HANDS ON: Dying Light: The Beast – O jogo mais BRUTAL da Summer Game Fest?

Dying Light: The Beast surpreende com ação intensa e visual de cair o queixo

Durante a Summer Game Fest 2025, o Coelho no Japão testou Dying Light: The Beast e elegeu o título como um dos três melhores do evento. Segundo ele, a nova entrada da franquia da Techland representa uma verdadeira evolução, indo além da ideia de spin-off e entregando um jogo mais brutal, sombrio e imersivo.

“O combate do jogo está mais brutal do que nunca, O título mantém o tradicional loop de Dying Light, com ação intensa, parkour, furtividade e mecânicas de sobrevivência.” . Coelho no Japão

Imagem: Dying Light: The Beast DIVULGAÇÃO

Entre os destaques, o Coelho apontou a atmosfera das noites, que estão “muito mais sombrias e escuras”, exigindo mais atenção do jogador e uso da lanterna. As mecânicas de clima agora impactam diretamente a jogabilidade, com vento que apaga chamas e chuva que afeta a camuflagem e efeitos visuais. “Visualmente, cara, de novo, a chuva está muito impressionante”, disse ele com muita empolgação.

Também jogamos na Summer Game Fest:

Novos inimigos: The Freaks

O game também traz um novo inimigo: as Freaks, criaturas poderosas que funcionam como chefes. Derrotá-las permite desbloquear habilidades da forma The Beast, uma transformação que aumenta força e velocidade. “Fui o único jogador que conseguiu entrar na forma The Beast para lutar contra os humanos”, contou Coelho, animado com a nova mecânica que traz dilemas sobre a desumanização do protagonista contou Coelho, ao comentar a transformação do protagonista em uma criatura bestial — uma nova mecânica de gameplay que simboliza a desumanização do jogador.

Ao se tornar ‘The Beast’, o personagem ganha habilidades devastadoras, como um golpe no chão que cria uma onda de choque e arremessa inimigos para longe. Segundo Coelho, essa força brutal traz questionamentos sobre até que ponto vale abrir mão da própria humanidade em troca de poder…

Combinando combate visceral, gráficos de última geração e novas ideias, o título promete agradar tanto os fãs da franquia quanto novos jogadores. “Foi um dos que eu mais gostei aqui no evento”, concluiu Coelho no Japão.

Gráficos surpreendentes!

Imagem: Dying Light: The Beast DIVULGAÇÃO

O ray tracing aplicado em ambientes internos é um dos grandes destaques gráficos do jogo, especialmente quando usado em conjunto com o lança-chamas. A chuva e o vento também afetam a jogabilidade, como apagar o fogo mais rápido ou remover a camuflagem de sangue usada para enganar zumbis.

Agora, os inimigos reagem de formas diferentes dependendo de onde são atingidos. Acertar uma perna, um ombro ou a cabeça gera respostas distintas, ampliando o realismo e a brutalidade do combate.

Atmosfera sombria e imersão técnica

Imagem: Dying Light: The Beast DIVULGAÇÃO

Um dos aspectos mais marcantes da nova experiência em Dying Light: The Beast é a atmosfera — agora muito mais sombria, densa e imersiva. As noites no jogo estão verdadeiramente escuras, obrigando o jogador a depender da lanterna e do próprio senso de direção para sobreviver. O visual mais sombrio não é apenas estético: ele muda a forma como você joga.

“As noites são muito mais sombrias e mais escuras. Você realmente precisa utilizar a sua lanterna e o seu senso para achar onde estão os inimigos.” Coelho no Japão

A demo mostrou como o sistema climático afeta diretamente a gameplay, elevando a imersão a um novo patamar. A chuva, por exemplo, não só altera a visibilidade e intensifica a sensação de vulnerabilidade como também remove a camuflagem de sangue, uma mecânica crucial para passar despercebido entre zumbis. Já o vento forte pode apagar o fogo mais rápido, afetando o uso de armas flamejantes.

Com uma proposta mais sombria, brutal e repleta de novidades técnicas e mecânicas, Dying Light: The Beast promete renovar a franquia sem perder sua essência. Este novo capítulo não parece um simples spin-off, mas sim “uma evolução do que Dying Light é”.

A profundidade dos combates, as novas camadas de ambientação e a forma como os poderes da Besta são incorporados à jogabilidade mostram que o jogo tem potencial para surpreender fãs antigos e novos.

Dying Light: The Beast será lançado em agosto de 2025 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam).

Dying Light: The Beast será lançado para Nintendo Switch 2?

Durante a Summer Game Fest, Coelho no Japão perguntou sobre uma possível versão para Nintendo Switch 2, o estúdio não confirmou, mas lembrou que o jogo original foi lançado para o Switch, sugerindo que há chances.

E aí amigos, estão ansiosos para receber este título no Nintendo Switch 2?

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *