Hands On: Jogamos Monster Hunter Stories 3 – Twisted Reflections no Nintendo Switch 2

Franquia conhecida por grandes lançamentos RPG retorna mais ambicioso, mas ainda com alguns tropeços

Durante a Tokyo Game Show 2025, tivemos a chance de jogar Monster Hunter Stories 3 – Twisted Reflections no Nintendo Switch 2 e ver como a Capcom está trazendo essa experiência para a nova geração da Nintendo. O portátil híbrido deu nova vida à franquia, mas também deixou claro alguns pontos fortes e fracos dessa nova aventura.

Logo de cara, a sensação é de alívio: depois da performance irregular de Monster Hunter Stories 2 no Switch original, agora o jogo roda liso a 60fps, sem engasgos. A fluidez dá um novo ritmo à exploração e às batalhas, tornando a experiência muito mais agradável. Porém, quando colocamos lado a lado com outros grandes títulos que testamos no evento, como Resident Evil 9 e Final Fantasy VII Remake Intergrade, fica evidente que o impacto visual não é tão forte assim. Os gráficos lembram bastante MHS2, mas com resolução mais limpa e performance muito mais estável.

O grande trunfo está no estilo artístico, que continua lindíssimo. A direção de arte abraça cores vibrantes e personagens carismáticos, o que realmente brilha no modo portátil do Switch 2. Mesmo sem ser um “show técnico”, o jogo conquista pela personalidade visual e por como esse estilo se encaixa perfeitamente em um RPG voltado para narrativa e monstros.

O gameplay segue o DNA da série, com batalhas por turnos contra monstros, mas desta vez muito mais acrobáticas e cinematográficas. Cada golpe parece coreografado, trazendo impacto e emoção a cada rodada. A estratégia continua essencial, especialmente no gerenciamento dos monstros parceiros e no uso de habilidades especiais. Para quem já gostava da fórmula de Stories, a sensação é de evolução.

Na exploração, o jogo apresenta um mundo aberto maior e mais bonito, mas com algumas limitações. É possível ver monstros escalando montanhas, mas nem todas são acessíveis, o que pode gerar frustração ao despertar a curiosidade de explorar além dos limites impostos pelo design. Além disso, há pop-in de elementos no mapa e uma HUD carregada que polui um pouco a tela. Também vale notar que, olhando para a distância, árvores e sombras perdem nitidez, dando um aspecto borrado em alguns momentos.

O que achamos até agora

No geral, Monster Hunter Stories 3 – Twisted Reflections no Switch 2 é um avanço considerável em performance, entregando finalmente a fluidez que a franquia merecia. O estilo artístico continua encantador e as batalhas por turnos são empolgantes e bem construídas. Por outro lado, o jogo não tem o mesmo impacto gráfico de outros títulos de peso no console, e alguns problemas técnicos ainda atrapalham a imersão.

Ainda assim, é difícil não se empolgar com a proposta. Para fãs da série e de RPGs de monstros, esse terceiro capítulo promete trazer horas de exploração e batalhas estratégicas em um mundo vivo e colorido.

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Nossa cobertura da Tokyo Game Show 2025 continua trazendo impressões em primeira mão dos maiores lançamentos que chegam ao Nintendo Switch 2. Testamos títulos aguardadíssimos, conversamos com desenvolvedores e registramos cada detalhe para mostrar como a nova geração da Nintendo está moldando o futuro dos games. Fique ligado no Coelho News para não perder nenhum destaque do evento!

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