50 jogos inéditos inspirados nos clássicos dos anos 80
No universo dos jogos retrô, coleções que reúnem múltiplos títulos costumam ser um convite irresistível para os fãs de nostalgia. É exatamente essa proposta do UFO 50, lançado para Nintendo Switch, que traz uma coletânea de 50 jogos completos, inéditos, inspirados nos clássicos dos anos 80. A equipe Coelho no Japão está jogando o game e aqui nesta matéria nós exploramos o que torna essa coletânea tão especial, como funcionam suas mecânicas e por que ela pode ser essencial para quem ama o estilo retrô. Você também pode assistir no vídeo a seguir:
UFO 50 é uma coletânea que simula a sensação dos antigos cartuchos multicart com dezenas de jogos diferentes. Diferente de muitos títulos que oferecem apenas minigames, aqui temos 50 jogos completos, cada um com sua proposta única, desde plataformas, puzzles, shooters até jogos de stealth — tudo ambientado em um universo ficcional que remete aos anos 1982 a 1989. Essa faixa temporal não é apenas estética: o jogo incorpora características técnicas e estilísticas que recriam as limitações e o charme da época, como controles simples, física retrô e design gráfico pixelado.
O título é indicado especialmente para jogadores que curtem o estilo retrô e desejam experimentar uma grande variedade de gêneros clássicos em um só pacote. A coletânea traz ainda multiplayer local para até 3 jogadores, o que a torna ideal para sessões com amigos e família, além de trazer todo o conteúdo em português, facilitando o acesso para o público brasileiro.
Gameplay e mecânicas
Cada um dos 50 jogos tem mecânicas próprias, muitas delas inspiradas em gêneros clássicos. Um dos destaques citados pela nossa equipe na coletânea é um título dentro do pacote chamado “Esquadrão Coruja”, que utiliza uma abordagem diferenciada: cada fase deve ser completada por um membro diferente da equipe, e cada personagem tem uma gameplay completamente distinta. Por exemplo, uma fase pode ser um shooter estilo gallery shooter, outra um jogo de stealth (furtivo) e outra um game 2D mais tradicional. Essa variação mantém o interesse alto, oferecendo sempre algo novo dentro da mesma coletânea.
No entanto, é importante salientar que o UFO 50 não tenta modernizar controles ou física. Ao contrário, ele assume os prós e contras dos jogos dos anos 80, o que significa que jogadores acostumados a mecânicas contemporâneas podem sentir a rigidez e limitações típicas da época. Para os fãs do estilo, isso é um ponto positivo, pois reforça a autenticidade da experiência.
Por que o UFO 50 é tão especial?
Além da quantidade, a qualidade surpreende. Muitos jogos da coletânea apresentam conceitos criativos e desafiadores, o que justifica a nota 91 no Metacritic que o título recebeu. Nem todos os jogos podem agradar a todos, e alguns títulos podem parecer menos interessantes inicialmente, mas a variedade garante que há algo para cada tipo de jogador retrô.
Outro diferencial é a localização completa em português, algo nem sempre comum em jogos indie e coletâneas, o que facilita a imersão do público brasileiro. A presença do multiplayer local para 2 a 3 jogadores também é um ponto forte, aumentando o potencial de diversão em grupo.
Aspectos técnicos e conteúdo
A coletânea foi desenvolvida com atenção aos detalhes para parecer que esses jogos realmente existiram naquela época, incluindo datas fictícias de lançamento para criar uma sensação de autenticidade. O design gráfico, som e música reforçam essa imersão na nostalgia dos anos 80.
Além disso, a integração dos 50 jogos em uma única coletânea fictícia é bem feita, dando ao jogador a impressão de explorar um universo conectado, apesar da diversidade dos títulos.
Mas e aí, vale a pena jogar UFO 50 no Nintendo Switch?
Para fãs de jogos retrô e coleções multicart, UFO 50 é uma experiência imperdível no Nintendo Switch. A sensação de revisitar a era dos cartuchos com dezenas de jogos únicos, a atenção à autenticidade dos anos 80 e a diversidade de gêneros e estilos fazem deste título um pacote rico e divertido. Mesmo que alguns jogos não sejam tão cativantes, a coletânea como um todo justifica a exploração.
Para quem busca algo moderno, talvez não seja a melhor escolha, mas para os amantes do retrô é uma viagem no tempo cheia de surpresas e desafios.
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
Uma análise aprofundada sobre o jogo que é um manual do Nintendo Switch 2
O Nintendo Switch 2: Welcome Tour chegou junto com o console com um dos preços mais baixos já colocados pela Nintendo. Mas apesar disso, também tem gerado críticas sobre esse game ser praticamente um manual pago do novo console. E já adiantando, esse é um jogo com um público bem específico. Será que vale a pena desembolsar os R$ 60,00? Você pode conferir tudo no vídeo acima e também neste artigo. Vamos lá?
O jogo Nintendo Switch 2: Welcome Tour é um novo jogo da Nintendo feito exclusivamente para o lançamento do Nintendo Switch 2. Não é a primeira vez que a Big N faz algo do tipo, o clássico Wii Sports está aí para provar, assim como próprio 1-2 Switch…
Mas ao que parece, a Nintendo resolveu fazer diferente aqui, então ao invés de lançar um jogo a preço cheio, recebemos algo mais parecido com uma techdemo. Ou seja, o jogo é como um documentário ou um manual mesmo sobre como funciona o Nintendo Switch 2, não tem multiplayer, não é party game e não tem uma história. Mas uma boa notícia, é que ele está em português do Brasil!
O jogo tem a função de passar o máximo de informações e detalhes possíveis sobre o funcionamento do console e cada decisão de design feita que implicou na versão final do modelo. Por exemplo: sabiam que a dock do Switch 2 é arredondada para que o jogador não espete o dedo em uma ponta? Assim, com os Joy-Cons 2 magnéticos, é bem mais confortável de destacá-los.
São esses pequenos detalhes que o Nintendo Switch 2: Welcome Tour traz para fins de curiosidade, então para quem é nerd, acaba sendo muito interessante acompanhar como cada detalhe do console foi pensado por uma razão. Mas afinal, como o jogo funciona?
Como funciona?
No Nintendo Switch 2: Welcome Tour você faz cinco coisas. Primeiro, o jogador deve localizar os carimbos que descrevem diferentes partes do console, explorando cada componente em detalhes, até mesmo no interior dos controles. Encontrando todos os carimbos da área, uma outra parte do console será desbloqueada para você explorar.
Outra atividade para fazer aqui é ganhar medalhas ao jogar demonstrações. Aqui não tem como perder, até porque você entra em uma tela e o jogo te explica como funciona essa demo e qual tecnologia ela é baseada. Um bom exemplo é o novo Rumble HD do Switch 2, demonstrado aqui em uma tela transforma os Joy-Cons 2 em maracas. E também temos objetivos para explorar melhor as funções, e cumprindo todos, ganhamos a medalha.
Em seguida, temos também os minigames que são o aspecto mais próximo de um “jogo” no Welcome Tour. Diferente das demonstrações, aqui é possível ganhar e perder, e o objetivo é conquistar mais medalhas. Os minigames também exploram diversas funcionalidades como o modo mouse e a vibração HD, assim como a capacidade da tela exibir 120fps, a tela tátil e a resolução 4k, que inclusive tem um minigame fantástico que te permite jogar o Super Mario Bros original nessa resolução.
A nova câmera do Nintendo Switch 2 também não ficou de fora e temos um minigame dedicado a ela, em que o jogador tem que fazer a mesma expressão indicada na tela. Ao todo são 52 minigames, e só desbloqueando mais medalhas, é que eles vão sendo desbloqueados também.
A quarta atividade que fazemos aqui é passar em provas. O jogo te explica de forma bem detalhada várias questões técnicas que são bem interessantes. Tudo é explicado de forma didática com texto, vídeo, áudio e animações. E após entender um pouco mais sobre a arquitetura do console, somos levados a um quiz para testar nossos conhecimentos. São mais de 100 lições e cada teste vai te perguntar sobre 5 ou 6 lições que você leu durante sua jogatina.
E por fim, a última atividade que podemos fazer, que é mais secundária, é devolver objetos perdidos, simplesmente só pegar um objeto do chão e devolver na recepção. E sim, é bem desconexo dos outros objetivos, mas podemos dizer que esse jogo até que tem bastante conteúdo para aproveitar, dá para jogar por mais de 15 horas com tranquilidade.
Vamos falar agora sobre os acertos e erros que o novo Nintendo Switch 2: Welcome Tour proporcionou:
Acertos
Explicações técnicas Profundas: o jogo detalha o hardware do Nintendo Switch 2, suas tecnologias e as decisões de engenharia de forma muito didática e aprofundada, abrangendo desde o design arredondado da dock até o pequeno vão que existe quando os Joy-Cons 2 são acoplados.
Localização para português do Brasil: a localização do Welcome Tour para o português é um dos pontos mais altos desse jogo, isso porque ela consegue ser funcional até para os termos técnicos, facilitando muito a compreensão.
Valor educacional: ajuda os jogadores a entenderem termos tecnológicos comuns e a valorizarem as inovações do console, mostrando como elas aprimoram a gameplay.
Propósito melhor: apesar de ser um jogo pago, o Welcome Tour já se mostra bem melhor em comparação com o 1-2 Switch, sendo cinco vezes mais barato e cumprindo seu propósito de ser um bom manual do Switch 2.
Erros
Progressão ruim: a progressão baseada em encontrar os carimbos é monótona e até frustrante às vezes, fazendo o jogador explorar repetitivamente o cenário em busca de carimbos que não dão sinal algum, apenas aparecem quando você chega perto.
Minigames desnecessariamente difíceis: muitos minigames são excessivamente complicados de passar, o que pode prejudicar a experiência para jogadores mais novatos, além disso eles não criaram personagens, um estilo de arte envolvente ou uma boa trilha, tornando eles sem carisma.
Conclusão
No fim, Nintendo Switch 2: Welcome Tour não é um bom jogo do ponto de vista do game design, da progressão e direção artística, além de ser voltado para um público específico de jogadores que se interessam por toda a parte técnica do novo console, podendo não agradar todo mundo, ainda mais não sendo um manual grátis, mas sim custando R$ 60,00 na eShop.
No entanto, o jogo brilha exatamente naquilo que se propõe a ser: um manual interativo e informativo do Nintendo Switch 2 e suas tecnologias! Então se você é um entusiasta de hardware, esse jogo com certeza é feito para você.
E você já jogou Nintendo Switch 2: Welcome Tour? Diga a sua opinião aqui nos comentários!
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
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Escape rooms, aliens e conspirações em mais um capítulo da série AI: The Somnium Files
O terceiro jogo da série AI: The Somnium Files chegou ao Nintendo Switch com o título “No Sleep for Kaname Date”, e traz de volta toda a excentricidade sci-fi que marcou os jogos anteriores — agora com um toque extra de suspense alienígena e escape rooms. A análise desta semana do quadro O que estamos jogandomergulha nas novidades, mecânicas e impressões desse novo capítulo, que está disponível tanto para Switch 1 quanto para Switch 2.
A equipe do Coelho no Japão já está aproveitando a chegada de No Sleep For Kaname Date – From AI: THE SOMNIUM FILESno Nintendo Switch e nesse artigo vamos falar um pouco mais sobre o game. Você também pode assistir no vídeo a seguir:
Desenvolvido pela Spike Chunsoft, esse título mantém a fórmula narrativa com forte apelo visual novel, misturando investigação policial, explorações oníricas e reviravoltas surreais. E mesmo sem carregar o nome “AI: The Somnium Files 3” oficialmente, “No Sleep for Kaname Date” serve como uma continuação direta dos eventos anteriores — e assume, sem medo, uma identidade ainda mais ousada.
O que é “No Sleep for Kaname Date”?
Bom… o estilo principal do game é de investigação sci-fi com forte componente narrativo, onde os jogadores assumem o controle de personagens diferentes para solucionar mistérios que envolvem sonhos, sequestros e possíveis visitas alienígenas. O protagonista Kaname Date, personagem já conhecido dos fãs da franquia, volta a liderar a trama, agora tentando descobrir o paradeiro de Iris, uma jovem que foi sequestrada em circunstâncias misteriosas.
Desta vez, o jogo alterna entre momentos de exploração dentro dos sonhose uma nova mecânica central: escape rooms. Durante essas seções, controlamos a própria Iris, que precisa analisar os ambientes em que está presa, solucionar puzzles e encontrar formas de escapar — tudo isso com a constante dúvida se ela está lidando com uma ameaça alienígena real ou apenas parte de uma conspiração muito bem arquitetada.
A ambientação de “No Sleep for Kaname Date” continua moderna e high-tech, mas ganha contornos ainda mais surreais nas sequências de sonho e durante os escape rooms. A estética do jogo mistura cores vibrantes com espaços minimalistas ou absurdos — algo que reforça o clima onírico da narrativa.
Além disso, a história se desenvolve entre momentos de tensão psicológica e pitadas de humor típico de animes japoneses, mantendo um ritmo curioso para quem gosta de tramas complexas e com camadas de interpretação. O tom do jogo é menos sombrio do que em outros thrillers visuais, mas mais psicodélico que seus antecessores.
Como é a jogabilidade?
A estrutura do gameplay é dividida em três pilares principais:
Investigação narrativa – onde acompanhamos Kaname Date em sua busca por Iris. Aqui, o jogador conversa com outros personagens, analisa pistas e toma decisões que influenciam o rumo da história.
Exploração nos sonhos (Somniums) – os tradicionais segmentos oníricos da franquia retornam. Neles, o jogador controla uma IA dentro da mente dos personagens, buscando significados simbólicos em cenários desconexos e resolvendo enigmas para acessar memórias escondidas.
Escape rooms – grande novidade deste capítulo, os puzzles em primeira pessoa colocam o jogador para pensar de forma lógica e espacial. É preciso observar detalhes, combinar objetos e resolver desafios para liberar Iris de cada sala onde está presa.
Esses três elementos se entrelaçam de maneira fluida. O jogador pode escolher a dificuldade de cada seção separadamente: é possível, por exemplo, curtir os enigmas dos escape rooms com dificuldade máxima e deixar os quick time events (QTEs) em um nível mais acessível.
Para quem é esse jogo?
Se você já é fã da série AI: The Somnium Files, este título é uma adição natural à coleção. Ele traz tudo que já funcionava bem nos jogos anteriores — como a narrativa fragmentada, os personagens carismáticos e os momentos insanos — com a adição de uma mecânica nova que muda o ritmo da história.
Já para quem está conhecendo a franquia agora, talvez o ideal seja começar pelo primeiro jogo (“AI: The Somnium Files”) ou pelo segundo (“Nirvana Initiative”), ambos mais baratos e igualmente envolventes. Isso porque boa parte da carga emocional e dos arcos de personagem dependem de um certo conhecimento prévio para serem totalmente apreciados.
Como está a performance do game no Switch?
“No Sleep for Kaname Date” está disponível para Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2. A versão para Switch 1 roda de maneira funcional, mas apresenta bastante serrilhado visual e texturas simples. Já no Switch 2, o jogo conta com antialiasing mais eficiente, o que dá um ar de “versão bem portada”, ainda que os gráficos em si não sejam revolucionários.
A performance é estável em ambas as versões, sem grandes quedas de frame rate ou bugs evidentes. É uma experiência sólida em termos técnicos, especialmente considerando o foco narrativo do jogo.
Ok, vale a pena comprar?
“No Sleep for Kaname Date” é um título corajoso e criativo, que mantém a essência da série AI: The Somnium Files enquanto expande suas possibilidades com os escape rooms. É uma experiência pensada para quem gosta de jogos com forte carga narrativa, puzzles cerebrais e histórias que desafiam a lógica.
Se você curte esse tipo de jogo japonês excêntrico, vai se sentir em casa. Caso prefira algo mais linear ou com foco em gameplay de ação, talvez essa não seja sua praia. Ainda assim, o novo capítulo reafirma a importância da franquia no cenário de visuais novels investigativos e mostra que ainda há muito espaço para experimentação no gênero.
Fica a dúvida: até onde os jogos podem ir quando misturam sonhos, alienígenas e realidades paralelas? Em “No Sleep for Kaname Date”, a resposta parece ser: o mais longe possível.
O game de pancadaria da Sega chega ao Nintendo Switch 2 com um modo online e melhorias.
Yakuza Zero é o início da história do famoso jogo de pancadaria da Sega que tem conquistado mais público a cada novo jogo. E a Sega decidiu relançar esse jogo exclusivamente para o Nintendo Switch 2 e trazendo melhorias! Vamos falar um pouco sobre o que essa nova versão traz de experiência e claro, você pode conferir tudo pelo vídeo acima e também neste artigo. Bora lá?
Para quem não sabe, os jogos da série Yakuza são no estilo “Beat ‘em Up 3D“, ou seja, pancadaria para todo lado como em Street of Rage, mas em 3D e com um modo história mais elaborado. Então o foco aqui é lutar contra hordas de inimigos e chefes bem desafiadores enquanto você aprende os combos, e tenta não deixar a sua saúde chegar a zero, já que ela não se regenera de uma luta para outra.
Aqui as lutas podem ser dividas em três partes: lutas de rua, horda de inimigos e chefes. As lutas de rua, são as mais comuns e as que você encontra andando por aí. Dica: use essas batalhas para treinar bastante os combos que vão te ajudar nas lutas contra as hordas maiores de inimigos.
No geral, a dificuldade do game fica no ponto certo: nem fácil demais, nem difícil demais, propondo desafios interessantes e fazendo o jogador querer continuar. E claro, temos os chefões aqui.
Os chefes de Yakuza 0 são os que vão te exigir mais percepção na hora da luta, porque você vai precisar analisar qual vai ser o melhor momento para executar um ataque, ou quando é o momento perfeito para contra atacar. E lembrando: use os combos!
O jogo também apresenta diferentes estilos de combate como o “Brawler” para lidar com as hordas e o “Rush” para desviar e contra atacar rapidamente, então é interessante dominar ambos para dominar a situação.
Tecnicamente falando, apesar de ser um jogo de dez anos atrás, Yakuza 0 recebeu uma melhora visual aqui nessa versão, sendo mais bonita que a versão de PS4 e PS5 já que roda via retrocompatibilidade. O jogo roda a 60fps estáveis e em uma resolução de até 4k em televisões compatíveis.
Podemos dizer então que estamos diante da melhor versão de Yakuza 0 nos consoles, e nem falamos da novidade principal para o Switch 2: um modo online.
Modo online
A grande novidade desta versão de Yakuza 0 Director’s Cut é o modo online chamado Red Light Raid, que por enquanto é exclusivo de Nintendo Switch 2! Trata-se de um modo horda com seis fases, e cada uma contendo várias sub-fases, em que o objetivo é sobreviver e não deixar o tempo acabar. Esse modo te permite jogar com até 60 personagens que podem ser evoluídos e comprados, aumentando o fator replay.
No entanto, encontrar outros jogadores pode ser um desafio, já que o jogo não oferece um lobby ou tempo suficiente para buscar partidas, resultando muitas vezes em batalhas em um grupo de NPCs. E os bots, por sua vez, têm algumas limitações, como não utilizarem a poção de vida e nem darem o tempo para o jogador pegá-las entre as hordas, e isso pode acabar deixando o modo difícil e frustrante, já que os bots não sobrevivem por muito tempo.
Mas apesar disso, é um modo divertido e com muito potencial caso algumas melhorias sejam implementadas. Além disso, o jogo oferece um total de 26 minutos adicionais de cutscenes e a opção de dublagem em inglês.
Modo portátil
E para quem estava se perguntando, Yakuza 0 é um deleite no portátil com os seus 1080p e 60fps. Como o jogo é antigo, jogar em uma TV 4k acaba não fazendo tanta diferença assim, então no modo portátil é praticamente a mesma coisa, e claro, com o bônus de você poder jogar em qualquer lugar! Confira abaixo:
Conclusão
Com seu combate frenético, história com momentos sérios e muito humor, Yakuza 0 Director’s Cut se estabelece como um título imperdível para os fãs de jogos japoneses no estilo “Beat ‘em Up“. E essa transição para o Switch 2 revitalizou esse clássico jogo da série, deixando-o mais acessível para os jogadores de Nintendo que jogaram o Yakuza 1 no primeiro Nintendo Switch, ainda mais agora com um novo modo online. Com certeza esta é a versão definitiva para jogar em consoles atualmente.
E você já jogou Yakuza 0 ou pretende jogar no Switch 2? Comente aqui embaixo!
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Este lançamento exclusivo para o novo console da Nintendo entrega uma experiência encantadora
Donkey Kong Bananza é um daqueles games que recebe uma caga enorme de expectativas logo no primeiro anúncio, afinal de contas, os fãs esperavam uma nova aventura do querido gorilão já tem muito tempo… Este é um título que não é apenas mais um lançamento, mas sim a primeira grande obra-prima a chegar ao Nintendo Switch 2.
Após uma espera de onze anos por um novo jogo da série Donkey Kong e vinte e seis anos desde sua última aventura em 3D, a Nintendo entrega uma experiência que promete redefinir o que esperamos de uma “Collect-a-thon” e de um jogo de plataforma. Desenvolvido por parte da equipe de elite responsável por Super Mario Odyssey, Bananza nos convida a quebrar 90% do cenário ao redor, uma mecânica central que promete inovar e surpreender. Nossa missão aqui é detalhar se este gorilão consegue entregar a diversão e a inovação que o hype sugere, e se ele justifica o investimento em um novo console. Tudo pronto para botar pra quebrar?
Donkey Kong Bananza é, em sua essência, um jogo de plataforma 3D que se destaca por levar o conceito de “Collectathon” ao limite, onde explorar cenários abertos em busca de colecionáveis é a alma da aventura. Mas ele vai além: é o retorno do Donkey Kong como protagonista de um jogo de primeira linha desenvolvido internamente pela própria Nintendo, algo que não acontecia desde o GameCube – quatro gerações de consoles atrás.
Diferentemente dos títulos mais recentes, que foram habilmente produzidos por estúdios ocidentais como a Rare e a Retro Studios, este Bananza carrega a assinatura e a inventividade que só a equipe de Kyoto pode trazer, sendo inclusive parte do time por trás de Super Mario Odyssey. Essa mudança é crucial, pois permite à Nintendo explorar novas ideias e reinventar a franquia, mesmo mantendo a forte essência ocidental que o criador Shigeru Miyamoto imaginou para Donkey Kong desde o início.
Em sua primeira aventura já podíamos observar a influencia de uma estética “NY city” com as cores e estilos vibrantes
A trama nos coloca na pele de Donkey Kong e de sua inusitada companheira, Pauline, uma jovem de 13 anos. A missão da dupla é simples, porém ambiciosa: chegar ao núcleo do planeta, onde uma lenda diz existir algo capaz de realizar desejos. DK é a força bruta, capaz de demolir quase tudo em seu caminho, enquanto Pauline serve como a parte “humana” da dupla, interagindo com outros personagens – e, um detalhe encantador, ela fala português graças a uma dublagem magistral de Isabela Guarniieri.
Sua voz também tem um poder místico, capaz de remover selos dos vilões e até mesmo despertar as chamadas “Formas Bananza” de DK. No caminho da dupla, um trio de vilões ambicioso também quer alcançar o núcleo, cabendo a você impedi-los. O jogo é feito para todas as idades, seguindo a filosofia Nintendo de ser simples de jogar, mas desafiador para ser completado na íntegra.
Trio de vilões ambiciosos que serão o desafio da nossa duplaA canção de Pauline é mágica e capaz de liberar selos dos vilões.Kong Bananza é uma das transformações de DK neste jogoOs poderes da Bananza ajudarão a dupla até mesmo sob as águas
A Dinâmica da destruição e exploração
A jogabilidade de Donkey Kong Bananza é seu maior trunfo. A mecânica de destruir o cenário é a habilidade primária e mais satisfatória de DK. Seja socando para frente, para cima, para baixo, pulando, rolando ou até mesmo surfando em uma pedra, Donkey Kong pode remover obstáculos e cavar em busca de colecionáveis.
Essa destruição não é apenas visual; ela é o centro da exploração e da resolução de quebra-cabeças. DK também pode arrancar pedaços do chão ou de rochas e usá-los de diversas maneiras: como arma, para arremessar em inimigos, ou até mesmo jogá-los para baixo para ganhar um impulso extra no ar, permitindo um “segundo pulo” ou servindo como um skate divertido. A capacidade de encadear esses movimentos em combos fluidos é extremamente recompensadora, transformando o simples ato de controlar DK em pura diversão.
As “Formas Bananza” são como power-ups poderosos que transformam o DK, intensificando sua força, velocidade e pulos. Elas alteram os comandos e concedem novas habilidades, que podem ser ainda mais aprimoradas através dos pontos de habilidade adquiridos com os cristais de banana. Diferente de Super Mario, onde os power-ups permanecem até que você seja atingido, as Formas Bananza são ativadas ao encher um medidor de ouro e são limitadas por tempo, criando uma dinâmica diferente e mais estratégica.
O jogo é um festival de colecionáveis, que são cruciais para a progressão e para aprimorar o personagem.
Os Cristais de Banandium (ou bananas) são o colecionável principal; a cada cinco, você ganha um ponto de habilidade para fortalecer DK. Eles também são a chave para destravar o conteúdo mais importante do pós-game.
Os Fósseis permitem a compra de roupas para DK e Pauline, que não são apenas cosméticas, mas também melhoram atributos e oferecem vantagens distintas.
O Ouro e as rodelas de banana servem como moeda para compras em geral, e uma quantia de ouro é descontada se você morrer, similar a Super Mario Odyssey.
Há também tesouros aleatórios escondidos que contêm mapas para fósseis, mais bananas e ouro, ou itens úteis como balões e sucos que ajudam DK a não morrer. Esses colecionáveis estão espalhados por fases abertas, cheias de missões e segredos, criando uma sensação constante de descoberta e recompensa, remetendo à exploração de Zelda: Breath of the Wild.
A estrutura dos mundos, chamados de “camadas”, é única. Além de variarem em tamanho, algumas camadas podem ter “sub-camadas” ou andares abaixo, criando extensões temáticas e permitindo uma navegação vertical inventiva. Personagens carismáticos, as “guias”, ajudam nessa navegação e interagem de forma hilária com DK, reagindo à destruição do cenário ao seu redor.
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Uma campanha expansiva e ritmo viciante
A campanha de Donkey Kong Bananza é consideravelmente mais longa que a de Super Mario Odyssey, oferecendo cerca de cinco horas a mais de conteúdo na jornada principal. Para quem se aventura direto, a campanha pode durar entre 15 e 20 horas, mas para os exploradores que buscam cada segredo e coletável, o tempo de jogo pode facilmente se estender de 20 a 50 horas, ou até mais para os 100%.
A fluidez do ritmo do jogo é um de seus grandes acertos, alternando entre camadas focadas em objetivos, áreas de pura exploração e até mesmo mistérios que se desdobram à medida que você avança. Essa variação garante que a mecânica de destruir tudo, que poderia se tornar repetitiva, nunca se torne cansativa.
Um toque de genialidade é a inclusão de fases em 2D, que servem como respiros nostálgicos inspirados diretamente na trilogia Donkey Kong Country. Essas fases, com seus barris de canhão, trilhas desafiadoras e segredos escondidos, combinam a essência clássica com as novas habilidades de destruição de DK e as vibrações dos Joy-Cons. A dificuldade nessas fases é mais “good vibes” do que os clássicos implacáveis, mas ainda oferecem aquele friozinho na barriga com os cronômetros e a busca pelo último cristal.
E, talvez o mais surpreendente, Donkey Kong Bananza é o jogo que menos exige colecionismo, haha. Você pode completar a campanha principal sem coletar uma única banana ou fóssil, ao contrário de Super Mario Odyssey, que exigia um número mínimo de luas para progredir. Essa liberdade permite que o jogador escolha seu próprio ritmo: focar na história e avançar rapidamente ou mergulhar de cabeça na exploração e na coleta. No entanto, o colecionismo é altamente recompensador, pois fortalece o personagem e destrava conteúdos cruciais para o pós-game, tornando-o mais uma “mecânica de RPG” de fortalecimento do que uma obrigação.
Onde brilha e onde tropeça
Nossa análise não estaria completa sem uma dose de opinião sobre os acertos e erros de Donkey Kong Bananza. E, francamente, os acertos dominam, ofuscando totalmente os problemas.
Um dos maiores triunfos é a capacidade do jogo de ser divertido desde o primeiro instante. Não é preciso explicar mecânicas ou contextualizar a história; basta pegar o controle, e a diversão é imediata. A forma como as transformações de DK amplificam a jogabilidade, embaladas por músicas empolgantes, é um veredito de um conceito central brilhantemente executado pela Nintendo.
Além disso, a química entre os objetos no cenário – gelo que derrete, lava que dissolve sal, materiais que se comportam de maneiras diferentes – adiciona uma camada de experimentação e imersão. Pauline, em particular, é uma das melhores companheiras que a Nintendo já criou, com diálogos puros e fofos que enriquecem a experiência e a relação com DK. O clímax da reta final do jogo é insano, com um chefe final que entrega um desafio digno e supera as expectativas de muitos títulos recentes da Nintendo.
A decisão de lançar Bananza no Nintendo Switch 2 foi acertada, pois o jogo aproveita o poder do console para entregar momentos de verdadeira “nova geração”, especialmente nas batalhas de chefes e na intensidade da destruição de cenários. É notável o polimento técnico do jogo, que apesar de tanta destruição em tempo real e efeitos de física, não apresenta bugs, crashes ou quedas massivas de frames, algo impressionante para o desenvolvimento de games.
Outros problemas pontuais incluem quedas de quadros por segundo que, embora não prejudiquem a jogabilidade, são perceptíveis em momentos de maior exigência. O marketing pode ter exagerado no aspecto musical do jogo; as novas músicas são boas, mas muitas não são tão memoráveis quanto as do legado da série, com exceção das poucas, mas excelentes, músicas vocais.
O sonar para localizar colecionáveis também é falho, não indicando bem a altura e com um volume de som baixo sem a possibilidade de ajuste individual, o que pode ser irritante. Por fim, embora os protagonistas e vilões sejam carismáticos, o design de inimigos em geral e de NPCs secundários pode ser um pouco “méh”, e os chefes, apesar de criativos, possuem uma “vibe” que curiosamente remete a Splatoon, o que pode ser estranho para alguns fãs de Donkey Kong.
A experiência em dupla e o legado
O modo multiplayer cooperativo é um dos destaques de Bananza. Ele permite que um segundo jogador controle a Pauline, enquanto DK continua no protagonismo da ação. A dinâmica é assimétrica: Pauline atua como suporte, usando ataques vocais à distância para quebrar obstáculos com precisão ou copiar materiais para causar explosões. Essa diferença de papéis funciona muito bem, criando uma sensação genuína de cooperação e tornando a aventura ainda mais acessível e caótica. Mesmo que o jogo fique ainda mais fácil com a ajuda de Pauline, a experiência é incrivelmente divertida e social. É uma pena que não haja um modo para controlar Pauline separadamente ou minigames específicos para ela, mas o multiplayer, mesmo assim, é válido.
Donkey Kong Bananza dosa muito bem a inovação com o legado da série, lembrando-se não apenas da série Country, mas de toda a história do personagem, incluindo referências a Donkey Kong 64 e o próprio Shigeru Miyamoto sendo consultado pela equipe. Para os fãs da série Country, há inúmeras homenagens que farão o coração aquecer.
A final de contas, Vale a Pena Comprar o Switch 2 pra jogar Donkey Kong Bananza?
Ao final de nossa jornada por Donkey Kong Bananza, fica a sensação de que estamos diante de um título que será marcado na história da Nintendo. A junção de uma mecânica pouco explorada – a destruição em tempo real de cenários em Voxel – com a estrutura consolidada dos jogos de plataforma 3D da Nintendo, cria uma experiência verdadeiramente única e inovadora. É um jogo que justifica a compra de um console, especialmente o Nintendo Switch 2, que permite levar essa magia para qualquer lugar.
Os pontos fortes do jogo, como sua localização em português, a expansão de um universo já amado, a criatividade e inovação na jogabilidade, a música vocal e a direção de arte, são notáveis. Embora o preço cheio no Brasil seja elevado e, infelizmente, inadequado em comparação com o valor internacional, é altamente recomendável buscar os descontos e para isso temos o Nintendo Barato, onde já conseguimos reduções significativas no preço do game. Para quem pretende aproveitar as dezenas de horas de conteúdo e é fã do estilo Nintendo de fazer jogos, o investimento, com desconto, será recompensado com uma experiência imersiva e divertida.
Donkey Kong Bananza é um jogaço, com uma direção de gameplay incrível e um polimento técnico impressionante. Ele pode ser o jogo que pavimentará o caminho para futuras inovações no gênero, e sua nota técnica final de 9 de 10 reflete sua excelência. Em termos de experiência pessoal e recomendação, ele atinge o nível S+ Supremo, a mais alta distinção. É um jogo que todo fã da Nintendo deve jogar.
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
A coletânea Patapon 1+2 Replay chegou ao Nintendo Switch trazendo de volta dois dos títulos mais criativos do catálogo do PSP. Combinando estratégia em tempo real com ritmo musical, o jogo reaparece em nova casa com visuais renovados, mas sem atualizar todos os aspectos esperados para um relançamento em 2025.
A equipe do Coelho no Japão já está aproveitando a chegada de Patapon 1+2 Replay no Nintendo Switch para revisitar essa pérola do PSP e nesse artigo vamos falar um pouco mais sobre o game. Você também pode assistir no vídeo a seguir:
Patapon nasceu em 2007 como um exclusivo de PlayStation Portable e logo conquistou fãs por seu estilo único: uma mistura de RTS (estratégia em tempo real) com jogo de ritmo. Agora, com o lançamento de Patapon 1+2 Replay, os dois primeiros jogos da série chegam ao Switch com visual retrabalhado — finalmente acessível ao público Nintendo.
O título funciona com uma proposta inusitada: em vez de controlar personagens diretamente, o jogador emite comandos em forma de batidas de tambor. Ao apertar sequências de botões no ritmo certo — como Y, Y, A, Y — os patapons avançam, atacam ou se defendem, cantando e dançando conforme suas ordens. É um sistema que exige concentração e timing, mas que recompensa com carisma e estratégia bem dosadas.
Leve na forma, profundo na essência
Apesar do visual colorido e dos personagens fofinhos, o jogo tem bastante profundidade. À medida que o jogador avança, novos comandos são desbloqueados, mais unidades são adicionadas ao exército, e equipamentos variados podem ser obtidos ao revisitar missões. O loop de gameplay gira em torno de testar estratégias, montar um grupo eficiente e executar tudo no ritmo certo. Acertar a sequência várias vezes ativa combos, aumentando a eficácia das ações e a imersão no universo tribal dos patapons.
A dificuldade está mais no ritmo do que no combate em si. O desafio é manter o tempo certo, interpretar a situação corretamente e adaptar sua sequência de comandos conforme a batalha se desenrola. A mistura de ritmo com planejamento estratégico é única e funciona muito bem até hoje.
Remaster com brilho e algumas falhas
Visualmente, a coletânea é competente. Os gráficos foram atualizados com boa definição e preservam o estilo artístico original. A trilha sonora continua excelente, com músicas contagiantes que se entrelaçam perfeitamente com a mecânica rítmica.
No entanto, alguns pontos decepcionam. As cutscenes não foram atualizadas e os efeitos sonoros ainda parecem comprimidos, com qualidade datada herdada do PSP. A sensação é de que houve um polimento visual, mas o áudio — parte essencial do jogo — não recebeu o mesmo cuidado.
Outro ponto a considerar é o multiplayer local de Patapon 2, que exige dois consoles e duas cópias do jogo. Sem opção de online ou tela dividida, o modo acaba sendo inacessível para a maioria.
Vale a pena comprar PATAPON 1+2 REPLAY ?
Patapon 1+2 Replay continua sendo uma experiência divertida, diferente de tudo que há no catálogo do Switch. Mas por R$170 no lançamento, fica a sensação de que o pacote poderia ter sido mais completo. Ainda assim, vale a pena para fãs da série ou para quem busca algo fora do comum no gênero de estratégia.
A pergunta que fica é: será que veremos Patapon 3 com um tratamento à altura?
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
A mistura perfeita de Monster Hunter, Fortnite e Zelda no Switch 2
Estamos trazendo as primeiras impressões de Wild Hearts S, exclusivo para Nintendo Switch 2, um jogo que promete combinar elementos de caça a monstros com construção estratégica em tempo real. Desenvolvido pela KOEI TECMO, ele se apresenta como uma alternativa refrescante para os fãs do gênero, oferecendo uma experiência que mistura referências famosas como Monster Hunter, Fortnite e Zelda, tudo ambientado em um universo místico japonês.
Descubra o que faz Wild Hearts S ser uma aposta interessante e onde ele ainda pode melhorar.
Wild Hearts S coloca você no papel de um caçador em um universo de fantasia inspirado na cultura japonesa. Seu objetivo é simples: caçar monstros gigantes. Mas o caminho até eles envolve muito mais do que apenas força bruta. O sistema de combate é baseado em armas variadas, cada uma com estilo próprio, como já conhecemos em Monster Hunter. No entanto, o que diferencia Wild Hearts S está além do combate tradicional.
Karakuris: criatividade no campo de batalha
O principal diferencial do jogo é o uso dos Karakuris, construções que o jogador pode montar em tempo real durante as batalhas. Elas funcionam como trampolins, barreiras ou plataformas que abrem novas formas de atacar os monstros ou se defender. É como se Fortnite e Zelda: Tears of the Kingdom tivessem emprestado ideias para esse sistema, permitindo combinações criativas que vão muito além de apertar botões para bater. Aqui, estratégia e improviso caminham juntos.
Assim como nos melhores jogos do gênero, Wild Hearts S conta com um sistema de coleta de itens para crafting. Você pode forjar e melhorar armas e armaduras, além de desbloquear habilidades específicas para cada tipo de equipamento. Isso amplia a rejogabilidade e recompensa quem mergulha fundo na caçada. A árvore de habilidades é vasta e permite personalizar o estilo de combate de forma interessante, agradando jogadores que gostam de experimentar diferentes builds.
Modo multiplayer é honesto e cumpre seu papel na proposta do game
O modo online é uma das grandes surpresas. Assim como em Monster Hunter, caçar em grupo é muito mais divertido, e a performance do multiplayer em Wild Hearts S impressiona: sem travamentos, sem quedas, e com uma boa sincronia entre os jogadores. A experiência cooperativa não é só recomendada — é a melhor forma de aproveitar o jogo.
Um ponto importante: esperávamos mais dos visuais do game
Se há uma decepção em Wild Hearts S, ela está no visual. Apesar de rodar a 60 FPS estáveis, os gráficos ficam abaixo do que o Switch 2 pode entregar, parecendo mais um jogo de Switch 1 bem otimizado. Além disso, o design de algumas criaturas é questionável, podendo desagradar parte do público que busca um estilo mais refinado ou coerente com o tema do jogo. O mundo é funcional, mas carece de impacto visual.
Outro ponto que pode dividir opiniões é a curva de aprendizado do sistema de construções. Para jogadores mais casuais ou acostumados com combates diretos, a mecânica dos caracuris pode parecer confusa ou desnecessária no início. O jogo exige um tempo para entender como cada estrutura influencia a dinâmica da batalha — o que pode afastar quem busca uma experiência mais acessível.
Mas e ai, vale a pena jogar?
No geral, Wild Hearts S surge como uma aposta criativa para os fãs do gênero de caça a monstros, trazendo elementos inovadores que o diferenciam de seus concorrentes, mesmo que ainda tenha pontos a melhorar, principalmente no aspecto visual e na acessibilidade para novos jogadores.
Será interessante acompanhar como ele evoluirá com atualizações e, claro, aguardar uma análise mais completa com o tempo. E você, já está animado para essa nova caça? Conte para nós!
Como economizar na hora de comprar jogos em mídia digital do Nintendo Switch 2?
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Uma forma prática e vantajosa de manter sua biblioteca sempre atualizada!
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Yoozen, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
Killer Inn é um jogo de investigação e mistério com muitos momentos de tensão
Nós recebemos um convite da Square Enix para o teste beta fechado de seu novo lançamento, Killer Inn. Um jogo que promete uma experiência inusitada ao combinar elementos de jogos sociais como Among Us com tiroteios, pistas e upgrades de armamento em um ambiente misterioso: um hotel.
Ainda sem data de lançamento confirmada, o game surpreende pela proposta criativa, mas também apresenta pontos que precisam ser melhor polidos antes de chegar ao público final.
Quer saber um pouco mais sobre nossa experiência com o game? Continue a leitura desta análise e visite a página do game na steam para mais informações técnicas.
Killer Inn coloca o jogador em um ambiente aparentemente comum — um hotel e seus arredores — mas que rapidamente se revela palco para uma batalha de desconfiança e sobrevivência. Ao início da partida, é possível escolher entre diferentes personagens, cada um com aparência própria e atributos. No entanto, durante os testes, percebemos que essas características não influenciam o gameplay de forma prática, já que todos usam as mesmas armas e mecânicas básicas.
O jogo funciona por rodadas, com dois papéis principais: ovelhas (os inocentes) e lobos (os impostores). As ovelhas devem encontrar chaves e ativar alavancas espalhadas pelo mapa para cumprir missões, enquanto os lobos têm como objetivo sabotar esses esforços, desativar alavancas e eliminar oponentes sem serem descobertos. O jogo se destaca por adicionar camadas à dedução social, oferecendo elementos como combate armado, pistas físicas e punições severas para acusações erradas.
Estratégia, pistas e consequências
A principal inovação de Killer Inn está na forma como lida com as pistas. Quando um lobo elimina uma ovelha, o corpo da vítima deixa rastros — como a cor do cabelo ou da roupa — que podem ser coletados pelas ovelhas restantes para tentar descobrir a identidade do assassino. Essa mecânica nos lembrou vagamente o estilo investigativo de jogos como Project Winter ou Unfortunate Spacemen, mas aqui o tempo é precioso e os riscos são altos.
Se uma ovelha acusar e matar outra ovelha por engano, é eliminada da partida. Isso adiciona um peso extra à dedução: não basta apenas desconfiar — é preciso observar, juntar pistas, confirmar hipóteses. Em nossos testes, essa mecânica gerou tensão e até momentos de frustração, mas também recompensas quando a dedução era certeira. Essa combinação de combate e investigação coloca o jogo em uma posição única entre os multiplayer sociais.
Armas, upgrades e o gerente do hotel
Ao contrário de jogos de dedução clássicos, aqui há armas — e elas importam. É possível encontrar munição, granadas, armaduras e até poções pelo cenário, o que dá um toque de battle royale light ao ambiente. Há tiroteios frequentes entre ovelhas e lobos, e até entre ovelhas entre si, o que pode gerar confusões hilárias ou desastrosas.
Outro destaque é a possibilidade de upar armas e armaduras. Isso é feito falando com NPCs dentro do hotel, como o gerente, o que adiciona mais uma camada estratégica: você pode tentar melhorar seu equipamento durante a partida, correndo o risco de ser pego fora de posição, ou focar apenas nas missões principais. A ambientação no hotel, somada aos upgrades, reforça o clima de paranoia e constante movimento.
O que achamos até agora:
Durante nossos testes, o jogo mostrou potencial, mas também algumas dificuldades. A curva de aprendizado não é tão clara quanto deveria: nos sentimos perdidos por um bom tempo até entender as dinâmicas básicas. Itens e armas podem ser encontrados pelo mapa ou adquiridos, mas essa lógica ainda precisa de refinamento — principalmente com relação à acessibilidade e clareza.
Problemas técnicos também marcaram a experiência. Tivemos dificuldade com o áudio logo no início, o que exigiu reinício da partida. Além disso, não conseguimos explorar todo o sistema de armas por falta de explicação no jogo e pouco tempo disponível para testes.
Apesar disso, a impressão geral foi positiva. Killer Inn é um jogo com personalidade, boas ideias e um clima perfeito para quem gosta de dedução e tensão em grupo. Acreditamos que o título será muito melhor aproveitado em lobbys privados com amigos, onde o caos se transforma em diversão garantida. Ainda não há uma data de lançamento ou informações sobre o preço, mas um beta está nos planos — e estamos curiosos para ver o que vem por aí.
Vale a pena ficar de olho?
Killer Inn pode não reinventar o gênero da dedução social, mas sem dúvida adiciona armas pesadas à equação — literalmente. O resultado é um jogo divertido, caótico e promissor, principalmente para quem busca novas formas de jogar com amigos. Ainda há arestas a serem polidas, mas com uma boa comunicação da equipe e ajustes técnicos, o jogo pode sim encontrar seu espaço no mercado. Em um cenário dominado por jogos de ação, Killer Inn tenta oferecer uma mistura ideal com as mecânicas de dedução — e isso por si só já é merece seu tempo.
Se você curte experiências multiplayer com dedução, ação e muito caos, vale ficar de olho por lá para não perder futuras atualizações.
Por enquanto, Killer Inn está disponível apenas na Steam, com versões confirmadas para PC. Mas será que o jogo pode chegar a outras plataformas no futuro? Fica aí a dúvida! Vamos ficar de olho nos próximos anúncios dos desenvolvedores e, se rolar uma versão para Nintendo Switch, você vai saber por aqui — pode contar com a gente!
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Uma análise profunda sobre o novo console da Nintendo e suas funcionalidades
O Nintendo Switch 2 já lançou faz mais de um mês, e podemos dizer com certeza que ele veio para surpreender, com coisas muito boas e ruins também, mas nem tudo sobre isso é dito por aí ou nem todas as surpresas eram esperadas para esse novo console.
Por isso, vamos listar aqui 10 coisas surpreendentes sobre o Switch 2, sendo 5 boas e 5 ruins, que podem até ser novidade tanto para quem já tem o console e para quem não tem. E como sempre, você pode acompanhar tudo pelo vídeo acima e também por este artigo! Bora lá?
A primeira surpresa é muito clara: o Nintendo Switch 2 não é só apenas uma sequência com novos jogos no catálogo como Cyberpunk 2077 ou mesmo o novo Mario Kart World. O console aprimora também a sua experiência com jogos de Switch 1, mesmo que eles não tenham uma versão para Switch 2.
Os loadings estão mais rápidos, e a taxa de quadros (FPS) melhora demais em comparação com o antigo console. Fora que a nova tela é muito maior para jogar no modo portátil, sendo muito mais confortável de jogar sozinho ou com amigos. É como se o tão falado Nintendo Switch Pro finalmente estivesse entre nós!
E falando em Pro, temos o novo Pro Controller que elevou o patamar do seu antecessor e agregou ainda mais conforto e qualidade para a gameplay, sem falar nos novos botões programáveis GL/GR que são uma mão na roda! Fora que a pegada desse novo controle é muito mais confortável, perfeito para jogos de luta.
O Nintendo Switch 2 também se tornou o melhor lugar para jogar jogos de Switch 1. Isso porque com o novo recurso de GameChat, os games se tornaram ainda mais interativos, e também se você estiver jogando algum jogo de Switch 1, a bateria vai durar igualmente ou até mais do que o antigo console.
1º Ruim: Decisões ruins no sistema permanecem
Apesar das melhorias de hardware, o sistema do Nintendo Switch 2 e a eShop decepcionam por não trazer funcionalidades que pareciam óbvias de acrescentar, como os tão pedidos temas para o menu inicial, aqui continuamos apenas com os temas: claro e escuro.
E claro, a eShop do Switch 2 está mais fluida e melhor de navegar, mas ainda temos muitas áreas onde não separam jogos de Nintendo Switch 1 e 2. Isso pode acabar causando confusão em usuários novos, fazendo-os pensar que os jogos mostrados são todos de Nintendo Switch 2, quando na verdade tem muito jogo de Switch 1 misturado.
Outro problema que persiste, é a falta de filtro para categorizar o que é jogo e o que é DLC. Se vocês acompanharam o vídeo e a matéria sobre jogos grátis para o Nintendo Switch 2, devem ter percebido que tem muito conteúdo adicional misturado no filtro de softwares gratuitos, causando uma poluição visual enorme.
Além disso, o processo de redownload mudou com o novo update para Switch 1 e 2. Isso porque agora eles são feitos na parte de cartões de jogos virtuais, aquele ícone de cartucho que agora tem no menu inicial. Então para baixar um jogo novamente, temos que navegar nessa parte, e apesar de terem muitos filtros para achar um jogo mais facilmente, não temos a opção simples de buscar pelo nome do game, meio complicado, né?
2º Bom: Modo mouse é mais prático do que parecia
Quando apresentaram o novo modo mouse do Nintendo Switch 2, todo mundo ficou com aquela dúvida de: “será que funciona mesmo?”. E foi uma boa surpresa perceber que esse modo é mais prático e legal de usar do que parecia. Em vários jogos como Hogwarts Legacy e o futuro Metroid Prime 4: Beyond, fazer a troca para esse modo é instantânea, ou seja, não precisa apertar botão nenhum, tornando a experiência muito mais prática.
Inclusive, se você estiver jogando um jogo tipo Cyberpunk 2077, você pode jogar com o modo normal nas cenas de exploração e de carro, e ativar o modo mouse nas partes de tiroteio. Uma curiosidade interessante é que você pode conectar um teclado e um mouse ao seu console e jogar como se fosse um PC mesmo! Sabiam dessa?
Além disso, o modo mouse funciona em qualquer superfície! Você pode colocar o Joy-Con na sua coxa se quiser, e ainda vai dar para jogar tranquilamente. Então vale muito a pena explorar esse complemento em alguns jogos de Switch 2.
2º Ruim: Tamanho e peso no portátil
O peso e o tamanho do Nintendo Switch 2 podem ser uma questão para quem tem mãos pequenas, principalmente no modo portátil. Ou seja, os papéis se inverteram! Quem tem a mão grande deve ter ficado muito feliz com esse upgrade, mas para os jogadores de mãos pequenas, o Switch 1 tinha o tamanho ideal para um console portátil. Então, algumas pessoas podem achar estranho na hora de se adaptar com o tamanho e peso depois de um tempo de jogatina.
3º Bom: Modo tabletop melhorou muito
Consequentemente esse novo peso do Switch 2 é uma das coisas que melhoraram a experiência do modo tabletop, aquele que você joga com o console em cima de alguma superfície. O novo stand permite ainda mais ângulos e a tela maior reduz o problema de quem achava que esse modo era difícil para ler as coisas na tela. Além disso, o fato de termos agora uma entrada USB-C na parte de cima permite que esse modo seja ainda mais conveniente.
