Categoria: Diversos

  • Capcom limita uso de IA e prioriza sensibilidade humana

    Capcom limita uso de IA e prioriza sensibilidade humana

    A Capcom definiu uma postura clara sobre o uso de inteligência artificial generativa em suas produções. Em entrevista ao portal japonês 4Gamer, Shinichi Inoue, vice-presidente de Plataforma de Desenvolvimento de Jogos e Soluções de IA da Capcom, afirmou que a empresa prioriza a sensibilidade humana na criação artística e aplica a tecnologia na automação de tarefas rotineiras, como testes e comunicação, não planejando utilizá-la para criar elementos artísticos ou gráficos finais dos jogos. Segundo o executivo, a sensibilidade humana continua sendo um fator insubstituível na indústria do entretenimento.


    Como a Capcom avalia a sensibilidade humana?

    Inoue destacou que, mesmo com os avanços das ferramentas mais modernas, a inteligência artificial ainda não consegue se equiparar à sensibilidade dos criadores humanos. Por essa razão, a Capcom prefere concentrar o esforço de seus profissionais em tarefas que exijam essa percepção artística única, o que considera mais eficiente do ponto de vista de gestão de capital humano e essencial para a coexistência saudável entre a tecnologia e os desenvolvedores.

    Qual é o papel da IA no desenvolvimento de jogos?

    Embora rejeite a IA na criação de elementos visuais finais, a Capcom está adotando a tecnologia para otimizar processos internos e reduzir tarefas repetitivas, como testes e comunicação. A empresa firmou uma parceria com a Google Cloud para automatizar o processo de testes de jogabilidade (playtesting). Esse sistema utiliza agentes inteligentes equipados com o modelo Gemini Vision para analisar visualmente as telas dos jogos, identificar falhas técnicas e prever possíveis pontos de quebra no sistema com base em dados históricos.

    Como funciona a automação de testes com Google Cloud?

    De acordo com dados divulgados pela Google Cloud, essa plataforma de testes automatizados é capaz de processar cerca de 30.000 horas de testes por mês, liberando os desenvolvedores de rotinas exaustivas. O fluxo de trabalho funciona de forma integrada: os agentes de IA detectam os problemas e enviam relatórios para agentes de depuração. Antes que qualquer humano precise intervir, outro agente inteligente avalia se as falhas encontradas de fato contradizem o conceito original estabelecido pelo diretor do jogo, refinando o processo de triagem.

    Fonte: Automaton

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    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.

  • Namco Legendary Mountains: Novo Puzzle Chega ao Switch em 2026

    Namco Legendary Mountains: Novo Puzzle Chega ao Switch em 2026

    A desenvolvedora BeXide, em colaboração com a Bandai Namco, anunciou o jogo Namco Legendary Mountains. O título é um quebra-cabeça 3D com lançamento confirmado para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC (via Steam) durante o verão americano de 2026. Uma demonstração estará disponível no evento BitSummit PUNCH, que ocorre entre 22 e 24 de maio em Kyoto, no Japão.

    Como funciona a mecânica de jogo?

    Inspirado na mecânica de combinação de títulos como Suika Game, a jogabilidade de Namco Legendary Mountains foca no lançamento e fusão de cápsulas chamadas “Voxels”. Ao colidir duas cápsulas do mesmo tipo, elas evoluem para uma versão maior. O objetivo é empilhar os itens estrategicamente sem que ultrapassem o limite do campo, buscando a maior pontuação possível.

    Quais franquias clássicas estarão presentes?

    O jogo contará com estágios e efeitos sonoros baseados em franquias icônicas dos arcades. Entre os títulos confirmados estão Pac-Man, Dig Dug, Mappy, The Tower of Druaga e Xexvious. Os jogadores poderão desbloquear mais de 100 Voxels diferentes e competir em rankings online através do modo Score Attack.

    Fonte: Gematsu

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  • Top 10: Franquias Realistas Que Podem Voltar No Switch 2 (Ou Voltarem A Ser Realistas)

    Top 10: Franquias Realistas Que Podem Voltar No Switch 2 (Ou Voltarem A Ser Realistas)

    A Nintendo chocou o mundo com o design realista, ou no mínimo “menos cartunesco” de Star Fox. O visual é muito diferente do habitual em termos de personagens, mas combinou com a origem da franquia e seus jogos que nunca foram tão cartunescos.

    Mas Star Fox não é a única franquia que deve voltar e mostrar gráficos nessa linha “menos cartoon”, ou mesmo realistas. O Nintendo Switch 2 tem hardware para trazer diversas franquias com esse tipo de visual, ou mesmo resgatar esse estilo em franquias que já foram conhecidas por visuais realistas.

    Menções Honrosas: Jogos do NS1

    O primeiro Switch teve alguns jogos nesse estilo, por parte da Nintendo, e a inclusão deles fica aqui como menção honrosa, afinal, eles “não se foram” pra voltar no Switch 2 (rs).

    • Metroid (2D) e Metroid Prime.
    • Pikmin 4
    • Astral Chain e Bayonetta, com a Platinum Games.

    Todos eles tem chances altas de voltarem com novos jogos, ou receberem uma “Switch 2 Edition”.

    1- F-Zero

    F-Zero, de certa forma voltou, com o F-Zero 99, mas sendo um jogo gratuito pra assinantes do Switch ONline, e com pistas basicamente refeitas dos jogos “2Ds” anteriores, a necessidade de um novo jogo, feito para a nova geração, Switch 2, segue viva.
    Basta jogar “F-Zero GX” no aplicativo de Gamecube no NS2 que é fácil perceber porque essa franquia tem altíssimo potencial no novo console.

    2- Eternal Darkness

    A franquia de jogo único estreou no GameCube, basicamente se tornou um clássico dos jogos de terror, e sumiu, deixando fãs desde então, malucos por um retorno.
    Eternal Darkness não era apenas sobre criaturas feias, o jogo utilizava uma série de recursos que mexiam com a sanidade do personagem e até mesmo confundia os jogadores. Com os recursos atuais, daria pra fazer algo novo realmente insano….

    3- Disaster: Day of Crisis

    Pra maioria dos jogos dessa lista, a ideia não seria um literal realismo, mas em Disaster, seria, e essa poderia ser a franquia que melhor se beneficiaria dessa representação gráfica.
    Em Disaster, enfrentamos diversos tipos de desastres naturais, enquanto enfrentamos o crime num sistema light gun shooter, o que ainda cairia muito bem com o modo mouse do Switch 2.
    Infelizmente o jogo nunca veio pro ocidente, mas o seu estúdio é ninguém menos que a Monolith Soft, de Xenoblade, então… permissão pra criar um remake ou continuação, seria fácil de conseguir.

    4 – Sin & Punishment

    Nem todo mundo jogou Star Fox, mas menos pessoas ainda jogaram Kid Icarus: Uprising, que é outro jogo do estilo rail shooter. E menos pessoas ainda conhecem a que pra muitos é a verdadeira on rails da Nintendo: Sin & Punishment.A série é feita pela Tresure, que em tese tá viva, mas nunca mais fez jogo (permissão para se iludir achando que o sumiço é pra um jogo novo, concedida).
    Diferente de outros Shooters On Rails, essa franquia traz momentos onde estamos no chão, andando, momentos em que estamos em veículos, além dos clássicos momentos aéreos.
    Dificilmente ela volta, então, pelo menos jogue o de N64 que está disponível no Nintendo Switch Online.

    5- Wave Race

    Já que a Nintendo tá numa -onda- de jogos com águas bonitas (ba-dum-tsh) como Star Fox e Pokémon Ventos/Ondas, outro jogo com água belíssima e com uma física aquática que poderia ser super afiada no Switch 2, é Wave Race.
    O mundo precisa de um novo jogo grande (ou pelo menos de tamanho médio) de jet-ski, e quem tinha que representar esse segmento injustiçado, é a Nintendo.

    E se a Nintendo não quiser reviver Wave Race, especificamente, tem outras duas sugestões:

    • 1080º – A franquia de Snowboarding da Nintendo.
    • Excite Bike/Truck/Bots – A franquia mais “rally” que já teve diversos tipos de veículos. De repente faz um “Excite Racing”, Nintendo, cm cada veículo sendo uma modalidade, estilo Grid. Ia ser bem interessante.

    6- The Legend of Zelda

    Começando com a segunda parte, listando franquias que, assim como Star Fox, são antigas, mas agora, podem ganhar um novo jogo mais realista/menos cartunesco. E a primeira não poderia ser outra se não Zelda -e talvez seja a primeira franquia dessa lista a se concretizar-.
    Zelda já teve jogos puxados para uma direção mais sombria, como Majora’s Mask e Twilight Princess , além, claro, da tech demo usada pra apresentar o WiiU na imagem acima. Após uma geração de jogos em cel-shading ou estilo “brinquedo”, pode ser a hora de retornar pra essa estética, e justamente com um remake de um jogo…como Ocarina of Time, por exemplo. Não que Zelda fique melhor em gráficos sombrios, mas a beleza da franquia é justamente o contraste e liberdade que cada jogo pode ter em relação ao anterior.

