A Konami anunciou o lançamento de Metal Gear Solid: Master Collection Vol. 2 para Nintendo Switch e Switch 2. A coletânea chega às lojas em 27 de agosto de 2026.
O pacote inclui Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, em sua primeira versão para consoles Nintendo, e Metal Gear Solid: Peace Walker na versão HD Collection, com suporte para até seis jogadores online. Completando a lista, está Metal Gear: Ghost Babel, título originalmente lançado para Game Boy Color.
O conteúdo digital da coletânea traz o banco de dados Metal Gear Solid 4 Database, livros de roteiro e arte de MGS4 e Peace Walker, além de uma trilha sonora digital com player dedicado no jogo.
A versão digital custará R$ 284,90 na eShop. A edição física para Switch 2 virá em formato Game-Key Card, exigindo download completo de 30,4 GB. No Switch original, parte dos dados (5,3 GB) estará no cartucho, mas será necessário baixar outros 17,3 GB.
Compras antecipadas e pré-vendas garantirão itens cosméticos como camuflagens e uniformes especiais para MGS4 e Peace Walker. Quem tiver dados de save do Volume 1 também receberá bônus exclusivos.
O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.
A Grace de Resident Evil Requiem está chocada com o Switch 2.
O Nintendo Switch 2 mal completou um ano de vida e já vem recebendo um bom apoio third-party, ou seja, uma boa coleção de jogos multiplataforma. Entretanto, muitos jogadores gostariam de saber quantos e quais jogos thirds são exclusivos da atual geração (afinal, a palavra “nova” não se encaixa muito aqui, 6 anos depois, né?rs), ou seja, não estão presentes nem no Playstation 4, nem no Xbox One.
Se você também tem essa dúvida, bom, você está no lugar certo, pois, de forma bem direta, aqui estão eles:
007: First Light
Assassin’s Creed Shadows
Cronos: The New Dawn
Daemon X Machina: Titanic Scion
Darwin’s Paradox
Dynasty Warriors: Origins
FATAL FRAME II: Crimson Butterfly REMAKE
Final Fantasy VII Rebirth
Final Fantasy VII Remake Project Parte 3
Hela
High On Life 2
Indiana Jones and the Great Circle
Madden NFL 26
Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection
Out of Words
People of Note
PGA Tour 2K25
Phasmophobia
PowerWash Simulator 2
Pragmata
Reanimal
Resident Evil Requiem
Skate Story
South of Midnight
Split Fiction
SpongeBob SquarePants: Titans of the Tide
Squirrel with a Gun
Star Wars Outlaws
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales
The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered
Turok: Origins
Two Point Museum
Warhammer 40,000: Rogue Trader
Wild Hearts
WWE 2K26
Yooka-Replaylee
Também vale mencionar curiosos casos de jogos que estão no Switch 1, tem versão para Switch 2, mas não estão no PS4/Xbox One, provando que nem todo jogo dessa lista seria impossível na geração passada, e sim que as desenvolvedoras apenas, naturalmente, abandonam hardwares mais antigos.
Ball X Pit
Danganronpa 2×2
Digimon Story: Time Stranger
Dispatch
Dragon Ball Sparking! Zero
DRAGON QUEST I & II HD-2D Remake
DRAGON QUEST VII Reimagined
Kyoto Xanadu
Mio: Memories in Orbit
Rune Factory: Guardians of Azuma
Shadow Labyrinth
The Rogue Prince of Persia
Trails in the Sky 1st Chapter
Trails in the Sky 2nd Chapter
No total, foram 36 jogos da atual geração presentes no Switch 2, e 14 jogos presentes também no Nintendo Switch 1. Já são 50 jogos lançados ou anunciados em menos de um ano da plataforma.
Existem também alguns jogos disponíveis no Switch 2 pela retrocompatibilidade, ou seja, não tem versão própria pra Switch 2, mas está somente no Switch 1 e nova geração, como “Mortal Kombat 1”, e “Life is Strange Double Exposure”. E o último caso a ser citado são os exclusivos de console, jogos como “Hades 2” e “Story of Season: Grand Bazaar” que estão disponíveis pra PC e Switch 1/2.
Em geral, o Nintendo Switch 2 tem se mostrado um console bem atrativo pros jogos da atual geração, e o Switch 1 ainda tem surpreendido com alguns poucos jogos também.
Durante um evento exclusivo promovido pela Nintendo em New York, nós tivemos a oportunidade de testar Mario Tennis Fever em primeira mão e conhecer algumas das principais novidades do jogo.
