Categoria: Diversos

  • Criadora transforma LEGO Game Boy em console totalmente funcional com hardware original

    Criadora transforma LEGO Game Boy em console totalmente funcional com hardware original

    Projeto funciona com cartuchos originais

    A modder Natalie the Nerd realizou um feito notável na cena de modificação de consoles: transformou o recém-lançado conjunto da LEGO Game Boy em um dispositivo totalmente funcional, capaz de executar cartuchos originais de Game Boy. O projeto utiliza hardware real da Nintendo, mantendo a estética do modelo de LEGO enquanto adiciona funcionalidade completa.

    Para conseguir esse resultado, Natalie criou uma placa de circuito personalizada menor que um cartucho de Game Boy, utilizando como base o chip CPU MGB do Game Boy Pocket – escolhido por sua VRAM interna, que economiza espaço crucial. O projeto inclui ainda a menor tela disponível no mercado, botões totalmente clicáveis e uma porta USB-C para alimentação, instalada em um bloco LEGO personalizado impresso em 3D.

    Natalie é conhecida na comunidade de modding por seu trabalho especializado com hardware de Game Boy, incluindo engenharia reversa de placas-mãe e venda de componentes de reposição. Seu projeto com o LEGO Game Boy foi meticulosamente planejado antes mesmo do lançamento físico do conjunto, utilizando fotos de divulgação para dimensionar corretamente todos os componentes.

    O LEGO Game Boy funcional mantém a capacidade de executar cartuchos originais, diferentemente de soluções baseadas em emulação. Natalie continua refinando alguns detalhes do projeto e planeja disponibilizar publicamente os planos completos assim que considerar o trabalho finalizado.

    Fonte: My Nintendo News

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  • Super Mario Galaxy 1+2 terá patch de lançamento; confira

    Super Mario Galaxy 1+2 terá patch de lançamento; confira

    Jogo recebeu patch com melhorias antes do lançamento

    A Nintendo revelou nesta quarta-feira (01) que Super Mario Galaxy 1+2 terá um patch de lançamento no dia 02 de outubro, na próxima quinta-feira. No padrão Nintendo, a empresa não especificou o que foi corrigido no jogo.

    Segundo a empresa, vários ajustes e correções de gameplay foram feitas tanto para o Nintendo quanto para o Switch 2, além de várias correções que vão permitir uma jogabilidade mais fluída no Switch 2. Como é possível ver, não existe uma especificação sobre o que foi melhorado no título.

    O remaster reúne os dois clássicos espaciais de Wii com várias melhorias. As principais novidades incluem suporte a 4K no Switch 2, um Modo Assistência que aumenta a vida do Mario e impede quedas fatais, e novos capítulos de história focados na Rosalina e nos Lumas.

    A coleção preserva as aventuras originais: em Super Mario Galaxy, Mario deve recuperar os Power Stars espalhadas pelo universo para salvar a Princesa Peach das garras do Bowser, com a ajuda da misteriosa Rosalina e sua nave observatório. Em Super Mario Galaxy 2, a jornada continua com a adição do Yoshi e níveis ainda mais criativos e desafiadores, enquanto Mario viaja de planeta em planeta a bordo da Starship Mario.

    Fonte: Nintendo Everything

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  • [NSO #12] Aventura colorida direto do Japão (e do fundo do mar!) com a trilogia Starfy

    [NSO #12] Aventura colorida direto do Japão (e do fundo do mar!) com a trilogia Starfy

    Salve, nintendista! Aqui é o Prandas e esta é mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a destacar jogos bons e curiosos no catálogo do Nintendo Switch Online.

    O mês de setembro trouxe muitas novidades e historicamente é sinônimo de Tokyo Game Show, a maior feira de games do Japão que neste ano teve cobertura de intensa do nosso querido Rodrigo Coelho. Assim, decidi pinçar do catálogo do NSO uma novidade bem atrelada ao mercado japonês.

    Quer dizer… não apenas uma, mas sim três atrações, vamos falar dos jogos da série The Legendary Starfy!

    Essa é daquelas recomendações que valem pra mim também já que pouco conheci e sempre muito me interessei pelos jogos da estrelinha lançados para Game Boy Advance. Isso porque os três cartuchos originais de GBA saíram apenas no Japão, não tiveram versões fora do mercado nipônico! Isso só foi acontecer a partir do quinto game da franquia, já no Nintendo DS.

