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  • Hands On: Dragon Quest I & II HD-2D Remake impressiona na TGS 2025 com visuais e melhorias de qualidade de vida

    Hands On: Dragon Quest I & II HD-2D Remake impressiona na TGS 2025 com visuais e melhorias de qualidade de vida

    Clássicos de Nintendinho retornam mais acessíveis, mas mantêm a essência hardcore

    Durante a Tokyo Game Show 2025, tivemos a oportunidade de jogar a demo de Dragon Quest I & II HD-2D Remake. Para quem já experimentou o remake de Dragon Quest III, a sensação é familiar: visuais deslumbrantes no estilo HD-2D e uma trilha sonora retrabalhada que chama atenção logo de início. A Square Enix mantém a proposta de reimaginar os primórdios da franquia sem perder a identidade que tornou esses jogos históricos.

    Também jogamos na Tokyo Game Show 2025 ⬇️

    O que vimos na demo

    A versão testada rodava no PlayStation 5, mas tudo indica que a experiência será semelhante no Nintendo Switch 2. O jogo manteve a fluidez e beleza visual, sem quedas de desempenho. A estética em HD-2D continua encantando, com cenários que parecem aquarelas vivas, cheias de personalidade.

    Outro destaque imediato foi a música. Os arranjos clássicos receberam novo tratamento e soam poderosos, combinando nostalgia com modernidade. Para fãs de longa data, é impossível não se emocionar com esse cuidado.

    Como funciona o combate

    O sistema de batalhas segue fiel ao que se esperaria de um remake clássico: lutas em turnos mais lentas, com câmera em primeira pessoa — ou seja, vemos apenas os inimigos e os efeitos de ataque. Essa decisão reforça a autenticidade em relação aos jogos originais, mas pode soar datada para novos jogadores.

    No entanto, algumas modernizações foram muito bem-vindas. A interface está mais clara e intuitiva, com menus redesenhados que facilitam a navegação. Em Dragon Quest II, por exemplo, é possível configurar como os companheiros vão agir em batalha, seja de forma automática ou seguindo comandos estratégicos definidos pelo jogador. Essa liberdade agiliza a experiência sem sacrificar a essência do combate.

    A progressão parece menos “grindada” em comparação aos originais. A necessidade de horas de farm para evoluir foi suavizada graças a um balanceamento mais justo. Além disso, os autosaves e checkpoints trazem um conforto essencial para jogos que nasceram nos tempos do Nintendinho, quando qualquer descuido podia significar perder horas de progresso.

    Essas melhorias tornam a aventura mais acessível, sem tirar a sensação de desafio que sempre marcou a série.

    Diferenças em relação ao Dragon Quest III Remake

    Apesar do capricho visual e sonoro, é importante dizer que Dragon Quest I & II HD-2D Remake não traz a mesma sensação de inovação que o remake do III. Os dois primeiros jogos são mais lineares e “hardcore”, com menos recursos modernos inseridos na jogabilidade. Para alguns jogadores, essa fidelidade extrema pode parecer um retrocesso.

    Ainda assim, para quem acompanhou o remake do terceiro jogo, revisitar o I e o II é quase obrigatório, já que as histórias se conectam diretamente. O III funciona como prelúdio da saga, e jogar os demais completa a experiência narrativa da trilogia original.

    Ou seja… haha

    O hands-on de Dragon Quest I & II HD-2D Remake mostra que a Square Enix está comprometida em preservar a história da franquia, mas com ajustes que tornam a jornada menos desgastante para os padrões atuais. É uma homenagem respeitosa, ainda que com limitações.

    Quem procura autenticidade vai encontrar uma experiência fiel e bela. Já quem busca inovação talvez sinta falta de ousadia em alguns pontos. O certo é que a trilogia HD-2D está se consolidando como uma das formas mais encantadoras de revisitar clássicos dos RPGs.

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  • Hands On: Onimusha Way of the Sword surpreende pela força do combate

    Hands On: Onimusha Way of the Sword surpreende pela força do combate

    Combate acessível e ambientação japonesa marcam a demo disponível na Tokyo Game Show 2025

    Nosso querido Rodrigo Coelho (vulgo Coelho no Japão, haha) testou a demo de Onimusha: Way of the Sword e compartilhou suas impressões direto do Japão, após visitar o templo Kiyomizu-dera — o mesmo que serve de cenário para o jogo. A Capcom apostou em trazer uma experiência que mistura ação intensa, lendas japonesas e visual impressionante.

