestões:

    • 1080º – A franquia de Snowboarding da Nintendo.
    • Excite Bike/Truck/Bots – A franquia mais “rally” que já teve diversos tipos de veículos. De repente faz um “Excite Racing”, Nintendo, cm cada veículo sendo uma modalidade, estilo Grid. Ia ser bem interessante.

    6- The Legend of Zelda

    Começando com a segunda parte, listando franquias que, assim como Star Fox, são antigas, mas agora, podem ganhar um novo jogo mais realista/menos cartunesco. E a primeira não poderia ser outra se não Zelda -e talvez seja a primeira franquia dessa lista a se concretizar-.
    Zelda já teve jogos puxados para uma direção mais sombria, como Majora’s Mask e Twilight Princess , além, claro, da tech demo usada pra apresentar o WiiU na imagem acima. Após uma geração de jogos em cel-shading ou estilo “brinquedo”, pode ser a hora de retornar pra essa estética, e justamente com um remake de um jogo…como Ocarina of Time, por exemplo. Não que Zelda fique melhor em gráficos sombrios, mas a beleza da franquia é justamente o contraste e liberdade que cada jogo pode ter em relação ao anterior.

    7- Pokkén Tournament

    Apesar de ter uma versão pra Switch, esse é um jogo do WiiU, que teve um certo sucesso competitivo, incluindo uma participação na EVO.
    Pokkén Tournament traz uma gameplay dupla: 3d Arena e 2D tradicional, com um certo número de dano/golpes, que faz um plano trocar para o outro. Mas outro aspecto que chamou muito a atenção na época, foi justamente seu visual mais próximo do realismo, o que gerou versões dos famosos Pokémon nunca antes vistas.
    Com o crescimento da franquia no segmento competitivo, não seria total surpresa termos finalmente esse jogo de volta.

    8- Donkey Kong Country

    Com o sucesso do filme do Mario, e do jogo Donkey Kong Bananza, e já somando 12 anos desde Donkey Kong Country: Tropical Freeze , o momento para um novo Country é o Switch 2.
    Mais do que isso, esse é o momento para resgatar o espírito híbrido entre fantasia e realismo da trilogia inicial, algo que a Square Enix fez muito bem com Octopath Traveller e seu estilo HD-2D.
    Um remake da trilogia também seria uma forma de testar como ficaria, já que são 3 jogos incríveis e que nunca tiveram uma versão melhorada.

    9- Paper Mario

    A série Paper Mario é uma das mais consolidadas da Nintendo, sendo uma das poucas que todo console de mesa, desde o N64, teve um jogo próprio (e olha só, nem Mario Kart conseguiu isso).
    A série sempre trouxe gráficos elaborados em seu cenário, em contraste com os personagens de papel. Geralmente, tudo é feito de cartolina, origami e derivados, mas… e se num, novo jogo, os personagens (ainda em 2D) saíssem dos livros e chegassem num mundo realista?
    A ideia pode parecer estranha, mas, um jogo indie chamado O Escudeiro Valente (The Plucky Squire) já fez algo parecido, e ficou bem legal.

    Com cada Paper Mario abordando uma temática diferente, o mundo real não seria uma má escolha.

    Novas IPs…em Especial, da Monolith Soft.

    Pra encerrar, vale mencionar que nem só de franquias antigas vive o nintendista. É comum a cada console novo a Nintendo tentar algumas franquias novas, embora o Nintendo Switch em si tenho sido bem carente nesse aspecto, mas, hey… Astral Chain, ARMS e 1,2,Switch existem…
    A favorita ao posto é a Monolith Soft, desenvolvedora de Xenoblade Chronicles, que tem um jogo mais realista chamado Xenoblade Chronicles X, que não está nessa lista, pois a franquia se consolidou no estilo “meio-termo” entre realista e anime, dos jogos numerados. Mas numa nova IP…a coisa muda de figura.
    A imagem usada é de fato real, e da empresa, tratada como concept art num recrutamento. Qeur dizer que essa nova franquia existe? Não necessariamente, pode ser apenas algo ilustrativo, mas a empresa que cria jogos fantásticos com combates estratégicos, merecia ser o principal action-RPG da Nintendo (e sim, Zelda para mim é um Adventure).

