Categoria: Análises

  • Análise: Hogwarts Legacy no Switch 2 – uma análise detalhada da nova geração no console da Nintendo

    Análise: Hogwarts Legacy no Switch 2 – uma análise detalhada da nova geração no console da Nintendo

    Uma Renovação Mágica para o Mundo Bruxo Portátil

    A chegada do Nintendo Switch 2 ao mercado brasileiro, trouxe consigo uma novidade que tem agitado a comunidade gamer: uma nova versão de Hogwarts Legacy, completamente refeita do zero, para o Switch 2.

    Este lançamento não é meramente um upgrade; trata-se de um jogo distinto, pensado para aproveitar ao máximo as capacidades da nova plataforma da Nintendo, prometendo uma experiência visual e de jogabilidade significativamente aprimorada em relação à sua antecessora.

    Acompanhe nossa análise prévia de Hogwarts Legacy aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    Também jogamos na Summer Game Fest:

    Como o jogo está rodando no Switch 2?

    A análise de Hogwarts Legacy se destaca como um ponto crucial para entender o salto geracional que o Switch 2 representa. Esta reiteração representa um marco para os jogos no console da Nintendo, sinalizando uma nova era de desempenho e inovação.

    A análise aprofundada das suas características, especialmente o modo mouse e as melhorias gráficas, revela um esforço significativo para entregar uma experiência à altura do potencial do novo hardware.

    Resta aos jogadores decidir se este salto geracional, com suas virtudes e algumas persistentes imperfeições, justifica o retorno a Hogwarts.

    O jogo revela um conjunto de melhorias substanciais que elevam a experiência de jogo, mas também aponta para alguns aspectos que ainda poderiam ser aprimorados.

    Quais são as melhorias para a versão Switch 2?

    O jogo traz um conjunto de melhorias substanciais que elevam a experiência de jogo, mas também aponta para alguns aspectos que ainda poderiam ser aprimorados.

    A versão do Switch 2 é visivelmente mais bonita que a do Switch 1, apresentando uma diferença geracional que torna o jogo mais jogável e visualmente atraente. Detalhes no chão, a vegetação e as estátuas (anteriormente borradas) agora estão bem definidos, evidenciando um avanço significativo.

    Surpreendentemente, o modo portátil do jogo é considerado maravilhoso e mais bonito que na dock, sendo o melhor lugar para se jogar. Seus visuais são bem definidos e detalhados, inclusive no chão e no castelo.


    A adição do modo mouse é, sem dúvida, um dos maiores destaques e a melhor coisa do jogo além dos gráficos. Este modo oferece uma precisão muito maior para mirar do que o giroscópio e o analógico, sendo muito mais fácil, muito mais preciso, muito melhor de usar.

    Uma funcionalidade incrível é a capacidade de alternar instantaneamente entre o analógico, o giroscópio e o mouse, sem a necessidade de acessar menus, oferecendo flexibilidade e fluidez na jogabilidade, permitindo ao jogador adaptar-se a diferentes situações, como exploração com analógico e combate com mouse. A precisão do mouse torna a experiência de combate bem acostumável e cômoda.

    A experiência de jogo é aprimorada com a redução ou eliminação de telas de carregamento, como a entrada em Hogsmeade, que agora é instantânea, e as transições de portas que eram lentas no Switch 1 também se tornaram imediatas no Switch 2. Isso contribui para uma experiência de mundo mais aberto e contínua.


    A modelagem dos personagens e as texturas das roupas estão bem detalhadas e legais. A ambientação em ambientes fechados é bem legal, mostrando um bom trabalho da Avalanche.

    Apesar da grande melhoria, há ainda a presença de granulação em algumas texturas, como o cabelo dos personagens e a água, e problemas de “draw distance” com objetos surgindo do nada. O jogo não atinge o nível visual de consoles como o PlayStation 5.

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    Ainda há espaço para melhorias

    Embora o modo mouse seja excelente, jogadores que não são acostumados com mira de mouse no PC podem levar um tempo para se adaptar totalmente à movimentação de câmera, preferindo usar o controle comum para isso e o mouse apenas para mira. No entanto, a transição entre os modos facilita essa adaptação.


    Em síntese, Hogwarts Legacy no Switch 2 se apresenta como uma experiência transformadora e muito superior à sua antecessora, especialmente no que tange à jogabilidade inovadora e aos avanços visuais. Contudo, ainda há um caminho a percorrer para alcançar a perfeição técnica, especialmente em termos de fidelidade gráfica e na conveniência da transferência de dados.

    A decisão de adquirir ou fazer o upgrade dependerá do quanto o jogador valoriza as novas funcionalidades e está disposto a iniciar uma nova jornada no mundo bruxo.

    Embora seja um jogo novo, os jogadores que já possuíam Hogwarts Legacy no Switch 1 recebem um desconto, podendo adquirir a nova versão por R$ 50, o que é uma vantagem considerável.

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    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Nexomon Extinction – a redescoberta da essência dos RPGs de monstrinhos no Nintendo Switch

    Análise: Nexomon Extinction – a redescoberta da essência dos RPGs de monstrinhos no Nintendo Switch

    A carta de amor que os veteranos de Pokémon sempre esperaram.

    O cenário dos videogames está em constante evolução, e para os fãs de longa data dos RPGs de captura de monstrinhos, a busca por uma experiência que evoque a nostalgia das primeiras jornadas é uma constante. No coração do Nintendo Switch, um título vem chamando a atenção precisamente por abraçar essa premissa: Nexomon Extinction.

    Este jogo não é apenas mais um competidor no gênero, mas sim uma verdadeira carta de amor aos veteranos dos jogos do Pokémon, prometendo recriar a sensação inesquecível de quando se jogava clássicos como Pokémon Red ou Pokémon Silver.

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    Nexomon Extinction: O Resgate de Uma Fórmula Amada

    Nexomon Extinction é um RPG de turno que se baseia no consagrado sistema de Catching Monster. Distanciando-se das complexidades e do design 3D dos títulos mais recentes do gênero, ele resgata a linha que prevaleceu até a 4ª geração, apresentando-se em um vibrante estilo 2D com sprites desenhados à mão, que são muito bonitos e contribuem para uma ambientação muito bem trabalhada.

    O objetivo principal do jogo é, segundo os próprios desenvolvedores, transportar o jogador de volta àqueles momentos iniciais de encanto e desafio que fizeram o coração se tornar um lar definitivo para os monstrinhos. Curiosamente, essa recriação da sensação clássica é alcançada sem que o jogo utilize “nenhum Pokémon da primeira geração”, provando que a essência da magia pode ser replicada com criatividade e respeito ao legado.

    Quem o desenvolveu e para quem é?

    Os desenvolvedores claramente pensaram nos fãs de longa data de Pokémon. Este jogo é direcionado àqueles que sentem falta de um desafio genuíno e de uma profundidade estratégica no modo single-player, algo que, para muitos, se perdeu nas campanhas principais dos títulos Pokémon mais recentes.

    Embora a Pokémon Company tenha optado por focar o desafio no cenário competitivo online, Nexomon Extinction surge como uma alternativa robusta para os jogadores solo, sendo mais que apenas um jogo e sim uma verdadeira carta de amor.