    Jogamos na Tokyo Game Show:

    A ambientação foi um dos pontos que mais chamaram atenção. Inspirado em mitos reais da cultura japonesa, o jogo cria uma atmosfera mística, com espíritos e referências ao folclore local. O uso do ray tracing reforça a beleza dos cenários, que ficaram ainda mais vivos na demo.

    Combate é o grande destaque

    O verdadeiro brilho de Way of the Sword está no combate. Diferente de jogos como Sekiro, aqui a curva de aprendizado é mais acessível: não é preciso dominar cada detalhe técnico para sentir a satisfação de vencer uma batalha de forma estilosa.

    O sistema inclui parry, quebra de defesa, finalizações e absorção de almas coloridas — vermelha, amarela e azul — cada uma fornecendo buffs específicos. Essa dinâmica adiciona variedade e mantém os confrontos envolventes.

    Apesar da qualidade do combate, a linearidade da demo deixou a desejar. Áreas que visualmente poderiam ser exploradas acabam bloqueadas por barreiras artificiais. Como não há botão de pulo, até pequenas cercas ou árvores se tornam obstáculos, quebrando a imersão.

    O boss apresentado na demo roubou a cena, com presença marcante e uma dublagem de alto nível. Esse detalhe se soma a um grande acerto da Capcom: trazer o jogo dublado em português, além das legendas, algo cada vez mais valorizado pelo público.

    Mesmo com limitações na exploração, Onimusha: Way of the Sword deixou uma ótima impressão inicial. O combate acessível, aliado à ambientação baseada em lendas japonesas e ao cuidado com a dublagem, mostram que a Capcom está no caminho certo para reviver a franquia. É uma experiência que consegue agradar tanto quem busca um jogo de ação desafiador, quanto quem prefere mergulhar em narrativas com forte identidade cultural. Se a demo já trouxe esse equilíbrio entre estilo e acessibilidade, fica a expectativa de que a versão final entregue uma jornada memorável, capaz de reconectar a série Onimusha com antigos fãs e conquistar uma nova geração de jogadores.

    Confira o vídeo com tudo que jogamos na Tokyo Game Show 2025:

    Será que podemos esperar uma versão de Onimusha: Way of the Sword para o novo console da Nintendo? A Capcom já mostrou interesse em ampliar seu catálogo para a plataforma, e ver um título com essa qualidade visual e narrativa chegando ao híbrido seria um grande atrativo para os jogadores nintendistas.

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  • Hands On: Final Fantasy VII Remake no Switch 2 é real e impressiona!

    Hands On: Final Fantasy VII Remake no Switch 2 é real e impressiona!

    Square Enix surpreende com versão portátil quase no nível da nova geração

    Durante a Tokyo Game Show 2025, tivemos a chance de jogar a demo de Final Fantasy VII Remake Intergrade no Nintendo Switch 2 — e a experiência foi de cair o queixo. O próprio Rodrigo Coelho testou o game no estande da Square Enix e trouxe impressões que mostram como o estúdio conseguiu realizar o que parecia impossível: entregar Midgar em toda sua grandiosidade na tela portátil do novo console da Nintendo.

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    Como o jogo roda no Switch 2

    Segundo Coelho, a performance é sólida: Final Fantasy VII Remake roda a 30 quadros por segundo cravados, sem quedas perceptíveis, tanto no modo portátil quanto no dock. A versão de Switch 2 conta com suporte a DLSS, tecnologia que permite suavizar as limitações gráficas ao reconstruir a imagem em tempo real. Isso garante que a resolução seja ajustada dinamicamente, mas com uma nitidez surpreendente na tela portátil.

    No modo portátil, a Square Enix atingiu um visual “quase no nível de PS5”, algo que parecia impensável até pouco tempo atrás. Já no dock, a resolução chega a 2K, mantendo a estabilidade e entregando um resultado impressionante na TV.