    Felizmente, essas três fitas agora estão facilmente acessíveis na locadora virtual dos videogames Switch. Ainda que os textos todos estejam em japonês, é bem tranquilo de curtir e os menus do videogame mostram os controles em português.

    De cara, as aventuras de Starfy lembram muito os jogos de Kirby, apresentando ação 2D em plataformas com ritmo mais tranquilo e cadenciado. O principal diferencial é que muitas das fases são debaixo da água, trazendo uma movimentação mais vertical do que de costume em jogos do tipo.

    Pessoalmente, me lembra muito também os títulos da série Shantae, da WayForward, pela paleta de cores vibrante e toda a temática de praia, peixes e outras criaturas do fundo do mar.

    Em meio a uma biblioteca com tanta qualidade como a do GBA, é muito encantador encontra ali esta trinca que ficou longe da gente por tanto tempo. Ah, fica aqui outra curiosidade: Starfy chegou a aparecer como uma skin no primeiríssimo Super Mario Maker, no Wii U, que possui um guarda-roupas fenomenal de skins que não se repetiram na sequência para Switch.

    Quero compartilhar aqui rapidamente outros jogos que considerei indicar nesta edição da minha coluna! Primeiro pensei em Super Mario Bros.: The Lost Levels, mas na verdade acabaria sendo uma ‘indicação reversa’, já que é um jogo que eu considero chato e ruim, ainda que preenchesse também a condição que inventei de trazer um game que foi exclusivo do Japão por muito tempo.

    Outra ideia foi falar mais de Earthbound Beginnings, do NES, conhecido apenas como Mother no Japão e precursor do antológico Earthbound, do Super Nintendo. O cartucho original saiu só no Japão e aí em 2015 o título ganhou versão traduzida no Virtual Console do Wii U!

    Ainda bem que não ficou preso no console do tablet e saiu também no Nintendo Switch Online. Acabei preferindo deixar de lado pois já é uma indicação que vem fortalecida pelo legado da franquia e falar da história pode acabar sendo spoiler para algumas pessoas – mas vale demais jogar, anota aí na sua lista!

    Ficamos por aqui com esta trilogia de dicas! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e nos vemos novamente em breve!

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  • EXCLUSIVO: Diretor de Final Fantasy Naoki Hamaguchi confirma DLSS em FFVII Remake Intergrade no Switch 2, e dá muitos detalhes sobre o futuro da série no Nintendo Switch 2 – Entrevista completa

    EXCLUSIVO: Diretor de Final Fantasy Naoki Hamaguchi confirma DLSS em FFVII Remake Intergrade no Switch 2, e dá muitos detalhes sobre o futuro da série no Nintendo Switch 2 – Entrevista completa

    Durante a Tokyo Game Show 2025, Rodrigo Coelho teve a oportunidade de conversar com Naoki Hamaguchi, diretor de Final Fantasy VII Remake Intergrade, em uma entrevista exclusiva. Hamaguchi-san compartilhou detalhes inéditos sobre a adaptação do jogo para o Nintendo Switch 2, incluindo o uso de DLSS para aprimorar gráficos e performance, além de dar pistas sobre os próximos passos da série no híbrido da Nintendo. A seguir, você confere a transcrição da entrevista completa com o diretor Naoki Hamaguchi.

    Leia também:

    Rodrigo Coelho: Muito obrigado por estar aqui comigo. Estou muito feliz que você esteja aqui conosco hoje. Eu ouvi que você está vindo ao Brasil Game Show para ver os fãs brasileiros, né? Nós estamos muito felizes com isso.

    Hamaguchi: Recebemos a calorosidade da comunidade sul-americana incluindo os comentários. Eu realmente gostaria de conhecer a comunidade sul-americana , então estou muito ansioso por este evento.

    Rodrigo Coelho: Sim, nós também estamos super ansiosos. E também, este ano, você enviou uma mensagem aos fãs brasileiros neste evento. Foi a primeira vez que a Square Enix enviou uma mensagem aos fãs sul-americanos. E eu estou muito feliz porque foi no meu evento. Sim, eu estive no evento apresentando a sua mensagem. E você pode ver o pequeno coelho aqui. Ele está aqui. (coelho mostra sua tatuagem com o logo do canal) Então, muito obrigado por trazer Final Fantasy mais perto aos fãs brasileiros.

