
Todos nós, gamers, temos nossas IPs, nossas franquias preferidas. Muitas vezes, compramos um novo console somente pra seguir acompanhando os novos jogos delas. Nos consoles Nintendo, isso é ainda mais comum, já que diversas das maiores franquias dos games estão lá: Mario, Animal Crossing, Pokémon, Splatoon, entre outros,
Porém, conhecer franquias novas é algo essencial também! Ter aquele gostinho de novidade, novos personagens, um novo universo, e claro, novas mecânicas de gameplay.
Por isso, neste artigo, listamos 10 novas franquias que valem a pena conhecer no Nintendo Switch 2.
1- Pragmata
A mais recém-lançada nova IP de uma grande empresa (Capcom) e até mesmo o jogo que motivou a criação dessa lista.
Pragmata é realmente algo novo em seu gameplay. Trabalhando o relacionamento entre um adulto humano e uma criança robô, o jogo traz um novo tipo de jogo de tiro, onde ambos precisam cooperar pra derrotar os inimigos. Hugh, o humano, desvia e mira, então Diana, a menina em suas costas, inicia um processo de hackear a defesa dos inimigos, levando-os pra um estado de vulnerabilidade, onde agora sim, Hugh consegue vencê-los, atirando.
O jogo ainda traz ótimos diálogos da dupla, não só pela dinâmica de idade, mas principalmente pela dinâmica de humano compartilhando as belezas da Terra e da vida humana para um PRagmata -um robô inteligente- que se encanta cada vez mais com o nosso planeta em vez da Lua.
2- Darwin’s Paradox
Um jogo de plataforma protagonizado por um polvo, e lançado pela Konami. E deu certo.
Em Darwin’s Paradox, temos uma curta jornada de 5 a 8 horas, dependendo do seu nível de busca por coletáveis e habilidade, já que em boa parte do jogo, o coitado polvo não tem um minuto de paz, o que certamente rende muitas, muitas mortes.
Ainda existem elementos de puzzle, furtividade, mas principalmente, mecânicas relacionadas ao polvo, e são elas que tornam esse título único. Desde andar nas paredes, ser rápido na água, jogar tinta, e muito mais.
3- Split Fiction
OK, Split Fiction não é exatamente uma nova franquia, afinal, seu game design é basicamente “It Takes Two 2”. Mesmo assim, Split Fiction é bom demais para não estar nessa lista.
Aqui temos um jogo necessariamente cooperativo pra 2 jogadores, seja no mesmo console ou online. Assim como o cooperação é obrigatória, o formato de tela dividida também, isso porque o jogo brinca muito com perspectivas de tela abrindo e fechando e outras coisas malucas. Afinal, “maluco” é uma boa descrição, já que no jogo, alternamos entre universos medievais e futuristas, e em cada universo, temos um tipo de gameplay diferente.
Outro motivo pelo qual é válido ter o jogo numa lista de novas IPs: Dentro do jogo, tem uns 10 universos diferentes rs
4- Kunitsu-Gami: Path of the Goddess
Voltando à novas IPs da Capcom, essa franquia surgiu em 2024 e chegou pro Switch 2 no dia do seu lançamento, em junho de 2025.
Aqui temos uma curiosa mistura de Tower Defense com Hack ‘n Slash. Nós somos uma espécie de protetor/guardião chamado Soh, e protegemos Yoshiro, uma representante dos humanos com as divindades e que tem o poder de purificar o caminho ao dançar e cantar, e nisso, nossa missão é levar Yoshiro até selos de onde saem Onis, protegendo-a enquanto ela avança com sua dança purificadora.
É um jogo único em muitos sentidos, tem visuais ótimos, sound design imersivo e claro, aquele selo de qualidade Capcom na gameplay.
5- Cyberpunk 2077
É um pouco estranho incluir Cyberpunk 2077 na lista, pois esse jogo já é extremamente famoso, mas não deixa de ser o primeiro jogo de uma franquia que certamente terá longa vida.
Cyberpunk é um RPG de ação ambientado, obviamente, numa sociedade cyberpunk. Apesar de seu combate, na maioria das vezes, de tiro em primeira pessoa, o grande destaque do título é justamente sua viva cidade Night City, os inúmeros personagens marcantes e as histórias que eles tem e terão com o jogador, que é um avatar.
É um ótima demonstração gráfica do Switch 2, além de no console ser um pacote de jogo + expansão Phantom Liberty, que somados, rendem 100 horas de jogo, garantindo longevidade de sobra.