    7- Pokkén Tournament

    Apesar de ter uma versão pra Switch, esse é um jogo do WiiU, que teve um certo sucesso competitivo, incluindo uma participação na EVO.
    Pokkén Tournament traz uma gameplay dupla: 3d Arena e 2D tradicional, com um certo número de dano/golpes, que faz um plano trocar para o outro. Mas outro aspecto que chamou muito a atenção na época, foi justamente seu visual mais próximo do realismo, o que gerou versões dos famosos Pokémon nunca antes vistas.
    Com o crescimento da franquia no segmento competitivo, não seria total surpresa termos finalmente esse jogo de volta.

    8- Donkey Kong Country

    Com o sucesso do filme do Mario, e do jogo Donkey Kong Bananza, e já somando 12 anos desde Donkey Kong Country: Tropical Freeze , o momento para um novo Country é o Switch 2.
    Mais do que isso, esse é o momento para resgatar o espírito híbrido entre fantasia e realismo da trilogia inicial, algo que a Square Enix fez muito bem com Octopath Traveller e seu estilo HD-2D.
    Um remake da trilogia também seria uma forma de testar como ficaria, já que são 3 jogos incríveis e que nunca tiveram uma versão melhorada.

    9- Paper Mario

    A série Paper Mario é uma das mais consolidadas da Nintendo, sendo uma das poucas que todo console de mesa, desde o N64, teve um jogo próprio (e olha só, nem Mario Kart conseguiu isso).
    A série sempre trouxe gráficos elaborados em seu cenário, em contraste com os personagens de papel. Geralmente, tudo é feito de cartolina, origami e derivados, mas… e se num, novo jogo, os personagens (ainda em 2D) saíssem dos livros e chegassem num mundo realista?
    A ideia pode parecer estranha, mas, um jogo indie chamado O Escudeiro Valente (The Plucky Squire) já fez algo parecido, e ficou bem legal.

    Com cada Paper Mario abordando uma temática diferente, o mundo real não seria uma má escolha.

    Novas IPs…em Especial, da Monolith Soft.

    Pra encerrar, vale mencionar que nem só de franquias antigas vive o nintendista. É comum a cada console novo a Nintendo tentar algumas franquias novas, embora o Nintendo Switch em si tenho sido bem carente nesse aspecto, mas, hey… Astral Chain, ARMS e 1,2,Switch existem…
    A favorita ao posto é a Monolith Soft, desenvolvedora de Xenoblade Chronicles, que tem um jogo mais realista chamado Xenoblade Chronicles X, que não está nessa lista, pois a franquia se consolidou no estilo “meio-termo” entre realista e anime, dos jogos numerados. Mas numa nova IP…a coisa muda de figura.
    A imagem usada é de fato real, e da empresa, tratada como concept art num recrutamento. Qeur dizer que essa nova franquia existe? Não necessariamente, pode ser apenas algo ilustrativo, mas a empresa que cria jogos fantásticos com combates estratégicos, merecia ser o principal action-RPG da Nintendo (e sim, Zelda para mim é um Adventure).

    Isso foi a Monolith o WiiU, imaginem no Switch 2…

    Essa foi a lista. Mas pra encerrar, uma breve consideração:
    Gráficos realistas não são, por regra, melhores que os demais. Cada jogo, cada franquia, se beneficia de estilos visuais diferentes.
    A existência dessa lista não é uma… manifestação de um desejo pessoal de ver a Nintendo se tornar uma empresa que, majoritariamente, faz gráficos realistas. A questão é que a Nintendo traz muitos jogos ao longo de uma geração, algumas dezenas, e se nesse meio, tiverem 10 jogos realistas como esses, é bom para a versatilidade do console e da empresa.

    No fim, o verdadeiro desejo é que a Nintendo siga nos surpreendendo ao longo da vida do Nintendo Switch 2.

  • Alerta: Cartucho falso de Pragmata danifica Nintendo Switch 2

    Alerta: Cartucho falso de Pragmata danifica Nintendo Switch 2

    Um incidente recente acendeu um alerta para consumidores de jogos físicos, especialmente aqueles que buscam ofertas em plataformas de revenda. Na última terça-feira (28), um usuário do fórum ResetEra, identificado como ‘jokkir’, relatou ter adquirido um cartucho falso do aguardado jogo Pragmata para Nintendo Switch 2 através do Amazon Warehouse Deals. O ocorrido resultou em danos ao console, levantando preocupações sobre a autenticidade de produtos comercializados como reembalados.