    Rodrigo Coelho: Nós estamos vendo muitos jogos de Final Fantasy se localizando nos portugueses brasileiros. Final Fantasy 7 Remake Intergrade e também o Final Fantasy Pixel Remasters. Mas, ao mesmo tempo, nós estamos vendo alguns outros jogos da Square Enix, Eu sei que não é o seu projeto, mas Final Fantasy Tactics ou outros spin-offs que ainda não estão localizados nos portugueses brasileiros. Podemos esperar mais localizações da Square Enix? Mesmo que não sejam das principais franquias de Final Fantasy, mas também são de outros jogos.

    Hamaguchi: Como é uma franquia de Final Fantasy não há uma regra definida que diga que ela precisa ter suporte a uma determinada linguagem. Então a verdade é que acaba dependendo das ideias do diretor ou produtor envolvidos. O que eu posso dizer aos que estão assistindo agora, Eu continuarei envolvido com a franquia Final Fantasy e continuar criando. Eu acho que a América do Sul é um mercado extremamente importante incluindo Português do Brasil É uma base de fãs muito importante, continuarei me esforçando para produzir conteúdo e certificarei-me de que chegue a todos. Espero que aguardem ansiosamente.

    Rodrigo Coelho: Estou muito feliz que você se sente como um fã brasileiro e quer nos apoiar. Muito obrigado por isso. Agora eu quero falar um pouco mais sobre o remake do Final Fantasy VII, Integrate, para o Nintendo Switch 2.

    A versão (do game) é muito impressionante tecnicamente. Ela funciona muito bem em 30 fps, nos modos dock e portátil. Quais foram as maiores dificuldades técnicas… mais difíceis que você teve para trazer uma qualidade tão boa para o Nintendo Switch 2, que é como um console portátil, certo?

    Hamaguchi: O Nintendo Switch 2 pode operar em um modo de televisão, e um modo portátil, que é muito difícil, e você tem que ter muito cuidado com isso. É um hardware que exige muito cuidado no manuseio. Mesmo com o Steam Deck os jogos estão sendo entregues mas, o Steam Deck é apenas como um console portátil, então é possível aproveitar totalmente o jogo com as especificações de um portátil e jogá-lo. Mas o Nintendo Switch 2 ao jogar no modo portátil foi projetado para ter um menor consumo de bateria, então no modo portátil as especificações são ligeiramente reduzidas e mesmo nessas condições os gráficos e a experiência geral do jogo não são prejudicados para o usuário. A otimização é algo que tivemos que dar muita atenção. Precisamos lidar com muito cuidado e graças aos nossos engenheiros que trabalharam até o último detalhe, mesmo jogando no modo tv ou jogando no modo portátil a experiência do usuário não é prejudicada de forma alguma… acho que isso resultou em um jogo realmente muito bom.

    Rodrigo Coelho: Muito obrigado. Eu tenho algumas perguntas técnicas, a primeira é sobre o uso da tecnologia, você está usando tecnologia de upscaling da AI, como o DLSS, e também quais são os compromissos que você teve para fazer para fazer o jogo funcionar no modo portátil, porque é muito impressionante, realmente parece uma versão do PS5

    e a última é sobre os cartões de jogos no Switch 2, você teve que fazer algum compromisso relacionado com os cartões de jogos, ou o jogo completo no cartão, por causa da velocidade, diferenças em como o jogo funciona no console, ou no cartão, ou no microSD?

    Hamaguchi: Em relação ao DLSS nesta versão nós o utilizamos. Como eu disse anteriormente nós queríamos fornecer ao usuário a mesma experiência tanto no modo TV quanto no modo dock, então no modo TV funciona em resolução 2k de forma estável, já no modo portátil o desempenho de hardware é um pouco reduzido, como resultado, a renderização em resolução 2k fica difícil, então reduzimos usando upscaling DLSS para saída em 2k, então pudemos atingir uma saída 2k mesmo no modo TV ou modo portátil. Como usuário, ele (o jogador) não sente tanta diferença.

