Categoria: Análises

  • Estamos jogando: Everdeep Aurora no Nintendo Switch

    Estamos jogando: Everdeep Aurora no Nintendo Switch

    Com visual de Game Boy e alma de jogo moderno, essa descida vale a pena

    Entre tantas surpresas no catálogo recente do Nintendo Switch, Everdeep Aurora chamou a atenção por um motivo bem específico: ele parece um jogo de Game Boy, mas é muito mais esperto e profundo do que a estética sugere. Recebemos perguntas sobre ele nos comentários e, depois de mergulharmos fundo nesse metroidvania, a conclusão foi unânime aqui na equipe: esse é o tipo de jogo pequeno que merece um lugar grande na sua biblioteca.

    O que esperar de Everdeep Aurora ?

    A proposta do game é relativamente simples, mas engenhosa: você controla uma personagem que utiliza uma furadeira para explorar o subterrâneo, escavando seu próprio caminho para baixo enquanto encontra salas escondidas, NPCs peculiares e muitos pequenos segredos. Aqui o foco da exploração está mais para uma descida constante, e cabe ao jogador escolher por onde abrir caminho. Já para os lados, seus mapas são bem contidos…

    Apesar disso, o level design é bem pensado, com portas que levam a áreas isoladas cheias de desafios, o que traz uma variação muito bem-vinda ao ritmo da aventura. A movimentação é simples e precisa, com pulos ajustados, controle direto e uma mecânica de escavação que responde bem. Há também momentos de plataforma que exigem atenção, mas nada que frustre.

    E se a jogabilidade é o coração, a ambientação é a alma de Everdeep Aurora. A vibe retrô vai além do visual pixelado monocromático (com uma paleta que lembra muito a do Game Boy original): os personagens são cativantes, os diálogos têm personalidade e a lore do mundo subterrâneo é misteriosa o suficiente para instigar a curiosidade, sem se tornar expositiva demais.

    Uma grata surpresa foi encontrar o jogo totalmente localizado em português — e com uma boa tradução, hein. Isso faz toda a diferença em um título que aposta bastante em narrativa para criar conexão com o jogador. Outro ponto positivo é que o jogo roda muito bem no Switch 1 e no Switch 2, especialmente no modo portátil, onde o visual retrô realmente brilha.

    O ritmo do jogo é calmo, o que pode não agradar quem busca combate frenético ou ação constante, mas é justamente esse tom contemplativo que torna Everdeep Aurora especial. Ele convida o jogador a escavar com calma, conversar com os habitantes do subsolo e descobrir aos poucos como tudo se conecta. Para quem curtiu jogos como SteamWorld Dig, essa é uma alternativa mais minimalista, porém igualmente encantadora.

    Vale a pena jogar Everdeep Aurora?

    Everdeep Aurora é um jogo pequeno, mas com uma proposta bem executada. A exploração vertical, o charme retrô e a história sutil fazem dele uma ótima pedida para quem curte metroidvanias diferentes do usual. A gente se divertiu bastante e recomendamos de olhos fechados — principalmente para jogar de boas no modo portátil.

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    Uma forma prática e vantajosa de manter sua biblioteca sempre atualizada!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Estamos jogando: Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 no Nintendo Switch 2

    Estamos jogando: Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 no Nintendo Switch 2

    A nostalgia que definiu uma geração de jogos de Skate, agora no Nintendo Switch 2

    A nostalgia tem um poder inegável, e no mundo dos videogames, poucas franquias capturam a essência de uma era como Tony Hawk’s Pro Skater.

    Anos após o sucesso do pacote Tony Hawk’s Pro Skater 1+2, a Activision, em colaboração com a Iron Galaxy, trouxe de volta mais dois clássicos que marcaram a virada do século: Tony Hawk’s Pro Skater 3+4. Lançado para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2, este pacote promete não apenas reviver memórias, mas também estabelecer um novo padrão de performance e diversão para os fãs de skate e para quem busca uma experiência arcade intensa.

    O Que Esperar de Tony Hawk’s Pro Skater 3+4?

    Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 é mais que uma remasterização; são remakes fiéis aos originais, recriando a essência e jogabilidade dos icônicos títulos de 1999 e 2002. A premissa central permanece: cenários vibrantes e detalhados onde jogadores realizam manobras, acumulam pontos e completam missões desafiadoras.

    As fases são incrivelmente bem pensadas, com level design que agrada tanto aos olhos quanto à jogabilidade. A interatividade e diversidade de missões são pontos altos. Além dos clássicos “SKATE” e fitas, o jogo introduz tarefas únicas, como na fase da faculdade, onde “vingar a fraternidade” sabotando barris de chope e acionando fogos de artifício transforma a sessão em algo hilário. Essa abordagem garante diversão constante, mesmo para jogadores menos habilidosos, através da exploração e conclusão de missões.

    Visualmente, o remake é incrível, elevando a experiência a um patamar moderno sem perder a identidade. A riqueza de detalhes e a fluidez das animações tornam cada manobra satisfatória.

    Quem está no pedaço? Temos novos skatistas?

    Além dos lendários skatistas da franquia, o jogo surpreende com personagens inusitados como Doom Slayer, o inimigo caveira com foguete nas costas de Doom e as adoradas Tartarugas Ninja. Para nós, a presença da nossa fadinha do skate, Raíssa Leal, é o destaque, sendo nossa escolha principal para todas as sessões. Essa mistura de ícones e talentos reais enriquece a cultura do skate no jogo.

    A performance do game no Switch 1 e o Nintendo Switch 2

    Imagem: screenshot comparativa, crédito ao canal Switch up – YouTube

    No Switch 1, o game roda a 30 FPS, o que, embora divertido, não tem a fluidez da taxa mais alta. A resolução é mais baixa e o visual mais “serrilhado”. Ainda assim, a tela dividida é algo notável para o hardware do Switch 1, sério isso é incrível!

    No Switch 2, a experiência é muito melhor. O jogo roda a suaves 60 FPS, proporcionando mais velocidade e controle. A resolução é significativamente maior, eliminando o serrilhado e tornando cenários e skatistas nítidos e detalhados. Mais efeitos de reflexos adicionam brilho e realismo. Essa diferença explora o potencial do console, especialmente na TV

    Vale a pena comprar Tony Hawk´s Pro Skater 3 + 4 ?

    Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 é obrigatório para fãs e novatos do skate arcade no Nintendo Switch. Activision e Iron Galaxy entregaram remakes que não só honram os originais, mas os elevam com visuais e jogabilidade refinados. A diferença de desempenho entre Switch 1 e Switch 2 demonstra o salto de poder da nova plataforma, mas a versão original ainda entrega uma experiência divertida.

    A gratuidade da versão de Switch 2 para quem compra a do Switch 1 é algo de se dar os parabéns à Activision, poucas thirds estão tomando essa decisão e pode fazer toda a diferença para quem ainda não fez o upgrade de console.

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    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Animal Crossing: New Horizons ainda vale a pena?

    Análise: Animal Crossing: New Horizons ainda vale a pena?

    O charmoso simulador social da Nintendo continua imperdível.

    Análise baseada no vídeo do canal Coelho no Japão. Você pode clicar no vídeo acima e assistir à análise completa, ou ler o artigo completo abaixo.

    Animal Crossing: New Horizons celebrou recentemente seu terceiro aniversário de lançamento, um marco para um jogo que se tornou um dos mais impactantes no Nintendo Switch. Com mais de 40 milhões de unidades vendidas, ele é o segundo jogo mais vendido da plataforma, um sucesso absoluto que superou as expectativas, especialmente no Brasil, onde a série ganhou notoriedade com o lançamento de New Horizons.

    Mesmo após anos, a comunidade de jogadores continua ativa e receptiva, oferecendo suporte e itens para novos participantes.

    Se você ainda não mergulhou neste universo encantador, ou está em dúvida se é o momento certo, esta análise detalhada pode te ajudar a tomar a melhor decisão!

    Como é o jogo Animal Crossing: New Horizons?

    Animal Crossing: New Horizons não se encaixa nos gêneros de jogos mais populares como RPGs, jogos de corrida, ação ou plataforma. Embora algumas pessoas o descrevam informalmente como um jogo de fazendinha, essa definição também não é precisa. A Nintendo o classifica oficialmente como um jogo de simulação, mas uma definição mais adequada seria simulação social ou simulação de vida.

    Basicamente, você embarca em uma ilha deserta cedida por Tom Nook, que lhe fornece os equipamentos básicos de sobrevivência.

    O objetivo principal é desenvolver sua ilha, transformando-a gradualmente em uma cidade próspera com habitantes, comércio, vizinhos, arquitetura personalizada e muito mais. Para isso, você precisará de dinheiro, obtido através de diversas atividades como pescar, encontrar e vender itens, plantar e comercializar frutas, e até mesmo participar de um sistema de compra e venda de nabos que funciona como uma espécie de bolsa de valores.

    A verdadeira essência do jogo, no entanto, reside na customização completa da sua ilha e da sua casa, que se tornam uma extensão da sua criatividade, exigindo que você colecione uma vasta gama de itens. O jogo possui atualmente cerca de dois mil itens decorativos que podem ser pintados de diferentes cores, multiplicando as possibilidades de personalização.

    Você também pode preencher o museu da ilha coletando peixes, insetos e fósseis. Embora haja um objetivo final – fazer sua ilha se desenvolver o suficiente para receber um show do famoso músico K.K. Slider – o jogo não te pressiona a alcançá-lo e continua muito além dos créditos, com a liberação do Terraform, que permite modificar o terreno da ilha de forma semelhante ao Minecraft, adicionando dezenas de horas de jogo.

    Um jogo com muita interação social

    A interação social é essencial, pois ao conversar com os moradores da ilha, você estabelece laços, recebe presentes e desbloqueia novas experiências, como a visita de comerciantes especiais. O jogo segue o horário e calendário do tempo real, o que significa que diferentes coisas acontecem em horários distintos do dia e em diferentes estações do ano, com eventos sazonais e datas comemorativas que incentivam a jogatina ao longo do ano inteiro.

    O multiplayer online, que requer uma assinatura do Nintendo Switch Online, permite visitar as ilhas de amigos, trocar itens, doar presentes e até mesmo aproveitar a variação dos preços dos nabos entre ilhas para obter lucros significativos.

    Para os iniciantes, a comunidade de Animal Crossing é excepcionalmente receptiva e prestativa, com veteranos dispostos a ajudar com itens, dinheiro e materiais. Mesmo sem o online, é possível desfrutar do jogo offline ou com multiplayer local.

    Há também a expansão paga, Happy Home Paradise, que oferece um trabalho de decorador e é considerada por muitos como um jogo à parte, adicionando horas de conteúdo e uma experiência muito caprichada. Assinantes do Pacote de Expansão do Nintendo Switch Online podem acessar a DLC sem custo adicional.

    Mas e aí, vale a pena jogar?

    Animal Crossing: New Horizons é um título fácil de começar a jogar e oferece um apego duradouro, sendo comum que os jogadores acumulem até quinhentas horas. A experiência única que ele proporciona, focada na tranquilidade, criatividade e interação social, é algo que poucos outros jogos conseguem replicar com a mesma qualidade. Ele é um jogo que “faz bem“, proporcionando momentos de carinho e relaxamento, como a possibilidade de ter encontros virtuais com amigos e entes queridos.

    Se o que foi apresentado aqui despertou seu interesse, vá em frente sem receio, pois Animal Crossing: New Horizons oferece uma experiência de alto nível, feita com muito amor e carinho. Não é apenas um jogo, mas um universo a ser explorado e amado.

    Como economizar na hora de comprar seus jogos?

    O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Pokémon Scarlet & Violet + DLC – vale a pena dar uma chance aos jogos?

    Análise: Pokémon Scarlet & Violet + DLC – vale a pena dar uma chance aos jogos?

    Análise completa do jogo mais polêmico da franquia.

    Desde seu lançamento e com suas expansões já disponíveis, Pokémon Scarlet e Pokémon Violet deixaram de ser novidade, mas continuam sendo um dos títulos mais procurados pelos fãs da franquia. Estes jogos, que marcam a nona geração de Pokémon, são também considerados por muitos como o mais polêmico da série: enquanto uma parcela de jogadores o eleva ao posto de melhor ou um dos melhores, outra o classifica como o pior.

    Esta análise vai esclarecer todas as suas dúvidas sobre Pokémon Scarlet e Violet, e suas expansões, para que você possa decidir se vale a pena embarcar nesta jornada completa.

    As diferenças de Pokémon Scarlet e Violet

    Lançados em duas versões, Scarlet e Violet, são essencialmente o mesmo jogo com algumas diferenças temáticas e de Pokémon lendário da capa: Koraidon em Scarlet e Miraidon em Violet.

    A maior inovação é serem os primeiros jogos verdadeiramente de mundo aberto da série principal, permitindo aos jogadores explorar livremente e decidir a ordem das missões. O título conta também com multiplayer local e online, possibilitando a interação com amigos.

    Do que se trata o jogo?

    A jornada é centralizada no jogador, que se matricula na escola Pokémon (Naranja em Scarlet, Uva em Violet). Lá, são apresentados a três companheiros importantes para suas respectivas Treasure Hunts ou missões de longo prazo:

    Nemona, a amiga competitiva; Arven, o cozinheiro em busca de ingredientes; e Penny, a garota misteriosa ligada à Team Star.

    Professores Sada (Scarlet) e Turo (Violet) também desempenham um papel crucial no plot central envolvendo a Área Zero e os lendários, uma área misteriosa no centro do mapa.

    Você, como jogador, assume o papel de um estudante na região de Paldea, o cenário deslumbrante onde a aventura se desenrola. A academia em que seu personagem estuda é a primeira distinção palpável.

    As expansões levam os jogadores a novos locais: The Teal Mask para Kitakami, uma área inspirada em festivais japoneses; e The Indigo Disk para a Blueberry Academy, uma escola irmã localizada em Unova, que introduz um vasto Terrarium.

    Qual o diferencial do jogo?

    O principal diferencial de Scarlet e Violet é sua estrutura de mundo aberto, que permite uma nova forma de experienciar Pokémon, mantendo o DNA clássico, mas com liberdade sem precedentes. A capacidade de escolher a ordem das missões permite que o jogador crie sua própria dificuldade.

    O jogo se destaca também pelo seu competitivo online ativo, considerado muito bom e mais acessível para treinamento de Pokémon, atraindo muitos jogadores que focam apenas nas batalhas online e veem um valor de replay quase infinito.

    A história, muitas vezes secundária para alguns jogadores, é surpreendentemente boa, com personagens relevantes e temas reais nunca antes abordados na franquia, tornando a jornada mais significativa.

    Novas mecânicas como os Pokémon Paradoxo (versões ancestrais ou futuristas) e Convergentes (parentes de linhagem com ancestral comum) adicionam frescor e nostalgia, mas o grande destaque é o fenômeno Terastal, que permite aos Pokémon mudar seus tipos, abrindo infinitas possibilidades competitivas e adicionando desafio às Tera Raid Battles cooperativas, que se tornaram um passatempo popular no pós-jogo.

    A jogabilidade de Pokémon Scarlet e Violet

    A jogabilidade é definida pelas três rotas principais que compõem as Treasure Hunts: a tradicional Liga Pokémon (onde se deve derrotar oito líderes de ginásio), a Path of Legends (onde se busca ingredientes poderosos protegidos por Pokémon Titã, ganhando poderes de exploração para o Pokémon lendário que acompanha o jogador) e a Starfall Street (onde se enfrenta a Team Star, um grupo de ex-alunos problemáticos).

    A conclusão de cada rota traz benefícios, como a obediência de Pokémons de nível mais alto após vencer ginásios, o que é essencial para o progresso. A narrativa central se aprofunda após a conclusão dessas missões, culminando no surpreendente arco da Área Zero.

    As Tera Raid Battles permitem que até quatro jogadores enfrentem Pokémon superpoderosos para capturá-los, com desafios que vão de uma a sete estrelas, exigindo estratégia e Pokémons bem treinados para os níveis mais altos.

    DLC The Hidden Treasure of Area Zero

    Além do jogo base, há uma expansão dividida em duas partes, The Hidden Treasure of Area Zero, que complementa a experiência, e todo esse conteúdo já está disponível há mais de um ano e meio, permitindo uma avaliação do pacote completo.

    A primeira parte da DLC, The Teal Mask, leva os jogadores para Kitakami, com uma história mais linear e um nível de dificuldade que pode ser considerado fácil se jogado após zerar o jogo base.

    A segunda parte da DLC, The Indigo Disk, é considerada a mais forte, focando em batalhas intensas na Blueberry Academy e introduzindo a Syncro Machine, que permite controlar diretamente um Pokémon e explorar o mundo pelos seus olhos, uma adição muito desejada pelos fãs.

    O jogo base conta com 400 Pokémon, e as expansões adicionam mais de 230, totalizando mais de 630. Para completar a Pokédex completa de 1025 monstrinhos, trocas online e o uso do Pokémon Home (um serviço de assinatura para guardar e transferir Pokémon entre jogos) são necessários.

    A expansão custa mais de R$ 100, um investimento considerável que, somado ao preço do jogo base, torna a experiência completa um pouco salgada. No entanto, para jogadores que dedicam centenas de horas à franquia, o custo-benefício pode valer a pena, especialmente se a DLC for adquirida cedo para melhor aproveitamento da primeira parte.

    Pokémon Scarlet e Violet

    Em suma, Pokémon Scarlet e Violet são um estudo de contrastes. Enquanto a direção do jogo é amplamente elogiada, com ideias inovadoras, uma história envolvente e personagens cativantes, além de uma boa trilha sonora e muito conteúdo, a execução técnica é o calcanhar de Aquiles, marcada por problemas visuais e de desempenho persistentes, como quedas de frames, texturas baixas, cenários mal feitos e muito serrilhado, mesmo após atualizações.

    A questão fundamental para o jogador, portanto, não é se o jogo tem problemas – pois ele tem e são notáveis –, mas sim se sua tolerância a esses aspectos técnicos é alta o suficiente para desfrutar da experiência principal que ele oferece. Para aqueles que conseguem relevar as falhas de polimento, Scarlet e Violet revelam-se uma jornada memorável, repleta de boas ideias e um vislumbre do que pode ser o futuro da série Pokémon.

    A decisão final, assim, recai sobre o que você mais valoriza em um título da franquia: a inovação e a experiência, ou a perfeição técnica.

    Garanta o seu Pokémon Scarlet ou Violet pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!

    Esta análise foi baseada no vídeo do canal Coelho no Japão. Esta análise foi baseada no vídeo do canal Coelho no Japão.

  • Análise: Super Mario Maker 2 – Ainda vale a pena?

    Análise: Super Mario Maker 2 – Ainda vale a pena?

    Um jogo que mistura nostalgia com as infinitas possibilidades de criações de fases do Mario

    Super Mario Maker 2 é um jogo que te dá inúmeras possibilidades de criar, jogar e se divertir com fases de outros jogadores online no mundo inteiro. Ele é o sucessor do Super Mario Maker original lançado para Nintendo Wii U.

    Nessa análise, vamos explorar a fundo tudo o que o game oferece e se ele continua valendo a pena. E claro, você pode conferir tudo no vídeo acima e também neste artigo. Vamos lá?

    Super Mario Maker 2

    Super Mario Maker 2 é um jogo que mistura o familiar e a inovação. Isso porque ele te permite revisitar os estilos clássicos dos jogos antigos do Mario como Super Mario World, Super Mario Bros 3 e o Super Mario Bros original totalmente em full HD e com fases repaginadas e repleta de elementos novos.

    Essa imersão nesse mundo criativo começa logo na tela de título do jogo, em que você pode controlar o Mario em uma fase aleatória e mexer no cenário da forma que quiser para já ir se habituando com os elementos que você vai encontrar para criar as suas próprias fases.

    E para os jogadores que sentirem dificuldade, tem todo um curso de como criar no Super Mario Maker 2 que é uma verdadeira aula de game design, e vai desde os princípios básicos, até o avançado. Isso já faz essa sequência diferente do primeiro Mario Maker que não te dava essas dicas, apenas ensinava os controles.

    E claro, o ponto negativo aqui é que o jogo não está localizado em português do Brasil, o que acaba se tornando um empecilho para quem quiser consultar essas lições. Recomendamos que coloque o idioma do jogo em espanhol para conseguir entender essas aulas, porque elas são muito interessantes para quem quiser aprender a jogar.

    Modo história

    Dessa vez temos um modo história em Super Mario Maker 2, com missões super divertidas e criativas e que instigam o jogador a querer pegar todas as moedas das fases. Isso acontece porque nessa história, o Undodog (o cachorro que desfaz a fase inteira) destruiu o castelo da Peach, e o Mario tem que pagar pelo prejuízo coletando muitas moedas para ajudar na reconstrução.

    E nessa jornada para coletar muitas moedas, é claro que entram as vidas. Se você falhar e perder todas as suas vidas, as moedas serão perdidas e você será jogado de volta para o início. Mas calma! Para aqueles que não estão buscando muitos desafios, é possível completar a fase de maneira mais fácil entrado no modo de edição e adicionar algum elemento como um cogumelo ou até uma estrela!

    Sendo assim, cada jogador ajusta a dificuldade das fases da maneira que preferir.

    Apesar de não termos fases temáticas dos personagens como no primeiro Mario Maker, temos aqui um modo história mais sólido, que te dá uma direção na hora de jogar, diferente do primeiro jogo que te lançava naquele mundo cheio de opções. Então aqui foi um ponto positivo ter um objetivo claro e tudo na ordem certa para jogar.

    Course World

    Assim como no primeiro Mario Maker, o Course World é o lugar onde você vai jogar, curtir e fazer download de fases de outros jogadores. Também é onde está o ranking dos criadores, o modo cooperativo online e o Endless Challenge, que é um modo em que você vai jogando infinitas fases sem parar até perder todas as suas vidas.

    Definitivamente, o Course World é o lugar onde você vai passar a maior parte do tempo, porque são infinitas fases para jogar e a diversão aqui é garantida. Toda fase online tem um ID e agora é fácil pesquisar as fases dos seus amigos indo naquela lupa acima do Mii.

    É importante ressaltar que para baixar fases de outros jogadores, é necessário uma assinatura do Nintendo Switch Online, então antes de você acessar o Course World, será necessário criar um Mii para deixar como o seu perfil online.

    A parte legal é que quanto mais você joga, mais opções de customização são desbloqueadas como calças, camisetas, chapéus e até dá para mudar a pose e personalidade do seu Mii como mostrado na imagem abaixo.

    E pronto! Criando o seu Mii, você já está pronto para desfrutar de tudo o que o Course World tem a oferecer. Você ainda vai poder fazer o download de fases e salvar para jogar ou rejogar depois. Mas é importante notar que não é possível editar as fases dos outros jogadores, apenas aquelas da tela de início e a suas próprias.

    Essa medida veio provavelmente para evitar fases com mapas repetidos nos servidores e também para acabar com o plagio de muitos jogadores que copiavam fases de outros e publicavam como sendo autorais.

    Modo multiplayer

    A adição do modo multiplayer em Super Mario Maker 2 foi uma boa surpresa, mas também veio com problemáticas. Por exemplo, para jogar com um amigo na mesma tela, era necessário baixar as fases e salva-las no Coursebot. Depois, ir de novo no Course World e repetir o processo várias vezes.

    Isso felizmente foi resolvido e agora os jogadores podem jogar o multiplayer de forma mais direta e sem tantas inconveniências. E ainda é possível se reunir com seus amigos online e jogar diversas fases juntos, o que foi uma ótima adição.

    Modo leaderboards

    O modo leaderboards permite que você encontre os criadores mais populares no momento e de todos os tempos. Então é uma ótima maneira de encontrar as melhores fases já criadas no Super Mario Maker 2 e ainda se inspirar para construir as suas. Infelizmente não é possível encontrar um criador pelo nome na aba de busca, apenas por código da fase ou filtrando por região.

    Course Maker

    Aqui é onde vai soltar a sua imaginação! O Course Maker é o lugar onde você vai construir as suas próprias fases e testá-las também, afinal, uma fase só pode ser publicada online se ela é totalmente possível de passar. Então pense com calma! A interface do Course Maker é muito intuitiva e bem melhor do que a do primeiro Mario Maker no Wii U.

    A navegação entre categorias é bem simples e as opções para modificar esses objetos são bem visíveis, eliminando a necessidade e também um pouco da surpresa de descobrir sozinho algumas funções, mas que por outro lado, deixa a criação de fases muito mais conveniente.

    Mas não se engane, pois ainda temos muitas surpresas! Como por exemplo quando escolhemos o sol e o transformamos na lua, que então fica disponível no menu para fácil acesso e desbloqueia o modo noturno de cada tela.

    E não é apenas uma mudança do dia para a noite! Os cenários e os power-ups também se comportam de maneira bem esquisita, como por exemplo quando você está em uma fase subterrânea à noite, e então a gravidade fica invertida, ou quando você está em uma fase aquática e tudo fica escuro com apenas uma luzinha acompanhando o Mario, ou nos fortes ventos do deserto à noite que te empurram para frente… São muitas surpresas para descobrir, então explore ao máximo.

    O modo criativo possui mais de 40 recursos completamente novos, como rampas, paraquedas, o modo totalmente novo de Super Mario 3D World, carrinhos e o Yoshi vermelho que solta fogo. Enfim, são muitas novidades e isso abre um grande leque de possibilidades na hora de criar, já tornando Super Mario Maker 2 bem superior ao primeiro nesse quesito.

    E o melhor, quase tudo já está disponível desde o primeiro momento. Então se você é um criador veterano, não precisa se preocupar em desbloquear itens para começar a criar fases complexas! E ainda pode aproveitar a hibridez do Nintendo Switch usando a tela de toque ou criando o seu nível com o controle mesmo. Você decide a melhor maneira de criar as suas fases!

    Coursebot

    O Coursebot é onde as fases baixadas ficam armazenadas, e embora funcione offline e não conte para recordes mundiais, o que faltou nesse modo foi uma forma melhor de organizar as fases. Sem isso, fica uma lista gigante de fases impossíveis de serem filtradas por tag ou por tema.

    Super Mario Maker 2 ainda vale a pena?

    Definitivamente, Super Mario Maker 2 pega tudo o que já tinha de melhor no primeiro jogo e eleva a outro nível nessa sequência para o Nintendo Switch. Com uma interface aprimorada, mais customização, mais inimigos e um modo história super criativo e divertido, o jogador vai se perder por horas e horas nesse jogo.

    E olha que ainda temos outras opções de criação que vieram na última grande atualização de 2020 como o World Maker, um modo para você criar o seu próprio mundo de fases completamente customizadas, ligando até 8 mundo e um total de 40 fases! É muito conteúdo para aproveitar, e ainda é possível jogar no mundo de outros jogadores!

    Então, a resposta é sim! Super Mario Maker 2 vale cada centavo, principalmente se você é um grande fã de Mario e ainda ama criar com infinitas possiblidades. Esse é um jogo que deixa a sua marca e rende muitas horas de diversão, então vale a pena conhecer e explorar o que Super Mario Maker 2 tem a oferecer.

    E você? Gosta de Super Mario Maker 2? Deixe sua opinião nos comentários!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Switch Sports – O retorno da diversão em movimento

    Análise: Switch Sports – O retorno da diversão em movimento

    A alegria dos esportes com movimento do Wii retorna no Nintendo Switch

    O Nintendo Switch Sports marca o retorno de uma fórmula de sucesso que cativou milhões com o Wii Sports: jogos esportivos baseados em movimento, projetados para serem acessíveis e divertidos para todos. Lançado para o Nintendo Switch, o título busca replicar a magia de seu antecessor (Wii sports) no console híbrido, prometendo maravilhas, mas também, alguns desafios.

    Desvendando o Campo de Jogo: O Que É e Como Se Joga Nintendo Switch Sports

    Todos os esportes disponíveis (incluindo Golfe e Basquete que chegaram depois como atualização gratuita)

    Nintendo Switch Sports é uma coletânea de esportes digitais que utilizam os controles de movimento dos Joy-Cons para simular ações atléticas. O jogo chegou com uma lista inicial de seis modalidades: Vôlei, Tênis, Boliche, Chambara (espadinha), Futebol e Badminton e após o lançamento foi adicionado Basquete e Golfe como esportes adicionais por atualização gratuita. Cada esporte oferece uma dinâmica única.

    Vôlei

    O Vôlei, por exemplo, surpreende pela sua variedade de movimentos; não é apenas um golpe repetitivo. Você realiza manchetes, levantamentos e cortes, com seu personagem se movendo constantemente na quadra, exigindo reflexos e pensamento rápido. O Vôlei é um dos esportes mais elogiados, podendo ser jogado de um a quatro jogadores no modo local e, surpreendentemente, até sentado, apenas com movimentos do pulso.

    Badminton

    O Badminton é uma variação mais exigente do Tênis, onde a precisão da angulação do seu Joy-Con é crucial. Embora o timing ainda seja importante, a direção do seu golpe é o fator decisivo para a bola ir para dentro ou fora da quadra, ou para mudar sua velocidade. É um esporte que exige mais fisicamente, podendo causar dor no braço e é mais recomendado para jogar em pé, sendo limitado a dois jogadores.

    Boliche

    O Boliche traz a familiaridade e o prazer do clássico, com a possibilidade de angulação do Joy-Con para dar curva à bola. Além do modo comum, há um modo especial com pistas cheias de curvas, rampas e obstáculos, o que adiciona um desafio estratégico. O Boliche é ideal para jogar com a galera em casa, de um a quatro jogadores, sem exigir muito esforço físico e podendo ser jogado sentado. Uma dica importante é sempre usar a alça de segurança ( o “Strapzinho”) para evitar acidentes com o Joy-Con.

    Tênis

    O Tênis é o “jogo para todo mundo”. Similar à sua versão no Wii Sports, ele se foca no timing preciso para acertar a bola, com a direção dos seus golpes (de cima para baixo, de baixo para cima, etc.) influenciando os movimentos da bola. A angulação do controle, ao contrário do Badminton, não é tão crítica. É o jogo mais popular e intuitivo do pacote, perfeito para partidas rápidas e diversão casual com até quatro jogadores localmente, podendo ser jogado sentado ou em pé.

    Chambara

    O Chambara, a modalidade de espadinha, se destaca pela sua resposta de movimento “um para um”, o que significa que o menor movimento do seu controle é replicado perfeitamente no jogo. O objetivo é derrubar o oponente na água, e a estratégia envolve prever os ataques adversários e defender na direção correta (horizontal contra horizontal, por exemplo).

    Existem três modos: o padrão, o de espadas energizadas (onde a defesa bem-sucedida carrega a espada para um golpe mais forte) e o de duas espadas, que, embora seja uma adição bem-vinda, é considerado difícil de controlar e permite apenas um golpe por vez. O Chambara cansa um pouco, mas menos que o Badminton, e pode ser jogado sentado, mas exige uma amplitude de movimento maior.

    Futebol

    O Futebol é o esporte mais complexo e menos intuitivo do pacote. Ele opera mais como um “Rocket League”, com um gol grande e a necessidade de controlar um personagem apenas, usando dois Joy-Cons (um para o personagem, outro para a câmera e movimento). A angulação do controle define a direção do chute, e há movimentos como pulo e peixinho para estratégias diversas. O jogo tem modos um contra um, quatro contra quatro e um modo de treino dedicado, sendo o único a oferecer um. Há também o modo de pênaltis, que é o único que requer obrigatoriamente o acessório “Leg Strap”.

    Neste modo de pênaltis, você chuta com a perna para mirar e dar força à bola, exigindo que você esteja em pé e tenha espaço. O modo comum do futebol, por outro lado, pode ser jogado sentado.

    Basquete

    O Basquete também não é nada intuitivo, nele fazemos uma batalha de duplas onde basicamente, uma tenta roubar a bola da outra ou fazer sexta, cada tentativa é uma partida nova que começa, não é contínua. Além disso só usamos um Joy-Con pra fazer todos os movimentos, tanto o de sexta como o de roubar ou defender a bola. Não chega nem a ser uma partida de Basquete, é só um mini-game de defende e acerta a cesta. O movimento de acertar a bola na cesta é bem preciso e fiel ao que fazemos, mas todo o lance de ter que roubar a bola, correr, passar a bola, tudo movimentando as mãos… deixa tudo muito confuso. É possível jogar sentado, mas prepare-se para chacoalhar os braços.

    Golfe

    O Golfe é um dos mais intuitivos e divertidos de se jogar sozinho e um dos que mais faz sentido de se jogar com apenas um Joy-Con. Nele o nosso Joycon basicamente vira um taco de golfe e os botões nos ajudam a mudar a direção da tacada, trocar de taco e iniciar a jogada, e todo o movimento e força depende do nosso movimento mesmo, com o braço pra trás e tudo, inclusive é até recomendado segurar o joycon com as duas mãos como se fosse um taco para o movimento ser mais preciso, perfeito e fiel ainda. Até a curvatura depende do movimento, a ideia é realmente parecer que estamos usando um “taco invisível”, qualquer mexida de pulso, faz a bola ir em outra direção. A fidelidade é tão grande, que não dá pra jogar sentado, pois nosso braço fica numa posição muito desconfortável, ou podemos errar muito fácil o movimento, em pé além de ser mais fácil é mais preciso também.

    Conteúdo, Preço e Onde Adquirir

    O Nintendo Switch Sports está disponível em mídia física e digital. A mídia física brasileira, que pode ser encontrada por R$300 ou menos em promoções ou usando cupons, o melhor jeito de saber quando e onde comprar no melhor preço, é acessando o NintendoBarato ou entrando em nossos grupos de promoções!

    Mídia Física que acompanha o LegStrap para jogar (é o mesmo que vem no Ring Fit Adventure)

    A vantagem da mídia física, independentemente da versão, é que ela inclui o acessório Leg Strap, essencial para o modo de pênaltis do Futebol. Pra você que já possui o Ring Fit Adventure, é o mesmo LegStrap. A versão digital custa R$239,00, mas não vem com o Leg Strap.

    Para quem é este jogo e quais são suas limitações?

    Chambara

    O Nintendo Switch Sports é ideal para quem busca um “jogo obrigatório” para festas e reuniões sociais, similar ao Mario Kart. Ele é excelente para jogar com amigos e familiares, pois é super intuitivo e divertido, especialmente para quem não está acostumado com videogames complexos…. Se seu foco é a diversão multiplayer em um ambiente local, o jogo entrega uma experiência gratificante.

    No entanto, o jogo apresenta algumas limitações importantes. Apesar da diversão, a progressão solo e a liberação desse roupas, equipamentos e itens estão atreladas ao modo online. Isso significa que, se você não tem uma assinatura do Nintendo Switch Online ou não gosta de competir online, a motivação para jogar sozinho pode diminuir, já que não há progressão offline para desbloquear as personalizações.

    Outro ponto crítico é a restrição para jogar em modo portátil. O Nintendo Switch Sports não permite partidas multiplayer (com mais de um jogador) no modo portátil, seja no Nintendo Switch Lite, no Switch normal ou no OLED. O multiplayer local só é possível jogando na televisão. Além disso, há limitações notáveis no multiplayer online: enquanto Vôlei, Futebol e Boliche permitem que vários jogadores (até 8 no Boliche) joguem online, cada um de sua própria casa, o Tênis (que é para quatro jogadores) exige que você tenha pelo menos dois Nintendo Switch para que quatro amigos joguem online de casas diferentes (dois em uma casa, dois em outra). Badminton e Chambara, por serem jogos para dois jogadores, não apresentam essa restrição de forma tão impactante.

    A simplicidade dos esportes, embora seja um apelo para o público casual, pode fazer com que enjoem rápido. Diferente do Wii Sports, cuja novidade dos controles de movimento era um grande fascínio, hoje essa característica é mais comum, e o “fator novidade” diminui um pouco.

    Veredito Final: Vale a Pena comprar Nintendo Switch Sports?

    O Nintendo Switch Sports é, sem dúvida, uma excelente adição para a biblioteca de qualquer jogador que busca um jogo para reunir amigos e familiares. Ele cumpre muito bem seu papel como um sucessor espiritual do Wii Sports, trazendo a diversão acessível dos jogos de movimento para o Nintendo Switch. A intuição da maioria dos esportes, a polidez dos controles e a alegria de ver todos jogando juntos são os maiores trunfos do título.

    No entanto, é importante que você entenda as limitações do jogo. Se você é um jogador que prefere a experiência solo, ou que joga predominantemente em modo portátil, o Nintendo Switch Sports pode não atender plenamente às suas expectativas. A dependência da progressão online e as restrições no multiplayer portátil são pontos que a Nintendo precisa considerar em futuras atualizações.

    O Nintendo Switch Sports é um jogo que vale a pena, mas não para todo mundo.

    Se você tem um grupo de amigos ou familiares com quem gosta de se divertir com jogos casuais e está disposto a priorizar a experiência em modo TV, este título é uma compra altamente recomendável, garantindo horas de risadas e competições saudáveis em sua sala de estar. Pense nele como o Mario Kart dos jogos de esporte: um item quase obrigatório para quem busca a diversão compartilhada.

    Resultados de uma partida de Golfe no Nintendo Switch Sports!

    A diversão está garantida, mas vale pensar duas vezes se este investimento fará sentido! Prepare-se para bons momentos de diversão com as pessoas que você gosta!

  • Mini análise: Bravely Default HD Remaster no Switch 2: Um Clássico RPG que Resiste ao Tempo

    Mini análise: Bravely Default HD Remaster no Switch 2: Um Clássico RPG que Resiste ao Tempo

    Um icônico JRPG do 3DS renasce para a era HD

    O universo dos JRPGs é vasto e cheio de joias, e entre elas, Bravely Default sempre se destacou como um dos melhores jogos do Nintendo 3DS. Agora, a Square Enix nos brinda com o retorno deste título aclamado, trazendo-o para a era HD como um exclusivo inicial do Nintendo Switch 2.

    Após dedicarmos algumas horas a esta versão remasterizada, e já com uma familiaridade com a série, compartilhamos nossas primeiras impressões e analisamos o que faz deste título uma aposta certeira para certos perfis de jogadores.

    Acompanhe a análise produzida neste texto ou se preferir, através do vídeo acima do canal Coelho no Japão.

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    O que é Bravely Default e por que ele é especial?

    Bravely Default é mais do que apenas um RPG; ele é uma herança. Originalmente lançado para o Nintendo 3DS, onde inclusive ganhou uma continuação, Bravely Second, este jogo tem uma conexão histórica profunda com a Nintendo, o que provavelmente motivou a decisão de lançar este remaster como um exclusivo do Switch 2. Embora exista a possibilidade de ele ser lançado para outras plataformas no futuro, especialmente PC, suas vendas iniciais já são promissoras, sugerindo que ele pode, de fato, permanecer como exclusivo.

    A história de Bravely Default se desenrola a partir de uma catástrofe que une quatro heróis improváveis. Uma explosão gigantesca assola uma vila, e um herói se encontra com uma jovem que possui um cargo místico, ligado a cristais – uma premissa que remete diretamente aos clássicos Final Fantasy. De fato, este jogo tem uma ligação com Final Fantasy: The 4 Heroes of Light do DS, tendo começado como uma possível continuação antes de se transformar em uma nova IP, ou seja, uma franquia própria.

    A mente por trás de Bravely Default é Tomoya Asano, um produtor que se tornou um dos nossos favoritos na Square Enix. Ele é o mesmo talento que nos trouxe títulos aclamados como Octopath Traveler e Triangle Strategy. Asano tem uma predileção por RPGs clássicos, e seu trabalho em Bravely Default, que deu origem à equipe Team Asano, demonstra como ele consegue criar experiências maravilhosas, modernizando a essência dos RPGs clássicos sem perder a alma que os tornou queridos. Bravely Default é, de fato, um jogo que inspira outros títulos com essa pegada retrô, mas com toques de modernidade.

    A profundidade da gameplay: Combate Estratégico e Sistema de Jobs

    A essência de Bravely Default está um sistema de combate profundamente estratégico, que é, sem dúvida, o grande foco do jogo. O próprio nome do jogo, “Brave” e “Default“, deriva de suas mecânicas centrais.

    • Sistema Brave e Default:

    Brave: Permite que você gaste turnos futuros para agir múltiplas vezes em um único turno. Por exemplo, você pode atacar duas vezes, mas isso significa que você ficará com dois turnos negativos, devendo-os ao jogo. Essa é uma tática excelente para eliminar inimigos comuns rapidamente.

    Default: Pelo contrário, permite que você segure e defenda, acumulando turnos. Você pode acumular vários turnos e depois liberá-los de uma vez, executando uma série de ações poderosas. Esta mecânica é muito boa e torna o combate muito estratégico. Em batalhas contra chefes, por exemplo, é crucial analisar o padrão do inimigo e decidir quando defender para acumular turnos ou quando desferir seus ataques mais fortes quando o chefe estiver vulnerável. As batalhas de chefe são demoradas e exigem que você realmente entenda o chefe, pois ataques normais causam pouco dano contra a vasta quantidade de HP dos inimigos. Não basta usar poções… é preciso estratégia.

    • Sistema de Jobs (Classes):

    Além do sistema Brave/Default, o jogo se destaca pelo robusto sistema de jobs (classes). Ao derrotar chefes, você adquire as classes deles, que podem ser atribuídas aos seus quatro personagens fixos.

    A grande sacada é a capacidade de mesclar as classes. Você pode ter os atributos de uma classe defensiva, mas com uma habilidade de mago, criando um personagem com defesa forte e uma magia de fogo poderosa, por exemplo. Seus personagens se tornam muito versáteis e muito dinâmicos, pois cada um pode usar todas as classes e herdar habilidades de outras.

    Este sistema foi inteligentemente implementado para garantir que os combates, mesmo os comuns, não se tornem chatos, incentivando o jogador a testar diferentes combinações e estratégias. O jogo oferece muitas possibilidades de combate, permitindo que você experimente até a batalha do chefe, onde uma estratégia mais fixa pode ser necessária.

    Visuais e Áudio: A Arte que Brilha

    Em termos de visuais, Bravely Default 1 (ao contrário do 2) apresenta um estilo muito desenhado e cartunesco. Os cenários são totalmente desenhados e muito bonitos, fazendo com que o jogo brilhe pela sua direção de arte, e não por grandes resoluções ou texturas. Esta é uma das áreas onde o remaster realmente se superou, tornando os cenários lindíssimos e com um aspecto de jogo novo. Embora os modelos 3D dos personagens e inimigos ainda denunciem sua origem como um jogo velho remasterizado, os visuais gerais são bons e não devem ser considerados feios.

    A trilha sonora é outro ponto alto e, para ser franco, é sensacional.

    Composta por Revo, conhecido por seu trabalho com Linked Horizon (responsável por aberturas de Attack on Titan), a música de Bravely Default apresenta uma mistura poderosa de rock e orquestra, além de arranjos orquestrais deslumbrantes nos cenários. A Square Enix é renomada por suas trilhas sonoras de qualidade, e esta não é exceção; é maravilhosa.

    O Remaster para Switch 2: Novidades e Adaptações

    A remasterização foi desenvolvida pela Catellic, uma empresa com experiência em RPGs para Switch como Legend of Legacy e Alliance Alive, e que já trabalhou com a Square Enix em títulos como Dragon Quest 4 de DS. O principal desafio do remaster foi adaptar um jogo de 3DS para o Switch 2. Isso envolveu reformular menus, utilidades da segunda tela e, crucialmente, o uso do online.

    O 3DS tinha a funcionalidade StreetPass, que permitia a troca de informações entre consoles próximos. No remaster, o StreetPass foi adaptado para um modo online, onde você pode salvar seu personagem na nuvem, e personagens aleatórios de outros jogadores aparecem em sua vila, podendo ser invocados para auxiliar em mecânicas de interação.

    Em termos de novidades que justificariam uma rejogada, o remaster adiciona principalmente features de “qualidade de vida”:

    • Fast Forward: Permite acelerar as batalhas em até quatro vezes, tornando o grinding e as sequências de combate mais rápidas.
    • Minigames: Foram adicionados dois minigames que utilizam o modo mouse. Através deles, é possível obter recompensas que permitem controlar a taxa de encontros aleatórios no mapa. Você pode alternar rapidamente entre 0% (nenhuma batalha), 100% (padrão), e até 400% (muitas batalhas), o que é muito prático para quem quer evitar combates ou para quem busca grindar e subir de nível rapidamente.

    Nossa Opinião sobre o Remaster e o Jogo em si

    Bravely Default já era muito bom no 3DS e continua sendo muito bom no Switch 2. No entanto, é importante notar que, embora seja um destaque momentâneo como um dos poucos JRPGs disponíveis no lançamento do console, ele não é um jogo que vai extrair o máximo do seu console. Pelo contrário, não possui nenhuma cara de Next Gen e claramente dava para rodar no Switch 1.

    A exclusividade no Switch 2 parece ser mais uma decisão estratégica do que uma necessidade técnica.

    Nesse sentido, sentimos falta de novidades mais substanciais para a versão remasterizada. A ausência de localização para o português é uma oportunidade perdida pela Square Enix, que poderia ter expandido o público do jogo para quem não pôde jogá-lo no 3DS.

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    A campanha principal de Bravely Default tem mais de 50 horas, e para quem busca completar 100%, é possível que ultrapasse 100 horas, especialmente considerando que cada personagem pode dominar mais de 20 classes. Isso reforça a ideia de que é um jogo denso, com muito conteúdo para explorar, ideal para quem gosta de RPGs japoneses de turno.

    Conclusão: Vale a Pena Mergulhar em Bravely Default?

    Bravely Default HD Remaster é um RPG muito bom que já era uma referência no 3DS e mantém seu brilho no Switch 2. No cenário de lançamento do novo console, ele se destaca como o RPG japonês a ser jogado. Embora seu preço de lançamento, por volta de R$ 200, não seja exatamente barato, é considerado aceitável para um jogo novo no mercado atual. Se você é um fã de JRPGs clássicos de turno, que aprecia profundidade estratégica, experimentação de classes e uma direção de arte e trilha sonora impecáveis, Bravely Default HD Remaster deve estar, sem dúvida, na sua lista de desejos

    Para aqueles que não tiveram a oportunidade de jogar o original no 3DS, esta é a chance perfeita de experimentar um título que influenciou diversos outros RPGs modernos. E para os veteranos, talvez aprimorar a experiência portátil e as novidades de qualidade de vida justifiquem uma nova aventura, especialmente se você é um colecionador ou busca completar 100%. O jogo tem um valor inegável e é um pilar importante da Square Enix, graças à visão de Tomoya Asano.

    Você está pronto para embarcar nesta jornada épica, dominando o Brave e o Default para salvar o mundo dos cristais?

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

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  • Mini preview: Tamagotchi Plaza

    Mini preview: Tamagotchi Plaza

    O clássico jogo de bichinhos virtuais ganha uma versão para Nintendo Switch 2

    Quem nunca teve um bichinho virtual? Ou mais precisamente, um Tamagotchi? Pois eles estão de volta em Tamagotchi Plaza, jogo para Nintendo Switch 1 e 2. Administre a cidade de Tamahiko e ajude os Tamagotchis a servir em 12 lojas únicas.

    O jogo inclusive tem uma versão para Nintendo Switch 2 com mecânicas e lojas exclusivas! Então, vamos analisar Tamagotchi Plaza mais a fundo e você pode conferir tudinho no vídeo acima e também neste artigo. Vamos lá?

    Tamagotchi Plaza

    Tamagotchi Plaza é um jogo de simulação de negócios e gerenciamento de lojas. Ele foi desenvolvido pela Bandai Namco e faz parte de série Tamagotchi Connection: Corner Shop. O objetivo principal desse jogo é satisfazer os pedidos do clientes nas variadas lojas que a cidade de Tamahiko tem a oferecer.

    Imagem: Tamagotchi Plaza

    Para cada loja, há um minijogo único em que você tenta satisfazer a maior parte de clientes possível para aumentar a reputação do lugar. Algumas das 12 lojas que vão estar disponíveis no lançamento são:

    • Dentista;
    • Oculista;
    • Loja de Chá da Tarde;

    Há outras lojas como butique de moda e até mesmo um restaurante de sushi onde você atira shurikens usando os Joy-Cons 2 com os sensores apontados para cima e deslizando a mão no mouse! Uma grande funcionalidade do Nintendo Switch 2.

    Versão para Nintendo Switch 2

    Tamagotchi Plaza vai ganhar uma versão exclusiva para Nintendo Switch 2 que incluirá as lojas com minijogos compatíveis com o modo mouse assim como a de sushi que foi mencionada acima e mais duas adicionais, totalizando 15 lojas com o upgrade para Switch 2!

    No entanto, ainda não temos informações sobre quanto vai custar esse upgrade para o Nintendo Switch 2.

    Tamagotchi Plaza lança ainda essa semana, dia 27 de junho para Nintendo Switch 1 e 2 com o preço de R$ 199,50. E pela primeira vez na série, teremos um modo cooperativo offline, para se divertir com a família e com os amigos. Infelizmente, o jogo não está disponível em português do Brasil.

    E vocês? Pretendem jogar Tamagotchi Plaza? Conhecem a série? Contem aqui nos comentários!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

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  • Análise: RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army – um clássico da Atlus brilha no Nintendo Switch

    Análise: RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army – um clássico da Atlus brilha no Nintendo Switch

    Ação e investigação sobrenatural encontram um novo lar no híbrido

    Junho de 2025 foi um mês recheado de lançamentos e remasterizações de peso no mundo Nintendo, e entre as novidades, uma grata surpresa se destacou, especialmente para os fãs de clássicos e do renomado universo Mega Ten. Estamos falando de RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army, uma versão atualizada de um jogo que, para muitos, era um verdadeiro tesouro esquecido da Atlus.

    Acompanhe nossa análise de Raidou Remastered: The Mystery of the Soulless Army aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    O resgate de um clássico perdido com um toque único

    RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army é, como o nome sugere, uma remasterização do jogo original lançado para o PlayStation 2. Ele representa um esforço notável em resgatar um título que, apesar de sua qualidade, era considerado um clássico perdido nas lojas digitais.

    O que o torna particularmente interessante é sua abordagem dentro do já complexo e amado universo Mega Ten, o mesmo que nos presenteou com a aclamada série Shin Megami Tensei. No entanto, ao invés dos tradicionais combates por turno que caracterizam a maioria dos jogos da franquia, RAIDOU se aventura no terreno dos Action RPGs com fortes elementos de investigação, algo único e diferenciado em seu legado.

    Esta particularidade é um dos seus maiores charmes, oferecendo uma experiência distinta para quem já está familiarizado com a profundidade narrativa e temática da Atlus, mas deseja uma mecânica de jogo mais dinâmica e focada na ação em tempo real.

    É uma janela para um período onde a Atlus explorava novas fronteiras com suas propriedades intelectuais, e o resultado é um jogo que, mesmo com a passagem do tempo, conseguiu se manter relevante e surpreendente em sua essência.

    A intriga e a força demoníaca nas mãos do detetive Raidou Kuzunoha

    Neste título, você assume o papel de Raidou Kuzunoha, um jovem detetive sobrenatural que não se limita apenas a interrogar suspeitos e coletar evidências. Ele possui a habilidade de invocar e utilizar demônios para auxiliar em suas investigações e combates.

    A narrativa é rica e cativante, com a história se dividindo entre o mundo normal e um misterioso mundo sombrio onde essas criaturas habitam.

    A parte da investigação é, de fato, muito bem-vinda e inovadora para o universo Mega Ten. As habilidades dos demônios não são meramente para luta; elas são ferramentas cruciais para a resolução de mistérios.

    Imagine poder usar um demônio para ler a mente de um interrogado, desvendando segredos que de outra forma seriam inacessíveis. Ou, ainda mais interessante, a capacidade de estressar um suspeito para que ele perca suas inibições e fale sem filtros, revelando informações vitais para o caso.

    Essa integração da mecânica de demônios à investigação adiciona uma camada de profundidade e estratégia que poucos jogos do gênero conseguem replicar. A sensação de realmente usar os seus aliados sobrenaturais para desvendar um mistério é incrivelmente gratificante e mantém o jogador engajado em cada novo caso.

    O Combate de Ação que Pede por Mais na Série Mega Ten

    Se a investigação é a mente de RAIDOU Remastered, o combate é, sem dúvida, o coração pulsante do jogo. É aqui que ele realmente se distancia de seus irmãos de franquia e oferece uma experiência que, para muitos, dá a sensação de querer um jogo novo dessa série nesse estilo.

    Ao invés dos menus e comandos por turno, Raidou entra na pancadaria de forma direta, armado com sua espada e uma pistola espiritual, mas nunca sozinho.

    O protagonista é auxiliado por dois demônios invocados que lutam ao seu lado, e a graça do sistema de combate reside na estratégia de utilizar ataques super efetivos. Isso significa que você precisa não apenas desferir golpes, mas também entender as fraquezas dos inimigos e gerenciar sua equipe de demônios de forma inteligente.

    O gerenciamento de mana é outro elemento crucial; ela é recarregada com ataques leves, o que incentiva um ritmo de combate fluido e equilibrado entre ofensiva e sustentação.

    Além disso, o jogo mantém o famoso sistema de captura de demônios, embora de uma forma menos burocrática e mais direta do que em outros títulos Mega Ten, tornando a adição de novos aliados à sua equipe uma experiência mais dinâmica.

    A capacidade de colecionar o máximo de monstros possível para ter uma variedade tática é essencial e encoraja a exploração e a experimentação com diferentes combinações de demônios.

    Em nossa experiência, o combate de RAIDOU transpõe de maneira excelente a essência estratégica dos combates da série Shin Megami Tensei para um formato de ação, o que é um feito e tanto. É essa a junção de destreza e tática que faz com que cada confronto seja empolgante e desafiador.

    A Maquiagem de uma Remasterização: Onde o Passado Encontra o Presente

    A remasterização de RAIDOU Remastered no Nintendo Switch 1 foi descrita como um ótimo trabalho, trazendo muitas melhorias de qualidade de vida que modernizam a experiência sem descaracterizar o original.

    A gameplay, apesar de suas raízes no PlayStation 2, ainda se mantém satisfatória, um testemunho da qualidade atemporal do design do jogo. Isso significa que os menus são mais fluidos, as interfaces são mais amigáveis e a navegação geral pelo jogo se tornou mais agradável para os padrões atuais.

    No entanto, é fundamental ter em mente que, apesar da roupagem nova e uma boa maquiagem, o jogo ainda é essencialmente antigo.

    Os cenários, por exemplo, são pequenos e podem parecer um pouco datados em comparação com os padrões de design de mundo aberto ou ambientes expansivos que vemos hoje.

    Além disso, alguns dos sons são ultrapassados e, embora as cutscenes tenham recebido um cuidado especial, a direção geral do jogo ainda mostra a idade.

    Esses são pontos que um jogador mais acostumado com títulos modernos pode notar, mas que, na nossa opinião, não diminuem a experiência geral. São lembretes sutis de que você está jogando um clássico, e não um título construído do zero para a geração atual.

    Para os fãs de longa data, esses pequenos detalhes podem até ser vistos como parte do charme.

    Vale a pena mergulhar no mistério de RAIDOU Remastered?

    RAIDOU Remastered é uma recomendação calorosa para quem gosta de investigação e principalmente do universo Mega.

    Se você busca um RPG de ação com uma premissa envolvente, um sistema de combate estratégico e diferente do usual da franquia, e uma atmosfera rica, este título é uma excelente pedida.

    É uma oportunidade fantástica para revisitar um clássico ou descobrir uma faceta única do universo Mega Ten que talvez você não conheça.

    A combinação de um detetive carismático com um arsenal de demônios e mistérios sombrios é algo que cativa do início ao fim.

    Como economizar na hora de comprar jogos do Nintendo Switch 2?

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    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Mini análise: Ruffy and the Riverside

    Mini análise: Ruffy and the Riverside

    O jogo que mistura um estilo cartoon e mundo aberto e chega no dia 26 de junho

    Já imaginou um jogo que mistura o estilo de Super Mario Odyssey com Paper Mario? Pois Ruffy and the Riverside é o jogo que tem esse mix de estilos e está totalmente localizado em português do Brasil, inclusive dublado!

    Então vamos analisar o jogo mais a fundo, e você pode conferir tudo no vídeo acima e também neste artigo. Bora lá?

    Ruffy and the Riverside

    Ruffy and the Riverside é um jogo de ação e aventura em mundo aberto de plataforma 3D que se destaca por sua premissa de possibilitar que o jogador manipule o mundo ao seu redor copiando elementos da natureza e transformando objetos em outras coisas.

    O jogo também possui puzzles que leva o jogador a pensar na melhor maneira de resolver um desafio usando os elementos a sua disposição, além de lutas, exploração e até alguns níveis 2D.

    Jogabilidade e cenários

    Ruffy and the Riverside tem uma jogabilidade baseada em mecânicas de troca de elementos. Por exemplo, você pode escalar uma cachoeira se transformar a água em planta, ou então quebrar um metal transformando-o em madeira, lava pode virar água, e assim por diante.

    Os cenários são simples em termos de geometria, mas a arte do jogo é bonita e carismática. Então prepare-se para usar a sua imaginação na hora de resolver os puzzles. É capaz que o jogador fique perdido em certos momentos de gameplay porque nem todos os elementos podem ser transformados e alguns quebra-cabeças podem ser desafiadores.

    Em suma: Ruffy and the Riverside é um daqueles jogos feitos por um desenvolvedor só, então ele pode parecer não tão polido em comparação com os jogos grandes de plataforma 3D. A ideia é interessante, apesar não podermos transformar muitos objetos em outra coisa, o que limita as nossas opções e dá aquela sensação de não saber para onde ir.

    Mas com o tempo, depois do lançamento, vão surgir guias e vídeos na internet que vão ajudar o jogador a passar por esses momentos, então isso não é nada que torne o jogo ruim. No geral é um jogo divertido, super estiloso e com uma trilha sonora legal, mas não é o grande destaque do ano.

    Ruffy and the Riverside chega no dia 26 de junho com o preço de R$ 111,54 para Nintendo Switch 1 e 2. Então, comprem se ficaram realmente curiosos com esse game, divirtam-se bastante, mas com as expectativas ajustadas.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

    O que é o Nintendo Barato?

    Nintendo Barato é um serviço que utiliza uma busca inteligente que encontra os menores preços e atualiza as listas de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que todas as lojas listadas sejam de confiança, com os produtos mais adequados para Nintendo Switch.