Entre os destaques do hands-on estiveram as Fever Rackets, novo sistema de raquetes especiais que adiciona habilidades únicas às partidas e amplia as possibilidades estratégicas dentro da quadra. Abaixo, você confere a lista completa das raquetes em Mario Tennis Fever com base no conteúdo apresentado nesta versão de prévia. Vale reforçar que o jogo ainda não está em sua versão final e que esta matéria pode ser atualizado futuramente, caso o lançamento completo traga novas raquetes ou ajustes nas já existentes.
Todas as raquetes disponíveis em Mario Tennis Fever:
Raquete
Efeito em Jogo
Personal Racket
Não possui poderes especiais, mas tem uma pegada confortável e é fácil de usar. Um item básico para todo jogador.
Flame Racket
Espalha chamas onde a bola quica. Jogadores que forem atingidos pelas chamas pegam fogo.
Ice Racket
Cria uma camada de gelo onde a bola quica, o que pode fazer os jogadores que estiverem recebendo a bola escorregarem e caírem.
Ty-foo Racket
Cria um tornado onde a bola quica, capaz de lançar jogadores e bolas para longe (pelos ares).
Lightning Racket
Raios atingem o local onde a bola quica. Jogadores atingidos são eletrocutados e ficam temporariamente paralisados.
Mud Racket
Cria poças de lama onde a bola quica. A lama causa dano aos jogadores e reduz o pulo/quique da bola.
Tornado Racket
Quando ativa, cria um tornado toda vez que o jogador atinge a bola, lançando coisas pelos ares.
Pokey Racket
Cria um Pokey (inimigo de cacto) onde a bola quica. Os Pokeys se desfazem quando atingidos pela bola.
Fire Flower Racket
Quando ativa, cria bolas de fogo toda vez que o jogador atinge a bola.
Shadow Racket
Cria uma duplicata de sombra que se move temporariamente pela quadra de forma autônoma e rebate as bolas.
Star Racket
Quando ativa, torna o jogador invencível e aumenta levemente a velocidade.
Mini Mushroom Racket
Espalha Mini Cogumelos onde a bola quica, diminuindo o tamanho de qualquer jogador que tocá-los.
Freezing Racket
Espalha pedaços de gelo onde a bola quica, congelando totalmente qualquer jogador que os tocar.
Fire Bar Racket
Cria uma Barra de Fogo onde a bola quica. Jogadores que colidirem com as Barras de Fogo serão incendiados.
Swerve Racket
Quando ativa, intensifica a curva dos golpes do jogador. Também adiciona curva a lobs (bolas altas) e jogadas de topspin.
Amp Racket
Quando ativa, transforma as bolas rebatidas pelo jogador em Amps que descarregam eletricidade.
Inky Racket
Cria manchas de tinta onde a bola quica e também quando uma bola coberta de tinta é rebatida.
Banana Racket
Espalha cascas de banana onde a bola quica e após Contra-ataques de Fever Shot. Não escorregue!
Volcano Racket
Cria uma cratera onde a bola quica que dispara bombas vulcânicas. Jogadores atingidos pegarão fogo.
Golden Dash Racket
Permite que o jogador salte em direção até mesmo aos golpes mais difíceis com uma explosão de velocidade.
Chargin’ Chuck Racket
Quando ativa, altera o formato das bolas rebatidas pelo jogador e concede a elas um quique caótico.
Spiny Racket
Uma raquete que espalha Spinies onde a bola quica. Os Spinies vagam em direção aos jogadores.
Magic Racket
Cria uma varinha mágica onde a bola quica que altera as raquetes dos jogadores atingidos por sua magia.
Bullet Bill Racket
Quando ativa, transforma as bolas rebatidas pelo jogador em Bullet Bills velozes que podem ser rebatidos de volta.
Thwomp Racket
Cria um Thwomp acima de onde a bola quica que esmagará qualquer jogador que chegar muito perto.
Ghost Racket
Quando ativa, torna o jogador e as bolas que ele rebate invisíveis para os outros jogadores.
Shova Racket
Quando ativa, aumenta o poder geral e a habilidade de empurrar os oponentes para trás.
Metal Racket
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As raquetes especiais são apenas uma das novidades que chamaram atenção durante nosso primeiro contato com Mario Tennis Fever, que promete expandir a fórmula da série com mais estratégia, variedade e identidade própria.
Para entender melhor como essas mecânicas funcionam na prática, como o jogo se comporta nas partidas e o que realmente muda dentro de quadra, vale conferir nossa matéria completa de hands-on, com impressões detalhadas direto do evento.
Como economizar na hora de comprar jogos em mídia digital do Nintendo Switch 2?
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Com o último relatório fiscal divulgado pela Nintendo, vários números foram divulgados, o que nos permitiu chegar em interessantes conclusões.
1 – Adeus WiiU….
Durou pouco. O WiiU foi ultrapassado pelo Switch 2, e retoma o posto de console de mesa/híbrido menos vendido da história da Nintendo. O feito é impressionante, pois foram necessários menos de 7 meses para o feito. O WiiU vendeu 13,56M, e o Switch 2, após Dezembro de 2025, já conta com 17,37 milhões de unidades vendidas.
2 – Dez Milhões de Softwares nos próximos meses.
A meta da Nintendo para o fim do ano fiscal (até o fim de março de 2026) se manteve: 19 milhões para o Switch 2 (falta apenas 1,63M) e 48 milhões de softwares (jogos). Considerando que ela já vendeu 38 milhões, conclui-se que a Nintendo espera vender 10 milhões de jogos neste trimestre, uma média de 3,33M por mês. Para bater essa meta , é incluído jogos já lançados, como Mario Kart World e Donkey Kong Bananza, mas também novos jogos como Mario Tennis: Fever e Pokémon Pokopia, além de jogos third-party como Resident Evil 9.
3 – Pokémon Legends em 16º no Ranking da Série.
Pokémon Legends: Z-A, já conta com 12,3 Milhões de unidades vendidas. Isso já o coloca como o 16º jogo mais vendido da franquia, ultrapassando jogos icônicos como FireRed/LeafGreen, e Black2/White2. Esses números foram alcançados com 2 meses e meio, já que o título foi lançado em 16 de Outubro, e o número é referente até o fim de Dezembro de 2025. Pokémon Legends Arceus alcançou 15M até a sua última atualização, e é o 12º, sendo acompanhado de seus companheiros de Switch, Let’s Go e os remakes de Diamon/Pearl. Se Pokémon Legends: Z-A vender só mais 3 milhões, ele se torna um top 10 da franquia.
4 – Mario Kart World alcança 80% de Attach Rate.
Com 14M vendidos (tanto separadamente, por 80 dólares, quanto no bundle, por 50) numa base instalada de 17M, Mario Kart World foi adquirido por nada menos que 80% dos donos de um Nintendo Switch 2! O bundle ser por tempo limitado (e em tese, já encerrado em 2026), pode ter contribuído para esse alcance. Ao todo, mesmo considerando apenas os 50 dólares do bundle, Mario Kart World já arrecadou pelo menos 700 milhões de dólares.
5 – Bananza Renova Série DK.
Donkey Kong Bananza saiu de 3,5M no relatório anterior, até setembro de 2025, pra 4,25M até dezembro de 2025. Com essa atualização, ele já é o sexto jogo mais vendido da franquia, mas precisa mais do que dobrar para alcançar o primeiro colocado, Donkey Kong Country, de SNES, com 9,3M. No Switch 2, um a cada quatro compradores do console compraram o jogo. O último jogo do gorilão, Donkey Kong Country Tropical Freeze vendeu 2M no WiiU, e 4,6M no Switch. Será que o futuro do macaco é 3D?
6 – Kirby Air Riders Vendeu +50% No Japão.
Kirby Air Riders conseguiu chegar na marca de 1,75M de vendas, o que já o coloca na frente do primeiro jogo, de GameCube, que vendeu 1,35M. Esse número é muito bom, mas a Nintendo, ao separar as vendas entre “Japão” e “fora do Japão” mostrou algo curioso: Mais de 50% das vendas do jogo foram só no Japão. Ao todo, foram 900 mil unidades vendidas no país da Nintendo, Sakurai e Kirby; e 860 mil unidades em todo o resto do mundo.
Para se ter uma ideia, no Japão, o jogo já passou as vendas de Donkey Kong Bananza, e quase empatou com as vendas da versão Switch 2 de Pokémon Legends Z-A, com 1,12M. Parece que o Japão gostou do jogo….
7 – Nintendo Switch Desacelera em Venda de Jogos.
Apesar da Nintendo ter mandado alguns jogos para o Nintendo Switch (1), poucos, aliás, apenas um realmente teve boas vendas: Pokémon. Mario Galaxy 1+2 não chegou em 3M, Metroid Prime 4 não bateu nem 1, e anteriormente, Xenoblade Chronicles X também não havia alcançado a marca. Mario Kart 8 segue vendendo bem, e na verdade, foi o terceiro jogo first-party mais vendido do ano na plataforma, atrás de Pokémon e Galaxy 2. Talvez o primeiro Nintendo Switch já esteja caminhando pra se tornar um console com menos foco em jogos novos e mais foco em pessoas novas conhecendo agora os jogos mais icônicos do console.
A Nintendo realizou sua tradicional reunião com investidores para compartilhar os resultados do terceiro trimestre do ano fiscal 2026, período que compreende de Outubro à Dezembro de 2026 (o ano fiscal termina em março 2026).
O grande destaque vai para a impressionante marca de 17,37 milhões de unidades vendidas do Nintendo Switch 2! Esse número corresponde aos primeiros 7 meses do console, e para se ter uma noção, o primeiro Nintendo Switch em 7 meses vendeu 7,64 milhões, uma diferença de quase 10 milhões!
Em termos de softwares (jogos) o console atingiu 37,93 milhões. Dentro desse número, os mais vendidos foram: -Mario Kart World, com 14,03M. -Donkey Kong Bananza, com 4,25M. -Pokémon Legends: Z-A – Nintendo Switch 2 Edition, com 3,89M. -Kirby Air Riders, com 1,76M
Vale lembrar que a Koei Tecmo, na semana passada, divulgou que Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, também atingiu a marca de 1 milhão de cópias. Isso faria com que, somente com esses títulos, no mínimo 25 dos 38M de softwares foram jogos first-party (publicados pela Nintendo).
Nintendo Switch Oficialmente o Mais Vendido.
Já o primeiro Nintendo Switch, foi finalmente oficializado como o console Nintendo mais vendido de todos os tempos, com 155 milhões de unidades vendidas!
Em termos de softwares, os destaques vão para: -Pokémon Legends: Z-A, com 8,40M. Totalizando 12M de unidades entre versões NS1 e NS2. -Super Mario Galaxy 2, com 2,42M; e Super Mario Galaxy, com 2,28M.
Planos Futuros
Para o futuro, a Nintendo reforça jogos de Switch 2: -Mario Tennis Fever em 12 de Fevereiro. -Pokémon Pokopia no dia 05, e a Switch 2 Edition e Mario Wonder em 26 de Março. -Yoshi and the Mysterious Book no período de abril à junho. -Fire Emblem Fortune’s Weave para 2026. -Splatoon Raiders, com data a anunciar (o que significa que ela não se compromete com o jogo ser lançado esse ano).
Já para o primeiro Nintendo Switch, os únicos jogos são Tomodachi Life: Living the Dream em 16 de Abril, e a dupla Rhythm & Heaven Grove e Pokémon Champions, ainda sem data, mas prometidos para 2026.
A Má Notícia….
Diversos fãs notaram o que pode ser considerado a única má notícia do relatório: Metroid Prime 4: Beyond não foi citado no relatório. Quando isso acontece, em geral, é porque o jogo não alcançou a marca de 1 milhão de unidades vendidas. Porém, o sistema de reporte da Nintendo pode ter atrapalhado: jogos para Switch e Switch 2 são contados separadamente. Ou seja, entende-se com a ausência do jogo no relatório que, nem a versão do primeiro Switch, nem a versão Switch 2 alcançaram 1 milhão em vendas, individualmente, mas, não se sabe se ao menos a soma das duas versões alcançou o feito, pois esse tipo de contagem não é feita no relatório. Vale também lembrar que o jogo foi lançado em 04 de Dezembro, portanto, não teve nem um mês de vendas contabilizado. Mesmo assim, fica claro que o jogo não obteve sucesso comercial.
Todo mundo tem aquele jogo de um gênero diferente dos que você joga, e tem aquele preconceito sem sentido né?! Ou só eu? Enfim, eu tinha isso com Fire Emblem e hoje, Fire Emblem é uma das franquias da Nintendo, mas como isso aconteceu e porque?? Vem comigo que eu vou contar todos os detalhes dessa insanidade pra vocês.
Eae galera, aqui é o Yoozen editor de vídeo aqui da Equipe CNJ e hoje eu vou contar pra vocês a minha história de amor e ódio com Fire Emblem.
Antes de tudo tenho que dizer que meu “ódio” a Fire Emblem não era totalmente gratuito e sem sentido. Na verdade nem chega a ser ódio, era só uma birra misturado com brincadeira e zoera de Twitter. Talvez até vocês tenham sentido ou tenham isso de alguma forma, porque é o seguinte: eu como todo brasileirinho Nintendista… conheci Fire Emblem por causa de Smash Bros, mais especificamente com o Smash Melee do Game Cube, que tinha o Marth e o Roy, sabe?! inclusive no decorrer dos anos eu sempre gostei de usar os personagens dessa franquia no Smash, porque são de espada e eu gosto de usar personagem com espada no Smash, o Ike no Brawl era o meu main, Roy era meu Main no Melee.. enfim.
Dito isso, não tinha motivo nenhum pra eu odiar Fire Emblem né?! CALMA
Até que chegamos na época do Smash Ultimate no Switch, com o delicioso pack de personagens, onde que a cada direct ou evento era anunciado um personagem novo e a desses packs eram trazer personagens FORA DA NINTENDO, pelo menos era o que parecia e era o que nos prometeram.
Tanto que o primeiro foi o JOKER do Persona 5… tipo, na época nem tinha Persona 5 no Switch… depois veio o Hero de Dragon Quest, O BANJO DE BANJO E KAZOOIE!!!! Quem é Nintendista das antigas com certeza VIBROU com o anúncio dele, foi absurdo…. e até o Terry do Fatal Fury, que eu honestamente não ligo muito, nunca joguei e nem gosto, mas pow, é um personagem de outro estúdio também, uma adição muito boa querendo ou não (eu não sou fã mas eu reconheço que é legal ter ele lá) e depois disso, pra fechar o pack, qual foi o personagem que veio? BYLETH
olha o tanto de personagem que tem de Fire Emblem em Smash
Um personagem de Fire Emblem, que não apenas já é da Nintendo, fugindo do padrão de toda a DLC, mas também, já tinhamos um MONTE de personagem de Fire Emblem… ta certo que isso não justifica o hate, mas pelo meme, pela piada.. eu acabei virando haterzinho de Fire Emblem no Twitter e sempre que eu via algo relacionado a Fire Emblem e já lembrava “dessa dor” e principalmente quando tinha anuncio de personagem novo do segundo pack, porque sim, depois dessa primeira leva de personagens anunciaram que teria outro pack com mais personagens, o que “justificaria colocarem alguém da Nintendo pra compensar”, mas a birra já tinha sido criada.
o tipo de tuite que eu fazia na época, repare nas datas kkkkkkkk
E tudo isso foi entre 2020 (quando anunciaram o Byleth) até 2025, mas em 2025 aconteceu algo, que fez eu mudar completamente e fui de hater para fã, e foi meio que inusitado porque o “culpado” disso… foi SUPER ROBOT WARS Y
Esse jogo foi lançado em Agosto de 2025, e nessa época eu já estava na equipe e além de editor do canal eu também dou uma ajuda com os roteiros de alguns jogos, pras tiers mensais e tal. Até que o Pedroka que sabe que eu curto Tokusatsu e essas coisas de robôs gigantes, perguntou se eu queria pegar a análise do Super Robot Wars Y que lançaria no próximo mes, eu não conhecia essa franquia fui ver o trailer e pow, achei daora a ideia e topei, essa análise, só bora.
MAS TEM UM PROBLEMA AI, o trailer desse jogo não deixa tããõ claro que é um jogo de rpg tático, o trailer mostra mais cutscenes dos animes, ataques e robos lutando do que… cenas do tabuleiro em si, da gameplay, sabe?! E eu fui bem desatento e não fui pesquisar mais a fundo também confesso, mas o que rolou é que assim que eu abri o jogo eu mandei pro Pedroka: “-Pedroka… Isso aqui é Fire Emblem de Gundam??” e bom, era EXATAMENTE ISSO!!
o trailer de Super Robot Wars Y que me enganou (ainda bem)
E agora eu tinha uma missão né, eu precisava jogar um jogo de um gênero que nunca tinha jogado na vida pra fazer a análise e tinha que “jogar a sério” não podia jogar no “meme ou mal gosto”, tinha que analisar né?! Mas… se vocês viram a nossa análise de Robot Wars ou mesmo se conhecem o jogo, ele é sim um RPG Tático, mas ele é complicado, o foco dele não é só na gameplay mas ele tem muito foco na animação e na história, a gameplay também importa e é boa, mas é muito complicada e complexa, o tutorial que tem no começo do jogo é bem raso, ele já considera que você conhece a franquia E o gênero de jogo…mas e eu?? que nunca tinha jogado e não era familiarizado com nada desse tipo de jogo… eu não tava entendendo nada e tava muito confuso.
Até que me veio uma ideia: “E se… eu jogar o Fire Emblem que tem no Game Boy do Switch Online??”, é um jogo do mesmo estilo/gênero, eu poderia entender como esse estilo funciona e é um jogo Nintendo né?! com certeza deve ser um BOM JOGO desse estilo, não apenas “um jogo do mesmo estilo” e eu não precisaria comprar nem nada, já estava ali no catálogo.
Dei uma chance e comecei a jogar, prestando atenção e tentando entender como esse tipo de jogo funciona…
Dito e feito, quando eu entendi o conceito desse estilo de jogo, tudo se clareou pra mim, eu entendi perfeitamente como esse tipo de jogo funciona, voltei pro Robot Wars Y e consegui analisar e entender o jogo, ele não era tão complexo assim, só eu que era burro (de certa forma).
Mas acima de tudo, eu passei a valorizar e entender o apelo de FIRE EMBLEM, entendi porque tem tanto personagem desssa franquia no Smash e porque a Nintendo insistiu tanto nessa franquia nos seus jogos. Percebi também que esse tipo de jogo, sempre esteve presente em alguns jogos que eu sempre gostei, eu só não sabia disso… e quando eu percebi, eu entendi porque eu me apeguei e gostei tanto desse jogo, tudo fez sentido.