    Referente ao Nintendo Switch 2, comparado com o benchmark o que está sendo sacrificado para ter uma experiência de jogo semelhante mesmo com especificações mais baixas, com certeza é tecnicamente difícil rodar exatamente a mesma coisa no Switch 2 devido às suas especificações. É por isso que aproximamos os cálculos, ou melhor, foi necessário troá-los por outros mais leves… A razão pela qual fomos muito elogiados na Gamescom ou na PAX pela excelente portabilidade é porque nossa estratégia foi muito bem-sucedida. Qual era nosso objetivo? O que determina a qualidade gráfica do personagem é o processamento de iluminação, mas se alterarmos a fórmula de cálculo do processamento de iluminação isso provavelmente afetaria a emoção que os personagens passam aos jogadores… então em relação a iluminação dos personagens, mantivemos igual a dos outros consoles. O que mudamos foram coisas como névoas e pós-efeitos, Os códigos de elementos com prioridade mais baixa do que a iluminação foram todos reescritos e otimizados para o Nintendo Switch 2, então, visualmente e em termos de experiência de usuário é algo que os jogadores podem nem perceber. Mesmo as especificações técnicas do Switch 2 permitem alcançar 30 frames de forma estável, foi uma boa espera, mas se tornou crucial

    Rodrigo Coelho: Foram mudanças muito inteligentes e muito impressionantes! Eu joguei a demonstração do jogo e está realmente impressionante… eu tenho duas últimas perguntas para nós aqui. Uma está relacionada com as mudanças na versão intergrade do Nintendo Switch. Você pode contar aos fãs um pouco mais sobre o que eles estão adicionando? E como o Godmode afetou a experiência para os novos jogadores?

    Ou se mudou alguma coisa para os jogadores que jogaram o jogo original? 

    Hamaguchi: (Intérprete):Desta vez juntamente com o lançamento de intergrade, além disso o segundo e terceiro jogos da série estarão disponíveis no Nintendo Switch 2, então, desta vez eu queria que isso fosse uma nova e diferente experiência de jogo, com o segundo e o terceiro jogo chegando, queríamos diminuir a dificuldade do jogo… claro, muitos jogadores estão realmente jogando o jogo da forma que nós desafiamos, mas alguns jogadores realmente não tem tempo e querem muito jogar… acredito que existem jogadores que queiram facilitar as coisas pra derrotar inimigos fortes e ao adicionar opções como, por exemplo, não receber nenhum dano, porém aproveitar todo o resto do jogo sem alterar a dificuldade, dar aos usuários opções para aproveitar o jogo à sua maneira, para assim partir para os jogos 2 e 3… esse é o meu maior objetivo!

    Rodrigo Coelho: Eu estou muito feliz de ouvir que a Square Enix quer trazer os outros dois jogos para o Nintendo Switch 2 também Uma grande preocupação dos fãs foi que o poder do Switch 2 limitaria o escopo do próximo jogo, porque é um jogo de mundo aberto. Você acha que o Switch 2 é poderoso o suficiente para jogar esse escopo de mundo aberto que você está planejando para as próximas iterações de Final Fantasy VII Remake?

    Hamaguchi: Neste momento Rebirth (segundo jogo da trilogia) também está em andamento, em relação às especificações do Switch 2, em termos de portabilidade do Rebirth e até mesmo a performance dos jogos 2 e 3 eu não sinto nenhum risco real em lançar o jogo, permita-me esclarecer uma coisa, será um sistema de game-key card, isso é certo eu posso afirmar, afinal quando tentamos criar um jogo em um mundo aberto tão vasto em suma, precisamos dinamicamente ler e descartar arquivos, ou seja, é necessário carregar arquivos dinamicamente e com a velocidade atual do cartucho não é possível, isso está muito claro para nós… com o Game-Key card podemos entregar um jogo que certamente irá satisfazer a todos. O que eu posso falar aos fãs da Nintendo no Brasil é que eu entendo que existem várias opiniões em relação ao game-key card e eu acho que o game-key card é uma ideia fantástica da Nintendo, espero que… aos poucos os fãs da Nintendo aceitem este formato de venda, espero muito por isso…

    Rodrigo Coelho: Muito obrigado hamaguchi-san , eu sou um grande fã, estou muito feliz por estar aqui, você gostaria de enviar uma mensagem aos Nintendistas? A Nintendo chama os fãs brasileiros de “Nintendistas”, você gostaria de enviar uma mensagem aos seus fãs no Brasil?