    Como ocorreu o dano ao console?

    De acordo com o relato de ‘jokkir’, o cartucho de Pragmata foi adquirido por um valor estimado de 56 CAD, enquanto o preço de mercado é de cerca de 80 CAD. Ao inserir o item no console, o cartucho não foi reconhecido e ficou preso no slot. A tentativa de remoção revelou que o objeto era uma carcaça plástica vazia, sem componentes internos ou pinos de contato metálicos. Após a extração, o console parou de ler outros jogos, indicando danos aos pinos do leitor. O custo estimado para o reparo é de até 200 CAD.

    O que é o golpe de troca (swap scam)?

    Este caso é classificado como um ‘swap scam’, prática onde um comprador adquire um produto original, solicita a devolução e envia uma falsificação em seu lugar, que retorna ao estoque para revenda. Imagens compartilhadas pelo usuário mostram um cartucho com a arte de Pragmata, logotipo do Nintendo Switch 2 e marca da Capcom, mas sem os contatos metálicos. Especula-se que a peça tenha sido produzida via impressão 3D.

    Como evitar cartuchos falsos no Switch 2?

    Especialistas recomendam cautela ao comprar jogos físicos em ofertas ou de segunda mão. É fundamental inspecionar o cartucho antes da inserção, verificando a presença dos pinos metálicos na parte traseira e a qualidade do acabamento. Caso o item apresente resistência ao encaixe ou acabamento irregular, a orientação é não forçar a entrada e buscar suporte do vendedor. O usuário tentou contato com a Amazon para reembolso, mas o caso foi encerrado sem solução definitiva.

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  • Golf With Your Friends 2 é anunciado para PC e consoles

    Golf With Your Friends 2 é anunciado para PC e consoles

    A distribuidora Team17 e a desenvolvedora Radical Forge anunciaram oficialmente Golf With Your Friends 2 durante o evento ID@Xbox Showcase em 23 de abril de 2026. A sequência do popular simulador de minigolfe chegará no outono de 2026 para PC, PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch.

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  • O título mantém a marca registrada de partidas para até 12 jogadores simultâneos, mas introduz o inédito Chaos Mode. Este novo modo foca na imprevisibilidade das rodadas, alterando a física e as regras tradicionais para criar uma experiência mais caótica. De acordo com a Team17, o jogo contará com seis novos percursos no lançamento, cada um apresentando mecânicas exclusivas, como inversão de gravidade e superfícies congeladas.

    Uma das principais evoluções técnicas é o Enhanced Level Editor 2.0. Pela primeira vez, a ferramenta de criação estará disponível também nos consoles, permitindo que a comunidade desenvolva e compartilhe mapas personalizados com maior precisão. Além disso, o jogo implementará um sistema de progressão gratuito para o desbloqueio de itens cosméticos através do gameplay, eliminando a necessidade de compras adicionais para a personalização visual das bolas.

    O jogo terá suporte total a cross-platform play. Isso garante que usuários de diferentes sistemas joguem juntos desde o primeiro dia. O título está confirmado para as principais lojas digitais, incluindo a Steam e a eShop do Nintendo Switch, com lançamento previsto para o período entre setembro e dezembro de 2026.

    Fonte: IGN

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  • Two Point Museum: DLC Arty-Facts traz curadoria de arte em maio

    Two Point Museum: DLC Arty-Facts traz curadoria de arte em maio

    A SEGA e a desenvolvedora Two Point Studios revelaram oficialmente o lançamento de “Arty-Facts”, o novo conteúdo para download (DLC) de Two Point Museum. Com lançamento agendado para o dia 7 de maio de 2026, a expansão convida os jogadores a assumirem o papel de curadores, permitindo a coleta e a encomenda de instalações artísticas no Condado de Two Point.

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  • De acordo com informações da Two Point Studios, o DLC Arty-Facts introduz a sala “Studio Room”, onde especialistas podem criar obras de arte originais. O sistema permite personalizar as peças selecionando diferentes meios e características dos artistas. Além disso, os gerentes de museus poderão decorar suas galerias com paródias de obras famosas, como “Two Point Gothic” e “The Persistence of Dairy”.

    A expansão inclui mais de 27 exibições de arte e cinco displays interativos, como o “Sketch Show” e apresentações de artes performáticas. O DLC também adiciona uma nova localidade chamada Undee Docks e um mapa de expedição inédito baseado no caderno de esboços da personagem Zara Fitzpocket. Novos itens para cafés e lojas de presentes com temática artística também fazem parte do pacote.

    O lançamento inicial em 7 de maio contempla as plataformas PC (via Steam), PlayStation 5 e Xbox Series X/S. Para os usuários do Nintendo Switch 2, a SEGA confirmou que o conteúdo chegará em uma data posterior, ainda não especificada. Uma demonstração gratuita do DLC será disponibilizada em 30 de abril, permitindo que os jogadores experimentem o conteúdo inicial na localidade de Undee Docks.

    Fonte: Nintendo Blast

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  • 10 Novas IPs/Franquias Pra Conhecer No Switch 2

    10 Novas IPs/Franquias Pra Conhecer No Switch 2

    Todos nós, gamers, temos nossas IPs, nossas franquias preferidas. Muitas vezes, compramos um novo console somente pra seguir acompanhando os novos jogos delas. Nos consoles Nintendo, isso é ainda mais comum, já que diversas das maiores franquias dos games estão lá: Mario, Animal Crossing, Pokémon, Splatoon, entre outros,

    Porém, conhecer franquias novas é algo essencial também! Ter aquele gostinho de novidade, novos personagens, um novo universo, e claro, novas mecânicas de gameplay.
    Por isso, neste artigo, listamos 10 novas franquias que valem a pena conhecer no Nintendo Switch 2.

    1- Pragmata

    A mais recém-lançada nova IP de uma grande empresa (Capcom) e até mesmo o jogo que motivou a criação dessa lista.

    Pragmata é realmente algo novo em seu gameplay. Trabalhando o relacionamento entre um adulto humano e uma criança robô, o jogo traz um novo tipo de jogo de tiro, onde ambos precisam cooperar pra derrotar os inimigos. Hugh, o humano, desvia e mira, então Diana, a menina em suas costas, inicia um processo de hackear a defesa dos inimigos, levando-os pra um estado de vulnerabilidade, onde agora sim, Hugh consegue vencê-los, atirando.

    O jogo ainda traz ótimos diálogos da dupla, não só pela dinâmica de idade, mas principalmente pela dinâmica de humano compartilhando as belezas da Terra e da vida humana para um PRagmata -um robô inteligente- que se encanta cada vez mais com o nosso planeta em vez da Lua.

    2- Darwin’s Paradox

    Um jogo de plataforma protagonizado por um polvo, e lançado pela Konami. E deu certo.

    Em Darwin’s Paradox, temos uma curta jornada de 5 a 8 horas, dependendo do seu nível de busca por coletáveis e habilidade, já que em boa parte do jogo, o coitado polvo não tem um minuto de paz, o que certamente rende muitas, muitas mortes.

    Ainda existem elementos de puzzle, furtividade, mas principalmente, mecânicas relacionadas ao polvo, e são elas que tornam esse título único. Desde andar nas paredes, ser rápido na água, jogar tinta, e muito mais.

    3- Split Fiction

    OK, Split Fiction não é exatamente uma nova franquia, afinal, seu game design é basicamente “It Takes Two 2”. Mesmo assim, Split Fiction é bom demais para não estar nessa lista.

    Aqui temos um jogo necessariamente cooperativo pra 2 jogadores, seja no mesmo console ou online. Assim como o cooperação é obrigatória, o formato de tela dividida também, isso porque o jogo brinca muito com perspectivas de tela abrindo e fechando e outras coisas malucas. Afinal, “maluco” é uma boa descrição, já que no jogo, alternamos entre universos medievais e futuristas, e em cada universo, temos um tipo de gameplay diferente.
    Outro motivo pelo qual é válido ter o jogo numa lista de novas IPs: Dentro do jogo, tem uns 10 universos diferentes rs

    4- Kunitsu-Gami: Path of the Goddess

    Voltando à novas IPs da Capcom, essa franquia surgiu em 2024 e chegou pro Switch 2 no dia do seu lançamento, em junho de 2025.

    Aqui temos uma curiosa mistura de Tower Defense com Hack ‘n Slash. Nós somos uma espécie de protetor/guardião chamado Soh, e protegemos Yoshiro, uma representante dos humanos com as divindades e que tem o poder de purificar o caminho ao dançar e cantar, e nisso, nossa missão é levar Yoshiro até selos de onde saem Onis, protegendo-a enquanto ela avança com sua dança purificadora.

    É um jogo único em muitos sentidos, tem visuais ótimos, sound design imersivo e claro, aquele selo de qualidade Capcom na gameplay.