    Isso foi a Monolith o WiiU, imaginem no Switch 2…

    Essa foi a lista. Mas pra encerrar, uma breve consideração:
    Gráficos realistas não são, por regra, melhores que os demais. Cada jogo, cada franquia, se beneficia de estilos visuais diferentes.
    A existência dessa lista não é uma… manifestação de um desejo pessoal de ver a Nintendo se tornar uma empresa que, majoritariamente, faz gráficos realistas. A questão é que a Nintendo traz muitos jogos ao longo de uma geração, algumas dezenas, e se nesse meio, tiverem 10 jogos realistas como esses, é bom para a versatilidade do console e da empresa.

    No fim, o verdadeiro desejo é que a Nintendo siga nos surpreendendo ao longo da vida do Nintendo Switch 2.

  • Estamos Jogando: Indiana Jones E o Grande Círculo Eleva o Switch 2

    Estamos Jogando: Indiana Jones E o Grande Círculo Eleva o Switch 2

    Indiana Jones E o Grande Círculo foi muito aclamado na sua estreia no Xbox Series, e quando chegou ao PS5 depois. Após 1 ano e meio do seu lançamento, foi a vez da Nintendo receber o jogo graças à nova geração, o Switch 2. Após jogar as primeiras horas, quero compartilhar com vocês as primeiras impressões.

    Desempenho Incrível

    Indy não está acreditando em como seu jogo ficou no NS2.

    Vamos logo começar dizendo que o debate acabou, e hoje, temos um vencedor na disputa de jogo mais impressionante visualmente na plataforma.
    O começo do jogo já mostra que ele veio pra bater esse recorde (que já foi batido algumas vezes nesse primeiro ano, mostrando o potencial do Switch 2). No portátil, até que tem briga com outros jogos como Star Wars Outlaws, isso porque naturalmente cai um pouco a qualidade e tem mais serrilhado, entre algumas outras características que ficam inferiores, mas mesmo assim, tá perfeitamente jogável e muito bonito pro padrão portátil.

    Definitivamente, se você quer ver o que é um verdadeiro jogo “next-gen” rodando da melhor forma possível no console, esse aqui é um ótimo exemplo.

    O Jogo Em Si

    Indiana Jones e o Grande Círculo é tranquilamente o melhor jogo do Indiana Jones, e uma das melhores mídias da franquia no geral, principalmente nos últimos anos. O jogo realmente parece ser uma adaptação de um filme nunca lançado. O jogo é tão “adaptação de um universo cinematográfico” que ele tem a opção de mudar a tela pro padrão de filmes, com as bordas em baixo e em cima. Ele também tá sempre trocando a perspectiva de câmera, de gamep0lay em primeira pessoa, pra cut scenes em terceira pessoa, e a notícia boa pra nós brasileiros, é que ele vem com uma dublagem em português que tá de primeira qualidade.
    Em resumo, é o jogo que o fã de Indiana Jones sonhou.

    E como jogo? Bom, essa qualidade toda vem da sua produtora, a MachineGames, desenvolvedora de Wolfenstein, especialista em jogos em primeira pessoa.
    É interessante que ele tem 5 dificuldades de combate e stealth, e 2 opções de “dificuldade de aventura”, deixando no mais fácil, a exploração fica mais guiada e os puzzles ficam mais simples; então, é um jogo bem versátil.

    Como um bom jogo de aventura, ele vai mesclando, combate, exploração, puzzles, e até um pouco de plataforma usando o chicote (obviamente não no sentido “Super Mario”, e sim de parkour como Uncharted)só que num nível muito menor que um Assassin’s Creed porque afinal, o Indiana Jones é um arqueólogo, não assassino haha Aliás, no geral, o “fator humano” nesse jogo é muito presente, aqui, o Indiana Jones é tão humano quanto os filmes , ou seja, limitado, mas… um pouco favorecido pelo roteiro? rs Nota-se isto principalmente no combate, em que você só pode dar uns 5 socos em seguida que ele cansa, então, o combate tem muito de buscar vassouras, martelos e até violão serve, pra usar de arma. Furtividade também é importante, embora, claro, não tanto quanto um Hitman (porque novamente, ele não é um assassino profissional rs).