    Os personagens, como o carismático gatinho companheiro Coco, que traz um ótimo humor e quebra a quarta parede ao zombar tutoriais, e rivais que não são bonzinhos, contribuem para uma experiência narrativa rica e divertida. Além disso, a abundância de NPCs (personagens não jogáveis) que oferecem trocas de itens e missões secundárias adiciona camadas de interação e exploração.

    Quando e onde se pode jogar?

    Nexomon Extinction está disponível para Nintendo Switch, tornando-o acessível para muitos que buscam uma nova aventura portátil ou de console. O jogo oferece uma liberdade de exploração que remete aos primeiros Pokémon, como Red e Blue, onde era possível escolher certas ordens de acontecimentos.

    No mundo de Nexomon, isso se traduz em um mapa suplementemente aberto, onde o jogador pode ficar explorando e chegando em locais e cidades que ainda não estavam no script da história. Esta abordagem é uma clara diferença em relação aos jogos modernos de Pokémon, que muitas vezes limitam a exploração e a ordem dos eventos.

    A ambientação é diversificada, com cenários que vão desde rotas comuns com grama até visuais de fim de tarde, e locais temáticos como uma caverna de gelo e uma cidade fantasma.

    Por que Nexomon Extinction se destaca?

    A principal razão pela qual Nexomon Extinction ressoa tão fortemente é sua capacidade de preencher um vácuo no mercado de jogos de monstrinhos. Ele oferece o desafio e a profundidade estratégica que muitos veteranos sentem falta nos jogos principais de Pokémon.

    Diferente da filosofia da Pokémon Company, que direciona os jogadores para o online em busca de dificuldade, Nexomon Extinction se concentra em oferecer uma campanha single-player robusta e exigente. A dificuldade, avaliada em 4 de 5 em termos de acessibilidade, não é apenas uma métrica, mas uma promessa de que o jogador terá que treinar, e não é fácil.

    A experiência de enfrentar um Raticate level 16 em um estágio inicial do jogo, como nos tempos de Red/Blue, é propositalmente replicada, forçando o jogador a pensar e a planejar suas batalhas. Além disso, o jogo busca ser uma carta de amor ao reconhecer e atender as expectativas dos jogadores que apreciam a complexidade, a exploração e o humor inteligente.

    Como ele faz isso?

    Nexomon Extinction implementa diversas mecânicas e elementos de design para atingir seus objetivos:

    Design visual e de cenários

    O estilo desenhado à mão confere um charme único e atemporal ao jogo. A ambientação do jogo também é muito bem trabalhada, com cuidado nos diferentes cenários que ilustram a mesma temática, garantindo diversidade mesmo com essa repetição de cenários. Isso evita a fadiga visual e incentiva a exploração.

    Liberdade de exploração

    O mapa aberto é um dos maiores pontos de destaque. A capacidade de explorar e chegar em locais e cidades que ainda não estavam no script da história é uma lufada de ar fresco para o gênero. A maioria das casas abertas nas cidades oferece pelo menos um item ou um pedido de uma sidequest, recompensando a curiosidade do jogador.

    Missões secundárias e trocas

    As missões secundárias são uma parte vital da experiência, sendo realmente missões com mais de uma etapa e recompensa no final.

    Dificuldade e inteligência artificial

    Ao contrário de muitos NPCs em jogos similares que usam times fracos, em Nexomon: Extinction os adversários são desafiadores. Eles trocam de nexomon, não usam monstrinhos mais óbvios e fracos e, principalmente na revanche, é comum eles aparecerem com a forma evoluída do nexomon que você derrotou deles anteriormente, dando a impressão de que estivesse treinando e melhoraram. Os NPCs também normalmente se mantém no mesmo level que você, forçando o jogador a se manter competitivo.

    Revanches e treinamento dinâmico

    As revanches com NPCs são frequentes e são exploradas como uma mecânica mesmo em nexomon. Isso, combinado com o fato de que os nexomons selvagens adaptam mais ou menos o level do seu time, ou seja, treinar é necessário e não é fácil. O jogo incentiva o grinding através de batalhas e revanches para evoluir o seu time. No entanto, a experiência não é compartilhada entre todos os Nexomons, exigindo itens equipáveis individuais que compartilham apenas doze por cento da experiência se não entrarem em batalha, o que significa que o esforço individual é recompensado.

    Batalhas contra chefes

    Os chefes do jogo, que substituem os líderes de ginásio, são variados e exigem uma equipe bem preparada.

    Enredo e personagens

    A história, embora siga um enredo familiar de nexomon lendário e melhor treinador, é contada de um jeito mais progressivo. O humor é um destaque, especialmente através do companheiro Coco e de interações com NPCs como a vidente, que adiciona um toque divertido à narrativa

    Nexomon: Extinction

    É mais do que uma homenagem; é uma afirmação. Ele prova que ainda há espaço para jogos que priorizam a experiência single-player desafiadora e que resgatam a essência de um gênero que marcou gerações.

    Para os fãs que sentem que a campanha principal de Pokémon se tornou muito acessível ou que buscam uma profundidade estratégica maior fora do cenário competitivo online, Nexomon Extinction surge como a resposta.

    Ele nos lembra de quando você começou a amar jogar Pokémon, seja na disputa de ginásio contra o Brock, na graminha subindo de level, ou ficou quebrando a cabeça para entender qual tipo ganha de qual.

    Se essas memórias ecoam em seu coração, este jogo não é apenas um clone de Pokémon, mas sim um amigo de infância que você não via há muitos e muitos anos.

    Ele é a carta que muitos esperavam, convidando-nos a uma nova jornada familiar, porém refrescantemente desafiadora.

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

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  • Mini análise: Battle Train — Uma surpresa estratégica nos trilhos do Nintendo Switch

    Mini análise: Battle Train — Uma surpresa estratégica nos trilhos do Nintendo Switch

    Bandai Namco aposta em mecânicas criativas em um roguelite que mistura puzzle e ação tática

    Durante a Summer Game Fest 2025, o canal Coelho no Japão teve a oportunidade de testar diversos títulos em primeira mão, e um dos que mais chamou a atenção — mesmo sem ser o foco inicial — foi Battle Train.

    Publicado pela Bandai Namco, o jogo surpreendeu positivamente com sua proposta criativa e execução polida. Nesta análise preliminar, baseada na gameplay de aproximadamente 20 minutos, destacamos os elementos que fazem desse título uma grata surpresa no catálogo do Nintendo Switch.

    Acompanhe nossa análise prévia de Battle Train aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    Também jogamos na Summer Game Fest:

    Conheça o game Battle Train

    Battle Train é um roguelite tático com uma mecânica de “train track deck builder”, na qual os jogadores constroem trilhos de trem usando cartas. Cada carta representa um pedaço do caminho e, ao encaixá-las estrategicamente, é possível conectar sua base à base inimiga, passando por áreas de coleta de recursos e evitando bloqueios.

    Uma vez que o trilho esteja completo, seu trem — armado com bombas — parte para destruir o oponente. O diferencial está no fato de que o adversário também está construindo trilhos ao mesmo tempo, o que exige estratégias complexas de desvio e resposta rápida.

    O jogo ainda permite a customização do trem, fortalecendo a bomba, habilitando saltos ou acelerando a coleta de materiais.

    Com produção da própria Bandai Namco, o jogo demonstra um cuidado técnico notável — passando longe da impressão de ser um indie modesto.

    O hands-on ocorreu no Nintendo Switch 1 e, segundo Coelho, o jogo apresentou animações caprichadas, música imersiva e um alto nível de acabamento. O tutorial está dublado (em idioma não especificado) e todo o texto do jogo já está localizado em português.

    Como funciona a jogabilidade de Battle Train?

    A jogabilidade combina gerenciamento de mão (deck building), estratégia em tempo real e raciocínio espacial. As cartas permitem criar bifurcações, armadilhas e atalhos — e o uso correto delas decide o sucesso ou fracasso de uma partida. Durante a prévia, o sistema de ganchos também chamou atenção, permitindo movimentações ágeis e abrindo caminho para trechos com combate direto e exploração mais ativa. A promessa é de uma campanha com cerca de 15 horas e mais de 100 horas de conteúdo adicional desbloqueável.

    Mesmo com uma demo limitada, o tempo foi suficiente para evidenciar o quanto Battle Train pode se tornar viciante. Segundo Coelho no Japão, é o tipo de jogo que “faz mais sentido quando você pega para jogar”. A mecânica única e a proposta híbrida entre construção, estratégia e combate o colocam como um dos destaques da semana.

    Battle Train se destaca como uma das surpresas mais criativas entre os próximos lançamentos do Nintendo Switch, trazendo frescor ao gênero de estratégia com uma proposta única e execução refinada. Mesmo com apenas uma amostra limitada na Summer Game Fest, o jogo deixou uma forte impressão, evidenciando potencial para conquistar tanto veteranos quanto curiosos por novidades bem polidas.

    Para quem procura algo original, dinâmico e tecnicamente sólido, esse é um título para ficar no radar. Como bem pontuado por Coelho no Japão, Battle Train é daquelas experiências que realmente brilham quando você assume o controle.

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  • Análise: Super Mario 3D All-Stars – A lendária coletânea do Nintendo Switch

    Análise: Super Mario 3D All-Stars – A lendária coletânea do Nintendo Switch

    A coletânea de jogos que trouxe três aventuras clássicas em 3D do Mario por tempo limitado no Nintendo Switch

    Super Mario 3D All-Stars veio como uma comemoração aos 35 anos do Mario, é uma coletânea que inclui 3 jogos clássicos em 3D do nosso amado personagem bigodudo: Super Mario 64, Super Mario Sunshine e Super Mario Galaxy. Não apenas os jogos voltaram ao Nintendo Switch, como a trilha sonora de cada um também veio dentro do game, até a de Super Mario Sunshine que nunca havia sido lançada oficialmente até então.

    A coleção não apenas traz nostalgia aos antigos jogadores da série, como também convida quem nunca se aventurou nessas histórias para conhecer mais a fundo o universo da franquia Super Mario. O jogo foi lançado em 18 de setembro de 2020 e ficou disponível por tempo limitado, até 31 da março de 2021.

    Agora vamos analisar a coletânea completa e você pode conferir tudo no vídeo acima e também neste artigo. Vamos lá?

    Super Mario 64

    A sensação para quem já é fã antigo do Mario ao ligar Super Mario 64 pela primeira vez aqui nessa coletânea é uma onda de nostalgia imensa, mas nem tudo está igual ao que era antes, apesar dos visuais serem os mesmos. Super Mario 64 nessa coletânea recebeu um aprimoramento de resolução, chegando a 720p. No Nintendo 64 o jogo rodava a 240p e no Wii U, 480p.

    Não só os visuais, mas a jogabilidade também está muito melhor, isso porque os analógicos dos Joy-Cons e do Pro Controller do Nintendo Switch são melhores e mais precisos do que o controle de Nintendo 64. O jogo foi lançado em 1996 e continua super atual e com cores vibrantes.

    Alguns jogadores até podem estranhar o fato do jogo não ocupar a tela inteira, mas ao que parece, essa coletânea é mais um resgate de uma obra do que uma proposta de remake. E também isso não é uma coisa que vai atrapalhar a sua jogabilidade, afinal o jogo foi feito para ser desse jeitinho mesmo, ocupando esse espaço de tela.

    O jogo roda sem quedas de frames e alguns ícones e textos foram refeitos em HD. Algumas texturas também foram trabalhadas para dar uma melhorada no visual e dar uma sensação de limpeza superior a emuladores. E claro, uma diferença que se destaca é o Rumble HD adicionado ao game que te dá aquela experiência de sentir diferentes vibrações dependo da sua ação ou do ambiente, como quando as bombas explodem, ou quando o Mario luta contra os inimigos.

    Super Mario 64 ainda tem uma gameplay muito atual, o Mario tem uma movimentação fluida, apesar de ser um pouco mais lento em comparação ao do Odyssey ou Super Mario Sunshine, por exemplo.

    É um jogo de sua época, mas sem muitas atualizações nessa coletânea, o que pode ser uma questão para alguns jogadores que não estão acostumados com a câmera e não podem customizar, ou até mesmo algumas convenções modernas como apertar “B” para sair do menu de pause e voltar a jogar, e aqui não é assim, se você aperta “B“, o jogo seleciona a opção que está marcada e corre até o risco de sair da fase. Isso pode acabar frustrando algumas pessoas desacostumadas com essas mecânicas antigas.

    Super Mario Sunshine

    A primeira impressão que temos ao ligar Super Mario Sunshine pela primeira vez nessa coletânea é de que esse jogo é muito bonito. As artes foram refeitas para ficar em HD na tela e o jogo está rodando em widescreen e em 1080p no Nintendo Switch. Super Mario Sunshine tem um estilo bem cartunesco e o cel-shading se beneficia muito da resolução do game. O jogo tem um visual lindo, lembrando até um pouco o Zelda: Wind Waker, ambos originados no GameCube.

    No entanto, as cutscenes presentes no jogo não foram refeitas, então fica nítida a diferença entre a gameplay e as cenas que estão bem borradas ainda, como eram no GameCube. Não é uma coisa que chega a incomodar, mas é perceptível.

    Mas é a partir do primeiro momento que controlamos o Mario, que fica bem distante a qualidade dos movimentos em comparação ao Super Mario 64. Isso porque em Super Mario Sunshine, o Mario é super ágil e é muito gostoso de controlar, com mais liberdade para fazer as manobras e ainda temos uma adição: o F.L.U.D.D.

    O F.L.U.D.D. é um dispositivo de água que vai ser nosso companheiro durante toda a jornada e que acrescenta muito na movimentação do Mario. O jogo aqui também está rodando sem quedas de frames e a 30fps estáveis. Uma das mudanças mais notáveis está nos controles: no GameCube o controle era sensível à pressão, permitindo controlar a força do esguicho da água do F.L.U.D.D.

    Como os controles de Nintendo Switch não têm essa sensibilidade, o F.L.U.D.D. agora atira sempre com pressão máxima. Não é algo que atrapalhe na jogabilidade, mas foi uma coisa que acabou se perdendo aqui no resgate desse jogo.

    No geral, Super Mario Sunshine é ainda um jogo muito divertido de se jogar, mas em comparação ao Super Mario 64 que foi um marco na história dos videogames, e de Super Mario Galaxy, um dos jogos ainda mais bem avaliados da história, o Sunshine realmente fica um pouco atrás em termos de level design e gameplay.

    As primeiras fases podem não parecer tão interessantes e há uma repetição de cenários. Fora que a adaptação do controle do F.L.U.D.D. pode ser um pouco estranha para alguns jogadores, especialmente na hora da mira e dos movimentos.

    Mas apesar disso, a exploração aqui é bem ampla, os segredos são divertidos de encontrar e a jogabilidade de parkour é incrível depois que você pega o jeito. Super Mario Sunshine definitivamente não está datado e ainda é melhor que muitos jogos 3D atuais.

    Super Mario Galaxy

    A primeira impressão de Super Mario Galaxy com certeza é a mais impressionante ao ligar o jogo pela primeira vez. Os visuais são incríveis. É até difícil de acreditar que ele é um jogo da época do Nintendo Wii porque ele tem cenários lindos e rodando em 1080p a 60fps redondinhos no Nintendo Switch só deixou o jogo muito melhor.

    A interface agora está toda em HD, e a retícula antes controlada pelo Wii Remote, agora utiliza os controles de movimento do Switch, seja no Pro Controller (apertando R e movendo o pulso) e até mesmo no modo portátil diretamente pela tela. A adaptação é bem intuitiva e fácil de se acostumar.

    Super Mario Galaxy é impecável também em termos de jogabilidade. Nenhum jogo de plataforma 3D até hoje conseguiu chegar perto da criatividade da Nintendo ao fazer as mecânicas desse jogo, como ao pular de um planeta para o outro com a gravidade influenciando tudo a sua volta, e com a câmera controlando o jogo para você a todo momento.

    Isso sem falar na variedade de planetas nesse jogo, que é sensacional. O jogo está sempre se reinventando, te levando para planetas com áreas mais abertas para explorar, e depois outros mais pequenos e ainda tem o power-up de abelha que deixa o Mario sensível a água e com possibilidade de grudar no mel. Isso sem mencionar os poderes de gelo, fantasma, mola, etc.

    As batalhas de chefões aqui são espetaculares somadas junto com a trilha sonora primorosa de orquestra. Todo o conjunto da obra de Super Mario Galaxy é um primor e ainda é um dos melhores jogos da série Super Mario, e para alguns, o melhor.

    Talvez a única crítica que podemos fazer a esse resgate é que algumas texturas podem parecer borradas quando chegamos perto, revelando a idade do jogo, mas nada muito perceptível e que tire a sensação de estar olhando para um cenário belíssimo ao jogar.

    Um produto raro hoje em dia

    Como foi dito no início do artigo, a coletânea Super Mario 3D All-Stars ficou disponível por tempo limitado na eShop, até 31 de março de 2021, decisão da Nintendo que gerou muitas críticas na época e que fez o jogo estar disponível somente em mídia física após essa data, tornando-se um produto raro e bem caro.

    Mas apesar disso, essa coleção foi um sucesso e trouxe muitos jogadores novos e antigos de volta para esses três mundos clássicos do universo do Mario, consolidando-os como jogos atemporais e inesquecíveis!

    Hoje em dia, os jogadores podem jogar Super Mario 64 se tiverem o pacote de expansão da assinatura do Nintendo Switch Online, usando o app do Nintendo 64! E para quem quer conhecer Super Mario Sunshine, o jogo vai chegar em breve ao aplicativo do GameCube exclusivamente para Nintendo Switch 2.

    E vocês já jogaram Super Mario 3D All-Stars? Comentem aqui embaixo suas opiniões!

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  • Mini análise: Lost in Random: The Eternal Die – uma prévia detalhada de um roguelike promissor

    Mini análise: Lost in Random: The Eternal Die – uma prévia detalhada de um roguelike promissor

    Aventura gótica e estratégia de dados chega ao Nintendo Switch

    Este título, aguardado por muitos fãs da franquia, promete uma experiência imersiva com sua direção de arte única e mecânicas de combate inovadoras.

    O jogo é um spin-off menor da aclamada série Lost in Random, que foi originalmente publicada pela EA sob o selo Originals. Agora, a Thunderful assume a publicação deste novo capítulo, que se apresenta no popular formato roguelike. Desenvolvido como um roguelike tradicional e acessível, Lost in Random: The Eternal Die foi lançado para o Nintendo Switch e já demonstrou excelente desempenho na plataforma.

    Acompanhe nossa análise prévia de Lost in Random: The Eternal Die aqui mesmo, ou se preferir, assista no vídeo a seguir:

    Qual é a proposta do jogo?

    Lost in Random: The Eternal Die convida os jogadores a explorarem um universo com forte identidade visual, guiada por uma direção de arte gótica e surrealista – com influências claras do estilo de Tim Burton, evocando uma atmosfera única e levemente sombria. Os visuais são um ponto forte por sua criatividade e coerência estética.

    A jogabilidade é definida por combates intensos e uma característica central: a utilização de dados como um elemento de ataque, onde o número lançado e as habilidades equipadas podem gerar diferentes desfechos.

    Além disso, um sistema estratégico de habilidades permite aos jogadores combinar cores de itens no inventário para liberar espaço, fortalecer atributos e aprimorar sua espada.

    Vale a pena comprar Lost in Random: The Eternal Die?

    O jogo, que chega ao mercado pelo valor de R$ 60, oferece suporte para o português do Brasil. Para aqueles que buscam uma experiência mais suave, o jogo inclui um modo fácil que aumenta a resistência do jogador a cada derrota, tornando-o bem acessível.A chegada deste jogo atende aos pedidos dos fãs da franquia, que solicitaram novidades sobre o título.

    Lost in Random: The Eternal Die parece ser uma adição valiosa ao catálogo do Nintendo Switch, oferecendo uma experiência roguelike bem trabalhada com um estilo artístico marcante e mecânicas de jogo inteligentes. A combinação de acessibilidade e profundidade estratégica o torna um título a ser observado pelos entusiastas do gênero e por aqueles que buscam uma aventura com um toque único.

    Como economizar na hora de comprar jogos do Nintendo Switch 2?

    A melhor forma de economizar na hora de comprar seus jogos em mídia digital é acumulando cash back que pode ser utilizado como desconto em futuras compras. E a loja indicada para isso é a nossa parceria NUUVEM. Comprando seu gift card na nuuvem você tem benefícios como: parcelamento no cartão de crédito, acúmulo de cash back para utilizar nas próximas compras no site e ainda pode presentear aquela pessoa tão querida com um voucher!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

  • Análise: Super Smash Bros. Ultimate – ainda vale a pena?

    Análise: Super Smash Bros. Ultimate – ainda vale a pena?

    Aprofundando no melhor jogo de luta da história.

    Esta análise é baseada no vídeo disponível no canal Coelho no Japão e se propõe a responder se Super Smash Bros. Ultimate ainda vale a pena ser adquirido e jogado, inclusive se a mídia física ainda é uma compra relevante. Bora lá?

    Desde seu lançamento, Super Smash Bros. Ultimate tem sido uma figura central no universo dos videogames. Inicialmente, havia alguma incerteza se seria uma simples atualização da versão de Wii U ou um título completamente novo. No entanto, o tempo provou que ele não só é um jogo distinto, mas também se consolidou como o melhor da série Super Smash Bros. e o jogo de luta mais vendido de todos os tempos.

    Com uma média mundial de reviews de 9,3 e uma indicação ao Jogo do Ano no The Game Awards 2019, o game da Nintendo gerou a questão: será que seu sucesso foi apenas um entusiasmo inicial ou ele realmente sustenta sua grandiosidade?

    Para entender o valor duradouro de Super Smash Bros. Ultimate, é crucial observar sua abrangência e profundidade.

    O jogo é, sem dúvida, o maior crossover dos games já realizado, reunindo os maiores ícones da história da indústria e sendo uma verdadeira celebração dessa trajetória.

    Longe de ser apenas uma reunião de personagens da Nintendo (como nas edições anteriores, a exemplo do Super Smash Bros. de Nintendo 64), Ultimate ostenta um elenco gigantesco que inclui os principais nomes da Nintendo como Mario, Link, Pikachu, Donkey Kong, e muitos de Fire Emblem, mas também incorpora figuras icônicas de outras empresas, como Cloud de Final Fantasy VII, Snake de Metal Gear Solid, Steve e Alex de Minecraft, Ryu e Ken de Street Fighter, Pac-Man, Mega Man, Banjo & Kazooie, e, mais recentemente, Sora de Kingdom Hearts.

    Essa reunião de personagens permite que eles interajam em batalhas ou em modos cooperativos, seja em um contra um sem itens, no modo clássico com sua história, ou em fases imensas com até oito jogadores simultaneamente.

    O título, disponível para Nintendo Switch, é voltado para uma vasta audiência: desde pro players e jogadores competitivos que desejam se aperfeiçoar, até crianças e jogadores casuais que buscam diversão descompromissada.

    Seu design é brilhante, sendo simples o suficiente para um público amplo e complexo o bastante para aqueles que desejam dedicar centenas ou até milhares de horas ao aprimoramento.

    O modo online do jogo permanece muito ativo, inclusive no Brasil, e torneios offline continuam a ocorrer em diversos estados brasileiros. A experiência de jogo é moldada por uma vasta quantidade de conteúdo, incluindo o retorno do modo campanha “World of Light“, o Classic Mode temático para cada personagem, um sistema de desbloqueio de lutadores e os “Spirits”, que são colecionáveis que representam centenas de personagens e oferecem habilidades adicionais.

    O jogo também oferece modos como torneios, Home-Run Contest e criação de arenas, além de uma impressionante trilha sonora que pode ser ouvida como um MP3 Player no próprio console.

    Em suma, Super Smash Bros. Ultimate não é apenas um jogo; ele construiu um subgênero nos jogos de luta, o “Fighting Platform“, e se tornou um pilar do gênero. No Nintendo Switch, ele alcançou sua melhor versão até hoje.

    Sua profundidade e abrangência o tornam um título essencial para qualquer biblioteca do console. Se você possui um Nintendo Switch, a recomendação é clara: ou você realmente não se identifica com o estilo de Super Smash Bros., ou você precisa comprar este jogo.

    Ele se destaca em um patamar de prioridade que poucos jogos alcançam, sendo considerado por muitos como um dos jogos favoritos de todos os tempos.

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  • Análise: Super Mario 3D World + Bowser’s Fury – Ainda vale a pena comprar?

    Análise: Super Mario 3D World + Bowser’s Fury – Ainda vale a pena comprar?

    O jogo do Wii U que brilhou no Switch com aprimoramentos e um novo modo de jogo

    Como sabemos, o Nintendo Switch 1 foi o sucessor do Wii U, um console que apesar de possuir grandes jogos, não ganhou o coração de boa parte do público. E acabou que o Switch 1, se tornou o lar das principais joias do Wii U, e Super Mario 3D World é uma delas.

    Mas a Nintendo não só trouxe de volta esse jogo, como também adicionou um modo super divertido e bem parecido com os últimos jogos do Mario em 3D de áreas abertas: o Bowser’s Fury. Mas será que ainda vale a pena investir no game mesmo agora? Você pode conferir tudo no vídeo acima e também nesse artigo! Vamos lá?

    O jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Super Mario 3D World é essencialmente uma sequência de Super Mario 3D Land, lançado no Nintendo 3DS. O 3D no título significava o primeiro jogo em 3D lançado em um portátil (com exceção do remake de Super Mario 64) e com uma visão em 3D. A Nintendo pegou esse conceito do Super Mario 3D Land e criou um jogo três vezes melhor no Wii U.

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Tanto o 3D Land quanto o 3D World são jogos que se aproximam mais da experiência de um Mario clássico 2D como o Super Mario World, por exemplo. E isso se deve a progressão de fases que são bastante lineares, ou seja, você trilha um caminho já estabelecido, com pouco foco na exploração, diferente dos Marios 3D como o Odyssey e Super Mario 64.

    Isso significa que se você é um fã da série de jogos 2D do Mario, esse jogo com certeza vai te atender muito bem e proporcionar muitas horas de diversão durante a história principal e também no pós-game.

    A marca registrada do Super Mario 3D World é o power-up que transforma o Mario em um gato. Esse poder te permite escalar paredes, arranhar inimigos e sem falar que é muito bonitinho de ver o Cat Mario, Luigi, Peach, Toad (e até uma personagem secreta que é desbloqueada após zerar o game, que os fãs amam bastante).

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Uma curiosidade interessante é que foi a partir desse jogo que a Nintendo teve a ideia de lançar Captain Toad: Treasure Tracker, também disponível no Nintendo Switch. As fases características do mapinha 3D do Captain Toad começaram em Super Mario 3D World como minigames, então é como se tivéssemos 3 jogos em 1 na versão de Switch.

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

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    Melhorias para Nintendo Switch

    A Nintendo não só trouxe de volta o 3D World como também aprimorou as fases e os personagens, deixando todos mais rápidos e perfeitos para fazer aquela speedrun. Mas, sem dúvidas, a melhoria que mais se destaca é o modo multiplayer online.

    O jogo suporta até quatro jogadores simultaneamente, seja online ou localmente (ou uma mistura de ambos) e sem se preocupar se alguém sair da fase ou entrar no meio, não há interrupções e tudo é bem fluido e dinâmico. E as fases do Captain Toad agora também permitem até 4 jogadores!

    Além disso, para quem gosta de colecionar e pegar todos os itens do jogo, Super Mario 3D Word é um prato cheio. O jogo tem muitas estrelas que desbloqueiam mundos extras e com muitas fases desafiadoras para encarar após zerar o game. Mas a grande novidade é com certeza o Bowser’s Fury!

    Bowser’s Fury

    O Bowser’s Fury é uma expansão do 3D World que se diferencia das fases convencionais, apesar de manter a temática de gato. É como se fosse um jogo novo, apesar de ter uma campanha pequena de no máximo 5 horas. Ele é uma mistura do que já tem no 3D World com o Super Mario 64 porque aqui nós temos um mundo aberto que se expande gradualmente revelando novas áreas para explorar.