    5- Cyberpunk 2077

    É um pouco estranho incluir Cyberpunk 2077 na lista, pois esse jogo já é extremamente famoso, mas não deixa de ser o primeiro jogo de uma franquia que certamente terá longa vida.

    Cyberpunk é um RPG de ação ambientado, obviamente, numa sociedade cyberpunk. Apesar de seu combate, na maioria das vezes, de tiro em primeira pessoa, o grande destaque do título é justamente sua viva cidade Night City, os inúmeros personagens marcantes e as histórias que eles tem e terão com o jogador, que é um avatar.

    É um ótima demonstração gráfica do Switch 2, além de no console ser um pacote de jogo + expansão Phantom Liberty, que somados, rendem 100 horas de jogo, garantindo longevidade de sobra.

    6- They Are Billions

    A temática zumbi foi explorada de muitas formas, mas como They Are Billions, talvez nunca.

    Aqui temos um jogo de estratégia em tempo real, onde o jogo traz missões em mapas individuais, e temos que construir uma cidade forte o suficiente pra aguentar uma vindoura horda de zumbis, e que é realmente uma horda massiva, daí o nome “They Are Billions”.
    Apesar de ser um jogo de estratégia em tempo real, é essencial simplesmente dar pause o máximo possível, pra que o tempo de planejamento não gaste o tempo da horda chegar, pois sem uma base, uma cidade realmente sólida, e sem explorações arriscadas já dizimando uma parte desses zumbis, é impossível vencer, afinal, eles são bilhões.

    7- Cronos: The New Dawn

    O gênero Survival Horror tem crescido muito nos últimos anos, e uma das empresas que mais tem se dedicado à isso é a Bloober Team, que criou uma nova IP chamada Cronos:The New Dawn.

    O jogo traz um mundo devastado, onde buscamos conexões com o passado para entender e tentar modificar o presente.
    Outra mecânica que chamou muito a atenção é a de inimigos se alimentarem de cadáveres de outros inimigos mortos, gerando uma versão ainda mais poderosa, o que nos incentiva a queimar os corpos derrotados, mas como temos recursos limitados pra isso, cada inimigo vencido é uma dor de cabeça póstuma, fazendo-nos perguntar se vale a pena queimar este ou aquele.

    8- Shadow Tactics: Blades of the Shogun

    Embora a história do desenvolvimento desse jogo não aponte pra um futuro duradouro, com esse talvez sendo o primeiro e único jogo da série, seu estilo de gameplay já foi replicado por membros do seu estúdio e certamente ainda verá a luz do Sol novamente.

    Em Shadow Tactics, temos uma curiosa mistura de jogo tático com jogo stealth (ou furtivo, em português). Controlamos um grupo pequeno de personagens (às vezes até uma simples dupla), mas cada um dos 5 personagens tem suas habilidades, vantagens e desvantagens. Nisso, é necessário estratégia, visando entender qual personagem é mais indicado para se infiltrar em qual lugar, ou eliminar qual tipo ou grupo de inimigo.
    Apesar de serem apenas 13 fases/missões, cada uma possui mais de um arco, e levam mais de uma hora para serem concluídos. O jogo também suporta modo mouse, para uma jogabilidade mais próxima do PC.

    9- South of Midnight

    Direto dos estúdios Xbox, esse é o maior jogo da Compulsion Games até hoje, foi vencedor do The Game Awards em “Jogo de Impacto”, e surpreendeu com um port impressionante pro Switch 2.

    No jogo, nossa protagonista se descobre herdeira de uma linhagem de tecelãs mágicas, que conseguem usar linhas para atacar, alcançar plataformas, empurrar objetos e muito mais. Mas ofoco do jogo está em contar as histórias de teor folclórico em cada capítulo do jogo, com personagens únicos e ao som de uma trilha sonora típica do sul dos Estados Unidos.
    Ele tem um bom gameplay, mas o que te prende realmente é o lado artístico.

    10- Deadzone: Rogue

    Finalizando a lista com um ótimo representante de nova franquia num estilo saturado onde só se destaca quem tem algo valioso pra apresentar: os roguelikes.

    Em Deadzone:Rogue, aparentemente não tem nada novo na mesa: é um FPS, cooperativo, com fases no estilo roguelike , ou seja, com salas aleatórias, upgrades e equipamentos melhores que aparecem aleatoriamente, e o desafio de sobreviver até o final daquela fase sem morrer (ao final da fase, não do jogo).
    O que tem aclamado o jogo é sua boa execução dessa fórmula, e o fator multiplayer que busca unir o fator replay dos jogos roguelikes com os dungeon crawlers; Em Deadzone, sempre tem uma sala aberta com um jogador na fase que você está, na dificuldade que você está, ou acima, ou abaixo, então, é mais do que “passar as fases” é buscar evoluir pra passar de desafios em dificuldades maiores ou missões mais difíceis.