6- They Are Billions
A temática zumbi foi explorada de muitas formas, mas como They Are Billions, talvez nunca.
Aqui temos um jogo de estratégia em tempo real, onde o jogo traz missões em mapas individuais, e temos que construir uma cidade forte o suficiente pra aguentar uma vindoura horda de zumbis, e que é realmente uma horda massiva, daí o nome “They Are Billions”.
Apesar de ser um jogo de estratégia em tempo real, é essencial simplesmente dar pause o máximo possível, pra que o tempo de planejamento não gaste o tempo da horda chegar, pois sem uma base, uma cidade realmente sólida, e sem explorações arriscadas já dizimando uma parte desses zumbis, é impossível vencer, afinal, eles são bilhões.
7- Cronos: The New Dawn
O gênero Survival Horror tem crescido muito nos últimos anos, e uma das empresas que mais tem se dedicado à isso é a Bloober Team, que criou uma nova IP chamada Cronos:The New Dawn.
O jogo traz um mundo devastado, onde buscamos conexões com o passado para entender e tentar modificar o presente.
Outra mecânica que chamou muito a atenção é a de inimigos se alimentarem de cadáveres de outros inimigos mortos, gerando uma versão ainda mais poderosa, o que nos incentiva a queimar os corpos derrotados, mas como temos recursos limitados pra isso, cada inimigo vencido é uma dor de cabeça póstuma, fazendo-nos perguntar se vale a pena queimar este ou aquele.
8- Shadow Tactics: Blades of the Shogun
Embora a história do desenvolvimento desse jogo não aponte pra um futuro duradouro, com esse talvez sendo o primeiro e único jogo da série, seu estilo de gameplay já foi replicado por membros do seu estúdio e certamente ainda verá a luz do Sol novamente.
Em Shadow Tactics, temos uma curiosa mistura de jogo tático com jogo stealth (ou furtivo, em português). Controlamos um grupo pequeno de personagens (às vezes até uma simples dupla), mas cada um dos 5 personagens tem suas habilidades, vantagens e desvantagens. Nisso, é necessário estratégia, visando entender qual personagem é mais indicado para se infiltrar em qual lugar, ou eliminar qual tipo ou grupo de inimigo.
Apesar de serem apenas 13 fases/missões, cada uma possui mais de um arco, e levam mais de uma hora para serem concluídos. O jogo também suporta modo mouse, para uma jogabilidade mais próxima do PC.
9- South of Midnight
Direto dos estúdios Xbox, esse é o maior jogo da Compulsion Games até hoje, foi vencedor do The Game Awards em “Jogo de Impacto”, e surpreendeu com um port impressionante pro Switch 2.
No jogo, nossa protagonista se descobre herdeira de uma linhagem de tecelãs mágicas, que conseguem usar linhas para atacar, alcançar plataformas, empurrar objetos e muito mais. Mas ofoco do jogo está em contar as histórias de teor folclórico em cada capítulo do jogo, com personagens únicos e ao som de uma trilha sonora típica do sul dos Estados Unidos.
Ele tem um bom gameplay, mas o que te prende realmente é o lado artístico.
10- Deadzone: Rogue
Finalizando a lista com um ótimo representante de nova franquia num estilo saturado onde só se destaca quem tem algo valioso pra apresentar: os roguelikes.
Em Deadzone:Rogue, aparentemente não tem nada novo na mesa: é um FPS, cooperativo, com fases no estilo roguelike , ou seja, com salas aleatórias, upgrades e equipamentos melhores que aparecem aleatoriamente, e o desafio de sobreviver até o final daquela fase sem morrer (ao final da fase, não do jogo).
O que tem aclamado o jogo é sua boa execução dessa fórmula, e o fator multiplayer que busca unir o fator replay dos jogos roguelikes com os dungeon crawlers; Em Deadzone, sempre tem uma sala aberta com um jogador na fase que você está, na dificuldade que você está, ou acima, ou abaixo, então, é mais do que “passar as fases” é buscar evoluir pra passar de desafios em dificuldades maiores ou missões mais difíceis.
Estas foram 10 novas franquias que marcaram este primeiro ano de Nintendo Switch 2. Que muitas outras novidades boas cheguem e nos obrigue a criar uma lista dessa por ano.
Estes 10 jogos valem a pena tanto quanto novos títulos de franquias consagradas, e mostram que ainda temos espaço pra novas ideias e a criatividade nos games sobrevive.

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