    Vale a Pena?

    Em geral, este lançamento é um grande acerto em muitos sentidos:

    • Um jogo excelente.
    • Uma adaptação de obra multimídia excelente.
    • Versão Impecável pro console.
    • Jogo completo no cartucho.
    • Ótima localização com dublagem em português.

    O único ponto que, não chega a ser injusto, mas, poderia ser melhor, é o preço.
    O jogo chega por R$350, que é um valor alto para um jogo já lançado em outras plataformas, mas é o preço atual dele nessas outras plataformas também.
    Da mesma maneira, a expansão “A Ordem dos Gigantes” não está inclusa, e precisa ser adquirida separadamente por R$99; o que mais uma vez, é chato pra um lançamento de jogo “não inédito”, mas é o preço que se encontra nas demais plataformas e sua produtora não viu motivo pra, no Switch 2, estar mais barato.

    E no fim, todos esses acertos justificam esse valor cobrado no jogo, dada a atual realidade de preço dos videogames no Brasil.

    Como economizar na hora de comprar jogos em mídia digital do Nintendo Switch 2?

    A melhor forma de economizar na hora de comprar seus jogos em mídia digital é acumulando cash back que pode ser utilizado como desconto em futuras compras. E a loja indicada para isso é a nossa parceria NUUVEM. Comprando seu gift card na nuuvem você tem benefícios como: parcelamento no cartão de crédito, acúmulo de cash back para utilizar nas próximas compras no site e ainda pode presentear aquela pessoa tão querida com um voucher!

  • Nintendo confirma bundle ‘Escolha Seu Jogo’ do Switch 2 no Brasil

    Nintendo confirma bundle ‘Escolha Seu Jogo’ do Switch 2 no Brasil

    A Nintendo confirmou o lançamento do pacote “Escolha Seu Jogo” do Nintendo Switch 2 para o mercado brasileiro, com previsão de chegada para junho de 2026. O anúncio oficial foi realizado em 13 de maio, logo após a revelação do mesmo bundle para o mercado norte-americano, ocorrida em 12 de maio.

    O que inclui o novo pacote da Nintendo?

    O bundle permite que o consumidor adquira o console Nintendo Switch 2 acompanhado de um jogo digital à escolha do usuário. As opções disponíveis para resgate são Mario Kart World, Donkey Kong Bananza e Pokémon Pokopia.

    Embora o preço sugerido para o mercado brasileiro não tenha sido divulgado, a Nintendo confirmou que o lançamento ocorre em junho. Nos Estados Unidos, o pacote será comercializado por US$ 499,99. A empresa também informou que este valor se tornará o preço padrão do console a partir de 1º de setembro de 2026.

    A aquisição do bundle nos EUA representa uma economia estimada entre US$ 20 e US$ 30, comparado à compra separada do hardware e do software. A disponibilidade do pacote é limitada enquanto durarem os estoques.

    Fonte: Universo Nintendo

    O que é o Nintendo Barato?

    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.

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  • Análise: Mixtape É Lindo Mas Depende de Identificação Pra Gostar

    Análise: Mixtape É Lindo Mas Depende de Identificação Pra Gostar

    Mixtape tem feito barulho ao redor do mundo, tanto positivamente por seus personagens e direção de arte, quanto negativamente, com críticas à falta de gameplay. Afinal, como funciona esse jogo?
    Com uma curta campanha de 3 horas, Mixtape de certa forma corresponde simultaneamente às críticas e aos elogios, sendo esse um daqueles jogos “ame ou odeie”, então, é importante entender onde você provavelmente estará nessa balança.

    Enredo E Como o Jogo Funciona

    Mixtape é a história sobre o último dia de Stacey em sua cidade Natal, com seus 2 melhores amigos. Ela parte no dia seguinte pra Nova York em busca de um trabalho como “consultora musical”, uma pessoa que escolhe a música perfeita pra cenas de TV, programas, séries, etc.
    Nisso, ela preparou uma playlist para esse último dia especial e cada capítulo do jogo tem uma trilha sonora apresentado por ela, antes do capítulo em si começar.