    Hamaguchi: Olá a todos os fãs da Nintendo no Brasil. Estamos muito felizes em poder trazer a série Final Fantasy 7 Remake para o Nintendo Switch 2. Espero que muitos de vocês joguem o jogo. E eu vejo vocês a partir da próxima semana, no mês que vem, onde estarei participando da Brasil Game Show pela primeira vez, espero  encontrar muitos fãs de jogos lá, estou ansioso por isso! Obrigado.

    Garanta o seu Nintendo Switch 2 pelo menor preço ficando de olho nos grupos do Nintendo Barato!

    O Nintendo Switch 2 já está entre nós! E participando dos grupos do Nintendo Barato, você consegue acompanhar em tempo real os estoques e pagar menos para adquirir o seu novo console.

  • EA Sports FC 26 no Switch 2 mantém 30 FPS, mas avança em recursos visuais; confira

    EA Sports FC 26 no Switch 2 mantém 30 FPS, mas avança em recursos visuais; confira

    Versão do console da Nintendo opera em 1080p no modo docked

    A versão de EA Sports FC 26 para Nintendo Switch 2 está rodando a 30 FPS estáveis tanto no modo docked quanto portátil, de acordo com análises técnicas do canal ElAnalistaDeBits. O jogo, que já está disponível em acesso antecipado para compradores da Edição Ultimate, apresenta resolução nativa de 1080p no modo TV e 900p no modo portátil, sem utilização de técnicas de upscaling como DLSS ou FSR.

    Apesar da limitação de frames, a versão do Switch 2 representa um avanço significativo em comparação com as edições anteriores para o Switch original, que eram baseadas na geração passada de consoles. Esta é a primeira vez que uma versão da franquia no hardware da Nintendo possui paridade de recursos com as versões de PS5, Xbox Series X/S e PC, incluindo sistemas de iluminação, animações HyperMotion e modos de jogo completos.

    Os testes técnicos demonstram que a Electronic Arts optou por priorizar a estabilidade de desempenho em detrimento de taxas de quadros mais altas, resultando em uma experiência visualmente superior às versões de PS4, porém com metade da fluidez das versões de current-gen. O jogo não apresenta opções de desempenho ou qualidade configuráveis pelo usuário.

    EA Sports FC 26 chega oficialmente para todos os jogadores em 26 de setembro de 2025, marcando o início da segunda temporada da franquia sob a nova denominação EA Sports FC. O jogo introduz pela primeira vez na série a presença de Ídolos e Heróis no Modo Carreira, além de um sistema de Temporadas redesenhado com passe de batalha integrado.

    Fonte: Universo Nintendo

    O que é o Nintendo Barato?

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  • [NSO #11] Waluigi e modo RPG estouram na dupla de Mario Tennis

    [NSO #11] Waluigi e modo RPG estouram na dupla de Mario Tennis

    Salve, colega nintendista! Aqui é o Prandas e cá estamos mais uma vez com nova edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a destacar jogos bons e curiosos no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Nos cantos mais pitorescos da esfera Nintendo não se fala em outra coisa: a completa maluquice de trazer de volta os games do portátil(?) Virtual Boy à biblioteca do Nintendo Switch.

    Acho fantástico pelo lado inusitado da história, mas também difícil de entender a lógica por trás. Afinal, se não fizeram isso nem no Nintendo 3DS, um aparelho que LITERALMENTE recriava com mais acessibilidade o polêmico efeito 3D do videogame rubro-negro, qual o motivo para fazer isso agora?

    E ainda por cima lançado um acessório caro de 100 dólares que replica a carcaça do videogame! Na moral, é daqueles momentos antológicos que sedimentam a percepção de que a Nintendo tem momentos completamente inesperados e fora da caixa – sejam eles bons, ruins ou só… Virtual Boy no Switch Online.

    Seja como for, a oportunidade é perfeita para jogar nos holofotes não apenas um, mas sim dois jogos incríveis do NSO, ambos da série Mario Tennis!

    E faço isso agora justamente porque a franquia Mario Tennis nasceu no mal fadado Virtual Boy, como título de lançamento do aparelho!

    O cartuchinho apresentava um elenco enxuto de apenas 7 personagens, incluindo Mario, Luigi e Donkey Kong Jr. – na real, todo mundo do primeiro Mario Kart, com exceção do vilão Bowser. As partidas são bem simples, sem poderes mirabolantes ou modos de jogo especiais.

    Claro que com o fracasso retumbante do Virtual Boy o jogo não ficou muito famoso, mas serviu de ponto de partida para mais edições e incursões esportivas da turma do bigode.

    No ano 2000 saíram duas novas fitas de Mario Tennis: uma para Nintendo 64, com exuberantes partidas tridimensionais (e com gráficos poligonais, diferente do Virtual Boy) e uma para Game Boy Color. Cada uma trouxe novidades bem marcantes.

    A edição de N64 impressiona pelos gráficos 3D, mas deixa sua marca na história da Big N como o primeiro jogo com a presença de Waluigi! Sim, a estreia do exótico sósia malvado-maluco do Luigi nasceu nas quadras de Mario Tennis justamente para fazer par com Wario nas partidas de duplas (aliás, motivo parecido pelo qual resgataram a princesa Daisy, para fazer duplinha com Peach).

    Mario Tennis no aparelho de 64-bits já exibe uma ampla variedade de modos de jogo, incluindo o uso de itens e outros obstáculos do universo do mascote da Big N, como as Plantas Piranha.

    Mario Tennis no N64 saiu pouco antes da versão de Game Boy Color e marcou a estreia de Waluigi

    Na versão diminuta, a novidade foi ainda maior e mais empolgante na minha opinião: um modo história com elementos de RPG, personagens inéditos e até evolução de atributos.

    Aqui você controla um personagem novato em uma academia de tênis que vai aprendendo, evoluindo e disputando torneios até chegar no desafio final que é enfrentar o melhor jogador de tênis da parada toda que, óbvio, é o Super Mario!

    A fitinha de GBC também tinha diversos minigames e havia também interações entre as edições de Game Boy e Nintendo 64, já que por meio do acessório Transfer Pak era possível levar os personagens humanos inéditos do modo história para o mundo tridimensional e também desbloquear mais personagens e atividades na experiência portátil.

    Pessoalmente, joguei e gostei muito mais da versão de Mario Tennis para Game Boy Color. O visual pixelado 2D tinha ares de Zelda e Pokémon raíz, enquanto o modo de historinha era muito divertido e envolvente!

    No portátil Game Boy Color, o diferencial de Mario Tennis era o modo RPG

    Inclusive, fiquei muito feliz de ver que, finalmente, o novo Mario Tennis Fever, recém anunciado para Switch 2, terá um modo história em que os personagens são transformados em bebês e tudo mais.

    Vale notar, desde os títulos de N64 e GBC que todos os Mario Tennis são feitos pela Camelot, um competente estúdio japonês responsável nos anos 90 pela série Shining Force, que é uma excelente grife de RPG da SEGA, e também pelos queridos títulos de Golden Sun.

    Então é isso, fica aí a reflexão: se hoje temos Waluigi em tantos jogos e a Daisy como figura recorrente nos elencos dos jogos de festa e esporte do Super Mario, devemos muitos agradecimentos ao gracioso Virtual Boy.

    Ficamos por aqui com este par de dicas! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e nos vemos novamente na próxima semana com mais uma indicação.

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  • Nintendo lança vídeo de Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2

    Nintendo lança vídeo de Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2

    Versões remasterizadas para Switch e Switch 2 incluem novos capítulos do storybook, modo assistência e suporte a amiibo

    A Nintendo lançou um trailer de visão geral de sete minutos para Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2, detalhando as principais melhorias e novidades das versões remasterizadas que chegam em 2 de outubro de 2025.

    O trailer mostra os gráficos repaginados, as trilhas sonoras disponíveis para os usuários poderem tocar dentro do jogo, e várias outras melhorias da nova versão.