Por exemplo:
Sempre gostei MUITO de Mario Party, seja jogando sozinho ou com amigos, mas a parte de TABULEIRO, de tirar determinado numero e sair andando casas, bolar uma estratégia pra roubar moedas ou estrelas dos adversários, eu sempre gostei. Meus amigos e primos jogam e gostam mais dos mini-games, ou gostam de jogar modos que só envolva os mini-games… eu sempre gostei mais da parte do tabuleiro, nunca joguei ou gostei outros modos além desses. Sabe aquele modo de barquinho do Super Mario Party?? nunca joguei, só jogo o modo de tabuleiro padrão, o Jamboree também tem uma infinidade de outros modos de jogo, eu só jogo no modo de tabuleiro padrão. Pra mim a graça do Mario Party são os tabuleiros, não os mini-games. Sim eu gosto dos mini-games, mas pra mim eles são apenas um MEIO de você conseguir moedas pro tabuleiro e pra sua estratégia, jogar mini-games sem isso pra mim, não tem propósito.
Pokémon é uma das minhas franquias favoritas desde pequeno, eu sempre gostei da dinâmica de montar uma equipe, cada Pokémon ter um ataque diferente, os atributos de vantagem e desvantagem, o esquema de atacar e esperar o próximo ataque vim e torcer pro seu ser mais forte, ou do ataque do inimigo não te matar.
Yu-Gi-OHtambém, apesar de ser um anime, eu sempre gostei dos jogos, principalmente os de GBA ou até o atual de Switch, sempre gostei desse jogo de cartas (e do anime). E a dinâmica desse jogo é basicamente, fazer um movimento e esperar o adversário fazer um e torcer pra sua estratégia (e cartas) serem melhores que a dele né? Um jogo onde você joga e espera o adversário jogar… entendeu onde quero chegar?
Esses três jogos tem muita coisa em comum com a gameplay de Fire Emblem: o tabuleiro e estratégia de Mario Party, você fazer uma jogada e esperar a jogada do adversário de Yu-Gi-Oh e a sua equipe com ataques diferentes de Pokémon. Tudo isso basicamente resume a dinâmica de gameplay de Fire Emblem, claro que com coisas a mais pra deixar melhor ainda, mas resumidamente… a essência de Fire Emblem estava presente nesses 3 tipos de jogos que eu sempre joguei e gostei a vida toda… eu meio que estava predestinado a gostar de Fire Emblem, mas não sabia…
A franquia facilmente me conquistou, literalmente fui de um “hater” pra “fã”. O meu eu mesmo de 5 anos atrás estaria brigando comigo mesmo de agora, tipo naquela cena da segunda temporada do Pacificador.
Moral dessa história toda é: não fiquem com raiva/birra por algo atoa, nesse caso foi envolvendo video-game, mas serve pra qualquer coisa. Por um motivo besta eu me afastei de uma franquia que, no fundo eu já gostava mas não sabia… tive sorte que por um motivo mais besta ainda, eu consegui me redimir com ela. OBRIGADO ROBOT WARS
E digo mais, não foi a única vez que isso aconteceu, mas deixa a minha história de como eu fui de hater pra fã de ‘Life is Strange’ pra outra hora…
O mercado de videogames no Japão iniciou 2026 com a dominância absoluta do Nintendo Switch 2, que liderou com folga as vendas de hardware e software nas duas primeiras semanas do ano, segundo dados divulgados pela Famitsu.
Oito dos dez jogos físicos mais vendidos são para o Nintendo Switch 2, demonstrando o forte apelo de seus exclusivos. A lista é liderada por Mario Kart World, seguido por franquias estabelecidas e novas edições para o console.
Posição
Título
Plataforma
Vendas (2 Semanas)
Total Acumulado
1
Mario Kart World
Nintendo Switch 2
92,869
2,761,250
2
Momotaro Dentetsu 2: Anata no Machi mo Kitto Aru – Higashi Nihon Hen + Nishi Nihon Hen
Nintendo Switch
61,588
294,142
3
Momotaro Dentetsu 2: Anata no Machi mo Kitto Aru – Higashi Nihon Hen + Nishi Nihon Hen – Nintendo Switch 2 Edition
Nintendo Switch 2
52,848
241,383
4
Pokémon Legends: Z-A – Nintendo Switch 2 Edition
Nintendo Switch 2
52,360
1,056,514
5
Pokémon Legends: Z-A
Nintendo Switch
47,840
1,577,663
6
Kirby Air Riders
Nintendo Switch 2
47,712
472,549
7
Donkey Kong Bananza
Nintendo Switch 2
24,974
460,180
8
Super Mario Party Jamboree – Nintendo Switch 2 Edition + Jamboree TV
Nintendo Switch 2
23,057
149,493
9
Animal Crossing: New Horizons
Nintendo Switch
22,944
8,334,062
10
Minecraft
Nintendo Switch
18,843
4,128,035
O desempenho de Animal Crossing: New Horizons (9º lugar) deve ser reavaliado nas próximas semanas com a inclusão dos dados da recém-lançada “Switch 2 Edition”.