    É essencial comentar que a trilha sonora não é original, aqui temos músicas dos anos 80 pra baixo de bandas conhecidas ou nem tanto, mas que a protagonista escolhe como a trilha perfeita.
    Dito isso, o enredo do jogo é muito mais sobre a relação do trio de melhores amigos, a decisão de partir e principalmente, relembrar as memórias que eles tem juntos.

    Gameplay

    O jogo é uma aventura narrativa. Passamos por cenários, como quartos dos personagens e achamos objetos que resgatam memórias. Essas memórias são acompanhadas de alguma interação do jogador, de simples à….muito simples rs
    Algumas trazem interações mais presentes, como descer uma ladeira de skate, outras são simplesmente mexer o corpo dos personagens ouvindo música.

    Fica claro que o gameplay de Mixtape é apenas um recurso de interatividade pra história. Não existe desafio, pontuação ou objetivos a se cumprir, apenas uma cena onde o jogador participa dela como bem quer sem se preocupar se está fazendo certo, ou se vai “ganhar ou perder”.

    Isso porque o foco dessas cenas, jogáveis é outro…

    Arte

    Depois da história, o foco ainda é com certeza a arte do jogo. Essas cenas de gameplay são realmente cenas interativas, e nelas, o trabalho em direção de arte se mostra uma das melhores dos games. Cenários absurdos, fotografia impecável e tudo fica ainda mais impressionante ao lembrar que o jogador ainda tem algum controle sobre os personagens.

    Para causar essa impressão, o jogo conta com gráficos de ponta, e no Nintendo Switch 2, é absurdo o que conseguiram. Tanto no modo dock quanto portátil, temos aqui um dos jogos mais impressionantes visualmente. Todos os cenários continuam lindos, e mesmo nas cenas mais “explosivas” a taxa de quadros por segundo se mantém frequente.

    Isso torna Mixtape tranquilamente um dos jogos mais bonitos da plataforma, tanto pela ótima conversão quanto pela forte direção de arte. Se você quer ver um jogo bonito, aí está.

    Conclusão

    Mixtape é sem dúvidas um jogo muito, muito bem feito. A execução da sua proposta ficou impecável, mas, ela não é pra todo mundo.

    Por conta de suas decisões, principalmente de gameplay, onde o “jogo” auxilia a cena mais do que o inverso, algumas pessoas certamente já não vão gostar dele aqui.
    E mesmo em termos de história, ela depende de alguma conexão/identificação, afinal é uma história “adolescentes contra o mundo”, com todos os clichês que a acompanham: festas, álcool, perturbar diretor de escola, drama com pais rígidos, etc.

    Entretanto, a máxima de que um jogo com propostas divisivas, quando encontra o seu público, marca como nenhum outro, e é por isso que muitos não devem achar Mixtape um jogo que vale a pena, mas quem achar que é, terá uma experiência memorável.

  • Harvest Moon: Echoes of Teradea Lança em Setembro de 2026

    Harvest Moon: Echoes of Teradea Lança em Setembro de 2026

    A Natsume anunciou oficialmente o lançamento de Harvest Moon: Echoes of Teradea, o mais novo capítulo da franquia de simulação agrícola. O título tem data de estreia confirmada para 24 de setembro de 2026.

    O jogo estará disponível para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC. A revelação inicial ocorreu em março de 2026, com a abertura da pré-venda iniciada em maio do mesmo ano.

    Exploração e Mecânicas de Mundo Aberto

    Em Harvest Moon: Echoes of Teradea, os jogadores exploram o vasto mundo de Teradea, que enfrenta desafios ambientais como a névoa da Floresta dos Ecos e desastres naturais. A jornada começa na pacífica Bloomfield Village, onde o gerenciamento da fazenda é o ponto central.

    O título introduz novas habilidades de exploração, permitindo que o jogador salte para locais escondidos e escale terrenos. Além disso, um sistema de acampamento foi implementado para os usuários poderem descansar e cozinhar durante suas expedições por cavernas e ilhas remotas.

    Uma das inovações desta edição é o sistema de companheiros animais. Os pets possuem habilidades especiais que auxiliam na superação de obstáculos e na descoberta de tesouros. O jogo também foca na interação social, permitindo que o jogador forme laços com dez personagens únicos, com a possibilidade de encontrar um parceiro para a vida.