    Entre as melhorias técnicas confirmadas estão resolução aprimorada (1080p no Nintendo Switch e 4K no Nintendo Switch 2), interface de usuário redesenhada e suporte a controles por mouse no Switch 2. O novo modo de assistência permitirá que jogadores adicionem vidas extras a Mario e evitem quedas em abismos, facilitando a experiência para jogadores casuais.

    Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2 chega em 2 de outubro para Nintendo Switch, com atualização gratuita para o Nintendo Switch 2.

    Fonte: Nintendo Life

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  • [NSO #10] Murinho e mira laser inovadoras em Winback

    [NSO #10] Murinho e mira laser inovadoras em Winback

    Salve, salve, nintendista! Aqui é o Prandas mais uma vez com nova edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    Nos últimos dias tivemos a confirmação de que 007 First Light, nova releitura do lendário agente secreto britânico, terá versão para o glorioso Nintendo Switch 2.

    A produção da IO Interactive vai mostrar o início de carreira do espião e promover uma mistura de gameplays que lembra bastante Hitman, com cenários cheios de detalhes e muitas possibilidades criativas para realizar missões, mas também ação explosiva, tiroteios e perseguições de carros.

    A indicação mais fácil e óbvia seria 007 Goldeneye, o antológico cartucho de Nintendo 64 que preencheu tardes sem fim de jogatina multiplayer ao lado do meu irmão e amigos na minha juventude. Após anos de sumiço e tretas de licenciamento, o jogo agora está disponível bonito no catálogo do NSO.

    Mas um espião de qualidade nunca seria previsível desse jeito, então o destaque desta semana é outro, vamos falar de WinBack: Covert Operations, da Koei para o N64!

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    Lançado em 1999 para o videogame da Big N e no ano seguinte para o PlayStation 2, o game foi feito pelo estúdio Omega Force, o mesmo dos títulos de Hyrule Warriors.

    A história mostra o embate de um grupo de missões secretas enfrentando uma organização terrorista que invadiu o centro de controle de uma poderosa arma espacial.

    Verdade seja dita, a ação em si é bem simples e direta ao ponto, sem grandes momentos ou personagens memoráveis. Ainda assim, o valor histórico e curiosidades maiores do game estão na jogabilidade: Winback foi pioneiro em dois sistemas de gameplay que moldariam muito da ação de futuros clássicos!

    O mais evidente é o sistema de cobertura em muro, que encontrou sua forma final em 2006 com o primeiro Gears of War. A ‘mecânica de murinho’ é extremamente definidora da experiência de Gears, na minha opinião, mas já aparece de forma simples e bastante funcional em Winback.

    Mecânica de cobertura em muro foi uma das inovações de gameplay de Winback

    A outra característica marcante é a mira laser com movimentação livre, que oferece mais precisão e liberdade nos combates contra inimigos. O mesmo esquema brilhou forte anos depois em Resident Evil 4, de 2005, na época ainda como título exclusivo do GameCube (lembra disso?).

    Isso tudo já estava lá no humilde cartucho de 1999 que, por algum motivo, foi agraciado pela Nintendo como um dos primeiros títulos de N64 disponíveis no Switch Online.

    Pessoalmente, fico feliz pois esse foi um dos jogos que só vi em locadora na época do N64 e não tive chance de jogar. Inclusive, confesso que na minha memória um pouco nebulosa eu confundia esse jogo com outra fita bem pitoresca do console 64-bits: Hybrid Heaven, um RPG de ação da Konami também de 99 e feito pelo estúdio de Osaka como uma espécie de resposta direta ao estúdio de Tóquio, que um ano antes tinha lançado o fenomenal Metal Gear Solid para PS1 – nem preciso dizer que MGS saiu como vencedor histórico e pouca gente lembra de Hybrid Heaven…

    Ficamos por aqui com mais uma dica! Aproveite o espaço de comentários aí para deixar sua opinião e nos vemos novamente na próxima semana com mais uma indicação.

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  • [NSO #09] A simpática aventura no cotidiano de Chibi-Robo!

    [NSO #09] A simpática aventura no cotidiano de Chibi-Robo!

    Salve, salve, nintendista! Eu sou o Prandas e aqui estamos para mais uma edição de “Nossa, Sugestão Ótima!”, coluna dedicada a indicar jogos bons disponíveis no catálogo do Nintendo Switch Online.