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Não só isso, mas também temos um nova história, em que o Bowser é possuído por uma força maligna e o seu filho, Bowser Jr pede ao Mario que ajude a salvar o pai! Sim, agora temos que salvar o vilão, e pra isso temos uma forma super poderosa do Mario: o Giga Cat Mario, que proporciona batalhas no nível de kaijus, uma luta entre gigantes!

    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Aqui nesse modo de jogo, o multiplayer é limitado a dois jogadores, sendo o segundo jogador o Boswer Jr que serve mais para dar uma assistência ao Mario, então o foco de Bowser’s Fury é jogar sozinho mesmo, assim como o próprio Super Mario Odyssey.

    Inclusive, vamos fazer essa comparação?

    Super Mario 3D World vs Super Mario Odyssey

    É difícil escolher entre dois jogos que são nota 10 e proporcionam experiências fantásticas para os jogadores, portanto, vamos analisar aqui o que eles trazem de experiência:

    • Super Mario Odyssey busca ser mais singular, com uma fórmula própria, power-ups inovadores, mundos e personagens nunca antes vistos na série. Ele é ideal para quem procura uma experiência focada em apenas um jogador e com boas horas de diversão até completar 100% do jogo, entre 50 e 60 horas, apesar de ser um processo um pouco repetitivo pegar as muitas luas disponíveis.
    Imagem: o jogo Super Mario Odyssey
    • Super Mario 3D World + Bowser’s Fury tem aquele ar mais tradicional dos Marios de plataforma, e o foco aqui é o seu multiplayer cooperativo, que é o melhor da série. O tempo para 100% é menor se comparado ao Odyssey, cerca de 30 horas, mas ele tem mais recompensas a curto prazo e com fases bem variadas.
    Imagem: o jogo Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Em resumo: vai depender do seu estilo de jogo! Se você prefere uma experiência mais individual, priorize o Super Mario Odyssey. Mas se quer passar boas horas de diversão ao lado dos amigos e da família, o 3D World é a melhor opção. E vale lembrar que ele está em português (de Portugal), enquanto Super Mario Odyssey está somente em inglês ou espanhol.

    Conclusão

    Super Mario 3D World já era um dos melhores jogos do Wii U e chegou até a concorrer a jogo do ano no The Game Awards em 2013! No Nintendo Switch ele ficou ainda melhor, e a Nintendo ainda adicionou uma aventura completamente nova e que tem muito a dizer sobre o futuro da série Mario, mesmo com uma campanha curta.

    A trilha sonora desse jogo é nota 10, com temas muito marcantes e o design das fases é impecável, o jogo é visualmente muito bonito, ainda mais no Nintendo Switch e a diversão é garantida, principalmente no modo multiplayer e a jogabilidade é primorosa, perfeita para entrar com tudo nos jogos da série Super Mario.

    Super Mario 3D World sozinho já vale a compra, agora com a aventura extra que é o Bowser’s Fury, não restam dúvidas de que com certeza vale a pena comprar a mídia física ou digital do game!

    Uma das melhores aventuras do Mario te aguarda no Nintendo Switch!

    Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.

    Compre Super Mario 3D World pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!

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  • Análise: Super Mario Party Jamboree eleva a franquia a novos patamares no Nintendo Switch

    Análise: Super Mario Party Jamboree eleva a franquia a novos patamares no Nintendo Switch

    Um marco para a série, repleto de conteúdo e inovação.

    O universo Nintendo acaba de receber uma adição que promete redefinir a experiência dos fãs de jogos de festa. Super Mario Party Jamboree, o mais recente título da aclamada franquia Mario Party, chega ao Nintendo Switch não apenas como uma atualização, mas como uma verdadeira evolução, prometendo ser o jogo mais completo e, possivelmente, o melhor da série até hoje.

    O título está repleto de novidades e aprimoramentos que o tornam uma aquisição obrigatória para qualquer proprietário do console, superando até mesmo os dois jogos anteriores da série disponíveis para o Nintendo Switch, tornando-os obsoletos, Confira em detalhes nessa análise produzida com base no vídeo do canal Coelho no Japão.

    Este lançamento é um grande exemplo de como uma desenvolvedora pode ouvir sua base de fãs, mesmo quando as demandas são variadas ou contrastantes. Super Mario Party Jamboree se posiciona como um “Mario Party All Stars” ou “Mario Party The Full Party”, reunindo todo tipo de jogo em um só lugar, pegando elementos de sucesso de toda a jornada da franquia desde o Nintendo 64.

    O jogo é projetado para ser versátil, atendendo a todos os públicos: desde fãs do modelo tradicional, jogadores que buscam inovação com ou sem controle de movimento, entusiastas do competitivo e ranqueado, até aqueles que preferem uma experiência mais casual ou cooperativa. Ele oferece robustas opções para quem joga em casa, com amigos online, ou até mesmo para quem deseja jogar sozinho, marcando a presença de um modo single-player excelente. Independentemente do seu estilo de jogo, Super Mario Party Jamboree busca contemplar todas as formas de festa.

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    O jogo é estruturado em torno de quatro pilares principais, além de uma robusta campanha para um jogador

    Modo Mario Party: A essência tradicional da série, com tabuleiros e minigames

    Suporta até quatro jogadores localmente no mesmo console ou online com amigos e pessoas aleatórias. Um sistema de ranking está presente, e os sensores de movimento são opcionais.

    O jogo oferece sete tabuleiros, sendo cinco inéditos e dois remakes icônicos: o Povoado Faroé de Mario Party 2 e o Castelo Arco-Íris do primeiro Mario Party. As partidas podem ser configuradas de 10 a 30 rodadas, com as de 10 rodadas durando cerca de 1 hora e meia.

    Uma das grandes inovações é a mecânica Dupla Jamboree, onde um parceiro aparece no mapa e pode ser recrutado para conceder poderes e vantagens significativas, como dobrar moedas ou comprar duas estrelas.

    Outra adição notável é o Modo Pro, que transforma Mario Party em uma experiência mais competitiva, alterando regras como aposta de estrelas em duelos e remoção de parte da aleatoriedade.

    Ilha de Minigames: Uma coleção de minigames separados em diversas categorias e modos de jogo

    Esta ilha conta com cinco modos diferentes:

    • Jogo Livre: Permite jogar qualquer um dos 112 minigames disponíveis, com até quatro jogadores localmente
    • Batalha dos Desafios: Partidas mais rápidas (10-15 minutos) para quatro jogadores (local ou online), onde o objetivo é acumular moedas em cinco rodadas de minigames de “desafio”, transformando a experiência em uma competição mais expressa de Mario Party
    • Sobrevivência: Um modo ranqueado exclusivamente online para um jogador por console
    • Desafio Diário: Para quatro jogadores (local ou online), oferece três pacotes de minigames que mudam diariamente
    • Modo em Duplas: Quatro jogadores em formato 2v2, jogável localmente, online, ou em modo misto (dois jogadores em um console contra outros dois online), com ranking.