No segmento de hardware, o Switch 2 consolidou sua liderança, vendendo quase dez vezes mais que o segundo colocado e ultrapassando um marco significativo no país.
Posição
Plataforma
Vendas (2 Semanas)
Total Acumulado
1
Nintendo Switch 2
313,838
4,097,905
2
PlayStation 5 Digital Edition
36,856
1,154,384
3
Nintendo Switch Lite
18,460
6,822,925
4
Nintendo Switch OLED
16,916
9,414,838
5
Nintendo Switch
10,984
20,224,740
6
PlayStation 5
6,033
5,875,458
7
PlayStation 5 Pro
3,864
315,121
8
Xbox Series X Digital Edition
149
24,860
9
Xbox Series S
103
340,464
10
Xbox Series X
29
323,884
11
PlayStation 4
25
7,930,176
A disputa pelo segundo lugar foi a mais acirrada: as vendas combinadas de todas as versões do PlayStation 5 totalizaram 46.753 unidades, enquanto as três variantes do Nintendo Switch original somaram 46.360, uma diferença mínima. As plataformas da Xbox mantiveram uma participação residual no mercado japonês.
O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.
Meu nome é Rafa, eu sou redator do Coelho News e, antes de qualquer coisa, preciso deixar isso bem claro: eu amo videogame. Amo Nintendo desde pequeno, mas também jogo nos consoles da Sony, acompanho lançamentos, revisito clássicos e sigo acreditando que cada jogo tem algo a dizer. Videogame sempre fez parte da minha vida e continua fazendo, mesmo depois de adulto.
E talvez por isso seja importante começar essa coluna com uma confissão honesta: eu nunca fui muito fã do gênero musou. A ideia de controlar um personagem super poderoso enfrentando exércitos inteiros sempre me pareceu divertida no começo, mas com o tempo acabava caindo em uma repetição que me afastava rápido. Minhas memórias mais fortes com esse tipo de jogo vêm lá de 2007 ou 2008, quando um grande amigo me apresentou Dynasty Warriors no PlayStation 2. A gente passava tardes inteiras jogando, rindo, curtindo, mas aquilo nunca virou algo duradouro para mim.
Dinasty Warriors 3 de PS2, quem viveu essa época lembra bem haha
O tempo passou, a vida mudou e, já em 2025, realizei um daqueles desejos meio aleatórios da fase adulta: comprei um Wii U. Sim, ele mesmo. Sempre quis ter esse console, mas na época do lançamento não tive condições. Um dos principais motivos da compra foi jogar The Legend of Zelda Wind Waker, mas junto com isso surgiu a oportunidade de finalmente jogar o Hyrule Warriors original, aquele famoso musou de Zelda que muita gente ama e muita gente odeia.
Eu entendo todas as críticas. Mesmo assim, como fã da franquia, acabei me permitindo curtir aquela história maluca criada pela Koei Tecmo, quase como um grande crossover no estilo Vingadores Ultimato. E para minha própria surpresa, cara… eu gostei. Não virou meu gênero favorito, longe disso, mas abriu uma porta. A partir dali, percebi que os musous de Zelda eram os únicos do gênero que realmente conseguiam me prender.
Depois veio Age of Calamity no Switch. Outro jogo cercado de polêmica, principalmente por causa da performance. E aqui vai mais uma confissão: eu nunca odiei Age of Calamity. Acho que muita gente se prendeu apenas aos problemas técnicos e esqueceu de se divertir. Ele trouxe algo muito importante, que foi contextualizar o universo de Breath of the Wild. Mesmo com discussões sobre se o jogo era canônico ou não, ele cumpriu um papel narrativo relevante.
E aí chegamos ao ponto central dessa coluna. Hyrule Warriors: Age of Imprisonment.
Jogar Age of Imprisonment no Switch 2 deixou claro, logo nas primeiras horas, que esse não é só mais um musou. Esse jogo se sente como uma peça essencial da história de Tears of the Kingdom. Você não está apenas derrotando hordas de inimigos. Você está vivendo a Guerra do Aprisionamento e entendendo, na prática, como tudo aconteceu.