    Além das melhorias técnicas, a versão para Switch 2 traz o recurso chamado “Streamlined Progression”, que torna a progressão mais acessível para novos jogadores sem perder a essência do jogo. Segundo Hamaguchi, essa adição foi pensada para expandir o público e permitir que mais pessoas mergulhem na jornada de Cloud e companhia, sem perder a sensação épica que define a obra.

    O que mudou para caber no Switch 2

    Em entrevista, o diretor Naoki Hamaguchi explicou que foram necessárias algumas concessões para essa adaptação. Entre elas, a resolução nativa foi reduzida e certos efeitos de iluminação nos cenários tiveram de ser simplificados. Porém, os personagens e texturas principais foram retrabalhados com cuidado, mantendo a atmosfera épica intacta.

    Outro ponto importante é que o jogo não será distribuído em cartucho tradicional, mas em Game Key Card, algo que já gera polêmica entre colecionadores. A decisão, segundo a Square Enix, se deve às limitações de velocidade de leitura dos cartuchos físicos, que poderiam comprometer a performance.

    A Square Enix conseguiu algo notável: levar Final Fantasy VII Remake para o Switch 2 de uma forma digna e empolgante. É um feito que mostra a maturidade técnica da nova plataforma da Nintendo e reforça como a portabilidade continua sendo seu maior diferencial. Se a demo já impressiona, fica a expectativa para conferir o jogo completo e ver até onde a Square conseguiu expandir essa experiência no híbrido.

    Para quem quiser se aprofundar ainda mais, o Rodrigo Coelho conversou diretamente com Naoki Hamaguchi, diretor de Final Fantasy VII Remake, durante a Tokyo Game Show 2025. Na entrevista exclusiva, ele detalha as escolhas técnicas feitas para o Switch 2, explica a ideia por trás do “Streamlined Progression” e comenta o futuro da franquia. O bate-papo completo já está disponível no canal Coelho no Japão no YouTube.

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  • Hands On: Jogamos Monster Hunter Stories 3 – Twisted Reflections no Nintendo Switch 2

    Hands On: Jogamos Monster Hunter Stories 3 – Twisted Reflections no Nintendo Switch 2

    Franquia conhecida por grandes lançamentos RPG retorna mais ambicioso, mas ainda com alguns tropeços

    Durante a Tokyo Game Show 2025, tivemos a chance de jogar Monster Hunter Stories 3 – Twisted Reflections no Nintendo Switch 2 e ver como a Capcom está trazendo essa experiência para a nova geração da Nintendo. O portátil híbrido deu nova vida à franquia, mas também deixou claro alguns pontos fortes e fracos dessa nova aventura.

    Logo de cara, a sensação é de alívio: depois da performance irregular de Monster Hunter Stories 2 no Switch original, agora o jogo roda liso a 60fps, sem engasgos. A fluidez dá um novo ritmo à exploração e às batalhas, tornando a experiência muito mais agradável. Porém, quando colocamos lado a lado com outros grandes títulos que testamos no evento, como Resident Evil 9 e Final Fantasy VII Remake Intergrade, fica evidente que o impacto visual não é tão forte assim. Os gráficos lembram bastante MHS2, mas com resolução mais limpa e performance muito mais estável.

    O grande trunfo está no estilo artístico, que continua lindíssimo. A direção de arte abraça cores vibrantes e personagens carismáticos, o que realmente brilha no modo portátil do Switch 2. Mesmo sem ser um “show técnico”, o jogo conquista pela personalidade visual e por como esse estilo se encaixa perfeitamente em um RPG voltado para narrativa e monstros.

    O gameplay segue o DNA da série, com batalhas por turnos contra monstros, mas desta vez muito mais acrobáticas e cinematográficas. Cada golpe parece coreografado, trazendo impacto e emoção a cada rodada. A estratégia continua essencial, especialmente no gerenciamento dos monstros parceiros e no uso de habilidades especiais. Para quem já gostava da fórmula de Stories, a sensação é de evolução.

    Na exploração, o jogo apresenta um mundo aberto maior e mais bonito, mas com algumas limitações. É possível ver monstros escalando montanhas, mas nem todas são acessíveis, o que pode gerar frustração ao despertar a curiosidade de explorar além dos limites impostos pelo design. Além disso, há pop-in de elementos no mapa e uma HUD carregada que polui um pouco a tela. Também vale notar que, olhando para a distância, árvores e sombras perdem nitidez, dando um aspecto borrado em alguns momentos.