    Desafios do Bowser

    Focado em grupos maiores e jogabilidade online, embora também disponível offline com CPUs. Não permite multiplayer local com amigos para esses modos. Inclui:

    • Bowser-athlon: Uma maratona competitiva para 20 jogadores (um por console), jogável online ou offline com CPUs. Os jogadores avançam no tabuleiro ao coletar moedas nos minigames, criando uma “corrida” constante
    • Brigada Anti-Bowser: Um modo cooperativo para oito jogadores (um por console), onde o objetivo é unir forças contra um Bowser impostor, explorando um mapa 3D para coletar bombas e carregar um canhão. Minigames cooperativos ocorrem entre as rodadas para determinar itens melhores.

    Ilha Dinâmica

    Dedicada a experimentações de gameplay com sensores de movimento, sendo a palavra “dinâmica” a chave para identificar minigames que os utilizam. Mesmo usuários de Nintendo Switch Lite podem aproveitar, desativando esses minigames. Contém:

    • Cozinha Rítmica: Modo cooperativo para quatro jogadores (local apenas) com 10 minigames rítmicos temáticos de MasterChef, similar a um modo do Super Mario Party original
    • Fábrica do Tork: Uma segunda campanha para um ou dois jogadores (local apenas), que surpreende por ser um jogo “indie” completo dentro do Mario Party, onde se manipulam peças do cenário com controles de movimento para levar uma bolinha a um buraco, remetendo a Snipperclips
    • Aventuras Aéreas: Outro modo com foco em campanha para um ou dois jogadores (local apenas), exigindo um par de Joy-Cons por jogador. Embora envolva voo com controle de movimento, alguns sub-modos são limitados, como as Competições Aladas (1v1) e o Táxi Alado (cooperativo), mas o Voo Livre (single-player) oferece uma experiência mais aberta.

    Além de todos esses modos, Super Mario Party Jamboree oferece uma campanha solo robusta chamada Jornada das Tarefas, onde o jogador explora tabuleiros transformados em fases para cumprir missões e vencer minigames, coletando mini estrelas.

    A campanha principal possui cinco tabuleiros/fases, cada um com uma exigência mínima de 30 mini estrelas, mas oferecendo um total de 60, permitindo liberdade na progressão. A duração estimada é de cerca de 4 horas para finalizar e 10 horas para alcançar 100%, o que é considerado um bom tempo para um jogo focado no multiplayer.

    O jogo incentiva a exploração e o engajamento através de um sistema de recompensas abrangente na Praça Central. Existem mais de 110 conquistas que, ao serem obtidas, aumentam o nível do jogador (até 50), concedendo dinheiro e itens de loja. Esse sistema funciona como um Battle Pass incluso, oferecendo centenas de itens para comprar e customizar, como músicas para um museu, stickers de reações para partidas online, e cartões de jogador personalizáveis.

    Uma área dedicada a estatísticas e classificações também está disponível.

    A longevidade é um ponto forte, com mais de 50 horas de gameplay para quem busca completar todas as missões, rankings e itens, garantindo um alto fator replay.

    Apesar de ser amplamente elogiado, o jogo não está isento de pequenos problemas. Observa-se um serrilhado visual, e embora a performance seja aceitável, não é perfeita. Em modos online como os Desafios do Bowser, se um amigo cai da conexão, ambos os jogadores são desconectados.

    O modo Mario Party principal ainda não oferece partidas rápidas (menos de uma hora), embora outros modos supram essa demanda. A interface do jogo pode ser um pouco confusa em relação à quantidade de jogadores e modos disponíveis. Há poucos personagens secretos desbloqueáveis (apenas dois), o que poderia ser mais. A campanha, embora boa, não introduz muitas novidades mecânicas durante sua progressão, aumentando apenas a dificuldade dos adversários. No entanto, esses pontos são menores diante da vasta quantidade e qualidade do conteúdo oferecido.

    A localização para português do Brasil é ótima, com textos e dublagens que prometem arrancar risadas. A atenção aos detalhes, como os minigames especiais dos personagens que remetem às suas séries spin-off, demonstra o capricho da produção

    Super Mario Party Jamboree é a evolução que a série precisava e merecia, desafiando a lógica de mercado ao oferecer um volume e diversidade de conteúdo muito além do esperado para um título da franquia. Se você é fã de Mario Party ou busca um jogo de festa completo e versátil para o Nintendo Switch, este é um capítulo obrigatório que promete muitas horas de diversão, seja sozinho ou acompanhado.

    Prepare-se para uma festa inesquecível!

  • Análise: Super Mario Odyssey no Nintendo Switch – uma aventura atemporal que ainda brilha em mídia física no Brasil

    Análise: Super Mario Odyssey no Nintendo Switch – uma aventura atemporal que ainda brilha em mídia física no Brasil

    Oito anos depois, a obra-prima 3D de Mario continua indispensável

    O que torna Super Mario Odyssey uma experiência tão cativante e duradoura, mesmo anos após seu lançamento inicial, e por que ele continua sendo uma escolha excepcional para jogadores de todas as idades. Para ajudar a entender tudo isso, preparamos esta análise baseada no video do canal Coelho no Japão.

    Imagem: Thumbnail do vídeo original do canal Coelho no Japão | Youtube

    Um jogo de plataforma 3D

    Imagem: Metro Kingdom é um dos reinos de destaques em Super Mario Odyssey

    Super Mario Odyssey se destaca na série Mario como um jogo de plataforma 3D que abraça plenamente a filosofia da exploração. Diferente dos títulos “lineares” como Super Mario World ou Super Mario 3D World + Bowser’s Fury, que guiam o jogador por um caminho predefinido até o final da fase, Odyssey se enquadra na categoria de jogos de “exploração”. Suas fases são desenhadas em formato “sandbox”, como mundos abertos gigantescos, permitindo que o jogador explore livremente e decida a ordem das missões, sem um rumo 100% definido. Essa liberdade é central para a sua magia e o posiciona como o “Super Mario 64 da nova geração” e, para muitos, “o jogo mais mágico que a Nintendo fez em toda a série Super Mario até hoje”.

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    Jogabilidade e as Luas de Energia

    Imagem: Encontre as luas de energia espalhadas pelos diverso reinos do jogo.

    A espinha dorsal da narrativa e da jogabilidade gira em torno da missão de Mario de encontrar Luas de Energia espalhadas pelos diversos reinos do jogo. Essas luas servem como combustível para a sua nave, a Odyssey, e quanto mais luas você coleta, mais rápido avança para conhecer novos mundos.

    Cappy, o chapéu fantasma

    Imagem: O carisma de Cappy vai te conquistar logo na primeira hora de jogatina

    Mas o que realmente torna Super Mario Odyssey único e se tornou sua marca registrada é a introdução de Cappy, um chapéu fantasma que se junta a Mario em sua jornada após Bowser sequestrar a irmã de Cappy.

    As habilidades de Cappy

    Imagem: Já pensou em como seria virar um dinossauro? Pois é meus amigos, haha

    Cappy permite que Mario faça algo inédito e fascinante: possuir os inimigos e ganhar os poderes deles. Ao lançar Cappy na cabeça de uma criatura, Mario se transforma, podendo se tornar um sapo, um pássaro, um dinossauro e muito mais. Essa mecânica não é apenas bizarra ou divertida; ela oferece uma variedade de jogabilidade sem precedentes, garantindo que não tem um segundo de tédio e que o jogador seja constantemente surpreendido, querendo testar Cappy em todos os locais e criaturas possíveis.