    A trama principal envolve a restauração do equilíbrio em Teradea com o auxílio dos Guardiões Espirituais. Os jogadores deverão apoiar diversas comunidades, como a vila portuária de Tidewind, a comunidade mineira de Quarrytop e a região de Maplehill. Aqueles que realizarem a pré-venda do jogo receberão um pelúcia exclusivo de Lupo, o Guardião de Bloomfield.

    Fonte: Universo Nintendo

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  • Nintendo anuncia pacote ‘Escolha seu Jogo’ para o Switch 2

    Nintendo anuncia pacote ‘Escolha seu Jogo’ para o Switch 2

    A Nintendo anunciou, em 12 de maio de 2026, um novo pacote para o console Switch 2, intitulado ‘Choose Your Game Bundle’ (Escolha Seu Jogo). A oferta permitirá aos consumidores adquirir o console acompanhado de um código de download para um jogo digital à sua escolha, entre três títulos de destaque: Mario Kart World, Donkey Kong Bananza ou Pokémon Pokopia. O pacote estará disponível a partir do início de junho em varejistas participantes na América do Norte, com um preço sugerido de US$ 499,99.

    O pacote oferece flexibilidade ao jogador, que pode selecionar um título digital entre as opções listadas. A Nintendo confirmou que a oferta estará disponível por tempo limitado e enquanto durarem os estoques nas lojas participantes. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a comercialização deste pacote especificamente no Brasil.

    O ‘Choose Your Game Bundle’ representa uma oportunidade de economia em comparação com a compra separada do console e de um jogo. Esta iniciativa antecipa um ajuste de preço do console Switch 2, que passará de US$ 449,99 para US$ 499,99 a partir de 1º de setembro de 2026. Com o bundle, o consumidor garante o console e um jogo pelo valor que o aparelho custará sozinho após o reajuste.

    Fonte: Nintendo Life

    O que é o Nintendo Barato?

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  • Nintendo diz que as vendas do Switch 2 estão melhorando no ocidente

    Nintendo diz que as vendas do Switch 2 estão melhorando no ocidente

    O presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, afirmou durante a sessão de perguntas e respostas do relatório financeiro que as vendas do Switch 2 nos mercados ocidentais se recuperaram desde o início do ano. Segundo ele, a virada começou em janeiro com o lançamento de Animal Crossing: New Horizons – Nintendo Switch 2 Edition e uma atualização gratuita para o jogo original, seguido por Pokémon Pokopia em março.

    “Desde o final do ano, as vendas nos mercados externos – particularmente nos EUA e na Europa – estavam um pouco mais fracas do que o esperado”, disse Furukawa. “No entanto, o lançamento de Animal Crossing: New Horizons – Nintendo Switch 2 Edition em janeiro, juntamente com uma atualização gratuita de conteúdo para o Animal Crossing original, ajudou a aumentar o engajamento de usuários ativos tanto para o Nintendo Switch quanto para o Switch 2.”

    Sobre Pokémon Pokopia, o executivo destacou que o título alcançou forte crescimento de vendas não apenas no Japão, mas também nos mercados internacionais, contribuindo positivamente para as vendas de hardware. “O fato de Pokémon Pokopia ter contribuído para as vendas de hardware serviu como um lembrete de que a disponibilidade de títulos que fazem os clientes dizerem ‘eu quero jogar isso’ é um fator crucial para incentivar a transição para o Nintendo Switch 2.”

    A Nintendo projeta vender 16,5 milhões de unidades do Switch 2 no próximo ano fiscal. Furukawa afirmou que a empresa não tem preocupações específicas quanto ao ritmo de penetração do console. “O ritmo da penetração de mercado do Nintendo Switch 2 é robusto – mesmo quando comparado ao do Nintendo Switch original – e, neste momento, não temos preocupações particulares quanto a esse ritmo.”

    O presidente também destacou a importância de ter títulos “sistema” para migrar os fãs do Switch original para o novo console. “Temos uma riqueza de novos títulos programados para o Nintendo Switch 2, e pretendemos transmitir cuidadosamente o apelo único de cada jogo para garantir que os clientes possam fazer a transição para o sistema no momento que melhor lhes convier.”

    Fonte: Nintendo Everything

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