A lore aqui é o grande destaque. Controlar personagens que antes eram apenas lenda, como o Rei Rauru e Mineru, cria uma conexão muito forte com o universo da série. Os sábios finalmente ganham rosto, personalidade e espaço. As cenas cinematográficas são bem dirigidas e cumprem um papel importante para quem gosta de mergulhar fundo na história.
No gameplay, a diversão clássica do musou está toda ali. Entrar no campo de batalha, derrotar centenas de inimigos e sentir aquela descarga de adrenalina continua funcionando. Mas o jogo vai além disso. As habilidades únicas, os ataques sincronizados em dupla, o Flurry Rush e o uso dos dispositivos Zonai deixam tudo mais estratégico e menos automático do que parece à primeira vista.
Outro ponto que me surpreendeu foi a variedade. As fases passam pela superfície, pelo Céu e pelo Abismo, o que evita aquela sensação de cansaço comum no gênero. Missões secundárias, Koroks espalhados e até acampamentos nos mapas fazem você querer explorar mais, mesmo sem ser um mundo aberto completo.
Tecnicamente, Age of Imprisonment é um alívio. Rodartudo de forma estável no Switch 2 (na maior parte do tempo haha), com loadings rápidos e visual caprichado, faz dele facilmente o Hyrule Warriors mais fluido já lançado. Demorou, mas finalmente acho que acertaram no desempenho.
Nem tudo, claro, é perfeito. Depois de ver Breath of the Wild e Tears of the Kingdom receberem localização em português brasileiro, é impossível não sentir um gosto amargo ao perceber que Age of Imprisonment segue apenas em inglês e outros idiomas. Em 2025, isso é uma barreira enorme para muita gente. O preço sugerido também pesa, mas infelizmente isso já virou um problema geral da indústria.
Ainda assim, esse jogo foi uma das grandes surpresas do fim de ano aqui em casa. Jogar durante o período de festas, encontrando referências o tempo todo e conectando os pontos da história foi especial. O multiplayer também funcionou muito bem, seja em tela dividida, seja usando o GameShare, inclusive com alguém jogando no Switch original. É aquele tipo de experiência que reforça como a Nintendo ainda entende o valor de jogar junto.
No fim das contas, Age of Imprisonment me mostrou que um musou pode ser mais do que repetição. Quando existe cuidado com a história, com a lore e com a experiência do jogador, o gênero ganha um novo peso. Para fãs de Zelda, esse jogo não é opcional. Ele é complemento.
Ao leitor que chegou até aqui: Obrigado por ler até aqui e por acompanhar mais essa coluna comigo. Se você quiser se aprofundar ainda mais em Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, aguarde o vídeo com a nossa análise completa no canal do Coelho no Japão.
O que é o Nintendo Barato?
O Nintendo Barato é um serviço que utiliza busca inteligente para encontrar os menores preços atualizados de hora em hora! Tudo com curadoria humana para que sejam filtradas apenas lojas de confiança, e com variados produtos para Nintendo Switch.
A fabricante de acessórios Belkin anunciou o Charging Case Pro, um estojo premium para o Nintendo Switch 2. O produto, que custa US$ 99,99, se destaca por integrar uma bateria externa de alta capacidade.
A principal função da capa é um power bank de 10.000 mAh, com indicador LED de carga, capaz de recarregar o console portátil até 1,5 vez durante o uso. O design permite que o Switch 2 seja usado no modo mesa (table-top mode) enquanto está acoplado ao estojo e carregando.
Além da bateria, o estojo oferece organização e proteção. Ele inclui bolsos para armazenar até 12 cartuchos físicos (Game-Key Cards), um compartimento interno em malha para cabos e acessórios, e um bolso discreto para rastreadores como Apple AirTag. A Belkin afirma que o produto é feito com materiais duráveis para proteger o console contra impactos.
A Belkin não anunciou datas de lançamento ou preços para o mercado brasileiro. Caso o Charging Case Pro seja disponibilizado para venda no Brasil, a informação será compartilhada nos grupos do Nintendo Barato.
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A Nintendo lançou nesta quarta-feira, 18 de dezembro, a atualização Versão 1.3.0 para os jogos Super Mario Galaxy e Super Mario Galaxy 2 no Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Os patches têm foco em melhorias gerais de estabilidade e correção de problemas em ambas as plataformas.
Segundo as notas oficiais, a atualização “resolveu vários problemas para melhorar a experiência de jogo” tanto no console original quanto no novo modelo.
As notas também mencionam que “vários outros problemas” foram abordados especificamente para otimizar a experiência no hardware do Nintendo Switch 2. A Nintendo reforça que é necessário ter o jogo atualizado para pelo menos a Versão 1.2.0 para que ele funcione no Switch 2.
As atualizações já estão disponíveis para download automático ou manual pela eShop.
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