    Essa soma de fases extensas e cheias de conteúdo e segredos com uma gameplay extremamente dinâmica e variada solidificou Super Mario Odyssey como o jogo do Mario mais aclamado dos últimos 20 anos.

    Conteúdo do jogo

    Imagem: Até mesmo os mais habilidosos terão mais de 10 horas de conteúdo garantida na primeira jogada

    O jogo conta com 12 mundos principais, além de alguns menores e várias surpresas no pós-game, garantindo que há muito mais para fazer depois de finalizar a campanha. Embora uma progressão “rushada” possa levar entre 10 e 15 horas, jogar apenas o mínimo para ver os créditos seria “jogar dinheiro fora”.

    A verdadeira genialidade de Super Mario Odyssey reside em sua profundidade: as luas funcionam como missões em um RPG, com várias centenas delas para coletar, cada uma sendo um mini-objetivo único. Os desafios para obter as luas variam desde possuir objetos para movê-los e revelar novos segredos, participar de minigames, pular corda, enfrentar trechos de alta dificuldade que exigem precisão de plataforma, derrotar chefes extras e navegar por áreas que testam a perícia do jogador nos pulos — afinal, ainda é um clássico jogo de plataforma do Mario.

    Tempo de gameplay

    Imagem: Aceitarias um pedido de casamento do famoso Mario em seu smoking de casamento?

    Realistamente, um jogador pode esperar gastar entre 40 e 80 horas explorando e desvendando os segredos do jogo, e quem busca a conclusão total pode ultrapassar 100 horas. Isso o consagra como um dos jogos de plataforma com mais conteúdo que a gente tem no mercado e um dos mais duradouros no seu estilo.

    Modo online multiplayer

    Imagem: após atualização gratuita, Super Mario Odyssey recebeu um novo modo online chamado Balloon World

    Além do vasto conteúdo para um jogador, Super Mario Odyssey recebeu uma atualização gratuita que adicionou um modo online chamado Balloon World. Neste modo, jogadores escondem balões em fases dentro de um tempo determinado, e outros jogadores recebem o desafio de encontrá-los. O que parece uma brincadeira de esconde-esconde se transforma em um desafio bem grande para jogadores veteranos, que precisam não só encontrar o balão, mas também chegar a tempo em locais extremamente difíceis.

    Tecnicamente, o jogo é um esmero em forma de jogo, com gráficos, movimentação, trilha sonora, tudo é lindo, vivo, vibrante.

    Apesar de uma crítica mínima sobre a repetição de algumas luas para a conclusão de 100%, o jogo é considerado impecável e obrigatório para quem gosta de Mario.

    Super Mario Odyssey é pra mim?

    Imagem: Descubra se Super Mario Odyssey é para você – Este clássico do Nintendo Switch pode te impressionar (e muito!)

    Super Mario Odyssey é ideal para quem prefere jogar sozinho e ama a exploração livre dos jogos 3D do Mario, como Super Mario 64 e Super Mario Sunshine. Vale ressaltar que, embora Odyssey seja focado em um jogador, ele possui um modo para dois jogadores onde um controla Mario e o outro controla Cappy, auxiliando na posse de inimigos e na jornada.

    Conslusão

    Imagem: É impossível finalizar o game e não sentir saudades do Cappy nas próximas aventuras, haha

    Em resumo, Super Mario Odyssey pode ter uma campanha principal relativamente curta para quem busca apenas finalizar, mas seu conteúdo total é imenso, muito imersivo e rende muitas horas de gameplay extremamente divertida. A qualidade ímpar do jogo o torna atemporal, assim como outros clássicos da franquia, provando que não tem tempo limite para ser divertido.

    Diante de tudo isso, Super Mario Odyssey definitivamente vale muito a pena a sua compra, especialmente agora com a disponibilidade da mídia física nacional.

    Que tal mergulhar nessa aventura e descobrir por si mesmo por que Super Mario Odyssey continua sendo uma referência de diversão e inovação no mundo dos games, desafiando a noção de que um jogo precisa ser um lançamento recente para ser relevante?

    A magia de Mario, impulsionada pela exploração e pela criatividade de Cappy, aguarda por você no Nintendo Switch.

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  • Mini análise: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED

    Mini análise: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED

    Ação rápida e nostalgia para fãs de Gundam no Switch

    Imagem: MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED chega ao Nintendo Switch

    Tivemos a oportunidade de experimentar e trazer nossas primeiras impressões sobre MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED, um título que chegou recentemente no Nintendo Switch.

    Esta versão é uma remasterização do jogo originalmente lançado para o PlayStation Vita. E para trazer as impressões para vocês, detalhamos aqui os pontos chave deste lançamento nessa matéria baseada no vídeo original do canal Coelho no Japão. Bora lá?

    Mobile Suit Gundam SEED Battle Destiny Remastered se apresenta no Nintendo Switch como um jogo que aproveita o formato portátil com um design focado em missões rápidas e numerosas. Muitas dessas missões podem ser concluídas em cinco minutos ou até menos, tornando-o ideal para jogatinas curtas em trânsito ou pequenos intervalos. As tarefas variam entre proteção de naves aliadas e, principalmente, ataques a naves inimigas e outros Mobile Suits. A progressão no jogo segue a linha da história do anime Gundam Seed.

    Imagem: Definiticamente é um jogo que vai alcançar os fãs da franquia gundam, especialmente o anime Gundam Seed.

    O grande atrativo deste título reside em seu apelo para os fãs da série Gundam. Aqueles familiarizados com o anime reconhecerão personagens e referências ao longo do jogo. No entanto, é importante notar que a gameplay por si só pode não ser suficiente para sustentar a experiência para um público não-fã. Os controles podem ser um tanto confusos, a câmera apresenta momentos ruins, e a interface do usuário (HUD) é bem poluída, chegando a exibir diálogos da história no meio de uma tela já repleta de informações. As missões tendem a ser simples, focadas em destruir tudo na tela.

    Imagem: Destaque para missões rápidas, porém podem se tornar repetitivas. Basicamente destrua tudo na tela

    Apesar destas ressalvas na jogabilidade e interface, o jogo é visualmente bonito e oferece uma quantidade considerável de conteúdo. Existem muitas missões para completar, uma vasta seleção de robôs, pilotos, armas e atributos para gerenciar. Há também um alto fator replay para aqueles que buscam obter a melhor nota em cada missão ou coletar todos os itens. O sistema de missões curtas e rápidas, como mencionado, alinha-se bem com a proposta de um jogo para console portátil.

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    Imagem: O visual do game é muito bonito no Nintendo Switch

    Resumindo, MOBILE SUIT GUNDAM SEED BATTLE DESTINY REMASTERED no Nintendo Switch parece ser um título feito sob medida para os apaixonados por Gundam Seed que buscam uma experiência rápida e portátil. As limitações de gameplay e interface podem ser um obstáculo para jogadores casuais ou que buscam um jogo de ação mais refinado.

    Fica a reflexão: a forte ligação com a série e a conveniência das missões curtas são suficientes para conquistar o público, mesmo com as ressalvas na jogabilidade?

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