    Estas foram 10 novas franquias que marcaram este primeiro ano de Nintendo Switch 2. Que muitas outras novidades boas cheguem e nos obrigue a criar uma lista dessa por ano.
    Estes 10 jogos valem a pena tanto quanto novos títulos de franquias consagradas, e mostram que ainda temos espaço pra novas ideias e a criatividade nos games sobrevive.

  • [COLUNA] Não é sobre preço: o verdadeiro valor de revisitar Pokémon FireRed & LeafGreen

    [COLUNA] Não é sobre preço: o verdadeiro valor de revisitar Pokémon FireRed & LeafGreen

    Quando nostalgia, mercado e gosto pessoal entram em conflito

    Existe algo cansativo na forma como as discussões sobre videogames acontecem hoje. Falta paciência, sobra impulso, e muitas vezes o debate se perde antes mesmo de começar. Em vez de troca, vira confronto. Em vez de análise, vira reação. E quando isso acontece, a gente deixa de entender o que realmente importa nesse tipo de situação…

    O relançamento de Pokémon FireRed & LeafGreen entra exatamente nesse cenário. Um jogo que carrega peso emocional para muita gente acaba sendo reduzido a uma discussão superficial sobre preço. E, ao fazer isso, a conversa ignora camadas importantes que ajudam a entender por que esse caso é mais complicado do que parece, entende?

    Um jogo que não cabe em análise tradicional

    Tentar analisar Pokémon FireRed & LeafGreen como um lançamento comum é partir de um ponto errado. Não se trata de um jogo novo, nem de uma experiência inédita. É um retorno. E retornos carregam um tipo de valor que não pode ser medido apenas com critérios técnicos.

    Para muita gente, esse foi o primeiro contato com Pokémon. Para outros, foi um dos primeiros jogos da vida. Existe uma conexão construída ao longo dos anos que transforma a experiência em algo maior do que o próprio jogo. E isso muda completamente a forma como ele é percebido hoje.

    Ainda assim, quando colocado no presente, o jogo inevitavelmente revela suas limitações. Sistemas simples, poucos Pokémon, repetição constante e uma estrutura que claramente pertence a outra época. Nada disso é surpresa, mas tudo isso pesa quando o parâmetro passa a ser o padrão atual.

    Só que… curiosamente, são essas mesmas limitações que revelam uma das maiores qualidades do jogo. FireRed & LeafGreen representam uma época em que restrições técnicas eram parte do processo criativo. O jogo não podia oferecer tudo, então precisava fazer mais com menos.

    Hoje, com jogos que oferecem inúmeras ferramentas desde o início, esse tipo de experiência se tornou menos comum. Não é uma questão de evolução ou retrocesso, mas de proposta. E revisitar esse modelo antigo acaba funcionando quase como um contraste ao que se tornou padrão na indústria.

    Mas toda essa análise leva, inevitavelmente, ao ponto mais sensível: o preço. Quando o jogo retorna ao mercado com um valor elevado, a discussão muda de tom. Não se trata mais apenas de experiência, mas de custo-benefício. E, olhando de forma objetiva, a resposta é difícil de contornar. A experiência entregue não acompanha o valor cobrado. Faltam melhorias, faltam adaptações, faltam elementos que normalmente justificariam um relançamento nesse nível de preço.

    Dentro de uma análise neutra, direta, quase fria, a conclusão é clara. Não é um preço justo para o que está sendo oferecido hoje. E reconhecer isso é importante para manter uma leitura honesta da situação.

    O valor que não está no produto

    Só que existe um fator que essa análise não consegue capturar completamente. O valor emocional. A relação pessoal que cada jogador construiu com esse jogo ao longo da vida. E é aí que a lógica começa a dividir espaço com a experiência individual.

    Revisitar FireRed & LeafGreen não é apenas jogar novamente. Para muitos, é voltar a um momento específico da própria vida. É acessar memórias, sensações e contextos que não podem ser reproduzidos por jogos modernos, independentemente da qualidade técnica.

    Esse tipo de valor não está no produto. Está na pessoa. E, justamente por isso, não pode ser padronizado. O que faz sentido para um jogador pode não fazer para outro, e nenhuma análise consegue equilibrar isso de forma universal.