    A dica da semana é uma novidade até pra mim mesmo: Chibi-Robo!

    O adorável game de aventura plataforma lançado para GameCube em 2005 apresentou um pequeno robôzinho que cuida de diversas tarefas do lar. O game gerou diversos spins-offs, especialmente nos portáteis Nintendo DS e 3DS, e tem até um amiibo fofíssimo.

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    Desenvolvido pelo estúdio Skip, que já fechou as portas, Chibi-Robo seria inicialmente um adventure de apontar-e-clicar publicado pela Bandai, mas essa versão não foi muito adiante e o projeto só vingou quando Shigeru Miyamoto foi apresentado a ele e assumiu funções de produtor, colaborando para a mudança de estilo de gameplay.

    O diretor do game é Kenichi Nishi, com passagens anteriorespela Square em títulos de peso como Chrono Trigger e Super Mario RPG, mas marcado por RPGs excêntricos e bem diferentões, como Giftpia, L.O.L.: Lack of Love, UFO: A Day in the Life e Moon: Remix RPG Adventure – este último provavelmente o mais conhecido do portfólio de Nishi, já que foi citado nominalmente anos atrás pelo game designer Toby Fox como uma das inspirações para o lendário Undertale.

    Chibi-Robo celebra o mundano de forma pouco vista na indústria na época. Em partes, me lembra um pouco títulos como Animal Crossing, Harvest Moon e Stardew Valley, em que a jogabilidade é viver um cotidiano pacato.

    Nesta aventura 3D do GameCube, o robôzinho miniatura deve cuidar da casa para trazer mais alegria ao lar e à família que ali mora. Ainda assim, o título não deixa de tocar em temas mais complexos e delicados, como divórcio e solidão.

    Infelizmente, nenhuma das continuações de Chibi-Robo! conseguiu honrar o legado do original, com aventuras medianas e simplesmente esquecíveis.

    Este é um jogo que não tive a chance de jogar na época de lançamento e só acompanhei mesmo por revistas, fascinado pela proposta tão pacata e ‘fora da caixinha’. Anos depois, cheguei a jogar a aventura portátil Zip Lash, justamente o cartuchinho de 3DS que vem com um amiibo do Chibi-Robo, mas infelizmente ela é bem fraquinha e pouco marcante.

    Enquanto a gente relembra o legado do robôzito com o game orinal de GC no catálogo do Switch Online, deixo também a sugestão de ficar de olho em koROBO, título que segue a mesma ideia de Chibi-Robo! e está em desenvolvimento pelo estúdio novato Tiny Wonder, formado justamente por veteranos da Skip.

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  • Chefe da Gearbox elogia Nintendo Switch 2 e quer trazer mais jogos para o console

    Chefe da Gearbox elogia Nintendo Switch 2 e quer trazer mais jogos para o console

    CEO da Gearbox quer mais jogos da empresa no Switch 2

    Randy Pitchford, presidente da Gearbox Entertainment, fez elogios públicos ao Nintendo Switch 2 durante a Gamescom 2025. Em declarações, o executivo classificou o console como uma “máquina incrível” e reafirmou o compromisso da empresa com a plataforma, incluindo o lançamento de Borderlands 4.

    “O Nintendo Switch 2 é uma máquina incrível, incrível – estou tão grato por ela. É menos sobre inovação e mais sobre aperfeiçoar, nos dando o que queremos e o que funciona”, disse Pitchford, que também celebrou o sucesso de vendas do hardware: “A Nintendo acaba de ter o lançamento de console mais bem-sucedido na história dos videogames“.

    Sobre o apoio da Gearbox, ele completou: “Amo o Switch e amo meu Switch 2. Queremos estar nas plataformas onde estão as pessoas que nos querem. Amo essa plataforma e quero trazer mais jogos para ela”.

    O entusiasmo de Pitchford ecoa o sentimento de outros estúdios, como a Bloober Team — responsável pelo Silent Hill 2 Remake —, que recentemente manifestou interesse em “revitalizar o gênero de terror” nos consoles da Nintendo.

    Borderlands 4 será lançado para o Nintendo Switch 2 em 4 de outubro.

    Fontes: Nintendo Everything

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