Você inclusive pode colocar uma câmera como a da HORI que tem a forma da Piranha Plant e usar o GameChat tranquilamente com o Switch 2 em cima de uma mesa ou qualquer superfície. E claro aproveitar ao máximo o recurso de mouse com os Joy-Cons 2 destacados!
3º Ruim: Carregamento demorado enquanto joga
Uma surpresa desagradável é que o carregamento é demorado enquanto você joga, mas claro que é o preço por rodar jogos mais pesados e ter novas funcionalidades. Já tem sido comentado que a bateria do Nintendo Switch 2 não dura muito mais que duas horas e meia rodando jogos mais pesados, apesar de ser uma duração maior que outros portáteis do mercado. Em jogos mais leves, a bateria pode durar entre 5 ou 6 horas.
E sobre recarregar enquanto joga, realmente é um processo demorado. Então se você é daqueles que joga no modo portátil e coloca o console na dock para dar uma recarga e depois usar de novo no portátil, saiba que isso não é muito prático, principalmente se você tem ativada aquela opção de não deixar o console carregar até 100% de bateria. O console vai demorar umas 3 horas para recarregar completamente.
Uma surpresa positiva é que ter um Nintendo Switch 1 traz uma série de vantagens para você que já tem um Switch 2. Uma delas é poder ter um carregador adicional, então se você quer dar uma jogadinha antes de dormir, pode colocar o carregador do Switch 1 na tomada e conectar no Switch 2 normalmente. Além disso, os Joy-Cons e Pro Controller do antigo console também vão funcionar com o Switch 2, tornando possível jogar com 4 pessoas sem precisar comprar novos controles.
Outra vantagem é que o Switch 1 funciona com o GameShare do Switch 2! Sendo assim, você pode jogar multiplayer local com os seus amigos mesmo que você não tenha os jogos ou até mesmo que eles não estejam disponíveis nativamente no Switch 1, como o próprio Donkey Kong Bananza! Mas lembrando que tem que ser localmente, online é apenas de Switch 2 para Switch 2.
Uma vantagem interessante para quem mora junto é que você usar o novo sistema de cartões de jogos virtuais para passar jogos de um console para o outro, assim qualquer usuário pode usar um jogo sendo conta primária ou secundária. Isso também é útil para gerenciar melhor o armazenamento do seu novo console, colocando alguns jogos no Switch 1 para economizar espaço no Switch 2.
4º Ruim: Só pode estar online em um Switch
Uma desvantagem aqui, é que você não pode jogar online um jogo ao mesmo tempo no Switch 1 e 2, mesmo com usuários diferentes. E isso era possível antigamente, então podíamos comprar um jogo, baixá-lo em outro Nintendo Switch e jogar juntos online, mas em contas diferentes. Isso acabou agora com a nova atualização!
5º Bom: 40 fps é quase 60 fps
A notícia de que jogos como Cyberpunk 2077 rodariam no Nintendo Switch 2 a 40fps ao invés de 60, gerou uma preocupação. Mas no final, a tela portátil do novo console com 120hz junto a nova tecnologia de Variable Refresh Rate (VRR) transformam a experiência em uma sensação de estar jogando a 60fps, e isso é ótimo! Mas ressaltando que funciona apenas na tela portátil, e que a Nintendo ainda não implementou isso no modo TV.
5º Ruim: O Switch 2 exige tecnologia para ser aproveitado
O Nintendo Switch 2 é um console moderno, e acaba exigindo equipamentos modernos para ser aproveitado ao máximo. Por exemplo, se a sua televisão é das antigas, você não vai conseguir disfrutar do modo HDR que deixa os visuais melhores e mais vibrantes, ou então jogar em uma maior taxa de quadros como 120fps que é possível graças ao cabo HDMI 2.1, sendo necessário ter uma TV compatível.
O jogo Nintendo Switch 2: Welcome Tour exige que você tenha uma TV ou monitor 4k para zerar dois minigames, por exemplo. Em suma, isso pode acabar gerando um custo adicional se você não tem esses equipamentos e deseja aproveitar todas as novas funcionalidades do console.
E essas foram as 10 surpresas sobre o novo Nintendo Switch 2! Não sabiam de algumas dessas? Tem algo a acrescentar? Comentem bastante aqui nos comentários!
Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.
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Voxel + Coletáveis + Caos puro: DK nunca foi tão destruidor
Donkey Kong Bananza pode até parecer mais um spin-off divertido da franquia, mas bastam alguns minutos de gameplay para entender: este jogo é uma verdadeira overdose de estímulo. Se videogame é sobre satisfazer o cérebro com desafios, recompensas e surpresas, então podemos dizer sem exagero que Bananza é praticamente “dopamina 2”.
O jogo chegou ao Switch 2 trazendo um novo fôlego para a série, com uma proposta visual ousada e uma estrutura de plataforma totalmente reinventada. Em vez de fases lineares ou mapas fixos, Bananza aposta em um mundo voxel dinâmico — o que significa que quase todo o terreno pode ser moldado, destruído ou escavado em busca de bananas. Isso muda tudo na forma de explorar e cria uma sensação constante de descoberta, onde cada canto do cenário pode esconder uma recompensa.
O grande diferencial, no entanto, está na transformação do próprio Donkey Kong. Ao desbloquear a forma especial do personagem, o Bananza Kong, o jogador se torna um verdadeiro trator de destruição. A experiência de sair quebrando tudo pela frente é absurdamente satisfatória, fazendo com que o simples ato de explorar se torne o grande objetivo.
Apesar disso, o jogo não exige longas sessões para avançar. Os objetivos principais são curtos e acessíveis, mas a tentação de sair do caminho principal para caçar bananas escondidas é constante — e vale a pena. Especialmente pelas “shrines”, fases menores com pegada mais tradicional, que sempre guardam ao menos uma banana bem escondida. Esses desafios são o ponto alto da exploração e funcionam como micro-puzzles dentro do jogo.
Elementos de RPG em Donkey Kong? isso mesmo!
Outro sistema interessante é o de habilidades em estilo RPG. Coletar bananas serve para desbloquear novas skills, que não só deixam o DK mais forte, como também mudam o estilo de gameplay. Isso incentiva ainda mais a busca por segredos e aumenta a sensação de progresso a cada sessão de jogo.
Claro, nem tudo é perfeito. A trilha sonora, por exemplo, até o momento, não atinge o nível épico dos melhores jogos da série Mario ou do próprio Donkey Kong Country. E alguns designs de personagens não parecem tão inspirados quanto deveriam. O jogo também não tem o mesmo polimento visual de um Mario Odyssey — mas compensa isso com personalidade de sobra e um ritmo insano, quase caótico, que pode agradar muito mais quem busca novidade do que quem quer apenas uma nova versão do que já conhece.
Bananza não é sobre precisão e dificuldade como os DKs 2D. Aqui, o espírito é outro: você é quase imparável, e o jogo quer te ver se divertindo com esse poder. É fácil imaginar que muita gente vai preferir essa pegada mais “delirante” ao estilo mais contido dos jogos anteriores da franquia. Principalmente em sessões portáteis, no Switch 2, onde a vibe “explorar só mais uma shrine antes de dormir” funciona perfeitamente.
Onde comprar Donkey Kong Bananza em promoção?
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Análise em texto elaborada com base no roteiro do vídeo produzido por Pedroka em conjunto com a equipe Coelho no Japão, contando com revisão e aprovação de Rodrigo Coelho.