    O que achamos até agora

    No geral, Monster Hunter Stories 3 – Twisted Reflections no Switch 2 é um avanço considerável em performance, entregando finalmente a fluidez que a franquia merecia. O estilo artístico continua encantador e as batalhas por turnos são empolgantes e bem construídas. Por outro lado, o jogo não tem o mesmo impacto gráfico de outros títulos de peso no console, e alguns problemas técnicos ainda atrapalham a imersão.

    Ainda assim, é difícil não se empolgar com a proposta. Para fãs da série e de RPGs de monstros, esse terceiro capítulo promete trazer horas de exploração e batalhas estratégicas em um mundo vivo e colorido.

    Leia também:

    Nossa cobertura da Tokyo Game Show 2025 continua trazendo impressões em primeira mão dos maiores lançamentos que chegam ao Nintendo Switch 2. Testamos títulos aguardadíssimos, conversamos com desenvolvedores e registramos cada detalhe para mostrar como a nova geração da Nintendo está moldando o futuro dos games. Fique ligado no Coelho News para não perder nenhum destaque do evento!

  • Hands On: Pragmata na TGS 2025: ação intensa, exploração e laços emocionais no novo jogo da Capcom

    Hands On: Pragmata na TGS 2025: ação intensa, exploração e laços emocionais no novo jogo da Capcom

    Nova demonstração durante Tokyo Game Show 2025 revelou combate desafiador e narrativa cativante

    Durante a Tokyo Game Show 2025, o Coelho no Japão teve a oportunidade de conferir de perto a nova demo de Pragmata, o aguardado novo título da Capcom. Segundo Rodrigo Coelho, a experiência impressionou pelo aumento de dificuldade em relação à demo apresentada na Summer Game Fest, ao mesmo tempo em que mostrou com clareza o loop de gameplay que combina exploração, combate estratégico e evolução de personagem.

    Relembre da experiência com o título durante a Summer Game Fest 2025 aqui ⬇️

    As novidades da nova demonstração do game

    Em Pragmata, os jogadores exploram um ambiente sci-fi com visual detalhado e inspiração em clássicos como Mega Man. A demo apresenta um loop de gameplay que lembra roguelites: derrotar inimigos, coletar itens que evoluem o personagem e, caso morra, ser teleportado de volta à base, mantendo os progressos adquiridos. Essa mecânica incentiva a exploração e recompensa a perseverança do jogador diante da dificuldade.

    O destaque vai para a relação entre os dois personagens centrais: um adulto e uma menina androide. Existem momentos emocionantes de aprendizado e conexão, como a cena em que ele ensina a menina a comemorar com um high five ou apresenta o Planeta Terra com trilha sonora marcante. Essas interações entregam uma dimensão emocional rara em jogos de ação e reforçam o aspecto narrativo de Pragmata.

    O combate combina ação frenética e raciocínio estratégico. É necessário usar simultaneamente os dois lados do cérebro: com os botões do lado direito do controle, o jogador hackeia inimigos, abrindo seus pontos fracos, enquanto movimenta-se e se esquiva com o analógico esquerdo. Além disso, certos quadrados da arena modificam o status do inimigo, adicionando camadas táticas às batalhas.

    A exploração é igualmente recompensadora. Cada canto visitado pode revelar itens que melhoram armas, armaduras, estamina e poderes da menina, tornando cada descoberta estratégica. Rodrigo destacou especialmente a luta contra o boss da demo, onde diferentes abordagens, como destruir propulsores ou pernas primeiro, alteram o comportamento do inimigo. A combinação de hackeamento, mira e movimentação constante transforma cada confronto em um desafio intenso e gratificante.

    O game possui gráficos dignos de serem chamados de Next Gen (opinião pessoal do redator haha)

    Visualmente, Pragmata impressiona pelo polimento e atenção aos detalhes, com ambientes imersivos, efeitos de combate bem elaborados e uma narrativa que desperta curiosidade. Mesmo com a dificuldade elevada, a sensação de progresso constante mantém o jogador engajado e motivado a continuar explorando.