    O que determina se uma compra valeu a pena não é o consenso da internet, nem a média das análises, nem o preço isolado. É a experiência de quem jogou. Se alguém entende que vai aproveitar aquele jogo, mesmo sabendo que o valor é alto, essa decisão continua sendo válida dentro do contexto daquela pessoa. Confundir crítica com julgamento é um dos erros mais comuns nesse tipo de discussão. E é justamente isso que empobrece o debate.

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    Uma publicação partilhada por Rodrigo Coelho | Coelho no Japão (@rodrigocoelhoc)

    Dizer que Pokémon FireRed & LeafGreen não valem o preço de forma objetiva, mas ainda assim podem valer para algumas pessoas, soa contraditório à primeira vista. Mas não é. É apenas o reconhecimento de que existem diferentes camadas de valor em uma experiência.

    Uma análise pode apontar limitações, problemas e decisões questionáveis. E, ao mesmo tempo, reconhecer que existem fatores externos que influenciam a decisão de compra. Nostalgia, curiosidade histórica, conexão emocional.

    No fim, Pokémon FireRed & LeafGreen expõem uma verdade simples, mas desconfortável: videogames não são apenas produtos técnicos. Eles são experiências pessoais. E experiências não podem ser totalmente medidas por critérios objetivos.

    O jogo não tem um preço justo. Isso é claro.

    Mas a decisão de comprar ou não continua sendo individual. Baseada no que cada pessoa valoriza, no que cada pessoa busca, e no tipo de experiência que cada pessoa quer ter. Talvez o mais importante, no meio de tudo isso, seja lembrar que jogar nunca foi sobre seguir consenso. Sempre foi sobre aproveitar aquilo que faz sentido para você.

    E isso, no fim das contas amigos, é o que realmente define se valeu a pena.

  • Super Rare Games anuncia 1º jogo físico para Nintendo Switch 2

    Super Rare Games anuncia 1º jogo físico para Nintendo Switch 2

    A Super Rare Games confirmou oficialmente que Minishoot’ Adventures, da SoulGame Studio, será o seu primeiro lançamento em mídia física para o Nintendo Switch 2. As pré-vendas do jogo começam na próxima semana, marcando o retorno da editora boutique à distribuição física.

    Detalhes das edições e preços de Minishoot’ Adventures

    A editora disponibilizará duas versões distintas para os colecionadores, com foco em itens exclusivos e preservação física. Os pacotes seguem a estrutura de alta qualidade da empresa:

    • Standard Edition (£38,50): Inclui o cartucho do jogo, manual colorido, capa protetora (slipcover) e um adesivo exclusivo da coleção.
    • Special Edition (£53,50): Contém todos os itens da versão padrão, além de um chaveiro, CD com a trilha sonora original, caixa estilo clamshell e cartas colecionáveis.

    Este anúncio é um marco para a Super Rare Games, sendo o primeiro título lançado pela empresa para a plataforma desde que o Switch 2 chegou às lojas em junho de 2025.

    Fonte: Nintendo Life

    O que é o Nintendo Barato?

    O NintendoBarato é o nosso trabalho diário para ajudar a comunidade a nunca mais pagar preço cheio em jogos e consoles. Encontramos promoções oficiais, em lojas oficiais e já no Brasil, que podem gerar economia de mais de R$100 em jogos e mais de R$1000 na compra do Switch ou do Switch 2.

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  • Nintendo Switch Online: 3 novos jogos de NES chegam ao serviço

    Nintendo Switch Online: 3 novos jogos de NES chegam ao serviço

    A Nintendo adicionou oficialmente três novos títulos à biblioteca do Nintendo Switch Online nesta quinta-feira (9) Os jogos incluídos na atualização são Pac-Man, Mendel Palace e The Tower of Druaga, que já podem ser acessados por todos os assinantes do plano básico do serviço.

    Conheça os novos títulos do NES no Switch Online

    A nova seleção traz títulos históricos da Namco e marca a presença de uma obra fundamental para a história da indústria de games. Confira os detalhes de cada adição:

    • Pac-Man: A versão para NES do maior clássico dos arcades, onde o objetivo é consumir todas as pastilhas do labirinto enquanto foge dos quatro fantasmas.
    • Mendel Palace: Um criativo jogo de ação e quebra-cabeça que marca a estreia da Game Freak como desenvolvedora, anos antes da criação de Pokémon.
    • The Tower of Druaga: Um título que mistura elementos de RPG e labirinto, desafiando o jogador a subir 60 andares repletos de segredos para resgatar a donzela Ki.

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