    Pragmata se consolida como um dos jogos mais promissores da Capcom nos últimos anos, equilibrando ação, estratégia e emoção. A demo da TGS 2025 reforça o potencial do título para conquistar tanto jogadores hardcore quanto aqueles que buscam experiências narrativas envolventes. A expectativa agora é para o lançamento e, especialmente, para a confirmação de uma versão no Nintendo Switch 2, que poderia ser a plataforma perfeita para o game!

    Confira também:

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  • Hands On: Jogamos Resident Evil 9 Requiem no Nintendo Switch 2

    Hands On: Jogamos Resident Evil 9 Requiem no Nintendo Switch 2

    Primeiras impressões do terror híbrido no portátil da Nintendo estão impressionantes

    Durante a TGS 2025, tivemos a oportunidade exclusiva de testar Resident Evil Requiem rodando no Nintendo Switch 2, trazendo em primeira mão as impressões do gameplay, gráficos e performance. O título é o mais recente capítulo da franquia de horror icônica da Capcom e, mesmo em versão portátil, impressiona com sua atmosfera tensa e visual caprichado.

    Gráficos e atmosfera

    Uma das primeiras coisas que saltam aos olhos é o Ray Tracing, que transforma o jogo em uma experiência visual impressionante mesmo no portátil. Corredores escuros, reflexos e efeitos de luz foram bem adaptados, criando um clima de terror convincente. É importante notar, porém, que o Ray Tracing não se aplica às sombras nesta versão, e alguns downgrades em texturas e detalhes ficam perceptíveis, especialmente quando comparados às versões de console de mesa.

    Gameplay portátil

    No Nintendo Switch 2, Resident Evil Requiem roda em cerca de 600p, com DLSS garantindo fluidez acima de 30fps na maior parte do tempo. A jogabilidade é sólida: controles responsivos e mecânicas clássicas da franquia, como exploração de cenários, resolução de puzzles e combate tenso contra inimigos, permanecem intactas.

    A experiência portátil não compromete a essência do jogo. Você consegue sentir o terror em qualquer lugar, mas momentos mais intensos podem apresentar pequenas quedas de FPS, o que é esperado dado o tamanho e complexidade dos ambientes.

    Construção do terror e exploração

    O jogo mantém a tradição da série em equilibrar exploração, coleta de itens e combate estratégico. É necessário gerenciar recursos, observar cada detalhe do cenário e planejar cada ação — algo que funciona bem na tela menor do Switch 2, especialmente com o feedback tátil do controle portátil.

    Além disso, a narrativa continua consistente com a tradição da franquia, com cenários detalhados e atmosfera imersiva que prendem o jogador, seja em casa ou em trânsito.

    Nossa opinião sobre o desempenho da demonstração

    Testar Resident Evil Requiem no Switch 2 foi uma experiência surpreendente. Apesar de compromissos gráficos e pequenos instantes de queda de FPS, o equilíbrio entre portabilidade e performance é notável. Para quem quer jogar horror AAA em qualquer lugar, esta versão híbrida é a mais interessante até agora.

    Se comparado às versões de consoles de mesa, o jogo perde alguns detalhes visuais, mas ganha a vantagem de poder ser jogado em trânsito, algo que realmente faz diferença para quem gosta de experiências intensas sem depender da TV.

    Pontos fortes e limitações

    Pontos fortes:

    • Ray Tracing impressionante para portátil
    • DLSS garante mais de 30fps na maioria das situações
    • Experiência de horror intensa mesmo em modo portátil
    • Jogabilidade clássica e fluida da franquia
    • Potencial de brilhar ainda mais no modo dock

    Limitações:

    • Downgrades em texturas e sombras
    • Ray Tracing não aplicado nas sombras
    • Quedas de FPS em momentos de ação intensa
    • Alguns detalhes visuais ficam abaixo das versões de console de mesa
    • Pequenas limitações técnicas perceptíveis ao olho atento

    Mesmo jogando apenas no portátil, Resident Evil Requiem entrega uma experiência sólida e assustadora. No dock, é provável que a versão do Switch 2 se aproxime ainda mais das outras plataformas, tornando-se uma excelente alternativa para quem quer ter o terror AAA híbrido nas mãos.

    Se você é fã da franquia, essa é uma versão que vale a pena acompanhar de perto — e as primeiras impressões da TGS 2025 só reforçam o potencial do jogo no Nintendo Switch 2.

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